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As últimas informações sobre a Covid-19 no Brasil e no Mundo

Anvisa anuncia liberação da CoronaVac para crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos

Anvisa anuncia liberação da CoronaVac para crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (20.jan.2022) a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos – exceto em casos de menores imunossuprimidos (com baixa imunidade). A decisão foi tomada durante reunião extraordinária da diretoria colegiada.

Crianças e adolescentes com comorbidades também poderão receber a vacina, que será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. A vacina é a mesma utilizada atualmente na imunização de adultos, sem nenhum tipo de adaptação para uma versão pediátrica.

A decisão foi unânime. Ao todo, cinco diretores votaram a favor da liberação: Meiruze Sousa Freitas, Alex Machado Campos, Rômison Rodrigues Mota, Cristiane Rose Jourdan e o próprio diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres.

Por meio das redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou a aprovação do uso emergencial da CoronaVac para a faixa etária de 6 a 17 anos. “Todas as vacinas autorizadas pela Anvisa são consideradas para a PNO [Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19]. Aguardamos o inteiro da decisão e sua publicação no DOU”, disse, em sua conta no Twitter.

Butantan

Por meio de nota, o Instituto Butantan, fabricante da CoronaVac em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, informou que a autorização ocorreu após avaliação de pedido enviado à Anvisa no dia 15 de dezembro, embasado em estudos de segurança e resposta imunológica vindos de países como Chile, China, África do Sul, Tailândia e também do Brasil.

“A CoronaVac é cientificamente comprovada como a vacina mais segura e com menos efeitos adversos, além de ser a vacina mais utilizada em todo o mundo, com mais de 211 milhões de doses administradas no público infantil e juvenil (de 3 a 17 anos) somente na China”, destacou o comunicado. “O Instituto Butantan, que há 120 anos trabalha a serviço da vida, está preparado para fazer parte de mais esta batalha para derrotar o vírus da covid-19 no país”, concluiu a nota.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Governo de SP informa que vacina não foi a causa da parada cardíaca em criança de 10 anos que morreu em Lençóis Paulista

Governo de SP informa que vacina não foi a causa da parada cardíaca em criança de 10 anos que morreu em Lençóis Paulista

O governo do estado de São Paulo informou na tarde de hoje (20.jan.2022) que o Centro de Vigilância Epidemiológica concluiu não haver relação entre a vacinação contra a covid-19 e a parada cardíaca que sofreu uma criança de 10 anos após ser imunizada na cidade de Lençóis Paulista (SP).

De acordo com o governo, a análise realizada por mais de dez especialistas apontou que a criança tem uma doença congênita rara, desconhecida até então pela família, que desencadeou o quadro clínico.

“O Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde informa que concluiu nesta quinta-feira (20) a investigação que descartou o evento adverso pós-vacinação na criança de dez anos do município de Lençóis Paulista. Não existe relação causal entre a vacinação e quadro clínico apresentado”, diz a nota do governo.

A Secretaria de Estado da Saúde reforçou a importância da vacinação e reafirmou que todas os imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são seguros e eficazes.

Ontem, a prefeitura municipal de Lençóis Paulista (SP) divulgou nota oficial no início da noite informando que havia suspendido por sete dias a vacinação infantil em razão de a criança de dez anos ter sofrido uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a covid-19 na cidade. Segundo a família, a criança está estável e consciente.

Com informações da Agência Brasil

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Ministério da Saúde promove ação de vacinação contra a covid-19 na região Norte

Ministério da Saúde promove ação de vacinação contra a covid-19 na região Norte

Ação de vacinação ocorre em todas as capitais da região Norte do Brasil; confira os endereços no final da notícia.

O Ministério da Saúde promove, neste sábado (22.jan.2022), uma ação de vacinação contra a covid-19 na região Norte do Brasil. A iniciativa acontece nos sete estados da região, simultaneamente, à partir das 11 horas (horário de Brasília).

Além da estimular a população do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins a completar o ciclo de imunização contra o novo coronavírus, a iniciativa também promoverá a realização de testes como forma de identificar novos casos da doença.

As autoridades sanitárias recomendam que as pessoas com mais de 18 anos de idade que receberam as vacinas da Pfizer, AstraZeneca e CoronaVac tomem uma dose de reforço quatro meses após a última dose do esquema vacinal primário. A vacina a ser utilizada para a dose de reforço deve ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Pfizer/Wyeth). Na falta deste imunizante, podem ser usadas as vacinas de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca), independentemente do esquema vacinal primário.

Segundo o ministério, a maior região do país em termos territoriais foi escolhida em função de contar com cerca de 15 milhões de pessoas acima de 12 anos aptas a receberem as vacinas e por fazer fronteira com outros países. De acordo com a pasta, aproximadamente 1,8 milhão de pessoas da região podem tomar a dose de reforço ainda este mês.

“Todos nossos esforços estão voltados em ampliar a cobertura da segunda dose e da dose de reforço. Mesmo com a estrutura poderosa do SUS [Sistema Único de Saúde], a região é um desafio por ter dimensões continentais e áreas remotas”, destacou, em nota, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que participará, presencialmente, da mobilização em Manaus, enquanto os secretários nacionais de Saúde representarão a pasta nas outras seis capitais.

O evento acontece nos seguintes endereços:

Belém (PA)
UBS Portal da Amazônia — Rua Osvaldo de Caldas Brito, 39, Jurunas

Boa Vista (RR)
Mini Terminal Luiz Canuto Chaves — Avenida Capitão Ene Garcez, Centro

Macapá (AP)
Espaço da Igreja Jesus de Nazaré — Rua Leopoldo Machado, Jesus de Nazaré

Manaus (AM)
Sambódromo da Arena — Centro de Convenções de Manaus, Avenida Pedro Teixeira, 2565, Bairro Dom Pedro

Palmas (TO)
Espaço Cultural José Gomes Sobrinho — Área Verde 302 Sul, Av. Joaquim Teotônio Segurado, s/n, Plano Diretor Sul

Porto Velho (RO)
Centro de Referência para o Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica (Creas Mulher) — Rua Venezuela 2360, Embratel

Rio Branco (AC)
Centro de Saúde Barral Y Barral Policlínica – Travessa São Lázaro, s/n, Conjunto Tangará.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Faustão testa positivo para covid-19 e gravações do novo programa na Band são suspensas

Faustão testa positivo para covid-19 e gravações do novo programa na Band são suspensas

O apresentador Fausto Silva testou positivo para covid-19. As informações são da Band, emissora onde o apresentador estreou um novo programa na última segunda-feira (17.jan.2022). Segundo a emissora, a confirmação se deu quando Faustão fez um exame PCR de rotina, determinado pelo corpo médico da emissora.

Segundo a emissora, o apresentador está “assintomático, passa bem e seguirá trabalhando em casa cumprindo a quarentena”, diz comunicado oficial divulgado pela Band.

Com a confirmação da infecção pelo apresentador, a emissora suspendeu as gravações do programa “Faustão na Band”, mas como há edições já gravadas até a próxima quarta-feira (26.jan.2022), a exibição não será afetada. As gravações deverão ser retomadas no início da próxima semana.

Foto: Divulgação

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Fernando de Noronha passa a exigir dose de reforço de visitantes com 55 anos ou mais

Fernando de Noronha passa a exigir dose de reforço de visitantes com 55 anos ou mais

Turistas que desejarem visitar Fernando de Noronha deverão ficar atentos às novas exigências da administração do arquipélago. Desde a última terça-feira (18.jan.2022), é exigida a dose de reforço em pessoas com 55 anos ou mais que desembarcarem no local. Também passa a ser aceito o exame de busca de antígeno, como alternativa ao exame RT-PCR, para ser apresentado junto com a carteira digital de vacinação.

Para entrar em Fernando de Noronha, pessoas de até 54 anos precisam apresentar, no embarque, a carteira digital de vacinação com duas doses da vacina, inclusive da Janssen, sendo que a segunda dose precisa ter, no mínimo, 14 dias da aplicação. Pessoas de 55 anos ou mais devem comprovar também a dose de reforço, sem prazo mínimo.

Além disso, todos precisam apresentar um exame negativo RT-PCR, realizado no máximo 48 horas (dois dias) antes da viagem, ou um exame de busca de antígeno, feito 24 horas (um dia) antes do embarque. Para crianças de 7 a 11, basta apresentar um dos exames exigidos. Não é necessário a carteira vacinal. Menores de 6 anos não precisam apresentar exames.

Entre as políticas do arquipélago, está uma nova testagem de 30% dos passageiros de cada voo ou embarcação, escolhidos por sorteio, na saída da ilha. Esse teste é custeado pelo governo do estado de Pernambuco.

Vacinação em crianças

As crianças de Fernando de Noronha começaram a receber as doses da vacina ontem (17). A aplicação do imunizante contra covid-19 começou primeiro em crianças de 5 a 11 anos de idade com doenças neurológicas crônicas, distúrbios do desenvolvimento neurológico, priorizando a síndrome de Down e o autismo, ou doenças mais severas.

As crianças sem comorbidades serão vacinadas em ordem decrescente de idade: primeiro, as de 10 e 11 anos; depois, as de 8 e 9 anos; em seguida, as de 6 e 7 anos; e, por último, as crianças de 5 anos. Ao todo, cerca de 300 crianças serão imunizadas.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Arquivo/Agência Brasil

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Pfizer alerta que crianças que receberam vacina de adulto devem ser monitoradas; casos ocorreram na Paraíba

Pfizer alerta que crianças que receberam vacina de adulto devem ser monitoradas; casos ocorreram na Paraíba

As 49 crianças que receberam vacina de adulto no lugar do imunizante pediátrico devem ter o sinais vitais monitorados e receber tratamento sintomático, se necessário. A recomendação foi feita pela Pfizer, fabricante das vacinas contra covid-19 aplicadas equivocadamente em Lucena, na região metropolitana de João Pessoa.

A recomendação da fabricante foi feita por meio de nota que foi publicada no portal do Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB), que investiga a aplicação equivocada de vacina de adulto no público infantil.

“Pacientes que apresentem qualquer quadro de potencial evento adverso devem manter acompanhamento médico ou com serviço de saúde de referência e seguir as condutas clínicas instituídas e orientadas por tais responsáveis”, diz a nota da farmacêutica.

A fabricante também frisou que sua vacina pediátrica possui formulação diferente da destinada ao público adolescente e adulto, e que por isso o frasco das doses infantis possui tampa e rótulo na cor laranja, como forma de facilitar a diferenciação com os frascos com doses para adolescentes e adultos, cuja tampa e rótulo são roxos.

Investigações

Ontem (19), o MPF esteve no local em que as vacinas para adultos foram aplicadas em crianças equivocadamente. O órgão constatou que das 49 crianças afetadas, 36 receberam doses vencidas do imunizante da Pfizer. A técnica de enfermagem que fez as aplicações foi interrogada pelos procuradores.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reprodução/Agência Brasil

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Taxa de ocupação de UTIs Covid no RN já chega a 50%; índice é de 60% na região Metropolitana

Taxa de ocupação de UTIs Covid no RN já chega a 50%; índice é de 60% na região Metropolitana

De acordo com dados da plataforma Regula RN, que monitora a situação da rede pública em todo o estado, o Rio Grande do Norte registra 63 leitos críticos para tratamento contra a covid-19 ocupados nesta quarta-feira (19.jan.2022). A consulta foi feita às 16h. O número representa 51,22% de ocupação.

Atualmente, o estado tem 33 leitos críticos disponíveis, o que corresponde a 26,83%. 24 leitos críticos não covid-19 estão ocupados, que são 19,51%, e há 3, ou 2,44%, bloqueados.

O sistema também aponta que a Região Metropolitana de Natal chegou a 63,8% de ocupação nesta quarta. A Região Oeste tem 44% e o Seridó 20%. Além disso, três hospitais registram 100% de ocupação no estado: o Hospital João Machado, o Hospital dos Pescadores, o Hospital Infantil Maria Alice Fernandes, o Hospital Rafael Fernandes e o Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade.

Foto: Sandro Menezes

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Vacinação de crianças contra a covid-19 em Natal começa nesta terça-feira (18)

Vacinação de crianças contra a covid-19 em Natal começa nesta terça-feira (18)

Vacinação de crianças de Natal contra a covid-19 começa nesta terça-feira (18); confira os locais de vacinação.

A prefeitura de Natal anunciou que pretende iniciar na terça-feira (18.jan.2022) a vacinação contra a covid-19 para o público infantil na faixa etária de 5 a 11 anos. A gestão municipal afirmou que devido ao quantitativo de doses recebidas (4.550), serão vacinadas inicialmente as crianças com deficiência ou que tenham comorbidade.

Segundo a prefeitura, para receber o imunizante, os pais devem levar o documento de identidade ou certidão de nascimento da criança, comprovante de residência de Natal e algum documento que comprove a deficiência permanente ou comorbidade. Também há recomendação de que o cadastro da criança seja feito no portal RN Mais Vacina de forma antecipada.

O início da vacinação de crianças de 5 a 11 anos, marcando a abertura da campanha, será feito na sala de vacinação do Midway Mall às 10h. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS Natal) destinou pontos exclusivos para vacinação desse público infantil: Midway Mall, de terça-feira a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos, das 15h às 21h; e Partage Norte Shopping, de terça-feira a domingo, das 14h às 20h.

Ainda de acordo com a SMS, a prefeitura também vai disponibilizar duas Unidades Básicas de Saúde por Distrito Sanitário, com funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 15h, com intervalo de uma hora para almoço. Confira abaixo os locais:

Norte 1

UBS Pajuçara: Rua Maracaí, S/N, Conjunto Pajuçara
USF Nova Natal : Rua Do Pastoril, Nova Natal, Lagoa Azul

Norte 2

USF Vale Dourado: Rua Irmã Vitória, N° 02, Igapó
USF Panatis: Rua Das Pimenteiras, S/N, Panatis

Sul

UBS Ponta Negra: Rua Dr. José Medeiros, 01. Ponta Negra
UBS Planalto: Rua Miramangue, 08. Planalto

Leste

USF Rocas: Rua Francisco Bicalho, S/N, Rocas
UBS Alecrim: Rua Fonseca e Silva, N° 1129, Alecrim

Oeste

UM Felipe Camarão II: Rua Santa Cristina, N° 882, Felipe Camarão
USF Bairro Nordeste: Rua alto da Bela Vista, N° 492, Bairro Nordeste

Foto: Allan Phablo

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Marcelo Queiroga defende a aplicação de dose de reforço contra a covid-19

Marcelo Queiroga defende a aplicação de dose de reforço contra a covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou de um ato de vacinação e testagem para covid-19 na manhã do último dia 15 de janeiro, em João Pessoa. Queiroga, que é médico de formação, posou para fotógrafos vacinando uma moradora da região e exaltou a aplicação da dose de reforço contra a covid-19.

“É necessário aplicar a dose de reforço para que o organismo esteja preparado para se defender no caso de variante. O governo tem feito essas ações de maneira reiterada”, ressaltou o ministro. Ele também defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) como responsável pela redução nos números de mortes em relação ao ano passado. “Nós tivemos uma quebra expressiva no número de óbitos, e isso se deve à força do Sistema Único de Saúde”.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 162 milhões de pessoas vacinadas com uma dose e 135 milhões de pessoas já vacinadas com as duas doses do imunizante, ou com a dose única, no caso da vacina Janssen. Já as doses adicionais e de reforço aplicadas até agora no país somam 16,7 milhões.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Pesquisa aponta que, durante a pandemia, o brasileiro bebeu mais, ganhou peso e fez menos exercício físico

Pesquisa aponta que, durante a pandemia, o brasileiro bebeu mais, ganhou peso e fez menos exercício físico

Brasileiro bebeu mais, ganhou peso e fez menos exercício físico durante o primeiro ano da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a pesquisa ‘Doenças Crônicas e Seus Fatores de Risco e Proteção: Tendências Recentes no Vigitel’, realizada pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS), o brasileiro bebeu mais, ganhou peso e fez menos exercício físico durante a pandemia da covid-19. Isso ocorreu em 2020, especialmente durante o momento em que o país passou enfrentava o isolamento social, para frear o avanço do coronavírus.

A condição gerou uma elevação da taxa de pessoas com doenças crônicas, como a obesidade. Em 2019, a obesidade atingia 20,3% dos adultos nas capitais do País, mas, em 2020, a doença passou a afetar 21,5% deste grupo, com maior prevalência nos Estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Ainda de acordo com a pesquisa, o índice nacional chega a quase o dobro do que foi registrado 14 anos antes, em 2006, quando só 11,8% da população era portadora desse tipo de comorbidade.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Nos EUA, agência de saúde recomenda que população use as "máscaras mais protetoras possíveis"

Nos EUA, agência de saúde recomenda que população use as “máscaras mais protetoras possíveis”

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos revisou suas orientações para os norte-americanos sobre o uso de máscaras, recomendando utilizar “a mais protetora possível”, embora a agência não tenha pedido uso nacional das máscaras N95.

O CDC disse que “embora todas as máscaras e respiradores forneçam algum nível de proteção, os adequadamente ajustados fornecem o mais alto nível de proteção”. Os casos de covid-19 nos EUA dispararam e mais norte-americanos têm optado por proteção de grau mais alto.

