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Ministério da Saúde confirma 19 casos da variante Ômicron no Brasil e investiga mais sete

Ministério da Saúde confirma 19 casos da variante Ômicron no Brasil e investiga mais sete

O total de casos confirmados da variante Ômicron no Brasil chega a 19, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (15.dez.2021) pelo Ministério da Saúde.

As infecções pela variante Ômicron no Brasil foram registradas em São Paulo (13), no Distrito Federal (2), no Rio Grande do Sul (2) e em Goiás (2). Há ainda, segundo a pasta, sete casos em investigação em Goiás (2) e Minas Gerais (5).

Sem precedentes

Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a variante foi detectada em 77 países e se espalha em um ritmo sem precedentes.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reprodução/NIAID

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Para OMS, vacinação obrigatória deve ser último recurso

Para OMS, vacinação obrigatória deve ser último recurso

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa lançou nesta terça-feira (7.dez.2021) um apelo para que vacinação obrigatória seja adotada apenas como último recurso. Hans Kluge disse que primeiro é importante sensibilizar a população para a importância de receber a vacina. Só depois de esgotadas todas as alternativas, será aceitável forçar a vacina aos europeus, acrescentou.

“A vacinação obrigatória é um último recurso absoluto e aplicável apenas quando todas as opções viáveis para melhorar as taxas de vacinação tiverem sido esgotadas”, afirmou. Quanto à variante Ômicron, Kluge informou que, até ontem, havia 432 casos confirmados da nova variante em território europeu, incluindo 21 países.

Crianças

Em entrevista coletiva online, o diretor da OMS pediu, diante da evolução da pandemia de covid-19, melhor proteção das crianças de 5 a 14, atualmente a faixa etária mais afetada. Ele fez ainda um apelo para “estabilizar” a crise pandêmica, defendendo a necessidade de promover a vacinação e aplicar medidas como o uso de máscaras, a ventilação de espaços fechados e a testagem. Manifestou-se “cauteloso” e “preocupado” com a variante Ômicron.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/ Sputnik/Alexander Astafyev/Direitos reservados

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Segundo a OMS, variante Ômicron é bastante infecciosa, mas as pessoas não devem entrar em pânico

Segundo a OMS, variante Ômicron é “bastante infecciosa”, mas as pessoas não devem entrar em pânico

De acordo com a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, a nova variante coronavírus, denominada de Ômicron pelo órgão, é muito transmissível, mas que as pessoas não devem entrar em pânico. A afirmação foi dada na conferência Reuters Next, nesta sexta-feira (3.dez.2021).

Segundo ela, a resposta certa a ser dada é estar preparado e ser cauteloso e não entrar em pânico diante da Ômicron. “Até que ponto devemos ficar preocupados? Precisamos estar preparados e cautelosos, não entrar em pânico, porque estamos em uma situação diferente de um ano atrás”, disse Swaminathan.

Ainda de acordo com a cientista, atualmente o mundo está muito mais bem preparado graças ao desenvolvimento das vacinas desde o início da pandemia.

Foto: Ascom/Semop/Ilustração

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OMS alerta que mortalidade por covid-19 está crescendo na Europa

OMS alerta que mortalidade por covid-19 está crescendo na Europa

Relatório divulgado ontem (17.nov.2021) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estima em 5% o aumento da mortalidade por covid-19 na Europa, durante a última semana. Na América, os óbitos causados pelo novo coronavírus caíram 3%. No Pacífico Ocidental, região que inclui a China, a mortalidade por covid-19 caiu em 5%, ao passo que no Mediterrâneo Oriental a queda foi de 14%. Já no sul e no leste da Ásia, incluindo a Índia, os casos mortais de covid-19 aumentaram em 1%. A África viu os casos subirem 3%.

Os cálculos da OMS resultam das notificações que recebe dos diferentes países. Em nível mundial, na última semana houve 50 mil óbitos adicionais, número que estabilizou. Quanto às infecções, elas cresceram 8% na Europa e na América e caíram 33% na África.

