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Setor de transportes do RN comemora renovação da isenção do ICMS para as empresas

Setor de transportes do RN comemora renovação da isenção do ICMS para as empresas

O setor de transportes do RN comemorou o anúncio do Governo do Estado que determinou a renovação da isenção de 100% do ICMS sobre a aquisição de óleo diesel para o setor metropolitano de transporte de passageiros e 80% para o sistema intermunicipal, como já ocorre desde maio deste ano. A renovação vale por 12 meses e expira em dezembro de 2022. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27.dez.2021) pela governadora Fátima Bezerra.

A avaliação do presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor), Eudo Laranjeiras, é que a ação é importante para a recuperação do setor de transportes do RN. “Nosso setor tem passado por muitas dificuldades. Agradecemos a atenção da governadora Fátima, de toda equipe do Executivo estadual, pois consideramos que esse é um caminho importante para o transporte do nosso estado”, afirmou.

Desde a pandemia da covid-19, a crise do sistema de transporte metropolitano e intermunicipal se intensificou. A renovação da isenção do ICMS sobre a aquisição de óleo diesel ameniza parte das dificuldades das empresas atualmente.

Foto: Divulgação

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Morre Paulo Leitão de Gregório, consultor de musculação envolvido em polêmicas sobre vacinas e nazismo II

Morre Paulo Leitão de Gregório, consultor de musculação envolvido em polêmicas sobre vacinas e nazismo

Morre Paulo Leitão de Gregório: Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep/RN) diz que morte foi por causas naturais.

Morre Paulo Leitão de Gregório aos 48 anos. O consultor de musculação Paulo Leitão de Gregório foi encontrado morto neste sábado de Natal (25.dez.2021). De acordo com o Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep/RN), há indícios de que a morte tenha sido por causas naturais.

Paulo Leitão era conhecido por suas opiniões polêmicas e, recentemente, teve o seu Instagram excluído por apologia ao nazismo. Em 2020, no início da pandemia, foi autuado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos sobre a propagação de notícias falsas a respeito do isolamento social e do uso de máscaras.

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Desenvolvedora da AstraZeneca aponta que pandemias futuras podem ser mais mortais e contagiosas e que variante Ômicron não será a última

Desenvolvedora da AstraZeneca aponta que pandemias futuras podem ser mais mortais e contagiosas e que variante Ômicron não será a última

A cientista Sarah Gilbert diz que a doença está longe do fim e que a variante Ômicron, altamente mutável, não deverá ser a última.

A pesquisadora da vacina da Oxford-AstraZeneca, Sarah Gilbert, disse que “esta não será a última vez que um vírus ameaçará as nossas vidas e os meios de subsistência e pediu mais financiamento para que a ciência esteja melhor preparada. “Os avanços que fizemos e o conhecimento que adquirimos não devem ser perdidos”, afirmou.

“Assim como investimos em forças armadas, serviços secretos e diplomacia para nos defendermos de guerras, devemos investir em pessoas, pesquisa, manufatura e instituições para nos defendermos de pandemias”, sustentou Sarah Gilbert, citada no jornal britânico The Guardian.

No início de 2020, quando a covid-19 surgiu pela primeira vez na China e a doença se espalhou, Sarah Gilbert, professora de Vacinologia da Universidade de Oxford, e sua equipe criaram uma das vacinas contra o SARS-CoV-2. Atualmente, a cientista diz que a doença está longe do fim e que a variante Ômicron, altamente mutável, não deverá ser a última. Para ela, o próximo vírus pode ser pior. “Pode ser mais contagioso, ou mais letal, ou ambos”.

“Não podemos permitir uma situação como a que passamos e, depois, descobrimos que as enormes perdas econômicas que sofremos significam que ainda não há financiamento nos prepararmos para uma pandemia”, acrescentou. As declarações foram divulgadas depois de o Reino Unido ter registrado, no último domingo (5.dez.2021), 246 casos da variante Ômicron e quase 44 mil novas infecções diárias, com 54 mortes a cada dia.