Os Estados Unidos relataram 1,35 milhão de novas infecções por coronavírus, batendo o recorde global de casos diários em qualquer país. Estima-se agora que a variante Ômicron seja responsável por 98,3% do total de novos casos que circulam no país, segundo o CDC.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Mike Blake

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Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave sobem 135% no Brasil

Casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave sobem 135% no Brasil

De acordo com o boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na última sexta-feira (15.jan.2022), houve um aumento de 135% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) das últimas três semanas de novembro em relação às três últimas semanas. Os casos passaram de 5,6 mil casos para 13 mil.

Ao comentar o caso, o pesquisador Marcelo Gomes, responsável pelo InfoGripe, afirmou que “a velocidade com que a covid-19 se espalha entre a população cresceu semanalmente de 4% para 30%”, disse.

Segundo os dados, houve crescimento em todas as faixas etárias a partir de 10 anos de idade, desde o final de novembro e início de dezembro até o momento atual. O boletim considera que o aumento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) foi consequência tanto da epidemia de gripe quanto pela retomada do crescimento de casos de covid-19.

Foto: Reprodução/Débora Barreto/Fiocruz

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Pelo Twitter, Bolsonaro defende que o autoteste pode conter a transmissão mais rápida da covid-19

Pelo Twitter, Bolsonaro defende que o autoteste pode conter a transmissão mais rápida da covid-19

O presidente Jair Bolsonaro disse no domingo (16.jan.2022), em sua conta no Twitter, que o autoteste de antígeno para detecção da covid-19 pode garantir o início mais rápido de ações para interromper a cadeia de transmissão do vírus. “O objetivo é que os testes sejam disponibilizados em redes de farmácias, drogarias e outros estabelecimentos de saúde para pessoas com ou sem sintomas que tenham interesse em realizar o autoteste”.

“O objetivo é que os testes sejam disponibilizados em redes de farmácias, drogarias e outros estabelecimentos de saúde para pessoas com ou sem sintomas que tenham interesse em realizar o autoteste”.

O presidente lembrou, na mensagem, que os testes de antígeno já são amplamente utilizados em unidades de Pronto Atendimento (Upas), clínicas da Família ou unidades básicas de saúde espalhadas pelo país e que já são mais de 381 milhões de doses de vacina distribuídas pelo governo a todos os estados e municípios.

Na última quinta-feira (13.jan.2022), o Ministério da Saúde enviou nota técnica à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitando a liberação da oferta comercial de autotestes para a covid-19. No documento, o ministério argumenta que o uso dos autotestes seria uma estratégia complementar ao plano de testagem adotado durante a pandemia. Essa medida permitiria a ampliação do número de testes.

A oferta de mais exames permitiria mais agilidade na identificação de casos de infecção pelo coronavírus e a adoção das providências recomendadas pela pasta, especialmente o isolamento para combater a circulação do vírus.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Após um ano de vacinação, quase 70% dos brasileiros estão com o ciclo vacinal completo

Após um ano de vacinação, quase 70% dos brasileiros estão com o ciclo vacinal completo

Um ano depois de começar a vacinação contra a covid-19, o Brasil se aproxima do patamar de 70% da população com o ciclo vacinal completo de duas doses, enquanto 15% já receberam a dose de reforço e cerca de 75% receberam ao menos a primeira dose, segundo dados do painel Monitora covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A campanha coordenada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) já tinha atingido 68% dos brasileiros com as duas doses até a última sexta-feira (14) e dá agora os primeiros passos para proteger crianças de 5 a 11 anos.

A vacinação contra a doença teve sua primeira dose administrada em 17 de janeiro de 2021, na enfermeira Mônica Calazans, em São Paulo. A profissional de saúde recebeu a vacina CoronaVac, produzida no Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. Desde então, três em cada quatro brasileiros receberam ao menos a primeira aplicação de um dos quatro imunizantes adquiridos pelo PNI: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

Pesquisadores da Fiocruz e da Sociedade Brasileira de Imunizações ouvidos pela Agência Brasil indicam que o resultado da vacinação foi uma queda drástica na mortalidade e nas internações causadas pela pandemia, mesmo diante de mutações mais transmissíveis do coronavírus, como a Delta e a Ômicron.

Mudança epidemiológica

Quando o Brasil aplicou a primeira vacina contra covid-19, no início do ano passado, a média móvel de vítimas da doença passava das 900 por dia, e 23 estados tinham mais de 60% dos leitos de pacientes graves da doença ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). Com doses limitadas, a campanha começou focando grupos mais expostos, como os profissionais de saúde, e mais vulneráveis, como os idosos.

Levou até junho para que um quarto dos brasileiros recebesse ao menos a primeira dose, e o país viveu o período mais letal da pandemia no primeiro semestre do ano passado, quando a variante Gama (P.1) lotou centros de terapia intensiva e chegou a provocar picos de mais de 3 mil vítimas por dia. Nos grupos já vacinados, porém, as mortes começaram a cair conforme os esquemas vacinais eram completos, e os pesquisadores chegaram a indicar que a pandemia havia rejuvenescido, já que os idosos imunizados passaram a representar um percentual menor das vítimas.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Mônica Levi, reforça que as vacinas reduziram a ocorrência de casos graves e mortes na pandemia, mesmo que a ascensão de variantes mais transmissíveis tenha provocado novas ondas de disseminação do coronavírus. “Não conseguimos ganhar do aparecimento de variantes, principalmente porque não houve uma vacinação em massa no mundo inteiro simultaneamente. Então, em lugares em que havia condições de alta transmissibilidade, surgiram variantes”, afirma ela, que acrescenta:

“Mas as vacinas se mostraram eficazes contra formas graves e mortes mesmo nesse contexto de variantes. Neste momento, com a Ômicron, a explosão do número de casos não foi acompanhada nem pelos casos de internação nem pela mortalidade. E isso se deve à vacinação. As vacinas cumpriram o papel principal e mais importante: salvar vidas”.

Pesquisador da Fiocruz Bahia, o epidemiologista Maurício Barreto concorda e avalia que a velocidade de transmissão da Ômicron trará mais um alerta para quem ainda não tomou a primeira dose ou não concluiu o esquema vacinal.

“Esse pico que estamos começando da Ômicron vai crescer nas próximas semanas e pode atingir número grande de pessoas. Pode haver casos severos entre os vacinados, porque a efetividade da vacina não é de 100%, mas será em uma proporção muito maior entre os não vacinados”, prevê o epidemiologista, que vê risco para os sistemas de saúde com demanda grande por internação de não vacinados ou aqueles que não não estão com o ciclo vacinal completo. “Havendo número razoável de não vacinados, isso pode gerar enorme quantidade de casos severos. A Ômicron está expondo a fragilidade dos não vacinados”.

Barreto vê como positivo o número de 68% da população com o ciclo vacinal completo de duas doses, mas acredita que há espaço para aumentar esse percentual, porque o Brasil tem tradição de ser um país com alto grau de aceitação das vacinas. Além disso, destaca que há diferença grande entre os vacinados com a primeira dose (75%) e com a segunda dose (68%), o que dá margem para avançar entre quem já se dispôs a receber a primeira aplicação.

“De modo geral, é positivo [o percentual de vacinados]. Reflete, de um lado, o desejo da população de ser vacinada, e, do outro, o desenvolvimento de vacinas com efetividade capaz de proteger principalmente contra casos severos da doença”, afirma ele, que pondera: “Poderia ser um pouco mais. O Brasil poderia chegar um pouco além”.

Estados e municípios

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, na última semana, que o sucesso do enfrentamento da pandemia depende da colaboração de estados e municípios, principalmente com relação ao avanço nas aplicações da segunda dose e da dose de reforço. Queiroga chamou a atenção para a situação de alguns estados, principalmente da Região Norte, onde os níveis de aplicação da vacina estão baixos.

Ele comentou que assiste-se ao aumento do número de casos, mas ressaltou que ainda não há pressão sobre os estados. “Estamos ampliando os testes. Em janeiro, vamos distribuir 28 milhões de testes rápidos”. Segundo ele, em fevereiro, devem ser distribuídos 7,8 milhões de testes.

Eventos adversos

A médica afirma que o público está sob bombardeio de informações confusas, que supervalorizam eventos adversos raros previstos na vacinação e ignoram os benefícios que as vacinas já trouxeram desde o início da pandemia.

“Eventos adversos aconteceram, alguns graves, mas foram extremamente raros e muito menos frequentes que a ocorrência desses mesmos quadros sendo causados pela própria covid-19. A ponderação do risco-beneficio é extremamente favorável à vacinação. A gente não está negando a existência de eventos adversos graves. Eles existem, mas são extremamente raros. Só que a gente tem que considerar as vidas salvas e os benefícios que a vacinação traz frente ao risco que é incomparavelmente menor”.

O epidemiologista da Fiocruz concorda e afirma que as vacinas contra covid-19 usadas no Brasil estão em uso em muitos outros países, o que faz com que diferentes órgãos regulatórios e pesquisadores avaliem os resultados e sua segurança.

“Internacionalmente, já são bilhões de doses. Não são vacinas dadas só no Brasil, mas no mundo inteiro. Então, há muita clareza de que há efeitos adversos, mas que são em uma proporção tão ínfima, que os benefícios os superam e muito. E, sobre isso, há uma concordância dos órgãos regulatórios, sejam brasileiros, americanos, europeus, japoneses, australianos. Milhares de instituições estão monitorando os efeitos dessas vacinas, então, há uma tranquilidade imensa de que a gente tem vacinas seguras”.

Para avançar na vacinação, Barreto acredita que é preciso entender por que algumas pessoas não estão com o ciclo vacinal completo e identificar localmente possíveis problemas que podem ter criado dificuldades para que as pessoas retornassem aos postos. O objetivo, reforça ele, deve ser facilitar ao máximo a ida aos locais de vacinação.

Mônica Levi lembra que, em outras vacinas que preveem mais de uma dose, é frequente que a cobertura caia na segunda e terceira aplicação. ” A gente já vê isso na vacina da Hepatite B, por exemplo, que também tem três doses. Esse é um comportamento normal que a gente já via, uma dificuldade de fazer vacinas de várias doses e manter a adesão ao esquema completo”, diz ela, que ainda acha difícil prever se a vacinação contra covid-19 vai ser encerrada na primeira dose de reforço. “Mais para frente, se vamos ter novas variantes que vão obrigar a fazer vacinas diferentes, ou se a imunidade vai cair mais uma vez depois do reforço, só o tempo vai dizer”.

Com informações da Agência Brasil

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Centro Covid de Caicó é transformado em Centro de Atendimento a Síndromes Respiratórias

Centro Covid de Caicó é transformado em Centro de Atendimento a Síndromes Respiratórias

O Centro Covid de Caicó foi transformado pela prefeitura em Centro de Atendimento a Síndromes Respiratórias. Além da mudança no nome do centro e na natureza dos atendimentos, houve também uma ampliação no horário, que será das 7h às 19h, de segunda-feira a sexta-feira.

“Além de atender pacientes com a covid-19, atenderá também as síndromes gripais”, explica a coordenadora técnica da Secretaria de Saúde, Jardênia Noronha.

“Temos tido um aumento significativo do número de atendimentos a pessoas com gripes, então não faz mais sentido manter o Centro Covid de Caicó, onde a maior parte dos atendimentos está sendo por outras causas. Agora, além de covid, atenderemos também outras síndromes respiratórias”, justifica a coordenadora.  

Foto: Reprodução

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Mossoró vacina quase 190 crianças no primeiro fim de semana de campanha de vacinação infantil contra a covid-19

Mossoró vacina quase 190 crianças no primeiro fim de semana de campanha de vacinação infantil contra a covid-19

No primeiro fim de semana da campanha de vacinação infantil contra a covid-19 de 5 a 11 anos com comorbidades ou deficiência, Mossoró aplicou 188 doses nesse público. O município da região Oeste do Rio Grande do Norte foi o primeiro do estado a iniciar oficialmente a campanha para essa faixa etária.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no sábado (15.jan.2022) foram vacinadas 139 crianças. Nesse domingo (16.jan.2022) a campanha Mossoró Vacina aplicou 49 doses pediátricas. A vacinação aconteceu em duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos bairros Alto de São Manoel e Santo Antônio.

Mossoró recebeu 1.710 doses da vacina pediátrica da Pfizer na sexta-feira (14.jan.2022). Segundo a orientação da Secretaria de Estado e Saúde Pública (Sesap), a aplicação da vacina teve início pelas crianças que possuem algum tipo de comorbidade (doenças crônicas como cardiopatias, pneumonia, imunossuprimidos, doenças renais, asma, doenças neurológicas, hepáticas, diabetes, obesidade, entre outras), ou deficiência física.

A partir desta segunda (17.jan.2022), a campanha de vacinação infantil contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos vai acontecer em 12 pontos, de acordo com o cronograma divulgado pela SMS de Mossoró.

Em relação a zona rural, o coordenador do programa municipal de imunização, Etevaldo Lima, informou que cada UBS deve fazer um levantamento do quantitativo de doses necessárias para vacinar o público específico, crianças com comorbidades e deficiências.

  • UBS Lucas Benjamim – bairro Abolição III – 7h às 11h e 13h às 17h;
  • UBS Conchita Ciarline – bairro Paredões – 7h às 17h
  • UBS Luiz Escolástico – bairro Santa Delmira – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Helênio Gurgel – bairro Pereiros – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Francisco Nazareno – bairro Bom Pastor – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS José Holanda – bairro Dom Jaime Câmara – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Antônio Camilo – bairro Ilha de Santa Luzia -7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Maria Soares – bairro Alto de São Manoel – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Mário Lúcio – bairro Rincão – 7h às 11h e 13h às 17h
  • UBS Chico Costa – bairro Santo Antônio – 7h às 11h e 13h às 17h
  • Centro Clínico Evangélico – Centro – 7h às 11h e 13h às 17h
  • Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) – Centro – das 8h às 13h.

Foto: Reprodução/Allan Phablo/PMM

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Conhecido por dizer que a pandemia não existe, Olavo de Carvalho testa positivo para a covid-19 e cancela aulas

Conhecido por dizer que a ‘pandemia não existe’, Olavo de Carvalho testa positivo para a covid-19 e cancela aulas

O ideólogo de direita Olavo de Carvalho foi diagnosticado com covid-19 e desmarcou aulas em seu curso on-line de filosofia. A informação sobre o estado de saúde de Olavo foi compartilhada em seu grupo oficial no Telegram. “O professor foi diagnosticado com covid-19 e já se recupera. Esperamos que tudo se normalize em breve”, escreveu a conta administradora da página, que conta com mais de 68 mil inscritos.

O diagnóstico de covid-19 ocorre um ano após o Twitter apagar uma publicação do perfil de Olavo de Carvalho e limitar as funções de sua conta por conteúdo com “disseminação de informações enganosas e prejudiciais” relacionados à Covid-19. Em março de 2020, após serem registrados os primeiros casos do novo coronavírus, Olavo de Carvalho chegou a afirmar em um vídeo no YouTube que não se podia confirmar a causa de nem uma só das mortes causadas pela pandemia, que era, para ele, “a mais vasta manipulação de opinião pública que já aconteceu na história humana”.

No ano passado, Olavo ficou internado no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCor), em São Paulo, onde foi submetido a um cateterismo. Depois de receber alta, ele teve novas complicações e passou meses na clínica Saint Marie, também na capital paulista. Após quatro meses hospitalizado, retornou aos Estados Unidos.

O Ministério Público de São Paulo (MP/SP) chegou a instaurar um procedimento para apurar se houve alguma irregularidade na internação de Olavo. O escritor, no entanto, nega que tenha furado a fila do SUS e afirma que “não havia segredo nenhum”.

Com informações de O Globo

Foto: Reprodução

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Primeiras vacinas infantis contra a covid-19 chegam ao RN e imunização deve iniciar neste sábado (15)

Primeiras vacinas pediátricas contra a covid-19 chegam ao RN e imunização deve iniciar neste sábado (15)

As primeiras doses de vacinas pediátricas para a covid-19 chegaram ao Rio Grande do Norte na manhã desta sexta-feira (14.jan.2022). A chegada ocorreu após um atraso de quase 9 horas, já que a previsão era para o recebimento do lote na madrugada da quinta para a sexta-feira.

Com a chegada das vacinas pediátricas, o governo do Estado pretende iniciar a vacinação para as crianças da faixa etária neste sábado (15.jan.2022). As campanhas, porém, variam de acordo com as prefeituras municipais, responsáveis pela aplicação dos imunizantes.

Atualmente, o Rio Grande do Norte tem cerca de 350 mil crianças na faixa etária, e recebeu do Ministério da Saúde 20.900 doses da vacina da Pfizer, específico para o público. “Por ser um quantitativo baixo, em relação ao público, a orientação é que inicie com crianças com comorbidades e com deficiência”, informou a Sesap.

A pasta citou como exemplo de comorbidades doenças como cardiopatia crônica, pneumopatia crônica, imunodepressivos, doença renal crônica, asma, doença neurológica crônica, doença hepática crônica, síndrome de Down, doença hematológica crônica, Diabetes Mellitus e obesidade.

