Covid-19 - Atualizações sobre a pandemia em tempo real - Por dentro do RN

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As últimas informações sobre a Covid-19 no Brasil e no Mundo

Natal aplicou mais de 1.200 vacinas em pontos itinerantes montados pela Prefeitura no São João

Natal aplicou mais de 1.200 vacinas em pontos itinerantes montados pela Prefeitura no São João

A Prefeitura do Natal imunizou 1.244 pessoas nos pontos itinerantes montados durante o período junino em Mirassol, na Feirinha da Árvore; e em Lagoa Nova, no São João de Natal. Essa estratégia visa ampliar ainda mais a cobertura vacinal na cidade, uma vez que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal) leva equipes de vacinadores, além dos pontos itinerantes extras, em eventos que acontecem na capital. Todos os locais atendem com oferta de imunizantes contra a Covid-19, Influenza e Sarampo.

De 17 a 21 de junho, Feirinha da Árvore de Mirassol – edição São João, aplicou 619 doses de vacinas na população. Deste total, 13 foram de Sarampo (Tríplice Viral), 291 de Influenza e 315 contra a covid-19. Já no São João de Natal, na Arena das Dunas, de 22 a 26 de junho, o total foi de 625 aplicações. Deste quantitativo, 330 imunizantes foram aplicados contra a Influenza e 295 contra a Covid-19.

O município aplica atualmente as vacinas contra a Covid-19 para qualquer pessoa a partir dos cinco anos. A segunda dose é aplicada no tempo recomendado de acordo com o fabricante. Para o primeiro reforço (D3) é necessário aguardar quatro meses da aplicação da segunda dose. A segunda dose de reforço (D4) é disponibilizada para qualquer pessoa a partir dos 40 anos, profissionais da saúde ou imunossuprimidos a partir dos 12 anos, sempre com o mesmo intervalo de quatro meses da aplicação anterior.

A vacina contra o sarampo é disponibilizada para crianças dos seis meses a menores de cinco anos; já a Influenza está disponível para qualquer pessoa a partir dos seis meses de idade. Para mais informações basta verificar a plataforma Vacina Natal: https://vacina.natal.rn.gov.br.

Foto: Joana Lima / Secom

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Pesquisadores identificam método capaz de ajudar na previsão da gravidade da covid-19

Pesquisadores identificam método capaz de ajudar na previsão da gravidade da covid-19

Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), da Universidade de São Paulo, identificaram um método com potencial para prever a gravidade da covid-19 nos pacientes, a partir da análise do plasma sanguíneo. O sistema pode servir como ferramenta de triagem no atendimento dos infectados e ser utilizado a fim de evitar a evolução da doença. O estudo foi publicado na revista científica Journal of Proteome Research.

De acordo com a pesquisa, os pacientes infectados pela doença tiveram variações na concentração de seis substâncias encontradas no sangue, chamadas de metabólitos, sendo elas glicerol, acetato, 3-aminoisobutirato, formato, glucuronato e lactato. As análises revelaram que, quanto maior o desequilíbrio na quantidade dessas substâncias no início da infecção, mais graves eram os quadros de saúde que os pacientes desenvolviam.

Plasma

Foram analisadas amostras de plasma sanguíneo de 110 pacientes com sintomas gripais que passaram, em 2020, pelo Hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), sendo que 57 deles não estavam infectados por covid-19 e os outros 53 eram casos positivos recentes da doença.

Os pesquisadores observaram que, dos infectados, dez pacientes apresentaram complicações e chegaram a ser internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com registro de duas mortes. Esse grupo com quadro de maior gravidade apresentou, no início da infecção por covid-19, variações mais acentuadas na concentração dos metabólitos citados.

Os resultados do estudo podem contribuir, conforme apontou o IQSC, para o desenvolvimento de um novo protocolo clínico que ajudaria médicos e hospitais a identificarem, já nos primeiros dias de sintomas, pacientes que possam desenvolver a forma grave da doença, permitindo que intervenham para evitar a evolução da doença.

Ainda segundo o IQSC, para validar a técnica, os pesquisadores planejam ampliar o número de amostras de plasma sanguíneo avaliadas e incluir novos grupos, como os vacinados que contraíram a covid-19, nos próximos passos do estudo. Além disso, eles pretendem incluir informações sobre gênero e idade nas estatísticas.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Covid-19 cresce e responde por 71,2% dos casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave, aponta Fiocruz

Covid-19 cresce e responde por 71,2% dos casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave, aponta Fiocruz

Os casos de covid-19 continuam crescendo no país, desde meados de abril, e já respondem por 71,2% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Os dados são do Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep/Gripe) até o dia 13 de junho.

A análise aponta que a curva nacional de contágio pelo vírus Sars-CoV-2 mantém sinal de crescimento e que a predominância da doença ocorre na população adulta e em crianças e jovens a partir dos cinco anos de idade. Na faixa de zero a quatro anos, verifica-se o predomínio do vírus sincicial respiratório (VSR), seguido de Sars-CoV-2, rinovírus e metapneumovírus.

Segundo o boletim divulgado ontem (21.jun.2022), nas quatro últimas semanas epidemiológicas analisadas, 3,5% dos casos de SRAG com comprovação laboratorial deram positivo para influenza A, 0,3% para influenza B, 12,7% para vírus sincicial respiratório e 71,2% para Sars-CoV-2. Entre os óbitos, 2,6% foram por influenza A, 0% para influenza B, 2,3% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 91,9% para Sars-CoV-2.

Os dados apontam que este ano foram registrados 27.302 óbitos de SRAG, sendo que, entre os que tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 3,6% foram por influenza A, 0,1% influenza B, 0,7% de vírus sincicial respiratório (VSR) e 96,4% de Sars-CoV-2.

Estados

Entre as 27 unidades da federação, 17 estão com indícios de crescimento na tendência de SRAG de longo prazo, que inclui as últimas seis semanas analisadas: Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. As outras dez estão com sinal de estabilidade ou queda.

A Fiocruz frisa que, embora não se destaque no dado nacional, o vírus da gripe Influenza A mantém sinal de crescimento em diversas faixas etárias no estado do Rio Grande do Sul.

Nas capitais, 19 apontam para sinal de crescimento da SRAG na tendência de longo prazo: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Plano Piloto e arredores em Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN) Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Apenas Palmas encontra-se em uma macrorregião de saúde em nível pré-epidêmico e São Luiz em nível epidêmico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Das outras capitais, 19 estão em nível alto (Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e Vitória), seis em nível muito alto (Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Rio Branco e São Paulo) e nenhuma em nível extremamente alto.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Governadores do Nordeste criticam redução de ICMS e defendem ações contra a covid-19

Governadores do Nordeste criticam redução de ICMS e defendem ações contra a covid-19

A redução das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o aumento dos casos de covid-19 foram as principais preocupações dos governadores do Nordeste na reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, realizada nesta quinta-feira (16.jun.2022) no Hotel Barreira Roxa, em Natal.

Pela estimativa dos governadores, a mudança no ICMS conforme o Projeto de Lei Complementar 18/2022 aprovado no Congresso, vai provocar perda de arrecadação de R$ 17,2 bilhões nos nove estados da região. No Rio Grande do Norte essa perda será R$ 1,2 bilhão, com prejuízos para a Saúde, Educação e municípios e impacta também os programas de combate à pobreza. O ICMS é a principal fonte de financiamento das políticas públicas nos Estados.

“Os governadores do Nordeste, reunidos em Natal, por ocasião da realização da 1ª Feira Nordestina de Agricultura Familiar e Economia Solidária, denunciam o grave risco ao arranjo federativo brasileiro e à consecução das políticas públicas por parte dos governos estaduais gerado pela proposta do PLC 18/2022 que fixa a alíquota de ICMS sobre combustíveis, telecomunicações, energia em 17%”, diz um trecho da “Carta de Natal”, divulgada ao final do encontro.

“Em nosso entendimento, a questão do ICMS é um processo que precisa ser discutido com os Estados, mas infelizmente não aconteceu. Isso fere direitos básicos da Federação, vai provocar perdas financeiras enormes e não resolve o problema do aumento de preço dos combustíveis”, disse o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, presidente do Consórcio Nordeste. “A verdadeira causa da explosão de preços dos combustíveis é a política da Petrobras indexada ao dólar. O presidente da República deveria ter a coragem e a determinação de fazer a mudança na raiz do problema”, reforçou a governadora Fátima Bezerra.

Assessorados pela presidenta da Fiocruz, Nísia Trindade, e por Sérgio Rezende, coordenador do Comitê Científico de Combate ao Covid-19, os governadores reforçaram a importância da vacinação, do uso de máscaras e demais medidas de redução da propagação do vírus. “É necessário ampliar a convocação e reforçar a busca ativa para que as pessoas que ainda não completaram o esquema vacinal o façam o quanto antes”, defendeu Fátima, ao cobrar do governo federal o lançamento de uma campanha de vacinação.

Os governadores do Nordeste também demonstraram preocupação com o aumento da miséria, que colocou o Brasil novamente no Mapa da Fome e apontaram a Agricultura Familiar como uma das alternativas para levar comida à mesa dos brasileiros. “Temos de ter políticas públicas que cheguem na ponta e discussões como a que estão sendo feitas hoje nesta reunião (do Consórcio) no Rio Grande do Norte são importantes para isso”, enfatizou Paulo Câmara.

Participam da reunião os governadores Fátima Bezerra (RN), Paulo Câmara (PE), João Azevedo (PB), Regina Sousa (PI), Paulo Velten (interino- Maranhão) e Eliane Aquino (vice-Sergipe); Antenor Roberto, (vice-governador do RN) e os senadores Jean-Paul Prates (RN) e Humberto Costa (PE); Carlos Gabas, secretário executivo do Consórcio Nordeste; Décio Padilha, presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz); Sérgio Rezende, coordenador do Comitê Científico.

Foto: Elisa Elsie

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Instituto de Medicina Tropical da UFRN detecta duas novas variantes Ômicron da covid-19

Instituto de Medicina Tropical da UFRN detecta duas novas variantes Ômicron da covid-19

O Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) detectou duas novas variantes Ômicron da covid-19 coletadas, em maio, de pessoas em Natal. A pesquisa foi feita com participação do Laboratório Getúlio Sales Diagnóstico e o Instituto Butantan.

O estudo sequenciou e analisou amostras coletadas pelas unidades de saúde da prefeitura de Natal e pelo IMT, detectando a circulação das novas variantes Ômicron (BA.5-like) e Ômicron (BA.4-like). De acordo com a diretora do IMT, Selma Jerônimo, as novas variantes indicam ser mais transmissíveis, em razão do aumento no número de pessoas infectadas com covid-19 nas últimas semanas.

A diretora ressaltou a importância da vacina contra a covid-19, para evitar a forma grave da doença, bem como orientou sobre o uso de máscaras em locais fechados, além das demais medidas de biossegurança, como a higiene frequente das mãos.

Com informações da Agência Brasil
Foto: hospitalclinic/VisualHunt

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RN tem aumento de 106% nas internações por covid-19 em 11 dias

RN tem aumento de 106% nas internações por covid-19 em 11 dias

O Rio Grande do Norte registrou um aumento de 106% nas internações por covid-19 nos leitos clínicos e críticos nas redes pública e privada de saúde em 11 dias. De acordo com os dados publicados nos boletins epidemiológicos da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN).

No dia 3 de junho, o estado tinha 44 internações por covid-19. Já em 13 de junho, o número subiu para 91. Em relação exclusivamente aos leitos críticos tanto da rede pública, quanto do setor privado, o aumento foi de 117% no mesmo período – subindo de 23 para 50.

Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília/Ilustração

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'Aumento de casos de covid-19 no RN provém de população em atraso', afirma Ricardo Valentim

‘Aumento de casos de covid-19 no RN provém de população em atraso’, afirma Ricardo Valentim

O aumento de casos de covid-19 registrado nos últimos dias ocorre, principalmente, na população que mais tem alguma dose da vacina em atraso. A afirmação é do professor Ricardo Valentim, do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais/UFRN) e foi dada em entrevista ao Bom Dia RN desta terça-feira (14.jun.2022).

Segundo o pesquisador, a maior incidência de caso atualmente é na faixa de idade entre 18 e 50 anos – a que mais possui doses atrasadas. “A grande recomendação é tomar a vacina. Hoje esse aumento de casos é principalmente na população de 18 a 50 anos, a população que está com suas doses atrasadas”, diz.

“A população precisa se imunizar, principalmente a população dessa faixa etária, considerada economicamente ativa”, conclui. Ricardo Valentim reforça que aproximadamente 700 mil pessoas estão com alguma dose do imunizante em atraso em todo o estado.

De acordo com o pesquisador, o RN deveria ter alcançado a marca de 70% de sua população com a 3ª dose da vacina (dose de reforço), o que não ocorreu. “O Brasil vive uma estagnação em relação a imunização. Pelas projeções, o RN no mês de maio deveria ter alcançado a marca de 70% de sua população com a 3ª dose. Justamente por não ter alcançado essa marca, estamos vendo o aumento de casos”, afirma.

Situação não é crítica

Apesar do aumento no número de casos diários, a situação ainda não é crítica. Segundo o professor, apesar do Rio Grande do Norte registrar um maior número de confirmações de covid-19 nos últimos dias, é um quantitativo bem inferior ao início do ano, com a variante Ômicron, e no ano passado, com a Delta.

“Para dizer que não é crítico, a gente observa pelo número de pacientes internados. Hoje temos 15. Quando a Ômicron chegou, tivemos 120 pacientes internados e antes, com a Gama, tivemos mais de 400 pacientes. Estamos muito longe do cenário visto em janeiro e mais longe ainda do que vimos na Gama [no início de 2021]”, explica Valentim.

O laboratório, que monitora os números da Covid-19 desde o início da pandemia, projeta redução do número de casos em até 30 dias. “A nossa previsão é que daqui a 20, ou no máximo 30 dias, é que haja uma redução do número de casos, o que deverá reduzir ainda mais a questão de pacientes internados”, reforçou.

Foto: hospitalclinic/VisualHunt

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Fiocruz identifica subvariantes mais transmissíveis da Ômicron

Fiocruz identifica subvariantes mais transmissíveis da Ômicron

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou, por análise genômica, a substituição da linhagem BA.1 da covid-19 pela linhagem BA.2 nas amostras analisadas entre 20 de maio e 2 de junho. Ambas são subvariantes da Ômicron. Além disso, a Fiocruz identificou, no período, o aumento na detecção entre os meses de maio e junho das linhagens BA.4, BA.5 e BA.2.12.1, que têm características genômicas que podem levar a uma maior transmissibilidade viral.

Os dados são computados semanalmente na Rede de Plataformas Tecnológicas com a obtenção de dados da Plataforma EpiCoV da Global Initiative on Sharing All Influenza Data (Gisaid), uma plataforma internacional para compartilhamento de dados genômicos dos vírus de influenza e Sars-CoV-2.

A atualização da Rede Genômica Fiocruz mostra a caracterização genômica de sete casos confirmados por RT-PCR de coinfecção pelos vírus Sars-CoV-2 e influenza e ainda 69 casos de reinfecção, 48 dos quais associados à reinfecção pela Ômicron.

A variante BA.1 foi a responsável pelo surto da covid no país ocorrido entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. A BA.2 têm ganhado espaço não apenas no Brasil como em outros países. As cepas BA.4 e BA.5 parecem se espalhar ainda mais rápido do que as mutações anteriores da Ômicron.

A Rede Genômica Fiocruz já produziu e enviou para as vigilâncias e laboratórios estaduais um total de 709 relatórios sobre subvariantes, que continham 45.657 genomas. O trabalho é feito pelo Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), no Rio de Janeiro, e os laboratórios integrantes da Rede Genômica Fiocruz em outros sete estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Piauí, Paraná e Pernambuco. Esses oito centros de monitoramento atendem aos 26 estados e ao Distrito Federal.

Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu dez variantes de monitoramento prioritário, classificadas em quatro categorias: variantes de preocupação (VOC), variantes de interesse (VOI), variantes sob monitoramento (VUM) e linhagens de variantes de preocupação sob monitoramento (VOC-LUM). Estão em circulação apenas as VOCs Ômicron e Delta.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Decreto da prefeitura de Natal recomenda uso de máscaras em ambientes fechados

Decreto da prefeitura de Natal recomenda uso de máscaras em ambientes fechados

A prefeitura de Natal voltou a recomendar o uso de máscaras em ambientes fechados na capital potiguar. A orientação foi publicada em um decreto na última sexta-feira (10.jun.2022), no Diário Oficial do Município. Segundo a gestão municipal, a recomendação se deve ao aumento no registro de casos de covid-19 e de outras doenças respiratórias.

De acordo com a prefeitura, dois fatores foram levados em consideração para a nova recomendação do uso de máscaras em ambientes fechados. O primeiro foi a alta dos casos na capital. Além disso, a Secretaria de Saúde registrou um aumento da ocupação de leitos da rede hospitalar.

Além do uso de proteção em local fechado, o Decreto nº 12.533 recomenda o retorno dos protocolos sanitários de prevenção não farmacológica quanto à covid-19 e síndromes respiratórias, em especial a higienização frequente das mãos e o distanciamento social.

O Decreto também exige que, de modo imediato, haja a conclusão do esquema vacinal contra a covid-19, assim como as campanhas de imunização disponibilizadas através do poder público. Segundo dados do portal RN + Vacina, Natal está com cerca de 84% da população vacinada, mas ainda existem cerca de 67 mil pessoas que estão com a cobertura vacinal em atraso.

