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Ômicron em Natal

Primeira semana de janeiro já tem o maior número de casos de covid-19 desde julho de 2021 no RN

Primeira semana de janeiro já tem o maior número de casos de covid-19 desde julho de 2021 no RN

Maior número de casos de covid-19 no Rio Grande do Norte em 2022 se dá pelo avanço da variante Ômicron no estado.

O ano de 2022 iniciou com um aumento no número de casos de covid-19 no Rio Grande do Norte. Na primeira semana do ano, o estado registrou a maior média semanal de novos casos de Covid-19 desde o mês de julho de 2021.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), foram registrados 2.732 casos na primeira semana do ano, o que representa um aumento de 107% na comparação com a ultima semana de dezembro, quando houve 1.314 notificações em sete dias.

Segundo a Sesap/RN, os dados do início de janeiro representam o maior número de infectados desde julho, quando, em uma semana, 4.453 pessoas foram diagnosticadas com a covid-19 no estado. A pasta considera que os números demonstram um alerta, e especialistas relacionam o aumento à presença da variante Ômicron e às festas de final de ano. A recomendação é a cobrança de testes em eventos sociais.

Apesar do aumento de casos, o número não tem refletido no crescimento da ocupação de leitos de UTI. Até o início da tarde desta terça-feira (11.jan.2022), o percentual de ocupação dos leitos de críticos contra covid-19 era de 13,57%, de acordo com dados do Regula RN, plataforma de regulação de leitos hospitalares na rede pública do Rio Grande do Norte.

A Sesap/RN considera que o não aumento de internações tem relação com o avanço da vacinação no estado, mas não retira a necessidade de cuidados, principalmente com a população idosa e com comorbidades. Atualmente, 5.627.634 doses de vacinas foram aplicadas no estado.

Foto: World Bank Photo/Ilustração

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Mesmo com o avanço da Ômicron e dos casos de gripe, prefeitura quer viabilizar Carnaval em Natal

Mesmo com o avanço da Ômicron e dos casos de gripe, prefeitura quer viabilizar Carnaval em Natal

Menos de um mês. Esse é o tempo necessário para que a Secretaria de Cultura e Fundação Capitania das Artes (Funcarte) viabilize o Carnaval em Natal, caso seja dado o sinal verde para a realização da festa na capital potiguar. A informação foi do secretário Dácio Galvão, na manhã desta segunda-feira (10.jan.2022).

Em entrevista publicada na Tribuna do Norte do domingo (9.jan.2022), o prefeito Álvaro Dias falou, entre outros assuntos, sobre a realização do Carnaval em Natal. O gestor disse que está analisando a possibilidade de cancelar ou não o Carnaval, assim como ocorreu em outras cidades. “Nós ainda não tomamos essa decisão, mas vamos reunir o Comitê Científico para discutir essa questão e existe uma possibilidade real e concreta de que também possamos vir a cancelar pelo menos o Carnaval de rua na nossa cidade”, disse o prefeito.

Em entrevista à 96 FM na manhã desta segunda, Dácio Galvão disse que, mesmo sem a confirmação de realização da festa pública devido aos casos de covid e influenza, a equipe da Secretaria de Cultura e Funcarte trabalha desde dezembro “com os instrumentos jurídicos e administrativos que o Carnaval em Natal requer”. Segundo ele, as minutas de editais, relação com os movimentos e blocos de rua e também com as escolas de samba, além dos projetos que estão envolvidos com a Lei Djalma Maranhão, estão adiantados.

“Esse dever de casa vem sendo feito, dialogado, e estamos em um retaguarda esperando a sinalização para cairmos em campo para realizar o que for definido pelo Poder Público”, disse Dácio Galvão, afirmando ainda que não há orçamento destinado à festa, mas que pode ser viabilizado através de iniciativa do prefeito.

Questionado sobre o prazo para ter tempo suficiente para organizar a festa, Dácio Galvão disse que se tiver a confirmação em fevereiro é possível realizar a festa, que está prevista para começar no dia 26 de fevereiro. “Não tem problema (se a confirmação ocorrer no início de fevereiro). A gente tem condição de fazer o Carnaval”, garantiu.

Por outro lado, o secretário também acredita que a tendência é que não ocorra a festa de rua, apesar do impacto econômico na cidade. “Acho que há uma tendência em ter o cancelamento. É uma tendência que todas as cidades têm feito. Na hora que não é realizado, há uma privatização das festas. As festas populares ficam limitados. Artistas, cadeia produtiva, são afetados. Isso gera um desaquecimento econômico vital. Esses aspectos são fundamentais, mas o que vai decidir é a questão sanitária. Quem vai decidir é o comitê científico”, explicou Galvão.

Com informações da Tribuna do Norte

Foto: Reprodução

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De acordo com a Sesap, Natal tem os dois primeiros casos confirmados da variante Ômicron no RN

De acordo com a Sesap, Natal tem os dois primeiros casos confirmados da variante Ômicron no RN

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) , dois pacientes moradores de Natal testaram positivo para a variante Ômicron no RN.

Foram identificados e confirmados os dois primeiros casos da variante Ômicron no RN. A informação foi divulgada, em nota, pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que ressaltou se tratarem das duas primeiras amostradas positivas da variante em território potiguar.

Ainda segundo a Sesap, tratam-se de dois pacientes do sexo masculino, residentes do município de Natal, que já se encontram bem. As coletas foram realizadas em dezembro, juntamente a mais 19 amostras que foram identificadas como variante Delta. O sequenciamento de todas foi feito pela Fiocruz, a partir de material encaminhado pelo Laboratório Central Dr. Almino Fernandes (Lacen).

Diante dessas informações, a Sesap reforça a necessidade da manutenção das medidas sanitárias, pois os estudos apontam esta variante conta com um alto potencial de transmissão. As equipes de vigilância epidemiológica da Sesap seguem trabalhando no rastreio dos casos e no monitoramento do cenário em todo o Rio Grande do Norte.

Seguem importantes medidas sanitárias não farmacológicas como o uso de máscara e higiene permanente das mãos, além de procurar a vacinação contra a covid-19 e completar o esquema de imunização.

Foto: Reprodução/NIAID

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