Foi descoberto, na variante Ômicron, que a proteína spike contém mutações já conhecidas, responsáveis por aumentar a transmissibilidade do vírus, disse Gilbert. “Mas há mudanças adicionais que podem significar que os anticorpos induzidos pelas vacinas, ou pela infecção com outras variantes, podem ser menos eficazes na prevenção da infecção pela Ômicron. Até sabermos mais, devemos ser cautelosos e tomar medidas para desacelerar a disseminação dessa nova cepa”.

Mark Woolhouse, cientista que presta assessoria ao governo do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirma, citado pela BBC: “Se as tendências atuais aqui e na África do Sul continuarem nas próximas semanas e meses, a nova Ômicron poderá substituir a Delta como estirpe dominante no mundo”.

No fim de semana, o governo britânico anunciou que quem viaja para o Reino Unido tem de fazer teste de covid-19 no local de partida. A Nigéria foi adicionada à lista vermelha dos países potenciais importadores de Ômicron, por estar associada aos novos casos da variante em território britânico.

“Se a Ômicron está aqui no Reino Unido – e certamente está -, se há transmissão comunitária no Reino Unido – e certamente parece que sim -, então é essa transmissão comunitária que impulsionará a próxima onda”, disse Woolhouse. O cientista acrescenta que as novas restrições pecam por serem tardias e são muito tímidas, para fazer face a “uma onda potencial da variante no Reino Unido”.

De acordo com o The Guardian, o grande percentual de novos casos, em geral, está relacionado a pacientes não vacinados. O líder trabalhista Keir Starmer, aproveitando essa informação, critica de forma veemente os que resistem à inoculação: “É frustrante e preocupante que os médicos estejam acompanhando muitas camas hospitalares, e os recursos do Serviço Nacional de Saúde estejam sendo usados por aqueles que optaram por não receber a vacina”.

Com informações da Agência Brasil

Foto: NIAID

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Com 23.035 óbitos, IBGE indica aumento de 12% das mortes no RN em 2020; é a maior marca desde 1984

Com 23.035 óbitos, IBGE indica aumento de 12% das mortes no RN em 2020; é a maior marca desde 1984

Mortes no RN foram potencializadas pela pandemia e atingiram a maior marca desde 1984; dados foram divulgados pelo IBGE.

Em 2020, ano marcado pela pandemia da covid-19, o Rio Grande do Norte registrou o maior número de mortes em um mesmo ano desde 1984, quando teve início a série histórica das Estatísticas do Registro Civil feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com 23.035 óbitos, o aumento foi de 12,6% em comparação com 2019, quando foram registradas 20.456 mortes no RN. Ainda de acordo com os dados do instituto, em todo o Brasil, foram registradas 195.965 mortes a mais na comparação com 2019. Os dados correspondem a um aumento de 14,9% dos registros de óbitos.

Foto: Reprodução/Valdo Leão

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Pesquisa revela piora do estilo de vida do brasileiro na pandemia

Pesquisa revela piora do estilo de vida do brasileiro na pandemia

Maior tempo de tela e menos atividade física: o estilo de vida do brasileiro piorou durante a pandemia, mostra pesquisa de universidades federais mineiras. O estudo foi iniciado cinco meses após o início das medidas de distanciamento social.

Os resultados da primeira etapa foram publicados em artigo nas revistas Public Health Nutrition e na Frontiers in Nutrition. A pesquisa foi realizada em conjunto pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas Universidades Federais de Lavras (Ufla), Ouro Preto (Ufop) e Viçosa (UFV).

Em relação às refeições, diminuiu a frequência de realização de café da manhã, lanche e almoço, por outro lado, aumentou a realização de lanches noturnos e outras refeições além das tradicionais. Os hábitos alimentares também pioraram, com aumento de consumo de pães, farináceos, refeições instantâneas e fast food. O consumo de frutas e vegetais, por sua vez, caiu.

Sobre o estilo de vida, houve mudança no consumo mais frequente de bebida alcoólica, aumento na frequência no hábito de fumar, e no tempo de utilização de telas e dispositivos. Antes da pandemia, os participantes da pesquisa relataram média diária de seis horas e meia de exposição. Durante a pandemia, esse número subiu para dez horas por dia.

Por outro lado, houve redução da prática de atividade física. Os voluntários que responderam ao questionário informaram praticar em torno de 120 minutos por semana no período pré-pandemia e o índice caiu para 80 minutos por semana com as restrições para evitar a circulação do novo coronavírus. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma prática semanal de 150 a 300 minutos.

