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CoronaVac em crianças

Anvisa quer explicações ao Butantan sobre uso da CoronaVac em crianças

Anvisa quer explicações ao Butantan sobre uso da CoronaVac em crianças

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta terça-feira (11.jan.2022) que solicitou ao Instituto Butantan novos esclarecimentos para avaliar o pedido de uso da vacina contra a covid-19 CoronaVac em crianças. O Instituto Butantan entrou com a solicitação de autorização de uso em caráter emergencial do imunizante, fabricado em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, em pessoas com idades entre 5 e 11 anos ainda em dezembro.

A Anvisa vem mantendo reuniões para analisar esse requerimento. Ontem, o órgão recebeu do Instituto Butantan respostas a questionamentos feitos diante das informações apresentadas pela instituição de pesquisa paulista. Entre eles estavam pontos sobre um estudo sobre a aplicação da CoronaVac em crianças do Chile.

A Anvisa hoje enviou pedidos de esclarecimentos adicionais sobre o estudo que segundo o Butantan atestaria a efetividade do uso da CoronaVac em crianças. Uma nova reunião foi marcada para a próxima quinta-feira (13.jan.2022) para discutir os dados e eventuais compromissos no caso de aprovação da autorização.

Até o momento, apenas o imunizantes da Pfizer tem uso em crianças autorizado pela Anvisa.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Rodrigo Garrido/Reuters/Ilustração

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Crianças e Adolescentes

Anvisa nega autorização da CoronaVac para crianças e adolescentes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou a autorização para a aplicação da vacina contra a covid-19 CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. A rejeição ocorreu ontem (18). O pedido havia sido feito pelo Instituto Butantan, produtor da vacina no Brasil. Atualmente, apenas a vacina da Pfizer está aprovada para aplicação de adolescentes no Brasil.

Utilizada desde janeiro no Brasil, a CoronaVac foi o primeiro imunizante contra a Covid-19 aprovado para uso emergencial acima de 18 anos no país.

A decisão da Anvisa foi unânime, e considerou que o perfil de segurança da CoronaVac na população pediátrica não foi suficientemente demonstrado pelo Butantan nos dados enviados à Anvisa. De acordo com a agência, também há dificuldade de determinar a eficácia da vacina para crianças. A ausência de algumas informações sobre a proteção da CoronaVac em adultos, ainda não enviadas pelo Butantan, comprometeu a análise para crianças e adolescentes, destacou o órgão regulador federal.

Foto: Ilustração/Prefeitura de Fortaleza

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