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Mossoró vacina quase 190 crianças no primeiro fim de semana de campanha de vacinação infantil contra a covid-19

Mossoró vacina quase 190 crianças no primeiro fim de semana de campanha de vacinação infantil contra a covid-19

No primeiro fim de semana da campanha de vacinação infantil contra a covid-19 de 5 a 11 anos com comorbidades ou deficiência, Mossoró aplicou 188 doses nesse público. O município da região Oeste do Rio Grande do Norte foi o primeiro do estado a iniciar oficialmente a campanha para essa faixa etária.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no sábado (15.jan.2022) foram vacinadas 139 crianças. Nesse domingo (16.jan.2022) a campanha Mossoró Vacina aplicou 49 doses pediátricas. A vacinação aconteceu em duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos bairros Alto de São Manoel e Santo Antônio.

Mossoró recebeu 1.710 doses da vacina pediátrica da Pfizer na sexta-feira (14.jan.2022). Segundo a orientação da Secretaria de Estado e Saúde Pública (Sesap), a aplicação da vacina teve início pelas crianças que possuem algum tipo de comorbidade (doenças crônicas como cardiopatias, pneumonia, imunossuprimidos, doenças renais, asma, doenças neurológicas, hepáticas, diabetes, obesidade, entre outras), ou deficiência física.

A partir desta segunda (17.jan.2022), a campanha de vacinação infantil contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos vai acontecer em 12 pontos, de acordo com o cronograma divulgado pela SMS de Mossoró.

Em relação a zona rural, o coordenador do programa municipal de imunização, Etevaldo Lima, informou que cada UBS deve fazer um levantamento do quantitativo de doses necessárias para vacinar o público específico, crianças com comorbidades e deficiências.

  • UBS Lucas Benjamim – bairro Abolição III – 7h às 11h e 13h às 17h;
  • UBS Conchita Ciarline – bairro Paredões – 7h às 17h
  • UBS Luiz Escolástico – bairro Santa Delmira – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Helênio Gurgel – bairro Pereiros – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Francisco Nazareno – bairro Bom Pastor – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS José Holanda – bairro Dom Jaime Câmara – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Antônio Camilo – bairro Ilha de Santa Luzia -7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Maria Soares – bairro Alto de São Manoel – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Mário Lúcio – bairro Rincão – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Chico Costa – bairro Santo Antônio – 7h às 11h e 13h às 17h
  • Centro Clínico Evangélico – Centro – 7h às 11h e 13h às 17h
  • Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) – Centro – das 8h às 13h.

Foto: Reprodução/Allan Phablo/PMM

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Ministério da Saúde afirma que vacina pediátrica da Pfizer será 'prontamente distribuída' aos estados

Ministério da Saúde afirma que vacina pediátrica da Pfizer será ‘prontamente distribuída’ aos estados

A previsão é de que o primeiro lote da vacina pediátrica da Pfizer chegue nesta quinta-feira (13.jan.2022) e já seja distribuída aos estados.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta terça-feira (11.jan.2022) que as vacinas conta a covid-19 voltadas ao público infantil serão “prontamente distribuídas aos estados”, assim que chegarem ao país. A previsão é de que o primeiro lote chegue nesta quinta-feira (13.jan.2022).

Ontem (10), o ministro anunciou que a empresa Pfizer antecipará a entrega de 600 mil, das 4,3 milhões de doses da vacina pediátrica contra a covid-19. Hoje, ao chegar no ministério, Queiroga disse que “a primeira remessa de doses da indústria farmacêutica chegará dia 13 e será prontamente distribuída aos estados, para que possam fazer a distribuição para os municípios”; e que a vacina pediátrica desenvolvida pela Pfizer estará disponível para “os pais que desejarem vacinar seus filhos”.

Segundo o ministro, “com a capacidade do nosso sistema de saúde, em breve vamos liderar o ranking desse tipo de vacinação, como estamos liderando a vacina de forma geral”.