Foto: Reprodução/Magnus Nascimento

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Número de casos de covid-19 no RN cresce 338% em 10 dias

Número de casos de covid-19 no RN cresce 338% em 10 dias

O aumento no número de casos de covid-19 no RN fez com que o Governo emitir portaria sugerindo a utilização de máscaras em locais fechados.

O Rio Grande do Norte registrou, nas últimas 24 horas, 421 casos confirmados de covid-19. O número casos de covid-19 no RN é o maior após a onda da ômicron. Dez dias atrás, o número registrado em 24 horas foi de 96 casos. O aumento é de 338%.

O crescimento nos casos registrados de covid-19 motivaram o Governo do Estado a emitir portaria sugerindo a utilização de máscaras em locais fechados, incluindo escolas, e que a população retome os cuidados com higienização das mãos. Apesar da medida não ser obrigatória, ela foi acompanhada por outros órgãos no Rio Grande do Norte, como o Tribunal de Justiça e a Assembleia Legislativa.

Apesar do aumento nos casos confirmados, não houve aumento no número de hospitalizações ou óbitos. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública, nenhuma morte foi registrada nas últimas 24 horas. Já sobre as internações, o Rio Grande do Norte teve 9 pedidos para leitos em unidades de saúde públicas. Ao todo, o Rio Grande do Norte tem 19 pacientes internados em leitos críticos da rede SUS.

Ainda segundo dados da Sesap, nos últimos 30 dias, o Rio Grande do Norte teve cinco mortes em decorrência da covid-19, com 29 internações nas em 17 unidades de saúde voltadas ao atendimento de pacientes acometidos pela doença na rede pública.

Alerta

A média móvel semanal de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) cresceu 39,5% entre a primeira e a última semana de maio, segundo o boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (9.jun.2022) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Entre os dias 29 de maio e 4 de junho, foram registrados no País 7,7 mil casos da síndrome.

A Fiocruz informa ainda que, se for considerada apenas a população adulta, com 18 anos ou mais, a estimativa é que esse crescimento tenha sido de 88,7%. Entre as crianças, os casos se mantêm estáveis em patamar considerado alto e continuam mais associados ao vírus sincicial respiratório (VSR).

O estudo mostra que a covid-19 está retomando espaço entre os casos de síndrome respiratória na população em geral. Na última semana de abril, o vírus respondia por 41,2% das síndromes respiratórias graves com teste positivo para algum vírus. Já na última semana de maio, o percentual chegou a 69%. Se forem considerados apenas os óbitos por SRAG viral, 92,22% foram causados pelo SARS-CoV-2 na última semana pesquisada.

O boletim aponta que, nas últimas seis semanas, há tendência de crescimento da síndrome em 24 das 27 unidades da federação. As exceções são Tocantins, Ceará e Pernambuco. Os pesquisadores acrescentam que, no Rio Grande do Sul, tem se observado aumento também nos casos positivos para Influenza (gripe) em diversas faixas etárias.

Vacinas e máscaras

O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta que o momento é de retomar medidas preventivas contra o coronavírus e pede que a população não deixe de tomar as doses de reforço disponíveis para suas faixas etárias.

“É fundamental que a população retome certas medidas simples e eficazes, como o uso de máscaras, especialmente no transporte público, seja ele coletivo ou individual – tais como ônibus, trem, metrô, barcas, táxis e aplicativos. E quem ainda não tomou a dose de reforço da vacina da covid, é preciso tomar. A vacinação é simplesmente fundamental”, disse.

“Ela é fundamental em todo o País porque esse cenário, que hoje é particular no Rio Grande do Sul, pode acabar refletindo nos demais estados nas próximas semanas”.

Com informações da Tribuna do Norte
Foto: Senado Federal/VisualHunt.com

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Saiba onde fazer teste de covid-19 na rede pública de Natal

Saiba onde fazer o teste de covid-19 em Natal; SMS não exige requisição médica

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, não é necesário ter uma requisição médica para realizar os testes; saiba onde fazer o teste de covid-19 em Natal.

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal divulgou uma lista de unidades básicas de saúde que contam com testes rápidos para covid-19 nas quatro zonas administrativas da capital potiguar. De acordo com a SMS, não é necesário ter uma requisição médica para realizar os testes.

A secretaria ressaltou que os locais não são centros de testagens, mas unidades referenciadas para atendimento a síndromes respiratórias. Saiba onde fazer o teste em Natal:

Onde fazer teste de covid-19 em Natal (RT-PCR)

Com informações do G1 RN
Foto: Senado Federal

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Estudante morre por complicações da covid-19 em Natal; Anny Celly de Oliveira tinha 25 anos

Estudante morre por complicações da covid-19 em Natal; Anny Celly de Oliveira tinha 25 anos

A estudante de fisioterapia Anny Celly de Oliveira, de 25 anos, morreu por complicações da covid-19 na madrugada de terça-feira (7.jun.2022), em Natal. O pai dela, o sargento da PM Neriwelton Alexandre, de 45 anos, também foi vítima da doença em dezembro de 2020.

Anny nasceu em Caicó, mas atualmente morava em Natal com a avó, segundo familiares. Há pouco mais de um mês, ela começou a apresentar sintomas da doença, realizou um teste que deu positivo para a covid-19. A jovem foi medicada e voltou para casa, mas alguns dias depois teve uma piora no quadro e retornou ao hospital.

Ela ficou 29 dias internada e 15 dias intubada no Hospital Antônio Prudente, na capital potiguar. Na madrugada de terça ela não resistiu e morreu. Anny havia tomado duas doses da vacina contra a covid-19.

Sequelas no pulmão

Segundo a família, os médicos informaram que ela estava curada da Covid, mas a doença deixou sequelas graves no pulmão da estudante. Eles cogitaram a possibilidade da utilização do ECMO, equipamento que funciona como uma espécie de pulmão artificial, e até de um transplante, mas ela não resistiu.

O pai de Anny era policial militar e morreu com a doença em dezembro de 2020. Ele morava e atuava na corporação em Mossoró. O velório de Anny Celly de Oliveira acontece na casa da avó paterna, em Caicó e o sepultamento será no cemitério Campo Jorge, zona norte da cidade, às 17h desta quarta-feira (8.jun.2022).

Com informações do G1 RN
Foto: Arquivo da família

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Portaria editada pelo Governo do RN recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados

Portaria editada pelo Governo do RN recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) passou a recomendar o uso de máscaras em ambientes fechados. A medida não é obrigatória e consta, ao lado de outras recomendações, em portaria publicada na edição desta terça-feira (6.jun.2022) do Diário Oficial do Estado (DOE/RN).

A pasta recomenda o uso de máscaras de proteção em ambientes fechados, incluindo transportes públicos, locais destinados à prestação de serviços de saúde, ambientes de trabalho e escolas. “Por serem locais que apresentam maiores riscos para disseminação da covid-19”, afirma a Sesap no documento.

Mesmo com a publicação da portaria, o uso de máscaras em ambientes fechados não é obrigatório, mas recomendado. O documento não menciona nenhuma recomendação sobre uso de máscaras em ambientes abertos.

A secretaria levou em consideração o aumento exponencial dos casos da covid-19 no RN, com a confirmação de 617 casos na última semana e 125 apenas nas últimas 24h. O decreto que flexibilizava o uso de máscaras em ambientes fechados foi publicado em abril, e previa que o governo poderia rever as medidas de flexibilização diante de novas atualizações do cenário epidemiológico.

Direcionamentos

A pasta recomenda, também, a retomada das medidas de prevenção não-farmacológicas, como protocolos sanitários, higienização das mãos com frequências e etiqueta respiratória.

Também é recomendado que a população conclua o esquema vacinal contra a covid-19, incluindo a primeira e segunda doses de reforço para o público prioritário, de acordo com o calendário de campanha.

A expansão da testagem para covid também é recomendada. A Sesap/RN enviou 400 mil testes covid aos municípios e pede que todas as verificações, incluindo os autotestes, sejam registrados para evitar a subnotificação, significando um monitoramento adequado da pandemia no Rio Grande do Norte.

Foto: Ilustração/Daniel Castellano

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Sesap estuda a volta de máscaras em ambientes fechados no estado; média móvel da covid-19 no RN cresceu 619%

Sesap estuda a volta de máscaras em ambientes fechados no estado; média móvel da covid-19 no RN cresceu 619%

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) estuda pedir a volta do uso de máscaras em ambientes fechados em todo o estado. No fim de semana, uma nota técnica da pasta com essa recomendação chegou a ser divulgada antes da hora, mas a secretaria diz que a medida ainda está em discussão.

Publicado em abril, o decreto que flexibilizava o uso de máscara em ambientes fechados previa que o governo poderia rever as medidas de flexibilização diante de novas atualizações do cenário epidemiológico. De acordo com a Coordenadora de Vigilância em Saúde da pasta, Kelly Lima, “hoje a realidade é outra” e novas medidas devem ser anunciadas.

“Estamos dialogando com o Governo e com os demais secretários para chegar a um veredito e, retornar, se for o caso, o uso de máscaras para mitigar o desenvolvimento da doença”, afirma a gestora. Além da recomendação para a volta do uso do equipamento em ambientes fechados, a pasta enviou 400 mil testes covid aos municípios e vai reforçar a importância das notificações dos autotestes.

A recomendação para a volta do uso de máscaras em ambientes fechados se dá pelo atual quadro epidemiológico do Rio Grande do Norte. O estado teve um aumento de 619% na média móvel dos últimos 15 dias, de acordo com os boletins epidemiológicos diários divulgados pela pasta.

Foto: Reprodução/Fábio Lima/O Povo

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Rio Grande do Norte teve aumento de 619% na média móvel de casos de covid-19 nos últimos 15 dias

Rio Grande do Norte teve aumento de 619% na média móvel de casos de covid-19 nos últimos 15 dias

O RIo Grande do Norte teve um aumento de 619% na média móvel de casos de covid-19 registrados nos últimos 15 dias. Em 22 de maio, a média daquela semana foi de 42,4 casos no estado. Já ontem (5.jun.2022), essa média móvel subiu para 302,5. Os dados podem ser extraídos dos boletins epidemiológicos diários divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN).

Os casos registrados são os somados nos dados gerais dos boletins e que não constavam nos dias anteriores – eles podem ter sido confirmados no dia ou não. O dia recente com maior número de casos foi em 30 de maio, com 928 casos. Entre 2 e 4 de junho, o RN marcou também mais de 200 casos por dia: 270, 259 e 223.

Neste domingo, foram 70 novos casos registrados no boletim, sendo 48 deles confirmados nas últimas 24 horas, segundo a Sesap. Como base de comparação, em maio, além do dia 30, com mais de 900 casos, apenas o dia 24, com 254 novos casos, ultrapassou a barreira dos 200 casos de covid-19 por dia.

Ocupação

Três hospitais públicos e um hospital público infantil estão com os leitos de UTI para Covid com 100% de ocupação. São eles: Giselda Trigueiro e Hospital dos Pescadores, em Natal, e o Rafael Fernandes, em Mossoró, além do Hospital Infantil Maria Alice Fernandes.

Os dados são da plataforma Regula RN e foram consultados ontem, às 13h30. A ocupação de leitos no estado está em 39%, de acordo com a plataforma, sendo a Região Oeste, com 50% a que mais preocupa. A Região Metropolitana está com 38%.

Atualmente, o estado tem 18 leitos disponíves para Covid e 15 ocupados, além de 17 bloqueados (por falta de insumo ou profissionais). Outros 5 estão ocupados por pacientes não-Covid. No auge da pandemia, o estado chegou a ter mais de 400 leitos de UTI e com lotação de 100%.

Foto: Reprodução/Aloísio Maurício/Fotoarena/Estadão Conteúdo

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Procurador Geral do Estado vai entregar petição que originou bloqueio dos valores dos respiradores a Kelps Lima

Procurador Geral do Estado vai entregar pessoalmente a Kelps Lima petição que originou bloqueio dos valores dos respiradores

O procurador-Geral do Estado, Luiz Antônio Marinho, vai a Assembleia Legislativa nesta sexta-feira (3.jun.2022) com um único objetivo: entregar, pessoalmente, ao deputado estadual Kelps Lima uma cópia da petição inicial da ação em que o Governo do RN pede o ressarcimento total do valor gasto para a compra dos respiradores que nunca chegaram – foi graças a essa petição que a gestão Fátima Bezerra conseguiu recuperar 73% dos valores, R$ 3,6 milhões dos R$ 4,9 mi, pagos à empresa contratada pelo Consórcio Nordeste.

Em contato com o Blog Daniela Freire, Marinho confirmou a informação.

Ele explicou que Kelps já havia solicitado administrativamente à PGE a cópia desse documento, mas como a ação tramita sob sigilo decretado pela justiça ele não conseguiu ter acesso à petição. Vendo o deputado ameaçar convocá-lo e cobrar, insistentemente, através da imprensa, para que apresentasse o documento que não podia ser compartilhado, Luiz Antônio Marinho resolveu ingressar com um requerimento solicitando ao juiz da Ação Civil Pública que trata da questão dos respiradores a autorização para compartilhar com o deputado Kelps Lima a cópia da petição inicial.

E o juiz deferiu o pedido na tarde desta quinta-feira.

“Tenho sido muito cobrado pelo deputado Kelps, mas eu não poderia fazer a entrega da petição sem autorização judicial, sob pena de violação de sigilo”, disse o procurador. “Agora, providenciaremos a remessa da petição inicial ao deputado, que deverá manter o sigilo das informações, conforme determinado pelo juiz Cícero Macedo”, ressaltou o procurador geral. “Com a autorização do juiz, faremos a entrega ao deputado Kelps amanhã (3 de junho)”, garantiu.

Com a atitude, o procurador Geral do Estado esvaziará, mais uma vez, o discurso de Kelps e o obrigará a cancelar o pedido de convocação de Luiz Antônio Marinho, já protocolado por ele na Comissão de Finanças e Fiscalização da Assembleia Legislativa.

Presidente de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou por quatro meses, no segundo semestre de 2021, pelo menos 12 contratos envolvendo recursos investidos no combate à pandemia de coronavírus no Rio Grande do Norte, o deputado Kelps Lima viu o seu trunfo eleitoral desaparecer quando a PGE divulgou o valor do que está sendo ressarcido ao Estado do dinheiro dos respiradores.

Com informações do Novo Notícias
Foto: Divulgação

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Depois de dois meses, lockdown em Xangai por conta da covid-19 é encerrado

Depois de dois meses, lockdown em Xangai por conta da covid-19 é encerrado

Após dois meses de frustrações, desespero e perdas econômicas, o regime de lockdown em Xangai contra a covid-19 foi encerrado à meia-noite de quarta-feira (horário local), levando a comemorações temperadas com medo de que um novo surto da doença possa acontecer.

A maioria dos 25 milhões de moradores de Xangai agora podem sair livremente de casa, voltar ao trabalho, utilizar o sistema de transporte público e dirigir seus carros–um momento que, para muitos, na maior e mais cosmopolita cidade da China, parecia que nunca ia chegar.

À meia-noite, pequenos grupos se reuniram no bairro da antiga Concessão Francesa, assobiaram, gritaram “proibição suspensa!” e brindaram com taças de champanhe.

Mais cedo, as ruas estavam animadas, com moradores fazendo piqueniques nos gramados e crianças passando com suas bicicletas nas avenidas sem carros. Aposentados dançando, uma visão noturna comum nas cidades chinesas, apareceram novamente pela primeira vez após meses em praças e espaços abertos ao longo do rio Huangpu.

A Disneylândia de Xangai, que ainda não anunciou sua data de reabertura, transmitiu um show de luzes para celebrar “a suspensão do lockdown em Xangai”. Foi utilizada uma expressão chinesa que também significa “proibição”, e que era evitada pelas autoridades municipais.

A experiência do lockdown em Xangai se tornou um símbolo do que alguns criticam como a insustentabilidade da política de tolerância zero da China contra a covid-19, que busca interromper toda cadeia de transmissão do vírus a qualquer custo, mesmo enquanto a maior parte do mundo tenta voltar ao normal apesar da continuidade das infecções.

Com informações da Agência Brasil
Foto: REUTERS/Aly Song/Direitos reservados

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Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar a terceira dose da vacina contra a covid-19 em Natal; confira os locais

Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar a terceira dose da vacina contra a covid-19 em Natal; confira os locais

O público com idade de 12 a 17 anos já pode comparecer a um dos pontos de vacinação desde o sábado (28.mai.2022), acompanhado dos pais ou responsáveis, para receber a terceira dose (D3) da vacinação contra covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o intervalo para receber a D3, deve ser de quatro meses, entre a D2 e a D3.

Todos os pontos de vacinação para o público de adolescentes entre 12 e 17 anos estão disponíveis no site https://vacina.natal.rn.gov.br/.

Foto: Reprodução/Magnus Nascimento

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Sesap promove Dia D de Mobilização para o Combate às Arboviroses no RN

Sesap promove Dia D de Mobilização para o Combate às Arboviroses no RN

Blitz educativa para conscientizar a população, força-tarefa e mutirão de limpeza, busca ativa durante as visitas compartilhadas dos agentes de saúde, inspeção em prédios públicos e privados abandonados ou fechados e borrifação com UBV Portátil para eliminação dos focos de dengue, são algumas das ações do Dia D de Combate às Arboviroses no RN, que acontece nesta sexta-feira (27.mai.2022).

A ação é promovida pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) em parceria com as secretarias municipais de saúde e vigilâncias dos 167 municípios do RN. A ação de abertura acontece às 8h, no Colégio Estadual Atheneu, com a mobilização estudantil de gincana e apresentação de materiais de prevenção às arboviroses no RN.

