Oncoguia explica sobre o câncer no peritônio, que tirou a vida de Dudu Braga, filho de Roberto Carlos, nesta quarta-feira

Oncoguia explica sobre o câncer no peritônio, que tirou a vida de Dudu Braga, filho de Roberto Carlos, nesta quarta-feira

O peritônio é a maior membrana do corpo. Ela reveste o interior do abdômen (barriga) abrangendo e protegendo todos os órgãos nele contidos (intestino, fígado, estômago, ovários, entre outros). O câncer no peritônio, em sua grande maioria, inicia-se na parte inferior do abdômen conhecida como pélvis.

Na maioria das vezes, não apresenta nenhum sintoma durante um longo período. Quando os sintomas ocorrem, podem apresentar-se das seguintes formas:

  • Perda de apetite;
  • Inchaço no abdômen;
  • Dor abdominal;
  • Constipação ou diarreia;
  • Necessidade de urinar com frequência.

Tratamento para o câncer no peritônio

Cirurgia

A cirurgia pode ser um dos tratamentos a serem utilizados para o câncer no peritônio. De acordo com os médicos, o intuito é retirar o maior volume de tumor ou tumores possíveis.

Quimioterapia

A quimioterapia consiste na utilização de drogas, geralmente administradas após a cirurgia, para destruir as células cancerosas. No entanto, há casos em que opta-se por administrá-la primeiro, para posteriormente realizar a cirurgia. O objetivo é diminuir o tamanho do tumor e facilitar a retirada cirúrgica do mesmo.

Radioterapia

Já a radioterapia trata o câncer utilizando raios X de alta energia para destruir as células cancerosas. Ocasionalmente, também utiliza-se a radioterapia no tratamento de câncer no peritônio.

Sobre o Oncoguia

O Oncoguia “nasceu” em 2009, da união de um grupo de profissionais de saúde e ex-pacientes de câncer, liderados pela psico-oncologista Luciana Holtz de C. Barros, que deu início à ONG, uma associação sem fins lucrativos, criada e idealizada com o objetivo de ajudar o paciente com câncer a viver melhor por meio de projetos e ações de informação de qualidade, educação em saúde, apoio e orientação ao paciente, defesa de direitos e advocacy.

A ONG foi um segundo passo tomado por Luciana Holtz após a criação, em 2003, do portal Oncoguia. Uma necessidade que surgiu da observação clínica da psico-oncologista de que as informações disponíveis na internet, muitas vezes sem qualidade e falsas, deixavam o paciente com câncer assustado, preocupado e desamparado.

O portal, então, se tornou um canal de informação seguro e de muita qualidade para esses pacientes, seus familiares e cuidadores, e segue, até hoje, como estrutura central do trabalho do Oncoguia. Com conteúdos embasados cientificamente e revisados por um comitê de especialistas na área.

Foto:

Siga o Por Dentro do RN também no Instagram e mantenha-se informado.