No Velho Continente, a incidência de casos por 100 mil habitantes (230) foi maior do que em qualquer outra região. A América teve incidência de 74 infecções por 100 mil habitantes. No período analisado pela OMS, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido e Turquia apresentaram os maiores números de casos de infecção pelo novo coronavírus.

A covid-19, doença causada pelo SARS-CoV-2, identificado há quase dois anos em Wuhan, no centro da China, fez já mais de 5,1 milhões de mortos. O número de infecções em todo o planeta subiu, em 23 meses, a 252 milhões.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Denis Balibouse/Direitos Reservados

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Nova onda de covid-19 na Europa preocupa Organização Mundial da Saúde (OMS)

Nova onda de covid-19 na Europa preocupa Organização Mundial da Saúde (OMS)

Organização Mundial da saúde alerta que o inverno é a estação mais propícia para a difusão de uma nova onda do novo coronavírus no continente.

O diretor executivo do Programa de Emergências de Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou que a batalha da Europa contra o novo coronavírus é uma “chamada de alerta” para o resto do mundo.

“É muito importante refletir sobre o exemplo da Europa, que representou mais da metade dos casos globais na semana passada, mas essa tendência pode mudar”, disse Ryan. “Basta olhar para a curva epidemiológica da montanha-russa para saber que, quando se desce a montanha, geralmente se está prestes a subir outra”, acrescentou.

No início deste mês, o mundo ultrapassou 5 milhões de mortes desde o inicio da pandemia, marca que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, chamou de “novo limiar doloroso”.

A circulação do vírus não cessou, e o aumento registrado de novas infeções dentro do território europeu demonstra a tendência: há uma nova onda de covid-19 se propagando. Com a aproximação do inverno, estação propícia à disseminação do SARS-CoV-2, a vigilância dos novos casos está na agenda dos governos europeus. Vários países estão se preparando para retomar as medidas restritivas aplicadas antes do verão.

França

A Europa voltou a ser “o epicentro da circulação do vírus”, disse o porta-voz do governo francês, Gabriel Attal. O presidente Emmanuel Macron determinou que seja dada a dose de reforço da vacina aos franceses, de acordo com a imprensa local. Desde outubro, o país assinala um aumento das infecções, com taxa de incidência de 62 casos por 100 mil habitantes, acima do limite de alerta.

O Parlamento aprovou definitivamente, na sexta-feira, a prorrogação do passe sanitário até 31 de julho. O prolongamento da validade do passe de saúde dependerá da campanha de vacinação de reforço

Alemanha

A Alemanha é outro país europeu a registrar um aumento de novos casos da doença. Em um esforço para conter a transmissão, o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, anunciou que todos os cidadãos no país serão elegíveis para a dose de reforço da vacina, logo que se passem seis meses da segunda dose.

“A quarta onda da covid-19 no país está agora em pleno vigor”, afirmou Spahn em entrevista. Na segunda-feira (8.nov.2021), a taxa de infecção diária de covid-19 na Alemanha subiu para 201,1 casos por 100 mil pessoas, a maior desde o início da pandemia.

Leste Europeu

A nova onda na Alemanha reflete um aumento de casos da variante Delta em toda a Europa, com a situação especialmente preocupante no leste do continente, onde a cobertura de vacinação é mais baixa. A Romênia e a Bulgária vacinaram totalmente apenas 40% e 27% dos adultos, respectivamente. As novas infeções também atingem níveis recordes na Rússia, Ucrânia e Grécia.

Áustria

Na Áustria, foi anunciado na última sexta-feira 5) que as pessoas que não foram vacinadas contra a covid-19 serão impedidas de entrar em cafés, restaurantes e cabeleireiros. Qualquer evento com mais de 25 pessoas, a partir do final da próxima semana, passa a ser ilegal. É a resposta das autoridades ao aumento de novas infecções para o nível mais alto em 2021.

Dinamarca

A Dinamarca propôs restaurar o uso do “passe corona” digital. O documento deverá ser apresentado pelos dinamarqueses para entrar em bares e restaurantes. A medida está sendo retomada para conter a terceira fase da pandemia de covid-19 que atinge o país. O número de infecções diárias aumentou de forma constante para 2.300 nos últimos dias, depois de, em setembro, registrar apenas cerca de 200 casos.

