Estrelas Mercúrio Retrógrado

Mercúrio retrógrado: saiba por que o pobre planeta NÃO tem culpa pelos nossos problemas

Sobre como vieses de confirmação e retrospectiva nos fazem crer em Astrologia e que o suposto Mercúrio retrógrado explica nossas desventuras.

Ao escrever esse texto pela primeira vez, eu estava passando por uma das piores fases da minha vida e os motivos não cabem por aqui, pelo menos não até agora. Entre a primeira versão e esta versão do artigo que você está lendo agora, caro leitor, foram-se exatamente 487 dias; ou um ano e quatro meses. Esse pequeno “disclaimer” inicial tem o simples objetivo de situar o leitor em um tempo que, conforme eu falei acima, não condiz mais com a realidade; foi muita água rolando debaixo da ponte.

As lições aprendidas no período de conturbações e de ansiedade fora do controle, por outro lado, são perpétuas e me acompanharão para sempre; e me ajudarão a lidar com os próximos baques, e a evitar procurar em seres extraordinários ou doutrinas metafísicas e irracionais a explicação e os culpados para as tragédias pessoais que resolvam aparecer para mim no futuro. Por essa razão, avaliei que seria pertinente dar uma adaptada no texto e publicá-lo novamente, agora neste canal; para que todos possam ler. Vamos ao que interessa, né? Vamos ao bendito do Mercúrio retrógrado.

O meu primeiro contato com o termo Mercúrio retrógrado

Quem me acompanhou no final de 2019 até meados de março de 2020, percebeu o rebuliço pelo qual eu estava passando naquela época. Os efeitos psicológicos do fim de um relacionamento de oito anos, os problemas financeiros inerentes a qualquer membro da classe média brasileira e os conflitos familiares deram o tom na minha vida nesse ínterim. E o que essas três áreas têm em comum? É simples: são áreas adoradas pela astrologia e por quem atribui a ela um papel decisivo no comportamento dos seres humanos.

Não costumo explicar a intenção dos meus textos, porém, abro uma exceção e deixo claro que o meu objetivo não é criar treta com quem se sente melhor com a leitura de mapas astrais ou com quem, intimamente, se pauta na posição das estrelas para tomar decisões. O gosto particular de cada um não é problema meu e nunca será.

Se o problema fosse apenas com o tal do Mercúrio retrógrado, seria o menor dos problemas. O meu incômodo, se é que posso chamar de incômodo, é direcionado a quem busca justificar suas ações mundanas culpando os astros: ora, a culpa não é das estrelas. Sabendo dos perrengues expostos por mim naquela época, para um grupo seleto de leitores e escritos sem qualquer filtro, recebi vários e-mails e estava próximo de pessoas que levavam ao extremo temas como astrologia, tarô etc, etc, etc.

Mercúrio Retrógrado
Foto: Reprodução/Internet

No último Carnaval que aproveitei antes da pandemia, ainda em 2020, durante o meu exílio em uma casa de praia com algumas pessoas e com uma crush do Tinder, fui apresentado ao termo que dá titulo a esse tópico: Mercúrio retrógrado; e também ao conceito de inferno astral. Na hora, fiquei pensando, onde é que eu estou? Mas resolvi deixar a conversa fluir para ver as conclusões que eu tiraria com aquilo tudo. Não custava nada, custava? Há gente que faz coisa pior no Carnaval, vamos concordar.

Como jornalista e curioso, resolvi tentar entender os porquês que tornam Mercúrio retrógrado, o que o planeta fez ou faz para ser assim e por que eu deveria me preocupar com isso. No dia em que escrevi a versão original desse texto, descobri que estava vivendo o que a astrologia chama de inferno astral. Isto é, de acordo com os astrólogos, o inferno astral de um ariano (que é o meu caso) ocorre quando “o Sol está passando pela constelação de Peixes no céu”. Basicamente, o inferno astral de qualquer pessoa será sempre o signo anterior ao signo dela; sendo assim, o signo anterior ao de Áries é o de Peixes. As razões pelas quais acreditam nisso, todavia, eu não quis saber.