“Precisamos que toda a população esteja envolvida neste combate às arboviroses. Registramos um aumento em todo o território tanto no número de casos como em internações e precisamos olhar para nossos quintais, cuidar de nossos ambientes para que possamos atravessar esse momento com eficácia e segurança”, disse Kelly Lima, coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap.

O Dia D, faz parte das ações de combate embasadas pelo decreto Nº 31.526, que declarou situação de emergência em todo o território do Estado do Rio Grande do Norte, desde o último dia 19 de maio em razão da epidemia de arboviroses, provocada por desastre natural biológico, Nível II – Desastre de Média Intensidade.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (25.mai.2022), a Secretaria de Estado de Saúde Pública orienta a ampla mobilização dos 167 municípios do Estado do Rio Grande do Norte, em ações de combate às Arboviroses, devido ao aumento de casos da doença e de internações.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Ilustração

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Governo do RN dispensa a obrigatoriedade de comprovação do esquema vacinal

Governo do RN dispensa a obrigatoriedade de comprovação do esquema vacinal

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte publicou nesta quinta-feira (26.mai.2022), o Decreto nº 31.541, de 25 de maio de 2022, que dispensa a obrigatoriedade de comprovação do esquema vacinal em equipamentos públicos e privados destinados ao público em geral, como estádios, ginásios e eventos esportivos com público, cinemas, teatros, salas de concertos e museus.

A decisão leva em consideração a adesão da sociedade potiguar ao plano nacional de vacinação contra a covid-19. Segundo o monitoramento de vacinação do RN + Vacina, desenvolvido pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN) em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), 84% da população do Estado encontra-se totalmente vacinada.

Para a dispensa da comprovação do esquema vacinal, o Decreto considera que o combate à pandemia e a adoção de medidas de prevenção são questões que devem ser enfrentadas por toda a sociedade, e que o esforço para a superação da crise é de responsabilidade conjunta de governos, de empresas e de cidadãos.

Permanece obrigatória a comprovação do esquema vacinal como condição para acesso aos eventos de massa, sociais, recreativos, conferências convenções, simpósios e afins, realizados em locais fechados, com participação simultânea superior a 2.000 pessoas.

O Governo do Estado reforça a importância de que todo cidadão complete o esquema vacinal contra covid-19. O mais recente relatório gerado pelo portal RN + Vacina, com dados até o início da tarde da segunda-feira (23.mai.2022), aponta que o Rio Grande do Norte tem um total de 767.796 pessoas com a terceira dose da vacina contra a covid-19 em atraso, ou seja, já passaram do período de quatro meses recomendado após a segunda dose.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforça que a imunização vem se mostrando a forma mais eficaz de controle da pandemia, evitando os casos graves e internações pela doença.

Foto: Reprodução/Elisa Elsie

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Anvisa aprova ampliação do uso do remdesivir em casos de covid-19

Anvisa aprova ampliação do uso do remdesivir em casos de covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação do medicamento Veklury, cuja substância ativa é o remdesivir, para o tratamento da covid-19. A medida foi aprovada no dia 23 e divulgada no site da instituição. O remédio poderá ser usado em pacientes adultos que “não necessitem de administração suplementar de oxigênio e que apresentem risco aumentado de progredir para caso grave” da doença.

“O remdesivir é um antiviral injetável produzido no formato de pó para diluição, em frascos de 100 mg. A substância impede a replicação do vírus no organismo, diminuindo o processo de infecção”, diz a nota da Anvisa. Segundo a agência, a empresa Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil apresentou dados clínicos que demonstraram a eficácia e a segurança do medicamento para esta finalidade.

Antes, o remdesivir tinha indicação terapêutica no Brasil para tratamento de covid-19 apenas em pacientes adultos e adolescentes com pneumonia que precisam de oxigênio. Com a nova indicação, o uso da medicação deve ser iniciado assim que possível após o diagnóstico e dentro de sete dias do aparecimento dos sintomas.

O tratamento tem o tempo total de três dias. A recomendação da Anvisa é que seja administrada, por infusão intravenosa, uma dose única de 200 mg de remdesivir no primeiro dia. Nos dias seguintes, a administração de uma dose diária de 100 mg, com o mesmo procedimento.

A Anvisa recomenda ainda que sejam seguidas as mesmas condições de segurança para uso do medicamento em ambiente ambulatorial, como a realização de testes laboratoriais hepáticos e renais em todos os pacientes antes do início do tratamento.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Divulgação

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Potiguares entre 18 e 39 anos lideram as faixas etárias com o maior atraso da D3, com percentual de quase 60%

Potiguares entre 18 e 39 anos lideram as faixas etárias com o maior atraso da D3, com percentual de quase 60%

O mais recente relatório gerado pela plataforma do RN + Vacina, com dados até o início da tarde da segunda-feira (23.mai.2022), aponta que o Rio Grande do Norte tem um total de 767.796 pessoas com atraso da D3 contra a covid-19, ou seja, já passaram do período de quatro meses recomendado após a segunda dose.

A faixa etária com maior atraso da D3 vai dos 18 a 29 anos, com 251.234 atrasados, seguido dos 30 a 39 anos, com 191.815 atrasados. Já o número dos que ainda não tomaram a segunda dose está em 257.837 em todo do RN, sendo as crianças de 05 a 11 anos com maior atraso – 61.351 e os jovens com 18 a 29 anos – 60.304 atrasados.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforça que a imunização vem se mostrando a forma mais eficaz de controle da pandemia, evitando os casos graves e internações pela doença. Após 39 dias seguidos sem registros de óbitos, na segunda-feira (23.mai.2022), foram registrados dois óbitos nos municípios de Apodi e Mossoró. Em um dos casos o paciente não tinha registro de vacinação contra a Covid e, no outro, o paciente de 84 anos com comorbidades tinha registro de duas doses da vacina.

Foto: Ilustração/Joana Lima/Secom/SMS Natal

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Internações por dengue na rede pública do RN superaram as ocupações por infarto e AVC em maio

Internações por dengue na rede pública do RN superam as ocupações por infarto e AVC em maio

Desde o dia 1º de maio, o Rio Grande do Norte registra solicitações de leitos e internações por dengue diariamente.

Com 145 solicitações de internação registradas entre o dia 1º de maio e a última segunda-feira (23), a dengue superou doenças como infarto no miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) e se tornou a segunda maior causa de ocupação de leitos na rede pública de saúde do Rio Grande do Norte.

Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde Pública. Somente a pneumonia causou mais solicitações de internação no período de 23 dias. Em 36 casos, os pacientes com dengue tiveram febre hemorrágica. Desde o dia 1º, o Rio Grande do Norte registra solicitações de leitos e internações por dengue diariamente. O maior volume ocorreu em 10 de maio – quando foram solicitados leitos para 13 pacientes

Aumento de casos

Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Sesap nesta terça-feira (24), até o dia 14 de maio, o estado registrou 14.860 casos prováveis de dengue, 4.563 casos prováveis de chikungunya e 1.008 casos prováveis de infecção pelo zika vírus em 2022.

A comparação com o ano anterior demonstra o crescimento do número de casos. Em 2021, considerando o mesmo período, o estado registrou pouco mais de 900 casos de dengue, 1.738 casos prováveis de chikungunya e menos de 100 casos de zika.

O aumento de casos gerou lotação de unidades de saúde de Natal.

Foto: Reprodução/EPTV

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Minha Escola Nota 10: Sesap e SEEC lançam programa para ampliar cobertura vacinal nas escolas

Minha Escola Nota 10: Sesap e SEEC lançam programa para ampliar cobertura vacinal nas escolas

Com o objetivo de incentivar a vacinação e ampliar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes no Rio Grande do Norte, o governo do estado lançou nesta terça-feira (24.mai.2022) o projeto Minha Escola Nota 10. A ação pretende levar, entre maio e julho, atividades de conscientização sobre a importância das imunizações e promover a vacinação no âmbito escolar.

O Minha Escola Nota 10 é uma  parceria entre as secretarias estaduais de saúde pública (Sesap/RN) e educação (SEEC). O secretário de saúde do RN, Cipriano Maia, destacou a importância do projeto. “Precisamos avançar nessa vacinação dos menores de idade e essa ação é primordial na nossa estratégia. As escolas estão em todas as comunidades do estado, próximas as famílias, por isso são o foco desse trabalho”.

Entre as vacinas do calendário infantil em idade escolar estão os reforços da DTP (difteria, tétano e coqueluche) e poliomielite, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), influenza, febre amarela, HPV, hepatite e Covid-19.  A cada ano as coberturas vacinais vem caindo em todo o Brasil, o que acaba aumentando o risco de surtos e da introdução de doenças até então erradicadas, como o sarampo. 

De acordo com o Programa Estadual de Imunizações da Sesap, entre os principais problemas para a baixa cobertura vacinal estão a falsa sensação de segurança, dificuldades no acesso aos serviços de saúde (horário, fichas, filas), fake news e medo de reação adversa. 

“As escolas tem essa condição de melhorar o acesso das crianças a esse benefício de proteção, onde os pais estão sobrecarregados e não tem condições de levar os filhos até a vacinação, que é acima de tudo uma proteção coletiva”, comentou a promotora de Justiça Rosane Pessoa Moreno.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Rio Grande do Norte tem mais de 760 mil pessoas com a dose de reforço contra a covid-19 em atraso

Rio Grande do Norte tem mais de 760 mil pessoas com a dose de reforço contra a covid-19 em atraso

No Rio Grande do Norte, 767.796 pessoas estão em atraso para o recebimento da dose de reforço (D3) contra a covid-19. É o que revela o relatório da plataforma RN+Vacina, com dados atualizados das 13h34 dessa segunda-feira (23). A Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap) reforça a importância da vacinação e pede que os cidadãos cumpram o esquema vacinal em dia.

Nos dados divulgados, a maior parcela do público que está com a dose de reforço em atraso é a de jovens entre 18 e 29 anos, com 251.234 deles enquadrados nessa situação. Na sequência, vêm as pessoas de 30 a 39 anos, com 191.815 atrasados. O estado passou 39 dias sem registro de mortes pela doença, num cenário de queda nos números relacionados ao coronavírus.

A melhora na situação epidemiológica está ligada à vacinação, segundo a Sesap. A pasta reforça, porém, que a população deve se atentar quanto as doses em atraso. “A Sesap, mais uma vez, faz esse apelo para que as pessoas busquem os postos de saúde. Já está mais do que comprovado o quanto a vacina é eficaz e tem nos tirado desse estado de pandemia”, afirmou a coordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap, Diana Rêgo.

A segunda dose (D2) também tem atrasados na casa das centenas de milhares. São 257.837 cidadãos que já deveriam ter tomado a D2 e ainda não o fizeram. A faixa etária com maior atraso nesse caso é a de crianças de cinco a 11 anos, com 61.351, seguida da de jovens entre 18 e 29 anos, com 60.304 atrasados.

Dias sem mortes

O Rio Grande do Norte encerrou, nessa segunda-feira (23.mai.2022), uma sequência de 39 dias sem notificação de óbitos confirmados para a covid-19. Os óbitos foram registrados em Angicos e Mossoró. Uma vítima era um adulto que não havia tomado nenhuma dose de vacina contra a doença e a outra, um idoso que havia tomado duas doses e tinha muitas comorbidades, segundo a Sesap.

Foto: Reprodução/Adriano Abreu

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Pandemia criou um novo bilionário a cada 30 horas, aponta Oxfam

Pandemia criou um novo bilionário a cada 30 horas, aponta Oxfam

A pandemia, que fez dispararem as ações das empresas de tecnologia negociadas em bolsa, criou um novo bilionário a cada 30 horas, ou seja, 573 novos ultrarricos, segundo divulgado pela ONG Oxfam no domingo (22.mai.2022), mesmo dia da abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

Como exposto no relatório intitulado “A necessidade urgente de taxar os ricos”, a Oxfam propõe taxar “urgentemente” as grandes fortunas do planeta e alerta que os mais pobres estão sofrendo cada vez mais com a inflação. “Os bilionários vão a Davos comemorar o incrível aumento de suas fortunas”, disse Gabriela Bucher, diretora-executiva da organização internacional por meio de um comunicado.

Após um hiato de dois anos por causa da pandemia, as elites políticas e econômicas mundiais voltaram a se reunir a partir do domingo (22.mai.2022) na cidade suíça de Davos para o Fórum Econômico Mundial. Segundo a ONG, “a pandemia [de Covid-19] e agora as fortes altas nos preços dos alimentos e da energia têm sido simplesmente um golpe de sorte para eles”.

A Oxfam baseia seus números nas listas e classificação da revista Forbes das pessoas mais ricas do mundo, e em dados do Banco Mundial. O relatório não traz a lista de quem se tornou bilionário há pouco tempo, mas destaca que a riqueza total dos bilionários do mundo é agora equivalente a 13,9% do PIB global.

O relatório também revelou que:

  • A fortuna de cada bilionário aumentou nos primeiros 24 meses da pandemia mais do que em 23 anos;
  • Bilionários dos setores alimentício e de energia viram suas fortunas aumentarem em um bilhão de dólares a cada dois dias. Os preços dos alimentos da energia subiram tanto, que atingiram seu nível mais alto em décadas. Além disso, 62 novos bilionários do setor de alimentos surgiram;
  • A pandemia criou 40 novos bilionários do setor farmacêutico, com corporações como Moderna e Pfizer lucrando com a venda de vacina contra Covid-19, apesar de seu desenvolvimento ter sido apoiado por bilhões de dólares em investimentos públicos
  • A combinação entre a crise da COVID-19, o crescimento da desigualdade e o aumento dos preços dos alimentos pode fazer com que até 263 milhões de pessoas estejam na extrema pobreza em 2022, revertendo décadas de progresso. Tal número equivale a um milhão de pessoas a cada 33 horas.

Inflação

Diante deste aumento da riqueza, 263 milhões de pessoas vão cair na pobreza extrema este ano (um milhão de pessoas a cada 33 horas), segundo suas previsões, devido à inflação em alta em muitas partes do mundo, impulsionada principalmente pelo preços da energia e dos alimentos.

“Estamos revertendo décadas de progresso em matéria de pobreza extrema, com milhões de pessoas que enfrentam custos impossíveis para simplesmente se manter com vida”, disse Bucher. Para fazer frente a este problema, a ONG pede a adoção de medidas fiscais, como a adoção de um imposto de solidariedade único sobre a nova riqueza adquirida pelos bilionários durante a pandemia, com o objetivo de utilizar os recursos obtidos para apoiar os mais pobres e conseguir “uma recuperação justa e sustentável” após a pandemia.

A Oxfam também propõe um imposto temporário sobre os lucros extraordinários obtidos nos últimos anos pelas multinacionais dos setores alimentício, farmacêutico e petroleiro, por exemplo.

Um imposto anual de 2% sobre os milionários e de 5% sobre os bilionários geraria 2,52 bilhões de dólares ao ano, segundo estimativas da organização, um montante que poderia tirar 2,3 bilhões de pessoas da pobreza extrema, distribuir vacinas suficientes para todo o planeta e dotar todos os países pobres de cobertura sanitária.

Com informações da France Presse no Portal G1
Foto: Reprodução

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Rio Grande do Norte não registra mortes por covid-19 há 30 dias

Rio Grande do Norte não registra mortes por covid-19 há 30 dias

O Rio Grande do Norte não registra mortes por covid-19 há 30 dias, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado neste sábado (14.mai.2022) pela Secretaria de Estado e Saúde Pública (Sesap). Segundo a pasta, o quadro se dá principalmente por conta do avanço da vacinação em todas as faixas etárias. No grupo acima dos 60 anos, por exemplo, a cobertura vacinal atingiu toda a população estimada com as duas doses e está em 90% para a dose de reforço.

Neste sábado, a plataforma Regula RN apontou que dos 67 leitos de UTI reservados para pacientes acometidos pela covid-19, onze estão ocupados. Já dos 88 leitos clínicos disponíveis, cinco estão com pacientes internados. Ao longo da pandemia, o Rio Grande do Norte chegou a abrir 840 leitos de UTI e clínicos nos momentos mais críticos.

“Com o avanço da vacinação conseguimos uma melhora gradativa, tanto na transmissão como nos casos de internação, sendo a maioria dos internados ainda sem seu esquema vacinal completo. Reforçamos a importância da vacina em todos os públicos para continuarmos num cenário confortável e esperançoso”, afirma o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia. 

Atualmente o RN conta com 2.959.606 pessoas vacinadas com a primeira dose, o que representa 93% da população. Com a segunda dose são 2.669.722, totalizando 84%. Com a terceira dose são 1.535.563, 48% da população. Ao todo, 7.253.122 doses foram aplicadas em todos os municípios 

Desde o início da pandemia, o Rio Grande do Norte registrou 504.270 casos confirmados e 8.196 mortes por covid-19. 

Foto: Reprodução/Agência Brasil

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Serviço de bordo em voos está de volta, mas Anvisa mantém a obrigatoriedade das máscaras

Serviço de bordo em voos está de volta, mas Anvisa mantém a obrigatoriedade das máscaras

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem (12.mai.2022) a flexibilização das medidas sanitárias em aeroportos e aeronaves, com a liberação do retorno do serviço de bordo. De acordo com o órgão, as atualizações foram feitas após a decretação do fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) em decorrência da covid-19.

De acordo com as novas normas, está permitida a volta do serviço de bordo, a retirada da máscara para alimentação e o retorno da capacidade máxima de passageiros no transporte para embarque e desembarque pela área remota.