O Ministério da Saúde deverá enviar lotes semanais com vacinas para o público, e para que os menores sejam vacinados, eles devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis, manifestando sua concordância com a vacinação. Em caso de ausência de pais ou responsáveis, a vacinação deverá ser autorizada por um termo de assentimento por escrito. De acordo com governo, também é importante que seja feito o cadastro da criança como dependente na plataforma RN+ Vacina.

Foto: Divulgação

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Menino indígena da etnia Xavante é a primeira criança vacinada contra a covid-19 no Brasil

Davi Seremramiwe Xavante é a primeira criança vacinada contra a covid-19 no Brasil

Davi Seremramiwe Xavante, um menino indígena de 8 anos que mora no estado de São Paulo, foi a primeira criança vacina contra a covid-19 no Brasil. A imunização foi feita nesta sexta-feira (14.jan.2022), por volta das 12h. O ato foi acompanhado pelo governo do estado, João Doria (PSDB).

De acordo com informações do Governo de São Paulo, o indígena Davi Seremramiwe Xavante é filho do cacique Jurandir Siridiwe Xavante. Ele nasceu no estado de Mato Grosso, mas se mudou para São Paulo para se tratar de uma condição de saúde que afeta as pernas e o obriga a andar com ajuda de uma órtese no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, que fica no estado.

Desde o início do ano passado, Davi passou a morar com uma tutora na cidade de Piracicaba, na região de Campinas. Ela o acompanha nas consultas rotineiras que garoto faz no HC com médicos das áreas de reabilitação e neurologia.

Foto: Nelson Almeida/AFP

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Butantan afirma que 80% dos casos de covid-19 em São Paulo são causados pela Ômicron

Butantan afirma que 80% dos casos de covid-19 em São Paulo são causados pela Ômicron

Dados do Instituto Butantan mostram que 80,95% dos diagnósticos de covid-19 na capital paulista são causados pela variante Ômicron. Das 105 amostras analisadas pelo Instituto, 20 (19,4%) foram positivas para variante Delta e 85 (80,95%), para a Ômicron.

Segundo a prefeitura, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) tem intensificado as ações de monitoramento e disponibilizado testes rápidos de covid-19 para pacientes com sintomas gripais.

A secretaria orienta que os indivíduos mantenham as medidas de etiqueta respiratória, como uso de máscaras e álcool em gel, cobrir a boca e nariz quando tossir ou espirrar e lavar as mãos imediatamente após contato com secreções respiratórias.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

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Bolsonaro afirma que haverá rebelião no Brasil caso novo lockdown seja adotado

Bolsonaro afirma que haverá rebelião no Brasil caso novo lockdown seja adotado

Na avaliação do presidente Jair Bolsonaro (PL), poderá haver “caos” e “rebelião” caso ocorra novo lockdown no Brasil este ano, devido à piora dos índices da pandemia da covid-19. A afirmação do presidente foi feita em entrevista a uma rádio, com crítica aos governadores e prefeitos que tomam as medidas para tentar conter o avanço do vírus.

“O Brasil não resiste a um novo lockdown. Será o caos. Será uma rebelião, uma explosão de ações onde grupos vão defender o seu direito à sobrevivência. Não teremos Forças Armadas suficientes para a garantia da lei e da ordem“, disse o presidente.

Na entrevista, Bolsonaro aproveitou para afirmar que não tomou a vacina contra a covid-19. “Eu não tomei a vacina. É o meu direito”, disse. “Não vão forçar, porque eu não vou tomar. Nenhum homem aqui no Brasil ou uma mulher vai me obrigar a tomar a vacina”, declarou o presidente.

Foto: Isac Nóbrega/PR

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STF volta a autorizar trabalho remoto após alta de casos de covid-19

STF volta a autorizar trabalho remoto após alta de casos de covid-19

O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a autorizar o trabalho remoto para todos os seus servidores. A medida tem prazo até 31 de janeiro e foi baixada por meio de uma portaria publicada no sábado (8).

Pela norma, devem ser mantidos trabalho presencial no máximo 30% das equipes que atuam em um mesmo ambiente. Caso isso não seja possível, deve ser adotado o regime de revezamento.

A medida foi tomada pela ministra Rosa Weber que exerce a presidência do Supremo, enquanto o presidente Luiz Fux tira férias. A portaria é assinada pelo secretário-geral da Corte, Edmundo Veras dos Santos Filho.

O trabalho presencial no Supremo vinha sendo retomado desde novembro, quando as taxas de contaminação e mortes por covid-19 registraram queda em todo o país junto com o avanço na vacinação. Atualmente todos os ministros da Corte já receberam três doses vacina.

Agora, a volta ao teletrabalho foi determinada em razão do avanço nos números da covid-19, após a chegada da variante Ômicron ao país. Desde o fim de dezembro, a taxa de contaminação vem crescendo continuamente no Distrito Federal (DF). Ontem (10), ela atingiu a marca de 2,01, o que significa que para cada 100 pessoas com covid-19, outras 201 podem ser infectadas.

Na portaria do Supremo, consta como justificativa para o trabalho remoto o surto de gripe ocasionado pelo vírus Influenza e o aumento significativo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave e a taxa de ocupação de leitos no DF.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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Show de Alcione em Tibau é adiado após a cantora testar positivo para a covid-19

Show de Alcione em Tibau é adiado após a cantora testar positivo para a covid-19

O show de Alcione em Tibau foi adiado após a artista testar positivo para o novo coronavírus. A informação foi confirmada pela equipe da cantora. A apresentação aconteceria no próximo dia 15 de janeiro, mas será “remarcado para o mais breve possível”, segundo nota da assessoria da cantora. A alteração ocorre devido a cantora ter testado positivo para o novo coronavírus.

De acordo com a nota, ao realizar exames, Alcione testou positivo para a covid 19. A assessoria afirmou que a cantora está assintomática, “mas, claro, não poderá realizar os próximos shows”, diz a nota. As apresentações seriam no dia 13, no Bar Alcione, no Rio de Janeiro, e no dia 14, no Samba na Praia, em Tibau.

“O show da Alcione em Tibau, no Rio Grande do Norte, será remarcado para o mais breve possível”, complementa a nota.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Alemanha registra mais de 80 mil casos diários de covid-19, número recorde no país

Alemanha registra mais de 80 mil casos diários de covid-19, número recorde no país

A Alemanha relatou 80,43 mil novas infecções por coronavírus nesta quarta-feira (12.jan.2022), maior número registrado de casos diários desde o início da pandemia. A variante Ômicron atinge população com taxa de vacinação mais baixa do que em outras partes da Europa.

O recorde diário anterior, em 26 de novembro, foi de mais de 76 mil casos diários. O número de infecções na Alemanha é agora 7,66 milhões. O número de mortes também aumentou em 384 hoje, chegando a 114,73 mil.

Pouco menos de 75% da população alemã recebeu pelo menos uma dose de vacina contra covid-19, segundo os últimos números do Instituto Robert Koch para doenças infecciosas.

A taxa de incidência de sete dias, medida fundamental para a decisão da política de combate ao coronavírus, aumentou constantemente desde o início do ano, chegando a 407,5 casos por 100 mil pessoas nesta quarta-feira, contra 387,9 ontem.

Foto: Reuters/Annegret Hilse/Direitos Reservados

Com informações da Agência Brasil

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Ministro da Saúde relaciona aumento de casos de covid-19 a festas de fim de ano

Ministro da Saúde relaciona aumento de casos de covid-19 a festas de fim de ano

“Isso é fruto das festas de fim de ano, que não foram estimuladas pelo governo federal”, afirmou Marcelo Queiroga em reunião.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ontem (12.jan.2022) que o recente aumento do número de casos de covid-19 no país está relacionado às festas de fim de ano, o que, segundo ele, não foi algo estimulado pelo governo federal. Segundo Queiroga, ainda nesta semana, o governo apresentará uma posição oficial sobre uma “eventual política para a aprovação dos autotestes”, o que poderá ampliar a capacidade de testagem por meio de exames a serem adquiridos em farmácias.

Queiroga disse que, em reunião na terça-feira (11.jan.2022) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, obteve garantias de que não faltará suporte para estados e municípios, se aumentar a pressão sobre o sistema hospitalar e for preciso habilitar mais leitos de terapia intensiva. “Ele [Guedes] deixou claro que saúde e economia têm de andar de braços dados”, resumiu Queiroga.

Sobre o recente aumento do número de pessoas contaminadas pela variante Ômicron, o ministro confirmou que as unidades básicas de saúde (UBS) vêm recebendo número maior de pacientes. “Isso é fruto das festas de fim de ano, que não foram estimuladas pelo governo federal”, afirmou.

Queiroga lembrou que o Brasil conta com 58 mil UBS e 53 mil equipes de saúde da família, e que, com a ampliação orçamentária, de R$ 17 bilhões para R$ 25 bilhões, o país terá condições de enfrentar a pandemia. Ele reiterou que o vírus está sofrendo mutações e criando dificuldades no mundo inteiro e que, nesse sentido, a principal ação deve ser a campanha de vacinação visando à ampliação da dose de reforço. “Sabemos que os indivíduos que não têm o esquema vacinal completo têm mais chances de desenvolver formas graves da doença”.

O ministro alertou, no entanto, que, para o sucesso desse enfrentamento, é necessária a colaboração de estados e municípios, principalmente com relação ao avanço nas aplicações da segunda dose e da dose de reforço. Queiroga chamou a atenção para a situação de alguns estados, principalmente da Região Norte, onde os níveis de aplicação da vacina estão baixos. “Há estados lá com baixo nível de aplicação de segunda dose e da dose de reforço. É preciso ampliar no Pará, Maranhão, Amapá, em Roraima e no Tocantins e em Manaus. No Pará assistimos ao aumento no número de hospitalizações e óbito”.

Queiroga disse que assiste-se ao aumento do número de casos, mas ressaltou que ainda não há pressão sobre os estados. “O número de óbitos ainda está em um patamar aceitável, se é que se pode aceitar óbito. Estamos ampliando os testes. Em janeiro, vamos distribuir 28 milhões de testes rápidos, sendo 13 milhões até o dia 15. Em fevereiro, temos perspectiva concreta de 7,8 milhões de testes”, acrescentou.

Autotestes

De acordo com Queiroga, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez uma consulta ao ministério sobre uma “eventual política para aprovação dos autotestes”, neste momento em que é necessário aumentar a capacidade de testagem. “O autoteste é uma iniciativa que pode se somar ao esforço do poder público de maneira geral. Nesta semana, com certeza, teremos uma resposta [sobre essa questão]”, afirmou.

Na avaliação do ministro, a expertise adquirida durante os períodos de pico da pandemia ajudará a evitar problemas como os ocorridos anteriormente, de falta de fornecimento de oxigênio nos hospitais. “Temos agora uma estrutura maior e melhor capacidade de distribuição. Se houver pressão sobre o sistema de saúde na Região Norte, o preparo hoje é maior”, disse.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Anvisa quer explicações ao Butantan sobre uso da CoronaVac em crianças

Anvisa quer explicações ao Butantan sobre uso da CoronaVac em crianças

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta terça-feira (11.jan.2022) que solicitou ao Instituto Butantan novos esclarecimentos para avaliar o pedido de uso da vacina contra a covid-19 CoronaVac em crianças. O Instituto Butantan entrou com a solicitação de autorização de uso em caráter emergencial do imunizante, fabricado em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, em pessoas com idades entre 5 e 11 anos ainda em dezembro.

A Anvisa vem mantendo reuniões para analisar esse requerimento. Ontem, o órgão recebeu do Instituto Butantan respostas a questionamentos feitos diante das informações apresentadas pela instituição de pesquisa paulista. Entre eles estavam pontos sobre um estudo sobre a aplicação da CoronaVac em crianças do Chile.

A Anvisa hoje enviou pedidos de esclarecimentos adicionais sobre o estudo que segundo o Butantan atestaria a efetividade do uso da CoronaVac em crianças. Uma nova reunião foi marcada para a próxima quinta-feira (13.jan.2022) para discutir os dados e eventuais compromissos no caso de aprovação da autorização.

Até o momento, apenas o imunizantes da Pfizer tem uso em crianças autorizado pela Anvisa.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Rodrigo Garrido/Reuters/Ilustração

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Bolsonaro nega ter acusado presidente da Anvisa de corrupção e se diz surpreso com carta 'Agressiva'

Bolsonaro nega ter acusado presidente da Anvisa de corrupção e se diz surpreso com carta: ‘Agressiva’

Carta do presidente da Anvisa foi escrita após Bolsonaro questionar o interesse do órgão em aprovar as vacinas para crianças.

Durante entrevista a uma rádio e que foi retransmitida em suas redes sociais, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) negou ter acusado o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, de corrupção. “Eu me surpreendi com a carta dele. Carta agressiva, não tinha motivo para aquilo. Eu falei o que estava por trás do que a Anvisa vem fazendo. Não acusei ninguém de corrupção. Por enquanto, não tenho nada que fazer no tocante a isso aí”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro também avaliou o trabalho da agência e comentou sobre a nomeação de Barra Torres para o cargo, que ocorreu no início do seu governo. “Eu acho que a Anvisa, acredito que o trabalho poderia ser diferente. Eu o nomeei para lá. Depois da nomeação, ele ganhou luz própria. Eu espero que ele acerte na Anvisa. Mas nós não tivemos nenhum atrito a ponto tal de ele falar que eu tinha que indicar qualquer indício de corrupção”, considerou o presidente.

No último sábado (8.jan.2022), o presidente da Anvisa, Barra Torres, divulgou uma nota direcionada ao presidente Bolsonaro em que nega a existência de interesses ocultos por trás da aprovação da vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19. Barra Torres pediu retratação ao presidente Bolsonaro sobre fala relacionada ao assunto e solicitou que se o presidente tiver informações que indiquem corrupção deveria determinar investigação policial.

Na semana passada, Bolsonaro havia dito, também entrevista a uma rádio, que tinha questionamentos sobre a aprovação da vacina da Pfizer pela Anvisa contra o novo coronavírus para crianças. “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, perguntou o presidente.

Foto: Alan Santos/PR/Ilustração

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Ministério da Saúde afirma que vacina pediátrica da Pfizer será 'prontamente distribuída' aos estados

Ministério da Saúde afirma que vacina pediátrica da Pfizer será ‘prontamente distribuída’ aos estados

A previsão é de que o primeiro lote da vacina pediátrica da Pfizer chegue nesta quinta-feira (13.jan.2022) e já seja distribuída aos estados.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta terça-feira (11.jan.2022) que as vacinas conta a covid-19 voltadas ao público infantil serão “prontamente distribuídas aos estados”, assim que chegarem ao país. A previsão é de que o primeiro lote chegue nesta quinta-feira (13.jan.2022).

Ontem (10), o ministro anunciou que a empresa Pfizer antecipará a entrega de 600 mil, das 4,3 milhões de doses da vacina pediátrica contra a covid-19. Hoje, ao chegar no ministério, Queiroga disse que “a primeira remessa de doses da indústria farmacêutica chegará dia 13 e será prontamente distribuída aos estados, para que possam fazer a distribuição para os municípios”; e que a vacina pediátrica desenvolvida pela Pfizer estará disponível para “os pais que desejarem vacinar seus filhos”.

Segundo o ministro, “com a capacidade do nosso sistema de saúde, em breve vamos liderar o ranking desse tipo de vacinação, como estamos liderando a vacina de forma geral”.

Perguntado sobre a possibilidade de uso também da vacina CoronaVac para crianças e adolescentes com idade entre 3 e 17 anos, o ministro disse que isso depende da aprovação da vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência já está analisando o pedido feito pelo Instituto Butantan, que é fabricante da CoronaVac no Brasil. “Todas as vacinas aprovadas pela Anvisa podem ser consideradas para o plano de vacinação nacional contra a covid-19”, garantiu o ministro.

Queiroga reiterou a expectativa de que o impacto da variante Ômicron no sistema de saúde não seja relevante. “A expectativa é que não haja impacto em hospitalização e óbitos porque nossos grandes centros urbanos já estão vacinados”, disse o ministro da Saúde.

“Temos distribuído vacinas para estados. É fundamental que sejam aplicadas na população”, acrescentou ao lembrar que a aquisição de testes “não é responsabilidade apenas do ministério”, explicou o ministro.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Servidores estaduais do RN têm até o dia 20 para comprovarem que se vacinaram contra a covid-19

Servidores estaduais do RN têm até o dia 20 para comprovarem que se vacinaram contra a covid-19

Decisão compreende todos os servidores estaduais do RN, seja da administração direta ou da administração indireta.

De acordo com o decreto publicado pelo Governo do Rio Grande do Norte em outubro de 2021 exigindo a vacinação de todos os agentes públicos da administração direta e indireta contra o novo coronavírus, os servidores públicos do Estado têm até o próximo dia 20 para comprovar a vacinação contra a covid-19.

O Executivo estadual reiterou a necessidade aos servidores do cumprimento do decreto, em ofício circular do Gabinete Civil, sob pena de sanções administrativas. O decreto prevê sanções que vão desde advertência, até a suspensão ou “demissão, em caso de manutenção da recusa”.

Para o governo, o objetivo da medida é “garantir ambiente de trabalho com reduzido risco de contaminação, preservar a saúde dos agentes públicos e conter avanço do cenário epidemiológico”, considera. A comprovação do esquema vacinal dos servidores estaduais do RN, em conformidade ao calendário de imunização, deve ser enviada ao Gabinete Civil do Estado. O servidor que não tenha tomado vacina, deve apresentar declaração com justificativa médica ou técnica.