A Islândia também reintroduziu máscaras e regras de distanciamento social após o aumento de casos.

Reino Unido

Desde o final do verão que o Reino Unido tem resistido à implementação de medidas como uso de máscaras ou passes de vacinas, que se tornaram a tendência em toda a Europa, apesar do grande aumento de infecções por covid-19 no país.

O Reino Unido registrou mais 57 mortes em 28 dias e outros 32.322 novos casos de covid-19 , de acordo com os dados mais recentes do governo. Os dados representam queda nas infecções de 16,6% na semana passada, enquanto as mortes aumentaram 8,2%.

O Reino Unido está “muito longe” de pensar num confinamento de inverno, disse um assessor do governo de Boris Johnson. Ele alertou, no entanto, que é vital que qualquer pessoa elegível receba sua vacina de reforço.

Com informações da Agência Brasil

Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Foto: Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil

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Covid pode ter matado entre 80 e 180 mil profissionais de saúde em todo o mundo, afirma OMS

Covid pode ter matado entre 80 e 180 mil profissionais de saúde em todo o mundo, afirma OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que entre 80 mil e 180 mil profissionais de saúde podem ter morrido de Covid-19 desde o início da pandemia, em todo o mundo. O diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, defende que os profissionais de saúde devem ter prioridade na imunização e cita críticas ao processo desigual de acesso às vacinas.

O mais recente relatório da OMS estima que dos 135 milhões de profissionais de saúde no mundo, entre 80 mil e 180 mil podem ter morrido de Covid-19 no período entre janeiro de 2020 e maio de 2021. “Dados de 119 países sugerem que, em média, dois em cada cinco profissionais de saúde e cuidadores em todo o mundo estão totalmente vacinados. Mas é claro que essa média mascara as enormes diferenças entre regiões e grupos econômicos”, declarou Tedros Adhanom.

Segundo o diretor-geral da OMS, na África menos de um em cada dez profissionais de saúde foi totalmente vacinado. Diferentemente, na maioria dos países com economias fortes, mais de 80% dos profissionais de saúde estão totalmente vacinados. “Apelamos a todos os países para garantir que todos os profissionais de saúde e cuidadores tenham prioridade na vacinação contra a Covid-19, juntamente com outros grupos de risco”, afirmou o diretor.

Desde que as primeiras vacinas foram aprovadas pela OMS, há mais de dez meses, milhões de profissionais de saúde ainda não foram vacinados. A “denúncia” surge, dirigida aos países e empresas que controlam o fornecimento global de doses, acrescentou. Annette Kennedy, presidente do Conselho Internacional de Enfermeiros, lamenta as muitas mortes que ocorreram desnecessariamente. “Poderíamos ter salvado muitas vidas”, disse.]

“É uma acusação chocante dos governos. É uma acusação chocante da falta de proteger os profissionais que pagaram o último sacrifício com as suas vidas”, destacou Annete. “Eles agora estão exaustos, devastados, física e mentalmente. E há uma previsão de que 10% desses profissionais partirão em pouco tempo”, acrescentou a presidente da organização internacional de enfermeiros.

A OMS quer que cada país vacine pelo menos 40% da população até o fim deste ano. Mas o fornecimento insuficiente de vacinas poderá impedir o cumprimento da meta. Tedros Adhanom disse ainda que 82 países estão em risco de não atingir esse índice.

Com informações da Agência Brasil


Foto: Bruno Cecim/Ag.Pará

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OMS defende vacinação contra malária para crianças africanas

OMS defende vacinação contra malária para crianças africanas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta quarta-feira (6) que a única vacina contra malária aprovada deveria ser disponibilizada amplamente para crianças africanas, o que pode sinalizar um grande avanço contra uma doença que mata centenas de milhares de pessoas todos os anos.