O que é Mercúrio retrógrado e por que as pessoas o culpam quando alguma coisa dá errado?

Sabendo que cada um mete o louco à sua maneira no Carnaval e isso não é problema meu, por estar em ambiente hostil e cercado de gente que acredita no que dizem os horóscopos e os mapas astrais, resolvi (tentar) compreender a visão da astrologia sobre o “fenômeno” e descobri que, de acordo com essa pseudociência tão adorada até mesmo por alguns psicólogos e cientistas, as coisas tendem a ficar instáveis e confusas na fase chamada Mercúrio retrógrado; a qual, em linhas gerais, o planeta estaria andando para trás. Sim, anos depois da Teoria da Relatividade, da visita da New Horizons a Plutão e ao cinturão de Kuiper; e em uma época na qual Estados Unidos e China têm robôs explorando Marte, há quem acredite que Mercúrio anda pra trás.

Brincadeiras à parte, o conceito de Mercúrio retrógrado já começa errado para mim (que entendo um pouco) e para quem entende muito sobre Astronomia. Como amante dessa Ciência tão maltratada, aprendi que Mercúrio retrógrado não existe porque nenhum planeta orbita o Sol de maneira retrógrada: no caso de um suposto movimento de translação “ao contrário” , tudo não passa de ilusão de ótica para um observador que esteja na Terra. Simples assim. Como alguém pode basear uma ideia em algo que, simplesmente, não existe?

Além de Mercúrio retrógrado, fizeram meu mapa astral
Para quem quiser me definir pelo signo, eis o mapa que fizeram pra mim em 2020. rsrsrs
Foto: Astrolink

Ainda assim, houve quem ousasse colocar a culpa no pobre planeta pelas turbulências que chacoalharam a minha vida durante o início do ano passado. Sem qualquer arrogância ou aquela soberba acadêmica da qual eu sou um crítico ferrenho, posso dizer que essas pessoas falharam miseravelmente na missão de encontrar explicações místicas para tentar explicar meus infortúnios; e eu vou dizer o porquê. Aos fatos: de acordo com os astrólogos e simpatizantes, a última vez que Mercúrio esteve retrógrado, em 2019, foi entre 31 de outubro e 20 de novembro. Memorize esse período, caro leitor.

Em 2019, o meu namoro acabou após umas coisas que vieram à tona; coisas estas inaceitáveis até mesmo para o cara mais liberal do mundo, não pelo ocorrido em si, mas pela conspiração e pelas tramas envolvidas; mas isso não vem ao caso. Por ter uma memória boa, sei que o alarme mais evidente de que tinha algo errado disparou no dia 20 de outubro; e também me lembro de que eu recebi uma das piores notícias da minha vida no dia 12 de dezembro. Comparando com o período que pedi para memorizar, temos onze dias antes do início e e vinte dois dias após o fim do que alegam ser um fenômeno astrológico capaz de instabilizar nossas vidas.

Que mané Mercúrio retrógrado, Mercúrio é inocente! Mas temos de procurar um culpado, não?

Se eu não fosse tão bom com datas, poderia ter me deixado levar pela explicação dos leitores do Personare e caído na história para boi dormir, ainda que bem contada, sobre os infortúnios da minha nada mole vida naquela época. O meu veredito é que o pobre e minúsculo planeta é inocente!

Como falharam nessa primeira justificativa, tentaram explicar a minha, digamos, sensibilidade e inquietude alegando que eu estaria, desde o dia 20 de fevereiro daquele ano, passando pelo meu inferno astral, já que eu sou do signo de Áries e o Sol começa a passar pela constelação de Peixes nessa data.