A obrigatoriedade do uso de máscaras dentro do avião e nas áreas restritas dos aeroportos continua mantida, além do desembarque realizado por fileiras e os procedimentos de limpeza e desinfecção de ambientes e superfícies. O distanciamento físico continua recomendado sempre que possível.

Foto: Ilustração/Azul

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Sesap aplica 1.849 doses da vacina contra a covid-19 na população em situação de rua do RN

Sesap aplica 1.849 doses da vacina contra a covid-19 na população em situação de rua do RN

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) realizou um mutirão para imunizar pessoas em situação de rua por todo o Rio Grande do Norte. Foram aplicadas 1.849 doses de imunizante para covid-19, sendo 751 em Natal, 295 em Mossoró e 157, em Parnamirim, municípios onde mais pessoas foram vacinadas. Os dados foram obtidos nesta quarta-feira (11.mai.2022), por meio da plataforma RN + Vacina.

De acordo com a Sesap/RN, a ação foi realizada em parceria com os municípios. Por se tratar de pessoas sem residência fixa, foi necessário um trabalho de busca ativa para garantir a conclusão do esquema vacinal daqueles que tomaram somente a primeira dose.

Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima, os resultados alcançados com o mutirão foram muito positivos. Além disso, destacou a coordenadora, tem sido percebido o aumento do número de pessoas em situação de rua após a pandemia da covid-19.

“A ideia é pensarmos uma política que garanta acesso à saúde para além dos imunizantes, de forma contínua, de modo a garantir respostas efetivas aos problemas de saúde a esta população tão vulnerável no nosso Estado”, afirmou.

Foto: Reprodução/Jéssica Cavalcante/Sesap

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Anvisa aprova uso emergencial do molnupiravir para o tratamento da covid-19

Anvisa aprova uso emergencial do molnupiravir para o tratamento da covid-19

A diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (4.mai.2022) o uso emergencial do medicamento molnupiravir, da empresa Merck Sharp & Dohme (MSD), para tratamento da covid-19. O molnupiravir é um medicamento antiviral de uso oral que, nos ensaios clínicos, mostrou efeitos benéficos a pacientes adultos leves e moderados, com capacidade de reduzir os casos de hospitalização e mortes.

De uso domiciliar, ele funciona para reduzir as chances do vírus Sars-CoV-2 se multiplicar e se reproduzir no corpo. O medicamento já está em uso em 17 países e foi aprovado pelas agências regulatórias nos Estados Unidos, na Europa, no Japão, no Reino Unido, na Austrália e também pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo, ressaltou a importância de opções terapêuticas para determinadas condições clínicas, especialmente em indivíduos que, por várias razões, têm alto risco de desenvolver as formas graves de covid-19. A diretora alertou que o molnupiravir não substitui a vacina, que continua sendo a melhor opção para prevenir a doença.

Indicação

De acordo com a Anvisa, o medicamento é indicado para o tratamento da covid-19 em adultos que não requerem oxigênio suplementar, que apresentam risco aumentado de progressão da doença para casos graves e cujas opções alternativas de tratamento aprovadas ou autorizadas pela Anvisa não são acessíveis ou clinicamente adequadas.

O medicamento é de uso adulto, com venda sob prescrição médica, e não é recomendado durante a gravidez, a amamentação e em mulheres que podem engravidar e que não estão usando contraceptivos eficazes. Isso porque estudos de laboratório em animais mostraram que altas doses de molnupiravir podem afetar o crescimento e o desenvolvimento do feto.

O molnupiravir deve ser utilizado durante os cinco primeiros dias após o aparecimento dos sintomas, de modo a evitar o desenvolvimento de uma versão resistente do vírus. Além disso, deve ser limitado a cinco dias consecutivos.

A dosagem em pacientes adultos é de 800 mg (quatro cápsulas de 200 mg) por via oral, a cada 12 horas, e por cinco dias, com ou sem alimentos. O medicamento deve ser utilizado assim que possível após o diagnóstico da doença e dentro de cinco dias do início dos sintomas.

Contraindicações do molnupiravir

A agência reguladora esclarece que o molnupiravir é contraindicado nos seguintes casos:

– para uso em pacientes com menos de 18 anos de idade;
– para uso em mulheres grávidas;
– para início do tratamento em pacientes que necessitam de hospitalização, uma vez que seus benefícios não foram observados em indivíduos quando o tratamento é iniciado após a hospitalização;
– para uso por mais de cinco dias consecutivos;
– para profilaxia pré-exposição ou pós-exposição para prevenção de covid-19.

Prescrição médica

A Anvisa alerta também que o molnupiravir é um medicamento que deve ser usado após a avaliação e a prescrição médica. Requer adequada dispensação farmacêutica, com orientações de que o medicamento é de uso individual e não pode ser repassado a terceiros sem avaliação e prescrição médica.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Reprodução/REUTERS/Jennifer Lorenzini

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MPF emite parecer e reconhece a autonomia da UFRN para exigir o passaporte vacinal

MPF emite parecer e reconhece a autonomia da UFRN para exigir o passaporte vacinal

O Ministério Público Federal (MPF) emitiu um parecer considerando que a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) tem o direito de cobrar a apresentação do passaporte vacinal – comprovando o esquema vacinal completo contra a covid-19 – para que professores e estudantes tenham acesso às suas instalações físicas.

Apesar do parecer do MPF, a UFRN deixou de cobrar o passaporte em abril, após uma liminar expedida por um desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife. A UFRN recorreu. Dentro de uma ação aberta na Justiça Federal do Rio Grande do Norte por um aluno e sua mãe, contra o reitor da instituição, o procurador da República Ronaldo Chaves afirmou que a medida adotada pela UFRN está prevista em lei federal e em portaria do conselho administrativo da universidade.

Além disso, apontou que a cobrança do passaporte vacinal tem fundamento na autonomia universitária e em posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece o direito de as universidades determinarem regras para acesso.

Liminar

Os autores do mandado de segurança alegaram que a norma representaria um ato abusivo ou ilegal, praticado pelo reitor, já que desde 28 de março, quando voltaram as aulas presenciais, o estudante estaria impedido de comparecer à universidade. A liminar com o pedido para a dispensa do passaporte vacinal, contudo, já foi negada.

“A exigência de apresentação do comprovante vacinal para acesso aos prédios da UFRN, embora represente pequena limitação ao direito de ir e vir, encontra guarida no direito à saúde e sua disciplina constitucional, bem como nos mencionados princípios da prevenção e da precaução, já que a medida foi adotada para impedir ou obstar a propagação da covid-19, protegendo a todos que frequentam os prédios da instituição”, apontou a decisão judicial.

Para o representante do MPF, o posicionamento deve se manter no julgamento de mérito. O parecer reforça que a segurança e eficácia das vacinas atualmente aplicadas no combate à covid-19 no Brasil já foram atestadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, órgão responsável pela autorização emergencial e registro definitivo desses imunizantes.

O procurador ainda destacou que já tramita na Justiça Federal do Rio Grande do Norte uma ação popular com pedido semelhante ao do mandado de segurança e que também teve a liminar negada.

Foto: Reprodução/Breno Esaki/Secretaria de Saúde

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USP alerta para alto risco de surgimento de novas variantes da covid-19 nos próximos meses

USP alerta para alto risco de surgimento de novas variantes da covid-19 nos próximos meses

Por mais que o momento seja de relaxamento das medidas de prevenção à covid-19 em todo o mundo, especialistas preveem que novas variantes do coronavírus podem estar por vir nos próximos meses, driblando a capacidade do sistema imune de contê-las. Esta é a conclusão de um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, em parceria com o Instituto de Química (IQ) da USP e o Hospital Sírio Libanês.

Publicado na revista Viruses no dia 16 de abril, o estudo traz uma revisão de mais de 150 artigos sobre o sars-cov-2. Foram analisados diversos aspectos do vírus, como seu potencial de mutação, a capacidade de controle do sistema imune, a transmissibilidade e a eficácia das vacinas. “A principal conclusão a que chegamos é que não devemos deixar o vírus circular, porque não sabemos como serão as variantes nos próximos meses”, afirma Cristiane Guzzo, professora do departamento de Microbiologia do ICB e pesquisadora principal do artigo.

USP alerta para alto risco de surgimento de novas variantes da covid-19 nos próximos meses
Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Segundo ela, é um erro acreditar que a pandemia está sob controle e que não se trata mais de uma emergência sanitária, como anunciou o Ministério da Saúde no último dia 18. “Estamos em uma situação confortável para os próximos meses – quando a imunidade criada pelas doses de reforço das vacinas e pelo alto índice de contaminação da Ômicron permanecerá alta. Mas depois a tendência é que as pessoas comecem a se infectar novamente e aí ficaremos sujeitos ao surgimento de variantes ainda mais contagiosas e fortes do que as que conhecemos, o que diminui a eficácia das vacinas. Como não temos como prever como será a evolução da pandemia e como as novas variantes vão se comportar, todo o cuidado ainda precisa ser feito pela sociedade de forma a evitar a circulação do vírus”, destaca.

Novas variantes mais perigosas

No estudo, foi observado que o coronavírus é ainda mais mutável do que se imaginava. Isso porque a proteína Spike, parte superficial do vírus que faz contato com as células humanas, segue evoluindo. “Identificamos em primeira mão que 9,5% das mutações produzidas pelas variantes estão localizadas na região N Terminal (NTD) da proteína. Isso mostra que estas mutações não estão diretamente associadas à interação ao receptor humano ACE2, mas afeta principalmente a capacidade dos anticorpos humanos reconhecerem o vírus”, afirma Cristiane.

Os pesquisadores também constataram um número expressivo de mutações (7,7%) localizadas na região RDB, região que promove a interação com a ACE2. O que faz com que o contato entre vírus e célula humana seja maior e assim as contaminações aumentem.

“A hipótese encontrada é de que a maioria das vacinas tem como princípio o estímulo da produção de anticorpos que inibam a interação entre a proteína Spike ao ACE2, de forma a diminuir a infecção viral. E uma das formas que o vírus encontrou para burlar essa inibição é modificar a região de interação do vírus com a célula humana”, enfatiza.

USP alerta para alto risco de surgimento de novas variantes da covid-19 nos próximos meses
Foto: Reprodução/Flicker

“O vírus vem evoluindo com o objetivo de se manter vivo e para isso ele está se modificando principalmente para burlar a ação dos anticorpos e conseguir infectar o ser humano”, complementa. Foram identificados seis mecanismos que a proteína Spike adquiriu de forma a aumentar a eficiência de transmissão do sars-cov-2. Um deles é o aumento da afinidade do Spike ao ACE2. Um outro é o aumento significativo da quantidade de proteínas Spike na superfície de cada partícula viral.

No artigo, os pesquisadores destacam que outras proteínas do vírus também estão se modificando. Isso ocasiona, por exemplo, o aumento da taxa com que o vírus consegue se multiplicar nas células humanas. “Por esses e outros fatores, o vírus vai aprendendo a driblar a ação dos anticorpos e se adaptar ao ser humano”, acrescenta.

O conjunto de mutações sendo observadas na proteína Spike pode sugerir que o sars-cov-2 possa evoluir para infectar outras células, além das células pulmonares. “O grande medo seria a infecção, por exemplo, de células neurológicas”, afirma Cristiane.

Aumento da transmissão

Além disso, foi observado que o período em que as pessoas começam a transmitir o vírus tem se iniciado cada vez mais cedo conforme o surgimento de novas variantes. antes ainda do início dos sintomas.

“Vimos que 74% das transmissões pela variante Delta foram feitas por assintomáticos. Na variante original, as pessoas começavam a transmitir o vírus um dia antes do início dos sintomas. Já na Delta, isso passou a acontecer com dois dias de antecedência. São detalhes que mostram que o vírus está evoluindo na sua capacidade de se esconder em nosso organismo. O que também pode estar relacionado com o aumento na gravidade dos casos e na taxa de transmissão”, detalha.

“Isso explica por que cada pessoa contaminada com a variante original transmitia o vírus, em média, para duas pessoas. Já na Delta esse número aumentou para cinco e, na Ômicron, a taxa varia entre sete e dez contaminações. Portanto, vale lembrar que as vacinas que temos hoje impedem a mortalidade e os casos graves da doença, mas não conseguem impedir que o vírus circule”, complementa.

“Nosso estudo vai ao encontro daquilo que apontou a Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente, que o coronavírus ainda segue com o status de emergência à saúde pública por conta de sua evolução imprevisível”, afirma Cristiane. “Precisamos tomar as doses de reforço da vacina, evitar aglomerações, manter a utilização das máscaras, a higienização das mãos e manter os ambientes ventilados”, enfatiza.

“Assim, evitamos uma nova onda, postergando o surgimento de novas variantes de preocupação até que possamos descobrir medicamentos eficazes contra a covid-19 e imunizantes, que possam bloquear a infecção e a transmissão viral, além de ativarem a produção de anticorpos que permaneçam por um período mais longo de tempo no corpo humano”.

Com informações do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo
Foto: Reprodução/Juan Gaertner/Science Photo Library/Getty Images

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Ministério da Saúde aponta que não houve mortes de crianças e adolescentes por efeitos adversos da vacina contra a covid-19

Ministério da Saúde aponta que não houve mortes de crianças e adolescentes por efeitos adversos da vacina contra a covid-19

O último boletim epidemiológico sobre covid-19 do Ministério da Saúde, publicado no dia 26 de abril, informou que nenhuma criança ou adolescente (de 5 a 18 anos) morreu por efeitos adversos da vacina. O ministério investigou 38 óbitos notificados por governos estaduais e municipais.

Em junho de 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a primeira vacina para adolescentes a partir dos 12 anos. Já a vacina para os mais novos, de 5 e 11 anos, foi aprovada em dezembro, mas a aplicação começou apenas em 2022.

O relatório, divulgado inicialmente pelo UOL nesta manhã, aponta que foram registrados 3.463 casos de efeitos adversos pós-vacinação (EAPV) na faixa etária de 5 a menores de 18 anos. Destes, 3.044 (87,9%) foram eventos adversos não graves (EANG) e 419 (12,1%) foram eventos adversos graves (EAG) – 38 (1,1%) casos resultando em morte.

Dos 38 casos, 36 estão relacionados à vacina da Pfizer e dois estão ligados à CoronaVac. A idade média foi de 13 anos, com mesma proporção entre os sexos. O intervalo de tempo entre vacinação e evento adverso foi de 30 dias. Quatro casos ocorreram após 30 dias, “evidenciando uma relação temporal inconsistente de acordo com a classificação de EAPV”, disse o ministério.

Após a investigação dos casos, os 38 óbitos notificados foram avaliados e classificados como:

Reações coincidentes ou inconsistentes: 23
Inclassificáveis devido à necessidade de informações: 13
Dados conflitantes em relação à causalidade: 2

No mesmo boletim, o Ministério da Saúde reforça que as vacinas são seguras e apresentam excelente perfil de risco benefício “já tendo gerado um impacto extremamente positivo na saúde da população brasileira, com a redução expressiva dos casos, internações e óbitos pela doença”.

Com informações do Portal G1
Foto: Reprodução/Sandro Araújo/Agência Saúde do DF

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Ubaldo e Herberth recebem presidente da Unimed para explicar fim da assistência para crianças com autismo

Ubaldo e Herberth recebem presidente da Unimed Natal para explicar fim da assistência para crianças com autismo

O deputado estadual Ubaldo Fernandes e o vereador Herberth Sena receberam, na ultima quarta-feira (13.abr.2022), o presidente da Unimed Natal, Fernando Pinto, e o superintendente de Mercado da empresa, Rafael Flores, que deram explicações sobre as recentes medidas que geraram uma série de protestos e críticas na opinião pública.

A reunião ocorreu após os parlamentares terem se pronunciado, em Sessões Plenárias na Câmara Municipal de Natal e Assembleia Legislativa, defendendo a continuidade de tratamentos Denver e ABA para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que realizam essas terapias em domicílio e no âmbito escolar.

“Após ouvir atentamente todas as informações sobre as razões que desencadearam as medidas, reforçamos nossas posturas de representantes públicos em defesa da população potiguar, que espera de nós a defesa de seus interesses. Sugerimos aos representantes do plano de saúde que busquem negociar com os pais das crianças com TEA, assim como clínicas conveniadas e Assistentes Terapêuticos (AT), de modo a chegarmos à melhor solução para todos os envolvidos, principalmente os usuários”, destacam os parlamentares nas redes sociais.

Ubaldo e Herberth reafirmam, diante de todos os movimentos sociais e familiares de crianças com TEA que, mesmo com a garantia de que o serviço não sofrerá descontinuidade, passando a ser ofertado em rede própria e conveniada, que sejam observados todos os casos em que há reconhecidamente necessidade de continuidade de tratamento domiciliar, para que essas crianças possam ter o devido desenvolvimento. “Nossos mandatos continuarão nesta luta em defesa do melhor tratamento para as crianças com TEA de Natal e do RN”, destacam o deputado e o vereador.

Foto: Divulgação

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RN chega a 7 milhões de vacinas aplicadas contra a covid-19

RN chega a 7 milhões de vacinas aplicadas contra a covid-19

O Rio Grande do Norte alcançou ontem (18.abr.20222) a marca de 7 milhões de vacinas aplicadas contra a covid-19 na população. O feito é fruto da parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), que coordena o processo de distribuição das doses e as estratégias da campanha, e os municípios potiguares, que operam o processo na ponta, com a responsabilidade de aplicar os imunizantes.

A marca chega no momento em que a pandemia da Covid-19 arrefece no estado, com os menores índices de contaminação pelo coronavírus, de internações em leitos de UTI e clínicos e de óbitos pela doença, reforçando a necessidade de toda a população elegível tomar todas as doses dentro do prazo.