O governo aceita como comprovantes de vacinação o aplicativo do RN Mais Vacina; Conecta SUS; Carteira de Vacina emitida pelas Secretarias de Saúde dos Estados ou Municípios, bem como institutos de pesquisa clínica ou outras instituições governamentais, nacionais ou estrangeiras.

Foto: Reprodução/Prefeitura de Macapá/Ilustração

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Primeira semana de janeiro já tem o maior número de casos de covid-19 desde julho de 2021 no RN

Primeira semana de janeiro já tem o maior número de casos de covid-19 desde julho de 2021 no RN

Maior número de casos de covid-19 no Rio Grande do Norte em 2022 se dá pelo avanço da variante Ômicron no estado.

O ano de 2022 iniciou com um aumento no número de casos de covid-19 no Rio Grande do Norte. Na primeira semana do ano, o estado registrou a maior média semanal de novos casos de Covid-19 desde o mês de julho de 2021.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), foram registrados 2.732 casos na primeira semana do ano, o que representa um aumento de 107% na comparação com a ultima semana de dezembro, quando houve 1.314 notificações em sete dias.

Segundo a Sesap/RN, os dados do início de janeiro representam o maior número de infectados desde julho, quando, em uma semana, 4.453 pessoas foram diagnosticadas com a covid-19 no estado. A pasta considera que os números demonstram um alerta, e especialistas relacionam o aumento à presença da variante Ômicron e às festas de final de ano. A recomendação é a cobrança de testes em eventos sociais.

Apesar do aumento de casos, o número não tem refletido no crescimento da ocupação de leitos de UTI. Até o início da tarde desta terça-feira (11.jan.2022), o percentual de ocupação dos leitos de críticos contra covid-19 era de 13,57%, de acordo com dados do Regula RN, plataforma de regulação de leitos hospitalares na rede pública do Rio Grande do Norte.

A Sesap/RN considera que o não aumento de internações tem relação com o avanço da vacinação no estado, mas não retira a necessidade de cuidados, principalmente com a população idosa e com comorbidades. Atualmente, 5.627.634 doses de vacinas foram aplicadas no estado.

Foto: World Bank Photo/Ilustração

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Retomada de aulas presenciais da UFRN está prevista para 28 de março

Retomada de aulas presenciais da UFRN está prevista para 28 de março

Após regime de aulas remotas, Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) aprovou retomada de aulas presenciais da UFRN em 28 de março.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), aprovou, nesta terça-feira (11.jan.2022), o Calendário Universitário de 2022, que prevê o próximo período letivo de 2022.1 da instituição. Segundo a decisão da Consepe, o semestre letivo será de 28 de março a 30 de julho de 2022, com a retomada da regularidade das aulas presenciais.

De acordo com a decisão aprovada pelo conselho, a retomada das aulas presenciais da UFRN, no período letivo de 2022.1, ocorrerá em 28 de março e terminará no dia 30 de julho de 2022. Já o período de 2022.2 será de 22 de agosto a 23 de dezembro de 2022. O Consepe também aprovou que o período 2023.1 será realizado entre os dias 27 de fevereiro e 1° de julho de 2023, e o período de 2023.2 será de 7 de agosto a 9 de dezembro de 2023.

Após a decisão do conselho, a pró-reitora de Graduação (Prograd) e relatora da proposta, Maria das Vitória de Sá, ressaltou a importância de que os protocolos de biossegurança, como o uso de máscaras e o distanciamento social sejam seguidos. A gestora também destacou a obrigatoriedade do atestado de esquema vacinal contra a covid-19 para acesso às dependências físicas da instituição de ensino, condição aprovada pelos colegiados superiores da universidade.

Durante a reunião do conselho, também foi decidido que para o ano letivo de 2022, o cancelamento de cursos de graduação não será realizado por abandono de curso, decurso de prazo máximo ou insuficiência de desempenho, levando em consideração o atual cenário da pandemia da covid-19.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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OMS considera que Ômicron deve infectar mais da metade da Europa em no máximo 2 meses

OMS considera que Ômicron deve infectar mais da metade da Europa em no máximo 2 meses

Mais da metade da Europa deve ser infectada pela variante Ômicron do coronavírus nas próximas seis a oito semanas, ou dois meses, disse nesta terça-feira (11.jan.2022) o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o continente.

A Europa registrou mais de 7 milhões de novos casos de covid-19 na primeira semana de 2022, mais que o dobro do número notificado no período de duas semanas, disse o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, em entrevista. “Nesse ritmo, o Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde prevê que mais mais da metade da Europa será infectada com a nova cepa nas próximas seis a oito semanas”, afirmou Kluge.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/ Sputnik/Alexander Astafyev/Direitos reservados

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Cinco voos da Latam cancelados até o dia 16 de janeiro são do Aeroporto de Natal

Cinco voos da Latam cancelados até o dia 16 de janeiro são do Aeroporto de Natal

Os cinco voos da Latam cancelados até o dia 16 de janeiro, partindo de Natal ou chegando a Natal, são: LA4580 e LA4652.

Cinco voos da companhia aérea Latam que tinham como rota o Aeroporto Internacional Aluízio Alves , seja como partida ou destino, foram cancelados no último sábado (8.jan.2022) devido o aumento no número de casos de covid-19 e de gripe no Brasil. Ao todo, a empresa cancelou 47 voos domésticos e internacionais.

No caso dos voos de Natal que foram suspensos, as viagens são com destino e partida para Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, para o Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, região Metropolitana de Natal. Trata-se dos seguintes voos:

  • 11 de janeiro – Guarulhos-Natal (LA4580) e Natal-Guarulhos (LA4652)
  • 15 de janeiro – Guarulhos-Natal (LA4580)
  • 16 de janeiro – Natal-Guarulhos (LA4652) e Guarulhos-Natal (LA4580).

Em nota, a Latam lamentou a situação, e pediu para que os clientes confiram o status do voo antes de se dirigir ao aeroporto.

Foto: Rayane Mainara/Reprodução

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Nos EUA, avanço da Ômicron leva a novo recorde de internações por covid-19

Nos EUA, avanço da Ômicron leva a novo recorde de internações por covid-19

As hospitalizações por covid-19 nos Estados Unidos atingiram o pico de 132.646, de acordo com contagem da Reuters nesta segunda-feira (10), superando o recorde de internações de 132.051 estabelecido em janeiro do ano passado, em meio à disseminação da variante Ômicron, que é altamente contagiosa.

As internações têm aumentado de forma constante desde dezembro, dobrando nas últimas três semanas, quando a Ômicron rapidamente ultrapassou a Delta como a versão dominante do vírus nos Estados Unidos.

Conforme a análise da Reuters, os estados de Delaware, Illinois, Maine, Maryland, Missouri, Ohio, Pensilvânia, Porto Rico, Ilhas Virgens Americanas, Vermont, Virgínia e Wisconsin e a capital, Washington, têm reportado níveis recorde de internações por covid-19 recentemente.

Embora os casos sejam potencialmente menos graves, autoridades de saúde alertaram que o grande número de infecções causadas pela variante Ômicron pode sobrecarregar os hospitais, alguns dos quais já suspenderam procedimentos eletivos enquanto lutam para lidar com o aumento de pacientes em meio à escassez de funcionários.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Dado Ruvic /Direitos reservados

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Pfizer vai antecipar 600 mil doses da vacina contra a covid-19 para crianças

Pfizer vai antecipar 600 mil doses da vacina contra a covid-19 para crianças

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (10.jan.2022) ter conseguido antecipar 600 mil doses da vacina da Pfizer contra a covid-19 para crianças. Ao defender a forma como o governo tem conduzido o combate à pandemia, Queiroga disse que a fabricação ou a importação de doses de vacina só podem ser feitas após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso contrário, a situação configuraria crime sanitário, disse o ministro.

“Conseguimos antecipar com a Pfizer mais 600 mil doses da vacina para crianças agora no mês de janeiro. Então serão 4,3 milhões de doses de vacina”, informou Queiroga nesta manhã ao passar pela portaria do ministério.

Segundo ele, o trâmite para aquisição e distribuição de vacinas no país é satisfatório, se comparado a outros países. “A indústria farmacêutica só pode deflagrar produção de doses após o aval da agência regulatória [Anvisa]. Então doses não aprovadas pela agência regulatória não podem adentrar no país, sob pena de caracterizar até mesmo crime sanitário”, argumentou o ministro.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Paul Hennessy / SOPA Images/Sipa USA

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Profissionais adoecem e vacinação no Ginásio Nélio Dias fica comprometida

Profissionais adoecem e vacinação no Ginásio Nélio Dias fica comprometida

A incidência de gripe que tem crescido em Natal nas últimas semanas também afeta aos profissionais de saúde que cuidam, justamente, do atendimento no novo centro de enfrentamento a síndromes gripais, localizado no ginásio Nélio Dias, na zona Norte de Natal. O local também é ponto de vacinação contra a covid-19, e está com o atendimento comprometido devido ao afastamento de profissionais com gripe.

Devido à infecção, funcionários gripados estão afastados do serviço por atestado médico. Atualmente, de acordo com relatos nas redes sociais, usuários aguardam por mais de três horas para receber a vacina contra o novo coronavírus no Ginásio Nélio Dias.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal considera que os casos são pontuais e afirmou que quando o profissional é servidor do município, não há como trocar a escala, só sendo possível a substituição quando o afastamento se dá com médicos da cooperativa, que por sua vez precisam cumprir a escala.

A SMS também orienta que a população procure alguma Unidade Básica de Saúde (UBS) da Zona Norte para ter acesso à vacinação.

Foto: Alex Régis/Ilustração

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Ministro da Saúde anuncia distribuição de 28,2 milhões testes para a covid-19

Ministro da Saúde anuncia distribuição de 28,2 milhões testes para a covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou no sábado (8.jan.2022) que a pasta vai distribuir cerca de 28,2 milhões de testes para a covid-19 ainda em janeiro. Segundo ele, desde setembro foram distribuídos 31,6 milhões de testes.

Em publicação nas redes sociais, ele solicitou dos estados e municípios a compra de mais testes. “É importante que os estados e municípios se engajem nessa estratégia de testagem, adquirindo mais testes para a covid-19, aplicando-os corretamente e enviando tempestivamente os resultados ao Ministério da Saúde”, disse.

Nas últimas semanas, com o forte aumento de casos de covid-19 no país, impulsionados pela variante Ômicron, a população tem tido dificuldade de obter teste rápido na rede pública de saúde. Por causa da grande procura, tem faltado até mesmo os testes vendidos em farmácias.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com informações da Agência Brasil

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Galvão Bueno testa positivo para a covid-19; narrador está bem

Galvão Bueno testa positivo para a covid-19; narrador está bem

Galvão Bueno testou positivo para o novo coronavírus. O narrador, que tem 71 anos, está bem. As informações são do colunista Ancelmo Gois, d’O Globo, publicadas na sexta-feira (7.jan.2022). Galvão compartilhou, por meio de suas redes sociais, que passou o Natal com os familiares em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Segundo Ancelmo, Galvão Bueno também teria passado o réveillon nos Estados Unidos, ao lado da família. Ele comemorou o recebimento da primeira dose em março do ano passado.

Foto: Reprodução/Instagram

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Brasil alcança 144,2 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid-19

Brasil alcança 144,2 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid-19

O Brasil alcançou, na última sexta-feira (7.jan.2022), o número de 144,2 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid-19. Isso representa 67.61% da população do País. De acordo com os dados, o número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,6 milhões de residentes, o que equivale a 75,76% dos brasileiros.

Nas últimas 24 horas, 1.012.624 de vacinas foram aplicadas em todo Brasil, sendo 42,6 mil referentes à primeira dose, e 268,6 mil receberam a 2ª aplicação dos imunizantes. A dose única foi aplicada em 1.715 pessoas, enquanto as doses de reforço foram administradas em 699,6 mil habitantes, com total de 29,1 milhões de doses aplicadas.

Foto: João Viana/Ilustração

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Anvisa aprova e Brasil terá vacina contra a covid-19 com produção 100% nacional

Anvisa aprova e Brasil terá vacina contra a covid-19 com produção 100% nacional

Pela primeira vez desde o início da pandemia, o Brasil terá uma vacina contra a covid-19 com produção 100% nacional.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina da AstraZeneca contra a covid-19 fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A aprovação por parte da agência ocorreu nesta sexta-feira (7.jan.2022). O produto é indispensável à produção do imunizante contra a covid-19 da Fiocruz/Oxford/AstraZeneca.

Agora, o Brasil passará a ter, pela primeira vez, uma vacina 100% nacional contra o novo coronavírus, com todas as etapas de produção realizadas no País. As primeiras doses já deverão ser entregues ao Ministério da Saúde em fevereiro. “A previsão é que as primeiras doses do imunizante sejam envasadas ainda em janeiro e entregues ao Ministério da Saúde em fevereiro, assim que forem concluídos os testes de controle de qualidade que ocorrem após o processamento final da vacina”, informou a Fiocruz.

Até então, o “ingrediente” da vacina, o IFA, era importado. No ano passado, a Fiocruz chegou a atrasar a entrega de lotes de vacina por falta do IFA.

Foto: Reuters/Sergio Perez/Direitos Reservados

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Índice de vacinação em adolescentes de 12 a 17 anos no RN chega a 50%, diz Sesap RN

Índice de vacinação em adolescentes de 12 a 17 anos no RN chega a 50%, diz Sesap/RN

A vacinação contra a covid-19 entre os adolescentes de 12 a 17 anos no Rio Grande do Norte alcançou 50% da faixa etária com as duas doses do imunizante. De acordo com Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), são pouco mais de 159 mil jovens potiguares que completaram seu esquema de proteção. 

Os dados constam na plataforma RN+Vacina. No total, mais de 419 mil doses já foram aplicadas, chegando a 81% do público-alvo, que é de aproximadamente 318 mil pessoas nos 167 municípios. A Sesap alerta, no entanto, para o quantitativo de doses em atraso, que passa dos 47 mil adolescentes.

“Cada vez mais a campanha de imunização avança e é importante ir alcançando esses patamares de imunização. Porém, não podemos perder de vista a necessidade de tomar a segunda dose. A vacinação é uma estratégia de proteção coletiva, precisa que todos façam sua parte”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia

O quantitativo de 50% dos jovens com duas doses foi alcançado após cinco meses de campanha. A vacinação iniciou-se, com intercorrências e poucas doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, pelas adolescentes grávidas, passando aos jovens com comorbidades ou deficiência permanente, para depois ser liberada para todos entre 12 e 17 anos. 

Adultos

Entre os moradores do RN acima dos 18 anos, a cobertura de vacinação contra a covid-19 já chegou a 91% com a primeira dose e 83% com a segunda dose. A dose de reforço, que está liberada apenas para os adultos, ultrapassou os 21% do público-alvo no início deste mês. 

Ao olhar para a população geral, os percentuais de aplicação das vacinas no estado estão em 84% para a primeira dose e 75% para as duas doses. 

Crianças

A Sesap informou que aguarda a sinalização do Ministério da Saúde com relação ao envio das doses para o público das crianças entre 5 e 11 anos. A Comissão Intergestores Bipartite, que reúne a representação da Sesap e dos municípios, aprovou de forma unânime que a vacinação de crianças contra a Covid-19 no RN não terá exigência de laudo médico e/ou autorização de pediatra. 

A logística para a operação da vacina nas crianças será a mesma mantida pela Sesap, em parceria com a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), desde o início da campanha, há cerca de um ano, com a distribuição das doses em menos de 24h após a chegada do carregamento ao estado.

Foto: Reprodução/Adenir Britto

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Indiano de 84 anos é detido após tomar 11 doses de vacina contra a covid-19 - 'Coisa maravilhosa'

Indiano de 84 anos é detido após tomar 11 doses de vacina contra a covid-19: ‘Coisa maravilhosa’

Um homem indiano que disse ter recebido 11 doses de vacina contra a covid-19 foi detido em um centro de saúde onde pretendia tomar a 12ª dose. As autoridades ordenaram uma investigação sobre o assunto, mas ao menos oito doses a ele já foram confirmadas.

Brahmadeo Mandal, de 84 anos, revelou que conseguiu receber as doses usando diferentes carteiras de identidade e números de celular de seus parentes, de acordo com informações do jornal “The Independent”.

“O governo fez uma coisa maravilhosa”, disse ao “The New Indian Express”, explicando seu desejo de ser vacinado. Ele acrescentou que se sentia melhor após cada injeção. “Depois de tomar as 11 doses, minhas dores no corpo desapareceram. Eu costumava ter dores nos joelhos e andava com uma bengala. Agora não. Me sinto bem”, disse Mandal à BBC.

O governo da Índia determina duas doses para os cidadãos, com doses de reforço para trabalhadores da saúde e da linha de frente e para aqueles acima de 60 anos de idade com comorbidades.

Mandal, funcionário aposentado dos Correios, disse que recebeu a primeira vacina no dia 13 de fevereiro de 2021, e depois voltou em março, maio, junho, julho e agosto. Ele explicou que usou três documentos de identificações diferentes que pertenciam a ele, como o título eleitoral, e que usou o número de celular de sua mulher.