Só que a minha vida estava uma bagunça desde 2019, sem tréguas, sem planetas ou constelações que pudessem me ajudar. A diferença é que, dia após dia, por esforço próprio e com ajuda profissional, fui tendo mais jogo de cintura e tranquilidade para lidar com os altos e baixos. Como já estava envolvido até o pescoço com a pseudociência, fui além e descobri que os meus pares perfeitos seriam as pessoas do meu signo e, além disso, quem nasceu sob o signo de Leão, Libra ou Sagitário.

Meu maior relacionamento durou oito anos; e a pessoa por quem fui perdidamente apaixonado era, adivinhem, Leonina. Como se não bastasse, Leão ainda seria o meu paraíso astral. De acordo com os aspirantes a João Bidu, a combinação perfeita! Só que não. Descobri ainda que o meu ascendente é Sagitário, só não entendi bem o que isso significa na prática e, sendo honesto, não tinha qualquer interesse em entender.

Penso, logo existo / Eu acredito, logo estou certo
Foto: Reprodução/Internet

Onze anos atrás, em 2010, antes de começar o meu namoro mais longo, namorei uma sagitariana por alguns meses. No final das contas, ela terminou comigo porque estava entediada. Logo depois, arrumou um namorado, casou e, até onde sei, teve filho. Em janeiro de 2020, conheci uma menina foda, inteligente, linda e adorável. Tudo se encaixou. Adivinhem o signo? Capricórnio, um dos signos com a menor chance de combinação com Áries. Por que não deu certo? Simples: por culpa exclusivamente minha, não por falta de afinidades; simplesmente porque eu não estava preparado para um compromisso sério naquele momento. Mas a culpa não foi das estrelas, foi minha, por ter sido burro a ponto de nutrir por meses o sentimentos por uma leonina que estava se lixando para mim e fazia questão de mostrar isso.

Há 17 anos, conheço uma taurina de quem me aproximei do ano passado pra cá: mulher foda, inteligente, linda, fala alemão como uma nativa, alguém que minha antiga escola permitiu se aproximar de mim, mas que as coisas da vida fizeram que ela morasse na Alemanha e arrumasse um namorado por lá; mas somos amigos e isso é o que importa. De acordo com a astrologia, porém, ela não seria uma boa combinação para mim por ser do signo de Touro.

Enfim, acho que vocês já têm ideia da conclusão que eu quero tirar disso tudo. Ainda assim, eu poderia passar horas tentando defender o meu ponto de vista com evidências científicas de que astrologia é placebo: só funciona para quem acredita e se deixa influenciar. Poderia, ainda, dizer que os acertos atribuídos aos astros podem ser explicados por dois mecanismos psicológicos inerentes ao ser humano: o viés de confirmação e o viés de retrospectiva.

Sobre o viés de confirmação e o viés de retrospectiva

Como já tentei deixar claro desde o início desse texto, a minha intenção aqui nunca foi pregar para convertidos, pois todos sabemos que cada um já é feliz (ou acredita que é) com a maneira com a qual enxerga o mundo e suaviza a realidade dura e cruel, tentando atribuir um sentido metafísico às intempéries da vida. Porém, também não posso me autocensurar com medo de ser acusado de roubar a brisa alheia apenas porque as crenças dela não resistem a um questionamento.

Sendo assim, acho que você, caro leitor, já leu alguma coisa em um horóscopo que, até certo ponto, fez sentido pra você. É uma característica típica inerente a nós, seres humanos, tentar encontrar sentido em tudo o que nos acontece. Dessa forma, ficamos mais vulneráveis aos efeitos do vieses de confirmação e de retrospectiva que introduzi no final do tópico anterior.

Mercúrio Retrógrado no viés de confirmação
Foto: Reprodução

Enquanto o viés de confirmação explica a nossa tendência em aceitar informações e características que combinem com o que sabemos ou acreditamos, ignorando as demais; isto é, a nossa mente está disposta a enxergar apenas aquilo que faz sentido para as nossas crenças.

viés de retrospectiva, por sua vez, explica a tendência que o indivíduo tem de lembrar-se dos acertos e esquecer-se dos erros: isto é, é mais fácil se lembrar de uma previsão que se concretizou do que daquelas que deram errado. Você, por exemplo, se lembra daquela previsão de uma semana maravilhosa ou daquele aumento de salário que você iria ter e não teve? Talvez não porque não se concretizou e você, subconscientemente ou não, ignorou.