Para o estudo, foram aplicados questionários online entre agosto e setembro de 2020. Os dados reúnem respostas de 1.368 pessoas de ambos os sexos, com idade a partir de 18 anos. Quase 90% são da região Sudeste e 80% são mulheres. Entre os respondentes, 97% disseram estar cumprindo as medidas de distanciamento social.

A segunda etapa da pesquisa envolve a análise de variáveis de comportamento alimentar, ganho de peso e prática de exercício físico durante a pandemia. De acordo com os pesquisadores, esta fase está em andamento e inclui a reaplicação do questionário após 10 meses.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

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Relatório aponta impacto da pandemia na saúde mental de adolescentes

Relatório aponta impacto da pandemia na saúde mental de adolescentes

“Estar cansada psicologicamente significa que você sente que não está vivendo a vida, que não é capaz de fazer nada. Mesmo que você seja ambiciosa, você não conseguirá atingir suas ambições porque está completamente derrotada psicologicamente”. É assim que uma adolescente, no Egito, fala sobre saúde mental. Ela não está sozinha. Casos de depressão e falta de interesse são identificados entre adolescentes e jovens em todo o mundo e geram preocupação, sobretudo na pandemia.

O relato faz parte do relatório Situação Mundial da Infância 2021 – Na minha mente: promovendo, protegendo e cuidando da saúde mental das crianças, lançado hoje (4) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O estudo apresenta uma prévia da pesquisa internacional com crianças e adultos em 21 países conduzida pelo Unicef em parceria com a Gallup que mostra que, em média, um em cada cinco (19%) adolescentes e jovens de 15 a 24 anos, muitas vezes, sente-se deprimido ou tem pouco interesse em fazer as coisas. Para a pesquisa, foram entrevistadas aproximadamente 20 mil pessoas, por telefone, em 21 países. Os resultados completos serão divulgados em novembro.

No Brasil, um dos países que participou do estudo, essa porcentagem é ainda maior que a média, 22% dos adolescentes e jovens de 15 a 24 anos dizem que, muitas vezes, sentem-se deprimidos ou sem interesse. Isso coloca o país em oitavo lugar no ranking dos 21 países. Camarões aparece em primeiro lugar, com uma porcentagem de 32%. Em último lugar, está o Japão, com 10%.

“Interessante a gente valorizar as políticas públicas e as instituições que já vinham trabalhando nessa área no Brasil. O país fica em um patamar preocupante, mas não é o pior. Há países que não têm instituições fortalecidas nem políticas públicas com o histórico que tem o Brasil”, ressalta a oficial do Unicef no Brasil na área de Desenvolvimento de Adolescentes, Gabriela Mora.

Ainda assim, Gabriela defende que é importante fortalecer as políticas já existentes e atentar-se à desigualdade na oferta delas no território nacional. Além disso, é preciso que diversas áreas organizem-se, incluindo assistência social, educação e saúde, para oferecer atendimento e encaminhamento adequado àqueles que precisarem.

Pandemia

De acordo com o relatório, calcula-se que, globalmente, mais de um em cada sete meninos e meninas com idade entre 10 e 19 anos viva com algum transtorno mental diagnosticado. Quase 46 mil adolescentes morrem por suicídio a cada ano, uma das cinco principais causas de morte nessa faixa etária.

O cenário já era preocupante antes da pandemia. Segundo os últimos dados disponíveis do Unicef, globalmente, pelo menos uma em cada sete crianças foi diretamente afetada por lockdowns, enquanto mais de 1,6 bilhão de crianças sofreram alguma perda relacionada à educação.

Segundo o estudo, a ruptura com as rotinas, a educação, a recreação e a preocupação com a renda familiar e com a saúde estão deixando muitos jovens com medo, irritados e preocupados com seu futuro.

“Ainda é um tabu falar de saúde mental. A pandemia nos trouxe a urgência desse tema, de quebrar esse tabu e de falar de forma acolhedora, de fomentar espaços de escuta de crianças e adolescentes”, diz Gabriela, e acrescenta: “Numa sociedade adultocêntrica, tem-se o mau hábito de minimizar o sofrimento de crianças e adolescentes. Quando chegam essas expressões, é importante levar a sério. Quando estão passando por um sofrimento, escutar, reconhecer isso e dar o apoio necessário”.