Com informações de O Tempo

Foto: Reprodução

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Procuradoria da República abre investigação com base em relatório da CPI da Pandemia

Procuradoria da República abre investigação com base em relatório da CPI da Pandemia

A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu 12 investigações com base nas conclusões finais do relatório da CPI da Pandemia, que encerrou os trabalhos em outubro do ano passado no Senado.

O despacho foi assinado em dezembro de 2021 pela procuradora Márcia Brandão Zollinger e comunicado no mesmo mês ao Senado. Contudo, a decisão foi divulgada somente nesta semana.

As investigações envolvem a conduta do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, os atendimentos médicos realizados pela Prevent Sênior, o caso da vacina Covaxin, a disseminação de notícias falsas e o impacto da pandemia de covid-19 sobre povos indígenas, quilombolas, mulheres e população negra.

O relatório da CPI da Pandemia foi entregue ao Ministério Público e à Justiça em outubro do ano passado. O documento trouxe o indiciamento de cerca de 80 investigados.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Primeira morte pela variante Ômicron no Brasil é confirmada em Aparecida de Goiânia, em Goiás

Primeira morte pela variante Ômicron no Brasil é confirmada em Aparecida de Goiânia, em Goiás

A prefeitura de Aparecida de Goiânia, município do estado de Goiás, confirmou nesta quinta-feira (6.jan.2022) o primeiro caso de morte pela variante Ômicron. O caso pode ter sido o primeiro do Brasil. A vítima foi um homem de 68 anos com comorbidades, doença pulmonar crônica e hipertensão arterial, e que havia sido vacinado com três doses de imunizante contra covid-19.

De acordo com a prefeitura, a confirmação da morte pela variante Ômicron foi realizada pelo programa de sequenciamento genômico do município. A prefeitura informou ainda que até o momento identificou 55 casos da Ômicron na cidade e que o nível de prevalência da variante já é responsável por 93,5% dos casos.

Foto: Instituto Gamaleya/Divulgação

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Reações à vacina contra covid-19 em crianças são raras, dizem especialistas

Reações à vacina contra a covid-19 em crianças são raras, dizem especialistas

Vacinação em crianças de 5 a 11 anos tem riscos baixos de causar reações adversas graves; 8 milhões já foram vacinadas no mundo.

As chances de uma criança ter quadros graves de covid-19 superam qualquer risco de evento adverso relacionado à vacina da Pfizer, avaliam pesquisadores da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) ouvidos pela Agência Brasil.

A vacina já está em uso em crianças de 5 a 11 anos em 30 países, e cerca de 10 milhões de doses foram aplicadas somente nos Estados Unidos e Canadá.

Membro do Departamento Científico de Imunizações da SBP, Eduardo Jorge da Fonseca Lima tem acompanhado os dados de vigilância farmacológica divulgados pela autoridade sanitária dos Estados Unidos, o FDA. Entre as mais de 8 milhões de crianças vacinadas no país, 4% tiveram eventos adversos pós vacinação, e, entre esses casos, 97% foram leves, tranquiliza o médico.

“Um evento adverso muito falado e que preocupa as pessoas é a miocardite, que é uma inflamação no coração, que qualquer vírus ou vacina pode causar. De 8 milhões de doses aplicadas, houve registro de apenas 11 casos, e os pacientes evoluíram bem”, destaca.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Flávia Bravo, acrescenta que a miocardite pós-vacinação é muito rara, e mais rara ainda em crianças, já que acomete com mais frequência adolescentes e jovens adultos.

“Observou-se uma ocorrência raríssima de miocardite relacionada à vacina da Pfizer, 16 vezes menor que a incidência de miocardite causada pela própria covid-19”, analisa. “São casos raros, não houve nem uma morte por causa deles e a maioria nem precisou de internação”.

Imunizante

A vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos tem uma formulação diferente e uma dose menor que a dos adultos e adolescentes, com apenas 10 microgramas (0,2 ml) do imunizante. Seu uso foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 16 de dezembro.

Segundo a Anvisa, a tampa do frasco da vacina é da cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e também pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas. Para os maiores de 12 anos, a vacina, que será aplicada em doses de 0,3 ml, terá tampa na cor roxa.

O médico da SBP explica que, nos ensaios clínicos, os pesquisadores buscam a menor dose capaz de provocar uma resposta imune efetiva, e que, no caso das crianças, foi possível reduzir a quantidade. “Percebeu-se que as crianças têm um sistema imunológico que responde muito melhor que o dos adultos”.

Reações

Os especialistas afirmam que os pais podem esperar como eventos adversos reações comuns a outras vacinas que já fazem parte do calendário infantil do Programa Nacional de Imunizações (PNI), como dor no local da aplicação, febre e mal-estar.

Flávia Bravo compara que a frequência de eventos adversos relacionados à vacina da Pfizer em crianças tem se mostrado inferior a de vacinas como a meningocócica b e a pentavalente, que já são administradas no país:

“A gente recomenda aos pais o mesmo que a gente recomenda para qualquer vacina. Os eventos esperados são as reações locais, febre, cansaço, mal-estar. Podem aparecer gânglios. Esses eventos são todos previstos e autolimitados. Se o evento adverso estiver fora disso que ele já espera que aconteça com as outras vacinas, é hora de procurar o serviço que aplicou a vacina e o seu médico, se você tiver”.

Eduardo Jorge Fonseca reforça que os eventos adversos mais esperados são leves, como febre, dor no corpo e irritabilidade. Sintomas que devem alertar os pais para a necessidade de avaliação médica são febre persistente por mais de três dias, dor no tórax e dificuldade para respirar, aconselha ele, que reafirma que esses quadros são extremamente raros.

“A gente não está dizendo que a vacina tem 0% de risco. Estamos dizendo que a vacina é extremamente segura, que um percentual muito pequeno vai ter evento adverso, e a imensa maioria desses eventos adversos vai ser considerada leve”, explica Fonseca.

Covid-19 em crianças

O médico enfatiza que qualquer risco de evento adverso é inferior ao que vem sendo observado nos casos de covid-19 em crianças. De janeiro ao início de dezembro de 2021, um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz mostrou que houve 1.422 mortes por síndrome respiratória aguda grave decorrente de covid-19 na faixa etária até 19 anos.

Outra preocupação no caso de crianças com covid-19 é a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, quadro que gera inflamações em diferentes partes do corpo, incluindo coração, pulmões, rins, cérebro, pele, olhos ou órgãos gastrointestinais. Desde o início da pandemia, foram registrados 1.412 casos desse tipo no Brasil, causando 85 óbitos.

Os dados fizeram parte do embasamento de uma nota técnica divulgada pela Fiocruz em defesa da vacinação de crianças de 5 a 11 anos. Os pesquisadores da instituição escreveram que “ainda que em proporções de agravamento e óbitos inferiores aos visualizados em adultos, as crianças também adoecem por covid-19, são veículos de transmissão do vírus e podem desenvolver formas graves e até evoluírem para o óbito”.

Outro alerta diz respeito à disseminação da variante Ômicron, muito mais transmissível que as formas anteriores do novo coronavírus: “diante da transmissão e avanço atual da variante Ômicron, existe uma preocupação aumentada com seu maior poder de transmissão, especialmente, nos indivíduos não vacinados. Isso torna as crianças abaixo de 12 anos um grande alvo dessa e possivelmente outras variantes de preocupação”.

O pesquisador da Sociedade Brasileira de Pediatria acrescenta ainda que outro perigo é o desenvolvimento de um quadro de covid-19 longa, que pode trazer impactos cognitivos e prejuízos ao aprendizado. “O risco do adoecimento de uma criança por covid-19 e suas repercussões de curto prazo, como a própria miocardite pós-covid, as consequências da covid longa e a letalidade no Brasil, que é muito maior que em outros países, é incomparável ao risco-benefício de vacinar todas as crianças”, avalia Fonseca.

Ele rechaça a ideia repetida por movimentos antivacina de que o imunizante seria experimental: “esse nome experimental é altamente equivocado. É uma vacina recente, que passou por todas as fases de estudo clínico, que mostrou sua eficácia e sua segurança”.

Flávia Bravo ressalta que os pais devem ficar tranquilos em relação à segurança da vacina. Mesmo com a celeridade no desenvolvimento, nenhuma etapa de testagem foi pulada, os resultados foram avaliados por outros cientistas ao redor do mundo e agora a efetividade da vacina está sendo confirmada pelas autoridades sanitárias de cada país que já iniciou a aplicação. “Além de já termos ensaios clínicos pré-licenciamento que são tranquilizadores, na prática, na vida real, a gente está observando isso também”.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Paul Hennessy / SOPA Images/Sipa USA

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Governo do Ceará publica decreto que cancela o Carnaval e reduz a capacidade de eventos privados; medida visa coibir o avanço da Ômicron

Governo do Ceará publica decreto que cancela o Carnaval e reduz a capacidade de eventos privados; medida visa coibir o avanço da Ômicron

Governo do Ceará publicou decreto após o aumento de casos positivos da variante Ômicron no território cearense.

Em transmissão pelas redes sociais, nesta quarta-feira (5.jan.2022), o governador do Ceará, Camilo Santana, ao lado do secretário da Saúde, Marcos Gadelha, anunciou decisão tomada pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia para frear o avanço dos vírus que acarretam síndrome gripal e ampliar as ações de prevenção e assistência. Estão suspensos todos os eventos de Pré-Carnaval e Carnaval no Ceará.

Outros eventos festivos e sociais (como casamentos, formaturas e coorporativos) podem acontecer apenas com a redução da capacidade de ocupação, para até 250 pessoas em ambientes fechados e 500 pessoas em ambientes abertos. O novo decreto passa a valer a partir desta quinta-feira (6.jan.2022). As medidas vigoram por um mês.

“Foi detectado um aumento das transmissões após as grandes festas, mediante dados que revelam um aumento preocupante dos casos em geral no Ceará. Os indicadores demonstram que precisamos estancar essa velocidade de transmissão da Ômicron e, por isso, o comitê decidiu que ficam suspensos todos os eventos de Carnaval e Pré-Carnaval no Estado do Ceará. Além disso, reduzimos a capacidade de ocupação em festas e eventos sociais para 10% do que era praticado no decreto anterior”, anunciou.

“Então, pelos próximos 30 dias estão autorizados eventos mediante o controle sanitário e a exigência do passaporte vacinal, e com até 250 pessoas em ambientes fechados, e até 500 pessoas em ambientes abertos”, completou.

O anúncio foi feito após reuniões promovidas com a Prefeitura de Fortaleza e suas equipes de saúde na terça-feira (4.jan.2022), e mais duas promovidas nesta quarta-feira (5.jan.2022), com o Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia do Coronavírus, que reúne 25 entidades e órgãos cearenses, e com cerca de 150 prefeitos do Interior cearense, e seus respectivos secretários de saúde.

“Destacamos a importância das medidas de prevenção, principalmente quanto à atenção básica de saúde e quanto à vacinação, que ajuda muito a proteger a população. O Governo do Estado estará ao lado de todos os municípios, apoiando em tudo aquilo que for possível”, assegurou.

Ao detalhar os dados que levaram à decisão do comitê, Camilo Santana destacou a disseminação da variante Ômicron no Ceará e o aumento dos casos de Influenza, principalmente na Capital. O crescimento de testes positivos foi registrado em todos os seis Centros de Testagem do Ceará (cinco em Fortaleza e um em Juazeiro do Norte).

Como exemplo, ele citou que, de dezembro de 2021 para o início deste ano, no Centro de Testagem para Viajantes do Aeroporto Internacional Pinto Martins a taxa de positividade de testes aumentou em 100 vezes. “Isso acarreta também uma procura pelos serviços de saúde, que também aumentaram muito”, expôs.

O secretário da Saúde do Ceará confirmou que os casos da variante Ômicron têm uma disseminação de alta velocidade, e que o Estado já sinaliza predominância nos novos casos detectados. Somado a isso, há forte aumento de atendimentos para doenças com sintomas respiratórios.

Foto: Reprodução/Governo do Ceará

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Sesap RN disponibiliza leitos covid-19 para pacientes com sintomas gripais no Rio Grande do Norte

Sesap/RN disponibiliza leitos covid-19 para pacientes com sintomas gripais no Rio Grande do Norte

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) anunciou nesta quinta-feira (6.jan.2022) que passou a disponibilizar leitos voltados aos pacientes da Covid-19 também para atender pessoas com outras síndromes gripais e que tenham testado negativo para a covid-19.

Segundo o governo, a medida foi necessária por causa do surto gripal que atingiu o Rio Grande do Norte e outros estados do país. A secretaria informou que mesmo com a disponibilização dos leitos, são mantidas “medidas de biossegurança para evitar contaminação” dos pacientes de gripe com a covid-19, bem como o contrário.

O sistema RegulaRN, usado na administração dos leitos, também passou a diferenciar a ocupação de leitos entre casos de Covid-19 e de outras síndrome gripais. Na manhã desta quinta (6.jan.2022), por volta das 10h40, a página informava que havia 31 UTIs ocupadas com pacientes de Covid-19 e 19 com pacientes cadastrados como “não covid”. Ainda havia 88 UTIs disponíveis e outras 7 bloqueadas.

Já nos leitos clínicos – voltados para pacientes com menor gravidade – o número de pacientes “não covid” era maior que o de pacientes confirmados para a Covid-19. Eram 19 contra 13.

“A utilização destes leitos se faz necessária em virtude do surto gripal que atinge não somente o RN, mas todo o país, e só é possível pela baixa demanda de internações por covid-19. A Sesap seguirá monitorando a situação, aguardando o fim do surto gripal para que se retorne os leitos à assistência para covid-19”, afirmou a pasta.

Ao todo, o estado registrava ocupação de 36% dos leitos pela manhã. O percentual era maior na região metropolitana de Natal, onde a ocupação chegou a 50%.

Durante as fases mais graves da pandemia da covid-19, o governo do Rio Grande do Norte chegou a ter mais de 400 leitos de UTI operacionais (em uso ou pronto para uso) voltados para a Covid-19. No dia 25 de junho de 2021, chegou ao ápice de 415. Nesta quarta-feira (5.jan.2022), eram 134.

Mesmo com a redução de casos de covid-19, atribuída pelas autoridades à vacinação da população do Rio Grande do Norte, o estado começou a registrar um aumento de casos de pacientes com sintomas gripais em dezembro. Unidades de Pronto-Atendimento de Natal e da região metropolitana registraram superlotações e a prefeitura de Natal abriu centros para atender a população com sintomas gripais.

Foto: Reprodução/Sesap

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Ministério da Saúde detalha vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos; prescrição médica está dispensada

Ministério da Saúde detalha vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos; prescrição médica está dispensada

O ministério da Saúde divulgou as regras para a vacinação das crianças de 5 a 11 anos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5.jan.2022). A pasta dispensou a obrigatoriedade de prescrição médica para a imunização dessa faixa etária. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 20,5 milhões de crianças entre 5 e 11 anos.

De acordo com ministério da Saúde, a vacinação se dará da seguinte maneira:

  • a vacinação será feita em ordem decrescente de idade (das crianças mais velhas para as mais novas), com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente;
  • a autorização por escrito só será necessária se não houver pai, mãe ou responsável presente no momento em que a criança for vacinada;
  • o Ministério da Saúde orienta que os pais “procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização” – mas não exigirá prescrição médica para aplicar a vacina;
  • a primeira e a segunda dose serão aplicadas com intervalo de oito semanas.

O responsável pela pasta, Marcelo Queiroga, afirmou que a vacina é segura e falou sobre a eficácia da vacina pediátrica da Pfizer. O imunizante é aplicado em dose menor que a dos adultos. Segundo Queiroga, a vacina já foi testada por agências internacionais.

“Isso foi testado através de ensaios clínicos e já logrou aprovação em agências sanitárias respeitáveis, a exemplo do FDA [agência dos Estados Unidos], da Agência Europeia de Medicamentos, e agora teve o aval da Anvisa. Portanto, a Anvisa atestou a segurança regulatória”, afirmou o ministro.

Foto: Reprodução/Sumaia Villela/Agência Brasil

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Estudos apontam que sistema imunológico de vacinados e reinfectados resiste à Ômicron

Estudos apontam que sistema imunológico de vacinados e reinfectados resiste à Ômicron

Estudos preliminares feitos na África do Sul, nos Países Baixos e Estados Unidos (EUA) revelam que o sistema imunológico dos vacinados ou reinfectados com o SARS-CoV-2 previne casos graves de covid-19. Liderada por especialistas da África do Sul, a pesquisa concluiu que grande parte da resposta de células T, estimuladas pela vacinação ou por infecções anteriores, é mantida na presença da variante Ômicron.

Segundo os pesquisadores, essa pode ser explicação para o menor número de hospitalizações e óbitos do que em outras ondas da doença. Todos os estudos analisaram linfócitos, glóbulos brancos capazes de lembrar um agente patogênico e eliminá-lo do organismo por meses, anos, décadas, ou mesmo ao longo da vida.

A elite desses glóbulos brancos são os chamados “linfócitos assassinos” que identificam as células infectadas e as matam. Isso evita que o vírus prolongue a infecção e cause doença grave. A esse tipo de linfócito, conhecido como CD8, são adicionados os CD4, que ajudam a reativar o sistema imunológico em caso de nova infecção.

