Tag Coreia do Norte - Por dentro do RN

Coreia do Norte

Coreia do Norte expande capacidade militar e lança novo míssil balístico

Coreia do Norte expande capacidade militar e lança novo míssil balístico

A Coreia do Norte disparou míssil balístico em seu mar oriental e realizou o segundo lançamento em uma semana, informaram as Forças Armadas da Coreia do Sul e do Japão.

Os lançamentos deste mês seguem uma série de testes de armas em 2021, o que mostra como a Coreia do Norte continua a expandir a capacidade militar durante bloqueio pandêmico autoimposto e conversações nucleares estagnadas com os Estados Unidos. Os chefes do Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul disseram que a Coreia do Norte provavelmente disparou um único míssil balístico, de uma área interior para o seu mar oriental, e que as Forças Armadas sul-coreanas e norte-americanas analisam o lançamento.

Na última quarta-feira (5.jan.2022), a agência oficial norte-coreana KCNA informou que o país fez teste de míssil hipersônico, o primeiro desse tipo realizado este ano. O míssil transportava uma “ogiva hipersônica”, que “atingiu com precisão um alvo a 700 quilômetros de distância”. Foi a segunda vez que a Coreia do Norte faz o lançamento de míssil hipersônico, uma arma sofisticada que indica os avanços da indústria de defesa de Pyongyang.

Armas hipersônicas geralmente voam em direção a alvos em altitudes mais baixas do que os mísseis balísticos e podem atingir mais de cinco vezes a velocidade do som – cerca de 6,2 mil quilômetros por hora.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Agência Reuters

Siga o Por Dentro do RN também no Instagram e mantenha-se informado.

Coreia do Norte testa com sucesso míssil hipersônico; ONU pede diplomacia

Coreia do Norte testa com sucesso míssil hipersônico; ONU pede diplomacia

A Coreia do Norte fez teste de um míssil hipersônico, informou nessa quarta-feira (5.jan.2022) a agência oficial norte-coreana KCNA, o primeiro desse tipo realizado pelo país neste ano. O míssil transportava uma “ogiva hipersônica”, que “atingiu com precisão um alvo a 700 quilômetros (km) de distância”.

É a segunda vez que a Coreia do Norte faz o lançamento de míssil hipersônico, uma arma sofisticada que mostra os avanços da indústria de defesa de Pyongyang. O teste ocorre no momento em que a Coreia do Norte passa por grave escassez de alimentos e bloqueios devido ao SARS-CoV-2.

De acordo com militares sul-coreanos, Pyongyang disparou o que “se presume ser um míssil balístico” no Mar do Japão, a leste da península coreana, incidente que os serviços de informações sul-coreanos e norte-americanos “analisam cuidadosamente”.

Este é o segundo teste de míssil hipersônico, que pode demorar mais tempo para ser detectado do que os balísticos. O lançamento aconteceu depois de o líder norte-coreano, Kim Jong-un, ter prometido, em mensagem de ano-novo, reforçar as defesas de Pyongyang. As armas hipersônicas geralmente voam em direção a alvos em atitudes mais baixas do que os mísseis balísticos e podem atingir mais de cinco vezes a velocidade do som – cerca de 6,2 mil km por hora.

Reações

O governo japonês condenou o lançamento do míssil hipersônico no Mar do Japão (conhecido como Mar Oriental nas duas Coreias) pela Coreia do Norte e disse que vai reforçar ainda mais seus sistemas de monitoramento. “É extremamente lamentável que a Coreia do Norte tenha continuado a lançar mísseis desde o ano passado. O governo vai reforçar ainda mais a vigilância”, disse o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, em entrevista.

Os Estados Unidos também condenaram o lançamento do projétil não identificado e convocaram Pyongyang para negociações. “Esse disparo viola várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU e representa ameaça aos vizinhos da Coreia do Norte e à comunidade internacional”, disse um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano.

“Continuamos comprometidos com uma abordagem diplomática em relação à Coreia do Norte e pedimos que ela se comprometa com o diálogo”, acrescentou a mesma fonte.

O governo do presidente Joe Biden tem dito repetidamente que está aberto a negociações com a Coreia do Norte, mas Pyongyang rejeitou até agora as propostas de diálogo, acusando Washington de seguir políticas “hostis”.

ONU pede diplomacia

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, apelou à diplomacia após o lançamento do projétil, pedindo conversações entre Pyongyang e as partes envolvidas. “O envolvimento diplomático e as conversações continuam a ser o único caminho para uma paz sustentável e a desnuclearização completa e verificável da península coreana”, disse o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Direitos Reservados

Siga o Por Dentro do RN também no Instagram e mantenha-se informado.

