Suicídio

Secretaria Municipal de Segurança capacita guardas em Protocolo de Manejo do Risco Iminente de Suicídio

Secretaria Municipal de Segurança capacita guardas em Protocolo de Manejo do Risco Iminente de Suicídio

A Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) iniciou ontem (29.dez.2021), por intermédio do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M), um Treinamento de Protocolo de Manejo de Risco Iminente de Suicídio direcionado aos guardas municipais de Natal que atuam nas coordenações operacionais de grupamentos. O principal objetivo do treinamento é capacitar o agente para entender e empregar em situações de crise o processo de atendimento e acolhimento à pessoa com comportamento suicida.

A qualificação aconteceu na sede administrativa e operacional da Guarda Municipal do Natal (GMN), na zona Norte, e compreendeu abordagem de palestras focando nos temas “Relação entre o comportamento suicida e os transtornos psiquiátricos”, ministrada psiquiatra da Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, Dulciana Costa, e a “Tipificação criminal: induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio ou à automutilação”, apresentada pelo guarda municipal bacharel em Direito e membro do GGI-M, Alexsandro Lima.

A qualificação está inserida na Câmara Técnica de Articulação Intersetorial de Prevenção ao Suicídio, que é desenvolvida pela GGI-M através de sua equipe técnica composta por guardas municipais de Natal. A ação já alcançou aproximadamente 700 agentes públicos de várias instituições compreendidas nas esferas municipal e estadual.

No treinamento, os guardas municipais recebem informações relevantes que podem resgatar e salvar vidas de pessoas que estão passando por processo depressivo e buscam finalizar com a própria vida. Temas relevantes como a relação entre o comportamento suicida e os transtornos psiquiátricos; a tipificação criminal: induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio ou à automutilação; Acolhimento; além do fluxo na rede de assistência serão apresentados durante o curso.

O fluxograma de atendimento e acolhimento a pessoa com comportamento suicida em Natal foi elaborado pelas secretarias municipais de Saúde (SMS), Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M), Segurança Pública (Semdes), Assistência Social (Semtas) e a UFRN.

Foto: Reprodução/Semdes/Guarda Municipal de Natal

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Conselho que defende direitos da crianças apóia nota de alerta sobre série "Round 6", da Netflix

Conselho que defende direitos da crianças apoia nota de alerta sobre série “Round 6”, da Netflix

O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente no Rio Grande do Norte (Consec/RN) republicou em uma conta de sua rede social a nota de pediatras do Rio de Janeiro e divulgada inicialmente por uma escola do mesmo estado, com alerta dos profissionais sobre a série “Round 6”, da Netflix.

No texto, há o pedido que os pais e responsáveis estejam atentos para que crianças e jovens não assistam ao seriado, que tem na sua classificação como “impróprio para menores de 16 anos”.

Para os pediatras, há, na série, relação entre brincadeiras infantis e violência explícita, tortura psicológica, suicídio, trafico de órgãos e “pederastia”, entre outros pontos citados. “Round 6” é uma das séries de maior sucesso na atualidade e aborda jogos em que pessoas endividadas concordam em participar de um jogo em que elas podem morrer caso sejam derrotadas. O ganhador busca a premiação de aproximadamente R$ 200 milhões, convertidas na moeda da Coreia do Sul (won coreanos).

A série já está entre as mais assistidas no Brasil e Estados Unidos.

Confira a nota na íntegra:

“CARTA ABERTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS

Prezados,

A parceria entre escola, família e sociedade é fundamental para o sucesso da Educação. Sendo assim, nosso objetivo com esta carta é alertar aos responsáveis sobre algo que temos escutado durantes os dias com nossos alunos e tem nos chamado atenção.

No dia 17 de setembro de 2021, foi lançada na NETFLIX a série ‘ROUND 6’. A série coreana, com classificação etária de 16 anos, está batendo os ‘records’ de audiência, inclusive nas redes sociais como: Facebook, Instagram e Tik Tok. O conteúdo da série que contém: violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos, cenas de sexo, pederastia, palavras de baixo calão entre outras coisas tem sido assunto entre nossos alunos durante o recreio e horários livres.