“Alcançar as 7 milhões de vacinas aplicadas nos braços dos potiguares é um momento muito importante para nós que estamos nesse esforço desde o início. O crédito desse sucesso é todo dos profissionais de cada sala de vacina do estado, que vem mostrando o tamanho da importância do SUS e a eficácia da vacina”, destacou a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima.

Até o momento, na totalidade do público-alvo da campanha de imunização contra a covid-19 já foram vacinadas com ao menos uma dose 93% das pessoas, tendo 83% recebido as duas e 46% com a dose de reforço. Entre os adultos, que são os que podem tomar as três doses, esses patamares chegam respectivamente a 92%, 87% e 55%.

Já entre os adolescentes, a cobertura encontra-se em 88% para a 1ª dose e 70% para os totalmente vacinados. Para as crianças de 5 a 11 anos, os percentuais estão em 59% na dose inicial e 25% para a 2ª dose.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Marcelo Queiroga detalha motivos para decretar o fim da emergência sanitária no Brasil

Marcelo Queiroga detalha motivos para decretar o fim da emergência sanitária no Brasil

Queiroga garantiu que haverá um período de transição e que, mesmo com o fim da emergência sanitária, “nenhuma política de saúde será interrompida”.

Um dia depois de anunciar em pronunciamento oficial em rádio e TV que o Ministério da Saúde vai declarar o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) relacionada à covid-19 no Brasil, o ministro Marcelo Queiroga detalhou nesta segunda-feira (18.abr.2022) a decisão da pasta.

“A Covid não acabou e não vai acabar, e nós precisamos conviver com essa doença e com esse vírus. Felizmente, parece que o vírus tem perdido a força, tem perdido a letalidade, e cada dia nós vislumbramos um período pós-pandêmico mais próximo de todo mundo”, disse o ministro em entrevista coletiva.

O ministro garantiu que haverá um período de transição, e que mesmo com o fim da emergência sanitária “nenhuma política de saúde será interrompida”.

Queiroga disse que nos próximos dias uma portaria com os argumentos que fundamentam o fim da emergência sanitária será publicada no Diário Oficial da União. Um deles é a queda expressiva dos casos e dos óbitos provocados pela covid-19 nos últimos 15 dias.

O ministro destacou a ampla cobertura vacinal da população, com mais de 70% com o esquema vacinal completo com duas doses e mais de 77 milhões de pessoas – 39% da população – já receberam a dose de reforço contra o coronavírus.

Outro aspecto considerado para o fim da emergência sanitária no Brasil é a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de atender não só os casos de covid-19, mas também as doenças prevalentes que, segundo o ministro, “foram negligenciadas durante os períodos de picos da covid”. Na lista de justificativas do ministro da Saúde há ainda a capacidade de vigilância epidemiológica e genômica brasileiras.

Impacto

Na prática, a decisão flexibiliza um conjunto de medidas não farmacológicas, como uso de máscaras, tomadas desde o início da pandemia para a prevenção da covid-19. A partir da publicação da portaria, também serão alterados critérios que facilitam a compra de insumos médicos sem licitação.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, lembrou que normas editadas durante a pandemia tiveram sua validade vinculada à duração da Espin. “Todas as flexibilizações de contratação, agilidade para fazer compra de vacina, não decorrem de poderes especificamente da Espin, mas de leis editadas que tiveram posteriormente sua validade vinculada à vigência da Espin”, disse.

O número dois da Saúde acrescentou que a declaração do fim da emergência sanitária no Brasil tem dois pilares. A transição para adaptação de normas e leis à nova realidade, e a continuidade do monitoramento da situação epidemiológica, em conjunto com entes da federação.

CoronaVac

Durante a coletiva autoridades do Ministério da Saúde esclareceram que a pasta já pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que mantenha por até 365 dias a autorização de uso emergencial de insumos usados no enfrentamento à covid, como a vacina CoronaVac.

Histórico

O estado de emergência foi decretado pelo governo federal em fevereiro de 2020, antes da confirmação do primeiro caso de covid-19 no país. A portaria diminuiu a burocracia para enfrentar a doença e permitiu, entre outras coisas, que a Secretaria de Vigilância em Saúde fizesse a contratação temporária de profissionais para a atuar na linha de frente de combate à covid-19, aquisição de bens e contratação de serviços.

Com informações da Agência Brasil
Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Operação Contágios: Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudar auxílio emergencial

Operação Contágios: Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudar auxílio emergencial

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Contágios e cumpriu, nesta terça-feira (12.abr.2022), mandados de busca e apreensão contra suspeitos de integrar uma organização criminosa que recebeu ilegalmente R$ 6 milhões em benefícios do auxílio emergencial. O recebimento dos valores, pagos pelo governo a parte da população em razão da pandemia de covid-19, foi conseguido por meio de fraudes.

A Operação Contágios também cumpre determinação judicial de sequestro dos bens dos investigados pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

A ação é parte da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (Eiafae), da qual participam a PF, o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal, o Tribunal de Contas da União (TCU), a Caixa, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério da Cidadania.

Segundo a PF, os objetivos da Estratégia são identificar fraudes massivas, desarticular organizações criminosas e recuperar aos cofres públicos os valores pagos indevidamente.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Divulgação/Polícia Federal

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Liminar da Justiça determina que UFRN deixe de exigir passaporte vacinal

Liminar da Justiça determina que UFRN deixe de exigir passaporte vacinal

Uma liminar do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) determinou que a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) não obrigue a apresentação do passaporte vacinal. O pedido foi concedido pelo desembargador Paulo Roberto de Oliveira Lima, que acatou o pedido do advogado André Santana.

Com a decisão, a universidade deixará de exigir a apresentação do comprovante de vacinação tanto para a circulação de pessoas quanto para a matrícula através da Internet.

Na decisão, o desembargador considerou que “a matéria já foi resolvido em sede de Suprema Corte que deixou assentado somente ser possível a exigência de passaporte sanitário através de lei formal que, no caso, inexiste”. Na decisão, o magistrado considerou ainda que “ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, daí que a exigência combatida é de ilegalidade manifesta”, afirma.

O advogado requerente, André Santana, havia acionado a Justiça Federal no Rio Grande do Norte pedindo a suspensão da obrigatoriedade do passaporte vacinal na UFRN. O documento é obrigatoriedade do passaporte vacinal. Inicialmente, o juiz Janilson Bezerra de Siqueira negou o pedido. Após a derrota, o advogado acionou o TRF-5, buscando reverter a decisão.

“Essa decisão representa a autonomia da magistratura, o respeito pela dignidade da pessoa humana e pela constituição do país, engrandece a representação popular e da advocacia como atividade essencial para realizar a justiça”, afirmou Santana.

Foto: Divulgação

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Ministro da Saúde anuncia a doação de 86,7 milhões de doses de vacina contra a covid-19

Ministro da Saúde anuncia a doação de 86,7 milhões de doses de vacina contra a covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou por meio de sua conta na plataforma Twitter que o Brasil irá contribuir com a doação de 86,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para o consórcio Covax da Gavi.

O consórcio Covax da Gavi reúne países e fabricantes de imunizantes com o objetivo de facilitar a doação de vacinas para crianças contra doenças diversas.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Professor da UFRN sai de sala após aluno não usar máscara

Professor da UFRN se recusa a dar aula e sai de sala após aluno não usar máscara

O professor da UFRN, Daniel Dantas Lemos, não aceitou o comportamento do aluno e o pediu que se retirasse da sala de aula.

Um professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) se recusou a dar aula após aluno não estar usando máscara em sala de aula. A confusão aconteceu na noite dessa quinta-feira (7.abr.2022) durante uma aula no Departamento de Comunicação Social (Decom).

De acordo com informações dos alunos que estavam presentes, o aluno Marcelo Nascimento não estava usando máscara. O docente da disciplina, Daniel Dantas Lemos, não aceitou esse comportamento e pediu para Marcelo colocar o utensílio. Por conta do episódio, uma discussão aconteceu entre Marcelo e Daniel Dantas Lemos. Logo em seguida, a segurança do Campus foi acionada pelo professor da UFRN.

Desde o dia 06 de abril, o Governo do Estado, por meio do decreto Nº 31.360, tornou flexível o uso da máscara em locais abertos e fechados. Em entrevista concedida à reportagem da Tribuna do Norte no final de março, o reitor Daniel Diniz Melo falou que a UFRN tem autonomia, reconhecida pelo STF, para criar os próprios protocolos.

“O Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu que as Universidades Federais têm autonomia para exigir seus protocolos e suas exigências. No protocolo atual, nós temos a exigência do passaporte vacinal e do uso de máscaras principalmente como medidas a serem adotados por toda a comunidade”.

Com informações da Tribuna do Norte
Foto: Reprodução

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Governo do Estado flexibiliza uso de máscaras no RN

Governo do Estado flexibiliza uso de máscaras no RN

O Governo do Rio Grande do Norte irá publicar novo decreto que flexibilizará o uso de máscaras no RN, tanto em espaços abertos quanto em fechados, conforme recomendação do Comitê Científico de Especialistas da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) que discutiu, na noite da terça-feira (5.abr.2022), o quadro epidemiológico e assistencial, que aponta para um baixo patamar de casos, óbitos e internações no estado.

Previsto para ser publicado em edição extra do Diário Oficial do RN (DOE-RN) desta quarta-feira (6.abr.2022), o novo documento irá suspender o decreto que estaria em vigor até o dia 8 de abril para colocar em vigência as novas medidas, que devem incluir ainda a orientação do uso contínuo de máscara para todas as pessoas que estejam com sintomas gripais e grupos mais vulneráveis à Covid-19, como idosos e imunossuprimidos.

“A ciência sempre vai pautar nossas decisões no que diz respeito à pandemia. Então, continuaremos avançando com a vacinação, quem ainda não tomou as doses recomendadas, complete o seu esquema vacinal!”, lembrou a governadora Fátima Bezerra.

O Comitê discutiu também questões como a manutenção do reforço à campanha de vacinação contra a Covid-19, vigilância de casos e outros pontos. As recomendações completas sobre o fim da exigência do uso de máscaras no RN estão previstas para sem publicadas amanhã.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Ilustração

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Rio Grande do Norte tem mais de 70% dos leitos para a covid-19 disponíveis

Rio Grande do Norte tem mais de 70% dos leitos para a covid-19 disponíveis

O Rio Grande do Norte possui apenas seis pacientes internados em leitos para a covid-19, o que representa 6,74% de ocupação. Os dados são do portal Regula RN, sistema utilizado na administração dos leitos públicos no estado. O índice é o menor desde 8 de maio de 2020.

Nesta terça-feira (5.abr.2022), 63 leitos para a covid-19 estão disponíveis – o que representa 70,79%. Há ainda 18 pacientes não covid-19 ocupando leitos, que representa 20,22%, e dois leitos críticos bloqueados, sendo 2,25%.

Em relação a leitos clínicos, o estado possui 77 disponíveis – ou 71,96%. Entre o número de leitos ocupados, são 10 – o que representa 9,35%. Ocupados não covid-19 são nove, ou 8,41%, além de 11 bloqueados, o que equivale a 10,28%.

Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília/Ilustração

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Anvisa aprova registro definitivo da vacina da Janssen

Anvisa aprova registro definitivo da vacina da Janssen

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro definitivo da vacina da Janssen contra a covid-19. A vacina, que já estava aprovada para uso emergencial desde 31 de março de 2021, recebeu nesta terça-feira (5.abr.2022) o registro definitivo.

A Janssen é a última das vacinas aplicadas no Brasil a receber o registro definitivo. Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford e CoronaVac já têm seus registros definitivos aprovados pela Anvisa. A vacina da Janssen, que é de dose única, pode ser aplicada tanto como primeira dose, como dose de reforço.

Responsável pela Gerência-Geral de Medicamentos e Insumos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes explica que o registro representa o padrão ouro de avaliação de um medicamento.

“É a consolidação da análise dos melhores dados disponíveis e de forma completa, com informações mais robustas dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem como do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento. Com o registro, a população recebe um atestado de que o produto passou por exigências comparáveis às das melhores agências reguladoras do mundo”, afirma o especialista.

O imunizante da Janssen é indicado para pessoas com 18 anos de idade ou mais e é aplicado em dose única de 0,5 mililitro (ml). Uma dose de reforço de 0,5 ml pode ser administrada pelo menos dois meses após a primeira dose.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

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Governo Federal dispensa testes contra a covid-19 para quem entra no país

Governo Federal dispensa testes contra a covid-19 para quem entra no país

Portaria interministerial publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite da sexta-feira (1º) dispensa a necessidade de apresentação testes contra a covid-19 para viajantes de procedência internacional, brasileiro ou estrangeiro, desde que apresentem comprovante de vacinação, impresso ou em meio eletrônico.

A medida vale tanto para quem viaja por via aérea como terrestre e aquática. No caso dos viajantes por transporte aéreo, o comprovante de vacinação deve ser apresentado à companhia aérea antes do embarque.

No caso das pessoas que viajam pela via terrestre, o comprovante deverá ser apresentado nos pontos de controle terrestre. Já no caso daqueles que viajam em transporte aquaviário, o comprovante deverá ser apresentado antes do embarque ao operador ou responsável pela embarcação.

Exceções

A legislação esclarece que a apresentação de testes contra a covid-19 ainda será necessária nos casos em que a própria legislação dispensa a apresentação de comprovantes de vacinação para a entrada no país. É o caso de viajantes com condição de saúde que contraindique a vacinação, desde que respaldado por laudo médico, por exemplo.

Também estão dispensados de apresentar comprovante de vacinação para o ingresso no país – desde que apresentem testes para rastreio – pessoas não elegíveis para vacinação em função da idade; e viajantes que entram no país em virtude de questões humanitárias.

Completam esse grupo (pessoas dispensadas de apresentar comprovante de vacinação, mas que precisam apresentar testes, para ingressar no país) pessoas provenientes de países com baixa cobertura vacinal; e brasileiros e estrangeiros residentes em território brasileiro, que não estejam completamente vacinados.

No caso dos viajantes por meio terrestre, a medida inclui – entre os que não precisam apresentar comprovante de vacinação – residentes fronteiriços de cidades gêmeas, mediante apresentação de documentos comprobatórios. Também não precisam apresentar comprovante de vacinação trabalhadores de transporte de cargas, incluídos motorista e ajudante, desde que estes comprovem adotar equipamentos de proteção individual e medidas para mitigação de contágio indicadas pela Anvisa.

De acordo com a portaria publicada ontem, os testes a serem apresentados nessas situações específicas precisam ter “resultado negativo ou não detectável, do tipo teste de antígeno ou laboratorial RT-PCR realizado em um dia antes do momento do embarque”, tendo como referência alguns parâmetros apresentados no anexo da portaria.

A necessidade de apresentar comprovante de vacinação e teste com resultado negativo para a doença estava previsto em normas publicadas anteriormente.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Rodrigo Mello Nunes/ iStock

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Vacinas usadas contra a covid-19 no Brasil elevam proteção contra reinfecções

Vacinas usadas contra a covid-19 no Brasil elevam a proteção contra reinfecções

A imunização com as vacinas contra a covid-19 utilizadas no Brasil aumenta a proteção mesmo nas pessoas que já tiveram casos da doença previamente, mostra um estudo publicado na quinta-feira (31.mar.2022) na revista Lancet por pesquisadores do projeto Vigivac, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O estudo indica que a vacinação reduz, principalmente, a ocorrência de hospitalizações e óbitos.

Os pesquisadores constataram que a efetividade dos imunizantes contra internação ou morte, 14 ou mais dias após a conclusão do esquema vacinal, foi de 81,3% para a CoronaVac, 89,9% para a AstraZeneca, 57,7% para a Janssen e 89,7% para a Pfizer. Já contra quaisquer casos sintomáticos, foi encontrada uma efetividade de 39,4% para a Coronavac, 56% para a AstraZeneca, 44% para a Janssen e 64,8% para a Pfizer.

“Muitos países recomendam que uma dose é suficiente para indivíduos previamente infectados. Nós constatamos que uma segunda dose de CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer garantiu uma proteção adicional significativa contra infecções sintomáticas e casos severos de covid-19”, afirma o artigo, que acrescenta que há uma queda de anticorpos nos nove meses seguintes à recuperação dos pacientes e que uma exposição repetida ao antígeno, por meio da vacinação, é capaz de aumentar a diversidade de anticorpos e a proteção contra variantes.

“Consideradas conjuntamente, essas descobertas podem ajudar a explicar os benefícios adicionais de uma segunda dose entre indivíduos que foram previamente infectados, apesar da resposta imune robusta produzida pela primeira dose”.

Para realizar a pesquisa, os cientistas identificaram cerca de 213 mil pessoas com sintomas que realizaram teste RT-PCR ao menos 90 dias após uma infecção inicial pelo coronavírus e também após o início do programa de vacinação. Nesse universo, foram constatadas 30.910 pessoas com casos confirmados de reinfecções pelo SARS-CoV-2.

A análise teve como base os dados nacionais de notificação, hospitalização e vacinação de covid-19, no período de 24 de fevereiro de 2020 a 11 de novembro de 2021, anterior à chegada da variante Ômicron ao Brasil. O artigo pondera que a metodologia utilizada tem limitações, como a impossibilidade de comparar a efetividade de acordo com a faixa etária, já que a idade média das pessoas analisadas era de 36 anos, com 75% do público em idade inferior a 45 anos.

Outro ponto levantado é que as vacinas foram introduzidas no calendário em períodos diferentes, o que pode fazer com que a efetividade daquelas aplicadas mais cedo saia prejudicada na comparação com as que foram aplicadas mais tarde, uma vez que a imunidade tende a cair com o tempo.

