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Armazém Pará fecha última loja física nesta quinta-feira

Uma das marcas mais tradicionais do comércio natalense e referência quando se buscava material de construção, o Armazém Pará anunciou o fechamento de sua última loja física a partir desta quinta-feira, 22. A data marcará o fim das atividades de sua loja na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Capim Macio.

O fechamento das lojas do Armazém Pará faz parte do plano de recuperação judicial do grupo empresarial que comanda a marca, diz comunicado ao mercado publicado hoje, 21, nas redes sociais do Home Center. Segundo o comunicado, a decisão do fechamento das lojas “foi tomada de forma estratégica e dentro do processo de reestruturação e redimensionamento da operação do Grupo Armazém Pará”.

Ainda de acordo com o Home Center, o fechamento das lojas físicas não significa que as atividades da marca serão encerradas. “O Armazém Pará continuará com o atendimento aos seus clientes por meio de novos canais de vendas, como o E-commerce e vendedores focados no mercado de clientes corporativos”, diz o comunicado ao mercado.

Confira, na íntegra, o comunicado publicado pela empresa em suas redes sociais:

COMUNICADO

Comunicamos ao mercado que, a partir do dia 22/07/2021, o Armazém Pará encerrará suas atividades na loja da Avenida Engenheiro Roberto Freire, bairro de Capim Macio. Tal decisão foi tomada de forma estratégica e dentro do processo de reestruturação e redimensionamento da operação do Grupo Armazém Pará, seguindo as diretrizes do seu plano de recuperação apresentado em seu processo de recuperação judicial.

O Armazém Pará continuará com o atendimento aos seus clientes por meio de novos canais de vendas, como o E-commerce e vendedores focados no mercado de clientes corporativos. Permanecemos abertos ao mercado para a realização de novos negócios, inclusive para firmar parcerias com empresas do ramo de tecnologia para o desenvolvimento de canais de venda fora do ambiente físico de lojas e também para a cessão da marca para novos projetos.

As atividades de exploração dos seus ativos imobiliários, que também fazem parte do objeto social da empresa, estão em expansão, buscando, assim, contribuir para a recuperação da economia e satisfação dos seus credores.

Natal/RN, 22 de julho de 2021.

Foto: Reprodução/Armazém Pará

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Vereadores de Natal aprovam proposta para redução de tributos

O plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou em regime de urgência, durante sessão ordinária nesta terça-feira (15), o substitutivo da vereadora Nina Souza (PDT) e do vereador Felipe Alves (PDT) para o projeto de lei complementar sobre regime especial de tributação (PL 12/2019, do Executivo), que concede remissão de créditos tributários lançados em desfavor de profissionais autônomos de nível médio.

A iniciativa partiu da Prefeitura em 2019 e foi debatida com diversas categorias profissionais e os órgãos públicos envolvidos na questão, a fim de chegar à melhor redação, que aborda a tributação trazendo valores fixos, sendo mais uma opção de tributos.

“Para melhorar a proposta e chegarmos a este substitutivo, estabelecemos um diálogo produtivo com o Executivo e avançamos na redução dos valores cobrados em aproximadamente 50%. Ao mesmo tempo, a matéria também oferece a possibilidade de um Refis através da Prefeitura, zerando juros e multas. Diante da pandemia do novo coronavírus, que atingiu diversos empreendedores e pequenos contribuintes, acredito que a medida chega em boa hora”, comemorou o vereador Felipe Alves.

Na sequência, a vereadora Nina Souza ressaltou a importância da proposição. “Estamos felizes com o parecer favorável que o Legislativo deu ao projeto porque sabemos que com a crise sanitária que o país e o mundo enfrentam, muitos profissionais autônomos de nível médio estão impossibilitados de pagar seus tributos. Então, a gente vinha solicitando ao governo que encaminhasse a oportunidade de um Refis. Realizamos audiências públicas e ampliamos o debate para hoje podermos oferecer uma grande contribuição a nossa cidade, com até 100% de isenção de juros nos impostos”.

Foto: Elpídio Júnior

Premiê britânico adia relaxamento de lockdown em um mês

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, adiou em um mês os planos de suspender as restrições do lockdown por causa da pandemia de covid-19. Ele alertou que a variante Delta, mais infecciosa, poderia matar mais milhares de pessoas se ele não fizesse nada.

No estágio final de um plano delineado em fevereiro, Johnson esperava descartar a maioria das restrições no dia 21 de junho, quando pubs, restaurantes, clubes noturnos e outros estabelecimentos poderiam reabrir totalmente.

A medida muito aguardada foi adiada para 19 de julho.

“Acho que é sensato esperar um pouquinho mais”, disse Johnson em entrevista coletiva. “No pé em que as coisas estão e com base no que consigo ver neste momento, tenho fé de que não precisaremos mais do que quatro semanas.”

O tempo adicional será usado para acelerar o programa de vacinação britânico – um dos mais adiantados do mundo – encurtando de 12 para oito semanas o tempo recomendado entre doses para pessoas de mais de 40 anos.

A situação será revista em 28 de junho, o que pode permitir que a reabertura seja adiantada, mas o porta-voz de Johnson disse que isso é considerado improvável.

Nas últimas semanas, houve um crescimento significativo de novos casos provocados pela Delta, variante descoberta inicialmente na Índia. As autoridades de saúde acreditam que essa variante é 60% mais transmissível do que a linhagem antes predominante, e cientistas alertam que ela pode desencadear uma terceira leva de infecções.

Nessa segunda-feira (14), o Reino Unido registrou 7.742 casos novos e três mortes pela doença

Com reportagem adicional de Sarah Young e David Milliken
Da Agência Brasil
Foto: Reuters/Direitos Reservados

Restaurantes vão à Justiça contra estados e municípios para pedir indenização por fechamentos

Um dos setores mais abalados na pandemia, os restaurantes decidiram entrar na Justiça para pedir indenização pelas perdas sofridas com as restrições de funcionamento. A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) acaba de ingressar com ações civis públicas em 26 estados, Distrito Federal e nos 275 municípios onde seus associados estão presentes para pedir reparação dos governos e prefeituras, segundo Paulo Solmucci, presidente da entidade.

Solmucci afirma que não está apontando uma ou outra medida específica tomada pelas autoridades locais para reduzir a circulação de pessoas. Ele diz que o foco do questionamento judicial é a consequência. “O Estado impôs uma regra, o fechamento, e essa imposição trouxe perdas. Então, ele é responsável”, diz. A iniciativa é um passo adiante em relação ao posicionamento que o setor vinha adotando até agora com pedidos de medidas de apoio aos governos, como flexibilização trabalhista e crédito. Segundo Solmucci, tem ainda uma outra discussão a ser feita, que é o questionamento de impostos cobrados durante o período em que os estabelecimentos ficaram fechados.

Folhapress
Foto: Marcelo dos Santos/Fotos Públicas/Ilustração

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