A série, utiliza-se de brincadeiras simples de criança como: ‘Batatinha frita 1,2,3’, ‘Cabo de guerra’, ‘Bolas de gude’ e outras, para assassinar a ‘sangue frio’ as pessoas que não atingem o objetivo final. O que nos causa preocupação é a facilidade com que as crianças acessam esse material. Lembramos, apenas para informação, que canais de Streaming como a NETFLIX e outros possuem a ‘Restrição de visualização por classificação etária’, uma ferramenta preciosa para que nossas crianças acessem somente o conteúdo apropriado à sua idade.

Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças, mas enquanto educadores temos o dever de alertar e honrar o compromisso com a Educação. Certos de sua compreensão, nos colocamos a disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário.

Atenciosamente,

A Direção.”

Foto: Reprodução

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Lei Lucas Santos

Lei Lucas Santos: sem mobilização da bancada potiguar, deputado da Paraíba abraça causa de Walkyria Santos e cria PL contra haters na internet

Após a perda do filho Lucas Santos, de 16 anos, ocorrida nesta semana, a cantora Walkyria Santos iniciou uma campanha para aprovar um projeto de lei na Câmara dos Deputados que criminaliza atuação os comentários de ódio na internet. O projeto de lei leva o nome do adolescente.

Walkyria disse, através das redes sociais, que essa será mais uma batalha, e que “as pessoas não podem se esconder por trás da tela de um celular, disseminarem o ódio e ficar por isso mesmo”. “Eu e toda a minha família não vamos parar. Precisamos mudar, precisamos de leis, para que mais nenhuma vida seja perdida. A morte do meu filho não pode passar em branco”, disse a cantora.

A Lei Lucas Santos prevê a criminalização dos “haters”, que são as pessoas que destilam comentários de ódio na internet.

O Projeto de Lei (PL) 2699/2021 foi apresentada na quarta-feira (4) na Câmara pelo deputado federal Julian Lemos, da Paraíba. De acordo com o texto, a lei prevê pena de um a quatro anos e multa para “aquele que usa a rede mundial de computadores, seja em redes sociais ou quaisquer meios de facilite sua propagação, para disseminar ódio ou proferir comentários discriminatórios de qualquer natureza, que cause dano a integridade psíquica da criança e do adolescente”, considera o PL.

A lei foi protocolada pelo deputado após Lucas Santos ter sido encontrado morto na terça-feira. O adolescente foi vítima de comentários ofensivos após ter publicado um vídeo no TikTok.

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Walkyria Santos Lucas Santos

Cantora Walkyria Santos não consegue ir ao enterro do filho; Lucas Santos foi sepultado nesta quarta, em Macaíba

O corpo do adolescente Lucas Santos, de 16 anos, filho da cantora Walkyria Santos, foi sepultado no fim da manhã desta quarta-feira (4) no cemitério Vila Flor, em Macaíba, na região Metropolitana de Natal. O sepultamento foi restrito a familiares e amigos. A mãe do jovem estava muito abalada, e não conseguiu ir ao enterro.

Lucas Santos foi encontrado morto em casa na manhã de terça-feira, 3 de agosto. O adolescente tirou a própria vida após sofrer ataques homofóbicos nas redes sociais, por ter postado um vídeo com amigos. Horas depois, a cantora postou um desabafo sobre os perigos das redes sociais e de ataques de haters.

“Perdi meu filho, uma dor que só quem sente vai entender. Ele postou um vídeo no TikTok, uma brincadeira de adolescente com os amigos, e achou que as pessoas iriam achar engraçado, mas as pessoas não acharam, como sempre, as pessoas destilando ódio na internet. Meu filho acabou tirando a vida. Eu estou desolada, eu estou acabada, eu estou sem chão”, disse ela.

Foto: Kléber Teixeira/Inter TV Cabugi

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