Os pesquisadores também não dispunham de dados sobre qual variante havia causado cada caso, o que também poderia afetar a efetividade, e ponderam ainda que pode haver diferenças na precisão dos testes RT-PCR usados em diferentes partes do país.

A pesquisa contou com financiamento da própria Fiocruz, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e da empresa JBS. O trabalho também teve o apoio do Instituto de Saúde Carlos III, do Ministério da Ciência e Inovação da Espanha e do Governo da Catalunha.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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Baricitinibe Aprovado o primeiro medicamento para o tratamento da covid-19 pelo SUS

Baricitinibe: Aprovado o primeiro medicamento para o tratamento da covid-19 pelo SUS

Pacientes adultos hospitalizados que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal por consequência da covid-19 poderão ser tratados com baricitinibe.

O baricitinibe – que passa a ser primeiro para o tratamento da covid-19 incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – já tem registro no Brasil com indicação para artrite reumatoide ativa moderada a grave e dermatite atópica moderada a grave. A decisão foi publicada por meio da Portaria nº 34/2022 assinada pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) no Diário Oficial da União.

O baricitinibe já havia sido aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como tratamento para casos graves da doença e teve recomendação de incorporação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Durante o processo de análise da Conitec, o tema foi submetido à consulta pública, entre os dias 15 e 24 de março, para contribuições de especialistas e da sociedade em geral.

A recomendação final da comissão, favorável à incorporação, foi tomada em reunião extraordinária, convocada na última quarta-feira (30.mar.2022). Os estudos analisados pela comissão apontam que o uso do medicamento pode contribuir para uma redução significativa de mortes por covid-19 de pacientes adultos hospitalizados e que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal, ou que precisam de alto fluxo de oxigênio ou ventilação não invasiva.

O baricitinibe é um medicamento que atua sobre o sistema imune, auxiliando no processo de recuperação de quadros inflamatórios. De forma mais específica, ele diminui a ação da interleucina-6 (IL-6), substância ligada à ocorrência de reações inflamatórias geradas por diversas doenças e se apresenta com níveis elevados em casos mais graves da doença.

Com informações da Agência Brasil
Foto: NIAID

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Estudo aponta que ivermectina não é eficaz para reduzir internações por covid-19

Estudo aponta que ivermectina não é eficaz para reduzir internações por covid-19

A ivermectina não se mostrou eficaz para evitar que pacientes com covid-19 fossem internados, de acordo com o resultado de um grande ensaio clínico publicado nesta quarta-feira (30.mar.2022). A pesquisa envolveu 1.358 pessoas infectadas pelo novo coronavírus de 12 cidades de Minas Gerais. Os resultados foram publicadas no The New England Journal of Medicine.

Pesquisadores realizaram um estudo duplo-cego, com pacientes que tiveram sintomas de covid-19 por até sete dias entre 23 de março de 2021 e 6 de agosto de 2021, principal pico de mortes da pandemia no Brasil. Metade foi aleatoriamente designada para ser medicada com ivermectina (679 pacientes) e outra metade recebeu placebo (679 pacientes).

“O resultado demonstrou que nós não tivemos nenhuma sinalização de benefício da medicação para tratar a covid”, diz o professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) Gilmar Reis, que liderou o estudo. Voluntários que tomaram ivermectina nos primeiros três dias após um teste positivo de coronavírus, inclusive, tiveram resultados piores do que os do grupo placebo. O estudo foi revisado por pares antes de ser publicado no periódico científico.

A ivermectina normalmente é usada como medicamento antiparasitário e demonstrou ter eficácia clínica no tratamento contra oncocercose (infecção por verme), estrongiloidíase (infecção intestinal) e sarna. No início da pandemia, pesquisadores passaram a testar vários medicamentos contra o covid-19 e surgiu a hipótese de que a ivermectina poderia bloquear o coronavírus, o que não se confirmou.

Ideologização

“Vimos grande ideologização da ivermectina no nosso País, e também nos Estados Unidos. Hoje, no Brasil, isso reduziu muito, mas nos Estados Unidos continua muito intensa”, diz o pesquisador. “Então, nós julgamos que tínhamos todos os pressupostos para estudar o medicamento”.

A motivação para ir atrás desses resultados, explica Reis, partiu também de uma inquietação por um remédio para combater a doença. “O mundo está numa corrida contra o tempo na tentativa de encontrar terapêuticas para a covid. Nós entendemos que diante da pandemia, a gente precisava dar respostas rápidas, consistentes e robustas”, explica.

“Para isso, desenvolvemos uma rede de colaboração. Fiz o desenho do protocolo de pesquisa e recebemos as aprovações regulatórias” acrescenta Reis. Conduzido em pacientes da rede pública, o estudo contou com o auxílio de prefeitos e secretários de Saúde. Para dar consistência à parte metodológica, teve apoio ainda de pesquisadores de universidades como a McMaster, do Canadá, e a Stanford, nos Estados Unidos.

Segundo o pesquisador, a expectativa agora é que os resultados obtidos pelo estudo gerem efeitos no tratamento da covid. “Com certeza, em diversas partes do mundo, vão parar de consumir ivermectina”, aponta Reis.

“Agora que as pessoas podem mergulhar nos detalhes e nos dados, esperamos que isso desvie a maioria dos médicos da ivermectina para outras terapias”, disse David Boulware, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Minnesota, ao jornal The New York Times.

Do Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução

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Ministro afirma que Centro Nacional de Tecnologia de Vacinas será independente na produção de imunizantes ainda em 2022

Ministro afirma que Centro Nacional de Tecnologia de Vacinas será independente na produção de imunizantes ainda em 2022

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, falou ontem (28.mar.2022) sobre a capacidade operacional do Centro Nacional de Tecnologia de Vacinas, localizado na cidade de Campinas, em São Paulo, em um dos campi do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

Segundo o ministro, o polo de desenvolvimento de vacinas e medicamentos está alinhado às “mais rígidas normas e padrões mundiais”, e será fator crucial na independência na produção de vacinas humanas no Brasil.

Durante pronunciamento em rede nacional de televisão, Pontes explicou que nunca houve vacinas totalmente desenvolvidas por cientistas brasileiros – cenário que deve mudar com os investimentos em laboratórios e em pesquisa que começam a apresentar resultados. “Nossos cientistas finalmente têm condições de produzir, aqui no Brasil, nossas próprias vacinas”, explicou.

Mais cedo, Marcos Pontes afirmou durante palestra dada no 2º Seminário Brasil em Transformação, durante a inauguração da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar da União (Enajum), em Brasília, que o centro tornará o Brasil independente em vacinas ainda neste ano.

“A história nos mostra que quando grandes catástrofes atingem a humanidade, grandes superações acontecem também. Principalmente em ciência e tecnologia”, disse o ministro, que frisou que o governo federal realizou “o maior investimento para fabricação de vacinas da nossa história”.

Também foi anunciado que o desenvolvimento de uma vacina de RNA mensageiro de terceira geração contra a covid-19 já está em andamento no Centro Nacional de Tecnologia de Vacinas. “Essa vacina tem tecnologia muito avançada e é capaz de superar muitas que já estão no mercado”, disse o ministro.

Pontes informou que diversos imunizantes serão desenvolvidos no centro, não apenas contra covid-19, mas contra doenças tropicais negligenciadas e contra outras doenças perigosas, que até então não podiam ser estudadas no Brasil por falta de estrutura adequada.

O Centro Nacional de Tecnologia de Vacinas está acoplado ao Sirius, o maior acelerador de elétrons do Hemisfério Sul e o maior laboratório da América Latina.

Em sua fala, Marcos Pontes também fez alusão ao aniversário da decolagem do voo espacial que levou o então astronauta em uma incursão espacial – a única tripulada por um brasileiro na história. A missão, que teve como destino a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), teve início em 29 de março de 2005. “Acredite na ciência brasileira”, aconselhou o ministro.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Rio Grande do Norte chega ao quarto dia consecutivo sem novas internações por covid-19

Rio Grande do Norte chega ao quarto dia consecutivo sem novas internações por covid-19

O Rio Grande do Norte chegou nesta quinta-feira (24.mar.2022) ao quarto dia consecutivo sem registro de novas internações de pacientes por covid-19. Os dados são do Regula RN, plataforma de regularização de leitos clínicos e críticos do SUS, em todo território potiguar.

Na manhã desta sexta (25.mar.2022) o Rio Grande do Norte registrava taxa de ocupação de leitos críticos de covid de 7,9%, com 10 pessoas internadas com a doença. Outros 15 leitos de UTI covid-19 eram ocupados por pessoas sem a doença. Segundo o governo, esses pacientes não são contabilizados para a taxa de novas internações.

Durante toda a pandemia o Rio Grande do Norte registrou 494.656 casos e covid-19, sendo 351 nas últimas 24 horas. Ao todo, o estado registrou 8.116 mortes por covid-19.

Foto: Reprodução/Ariel Dantas

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Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço para idosos acima de 80 anos

Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço para idosos acima de 80 anos

O Ministério da Saúde (MS) recomenda segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 para idosos com mais de 80 anos. A aplicação deve ser feita quatro meses após a primeira dose de reforço e a orientação é que o imunizante seja preferencialmente da Pfizer.

“Ministério da Saúde recomenda a aplicação de uma segunda dose de reforço aos idosos acima de 80 anos. A imunização deve ser feita quatro meses após a primeira dose de reforço e a orientação é que a aplicação seja efetuada, preferencialmente, com a Pfizer”, informou a pasta por meio das redes sociais.

Desde dezembro, o ministério já orientava a aplicação de uma dose de reforço apenas para as pessoas maiores de 18 anos imunossuprimidas. Com a nova informação, a pasta amplia o público-alvo para este novo esquema vacinal. Além da Pfizer, o ministério disse que as vacinas da Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas na aplicação da segunda dose de reforço, independentemente do imunizante anterior.

A pasta reforça que há doses suficientes da Pfizer para aplicação neste grupo de idosos.

“Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas no novo reforço, independentemente do imunizante anterior. O MS reforça que há vacinas da Pfizer suficientes para aplicação neste grupo. Vários estados informam que também têm esses imunizantes em estoque”, disse o ministério.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Média móvel de óbitos caiu 60,4% desde o pico da Ômicron, afirma Ministério da Saúde

Média móvel de óbitos caiu 60,4% desde o pico da Ômicron, afirma Ministério da Saúde

O Brasil registrou queda de 60,4% na média móvel de óbitos por covid-19 desde o pico nas ocorrências causadas pela variante Ômicron. Segundo o Ministério da Saúde, o recuo foi de 895,36, em 18 de fevereiro, para 354,3, registrado na segunda-feira (21). A média móvel de casos caiu 77,7% desde o dia 5 de fevereiro, quando a pandemia atingiu a máxima histórica de casos, registrando média de 183 mil.

De acordo com a pasta, a vacinação contra a covid-19 é a principal responsável pela queda nos registros. Atualmente, 91,38% da população acima de 12 anos está vacinada com a primeira dose (D1) e 85,35% desse mesmo público está imunizada com a dose única ou com a segunda dose (D2).

Pesquisa da Universidade de Oxford indica que a vacinação aumenta em até 100 vezes a imunidade contra a doença. Até o momento, 41% do público vacinável tomou o reforço. Atualmente, 59,4 milhões de brasileiros estão prontos para o recebimento da dose de reforço, mas ainda não voltaram aos postos de vacinação. A mesma pesquisa indica 17,6 milhões de pessoas só receberam a primeira dose.

Vacinação

Ao todo, foram distribuídas 464,8 milhões de vacinas contra a covid-19. Dessas, 391,5 milhões de doses chegaram aos braços dos brasileiros como D1 e D2 – respectivamente 171,8 milhões e 153,7 milhões.

Na etapa da dose de reforço, 63,3 milhões de brasileiros acima de 18 anos, público-alvo dessa estratégia, receberam a proteção. Quanto ao público infantil, 8,9 milhões de crianças entre 5 e 11 anos tomaram a D1.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Anvisa consulta especialistas sobre vacina para crianças de 3 a 5 anos

Anvisa consulta especialistas sobre vacina para crianças de 3 a 5 anos

A eficácia e a segurança da vacina CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos foram debatidas, nesta terça-feira (22.mar.2022), entre técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e especialistas em saúde. A reunião faz parte do processo de avaliação feito pela agência sobre o pedido do Instituto Butantan para que a vacina seja utilizada nesta faixa etária.

As reuniões têm sido adotadas pela Anvisa na avaliação de vacinas para crianças de 3 a 5 anos, a fim de garantir que qualquer autorização para esse público seja concedida dentro do mais alto padrão de segurança possível. A agência informou aos especialistas os dados e resultados apresentados pelo Butantan até o momento.

Participaram representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Hospital Albert Einstein e também da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

Na quinta-feira (17.mar.2022) e na sexta-feira (18.mar.2022), a Anvisa enviou exigências técnicas ao Instituto Butantan a respeito da CoronaVac em crianças de 3 a 5 anos. As exigências são requerimentos emitidos pela equipe técnica da agência sobre dados, resultados ou informações que precisam ser complementados pelo laboratório para a conclusão do pedido de indicação solicitado.

“O pedido de exigência é comum nos processos de análise de vacinas e medicamentos. Esse pedido não interrompe a análise pelos técnicos da Agência, que continuam trabalhando no processo. As exigências, porém, suspendem a contagem do prazo de sete dias úteis que a Anvisa tem para avaliar o processo”, informou a Anvisa.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Ilustração
Com informações da Agência Brasil

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Em Natal, secretaria de Saúde libera a quarta dose da vacina contra a covid-19 para idosos de 60 anos ou mais

Em Natal, secretaria de Saúde libera a quarta dose da vacina contra a covid-19 para idosos de 60 anos ou mais

A partir desta sexta-feira (18.mar.2022), idosos de Natal que tomaram a terceira dose da vacina contra a covid-19 há pelo menos quatro meses podem voltar aos pontos de vacinação para receber a quarta dose (D4). A liberação da quarta dose foi autorizada pela prefeitura da capital, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O anúncio foi feito nesta sexta-feira.

De acordo com a pasta, as pessoas com 60 anos ou mais se juntam às que possuem doenças imunossupressoras, que são o outro grupo que também já está apto a receber a quarta dose. A prefeitura orienta que para receber qualquer dose dos imunizantes contra a covid, D1, D2, D3 ou D4, é preciso se dirigir a qualquer unidade básica de saúde (UBS) da cidade, ou a pontos extras espalhados por alguns estabelecimentos, presentes na zona Sul, Leste e Norte.

Segundo a gestão municipal, neste final de semana, a feirinha da Árvore de Mirassol vai receber um ponto de vacinação extra que vai funcionar desta sexta (18) ao domingo (20.mar.2022). Também estão disponíveis pontos extras de vacinação nos shoppings Midway Mall, Partage Norte Shopping, Via Direta, Comjol da avenida Roberto Freire e o Ginásio Nélio Dias. Enquanto isso, as UBS funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Confira os horários de atendimento de cada ponto extra:

Feira da árvore de Mirassol: sexta (18) a domingo (20), das 16h às 21h;

Via Direta: segunda a sábado, das 9h às 21h;

Nélio Dias: segunda a sexta, das 08h às 15h, e sábado das 08h às 12h;

Midway Mall: segunda a sábado, das 10h às 17h;

Partage Norte Shopping: segunda a sábado, das 14h às 20h;

Comjol Roberto Freire: segunda a sexta, das 09h às 16h, e sábado das 09h às 14h.

Foto: Valdo Leão/Ilustração

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Marcelo Queiroga discute situação da pandemia no Brasil com presidente do STF

Marcelo Queiroga discute situação da pandemia no Brasil com presidente do STF

Para Marcelo Queiroiga, pandemia no Brasil registra queda do número de casos e do número de óbitos dia após dia.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu ontem (17.mar.2022) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para tratar da possibilidade de alteração da situação emergencial do país causada pela pandemia de covid-19.

“Hoje nós temos um cenário de desaceleração da covid-19 no Brasil, na maior parte do país e alguns estados e municípios já rumando para situação de controle. Dentro desse contexto que nós discutimos a questão da duração da emergência sanitária de importância nacional”, disse.

Ele acrescentou que, às vezes, as pessoas “confundem em transformar pandemia no Brasil em endemia”. “Não é prerrogativa do ministro transformar pandemia em endemia. O que o ministro faz é, dentro da lei, estabelecer a duração da emergência sanitária de importância nacional em conformidade com o regulamento sanitário internacional”, afirmou.

Queiroga já esteve com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para esclarecer a intenção do governo de iniciar a transição para a categoria mais branda de emergência sanitária. A medida está em estudo e foi anunciada no início do mês pelo presidente Jair Bolsonaro.

Queiroga explicou que a mudança de classificação terá efeitos nos registros emergenciais de algumas vacinas e de medicamentos para o tratamento de covid-19, que vão precisar ser preservados com a mudança. O advogado-geral da União, Bruno Bianco, também participou da audiência.

Marcelo Queiroga também afirmou que a decisão sobre a reclassificação será tomada com base na análise epidemiológica e avaliação das áreas técnicas do ministério, da Anvisa, dos estados e municípios.

“Nos últimos 15 dias, tivemos uma queda do número de casos e do número de óbitos. Nossa campanha de vacinação é uma das principais do mundo. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi fortalecido durante a pandemia no Brasil, com recursos do orçamento”, disse o ministro.

