Outubro Rosa: Grupo Bonitas, de apoio a mulheres com câncer, tem loja em shopping de Natal para venda de camisetas

Outubro Rosa: Grupo Bonitas, de apoio a mulheres com câncer, tem loja em shopping de Natal para venda de camisetas

Foi em abril deste ano que Maria Ribeiro descobriu que estava com câncer de mama e conheceu o Grupo Bonitas, onde encontrou um apoio necessário para enfrentar esse desafio com mais força e ânimo. Com histórico familiar da doença, a professora de 45 anos já estava atenta ao fator de risco e conseguiu iniciar o tratamento com um diagnóstico precoce e boas chances de cura.

Agora, após a cirurgia de mama no mês de julho, ela já faz parte da turma que acolhe novas integrantes e convida a população a conhecer o trabalho realizado pelo coletivo na loja que está temporariamente no Natal Shopping, pelo terceiro ano consecutivo.

Por todo o mês de outubro, no piso L2, ao lado da Piticas, camisetas com o símbolo da luta contra o câncer de mama são vendidas para levantar fundos visando financiar as ações do grupo. Além da venda de camisetas, a loja também é ponto de arrecadação de lenços que serão doados às pacientes oncológicas da Liga Contra o Câncer.

“É sempre uma honra para o Natal Shopping ceder espaço para uma iniciativa tão bonita, que é lugar de histórias de força e superação e, ao mesmo tempo, nos lembra a importância dos cuidados preventivos para termos melhores chances em caso de um diagnóstico da doença”, reforça Diana Petta, gerente de marketing do empreendimento.

Maria conta que, desde o início, se sentiu muito bem-vinda no Grupo Bonitas. “Nós nos falamos todos os dias, sempre com suporte e um incentivo à nossa autoestima, e é isso que todas precisamos: não de um olhar de pena, mas de acolhimento e um gesto de solidariedade”, diz.

Criada em 2015 pela bacharel em Direito Adilza Holanda, a organização realiza ações para minimizar as angústias, incentivar uma melhoria na autoestima e proporcionar oportunidade para as pacientes oncológicas compartilharem experiências durante o tratamento da doença.

“Eu estava acompanhando a minha cunhada na sala de quimioterapia e percebi que as meninas em tratamento tinham em comum a queda na autoestima e muitas dúvidas entre si, então sugeri que elas fizessem um grupo no WhatsApp para fazer essa troca. Desse dia até hoje, já somos 120 participantes com essa união em prol de cuidar do amor-próprio e do espírito umas das outras”, relembra Adilza.

Foto: Divulgação

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