Perguntado sobre a possibilidade de uso também da vacina CoronaVac para crianças e adolescentes com idade entre 3 e 17 anos, o ministro disse que isso depende da aprovação da vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência já está analisando o pedido feito pelo Instituto Butantan, que é fabricante da CoronaVac no Brasil. “Todas as vacinas aprovadas pela Anvisa podem ser consideradas para o plano de vacinação nacional contra a covid-19”, garantiu o ministro.

Queiroga reiterou a expectativa de que o impacto da variante Ômicron no sistema de saúde não seja relevante. “A expectativa é que não haja impacto em hospitalização e óbitos porque nossos grandes centros urbanos já estão vacinados”, disse o ministro da Saúde.

“Temos distribuído vacinas para estados. É fundamental que sejam aplicadas na população”, acrescentou ao lembrar que a aquisição de testes “não é responsabilidade apenas do ministério”, explicou o ministro.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Ministério da Saúde detalha vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos; prescrição médica está dispensada

Ministério da Saúde detalha vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos; prescrição médica está dispensada

O ministério da Saúde divulgou as regras para a vacinação das crianças de 5 a 11 anos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5.jan.2022). A pasta dispensou a obrigatoriedade de prescrição médica para a imunização dessa faixa etária. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 20,5 milhões de crianças entre 5 e 11 anos.

De acordo com ministério da Saúde, a vacinação se dará da seguinte maneira:

  • a vacinação será feita em ordem decrescente de idade (das crianças mais velhas para as mais novas), com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente;
  • a autorização por escrito só será necessária se não houver pai, mãe ou responsável presente no momento em que a criança for vacinada;
  • o Ministério da Saúde orienta que os pais “procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização” – mas não exigirá prescrição médica para aplicar a vacina;
  • a primeira e a segunda dose serão aplicadas com intervalo de oito semanas.

O responsável pela pasta, Marcelo Queiroga, afirmou que a vacina é segura e falou sobre a eficácia da vacina pediátrica da Pfizer. O imunizante é aplicado em dose menor que a dos adultos. Segundo Queiroga, a vacina já foi testada por agências internacionais.

“Isso foi testado através de ensaios clínicos e já logrou aprovação em agências sanitárias respeitáveis, a exemplo do FDA [agência dos Estados Unidos], da Agência Europeia de Medicamentos, e agora teve o aval da Anvisa. Portanto, a Anvisa atestou a segurança regulatória”, afirmou o ministro.

Foto: Reprodução/Sumaia Villela/Agência Brasil

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Fiocruz defende vacinação imediata de crianças contra a covid-19 e destaca análise rigorosa para autorizar aplicação

Fiocruz defende vacinação imediata de crianças contra a covid-19 e destaca análise rigorosa para autorizar aplicação

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou na última terça-feira (28.dez.2021) nota técnica em que defende a importância de vacinar crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19. A Fiocruz avaliou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou uma análise técnica rigorosa para autorizar a aplicação dos imunizantes em crianças dessa faixa etária e que a vacinação infantil já foi iniciada em outros países, sendo ferramenta fundamental no controle da pandemia.

“Ainda que em proporções de agravamento e óbitos inferiores aos visualizados em adultos, as crianças também adoecem por covid-19, são veículos de transmissão do vírus e podem desenvolver formas graves e até evoluírem para o óbito”, diz a Fiocruz, que acrescenta que eventos adversos pós vacinação têm se mostrado raros e menos frequentes que as complicações e óbitos causados pela covid-19.

Os pesquisadores da fundação elencam que a vacinação de crianças vai reduzir formas graves e óbitos pela covid-19 nessa faixa etária, além colaborar potencialmente na redução das transmissões e ser uma das mais importantes estratégias para o retorno e manutenção segura das atividades escolares presenciais. A Fiocruz argumenta que a vacinação de crianças é uma “alternativa robusta” para garantir a continuidade do ensino presencial, o que permite a identificação e cuidado de alunos com diferentes vulnerabilidades, muitas acentuadas pela pandemia.

