Castelo de Drácula atrai turistas à Transilvânia

REDAÇÃO

A Transilvânia, importante região da Romênia, é famosa por seus bosques e florestas, bem como pelas suas dezenas de castelos – entre eles o do Conde Drácula, que lhe impõe um clima meio aterrorizante, mas que na realidade é uma das molas propulsoras do seu turismo receptivo.
O professor Manoel Neli Vieira Rocha e seus amigos (Eduardo Pinto e Zeno Gondim) estiveram lá nessa segunda-feira, dia 7, para conferir tudo o que dele se diz.
Com efeito, Neli registrou como “impressionante”, não só o clima mal assombrando que o local parece refletir, mas, principalmente a quantidade de turistas que encontrou. E disse:
– É impressionante como uma lenda, um mito, podem atrair tantos visitantes.

A quantidade de turistas chamou a atenção dos três natalenses que também visitavam o Castelo de Drácula

CENTENAS DE CASTELOS

O Castelo de Bran, o Castelo de Drácula, é apenas um das dezenas de outros que se espalham por toda a Transilvânia. Outro muito famoso é o Castelo de Peles, situado à margem do rio do mesmo nome e que foi construído por Carlos I – conforme o relato do professor Neli.
– Uma figura muito importante aqui na Romênia é Carlos I. Em quase todas as praças e cidades por onde passamos há várias estátuas dele. Ele era alemão, da região da Bavária e casou com uma princesa romena. Ele mandou construir o Castelo de Peles, em estilo alemão para lembrar e homenagear a sua terra. Mais tarde o Castelo serviu de residência de inverno para família real romena.

Professor Neli diante do Castelo de Peles
Fachada do Castelo de Peles – um dos destaques da Transilvânia

VÁRIAS CIDADES
A região da Transilvânia compreende várias cidades e vilas rurais arrodeadas pela Cordilheira dos Cárpatos, com belas paisagens inclusive de árvores coloridas, algumas salpicadas por flocos de neve.

Eduardo, Zeno e Neli aproveitam paisagens da Transilvânia. Picos das montanhas cobertos de neve e as árvores completam a beleza com as cores do outono.

ALMOÇO EM BRASOV
O percurso de Bucareste a Transilvânia durou cerca de 3 horas.
Chamou a atenção do grupo de natalenses o engarrafamento provocado pela grande quantidade de veículos na estrada. “Mas, as estradas são ótimas” – esclarece Neli.
O grupo decidiu alugar um carro – com motorista guia, em vez de ir de ônibus, que seria um pouco mais barato, mas sem a comodidade que a opção feita lhes oferecia, inclusive tendo ao seu lado uma nativa da região, preparada para a função de recepcionar e guiar. Laura, o nome dela.
A primeira parada foi na cidade de Sinaia, onde Neli e os amigos conheceram o Mosteiro Santa Maria. Mosteiro feminino. O almoço foi em Brasov.

Mosteiro de Santa Maria na cidade Sinaia
Os três amigos almoçam em Brasov com a guia Laura

RETORNO A BUCARESTE
Ao final da viagem, Neli destaca quanto resultou positivamente a decisão do grupo em alugar um carro para a viagem:
– Foi bom porque a gente parava aonde queria, ela fazia sugestões, como conhecedora da não só da região, de todo o seu país.
Além disso, a guia fala inglês e espanhol fluentemente e ainda entendia o português da conversa dos três amigos e estes não ficavam para trás – também entendiam a moça quando ela falava em romeno, sua lingua pátria.
– Foi uma viagem muito agradável por uma região muito bonita – assinalou Neli.
– É uma distância de aproximadamente 300 quilômetros – tipo a distância entre Natal e Recife.
A chegada de volta a Bucareste ocorreu por volta das 22 horas, pois, por sugestão da guia e motorista, Laura, o grupo atrasou um pouco a partida de volta e fez várias paradas na estrada de modo a evitar o rush do horário de tráfego mais pesado na estrada e na chegada a Bucareste.
– Foi excelente – destacou Neli. “Eu acho que foi um dinheiro muito bem empregado porque, num ônibus, com mais turistas, nós não íamos ter essas oportunidades – de almoçar aonde e gente queria, ela dava uma sugestão, a gente aceitava… e assim foi. Muito. Muito legal essa viagem.
Nesta terça-feira a programação dos natalenses foi, novamente, em Bucareste.
O relato será publicado amanhã.

Laura, a motorista e guia romena. que foi um verdadeiro “achado” para os amigos natalenses

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