Mas não se preocupe, meu amigo, com os horrores que eu te digo

Quem entende de signos alega que eu sou um cara chato, arrogante, briguento, difícil de lidar e tudo de ruim; mas ignora os aspectos positivos que, provavelmente, eu deva ter. Dizem que o lado bom dos arianos, por exemplo, consiste no fato de serem pessoas honestas, leais e que odeiam violações a esses dois valores.

E de fato eu me considero assim, mas não porque sou ariano; e sim porque eu acho que as pessoas deveriam ser assim, não faltando com a verdade para com as outras pessoas, ainda mais quando as mentiras são capazes de causar danos (quase) irreparáveis aos indivíduos que são expostos a elas. E não falo isso com aquela ideia de fazer o bem para conseguir algum prêmio ou ganhar uma vaga no céu.

Yeah Science, Bitch | Mercúrio retrógrado
Foto: Reprodução/Know Your Meme

Para mim, ser honesto não é ser besta, como muitos pensam. Ser honesto, de acordo com os parâmetros para se viver bem em sociedade, é uma atitude inteligente; não se trata de se sentir especial por agir como a “alma mais honesta do mundo”. Todos nós temos o nosso lado ruim e oculto; é fato que eu também sei ser ruim, mas por que eu seria? Apenas para suprir os meus desejos de vingança?

A questão é que alguns adeptos da astrologia se parecem com alguns evangélicos lendo a Bíblia e seguindo apenas o que interessa a eles. Obviamente, não acredito em qualquer estereótipo atribuídos a mim, mas confesso ser difícil lidar com a ideia de que alguém, sem nunca ter trocado qualquer ideia comigo, define que sou de tal jeito porque sou do signo de Áries. O mais contraditório nisso tudo, na minha visão, é que essas pessoas são as mesmas que dizem não se rotular ou ficar dentro de caixinhas. What about agir da maneira que o seu signo diz que você é, bitch?

Mercúrio retrógrado está para o entendedor de Astrologia tal como o torcedor mais fiel está para o seu time

Uma coisa é certa: existindo ou não, sendo verdade ou mentira, se você se relaciona com alguém que leva tudo isso a sério e acredita em mapas astrais a ponto de justificar os seus erros e acertos, pode ter certeza que tais convenções irão funcionar; subconscientemente ou não, esses indivíduos agirão de tal maneira que todas as características e ações esperadas para tais características irão se concretizar.

Um exemplo prático: namorar uma leonina e ter dois ex-amigos (isso existe?) leoninos me fez penar com manipulações, com o caráter orgulhoso daqueles que eram incapazes de reconhecer que estavam errados em alguma coisa. O plano de fundo para determinados comportamentos era nada mais e nada menos que a astrologia. Quando eu ficava puto por tamanha manipulação, adivinha o que acontecia? Eu tinha o meu repúdio deslegitimado porque nasci em Abril sob o signo de um carneiro. Depois que entraram em minha vida, muita coisa virou um inferno porque, vez ou outra, sempre estavam metendo signos em tudo.

Ao vivo é muito pior (ou melhor, dependendo do ponto de vista)

O último ano, ao contrário do que muitos pensam, não me tornou pessimista com a vida. Muito pelo contrário, aprendendo que a vida se vive aqui e que não é preciso haver qualquer sentido para ela, ficou mais fácil abstrair a ideia de que viver é, sim, esses altos e baixos; e eles não têm nada a ver com fatores metafísicos, ou com a infinitude do Universo querendo nos testar.