“Rotinas de convivência mais ampla e social das crianças, o que inclui a escolarização, são fundamentais para o seu crescimento e desenvolvimento. Neste sentido, apoiar a estruturação de políticas que propiciem a vacinação de crianças, em momento oportuno, conforme autorização e recomendações das agências regulatórias, pode contribuir para a manutenção de escolas abertas no ano de 2022, com redução da transmissibilidade do vírus e evitando o surgimento e circulação de novas variantes. Este panorama será fundamental para a garantia de saúde e segurança de todos os que convivem nas escolas, bem como para a proteção de pais, avós e responsáveis”.

A vacinação de menores de 12 anos já teve início em diversos países do mundo, como nos Estados Unidos, onde 5 milhões de crianças na faixa etária já foram imunizadas com a vacina da Pfizer, a mesma autorizada pela Anvisa há cerca de duas semanas. União Europeia, China, Chile, Bolívia e Cuba também já iniciaram a imunização de crianças menores de 12 anos.

“Diante da transmissão e avanço atual da variante Ômicron, existe uma preocupação aumentada com seu maior poder de transmissão, especialmente, nos indivíduos não vacinados. Isso torna as crianças abaixo de 12 anos um grande alvo dessa e possivelmente outras variantes de preocupação”, reforça a Fiocruz.

Óbitos

A nota técnica informa que, de janeiro a 4 de dezembro de 2021, 19,9 mil pacientes com menos de 19 anos foram hospitalizados com casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causada pela covid-19. Desses, 5.126 casos eram de crianças com menos de um ano; 5.378 casos, de 1 a 5 anos, e 9.396 casos, de 6 a 19 anos. Ao todo, foram notificados 1.422 óbitos por SRAG confirmados por covid-19 nessa faixa etária em 2021, sendo 418 em menores de 1 ano; 208, de 1 a 5 anos; e 796, de 6 a 19 anos.

Além da SRAG, outra complicação da covid-19 em crianças e adolescentes é a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, quadro que gera inflamações em diferentes partes do corpo, incluindo coração, pulmões, rins, cérebro, pele, olhos ou órgãos gastrointestinais. Desde o início da pandemia, foram registrados 1.412 casos desse tipo no Brasil, causando 85 óbitos.

Aprovação

O Ministério da Saúde prevê para janeiro o início da vacinação de crianças de 5 a 11 anos. Em nota divulgada na quarta-feira (27.dez.2021), a pasta informa que a posição favorável à vacinação poderá ser formalizada no dia 5 de janeiro, após o fim do prazo da consulta pública aberta para tratar da questão.

A imunização de crianças de 5 a 11 anos com a vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada pela Anvisa no último dia 16, e foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro. Em live em redes sociais, no dia da aprovação, o presidente disse que pediu extraoficialmente o “nome das pessoas que aprovaram a vacina para crianças a partir de 5 anos”, para que fossem divulgados. A agência reguladora rebateu os questionamentos e disse que seu trabalho é “isento de pressões internas e avesso a pressões externas”.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Paul Hennessy / SOPA Images/Sipa USA

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O Ministério da Saúde negocia a compra de 40 milhões de doses da vacina contra covid-19 para imunizar crianças de 5 a 11 anos

Ministério da Saúde negocia 40 milhões de vacinas da Pfizer para imunizar crianças de 5 a 11 anos

O Ministério da Saúde negocia a compra de 40 milhões de doses da vacina contra covid-19 para imunizar crianças de 5 a 11 anos no Brasil. As conversas com a farmacêutica estão em estágio avançado, e ocorrem antes mesmo da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso da vacina na faixa etária. Contudo, os imunizantes só serão entregues com o aval do órgão.

Na sexta-feira (12.nov.2021), a Pfizer protocolou na Anvisa o pedido para o uso da vacina em crianças de 5 a 11 anos. A autorização já foi concedida nos Estados Unidos. Agora, a agência tem prazo de um mês para analisar o pedido.

Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

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