Impactos econômicos

Embora o impacto na vida dos adolescentes e jovens seja incalculável, uma análise da London School of Economics, incluída no relatório, estima que transtornos mentais que levam jovens à incapacidade ou à morte acarretam uma redução de contribuições para a economia de quase US$ 390 bilhões por ano. Isso porque os transtornos mentais diagnosticados – incluindo Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ansiedade, autismo, transtorno bipolar, transtorno de conduta, depressão, transtornos alimentares, deficiência intelectual e esquizofrenia – podem prejudicar significativamente a saúde, a educação, as conquistas e a capacidade financeira de crianças, adolescentes e jovens no futuro.

Segundo o relatório, faltam ações direcionadas a essas questões. Apenas cerca de 2% dos orçamentos governamentais de saúde são alocados para gastos com saúde mental em todo o mundo.

“É na adolescência que os transtornos costumam se manifestar. É importante fazer o encaminhamento adequado nessa fase da vida e apoiar a pessoa para que faça transição para a fase adulta com segurança e o apoio necessário. Se for o caso, garantir o apoio do serviço de saúde e com isso prevenir e garantir que tenham uma vida adulta mais saudável. Se não houver acolhimento na adolescência, na vida adulta pode haver uma manifestação mais severa”, diz Gabriela Mora.

O relatório Situação Mundial da Infância 2021 pede que governos e parceiros dos setores público e privado se comprometam, comuniquem e ajam para promover a saúde mental de todas as crianças, todos os adolescentes e cuidadores, proteger os que precisam de ajuda e cuidar dos mais vulneráveis.

Para isso, é necessário, de acordo com o organismo internacional, investimento urgente em saúde mental de crianças e adolescentes em todos os setores, não apenas na saúde, para apoiar uma abordagem de toda a sociedade para prevenção, promoção e cuidados.

É necessária também a quebra do silêncio em torno da doença mental, abordando o estigma e promovendo uma melhor compreensão da saúde mental e levando a sério as experiências de crianças e jovens. Além disso, a integração e ampliação de intervenções baseadas em evidências nos setores de saúde, educação e proteção social – incluindo programas parentais que promovem cuidados responsivos e de atenção integral e apoiam a saúde mental de pais e cuidadores.

Em parceria com diversas organizações, o Unicef lançou a plataforma Pode Falar que disponibiliza gratuitamente materiais de apoio e até mesmo um atendimento por chat. O site é voltado para pessoas de 13 a 24 anos.


Com informações da Agência Brasil

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Voos domésticos atingem 80% de nível pré-pandemia

Voos domésticos atingem 80% de nível pré-pandemia

Apesar da alta nos voos domésticos, voos internacionais ainda deixam a desejar no Brasil; ministro quer investir na promoção do Brasil lá fora.

Os voos domésticos já recuperaram 80% dos níveis de passageiros que havia antes da pandemia de Covid-19 no Brasil, segundo o ministro do Turismo, Gilson Machado. Em entrevista à Agência Brasil, durante visita à Expo 2020 em Dubai, nos Emirados Árabes, Machado disse que a companhia aérea Azul já até superou seus números pré-pandemia.

“O hub de Recife, por exemplo, já está com 115% de fluxo aéreo. A gente vê também as reservas nos hotéis no final do ano, não tem mais hotel praticamente no Nordeste brasileiro, nos endereços de ecoturismo, no Natal Luz de Gramado e Canela”, afirmou o ministro. Os voos internacionais, no entanto, ainda estão longe da recuperação. De acordo com Machado, as ligações aéreas com o exterior movimentam atualmente apenas 30% dos passageiros de antes da covid-19.

Gilson Machado chegou a Dubai com a mensagem de que pretende ampliar o número de turistas internacionais que viajam ao Brasil e aumentar os investimentos estrangeiros na infraestrutura de turismo do país. Ele acredita que depois da pandemia, muitos vão querer ter contato com a natureza, que seria um forte ativo brasileiro.