As pesquisadoras Catherine Riou e Wendy Burgers, da Universidade da Cidade do Cabo, observaram a resposta de linfócitos T de “memória” (que lembram como combater o vírus) em 90 pessoas inoculadas com as vacinas da Pfizer (duas doses), Johnson & Johnson (uma ou duas doses) ou previamente infectadas.

Os resultados – ainda preliminares por não terem sido analisados por especialistas independentes – revelam que a resposta dos linfócitos à Ômicron tem intensidade entre 70% e 80% em relação às variantes anteriores.

Nos Estados Unidos, a equipe do imunologista Alessandro Sette analisou as células brancas de 86 pessoas vacinadas com Moderna, Pfizer e Janssen. Os resultados, também preliminares, mostram que até 90% da resposta permanece intacta com a Ômicron.

Nos Países Baixos, outro estudo preliminar com 60 profissionais de saúde vacinados com Pfizer, Moderna AstraZeneca ou Janssen revela que a imunidade medida pelos glóbulos brancos contra a Ômicron é tão elevada quanto as outras variantes.

Esses resultados contrastam com os estudos sobre o sistema imunológico realizados até agora, que se concentraram em anticorpos. Essas proteínas são produzidas após a infecção ou vacinação e podem impedir que o vírus entre nas células. Vários estudos mostraram que a eficácia dos anticorpos contra a Ômicron é muito menor do que a registrada com as outras variantes.

Com o grande número de infecções pela variante Ômicron, registrada em muitos países, haverá muitas hospitalizações por curto período de tempo.

Os novos dados parecem confirmar o que está sendo observado em vários países: a Ômicron infecta pessoas vacinadas ou já infectadas, mas tem menos possibilidade de escapar aos leucócitos que ainda são capazes de identificar as células e eliminá-las antes que causem a doença grave.

Isso pode explicar como a África do Sul teve 80% menos de hospitalizações com a Ômicron do que com as cepas anteriores. É, no entanto, muito cedo saber o real impacto da nova variante do SARS-CoV-2 nas hospitalizações e óbitos.

Pulmões

Um grupo de cientistas da Universidade de Hong Kong descobriu que a Ômicron se replica 70 vezes mais rapidamente do que a Delta nas vias áreas humanas, mas é muito mais lenta na infecção do tecido pulmonar, o que pode sugerir menor gravidade da doença.

Segundo os estudos, o SARS-CoV-2 entra nas células que revestem o nariz, a garganta e as vias respiratórias superiores de forma diferente; portanto, apesar de ter sido encontrada em grandes quantidades nas vias respiratórias, a concentração do vírus é menor no tecido pulmonar.

Uma equipe que analisa a Ômicron descobriu uma proteína essencial encontrada nas células do pulmão, chamada TMPRSS2, que impede a nova variante de entrar e infectar as células pulmonares.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

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Membro do Comitê Científico do Nordeste aponta que índices de contaminação e solicitações de leitos aumentaram após o Carnatal

Membro do Comitê Científico do Nordeste aponta que índices de contaminação e solicitações de leitos aumentaram após o Carnatal

O professor do Departamento de Física da UFRN, José Dias do Nascimento Júnior, aponta que os índices de contaminação e solicitações de leitos covid-19 no Estado pioraram após a normalização de eventos com grandes públicos, dentre eles o Carnatal. Membro do Comitê Científico do Nordeste e responsável pelos gráficos e projeções relacionados à pandemia, o professor José Dias diz ser ‘evidente que uma doença de contágio respiratório seja facilmente transmitida com o aumento da aglomeração de pessoas’.

Utilizando o método Mosaic/UFRN, o pesquisador aponta que a tendência de queda dos números de internações e casos graves de covid-19 no Rio Grande do Norte foi comprometida cerca de 15 dias após a realização do Carnatal, tradicional micareta que reuniu, na edição de 2021, por volta de 15 mil foliões. Embora a organização exigisse passaporte de vacina, alguns relatos e publicações nas redes sociais mostravam que era fácil burlar a regra; além de ser facilmente identificável a não utilização de máscaras de proteção e o distanciamento social.

Membro do Comitê Científico do Nordeste aponta que índices de contaminação e solicitações de leitos aumentaram após o Carnatal
Gráfico: Método Mosaic/UFRN

“Percebemos que o Carnatal 2021 modificou a tendência de queda que fora observada de forma consistente no início do mês de dezembro de 2021, e contribuiu no sentido de prejudicar a capacidade de atendimento nas urgências”, disse o professor e pesquisador da UFRN.

Ainda de acordo com os gráficos elaborados pelo docente, a média móvel de solicitações de leitos covid-19 subiu para 32 internações após 15 dias o Carnatal, contra 22 solicitações no mês de novembro.

“Junte-se a isso uma mistura de variantes, atraso nos testes, apagão de dados e vacinação e a questão se torna bem complexa. Publicamos antes do Carnatal nosso posicionamento, onde mostramos que insistir na festa traria resultados negativos, e aqui temos a confirmação das nossas suspeitas”, continuou.

Membro do Comitê Científico do Nordeste aponta que índices de contaminação e solicitações de leitos aumentaram após o Carnatal
Gráfico: Método Mosaic/UFRN

Em agosto de 2021, o Governo do Rio Grande do Norte já havia baixado um decreto no qual liberava eventos com até 450 pessoas em municípios que estivessem em situação favorável. Em setembro do mesmo ano, após reunião com gestores da Secretaria Estadual de Saúde, a governadora Fátima Bezerra deu o sinal verde para a realização do Carnatal. Paralelo a isso, a capital natalense também passou a retomar eventos culturais e shows nos principais pontos da cidade.

Em dezembro de 2021, poucos dias antes do início do evento, o diretor do  Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LAIS/UFRN) disse que ‘o Carnatal era seguro e não oferecia riscos para a propagação da covid-19’. Na ocasião, Ricardo Valentim disse que explicou que a queda dos índices de contágios e internações no estado era causada por uma barreira sanitária criada pelo avanço da aplicação das vacinas contra a covid-19.

“A capacidade de produzir novas variantes com maior transmissibilidade, ocorrência de imunidade não duradoura representam fatores propulsores na transmissão. Acontece agora, o previsto. O vírus SARS CoV-2 mudou sua evolução de incidência e isto já impactou na hospitalização, (demanda solicitações de leito de UTI) a consequência será refletida no número de mortes”, concluiu.

Com informações parciais da Agência Saiba Mais

Foto: Reprodução/Foto: Leo Franco/AgNews

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Consulta pública realizada pelo Ministério da Saúde rejeita prescrição médica para vacinar crianças de 5 a 11 anos

Consulta pública realizada pelo Ministério da Saúde rejeita prescrição médica para vacinar crianças de 5 a 11 anos

O resultado da consulta pública realizada pelo Ministério da Saúde sobre a vacinação em crianças de 5 a 11 anos de idade mostrou que a maioria se manifestou contrária à necessidade de apresentar prescrição médica para vacinação, e não concordou com a obrigatoriedade da vacina.

“Tivemos 99.309 pessoas que participaram neste curto intervalo de tempo em que o documento esteve para consulta pública, sendo que a maioria se mostrou concordante com a não compulsoriedade da vacinação e a priorização das crianças com comorbidade. A maioria foi contrária à obrigatoriedade da prescrição médica no ato de vacinação”, anunciou a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosane Leite de Melo.

A secretária informou que a pasta apresentará hoje (5.jan.2022) um documento com o posicionamento a respeito da vacinação de crianças e adolescentes. Disponível por 11 dias, a consulta pública colocou em discussão a inclusão de crianças no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19.

O ministério tem se posicionado a favor de que a vacinação de crianças de 5 a 11 anos de idade ocorra mediante a apresentação de prescrição médica e o consentimento dos pais.

Rosane Leite de Melo disse que o ministério também deve se posicionar para que a vacinação seja realizada obedecendo a uma ordem. Os primeiros a se vacinar seriam as crianças de 5 a 11 anos de idade com deficiência permanente ou comorbidades e crianças que vivam em lar com pessoas em alto risco para a evolução grave da covid-19.

Na sequência se vacinam as crianças sem comorbidades. Primeiro as de 10 e 11 anos de idade, depois as de 8 e 9 anos de idade, em seguida as de 6 e 7 anos de idade, e, por fim, as de 5 anos de idade.

“Em todos os casos será exigida a prescrição médica e a autorização dos pais ou responsáveis, mediante assinatura de termo de assentimento. As vacinas devem ser aplicadas seguindo fielmente as recomendações da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, ressaltou a secretária.

A vacinação em crianças de 5 a 11 anos de idade foi liberada pela Anvisa há duas semanas. A agência reguladora autorizou a aplicação da vacina da Pfizer.

Na segunda-feira (3.jan.2022), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que as doses para crianças de 5 a 11 anos de idade devem começar a chegar ao Brasil na segunda quinzena de janeiro. O laboratório Pfizer, fabricante do imunizante, confirmou o prazo previsto pela pasta.

Audiência

Pouco antes do início da audiência, a Anvisa informou ao Ministério da Saúde que não participaria dos debates. No documento enviado ao ministério, a agência disse que já se manifestou a favor da imunização para crianças de 5 a 11 anos de idade e que seu posicionamento é público.

O representante da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Aurélio Sáfadi, defendeu a prioridade na vacinação de crianças na faixa etária proposta. Segundo o médico, os dados mostram que, apesar do número de óbitos de crianças em decorrência da doença seja menor do que em relação a população adulta, as crianças têm mais chances de morrer quando estão internadas. Sáfadi disse que até o momento há o registro de 34 mil hospitalizações nesse grupo e que a taxa de mortalidade para quem foi hospitalizado ficou em torno de 14%.

“A cada 15 crianças hospitalizadas com covid-19, uma delas, infelizmente, acabava sendo vitimada com covid-19. Boa parte das que sobreviveram ficaram com sequelas cognitivas, respiratórias, cardiovasculares, além do impacto que essa doença traz”, disse.

Segundo o médico, os estudos evidenciam que a vacinação para essa faixa traz mais benefícios que riscos, prevenindo as hospitalizações em até 93%.

“Todas as vacinas ate hoje utilizadas realizaram um papel fundamental naquilo que é um objetivo precípuo da vacinação, que é prevenir hospitalizações e complicações da doença. Foi a isso que se propuseram as iniciativas de implantação dos programas de vacinas. Claro que elas reduzem também transmissão e riso de infecção, mas em patamares diferentes”, argumentou.

Contra

O representante da Comissão de Constituição e Justiça (CJJ) da Câmara dos Deputados, o médico imunologista Roberto Zeballos questionou a necessidade de inclusão das crianças nessa faixa etária no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo Zeballos, os números da covid-19 mostram que o país já passou pela situação de emergência, o que, segundo ele, não justificaria o uso da vacina, uma vez que os imunizantes foram aprovados pela Anvisa para uso emergencial.

O médico questionou ainda a eficácia da vacina contra a nova variante do coronavírus, a Ômicron. “No presente momento, para o Brasil não existe momento para usar a vacina emergencial. Como é que uma vacina emergencial é dada em uma situação que não tem emergência”, disse.

A médica Roberta Lacerda de Miranda Dantas, que também representou a CCJ da Câmara dos Deputados na audiência, questionou os resultados das pesquisas do uso de imunizantes nas crianças de 5 a 11 anos de idade. De acordo com Roberta, o uso da vacina pode trazer mais riscos que benefícios, com a possibilidade de risco de miocardite, uma das sequelas da doença, para as crianças imunizadas.

“No grupo de crianças que estão entre 5 e 11 anos meninos, a chance de evoluir em miocardite é de 179 a cada milhão de casos”, disse. “Ainda que não se tenha nenhum óbito relatado por miocardite, é importante frisar que esse estudo acompanhou crianças por apenas dois meses”, acrescentou.

A favor

Para a representante da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Isabella de Assis Martins Ballalai, o momento é de vacinação das crianças. A médica disse que mesmo que os números indiquem que a variante Ômicron seja menos letal, não deve ser desprezada.

“A covid-19, graças à vacinação, deixou de ter o impacto de hospitalizações e mortes que teve desde o início da pandemia, e estamos vivendo isso. Mas a gente não pode menosprezar uma nova variante, a Ômicron se mostra com uma incidência menor de hospitalizações e mortes, mas principalmente em pessoas vacinadas. Não é que ela é mais leve e não preocupa”, alertou.

A médica lembrou que as crianças foram muito prejudicadas pela pandemia, com o fechamento das escolas e as medidas de isolamento social.

“Elas ficaram sem escola, não foram vacinados, eles não podiam sair porque nós adultos estávamos morrendo, e agora que nós adultos não morremos mais porque estamos vacinados, nós levamos eles para o parque, para a [vida] social, na nossa flexibilização. Eles não têm direito a vacina?”, questionou.

O médico da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Jose Davi Urbaez Brito, também defendeu a inclusão dessa faixa etária no PNI como prioridade. Brito disse que a faixa etária de 5 a 11 anos de idade foi deixada de lado no planejamento do programa de vacinação, devido ao um “erro” de comparar a evolução da covid-19 em crianças com a evolução nos adultos, e que o certo seria comparar com doenças da própria faixa etária, o que demonstraria a importância da inclusão do grupo no PNI, devido ao caráter de imunização coletiva da vacinação.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Pela primeira vez, Estados Unidos registram mais de 1 milhão de casos diários de covid-19

Pela primeira vez, Estados Unidos registram mais de 1 milhão de casos diários de covid-19

Os Estados Unidos registraram nesta segunda-feira (3.jan.2022) mais de um milhão de casos diários de covid-19 pela primeira vez desde o início da pandemia, conforme dados da plataforma de monitoramento da Universidade Johns Hopkins. O total de 1.083.948 é quase o dobro do recorde anterior de cerca de 590 mil casos estabelecido há apenas quatro dias.

Segundo as autoridades de saúde, atualmente há 103 mil pessoas internadas por conta da doença no país, o maior número em quatro meses. As hospitalizações ocorrem principalmente entre pessoas não vacinadas. De acordo com os dados mais recentes do Centro de Controle de Doenças, até novembro, as taxas de internações eram oito vezes maiores para adultos não imunizados e cerca de dez vezes maiores para crianças com idades entre 12 e 17 anos que não tomaram as doses contra o coronavírus.

O número de pessoas infectadas pode ser ainda maior no país, onde os testes caseiros, cujos resultados não são enviados para as autoridades, tornam-se cada vez mais populares. Ainda assim, é possível que o número da primeira segunda-feira útil de 2022 tenha sido superinflado pelo acúmulo de notificações acumuladas do período das festas de fim de ano.

O aumento de casos diários e internações é impulsionado pela variante Ômicron. Apesar de estudos preliminares apontarem que a nova cepa causa sintomas mais leves, ela se mostra mais transmissível e hospitais já enfrentam desafios para atender a demanda de novos pacientes.

Nesta terça-feira, o presidente Joe Biden e a vice Kamala Harris planejam se reunir com a equipe de enfrentamento ao coronavírus da Casa Branca para discutir um novo plano de ação no país.

Retorno para as aulas

O cenário com mais infecções mudou os planos de distritos escolares que programavam o retorno dos alunos para as aulas nesta segunda-feira, após as festas de fim de ano. Em alguns estados, as aulas vão começar de forma remota, outros vão exigir dos estudantes comprovante de vacinação e até teste com resultado negativo para a Covid-19.

Com informações de O Globo

Foto: Reprodução/Angela Weiss/AFP via Getty Images

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De acordo com a Sesap, Natal tem os dois primeiros casos confirmados da variante Ômicron no RN

De acordo com a Sesap, Natal tem os dois primeiros casos confirmados da variante Ômicron no RN

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) , dois pacientes moradores de Natal testaram positivo para a variante Ômicron no RN.

Foram identificados e confirmados os dois primeiros casos da variante Ômicron no RN. A informação foi divulgada, em nota, pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que ressaltou se tratarem das duas primeiras amostradas positivas da variante em território potiguar.

Ainda segundo a Sesap, tratam-se de dois pacientes do sexo masculino, residentes do município de Natal, que já se encontram bem. As coletas foram realizadas em dezembro, juntamente a mais 19 amostras que foram identificadas como variante Delta. O sequenciamento de todas foi feito pela Fiocruz, a partir de material encaminhado pelo Laboratório Central Dr. Almino Fernandes (Lacen).

Diante dessas informações, a Sesap reforça a necessidade da manutenção das medidas sanitárias, pois os estudos apontam esta variante conta com um alto potencial de transmissão. As equipes de vigilância epidemiológica da Sesap seguem trabalhando no rastreio dos casos e no monitoramento do cenário em todo o Rio Grande do Norte.

Seguem importantes medidas sanitárias não farmacológicas como o uso de máscara e higiene permanente das mãos, além de procurar a vacinação contra a covid-19 e completar o esquema de imunização.

Foto: Reprodução/NIAID

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Israel registra primeiro caso de flurona, infecção simultânea de gripe e covid-19

Israel registra primeiro caso de flurona, infecção simultânea de gripe e covid-19

Um caso raro de infecção simultânea de gripe e covid-19, chamada de flurona, foi registrado em Israel nesta semana. As doenças infectaram uma jovem de 19 anos que está grávida, que apresentou sintomas leves de ambas doenças.