A pandemia de covid-19 foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em março de 2020.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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São Paulo retira a obrigatoriedade de máscara em ambientes fechados, mas mantém uso no transporte público

São Paulo retira a obrigatoriedade de máscara em ambientes fechados, mas mantém uso no transporte público

O uso de máscara, como proteção contra a covid-19, não será mais obrigatório em ambientes fechados em São Paulo. O decreto foi publicado em edição extra e tem efeito imediato. A proteção, no entanto, deve ser mantida no transporte público, inclusive nos locais de acesso, e em unidades médico-hospitalares.

O governador João Doria informou que a decisão de retirar a obrigatoriedade de máscaras em ambientes fechados foi tomada após nota técnica do Comitê Científico demonstrar uma melhora consistente na situação epidemiológica no estado. A flexibilização em ambientes abertos já havia sido autorizada no último dia 9.

Segundo o governo paulista, os especialistas do comitê levaram em consideração o índice de vacinação com duas doses no estado, que atingiu o patamar de 90% do público-alvo, ou seja, acima de 5 anos. A meta percentual é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS).

A análise observou que, após 14 dias do feriado de carnaval, houve manutenção da melhora dos indicadores epidemiológicos, indicando queda na transmissão. O governo aponta que, pela sexta semana seguida, foi registrada queda de internações em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de enfermaria.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Ministro da Saúde pede ao Senado para rebaixar covid-19 à situação de endemia no Brasil

Ministro da Saúde pede ao Senado para rebaixar covid-19 à situação de endemia no Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu nesta terça-feira (15.mar.2022) com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para tratar sobre a possibilidade de flexibilização do estado de emergência sanitária do Brasil em relação à covid-19. Queiroga pediu para que a situação possa ser tratada como endemia.

“Diante da sinalização, manifestei ao ministro preocupação com a nova onda do vírus, vista nos últimos dias na China. Mas me comprometi a levar a discussão [de rebaixar a covid-19 à situação de endemia] aos líderes do Senado”, afirmou Pacheco, em uma publicação em uma de suas redes sociais após o encontro com Queiroga.

O ministro já havia se reunido na semana passada com presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) para tratar do mesmo assunto e também deverá ter um encontro com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, sobre o tema.

Dados

De acordo com dados da da última sexta-feira (11.mar.2022), divulgados pelo Ministério da Saúde, 91% da população brasileira acima de 12 anos já tomou a primeira dose da vacina contra a covid-19. Desse total, 84,38% completou o esquema vacinal e apenas 36,48% das pessoas acima de 18 anos receberam a dose de reforço.

Nas últimas semanas, alguns municípios e estados – incluindo Natal e o Rio Grande do Norte – revogaram o uso de máscara. A permissão varia de acordo com entes municipais e estaduais, permitindo que a população possa ficar sem utilizar as máscaras em ambientes abertos e/ou fechados.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, o Brasil registrou 656 mil mortes causadas pela covid-19, além de 29,4 milhões de infectados.

Foto: Isac Nóbrega/PR

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Brasil já confirmou dois casos da Deltacron, afirma ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou, nesta terça-feira (15), que o Brasil já registra dois casos de pessoas infectadas por uma variante do novo coronavírus, a Deltacron.

A nova cepa combina características genéticas da Ômicron e da Delta e vem sendo monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde o início do mês, quando os primeiros casos foram identificados na França.

“Nosso serviço de vigilância genômica já identificou dois casos no Brasil. Um no Amapá, outro no Pará”, disse o ministro a jornalistas, ao chegar ao ministério.

Queiroga destacou que, em um contexto de pandemia, no qual um vírus se espalha com maior facilidade entre a população, se replicando velozmente, as probabilidades dele sofrer mutações aumentam. Segundo ele, isso demonstra a importância da população se vacinar.

“Esta variante [a Deltacron] é considerada de importância e requer o monitoramento”, acrescentou Queiroga, assegurando que, mesmo com a “desaceleração” do surgimento de novos casos da covid-19 em todo o país, as autoridades sanitárias devem continuar vigilantes.

“Tudo que acontece nos outros países, nós observamos. Monitoramos todos os casos, e isto é fruto do fortalecimento da capacidade de vigilância genômica no Brasil – [fruto] dos fortes investimentos que o governo federal fez após a pandemia”, acrescentou o ministro.

De acordo com o Ministério da Saúde, entre a tarde de domingo (13) e o fim da tarde de ontem (14), foram confirmados 11.287 novos casos de covid-19 no país, e 171 mortes em decorrência da doença.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, os números contabilizados tendem a ser menores que os dos demais dias da semana devido à dificuldade das secretarias de saúde dos estados e municípios repassarem informações. Mesmo assim, os resultados gerais indicam uma melhora da situação.

Com este cenário, vários estados e municípios já flexibilizaram medidas de controle sanitário, como a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção.

“O STF [Supremo Tribunal Federal] delegou a estados e municípios a prerrogativa de, de maneira complementar à União, dispor a respeito do uso de máscaras. Não se trata de obrigar as pessoas a não usar máscaras, mas sim de desobrigar o uso. E isto depende do cenário epidemiológico [local]. É preciso fazer isto de forma inteligente. Por exemplo, mesmo o número de casos estando desacelerando, é recomendável continuarmos usando as máscaras em hospitais. Pessoas imunocomprometidas e indivíduos que passaram por um transplante também”, finalizou o ministro.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Fiocruz avalia retirada de máscaras como 'prematura'

Fiocruz avalia retirada de máscaras como ‘prematura’

Secretarias de Saúde em todo o Brasil começaram a regulamentar a retirada de máscaras para a proteção contra a covid-19.

A retirada de máscaras em locais fechados de forma irrestrita é prematuro, revela boletim do Observatório covid-19, divulgado ontem (11.mar.2022), no Rio de Janeiro, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os pesquisadores afirmam que as próximas semanas serão fundamentais para entender a dinâmica de transmissão da doença e que ainda não é possível avaliar o efeito das festas e viagens no período do carnaval.

“Flexibilizar medidas como o distanciamento físico (controlado pelo uso do passaporte vacinal) ou a retirada de máscaras de forma irrestrita colabora para um possível aumento, e não nos protege de uma nova onda”, afirma o boletim. “Atualmente, o ideal é voltarmos ao padrão do início da pandemia, quando recomendávamos fortemente o uso de máscaras, higienização de mãos e evitar as aglomerações”, destaca.

O texto afirma, ainda, que as medidas de mitigação tomadas até então para controlar a pandemia ocorreram de forma tardia, quando as ondas de contágio já haviam se instalado, e não de forma proativa, para impedir que se formassem.

“Isto significa dizer que o custo humano para chegarmos ao patamar atual foi a perda de 650 mil pessoas, desnecessariamente. Dito isso, reforçamos que o relaxamento prematuro das medidas protetivas, assim como não investir na motivação da população sobre a vacinação, significa abandonar a história de tantas vidas perdidas”, destacam os pesquisadores. “Portanto, é importante garantir que as medidas de relaxamento sejam adotadas em tempo oportuno, sob risco de retrocesso nos ganhos obtidos no arrefecimento da pandemia”.

O potencial de transmissibilidade da variante Ômicron, que tem uma capacidade muito maior de escapar dos anticorpos produzidos por infecções ou duas doses das vacinas, ressaltou a importância da dose de reforço para todos os adultos, enfatiza a Fiocruz.

“Durante a onda da Ômicron, os países que têm maiores parcelas da população com dose de reforço apresentaram uma redução substancial das hospitalizações em relação aos casos confirmados de covid-19. No Brasil, a dose de reforço já foi aplicada em 31,2% da população. O esquema em duas doses se encontra em um patamar de 73%. É fundamental, portanto, avançar na cobertura vacinal com as três doses para a população elegível até o momento (adultos acima de 18 anos)”, acrescenta o boletim.

Os pesquisadores citam, também, um estudo recente que sugere que o uso de máscaras deve ser mantido por duas a dez semanas após a meta de cobertura vacinal ser atingida, entre 70% e 90%. Com o surgimento da variante Ômicron e sua maior capacidade de escape dos anticorpos, o boletim afirma que as máscaras ficaram ainda mais importantes.

“A vacinação por si só não é suficiente para controlar a pandemia e prevenir mortes e sofrimento, é fundamental que se mantenha um conjunto de medidas combinadas até que o patamar adequado de cobertura vacinal da população alvo seja alcançado”, acrescenta a publicação.

Casos e óbitos

O cenário atual é de descida nas curvas de casos e óbitos após o pico da variante Ômicron no Brasil. A Fiocruz alerta, porém, que a redução da incidência após o pico sempre ocorre de forma mais lenta que a subida da curva.

O boletim informa, também, que os dados registrados entre 20 de fevereiro e 5 de março mostram uma queda de 48% nos novos casos e de 33% na média móvel de mortes, na comparação com a quinzena anterior. Mesmo assim, ainda são registradas, em média, 570 vítimas de covid-19 no país por dia.

Além da queda nos casos, a Fiocruz mostra que também há uma ligeira redução no índice de positividade dos testes RT-PCR para covid-19. Devido a isso, a expectativa é que as próximas semanas mantenham a redução dos indicadores que mais preocupam a população e os serviços de saúde: a mortalidade e a internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por covid-19.

Os leitos de unidade de terapia intensiva para pacientes com a doença estão fora da zona de alerta em todas as unidades da federação, exceto Santa Catarina. Isso significa que nenhum outro estado há mais de 60% das vagas ocupadas com pacientes graves. Já no Sistema Único de Saúde catarinense, o percentual está em 79%.

Quarta dose

O boletim ressalta que metade dos óbitos ocorre atualmente em pessoas com no mínimo 78 anos, o que indica sua maior vulnerabilidade às formas graves e fatais da covid-19. Diante disso, os pesquisadores defendem a necessidade de aplicação de uma quarta dose neste grupo, seis meses após a aplicação da dose de reforço.

Além disso, a Fiocruz aponta um crescimento na proporção de crianças com covid-19 em relação ao total de infectados. “A maior vulnerabilidade das crianças, provocada principalmente pela baixa adesão deste grupo à vacinação, compromete igualmente o grupo que se encontra no extremo oposto da pirâmide etária”, dizem os pesquisadores.

O boletim da Fiocruz levantou que 12 estados apresentam mais de 80% da população vacinada com a primeira dose, 15 têm mais de 70% da população com segunda dose e, em 11 estados, a vacinação de terceira dose está acima de 30%. O Piauí é o estado com a vacinação mais avançada em primeira dose com 91%. Já na segunda e na terceira doses, o estado de São Paulo apresenta os maiores percentuais: 82% e 45%.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Secretário de Saúde de Natal diz que espera 'bom senso' após a desobrigação de máscaras na capital

Secretário de Saúde de Natal diz que espera ‘bom senso’ após a desobrigação de máscaras na capital

O secretário de Saúde da Natal, George Antunes, afirmou nesta quinta-feira (10.fev.2022) que a população deverá usar bom senso para definir os locais em que deve continuar usando a proteção. A declaração ocorre após a prefeitura publicar um decreto que torna a opcional do uso de máscara contra covid-19 em locais abertos e fechados.

A declaração do secretário ocorreu em entrevista a um jornal da imprensa local na manhã da quinta-feira. Antunes considera que o bom senso vai determinar se o cidadão deve ou não utilizar a máscara. Para ele, a gestão aposta no bom senso.

O secretário de Saúde da Natal considera ainda que a decisão de acabar a obrigatoriedade do uso da máscara ocorreu diante da redução de índices como a taxa de transmissibilidade, o alto percentual de vacinação da população, e um processo de imunização natural que a população tem conseguido obter após dois anos de exposição ao vírus.

Foto: Elpídio Júnior

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Shoppings de Natal já liberaram a entrada de pessoas sem máscara

Shoppings de Natal já liberaram a entrada de pessoas sem máscara

Os shoppings de Natal já liberaram o acesso dos clientes sem a utilização da máscara facial desde a quarta-feira (9.mar.2022), logo após a publicação do novo decreto da prefeitura de Natal que permitiu que o uso da máscara seja facultativo tanto em ambientes abertos ou fechados. A obrigatoriedade do uso de máscaras ocorria desde março de 2020, quando teve início a pandemia da covid-19.

De acordo com publicações que já circulam nas redes sociais, os principais shoppings de Natal da capital já permitem que os clientes podem entrar sem máscara nos ambientes, seguindo o novo decreto da gestão municipal.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Anvisa consulta especialistas sobre vacina para crianças de 3 a 5 anos

Metade das crianças de 5 a 11 anos do RN já tomou a primeira dose de vacina contra a covid-19

A campanha de vacinação contra a covid-19 no Rio Grande do Norte alcançou outro importante número nesta quarta-feira (9.mar.2022), dessa vez no grupo das crianças. A cobertura na faixa etária de 5 a 11 anos segue avançando. Iniciada há quase dois meses, a campanha de imunização nesse grupo chegou a 50% com a primeira dose da vacina no braço.

O percentual representa pouco mais de 167 mil crianças das 335 mil estimadas pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) dentro dessa faixa etária. Os números são da plataforma RN + Vacina, plataforma coordenada pela Sesap e alimentada com dados das gestões municipais.

A meta de cobertura apontada pela Sesap é de 301 mil crianças imunizadas. Para os menores de 5 a 11 anos estão disponíveis dois imunizantes – Pfizer e Coronavac -, que possuem dois períodos diferentes para aplicação da segunda dose: oito e quatro semanas, respectivamente. Entre o público de 12 a 17 anos, a cobertura vacinal contra a Covid-19 já chega a 86% para a primeira dose
e 66% com a segunda dose.

A Sesap alerta, assim como vem fazendo desde o início do processo de vacinação, para a necessidade de completar o esquema de imunização dentro do prazo, evitando atrasos.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Ilustração

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RN alcança 80% da população vacinada com duas doses contra a covid-19

RN alcança 80% da população vacinada com duas doses contra a covid-19

O Rio Grande do Norte alcançou nesta quarta-feira (9.mar.2022) a marca de 80% da população geral com duas doses de vacina contra a covid-19. O percentual representa 2,53 milhões de pessoas que vivem atualmente no RN, de acordo com a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Chegar a esse patamar de vacinação é muito importante para a campanha como um todo. Porém, é preciso lembrar ainda a importância ainda da dose de reforço para todos os que já estão aptos”, ressaltou Cipriano Maia, titular da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). De acordo com RN + Vacina, 38% da população geral tomou a dose de reforço no estado. Já levando em consideração apenas a primeira dose, a cobertura da vacinação é de 91% da população total.

Apenas entre os adultos, que é o recorte populacional há mais tempo atendido pela campanha de vacinação, os percentuais de cobertura estão em 92% com a primeira dose, 86% com duas doses e 45% na dose de reforço. A Sesap segue realizando junto aos municípios o trabalho de coordenação e orientação do processo de imunização, além da logística de distribuição imediata das doses que são recebidas no estado.

Foto: Elisa Elsie/Reprodução

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OMS monitora nova variante que combina Ômicron e Delta, identificada na França, Holanda e Dinamarca

OMS monitora nova variante que combina Ômicron e Delta, identificada na França, Holanda e Dinamarca

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quarta-feira (9.mar.2022) que está monitorando o surgimento de uma nova variante do coronavírus que combina características genéticas duas outras versões do vírus: Ômicron e Delta. A mistura das duas variantes tem sido chamada informalmente de Deltacron.

A primeira evidência mais sólida de um vírus recombinante Ômicron e Delta foi compartilhada pelo Instituto Pasteur, da França. Eles fizeram o sequenciamento genético completo do vírus para o GISAID, um banco de dados internacional que centraliza as sequências genéticas de todas as variantes do coronavírus.

A diretora técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, disse que a entidade está ciente dessa nova variante, já identificada em três países europeus. “Estamos cientes disso, é uma combinação das variantes Ômicron e Delta. Foi detectada na França, na Holanda e na Dinamarca. Isso era algo esperado dado que há uma intensa circulação dessas variantes”, disse durante coletiva de imprensa da OMS.

Segundo ela, em países da Europa a variante Delta continuava circulando de forma expressiva quando surgiu a variante Ômicron, o que pode explicar essa recombinação. A epidemiologista ponderou que, até o momento, não foi identificada nenhuma severidade maior da infecção pela nova variante, mas que pesquisas e estudos ainda estão em andamento.

Pandemia

Sobre a persistência da pandemia, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, voltou a dizer que ela está longe do fim. “A pandemia está longe de acabar. E ela não vai acabar em nenhum lugar até que ela acabe em todos os lugares”, alertou.

Em janeiro deste ano, após o aumento exponencial de contaminações impulsionado pela variante Ômicron, o dirigente da OMS já havia dito a mesma coisa. Ele também lembrou que, na próxima sexta-feira (11.mar.2022) completará exatamente dois anos em que a epidemia de covid-19 foi descrita como uma pandemia global.

Foto: REUTERS/Denis Balibouse/Direitos Reservados
Com informações da Agência Brasil

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RN vai desobrigar uso de máscaras em ambientes abertos a partir do dia 16 de março

RN vai desobrigar o uso de máscaras em ambientes abertos a partir do dia 16 de março

O Rio Grande do Norte vai desobrigar o uso de máscaras em ambientes abertos a partir do próximo dia 16 de março. A decisão partiu do comitê científico do Rio Grande do Norte, que se reuniu na noite desta segunda-feira (7.mar.2022) e discutiu a situação da pandemia no Estado. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do estado, Cipriano Maia.

De acordo com o comitê, a liberação das máscaras em ambientes abertos ocorre no momento em que o estado registra o menor índice de transmissibilidade da covid-19 desde o início da pandemia. O avanço da vacinação contra a covid-19 e a queda no número de casos e óbitos nas últimas semanas foram fatores primordiais para a tomada da decisão.