Coreias assinam acordo de princípio com o intuito de acabar com a guerra entre os países

Coreias assinam “acordo de princípio” com o intuito de acabar com a guerra entre os países

Pyongyang, Seul, Pequim e Washington chegaram a um eventual “acordo de princípio” para declarar o fim da guerra entre as duas Coreias, quase 70 anos depois, informou o presidente sul-coreano, Moon Jae-in. Em Camberra, onde está numa visita de quatro dias, Moon afirmou estar convencido de que as quatro partes (Coreia do Norte, Coreia do Sul, China e Estados Unidos) concordaram com um “acordo de princípio” para uma declaração de paz.

Segundo o The Guardian, o presidente da Coreia do Sul admitiu que as negociações sobre a guerra 1950-53 estavam sendo impedidas por objeções norte-coreanas à atual “hostilidade dos EUA”. “Por esse motivo, não podemos nos sentar para negociar as declarações entre a Coreia do Sul, a Coreia do Norte e os Estados Unidos”, afirmou em entrevista coletiva.

“Esperamos que as conversações sejam iniciadas. Estamos fazendo todos os esforços para isso”, acrescentou. Para Moon, é “importante acabar com um armistício instável que existe há quase sete décadas”, e “uma declaração de paz pode melhorar as perspectivas de avanço do programa de armas nucleares de Pyongyang”.

Essa declaração “vai nos ajudar no início das negociações para a desnuclearização na Península Coreana”. Poucas horas depois das declarações de Moon Jae-in, o ministro sul-coreano da Unificação, Lee In-young, afirmou que o acordo “pode ser ponto de passagem para uma nova fase de paz” e exortou Pyongyang a aceitar a oferta de Seul.

“A Coreia do Norte tem mostrado, nos últimos tempos, uma forma mais aberta de diálogo”, disse Lee. Segundo o ministro sul-coreano da Unificação, “a Coreia do Norte lançou vários mísseis de curto alcance este ano, mas não fez a situação deteriorar-se severamente nem elevar as tensões a um alto nível”.

A guerra da Coreia terminou em julho de 1953 com um armistício, mas não com o tratado de paz, o que significa que o Norte e o Sul estão tecnicamente em guerra.

Moon, que fez do envolvimento com a Coreia do Norte uma característica-chave da sua administração, está pressionando por um acordo de paz antes de seu único mandato de cinco anos como presidente da Coreia do Sul terminar, na próxima primavera. Em Camberra, o presidente sul-coreano repetiu o pedido pelo fim das hostilidades, que já tinha feito em seu discurso na Assembleia Geral da ONU em setembro. À época, Kim Yo-jong, a influente irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, descreveu sua iniciativa como “uma interessante e boa ideia”.

As autoridades chinesas declararam apoio à proposta, enquanto Seul e Washington estão em fase final da elaboração do projeto da declaração.

A Coreia do Norte disse que não se vai juntar às declarações para colocar um ponto final no conflito, enquanto os EUA mantiverem a sua posição hostil, uma referência à presença de 28.500 militares norte-americanos na Coreia do Sul e aos exercícios militares anuais que Pyongyang considera ensaio para uma eventual invasão.

A opinião de Seul e de Washington está dividida sobre a assinatura de um um tratado de paz formal, enquanto a Coreia do Norte continuar a desenvolver armas nucleares e mísseis balísticos num desafio às sanções da ONU.

Os apoiadores de Moon concordam que a assinatura de um “acordo de princípio” normalizaria os laços com Pyongyang e encorajaria o regime a retomar as negociações nucleares. Para os críticos, isso recompensaria o comportamento provocador do regime de Kim Jong-un e poderia ameaçar a presença de militares norte-americanos no sul.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Jung Yeon-Je/Reuters

Siga o Por Dentro do RN também no Instagram e mantenha-se informado.

Morre Marília Mendonça após acidente aéreo; veja fotos CINCO deputados do RN votam pelo furo do teto de gastos Após rompimento de parceria com o Flow Podcast, hackers invadem iFood, trocam nome de restaurantes e dão apoio a Bolsonaro Azul mira compra da Latam Airlines e visa à criação de gigante sul-americana Homem se dá mal após tentar jogar drogas pela janela em Mossoró Adolescente de 16 anos é suspeito de matar os próprios irmãos, de 2 e 4 anos, no Rio de Janeiro Preço da gasolina sobe 47% em 2021 e já custa R$ 7,29 em Natal após novo reajuste Cidade faz ‘recall’ de vacinação após enfermeira da Cruz Vermelha injetar água e sal na população Mulher dá à luz dentro de elevador de condomínio na Grande Natal Operação Falsos Heróis: Polícia Federal deflagra 2ª fase de operação contra contrabando de cigarros; um policial foi preso e outro afastado Vulcão Cumbre Vieja em La Palma não dá sinais de abrandamento Cocaína no Ceará tem tudo, menos o princípio ativo da droga