Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN)

Professores da rede municipal de Educação mantêm greve em Natal

Professores da Rede Municipal de Natal iniciam greve por tempo indeterminado; categoria cobra reajuste do Piso Salarial

Os professores da Rede Municipal de Natal aprovaram, nesta segunda-feira (28.mar.2022), greve por tempo indeterminado. A categoria cobra o reajuste do Piso Salarial de 2022 e reivindica melhores condições estruturais nas escolas da capital.

A decisão pela greve ocorreu durante Assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN).

De acordo com o Sinte/RN, o prefeito de Natal, Álvaro Dias, ainda não sinalizou nenhuma possibilidade de diálogo sobre o reajuste de 33,24% no Piso Salarial dos professores. Os problemas estruturais das escolas e a falta de realização de concurso público também foram motivos que levaram à paralisação dos educadores.

“Omisso, o chefe do Executivo municipal se nega a negociar o Piso Salarial 2022 após tentar durante os últimos dois anos dar um calote e não implementar a correção de 2020”, disse, em nota, o Sinte/RN, se referindo também à atualização salarial de 12,84% no ano de 2020, cuja totalidade foi vetada pelo prefeito, mas garantida posteriormente pela Câmara Municipal de Natal que, há algumas semanas, derrubou o veto parcial.

“A falta de estrutura física e sanitária para trabalhar nas escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI), sobretudo após o início da pandemia da covid-19, é outra razão para a deflagração do movimento grevista. Uma outra motivação é a luta em prol da realização de concurso público na Rede Municipal”, acrescentou o Sinte/RN.

Os Professores da Rede Municipal de Natal realizam um protesto em frente à sede da Prefeitura, na Cidade Alta, na tentativa de conseguir um diálogo com o município. A greve ocorre menos de uma semana depois do início do ano letivo da Rede Municipal de Ensino.

Foto: Reprodução/Instagram

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Sindicato dos professores considera insuficiente a proposta de reajuste salarial apresentada

Sindicato dos professores considera insuficiente a proposta de reajuste salarial apresentada

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) considerou a proposta inicial para o reajuste salarial dos professores da rede estadual de ensino como insuficiente. A oferta feita pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEEC) nesta sexta-feira (4.fez.2022) propõe a implantação de reajuste salarial de 13% para pagamento da primeira parcela do Piso de professores da ativa, aposentados e pensionistas no mês de março.

Sobre o retroativo e os 20,24% restantes, o Governo do Estado afirmou que buscará as condições para aplicar o pagamento para toda categoria bem como implantar o reajuste em sua totalidade ao longo do ano, mas não apresentou datas para a quitação e condicionou este pagamento ao aval da justiça. Segundo o sindicato, o argumento usado é que 2022 é ano eleitoral e que serão necessárias consultas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para que haja garantia jurídica em caso de parcelamento após o mês de abril.

O Sinte/RN considerou a proposta insuficiente, “embora signifique o início das negociações com o Governo”, avaliou o sindicato, por meio de nota. A SEEC/RN também propôs a criação de uma mesa permanente de negociação com o sindicato.

Para a coordenadora geral do Sinte/RN, Fátima Cardoso, caso exista a intenção real do Governo do Estado de implantar o piso 2022, o Executivo precisa apresentar um escalonamento de parcelas que abranja o reajuste salarial em sua totalidade e não somente indicar uma data para quitação da parcela inicial. Fátima também reitera que a categoria vai lutar para conquistar o percentual de 33,24%, e afirmou que a criação e manutenção de uma mesa de negociação só é possível se houver elementos de previsão sobre o piso da categoria.

De acordo com o secretário de Educação do Estado, Getúlio Marques, o governo pretende pagar o piso salarial. “É desejo da Governadora que o Piso dos professores seja implantado. Então, buscaremos as formas disso acontecer, de acordo com o limite financeiro do Estado”, afirmou. Segundo o governo, o impacto dos 33,24% na folha do funcionalismo será de R$1.014 bilhões ao ano.

Foto: Lenilton Lima/Sinte-RN

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Em Natal, professores da rede municipal contrariam decisão da justiça e mantêm greve

Em Natal, professores da rede municipal contrariam decisão da justiça e mantêm greve

Os professores da rede municipal de ensino de Natal decidiram manter a greve iniciada em dezembro. Uma decisão judicial do dia 22 de dezembro determinou a suspensão da greve. Além de permanecer com o movimento grevista, a categoria montou um acampamento em frente à sede da Prefeitura do Natal e protestou na manhã desta segunda-feira (27.dez.2021).

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN), a categoria decidiu recorrer da decisão da justiça. A greve dos professores de Natal foi iniciada no dia 10 de dezembro. Na ocasião, os educadores reclamaram que estão há dois anos sem reajuste.

A Secretaria Municipal de Educação (SME), por sua vez, ofereceu aos professores um reajuste de 6,42% a ser pago de forma imediata, além do retroativo, para os ativos e inativos. A proposta foi recusada pela categoria.

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

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Em Natal, professores da rede municipal aprovam indicativo de greve

Em Natal, professores da rede municipal aprovam indicativo de greve

Os professores da rede municipal de Natal aprovaram indicativo de greve para a próxima segunda-feira (6.dez.2021). A decisão foi tomada em uma assembleia presencial promovida na quarta-feira (1º.dez.2021) que reuniu 400 professores no local e cerca de 300 que participaram de forma remota, segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN).

Na reunião, os educadores decidiram que, após o indicativo de greve, a paralisação será deflagrada em mais uma Assembleia, que será realizada na próxima segunda-feira (6.dez.2021), às 14h, em local ainda não definido pelo sindicato.

De acordo com o Sinte/RN, a paralisação ocorre para pressionar a Prefeitura de Natal a garantir a atualização salarial 2020, reivindicada há quase dois anos pela categoria. Os professores também cobram da gestão municipal melhores condições de trabalho, afirmando que há falta de biossegurança nas escolas e Centros Municipais de Educação (CMEIs), bem como problemas na infraestrutura nos prédios.

A Secretaria Municipal de Educação de Natal (SME) ainda não se posicionou sobre a greve.

Foto: Lenilton Lima

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