Atualmente, 2.526.783 pessoas estão vacinadas com as duas doses no estado, o equivalente a 79% da população potiguar. Com a primeira dose, são 2.900.148 pessoas imunizadas, o que corresponde a 91%. Segundo o secretário de saúde, o decreto deverá ser publicado no próximo dia 15 de março. O uso de máscaras no Rio Grande do Norte é obrigatório desde o dia 7 de maio de 2020.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Ilustração

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Brasil recebe mais 1,6 milhão de doses pediátricas da Pfizer contra a covid-19

Brasil recebe mais 1,6 milhão de doses pediátricas da Pfizer contra a covid-19

Mais 1,6 milhão de doses pediátricas contra a covid-19 da Pfizer chegaram ao Brasil nesta segunda-feira (7.mar.2022). Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas desembarcaram no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e serão enviadas aos estados e ao Distrito Federal nos próximos dias.

Até agora, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 20 milhões de doses de vacinas pediátricas para todo o país. Destas, mais de 7,7 milhões já foram aplicadas na população de 5 a 11 anos.

Diferenças

A grande diferença entre a vacina adulta e a vacina pediátrica da farmacêutica, indicada para a faixa etária entre 5 e 11 anos, é a cor do frasco e a dosagem. Para diferenciar os imunizantes e impedir o risco de uma vacina ser confundida com a outra, a Pfizer envasou o conteúdo do imunizante pediátrico em um frasco de cor laranja, diferente da vacina aplicada em adultos, com ampola em cor roxa. Isso facilita a identificação e a correta administração das doses nos postos de vacinação.

Outra diferença é que enquanto a dose do imunizante aplicada na população acima de 12 anos é composta de 30 microgramas, a dose pediátrica contém 10 microgramas.

Esquema vacinal

É importante lembrar ainda que o esquema vacinal não muda para a vacinação de crianças. Segundo a recomendação do Ministério da Saúde, para estar completamente vacinada, a criança precisa receber duas doses do imunizante com intervalo de oito semanas entre elas.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil

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Pelo terceiro dia consecutivo, RN não registra óbitos por covid-19

Pelo terceiro dia consecutivo, RN não registra óbitos por covid-19

Sesap diz que é a 6ª vez na última semana que não há óbitos por covid-19 em períodos de 24h no Rio Grande do Norte.

Dados da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap-RN) divulgados nesta segunda-feira (7.mar.2022) mostram os números do coronavírus no estado. Segundo a Sesap-RN, são 480.376 casos totalizados. No domingo (6.mar.2022) eram contabilizados 480.329, ou seja, 47 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 11 confirmados nas últimas 24 horas.

A Sesap-RN apontou que, além de não haver óbitos por covid-19 no sábado (5.mar.2022), no domingo (6) e também nesta segunda-feira (7) no estado, esta é a 6ª vez na última semana que não há óbitos pela doença em períodos de 24h. Já o total de mortes causadas pelo novo coronavírus no RN é de 8.066. Segundo a pasta, óbitos em investigação são 1.565.

Ainda de acordo com a Sesap-RN, são 464.807. Casos suspeitos somam 1.015 e descartados são 909.687, e estimativa de casos em acompanhamento são 6.500.

Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

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Comitê Científico já avalia desobrigar o uso de máscara em todos os ambientes no RN, diz Cipriano Maia

Comitê Científico já avalia desobrigar o uso de máscara em todos os ambientes no RN, diz Cipriano Maia

O secretário estadual de saúde, Cipriano Maia, declarou que é necessário discutir a desobrigação do uso de máscara no Rio Grande do Norte. De acordo com ele, haverá uma discussão em conjunto com o Comitê Científico para definir a retirada da obrigatoriedade de utilização do equipamento.

A fala foi dada em entrevista ao Bom Dia RN/InterTV Cabugi na manhã desta segunda-feira, 7 de março.

“A gente [vai] começar a discutir a mudança das medidas restritivas, como o uso de máscara em todos os ambientes. Bom destacar: se você está sintomático respiratório, continuar usando máscara em qualquer circunstância, mesmo depois de anunciada a liberação. Então, hoje nós vamos reunir o Comitê Científico – que tem nos orientado desde o início da pandemia, com toda a propriedade, com todas as análises e tendências, com observação do que ocorre no mundo e nos outros estados – para que a gente possa tomar medidas seguras, não adianta estarmos apressados”, disse Cipriano.

Segundo o secretário, a discussão vai se basear na liberação primeiro em ambientes abertos, mas a utilização do material deverá continuar em locais fechados e com aglomeração.

Foto: Divulgação/Governo do RN

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Pfizer entrega novo lote de vacina pediátrica ao Brasil

Pfizer entrega novo lote de vacina pediátrica ao Brasil

A Pfizer entregou na quinta-feira (3.mar.2022) um novo lote da vacina pediátrica contra a covid-19 fabricada pela Pfizer/BioNTech para imunização de crianças de 5 a 11 anos. O lote contém 1,668 milhão de doses e chegou às 7h45, no Aeroporto de Viracopos, em Campinas.

Além das doses pediátricas, a Pfizer enviou, no mesmo voo, 5.850 doses da doses de vacinas contra a covid-19 destinadas a maiores de 12 anos. Os imunizantes serão distribuídos nos próximos dias.

A dose pediátrica é diferente da vacina aplicada em adultos: a cor do frasco é laranja e a dosagem é menor. A vacina é segura e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foto: Myke Sena/MS
Com informações da Agência Brasil

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Ocupação de leitos de UTI Covid no RN está abaixo de 40%

O Rio Grande do Norte tem menos de 40% de ocupação nos leitos críticos para tratamento da covid-19. Os dados foram conferidos às 10h30 desta sexta-feira (25.fev.2022), véspera de carnaval, no portal Regula RN, sistema utilizado na administração dos leitos públicos. Segundo o site, o estado tem 37,57% de leitos críticos ocupados e 54,70% disponíveis. Há ainda 5,52% ocupados não covid-19 e 2,21% bloqueados.

Já em relação aos leitos críticos, o RN tem ocupação de 24,54%, e 53,48% disponíveis, além de 9,16% ocupados não covid-19 e12,82% bloqueados. Além disso, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN), o RN está com a menor média diária de solicitações por leitos desde o dia 25 de dezembro do ano passado, com 16 pedidos por dia.

O Regula RN também aponta que a taxa de ocupação nos hospitais do SUS da região Metropolitana é de 43,4%, na região Oeste 32,1%, e na região Seridó 26.7%. Em todo o estado, o índice de ocupação é de 38,4%.

Foto: Assecom Governo do RN

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Mortes por Covid no RN ultrapassam 8 mil desde o início da pandemia

Mortes por Covid no RN ultrapassam 8 mil desde o início da pandemia

As mortes por Covid no RN ultrapassaram a marca de 8 mil nesta segunda-feira (21.fev.2022), segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde Pública. A marca foi registrada 1 ano, 10 meses e 20 dias após o óbito do professor universitário Luiz Di Souza, de 61 anos – o primeiro provocado pela doença no estado.

O estado chegou a 8.002 mortes após a confirmação de quatro óbitos ao longo das últimas 24 horas, entre o domingo (20.fev.2022) e a manhã desta segunda (21.fev.2022). Dois deles foram em Natal, um ocorreu em Parnamirim e outro em Felipe Guerra, segundo a Sesap. O boletim da pasta também apontou que o estado registrou 469.833 casos confirmados de pessoas infectadas com a da doença ao longo de todo o período da pandemia, sendo 188 novas notificações nas últimas 24 horas.

A marca de 8 mil mortes por Covid no RN foi alcançada 217 dias após o estado ter atingido os 7 mil óbitos pela doença, em 19 de julho de 2021. Esse foi o maior espaço de tempo, desde o início da pandemia do coronavírus, para o estado contabilizar novas mil mortes. A média foi de 4,6 mortes por dia.

O governo e pesquisadores da UFRN atribuem a redução do número de mortes por Covid no RN à vacinação da população do estado. Embora o estado tenha atingido a maior taxa de transmissibilidade da doença em janeiro, também registrou a menor mortalidade no período.

O estado havia chegado às 7 mil mortes 54 dias depois de ter atingido os 6 mil óbitos, em 25 de maio de 2021. Quando o estado pulou das primeiras 1 mil mortes registradas, em 30 de junho de 2020, para as 2 mil, em 11 de agosto de 2020, foram 43 dias.

Até então, o maior espaçamento tinha acontecido entre 11 de agosto de 2020 e 3 de janeiro do ano passado, quando se passaram 187 dias para o estado avançar de 2 mil para 3 mil mortes. Das 3 mil mortes para as 4 mil, houve uma nova aceleração e se passaram 73 dias. Das 4 mil para as 5 mil mortes, foram 29 dias de diferença, o menor tempo. Das 5 mil às 6 mil mortes, se passaram 40 dias.

De acordo com o sistema RN Mais Vacina, usado na administração da imunização da população do Rio Grande do Norte, 90% do público potiguar tomou a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e 78% também recebeu a segunda dose. No entanto, apenas 34% procurou os postos de vacinação para ter acesso à dose de reforço.

Com informações do G1 RN
Foto: Reprodução/Ayrton Freire/Inter TV Cabugi

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Ocupação de leitos de UTI Covid no RN cai e alcança patamar inferior a 50%

Ocupação de leitos de UTI Covid no RN cai e alcança patamar inferior a 50%

Ocupação de leitos de UTI Covid no RN alcançou o menor patamar desde o dia 11 de janeiro de 2022, de acordo com o Regula RN.

O Rio Grande do Norte está com mais da metade dos leitos de UTIs Covid desocupados. Nesta segunda-feira (21.fev.2022), a ocupação das vagas está em 47,2%, menor percentual desde o dia 11 de janeiro. O número de solicitações por leitos críticos também segue caindo.

De acordo com os dados do portal Regula RN, há 78 leitos vagos de UTI Covid no RN e não havia, até as 10h40, nenhum paciente aguardando por regulação para ir a uma UTI. A média diárias das solicitações por vagas em UTIs está em 25 pedidos, contra 82 pedidos diários do dia 28 de janeiro, uma queda de 69,6%.

Segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, o estado teve 4 óbitos nas últimas 24 horas, sendo dois em Natal, um em Parnamirim e um em Felipe Guerra. Foram 188 casos notificados e confirmados entre o domingo (20.fev.2022) e manhã desta segunda-feira.

Foto: HGJM/SESAP

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Anvisa aprova a primeira marca de autoteste do Brasil; resultado sai em 15 minutos

Anvisa aprova a primeira marca de autoteste do Brasil; resultado sai em 15 minutos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na última quinta-feira (17.fev.2022) o primeiro autoteste do Brasil. O autoteste foi nomeado de “Novel Coronavírus Autoteste Antígeno”, fabricado pela empresa CPMH Comércio e Indústria de Produtos Médicos-Hospitalares e Odontológicos.

O exame do autoteste funcionará com coleta por meio de bastão (swab) a ser inserido no nariz. O resultado deve sair em 15 minutos. A aprovação pela Anvisa foi feita com um conjunto de recomendações, disponíveis para acesso no site do órgão. O autoteste deve ser realizado entre o 1º e 7º dia do início do sintoma, ou 5 dias depois de contato com uma pessoa infectada com o novo coronavírus. O exame não é válido como diagnóstico, como documento para viagens ou para licença do trabalho.

A cartilha de orientações da Anvisa também traz informações ilustradas sobre como realizar o autoteste e como interpretar seus resultados. Como exigido pela agência, a CPMH disponibilizou um canal de atendimento ao cliente para dúvidas e esclarecimentos (por meio do telefone 0800 940 8883).

Autotestes

Segundo a Anvisa, os autotestes são um procedimento de orientação. Eles indicam que alguém pode estar infectado com o novo coronavírus. Contudo, o diagnóstico efetivo só pode ser realizado por um profissional de saúde.

A Anvisa explica que o autoteste de covid-19 deve ser usado como triagem, para permitir o auto isolamento precoce e, assim, quebrar a cadeia de transmissão do vírus o mais rápido possível, “mas o diagnóstico depende de confirmação em um serviço de saúde”, alerta a publicação da agência sobre o tema.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Feirinha da Árvore de Mirassol terá trailer de vacinação contra a covid-19 neste final de semana

Feirinha da Árvore de Mirassol terá trailer de vacinação contra a covid-19 neste final de semana

A Feirinha da Árvore de Mirassol, localizada na zona Sul de Natal, vai receber o trailer de vacinação contra a covid-19 neste sábado e domingo (19 e 20.fev.2022). De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal), o ponto extra de imunização vai funcionar no horário das 16h às 21h apenas neste fim de semana.

Segundo a SMS/Natal, o trailer da Feirinha da Árvore de Mirassol estará vacinando adultos e crianças a partir de 5 anos de idade e serão disponibilizadas as três doses da vacina: D1, D2, D3 (reforço), e a dose adicional, D4 (somente para os imunossuprimidos). Ainda de acordo com a pasta, o objetivo desta iniciativa é ampliar e facilitar o acesso da população à vacinação contra a covid-19. Mais informações sobre os outros pontos de imunização são oferecidas no site https://vacina.natal.rn.gov.br/ .

Foto: Divulgação/SMS Natal

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RN alcança o segundo maior índice de vacinação infantil do Brasil; DF lidera

RN alcança o segundo maior índice de vacinação infantil do Brasil; DF lidera

De acordo com nota técnica do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Rio Grande do Norte tem o segundo maior índice de vacinação infantil do Brasil. Os dados abordando a cobertura vacinal entre crianças de 5 a 11 anos do Brasil, divulgada na tarde desta quinta-feira (17.fev.2022) pela fundação.

Segundo a Fiocruz, o levantou considerou a média nacional em todas as Unidades Federativas do Brasil e contatou que o RN é o segundo com melhor cobertura da primeira dose maior. O índice do estado é de 32,6% e está acima da média nacional, que é de 21%. O Distrito Federal lidera entre as federações com o maior índice de vacinação infantil, com cobertura de 34,6%. Já o pior desempenho ficou com o Amapá, que tem apenas 5,3% de vacinados.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Decreto que exige passaporte vacinal no RN é prorrogado até 16 de março; Natal não vem seguindo determinação

Decreto que exige passaporte vacinal no RN é prorrogado até 16 de março; Natal não vem seguindo determinação

A exigência de passaporte vacinal contra a covid-19 para entrada em estabelecimentos no Rio Grande do Norte foi prorrogada até o próximo dia 16 de março, de acordo com o decreto publicado nesta quarta-feira (16.fev.2022) no Diário Oficial do Estado. O governo também recomendou que os municípios suspendam os eventos de rua até a mesma data, já que nestes casos não é possível exigir o passaporte vacinal.

A prorrogação do decreto foi classificada pelo governo como medida para a contenção da transmissão da nova variante da covid-19 – a Ômicron. De acordo com a administração estadual, a renovação considera “a necessidade de estimular a adesão da sociedade ao plano nacional de vacinação contra a Covid-19 como forma de garantir um cenário epidemiológico favorável”.

Até ontem (15.fev.2022), o estado tinha 190.969 pessoas com a segunda dose da vacina em atraso e mais 700 mil pessoas que não tomaram a dose de reforço.

O passaporte vacinal é exigido para os eventos públicos e privados, bares e restaurantes, tanto em áreas fechadas como em áreas livres, com capacidade acima de 100 pessoas. Centros comerciais e shoppings com ar-condicionado também devem fazer a exigência de apresentação do passaporte da vacina.

Segundo o governo, também permanece em vigor o uso obrigatório de máscara de proteção facial. O decreto estadual publicado em janeiro não vem sendo seguido nos estabelecimentos em Natal. A prefeitura editou um decreto que libera os estabelecimentos da capital da exigência.

A Justiça chegou a suspender parte do decreto municipal, na primeira instância, mas o município recorreu e teve parecer favorável do desembargador Virgílio Macedo Jr, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Segundo o governo do estado, desde março de 2020 foram emitidos 51 decretos normativos para o combate ao novo coronavírus, além de medidas voltadas ao remanejamento de orçamento para investimento no enfrentamento à pandemia.

Ainda segundo o governo, pelo menos 14 cidades potiguares já cancelaram o Carnaval 2022: Natal, Parnamirim, Caicó, Macau, Areia Branca, Apodi, Tibau do Sul, Assu, Pendências, Grossos, Dix-sept Rosado, Alexandria, Upanema e Almino Afonso. No Brasil, 24 capitais e o Distrito Federal não vão realizar carnaval de rua em 2022.

Foto: Divulgação/Semurb

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Ministério Público do RN investiga emissão de receitas falsas para a vacinação em Parnamirim (Operação Acceptio)

Operação Acceptio: Ministério Público do RN investiga emissão de receitas falsas para a vacinação em Parnamirim

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou, nesta quarta-feira (16.fev.2022), a operação Acceptio, que apura a emissão de receitas falsas destinadas à comprovação de enfermidades para a vacinação contra a covid-19 e à retirada de medicamentos em Unidade Básica de Saúde (UBS) em Parnamirim.

A ação investiga a prática de crime de falsificação de documento público cometido por uma servidora pública municipal de Parnamirim. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência e no endereço profissional da investigada. Foram apreendidos aparelhos de telefonia celular, pen-drives e documentos. Esse material será analisado pelo MPRN.

De acordo com o MPRN, a operação é fruto de um trabalho de investigação das 2ª, 3ª e 4ª Promotorias de Justiça de Parnamirim, em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRN, iniciada em 28 de junho de 2021.

Segundo depoimentos colhidos durante a investigação, as receitas falsas eram emitidas com o nome e o CRM de uma médica que