CoronaVac em crianças e adolescentes

Rio Grande do Norte já tem estoque para iniciar a aplicação da CoronaVac em crianças

Rio Grande do Norte já tem estoque para iniciar a aplicação da CoronaVac em crianças

Distribuição ocorre após Anvisa aprovar utilização da CoronaVac em crianças; Sesap/RN distribuiu cerca de 110 mil doses para todo o Estado.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) iniciou nesta quinta-feira (27.jan.2022) a distribuição de doses da vacina contra covid-19 para o público infantil. Segundo a pasta, a ação visa dar continuidade à Campanha Estadual de Vacinação, e inclui a entrega do primeiro lote que será utilizado pelas unidades de saúde para aplicar a CoronaVac em crianças.

Ao todo, o Rio Grande do Norte recebeu 227.580 doses de imunizantes contra a covid-19, das quais 110 mil são da versão pediátrica da CoronaVac para o público de seis a onze anos e 29.880 são doses do imunizante da Pfizer para o público de cinco e onze anos anos de idade, além dos imunossuprimidos. A secretaria também fez o envio de 87.700 doses da Pfizer adulto.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Anvisa anuncia liberação da CoronaVac para crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos

Anvisa anuncia liberação da CoronaVac para crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (20.jan.2022) a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos – exceto em casos de menores imunossuprimidos (com baixa imunidade). A decisão foi tomada durante reunião extraordinária da diretoria colegiada.

Crianças e adolescentes com comorbidades também poderão receber a vacina, que será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. A vacina é a mesma utilizada atualmente na imunização de adultos, sem nenhum tipo de adaptação para uma versão pediátrica.

A decisão foi unânime. Ao todo, cinco diretores votaram a favor da liberação: Meiruze Sousa Freitas, Alex Machado Campos, Rômison Rodrigues Mota, Cristiane Rose Jourdan e o próprio diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres.

Por meio das redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou a aprovação do uso emergencial da CoronaVac para a faixa etária de 6 a 17 anos. “Todas as vacinas autorizadas pela Anvisa são consideradas para a PNO [Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19]. Aguardamos o inteiro da decisão e sua publicação no DOU”, disse, em sua conta no Twitter.

Butantan

Por meio de nota, o Instituto Butantan, fabricante da CoronaVac em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, informou que a autorização ocorreu após avaliação de pedido enviado à Anvisa no dia 15 de dezembro, embasado em estudos de segurança e resposta imunológica vindos de países como Chile, China, África do Sul, Tailândia e também do Brasil.

“A CoronaVac é cientificamente comprovada como a vacina mais segura e com menos efeitos adversos, além de ser a vacina mais utilizada em todo o mundo, com mais de 211 milhões de doses administradas no público infantil e juvenil (de 3 a 17 anos) somente na China”, destacou o comunicado. “O Instituto Butantan, que há 120 anos trabalha a serviço da vida, está preparado para fazer parte de mais esta batalha para derrotar o vírus da covid-19 no país”, concluiu a nota.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Crianças e Adolescentes

Anvisa nega autorização da CoronaVac para crianças e adolescentes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou a autorização para a aplicação da vacina contra a covid-19 CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. A rejeição ocorreu ontem (18). O pedido havia sido feito pelo Instituto Butantan, produtor da vacina no Brasil. Atualmente, apenas a vacina da Pfizer está aprovada para aplicação de adolescentes no Brasil.

Utilizada desde janeiro no Brasil, a CoronaVac foi o primeiro imunizante contra a Covid-19 aprovado para uso emergencial acima de 18 anos no país.

A decisão da Anvisa foi unânime, e considerou que o perfil de segurança da CoronaVac na população pediátrica não foi suficientemente demonstrado pelo Butantan nos dados enviados à Anvisa. De acordo com a agência, também há dificuldade de determinar a eficácia da vacina para crianças. A ausência de algumas informações sobre a proteção da CoronaVac em adultos, ainda não enviadas pelo Butantan, comprometeu a análise para crianças e adolescentes, destacou o órgão regulador federal.

Foto: Ilustração/Prefeitura de Fortaleza

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