A recomendação da OMS diz respeito à RTS,S, ou Mosquirix, uma vacina desenvolvida pela farmacêutica britânica GlaxoSmithKline. Desde 2019, 2,3 milhões de doses de Mosquirix foram administradas a crianças de Gana, Quênia e Maláui graças a um programa-piloto de larga escala coordenado pela OMS. A maioria das vítimas fatais da doença tem menos de 5 anos.

O programa veio na esteira de uma década de testes clínicos em sete países africanos. “Esta é uma vacina desenvolvida na África por cientistas africanos, e estamos muito orgulhosos”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Usar esta vacina, além das ferramentas existentes para evitar a malária, poderia salvar dezenas de milhares de vidas jovens a cada ano”, acrescentou ele, referindo-se a medidas antimaláricas como redes de camas e borrifações. A malária é muito mais mortífera do que a Covid-19 na África. Ela matou 386 mil africanos em 2019, de acordo com uma estimativa da OMS. Em comparação, houve 212 mil mortes confirmadas de Covid-19 nos últimos 18 meses.

A OMS diz que 94% dos casos e mortes da malária ocorrem na África.


Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Denis Balibouse/Direitos Reservados

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Sétima causa de mortes no mundo, demência deverá afetar 139 milhões de pessoas em 2050

Sétima causa de mortes no mundo, demência deverá afetar 139 milhões de pessoas em 2050

A demência, sétima causa de mortes no mundo em 2019, afeta 55 milhões de pessoas, número que deve aumentar para os 139 milhões em 2050, alertou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS). “Apenas um quarto dos países de todo o mundo tem uma política, uma estratégia ou um plano nacional para apoiar as pessoas com demência e suas famílias”, diz o relatório da OMS, divulgado ontem (2), que analisa a resposta global de saúde pública à demência. 

Segundo a organização, com sede em Genebra, apesar de cerca de metade desses países se situar na Europa, muitos planos e estratégias nacionais para a demência necessitam ser atualizados e renovados por parte dos respectivos governos. A demência é uma síndrome geralmente de natureza crónica ou progressiva, que leva à deterioração da função cognitiva – a capacidade de processar o pensamento – além do esperado, em circunstâncias normais de envelhecimento.

Resultante de lesões ou de doenças que afetam o cérebro, como o Alzheimer, essa condição atinge a memória, o pensamento, a orientação, a compreensão, a capacidade de aprendizagem e a linguagem, entre outras funções. Segundo o relatório da OMS, o número de pessoas com demência cresce em todo o mundo, estimando-se que atualmente 55 milhões de pessoas com mais de 65 anos sofram da síndrome, valor que deve aumentar para 78 milhões em 2030 e para os 139 milhões em 2050.

Com mais de 14 milhões, a Europa é a segunda região do mundo com maior número de pessoas com demência, atrás da região do Pacífico Ocidental (20,1 milhões).

“O crescimento populacional e a maior longevidade, combinados com o aumento de certos fatores de risco de demência, levaram a um crescimento dramático do número de mortes causadas pela síndrome nos últimos 20 anos. Em 2019, 1,6 milhão de mortes ocorreram em todo o mundo devido à demência, tornando-se a sétima causa de morte”, destaca o documento.

O relatório alerta ainda que as pessoas com doenças neurológicas, incluindo demência, são mais vulneráveis à infecção pelo vírus SARS-CoV-2, correndo maior risco de internações prolongadas e de sofrerem uma forma grave de covid-19 e de morte. De acordo com a OMS, é urgente reforçar o apoio a nível nacional, tanto às pessoas com demência, que precisam de cuidados primários e especializados de saúde, de serviços sociais, de reabilitação e de cuidados a longo prazo e paliativos, quanto no apoio aos seus cuidadores formais e informais.

“Em países de rendimento médio e baixo, a maioria dos custos do tratamento da demência é atribuída aos cuidados informais (65%). Em países mais ricos, os custos informais e de assistência social chegam a aproximadamente 40% cada um”, afirma o relatório. Em 2019, os cuidadores, em sua maioria membros da família, gastavam, em média, cinco horas por dia no apoio às pessoas de quem cuidavam, sendo cerca de 70% desse acompanhamento feito por mulheres.

