Como lidar com os desafios e possibilidades do autismo

REDAÇÃO

O grupo #ESEFOSSEEUFILHO – formado por famílias com filhos especiais, está anunciando para a próxima sexta-feira, dia 8, no IFRN de São Gonçalo do Amarante uma palestra com a participação da conferencista Rochele Elias Barbalho, do grupo “Mães Corujas Batalhadoras”. O tema “Autismo – Desafios e possibilidades, Como lidar”.
A entrada será gratuita e a participação será aberta a todos os interessados, como afirmou na entrevista publicada mais embaixo nesta página, o coordenador do grupo #ESEFOSSESEUFILHO, Irandré Gameleira. Especialmente familiares e crianças especiais e agentes públicos.
Na entrevista, Irandré destaca a importância de que, tanto as famílias com filhos especiais quanto toda a sociedade, estejam sempre se atualizando sobre o autismo e outras situações, de modo a poderem enfrentar as dificuldades que precisam superar, especialmente no campo do preconceito e da discriminação.
A audiência será às 14 horas. Repetindo, no dia 8 de novembro.

ENTREVISTA

Pergunta: Qual o objetivo da iniciativa?

IRANDRÉ – O objetivo é explicar aos pais conhecimento de como enfrentar as dificuldades e barreiras, com experiências já vividas por alguns dos palestrantes e pelos demais que estarão lá. E também para levar a sociedade a conhecer que esse público existe e que estamos inseridos no meio da sociedade.

Pergunta: Do que vai constar a programação
IRANDRÉ – Vai constar da palestras relatando situações enfrentadas por quem tem filhos especiais no seu dia a dia.

PERGUNTA – Qual o público alvo?
IRANDRÉ – Destina-se aos pais que têm filhos especiais ou a qualquer membro da sociedade que queira participar e entender um poucos do do assunto, ou profissionais que queiram aprender ou a lidar mais com as crianças especiais.

PERGUNTA – O que fazer para participar?
IRANDRÉ – Para participar é só ir até o local. A entrada é gratuita, no IFRN de São Gonçalo do Amarante, às 14 horas, no dia 8 de novembro.

PERGUNTA –
IRANDRÉ – A expectativa é que a gente tenha mais compreensão da sociedade e que aprendamos a lider, melhor ainda, no dia a dia, com as dificuldades que passamos e enfrentamos com os nossos filhos especiais perante a sociedade, com referência à discriminação, ao preconceito e também que haja mais inclusão e que o poder público possa a ter mais políticas públicas. Nessas palatesras a gente leva alguns membros do poder público, pra que eles possam fazer a criar políticas públicas, como inserir, nas unidades de saúde e escolas, panfletos falando sobre esse púbico, ensinando como tratá-lo e que as crianças especiais são dignas de todo respeito como qualquer membro da sociedade.

Irandré e sua esposa, Roseane e os filhos Pedro e André (Arquivo pessoal/cedida)

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