Mas, para isso, seria preciso investir na promoção do Brasil no exterior. “Estamos lutando por recursos para isso, porque a briga pelo turista internacional é briga de cachorro grande. O turismo é dinheiro na veia da economia. A gente vê hoje um país como o México, que tem US$ 500 milhões para divulgar seu país lá fora. Por isso que o México recebe praticamente quase dez vezes mais turistas estrangeiros que o Brasil. Nós estamos lutando junto com o Congresso Nacional, para que a Embratur tenha mais recursos”, acrescentou.

A meta é atingir um patamar de 12 milhões de visitantes internacionais, o dobro do recorde já registrado no país, que foi atingido em 2018, com 6,62 milhões. Nos dois anos anteriores, os números também ficaram próximos de 6,6 milhões. Em 2019, se esperava bater a marca de 7 milhões, devido à isenção de vistos para americanos, canadenses, japoneses e australianos.

Segundo o ministro, no entanto, a crise econômica na Argentina, principal emissor de turistas para o Brasil, representando mais de um terço do total, frustrou as expectativas, e o Brasil recebeu apenas 6,35 milhões de visitantes internacionais.


Com informações da Agência Brasil

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

A pandemia de Covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado.

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.


Com informações da Agência Brasil

Foto: Prefeitura de Três Barras SC/Divulgação/Direitos Reservados

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População adulta vacinada

Presidente Bolsonaro afirma que espera ‘plena normalidade’ em dezembro, com população adulta vacinada

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demonstrou otimismo sobre a situação da pandemia da Covid-19 no Brasil. O chefe do poder executivo afirmou nesta terça-feira (24) que espera que, no mês de dezembro, o Brasil entre na fase de “plena normalidade”. O calendário de vacinação pelo Ministério da Saúde prevê população adulta vacinada com duas doses até o fim de novembro.

Durante entrevista a uma rádio de Alagoas, Bolsonaro também voltou a defender o uso facultativo de máscara pela população, assim como é a vacinação. De acordo com o presidente, o governo “está na iminência de sugerir que uso de máscara passe a ser opcional”.

Foto: Palácio do Planalto

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Combate à variante Delta

Fórum de Governadores cobra ao Governo Federal medidas de combate à variante Delta

O Fórum de Governadores enviou ofício ao ministro da Saúde Marcelo Queiroga solicitando apoio ao combate à variante Delta do novo coronavírus. Os administradores estaduais colocam no documento uma preocupação com uma terceira onda da covid-19, impulsionada por essa variante.

No documento, os governantes solicitam vacinas adicionais ao Rio de Janeiro, um dos epicentros da disseminação da Delta. O quadro do estado é apontado não somente como ameaça à população carioca mas também aos esforços nacionais de combate à variante Delta e à pandemia. Na capital do estado, a cepa representa 45% de todos os diagnósticos de Covid-19.

No ofício, os governadores expressam “expectativa de que ações imediatas levadas a cabo por esse ministério sejam neste momento destinadas ao referido Estado, de modo a evitar uma catástrofe de proporções ainda mais graves no futuro próximo, caso o atual ritmo de transmissibilidade da variante Delta não seja contido em tempo hábil”.

Os governadores destacam que estudos indicam a variante delta com taxas de transmissibilidade 100% maiores do que o vírus original e 30% acima da variante Gama (primeiramente conhecida como P1).

O Ministério da Saúde informou à Agência Brasil que recebeu e analisa o ofício.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Estádios cheios

Prefeitura do Rio quer liberar 50% do público em estádios e boates já em setembro

Em plano gradual de flexibilização das restrições, prefeitura do Rio quer liberar 50% do público em estádios e boates já em setembro.

A Prefeitura do Rio anunciou um plano gradual de flexibilização das medidas de restrição na cidade. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29), e inclui 3 etapas, de 2 de setembro até 15 de novembro, além da programação para o réveillon e o carnaval, e uma celebração de quatro dias com diversos eventos pela cidade, entre 2 e 6 de setembro.

A primeira etapa prevê a reabertura de estádios e boates com 50% do público, e depende de que 77% dos cariocas já terem recebido a primeira dose da vacina contra a Covid e 45% da população tenha se imunizado também com a segunda dose. A meta da prefeitura do Rio é ter, até o início de setembro, 91% da população adulta vacinados com a primeira dose. Até novembro, o objetivo da gestão é atingir 93% de imunizados com a primeira dose e 90%, com as duas doses.