O hospital afirmou que a jovem não havia sido vacinada contra a covid-19 nem contra a influenza, e foi diagnosticada com ambas as doenças assim que chegou à unidade de saúde.

O Ministério da Saúde de Israel está estudando o caso para saber se a combinação das duas doenças causa uma infecção mais grave. Essa é a primeira ocorrência documentada de flurona detectada no mundo. Apesar disso, as autoridades de saúde de Israel acreditam que poderia haver mais infecções do tipo.

Foto: Ilustração/NIAID

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Casal de Manaus que esteve internado no Giselda Trigueiro volta ao RN para agradecer 'vidas salvas'

Casal de Manaus que esteve internado no Giselda Trigueiro volta ao RN para agradecer ‘vidas salvas’

Casal de Manaus foi trazido para o Rio Grande do Norte no auge da crise de abastecimento de oxigênio nos hospitais do Amazonas.

O casal manauara Keitiane Teixeira do Nascimento e Robson Sena do Nascimento levou emoção ao Hospital Giselda Trigueiro na manhã desta quinta-feira (30.dez.2021). Eles estiveram internados no hospital em janeiro de 2021, infectados com a covid-19, tendo sido transferidos após uma grave crise enfrentada no sistema de saúde do Amazonas, agravada pela falta de oxigênio nos hospitais.

Agora, Keitiane e Robson retornaram juntamente com as três filhas para agradecer pelo atendimento que tiveram no hospital potiguar. “Hoje voltamos aqui para trazer nossas filhas para conhecer o lugar que fomos salvos. Posso dizer que vocês salvaram nossas vidas”, disse Keitiane Teixeira, que estava emocionada.

O diretor do Giselda Trigueiro, André Prudente, lembrou que o casal esteve internado em estado grave, diagnosticado com a covid-19, no período de 18 a 29 de janeiro de 2021.

“A emoção de recebê-los foi muito grande, porque eles foram os primeiros de Manaus. Chegaram no auge da crise de oxigênio de lá, quando muitas pessoas não tinham como internar no Amazonas como um todo. O secretário de Saúde entrou em contato comigo para que pudéssemos aceitar os pacientes e fizemos o possível para recebê-los. Eles chegaram agravados e foram melhorando dia após dia. E hoje eles trouxeram as três filhas para conhecer o lugar que salvou a vida deles e isso nos dá uma felicidade imensa, essa é nossa razão em estarmos aqui”, relatou o médico.

O Rio Grande do Norte foi um dos estados que prestou solidariedade a Manaus no enfrentamento da crise de oxigênio, recebendo 52 pacientes da capital do Amazonas. Para a vinda do casal de Manaus, o governo do RN afirmou que foram assegurados o apoio logístico de ambulâncias, reposição de oxigênio da aeronave para o seu retorno, além de hospedagem dos profissionais e insumos e medicamentos ao Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) para garantir uma assistência segura e eficaz.

Ainda de acordo com o governo, também foram garantidos cinco leitos no Hospital Giselda Trigueiro, disponibilizados para o atendimento com toda a estrutura necessária, inclusive com disponibilização de unidades de terapia intensiva (UTI).

Foto: Cedida

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Fiocruz publica estudo que aponta a eficácia das vacinas no aumento da proteção de quem já teve covid-19

Fiocruz publica estudo que aponta a eficácia das vacinas no aumento da proteção de quem já teve covid-19

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicaram ontem (29.dez.2021) um estudo sobre vacinas contra a covid-19 usadas no Brasil que aumentam a proteção contra o SARS-CoV-2 em quem já teve a doença previamente. O trabalho foi publicado em formato preprint no site Medrxiv, o que significa que ainda precisa ser revisado por outros cientistas.

Os pesquisadores avaliaram 22.565 indivíduos acima dos 18 anos que tiveram dois testes de RT-PCR positivos e 68 mil que tiveram teste positivo e depois negativo, entre fevereiro e novembro deste ano.

Segundo o artigo, a vacinação com as duas doses de AstraZeneca, Pfizer e CoronaVac, ou com a dose única da Janssen, foi capaz de reduzir reinfecções sintomáticas e casos graves da doença em quem já havia contraído a covid-19 anteriormente. A pesquisa mostrou que, quando a vacina requer duas doses, a aplicação da segunda dose de fato elevou o nível de proteção contra reinfecções nos indivíduos estudados.

Principal pesquisador responsável pelo estudo, Julio Croda, da Fiocruz Mato Grosso do Sul, explica que análise contou com a base nacional de dados sobre notificação, hospitalização e vacinação e confirma a necessidade de completar o esquema vacinal mesmo em quem já teve covid-19.

“A importância de ser vacinado é a mensagem principal, e a necessidade dessas duas doses para maximizar a proteção. Vemos que alguns países chegam a recomendar apenas uma dose para quem teve covid-19, por considerar que estes já contam com um certo nível de anticorpos neutralizantes. Mas esse tipo de avaliação de efetividade na vida real mostra que há um ganho adicional com a segunda dose. É um ganho substancial contra as formas graves”, disse ele em entrevista à Agência Fiocruz de Notícias.

Ao analisar os dados, os pesquisadores descobriram que, após a infecção inicial, a efetividade contra doença sintomática 14 dias após o esquema vacinal completo é de 37,5% para a CoronaVac, 53,4% para AstraZeneca, 35,8% para Janssen e 63,7% para Pfizer. Já a efetividade contra hospitalização e morte, também após 14 dias da aplicação, é 82,2% com a CoronaVac, 90,8% com a AstraZeneca, 87,7% com a Pfizer e 59,2% com a Janssen. O estudo completo pode ser acessado em inglês no site Medrxiv.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reprodução/Adriano Ishibashi/Framephoto/Estadão Conteúdo

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Neonazista gaúcho grava vídeo matando cachorro e ameaça servidores da Anvisa 'Vão pagar caro! Bolsonaro 2022!'

Neonazista gaúcho grava vídeo matando cachorro e ameaça servidores da Anvisa: ‘Vão pagar caro! Bolsonaro 2022!’

Um neonazista enviou um e-mail com uma série de ameaças aos diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última segunda-feira (27.dez.2021). O caso foi divulgado pela jornalista Natuza Nery, do Globo News, que diz ter recebido um documento com as intimidações enviadas para servidores do órgão após a aprovação da vacinação contra covid-19 para crianças de 5 a 11 anos.

A jornalista leu trechos do e-mail durante programa exibido pela emissora nesta quarta-feira (29.dez.2021). “Essa pessoa (o autor) dá o nome e o CPF. E é um neonazista. Ele anexa um vídeo executando o próprio cachorro, enforcando o próprio cachorro, e diz ‘olha o que vai acontecer com vocês’. É assustador!”, conta a jornalista.

Em outro trecho do e-mail, lido pela jornalista, o neonazista diz que virá a Brasília “purificar a terra”. “Os senhores vão pagar caro! Irei me deslocar da minha casa, no Rio Grande do Sul, até Brasília, e irei purificar a terra onde a Anvisa está instalada usando combustível abençoado. O apocalipse se aproxima”, diz.

“Ele dá o CPF, diz o estado onde mora, mas fala ‘estarei muito longe quando o ministro Xandão (Alexandre de Moraes) mandar os vagabundos parasitas da PF (Polícia Federal) aqui pra casa’”, lê a jornalista, que diz que o autor termina o e-mail fazendo uma saudação nazista e escrevendo “Bolsonaro 2022”.

Com informações do Correio Braziliense

Foto: Reprodução

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Fiocruz defende vacinação imediata de crianças contra a covid-19 e destaca análise rigorosa para autorizar aplicação

Fiocruz defende vacinação imediata de crianças contra a covid-19 e destaca análise rigorosa para autorizar aplicação

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou na última terça-feira (28.dez.2021) nota técnica em que defende a importância de vacinar crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19. A Fiocruz avaliou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou uma análise técnica rigorosa para autorizar a aplicação dos imunizantes em crianças dessa faixa etária e que a vacinação infantil já foi iniciada em outros países, sendo ferramenta fundamental no controle da pandemia.

“Ainda que em proporções de agravamento e óbitos inferiores aos visualizados em adultos, as crianças também adoecem por covid-19, são veículos de transmissão do vírus e podem desenvolver formas graves e até evoluírem para o óbito”, diz a Fiocruz, que acrescenta que eventos adversos pós vacinação têm se mostrado raros e menos frequentes que as complicações e óbitos causados pela covid-19.

Os pesquisadores da fundação elencam que a vacinação de crianças vai reduzir formas graves e óbitos pela covid-19 nessa faixa etária, além colaborar potencialmente na redução das transmissões e ser uma das mais importantes estratégias para o retorno e manutenção segura das atividades escolares presenciais. A Fiocruz argumenta que a vacinação de crianças é uma “alternativa robusta” para garantir a continuidade do ensino presencial, o que permite a identificação e cuidado de alunos com diferentes vulnerabilidades, muitas acentuadas pela pandemia.

“Rotinas de convivência mais ampla e social das crianças, o que inclui a escolarização, são fundamentais para o seu crescimento e desenvolvimento. Neste sentido, apoiar a estruturação de políticas que propiciem a vacinação de crianças, em momento oportuno, conforme autorização e recomendações das agências regulatórias, pode contribuir para a manutenção de escolas abertas no ano de 2022, com redução da transmissibilidade do vírus e evitando o surgimento e circulação de novas variantes. Este panorama será fundamental para a garantia de saúde e segurança de todos os que convivem nas escolas, bem como para a proteção de pais, avós e responsáveis”.

A vacinação de menores de 12 anos já teve início em diversos países do mundo, como nos Estados Unidos, onde 5 milhões de crianças na faixa etária já foram imunizadas com a vacina da Pfizer, a mesma autorizada pela Anvisa há cerca de duas semanas. União Europeia, China, Chile, Bolívia e Cuba também já iniciaram a imunização de crianças menores de 12 anos.

“Diante da transmissão e avanço atual da variante Ômicron, existe uma preocupação aumentada com seu maior poder de transmissão, especialmente, nos indivíduos não vacinados. Isso torna as crianças abaixo de 12 anos um grande alvo dessa e possivelmente outras variantes de preocupação”, reforça a Fiocruz.

Óbitos

A nota técnica informa que, de janeiro a 4 de dezembro de 2021, 19,9 mil pacientes com menos de 19 anos foram hospitalizados com casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causada pela covid-19. Desses, 5.126 casos eram de crianças com menos de um ano; 5.378 casos, de 1 a 5 anos, e 9.396 casos, de 6 a 19 anos. Ao todo, foram notificados 1.422 óbitos por SRAG confirmados por covid-19 nessa faixa etária em 2021, sendo 418 em menores de 1 ano; 208, de 1 a 5 anos; e 796, de 6 a 19 anos.

Além da SRAG, outra complicação da covid-19 em crianças e adolescentes é a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, quadro que gera inflamações em diferentes partes do corpo, incluindo coração, pulmões, rins, cérebro, pele, olhos ou órgãos gastrointestinais. Desde o início da pandemia, foram registrados 1.412 casos desse tipo no Brasil, causando 85 óbitos.

Aprovação

O Ministério da Saúde prevê para janeiro o início da vacinação de crianças de 5 a 11 anos. Em nota divulgada na quarta-feira (27.dez.2021), a pasta informa que a posição favorável à vacinação poderá ser formalizada no dia 5 de janeiro, após o fim do prazo da consulta pública aberta para tratar da questão.

A imunização de crianças de 5 a 11 anos com a vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada pela Anvisa no último dia 16, e foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro. Em live em redes sociais, no dia da aprovação, o presidente disse que pediu extraoficialmente o “nome das pessoas que aprovaram a vacina para crianças a partir de 5 anos”, para que fossem divulgados. A agência reguladora rebateu os questionamentos e disse que seu trabalho é “isento de pressões internas e avesso a pressões externas”.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Paul Hennessy / SOPA Images/Sipa USA

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Vacinação no Brasil atinge a marca de 320 milhões de doses aplicadas contra a covid-19

Vacinação no Brasil atinge a marca de 320 milhões de doses aplicadas contra a covid-19

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (28.dez.2021) que a vacinação no Brasil atingiu a marca de 320 milhões de doses aplicadas contra a covid-19. Segundo a pasta, a ampla adesão da população à vacinação no Brasil gerou redução na quantidade dos casos de pessoas infectadas, de mortes e a ocupação de leitos de UTI.

Conforme os dados, 143 milhões de brasileiros estão com ciclo vacinal completo, 161 milhões estão imunizados com a primeira dose da vacina e 16 milhões receberam pelo menos uma dose de reforço.

“Com o avanço da vacinação foi possível reduzir em mais de 90% o número de óbitos e o número de casos de covid-19, quando comparado ao pico da pandemia, em abril de 2021. Temos hoje, no Brasil, o menor número de óbitos por covid-19 desde abril de 2020”, destaca o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Com a redução dos casos de covid-19, o governo federal definiu, no dia 20 deste mês, as regras para doação de vacinas para outros países, por meio do consórcio Covax.

A produção nacional dos imunizantes da AstraZeneca é feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a partir da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), que também passou a ser feito no Brasil. As vacinas da Pfizer, com tecnologia de RNA mensageiro, também serão feitas em território nacional por meio do laboratório Eurofarma.

“O Brasil deixará de ser um país importador de vacinas e será um país que produzirá vacinas”, completou o ministro.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Ying Tang/NurPhoto/Direitos reservados

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Ministério da Saúde informa que Brasil tem 77 casos confirmados da variante Ômicron

Ministério da Saúde informa que Brasil tem 77 casos confirmados da variante Ômicron

O balanço divulgado nesta terça-feira (28.dez.2021) pelo Ministério da Saúde indica que foram registrados 77 casos no Brasil da nova variante do novo coronavírus, a Ômicron.

As infecções foram registradas em São Paulo (27), em Goiás (22), em Minas Gerais (16), no Rio Grande do Sul (3), no Distrito Federal (1), no Rio de Janeiro (1), no Espírito Santo (1), em Santa Catarina (3) e Ceará (3).

Há ainda, segundo a pasta, 211 casos da variante Ômicron em investigação, sendo 16 no Distrito Federal, 114 em Minas Gerais, 58 em Santa Catarina e 23 no Rio Grande do Sul.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Secretaria de Saúde anuncia que RN não vai exigir prescrição médica para vacinar crianças contra a covid-19

Secretaria de Saúde anuncia que RN não vai exigir prescrição médica para vacinar crianças contra a covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) anunciou nesta terça-feira (28.dez.2021) que o Rio Grande do Norte não vai exigir qualquer tipo de prescrição médica para vacinar crianças entre 5 e 11 anos contra a covid-19. A decisão ocorreu após reunião extraordinária da Comissão de Gestores Bipartite, com representantes da pasta e dos municípios potiguares.

De acordo com a Sesap/RN, através de nota, as crianças que se apresentarem acompanhadas pelos pais ou responsáveis legais receberão a vacina em todos os pontos de vacinação do SUS no estado. “Será exigido documento de identificação oficial da criança, para fins de registro do imunizante e comprovação da faixa de idade, seguindo o procedimento padrão do sistema de imunização consolidado”, diz a nota.

A pasta explicou que a medida segue a orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que aprovou a utilização do imunizante da Pfizer para o Brasil, sem qualquer necessidade de prescrição médica. Atualmente, ainda de acordo com a secretaria, a pasta e os municípios do RN aguardarão o envio de doses por parte do Ministério da Saúde para iniciar a imunização das crianças no Estado.

Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

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Tribunal de Contas da União aponta que Ministério da Defesa gastaram recursos da covid-19 com picanha, filé mignon e bebidas

Tribunal de Contas da União aponta que Ministério da Defesa gastou recursos da covid-19 com picanha, filé mignon e bebidas

O Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que o Ministério da Defesa, responsável pelas Forças Armadas, gastou cerca de meio milhão de reais dos recursos destinados ao enfrentamento da covid-19 com itens alimentícios de luxo em 2020, como picanha e filé mignon. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com a Secretaria de Controle Externo de Aquisições Logísticas (Selog), militares investiram na compra de itens considerados não essenciais, como bacalhau, picanha, filé mignon, salmão, camarão e bebidas alcoólicas.

A verba usada para a aquisição foi obtida da ação orçamentária “21C0 – Enfrentamento da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional decorrente do coronavírus”, criada para custear políticas públicas de saúde de combate à Covid.

“Ressalte-se que, dos recursos destinados ao combate à pandemia covid-19 utilizados indevidamente para aquisição de itens não essenciais (aproximadamente R$ 557 mil), 96% foram despendidos pelo Ministério da Defesa”, diz o documento.

Em nota, a pasta da Defesa informou que os militares atuaram no combate à pandemia e que relatório apontando os gastos é “preliminar”. “Ainda será apreciado por ministros do Tribunal de Contas da União, no qual esta pasta já apresentou os devidos esclarecimentos”, diz.

Com informações do Congresso em Foco

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Caetano Veloso e Paula Lavigne testam positivo para covid-19

Caetano Veloso e Paula Lavigne testam positivo para a covid-19

O cantor Caetano Veloso e sua esposa, a a atriz Paula Lavigne, testaram positivo para a covid-19. O anúncio foi feito pelas redes sociais de Caetano Veloso neste domingo (26.dez.2021). “Depois de uma semana de resultados negativos para testes diários corretamente exigidos por produções de shows televisivos Paulinha e eu testamos positivo para covid-19, na Bahia, aonde chegamos faz 5 dias”, escreveu o artista.

