Professor é preso em Extremoz por assédio sexual contra aluna e é solto no mesmo dia - Por dentro do RN
Professor é preso em Extremoz por assédio sexual contra aluna e é solto no mesmo dia

Professor é preso em Extremoz por assédio sexual contra aluna e é solto no mesmo dia

Um professor da rede estadual de ensino foi preso em flagrante após ser acusado de praticar assédio sexual contra uma estudante da Escola Estadual Professora Lígia Navarro, no município de Extremoz, na Grande Natal. O caso aconteceu na última sexta-feira, 3 de junho. O homem foi solto no mesmo dia após pagar fiança e voltou a dar aulas normalmente.

De acordo com a estudante, que é adolescente e teve a identidade preservada, o professor passou a mão nos seus seios durante uma atividade, em plena sala de aula. O caso foi visto por outros estudantes, que confirmaram a prática do assédio.

“Eu entrei, fui para a sala. Depois, ele entrou com a atividade. Era para a gente tirar foto. A gente tirava foto e copiava do celular. Quando eu fui tirar foto, ele falou que era melhor se fosse na mesa. A gente estava indo lá para ele colocar as folhas na mesa, para a gente tirar as fotos. Eu peguei, fui. Quando eu fui passar por ele, ele olhou para o lado para ver se eu estava chegando perto. Quando ele viu que eu cheguei perto, ele esticou o braço e encostou no meu peito. Pegou e falou: ‘maciozinho’”, disse a jovem em entrevista à TV Tropical.

Em nota, a Secretaria Estadual da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer informou que está “acompanhando o caso junto a direção da Escola Estadual Lígia Navarro. O conselho escolar da referida instituição foi acionado e, com o término da investigação pelas forças policiais, serão todas as medidas administrativas cabíveis para ocorrido. A SEEC reforça que a escola deve ser um espaço pleno para a aprendizagem e que ações que comprometam essa premissa não serão aceitas”.

O caso está sob investigação da Polícia Civil, que tem 30 dias para finalizar o inquérito sobre o assunto.

Assédio sexual é crime

Segundo o Artigo 216 do Código Penal, se configura como assédio sexual “constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício do emprego, cargo ou função”. A pena prevista é de detenção de um a dois anos.

Foto: Agência Brasil/Imagem Ilustrativa

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