Polícia identifica décima vítima da queda de paredão em Capitólio (MG); Carmen Pinheiro da Silva tinha 43 anos

Polícia identifica décima vítima da queda de paredão em Capitólio (MG); Carmem Pinheiro da Silva tinha 43 anos

Trata-se de Carmem Pinheiro da Silva, de 43 anos, que estava a bordo da lancha Jesus, uma das quatro diretamente atingidas pelo desmoronamento.

Peritos da Polícia Civil de Minas Gerais identificaram, na segunda-feira (10.jan.2022), a última das dez pessoas que morreram no desmoronamento de um bloco de pedras no Lago de Furnas, em Capitólio (MG), no último sábado (8.jan.2022). Assim como os outros nove mortas na tragédia, Carmem Pinheiro da Silva, de 43 anos, estava a bordo da lancha Jesus, uma das quatro diretamente atingidas pela queda do paredão de pedra que se desprendeu sobre os barcos dos turistas que visitavam o lago.

Mais cedo, a Polícia Civil já tinha divulgado os nomes de quatro vítimas identificadas nas últimas horas. São elas Rodrigo Alves dos Anjos, de 40 anos; Geovany Teixeira da Silva, de 38; Tiago Teixeira da Silva Nascimento, de 35; e Geovany Gabriel Oliveira da Silva, de 14 anos.

No domingo (9.jan.2022), os peritos confirmaram a morte de Júlio Borges Antunes, de 68; de Mykon Douglas de Osti, de 24; de Camila Silva Machado, de 18, e também a morte de Sebastião Teixeira da Silva, de 64; e de sua esposa, Marlene Augusta Teixeira da Silva, de 57.

As dez vítimas foram identificadas por reconhecimento das impressões digitais. Três delas foram reconhecidas com o auxílio de peritos da Polícia Federal (PF). Ao menos outras 24 pessoas que estavam a bordo de embarcações precisaram de socorro, e muitas delas foram levadas a unidades de saúde com fraturas e escoriações.

A Polícia Civil instaurou inquérito policial para investigar as responsabilidades. Além disso, a Marinha, responsável por fiscalizar a navegação nos cursos d´agua, também vai apurar as circunstâncias da tragédia.

Desde que as imagens do enorme bloco de pedra atingindo embarcações com turistas começaram a ser veiculadas, fotos e até mesmo mensagens antigas em que pessoas apontam a trinca no paredão de pedra e o risco iminente de queda foram recuperadas para questionar a falta de orientação sobre os riscos do local.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Divulgação/CBMMG

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