Guarda Civil mata secretário adjunto dentro da Prefeitura de Osasco

Guarda Civil mata secretário adjunto dentro da Prefeitura de Osasco

Justiça decreta prisão preventiva de GCM Após assassinato em Osasco

A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do guarda civil municipal (GCM) Henrique Marival de Sousa, acusado de atirar e matar Adilson Moreira, secretário municipal adjunto de Segurança e Controle Urbano de Osasco, na Grande São Paulo. O crime ocorreu dentro da prefeitura da cidade na tarde de segunda-feira (6.jan.2025). O autor do homicídio passou por audiência de custódia na manhã de terça-feira (7.jan).

Na segunda-feira (6), após uma reunião entre o secretário e guardas civis municipais, Henrique Sousa manteve Adilson Moreira como refém, trancou as portas do local e montou barricadas. Testemunhas relataram que disparos foram ouvidos logo após o encontro individual entre o secretário e o guarda.

De acordo com o boletim de ocorrência, a reunião tinha como objetivo anunciar alterações na equipe de segurança do prefeito e da primeira-dama. Henrique Sousa fazia parte dessa equipe, mas teria sido retirado do cargo durante o encontro. A polícia apreendeu a arma do crime, uma pistola Taurus calibre .40, além de carregadores, cartuchos, estojos e fragmentos de projéteis. Um simulacro de arma de fogo também foi encontrado na mochila do GCM, dentro de seu carro.

Entrega e prisão

Após manter o secretário como refém por algumas horas, Henrique Sousa se entregou à polícia por volta das 19h30. A negociação foi conduzida por equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), da Polícia Militar. O atirador foi encaminhado ao 5º Distrito Policial de Osasco, onde permaneceu em silêncio durante o interrogatório. Ele foi indiciado por homicídio doloso, consumado, sem qualificadoras definidas até o momento.

Procedimentos legais

Exames periciais foram solicitados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado de São Paulo, e o caso segue sob investigação. A prefeitura de Osasco informou que o acesso ao Paço Municipal foi interditado durante a operação policial.

O guarda civil será mantido sob custódia enquanto novas diligências investigativas ocorrem. A motivação do crime, segundo o delegado Daniel Alois Martins, ainda não foi confirmada de forma conclusiva.

Arma e material apreendidos

  • Arma do crime: Pistola Taurus calibre .40
  • Acessórios: Dois carregadores e diversos cartuchos
  • Material adicional: Simulacro de arma de fogo
  • Fragmentos de projéteis e estojos: Apreendidos no local

A prefeitura lamentou o ocorrido e afirmou que está prestando apoio às investigações e à família de Adilson Moreira.

Foto: Jean Bueno / Prefeitura de Osasco / Ilustração

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