Hoje, como nunca, me tornei alguém mais pé no chão do que eu já era. Me sinto bem melhor assumindo a responsabilidade pelos meus atos sem buscar culpados para justificá-los; e sem usar qualquer muleta como desculpa para me isentar de minhas obrigações e dos meus BOs. De acordo com o psiquiatra e psicoterapeuta suíço, Carl Jung, “até você se tornar um indivíduo consciente, o inconsciente irá dirigir sua vida e você vai chamá-lo de destino”.

Coloquei-me em minhas próprias mãos e recuperei a minha saúde: a primeira condição de sucesso em tal objetivo é que, no fundo, o homem goze de suas plenas faculdades mentais. Uma natureza intrinsicamente mórbida não se tornará, jamais, saudável. É sob essa luz que, agora, avalio o longo período de infortúnios que suportei: redescobri a vida e a mim mesmo. Provei todas as coisas boas e, mesmo as ninharias, consideradas banais por aqueles que gozam de uma vida mais confortável, tornaram-se mais prazerosas. Eu fiz a minha filosofia.

Friedrich Nietzsche em Ecce Homo (1908)
Páginas 12 e 13

Muito dessa visão não me impede de enxergar e usufruir as pequenas alegrias da vida, todavia. Nunca me considerei tão bem quanto agora, e olhe que as mudanças mais extraordinárias não aconteceram na minha vida externa, apenas internamente. Confesso que Nietzsche e o Estoicismo têm um pouco de culpa nisso. Enquanto um me fez quebrar toda a má consciência que certas doutrinas nos impõem quando queremos exercer nossas vontades, o outro me fez me prender às coisas sobre as quais eu tenho algum poder de mudança.

Depois de tudo isso, só quero deixar reforçar a ideia de que não sou contra a astrologia como uma maneira individual de se conectar com o universo, alienígenas, Nirvana ou qualquer coisa assim. Cada um faz o que quer, com quem quer e do jeito que quer. Para mim, astrologia é como uma religião qualquer: se você está feliz individualmente e não a utiliza como bode expiatório para as suas atitudes, ótimo. Por mais que eu não concorde e tenha várias ressalvas a fazer, respeito plenamente o seu direito de crer no que ou em quem quiser e me abstenho de opinar.

Todavia, se alguém me pedisse para indicar alguma coisa alguma coisa, seria o episódio do “Explicando”, da Netflix, que fala sobre a astrologia e aponta os estudos que explicam o porquê de os astros não interferirem no comportamento das pessoas. O episódio tem menos de trinta minutos e não utiliza jargões científicos e arrogantes para passar a mensagem e ajudar a esclarecer alguns pontos importantes sem comprar briga com adeptos do João Bidu, do Personare ou da Capricho.

É provável que os resultados das sensações religiosas, morais e estéticas pertençam apenas à superfície das coisas, enquanto o indivíduo gosta de acreditar que, por meio dessas sensações, ele está pelo menos em contato com a essência do mundo. A astrologia acredita que o céu estrelado gira em torno do destino de cada indivíduo; e o sujeito moral supõe que os anseios de seu coração devem constituir, também, a essência e o coração de todas as coisas.
A razão pela qual ele se ilude é que tais sensações produzem, nele, uma profunda felicidade e infelicidade; e, portanto, ele sente o mesmo orgulho com a astrologia.

Friederich Nietzsche
Human, All to Human
Capítulo 1.4

Foto: JavierPardina / Adobe Stock

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Sobre Gustavo Guedes, colunista do Por Dentro do RN

Gustavo Guedes escreve texto sobre o Universo Genial

Gustavo Guedes tem 29 anos, é jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Escreve quando quer, o que quer e do jeito que bem entende. Mas se interessa pela área musical, Astronomia, serpentes e tem uma simpatia por aviões; e tudo mais que o ajude a sair do tédio. É proibida a reprodução total ou parcial deste texto sem autorização do autor e sem a inserção dos créditos, de acordo com a Lei nº 9610/98.
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