Foto: Carolina Antunes/PR

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Academias de Ginástica

Academias perderam 52% do faturamento em decorrência da pandemia

De acordo com a 11ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia do Coronavírus nas Micro e Pequenas Empresas, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), as academias registraram, em maio, um patamar 52% menor do que seria normal para o mês. O segmento está entre o grupo de atividades mais afetadas pela crise do novo coronavírus no Brasil. O levantamento aponta que metade das academias estão com dívidas em atraso.

Na edição anterior da pesquisa, realizada em fevereiro, o segmento estava 42% abaixo do normal. Essa piora de cenário que fez com que esses empresários se tornassem os mais aflitos entre todos os setores analisados: 72% alegam que estão com muita dificuldade de manter o negócio.

O resultado faz com que as academias estejam novamente no grupo dos segmentos mais afetados pela pandemia, que é composto por pequenos negócios que atuam no Turismo e Economia Criativa, ambos com nível de faturamento de -68%; Beleza, com -53%; e Logística e Transporte, com -50%.

Foto: Arquivo/SCA

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Decreto de calamidade pública

Decreto de calamidade pública é renovado pelo Governo do RN

Governo do Rio Grande Norte renovou decreto de calamidade pública por conta da pandemia da Covid-19 nesta sexta-feira (2). O texto foi publicado no Diário Oficial do Estado, e considera a “grave crise de saúde pública e suas repercussões” nas finanças do estado.

No decreto de calamidade pública, a gestão estadual afirma que a pandemia impôs aumento de gastos públicos e esforços de reprogramação financeira para ajustar as contas, a fim de manter os serviços públicos e adotar medidas de enfrentamento à pandemia.

Publicado inicialmente no dia 19 de março de 2020, quando se iniciou a pandemia, o decreto vem sendo renovado constantemente pelo governo do estado, o que autorizado a gestão estadual a realizar compras sem licitação e a ultrapassar os limites de gastos permitidos na Lei de Responsabilidade Fiscal, em ações de combate à pandemia.

Foto: Divulgação

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Tallyta Cerqueira

Emocionante: Tallyta Cerqueira, que perdeu pais e avó na pandemia, posta foto sobre vacinação e comove o Instagram

Tallyta Cerqueira, que perdeu avó, pai e mãe no início do ano, foi vacinada hoje e fez postagem comovente no Instagram.

No dia em que o Brasil alcançou mais de 500 mil mortes pela Covid-19, a jovem Tallyta Cerqueira usou seu perfil no Instagram para comemorar o dia da vacinação. No início da pandemia, ela perdeu o avó, o pai e a mãe em datas próximas.

A jovem postou um texto emocionante, no qual demonstrava o desejo de ter seus ente queridos vivos e vacinados no momento.

Confira a foto abaixo:

Leia a nota da jovem no Instagram:

Não consigo definir com um único sentimento o fato de ser vacinada hoje. É um misto de gratidão, euforia, tristeza e impotência, por não ter visto meus familiares tendo a mesma oportunidade. Como eu queria ter todos ao meu lado, vacinados, aguardando a segunda dose, saudáveis, e presentes fisicamente. Infelizmente, a vida não espera, não deixa pra depois, não dá uma segunda chance…

Foto: Reprodução/Instagram

500 mil mortos no Brasil

Covid-19 mata 500 mil brasileiros

O Brasil atingiu neste sábado, 19, a marca de 500 mil mortos pela Covid-19. Os dados são das secretarias estaduais de Saúde, levantados pelo consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia no Brasil.

Na tarde de hoje, o país chegou a chegou a 500.022 pessoas mortas em razão da pandemia, além de 17.822.659 casos confirmados de Covid.

Fonte: G1

Os números consideram os dados divulgados pelos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Os demais entes federativos ainda não atualizaram as informações sobre casos e mortes até as 14h de hoje.

Foto: Valdo Leão/Semcom/Ilustração/Fotos Públicas

Lei que proíbe fogueiras em Natal durante pandemia é aprovada na Câmara

Com o objetivo de garantir mais saúde à população natalense, a Câmara Municipal de Natal aprovou em regime de urgência, durante Sessão Ordinária Remota, o projeto de lei Nº 378/2021, que proíbe o acendimento de fogueiras enquanto perdurar estado de emergência e/ou de calamidade pública em decorrência do COVID-19. A matéria é de autoria do vereador Preto Aquino (PSD).

