💰 DÍVIDA BILIONÁRIA: GPA, dono do Pão de Açúcar, pede recuperação extrajudicial

R$ 4,5 bilhões em dívidas. Ações despencam. O que muda para o consumidor? Entenda o caso.

🚨 TERÇA-FEIRA DE IMPACTO: O GPA (dono do Pão de Açúcar e Extra)  protocolou pedido de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 4,5  BILHÕES em dívidas.

Por trás das prateleiras: O GPA é a holding (Companhia Brasileira  de Distribuição) que controla algumas das maiores redes de supermercado  do país. É um gigante do varejo.

R$ 4,5 BILHÕES. Esse é o tamanho do passivo que o GPA quer renegociar. Quase 40% disso vence em até 12 meses.

Por que "extrajudicial"? Porque o GPA já sentou para negociar  ANTES de protocolar o pedido. O objetivo é ser mais rápido e menos  traumático.

E deu certo! Itaú, BTG, Rabobank e HSBC já assinaram o acordo.  Eles representam 46% da dívida (R$ 2,1 bilhões) - mais que o mínimo  legal exigido.

⏸️ LUFADA DE AR: Por 90 dias, o GPA fica suspenso de pagar juros e  pode paralisar execuções judiciais. É o "stay period", o fôlego para  negociar.

Mercado não gostou? Os papéis do GPA despencaram. Queda de quase  6% na abertura do pregão. Por volta das 11h30, o tombo ainda era de  2,93%.

Calma, consumidor! A empresa fez questão de excluir do processo: – ✅ Fornecedores – ✅ Parceiros – ✅ Clientes – ✅ Débitos trabalhistas

As compras do dia a dia, o pagamento dos funcionários e os  fornecedores continuam operando normalmente. As prateleiras vão  continuar cheias.

A briga agora é no campo financeiro: o GPA quer renegociar as  dívidas com bancos e investidores para ter fôlego e se reestruturar a  longo prazo.

Fotos: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração / Valter Campanato/Agência Brasil/Ilustração / Tânia Rêgo/Agência Brasil/Ilustração / Fernanda Cruz/Agência Brasil/Ilustração