“Dada a pressão financeira, social e psicológica enfrentada pelos cuidadores, o acesso à informação, formação e serviços, bem como o apoio social e financeiro, é particularmente importante. Atualmente, 75% dos países relatam que oferecem algum nível de apoio aos cuidadores, embora, novamente, esses sejam principalmente países de alto rendimento”, indica.

Segundo a OMS, uma série de ensaios clínicos malsucedidos para o tratamento da demência e os elevados custos de pesquisa e desenvolvimento levaram ao “declínio do interesse em desenvolver novos esforços” científicos na área.

“No entanto, houve um aumento recente no financiamento de pesquisas sobre demência, principalmente em países de alto rendimento, como o Canadá, o Reino Unido e os Estados Unidos. Este último aumentou seu investimento anual na pesquisa da doença de Alzheimer de US$ 631 milhões em 2015 para cerca de US$ 2,8 bilhões em 2020”, informou a organização. Este relatório sobre a situação global da doença faz um balanço do progresso feito para atingir as metas globais de 2025 estabelecidas no Plano de Ação Global para a Demência da OMS, publicado em 2017.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Ilustração/Getty Images

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OMS identifica constelação de variantes na Colômbia e a classifica como 'de alto interesse'; nova cepa foi chamada de variante Mu

OMS identifica nova mutação do SARS-CoV-2 Colômbia e a classifica como ‘de alto interesse’; nova cepa foi chamada de variante Mu

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a nova cepa foi identificada como B.1.621 e batizada como variante Mu.

Em seu boletim epidemiológico semanal, a Organização Mundial da Saúde fez um alerta para uma das variantes do novo coronavírus encontrada inicialmente na Colômbia, em janeiro de 2021. A variante B.1.621 foi batizada de Mu e classificada como variante de interesse, termo utilizado para designar tipos do vírus que devem ser monitorados por autoridades de saúde, com análise sobre risco para a saúde pública.

“A variante Mu tem uma constelação de mutações que indicam propriedades potenciais de escape imunológico. Dados preliminares apresentados ao Grupo de Trabalho sobre Evolução do Vírus mostram uma redução na capacidade de neutralização dos pacientes similar à registrada na variante Beta, mas isso ainda precisa ser confirmado por novos estudos”, diz o documento.

Desde o primeiro registro da variante, em janeiro deste ano, foram notificados casos esporádicos na Colômbia, com notícias de contaminações em outros países da América do Sul e da Europa. Em agosto, foram informados casos por 39 países. Na Colômbia e no Equador, a incidência da variante cresceu, chegando, respectivamente, a 39% e 13%. “Mais estudos são necessários para compreender as características clínicas dessa variante”, recomendou a OMS.

A título de comparação, a variante Delta está em 170 países, a Beta em 141 e a Gamma em 91.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Variante Mu/Reprodução/Canva

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Origens do novo coronavírus

China rejeita plano da OMS para investigar origens do novo coronavírus

A China reagiu de maneira contrária ao pedido da Organização Mundial de Saúde (OMS) para que seja realizada uma nova investigação sobre as possíveis origens do novo coronavírus, incluindo a possibilidade de o vírus ter vazado de um laboratório. De acordo com o país, não há evidências para essa hipótese e isso desafia o bom senso.

Na avaliação de cientistas graduados da China, o mais provável é que as origens do novo coronavírus tenham surgido a partir de um animal, que então o transmitiu para os humanos via um hospedeiro intermediário. A afirmação foi feita durante uma reunião em Pequim nesta quinta-feira (22). Os cientistas elogiaram um relatório prévio da OMS que apontava principalmente os animais como causa e pedia uma busca mundial para determinar a raiz do surto. Também dizia que a hipótese de vazamento no laboratório era “extremamente impossível”.

O laboratório de Wuhan, no centro da polêmica, “nunca teve o vírus”, disse Liang Wannian, um epidemiologista que liderou o time de especialistas chineses que trabalharam com a OMS. “Não há necessidade de colocar mais recursos em uma investigação sobre um vazamento de laboratório”, afirmou.

Foto: Reuters

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