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OMS considera que Ômicron deve infectar mais da metade da Europa em no máximo 2 meses

OMS considera que Ômicron deve infectar mais da metade da Europa em no máximo 2 meses

Mais da metade da Europa deve ser infectada pela variante Ômicron do coronavírus nas próximas seis a oito semanas, ou dois meses, disse nesta terça-feira (11.jan.2022) o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o continente.

A Europa registrou mais de 7 milhões de novos casos de covid-19 na primeira semana de 2022, mais que o dobro do número notificado no período de duas semanas, disse o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, em entrevista. “Nesse ritmo, o Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde prevê que mais mais da metade da Europa será infectada com a nova cepa nas próximas seis a oito semanas”, afirmou Kluge.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/ Sputnik/Alexander Astafyev/Direitos reservados

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OMS alerta que mortalidade por covid-19 está crescendo na Europa

OMS alerta que mortalidade por covid-19 está crescendo na Europa

Relatório divulgado ontem (17.nov.2021) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estima em 5% o aumento da mortalidade por covid-19 na Europa, durante a última semana. Na América, os óbitos causados pelo novo coronavírus caíram 3%. No Pacífico Ocidental, região que inclui a China, a mortalidade por covid-19 caiu em 5%, ao passo que no Mediterrâneo Oriental a queda foi de 14%. Já no sul e no leste da Ásia, incluindo a Índia, os casos mortais de covid-19 aumentaram em 1%. A África viu os casos subirem 3%.

Os cálculos da OMS resultam das notificações que recebe dos diferentes países. Em nível mundial, na última semana houve 50 mil óbitos adicionais, número que estabilizou. Quanto às infecções, elas cresceram 8% na Europa e na América e caíram 33% na África.

No Velho Continente, a incidência de casos por 100 mil habitantes (230) foi maior do que em qualquer outra região. A América teve incidência de 74 infecções por 100 mil habitantes. No período analisado pela OMS, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido e Turquia apresentaram os maiores números de casos de infecção pelo novo coronavírus.

A covid-19, doença causada pelo SARS-CoV-2, identificado há quase dois anos em Wuhan, no centro da China, fez já mais de 5,1 milhões de mortos. O número de infecções em todo o planeta subiu, em 23 meses, a 252 milhões.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Denis Balibouse/Direitos Reservados

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Fiocruz alerta para nova onda de covid-19 na Europa e na Ásia

Fiocruz alerta para nova onda de covid-19 na Europa e na Ásia

A retomada de casos de covid-19 em alguns países da Europa e da Ásia, após um declínio expressivo da pandemia nos últimos meses, serve como alerta para a situação da doença no Brasil. Esses países vêm registrando aumento de casos e óbitos mesmo em locais em que a cobertura vacinal já se encontra em patamares elevados. A advertência foi divulgada nesta sexta-feira (12) pelos cientistas que elaboram o Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Diante deste novo cenário, o boletim coloca em pauta o debate sobre a necessidade de manutenção das medidas de distanciamento físico e de proteção individual no Brasil e ressalta a desaceleração do ritmo de vacinação de primeira dose contra a covid-19 no país”, destacou a Fiocruz.

A nova edição destaca ainda o alerta do diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) para Europa e Ásia, emitido no início deste mês de novembro, sobre o novo aumento do número de casos e óbitos por covid-19 registrados nesses continentes. Segundo a OMS, países da Europa e da Ásia Central estão vivendo o risco de recrudescimento da covid-19.

Na última semana de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os casos e 48% dos óbitos registrados no mundo inteiro. Com quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil novas mortes relatadas, a Europa e a Ásia Central viram um aumento de 6% e 12%, respectivamente, em comparação com a semana anterior.

Segundo a OMS, se for mantida esta tendência, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por covid-19 até 1º de fevereiro de 2022, e 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nas capacidades de resposta dos seus sistemas de saúde. Os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal.

Segundo os pesquisadores do Observatório Covid-19, embora os dados recentes no Brasil indiquem a manutenção da tendência geral de queda dos indicadores monitorados desde o início da covid-19, é importante destacar que a pandemia não acabou e que o risco de recrudescimento permanece com a proximidade da temporada de festas e de férias, com maior circulação e concentração de pessoas em diversos ambientes.

Com informações da Agência Brasil

Foto: LeoPatrizi/Getty Images

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