De acordo com o PL, o Poder Executivo será responsável por disponibilizar mecanismos de fiscalização e combate à infração da proibição. “O momento em que vivenciamos hoje e desde 2020 é outra realidade. A gente tenta conscientizar a população, apesar de muitas vezes algumas pessoas não aceitarem. É preciso entender que vivemos outro mundo depois da pandemia e que a prioridade, em consequência da pandemia da Covid-19, é a saúde”, destacou o vereador.

Em segunda discussão, os parlamentares aprovaram o PL 41/2021, de autoria do vereador Herbeth Sena (PL), que institui no calendário oficial de eventos da capital, o “Circuito de Quadrilhas Juninas”. “Acontecerá anualmente, durante o mês de junho, sendo uma série de eventos propostos pela Prefeitura, na qual, o Poder Executivo poderá propor e firmar parcerias com a iniciativa privada para apresentação de quadrilhas juninas, grupos culturais e musicais da cidade”, disse Herberth Sena.

Ainda foi aprovado, de autoria da vereadora Nina Souza (PDT), o PL 154/2018, que trata da Política Municipal de Incentivo ao Turismo para o Idoso. “Esse projeto visa criar um grande canal de incentivo para que o idoso possa conhecer as nossas belezas. Um programa de capitação, para conhecer novas tecnologias e claro, um grande roteiro turístico para que ele conheça as potencialidades e belezas de Natal”, explicou Nina Souza.

Vetos

Os parlamentares ainda apreciaram cinco vetos encaminhados pelo Poder Executivo. Destes, quatro foram mantidos e apenas um, o veto integral ao Projeto de Lei 197/2017, de autoria do ex-vereador Fúlvio Saulo, que obriga as empresas de transporte coletivo a divulgarem o aviso de assalto nos letreiros, foi derrubado pelos vereadores.

Da Câmara Municipal de Natal
Foto: Divulgação

Câmara Municipal de Natal (comissão)

Câmara Municipal de Natal aprova, em comissão, projetos de transparência na pandemia

Em reunião na Câmara Municipal de Natal, vereadores aprovaram, nesta quarta-feira (9), projetos voltados para trazer maior transparência nos recursos utilizados pelo Município no combate ao novo coronavírus.

Na ocasião, houve a apreciação de 22 projetos com finalidades distintas. De acordo com o vereador e presidente da comissão, Raniere Barbosa, do Avante, a Comissão da Câmara Municipal de Natal conseguiu zerar a pauta do dia com a apreciação de projetos que tratavam, dentre outras coisas, sobre acessibilidade e transparência.

Transparência na pandemia

Além disso, o vereador também deu parecer favorável ao projeto da vereadora Divaneide Basílio, do PT, que determina a prestação de contas quinzenalmente, no que concerne às despesas do Poder Executivo com a pandemia em Natal.

Ainda com o mesmo objetivo, o vereador Felipe Alves, do PSDB, foi autor de um projeto que determina a divulgação integral, no Portal da Transparência, dos valores recebidos pela Prefeitura de Natal.

Transporte público de qualidade

No que se refere ao transporte coletivo municipal, o vereador Preto Aquino, do PSD, foi o relator do projeto que visa à melhoria dos pontos de ônibus para pessoas com mobilidade reduzida.

Já Robério Paulino, do PSOL, defende a modernização da frota dos ônibus da capital, dando condições dignas para que a população possa se locomover de maneira adequada e segura.

Cultura, lazer, esporte e saúde pública

Entre outras matérias que passaram pela comissão, o vereador Herberth Sena, do PL, foi o relator do projeto “Ruas de Cultura, Lazer e Esporte”, e a vereadora Camila Araújo, do PSD, relatou um projeto que dispõe sobre a inclusão no Sistema de Saúde Municipal de políticas públicas de saúde que favoreçam o diagnóstico precoce e tratamento da fibromialgia.

Por fim, a vereadora Ana Paula, do PL, foi a relatora de projeto que institui a semana de conscientização sobre o lixo eletrônico.

Foto: Francisco de Assis

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