Caetano e a mulher estão vacinados contra a covid-19, o que ele atribui ao fato de terem tido sintomas leves. “Estamos bem e atribuímos isso ao fato de estarmos vacinados. O importante é que quem pode deve fazer o teste. E sobretudo que todos se vacinem com as três doses”, disse.

Foto: Reprodução/YouTube

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Coreia do Sul anuncia permissão do uso emergencial de pílula contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer

Coreia do Sul anuncia permissão do uso emergencial de pílula contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer

A Coreia do Sul autorizou o uso emergencial da pílula contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica Pfizer, o primeiro do tipo a ser adotado no país, informou o Ministério da Segurança Alimentar e Farmacológica nesta segunda-feira (27.dez.2021).

Na semana passada, a Coreia do Sul reativou restrições de distanciamento rígidas que havia amenizado em novembro, porque uma série de novas infecções diárias recordes e casos graves sobrecarregaram os serviços médicos, apesar de um índice de vacinação de mais de 92% entre as pessoas de 18 anos ou mais.

O tratamento oral antiviral da Pfizer, batizado de Paxlovid, “deve ajudar a evitar uma deterioração grave de pacientes internados em centros de tratamento residenciais ou sendo tratados em casa” ao diversificar os tratamentos contra coronavírus para além das injeções usadas atualmente, disse o ministro da Segurança Alimentar e Farmacológica, Kim Gang-lip, em um briefing à imprensa.

A pílula contra a covid-19 será usada em adultos e crianças de 12 anos ou mais de mais de 40 quilos com sintomas entre suaves e moderados e com risco alto de desenvolver um caso grave de coronavírus devido a fatores como doenças preexistentes.

Outro tratamento oral contra o coronavírus, chamado molnupiravir e desenvolvido pela MSD, também teve pedido de autorização de uso emergencial no início deste mês, mas o ministério ainda está analisando o pedido por necessitar de informações adicionais sobre a eficácia do medicamento, disse Kim.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Dado Ruvic /Direitos reservados

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Conheça a diferença entre os sintomas da covid-19 e da gripe H3N2

Conheça a diferença entre os sintomas da covid-19 e da gripe H3N2

Neste fim de ano, em meio à pandemia de covid-19 – embora com queda acentuada das curvas de mortes e infecções – crescem no Brasil os casos de gripe H3N2. As duas doenças podem confundir, dada a semelhança dos sintomas.

O conhecimento e a reação aos sintomas são necessários diante dos riscos de transmissão da covid-19. Conforme orientações do Ministério da Saúde, uma pessoa infectada deve, além de procurar atendimento, ficar isolada de outros indivíduos e fazer quarentena durante 14 dias. O prazo pode ser menor, dependendo das orientações das prefeituras.

Segundo a infectologista Ana Helena Germoglio, não é possível definir se uma pessoa está com covid-19 ou com gripe H3N2 apenas com a análise do profissional, chamado no jargão técnico de diagnóstico clínico.

Para a avaliação do quadro de saúde do paciente é preciso realizar testes. No caso da covid-19, há diferentes modalidades, como os testes de antígeno ou laboratoriais PCR. No caso da gripe, também há distintos tipos de exames.

Por isso, a infectologista destaca a importância de que, diante de sintomas, as pessoas procurem assistência médica para que o profissional possa indicar os procedimentos adequados à realização do diagnóstico.

Gripe H3N2 x covid-19

Embora os sintomas sejam bastante parecidos, há especificidades entre as duas doenças. Na gripe, sintomas como febre, tosse seca, cansaço, dores no corpo, mal-estar e dor de cabeça são comuns. Coriza ou nariz entupido e dor de garganta podem aparecer, mas são menos frequentes.

A gripe pode evoluir para casos graves e até mesmo para a morte. Segundo material explicativo do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF-Fiocruz), a hospitalização e a possibilidade de óbito estão, em geral, vinculadas aos grupos de alto risco. A influenza pode também abrir espaço para infecções secundárias, como aquelas causadas por bactérias.

Na covid-19, febre e tosse seca são sintomas comuns. Já cansaço, dores no corpo, mal-estar e dor de garganta podem surgir às vezes. A doença tem outros sintomas que, em geral, não são sentidos por quem tem gripe, como perda do olfato e paladar.

A covid-19 também pode avançar para quadros mais graves, como evidencia a marca de mais de 600 mil pessoas. Pessoas nessas situações mais graves ou críticas podem ter forte falta de ar, pneumonia grave e outros problemas respiratórios que demandem suporte ventilatório ou internação em unidades de terapia intensiva.

“A covid-19, principalmente agora, dá muita queixa de perda de olfato e paladar. A influenza H3N2 costuma deixar mais prostrado, acamado, dor no corpo, sensação de congestão. Quando a gente compara as duas, a influenza dá muito mais sintomas. Pra gente fechar o diagnóstico, somente com exame laboratorial”, diz Ana Helena Germoglio.

Com informações da Agência Brasil

Foto: SESI/Vinicius Magalhaes/Direitos Reservados

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Ministério da Saúde afirma que Brasil tem 32 casos confirmados da variante Ômicron

Ministério da Saúde afirma que Brasil tem 32 casos confirmados da variante Ômicron

Balanço divulgado na quarta-feira (22.dez.2021) pelo Ministério da Saúde indica que foram registrados 32 casos no Brasil da variante Ômicron. As infecções foram registradas em São Paulo (20), em Goiás (4), em Minas Gerais (3), no Distrito Federal (2), no Rio Grande do Sul (1), no Rio de Janeiro (1) e em Santa Catarina (1).

Há ainda, segundo a pasta, 23 casos em investigação, sendo dois em Goiás e 21 no Rio Grande do Sul.

Com informações da Agência Brasil

Foto: NIAID

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Para governador da Bahia, é 'impossível' ter carnaval de rua em 2022

Para governador da Bahia, é ‘impossível’ ter carnaval de rua em 2022

Na avaliação do governador da Bahia, Rui Costa (PT), é “impossível” ter carnaval de rua em 2022. A declaração foi dada nesta quinta-feira (23.dez.2021), durante a inauguração de um hospital. Costa disse que “só uma pessoa completamente irresponsável autorizaria o carnaval de rua nessas condições”. O governador alertou para os casos do coronavírus e também da gripe. “Continuamos tendo mortes do coronavírus e passamos a ter morte do outro vírus, da gripe”, afirmou.

Dois óbitos de idosos, de 80 e 84 anos, foram registrados em Salvador, devido a H3N2, além de 185 casos da gripe até a última terça-feira (21.dez.2021), dos quais 61 necessitaram de hospitalização. Atualmente, ao menos 10 Estados brasileiros estão com surtos de Influenza.

“Sabe aquele filme Missão Impossível? Estamos em uma ‘missão impossível’ triste e não será possível fazer esse carnaval. Não tem a mínima condição”, comparou o governador. “Se estava difícil ter no início mês de dezembro, hoje é impossível – com a crise da pandemia e crise da gripe, matando pessoas e com as UPAs e unidades de saúde lotadas em vários municípios – pensar em evento de 3 milhões de pessoas”, argumentou.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Segundo estudo, terceira dose da AstraZeneca protege contra Ômicron

Segundo estudo, terceira dose da AstraZeneca protege contra Ômicron

A farmacêutica AstraZeneca anunciou nesta quinta-feira (23.dez.2021) que a terceira dose de sua vacina aumenta “significativamente” o nível de anticorpos contra a nova variante Ômicron.

Com base em estudo de laboratório da Universidade de Oxford, a AstraZeneca anunciou, em comunicado, que os níveis de anticorpos que neutralizam a Ômicron após uma terceira dose da vacina foram globalmente similares aos níveis alcançados após as duas doses contra a variante Delta.

A farmacêutica anglo-sueca acrescentou que “os níveis observados após uma terceira dose foram maiores do que os anticorpos encontrados em indivíduos que haviam sido previamente infectados e se recuperaram naturalmente” das variantes Alfa, Beta, Delta e linhagens originais do SARS-CoV-2.

A empresa esclareceu que o estudo da terceira dose foi conduzido “de forma independente” por investigadores da Universidade de Oxford, com quem a AstraZeneca desenvolveu a sua vacina. “É muito encorajador ver que as vacinas atuais têm o potencial de proteger contra a Ômicron após uma terceira dose de reforço”, afirmou John Bell, um dos pesquisadores da Universidade de Oxford que conduziram o estudo.

Vários trabalhos recentes, realizados em laboratório, mostram que o nível de anticorpos diminui contra a Ômicron em pessoas vacinadas com os imunizantes da Pfizer/BioNTech, Moderna e ainda mais com a vacina da AstraZeneca ou da chinesa Sinovac.

Paralelamente, a Pfizer e a Moderna também anunciaram recentemente que uma dose de reforço das suas vacinas parece aumentar significativamente a imunidade por anticorpos, mas faltam dados sobre quanto tempo essa proteção dura. Embora os dados iniciais sejam positivos, a AstraZeneca anunciou na terça-feira (21.dez.2021) que está trabalhando com a Universidade de Oxford para produzir uma vacina específica para a Ômicron.

A nova variante já foi detectada em 106 países e já é dominante em vários países, tendo assim superado a Delta. Apesar de ser mais transmissível, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que ainda não existem dados que permitam concluir que a Ômicron é menos ou mais grave que Delta.

Novos estudos indicam que a Ômicron é mais contagiosa, mas menos perigosa que a Delta. Pesquisas realizadas no Reino Unido, na África do Sul e Escócia revelam que as internações hospitalares de doentes infectados com a variante Ômicron diminuem entre 40% e 45%, em comparação com a Delta.

Apesar de ser necessário maior número de anticorpos para neutralizar a nova variante, a OMS e o regulador europeu de medicamento consideram que as vacinas aprovadas para a covid-19 continuam eficazes contra a doença grave, hospitalizações e morte.

O diretor-geral da OMS alertou nessa quarta-feira (22.dez.2021) sobre a ilusão de que bastaria administrar doses de reforço para sair da pandemia de covid-19. “Nenhum país será capaz de sair da pandemia com doses de reforço e esse reforço não é um sinal verde para comemorar, como já avisamos anteriormente”, disse Tedros Adhanom.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Rachel Wisniewski/Direitos Reservados

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Agência de Saúde dos EUA aprova primeiro comprimido contra a covid-19

Agência de Saúde dos EUA aprova primeiro comprimido contra a covid-19

Primeiro comprimido da Pfizer foi aprovado pela Food and Drug Administration, órgão que regula as drogas e os alimentos no território americano.

A autoridade norte-americana de saúde, a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês), aprovou o uso do comprimido da Pfizer contra covid-19, o primeiro tratamento oral nos Estados Unidos (EUA) para combate à doença.

A instituição anunciou a decisão em comunicado em que afirma que o medicamento pode ser usado para casos moderados da covid-19 em adultos e crianças menores de 12 anos e pelo menos com 40 quilos de peso, cuja saúde os coloquem em perigo de ser hospitalizados.

O comprimido do laboratório Pfizer é o primeiro tratamento oral contra a covid-19 que os norte-americanos poderão tomar em casa e pode vir a se tornar “uma ferramenta crucial contra a pandemia, no momento em que os casos aumentaram vertiginosamente com a variante Ômicron”.

Até agora, todos os tratamentos nos EUA contra a covid-19 eram administrados por injeção ou por via intravenosa. O medicamento, que será vendido com o nome de Paxlovid, só pode ser comprado com receita médica e os pacientes devem tomá-la assim que souberem que foram infectados, no máximo nos primeiros cinco dias após o aparecimento dos sintomas.

Além disso, deve ser tomado duas vezes ao dia, durante cerca de cinco dias, detalha o FDA no comunicado. O comprimido funciona ao bloquear a atividade de uma enzima específica que o coronavírus precisa para se replicar no organismo infectado, mecanismo semelhante ao do comprimido desenvolvido por outra farmacêutica, a MSD (Merck nos EUA e no Canadá).

O FDA deve aprovar esse outro medicamento em breve, embora os dados mostrem que o da Pfizer é mais eficaz e tem menos efeitos colaterais. A Pfizer afirma que está pronta para começar imediatamente a distribuir os seus comprimidos e aumentou a produção de 80 para 120 milhões no próximo ano.

A covid-19 provocou mais de 5,36 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia. A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ômicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detectada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em 24 de novembro, foram notificadas infecções em pelo menos 89 países de todos os continentes.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Direitos reservados

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OMS afirma que doação de vacinas do Brasil ao Covax Facility vai acelerar o fim da pandemia

OMS afirma que doação de vacinas do Brasil ao Covax Facility vai acelerar o fim da pandemia

O diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, comemorou nesta quinta-feira (23.dez.2021) a doação de vacinas contra a covid-19 pelo Brasil ao Covax Facility. Foram 10 milhões de doses.. Pelo Twitter, Adhanom afirmou que a medida “irá acelerar o fim da pandemia”.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, respondeu o post de Adhanom e afirmou que somente haverá segurança contra a covid-19 quando todos estiverem seguros.

“O Brasil está muito satisfeito em contribuir com a Covax Facility, unindo esforços aos esforços globais de vacinação contra covid-19. Só estaremos seguros quando estivermos todos seguros”, disse.

A doação de vacinas foi anunciada na segunda-feira (20.dez.2021) por Queiroga. Na ocasião, o ministro afirmou que além das 10 milhões de doses iniciais, outras 20 milhões de doses podem ser doadas posteriormente, totalizando ao menos 30 milhões de unidades da vacina. A efetivação da doação dependerá da manifestação de interesse e anuência de recebimento do imunizante pelo país beneficiado.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Fabrice Coffrini/Pool via Reuters/Direitos Reservados

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Para o ministro da Saúde, 'não há emergência' em vacinar crianças de 5 a 11 anos

Para o ministro da Saúde, ‘não há emergência’ em vacinar crianças de 5 a 11 anos

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga afirmou nesta quinta-feira (23.dez.2021) que não há emergência em vacinar crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19.

“Os óbitos de crianças estão dentro de uma patamar que não implica decisões emergenciais. Ou seja, isso aqui favorece que o ministério tomar uma decisão baseada em evidência científica de qualidade, na questão da segurança, na questão da eficácia e da efetividade”, disse Queiroga.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a vacina para esse público no último dia 16 de dezembro, mas o ministério da Saúde ainda aguarda uma consulta pública antes de tomar a decisão. Até esta quinta, a consulta ainda não tinha sido aberta pela pasta.

Foto: Paula Bittar/MS

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Empresa sueca lança microchip injetável na pele para armazenar dados da vacinação

Empresa sueca lança microchip injetável na pele para armazenar dados da vacinação

Uma empresa sueca especializada em microchips subdermais lançou um novo microchip injetável na pele dos clientes que é usado para guardar as informações de vacinação dos usuários. Fabricados pela companhia Epicenter, os microchips têm o tamanho de um grão de arroz e pode ser “lido” por qualquer aparelho eletrônico com a tecnologia de Comunicação de Campo Próximo (NFC).

De acordo com a empresa, o implante é capaz de gravar o passaporte vacinal e já foi testado. O sistema de leitura dos chips é mesmo utilizado em pagamentos por aproximação de cartões de crédito ou débito, por exemplo. A tecnologia também já trabalha com funcionalidades de armazenamento de documentos pessoais, passes de ônibus e carteirinhas de acesso a academias.

Ainda segundo a empresa, o microchip pode ser implantado no braço ou entre o dedão e o indicador. O implante é 100% reversível.

Foto: Reprodução/YouTube

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Prefeitura de Natal anuncia que pontos de vacinação vão fechar durante feriados de Natal e Ano Novo

Prefeitura de Natal anuncia que pontos de vacinação vão fechar durante feriados de Natal e Ano Novo

A prefeitura de Natal infirmou que o funcionamento dos pontos de vacinação contra a covid-19 passará por alterações no período do Natal e do Ano Novo. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal), o serviço será suspenso nos feriados de Natal, em 25 de dezembro, e no dia 1º de janeiro de 2022 em todas as unidades do município.

De acordo com a pasta, nas vésperas dos feriados (24 e 31 de dezembro), haverá atendimento das 9h às 16h nos pontos de vacinação montados no Ginásio Nélio Dias e nos shoppings Midway Mall, Via Direta e Partage Norte Shopping. Já as Unidades Básicas de Saúde (UBS) funcionam até às quintas-feiras, dias 23 e 30 dezembro respectivamente.

Já nos dias 24 e 31 de dezembro de 2021, as UBSs estarão fechadas, seguindo o ponto facultativo da Prefeitura de Natal. Na Praça da Árvore de Mirassol, o trailer de vacinação também não funcionará nos dias 24, 25, 31 e 1° de janeiro de 2022.

Vacinação em Natal

Primeira dose:

  • Pessoas com 12 anos e mais.

Segunda dose:

  • Coronavac: Podem se vacinar as pessoas que completaram os 28 dias da primeira dose do imunizante Coronavac.
  • Oxford: Podem receber a aplicação da D2 da Oxford quem se vacinou até o dia 20 de setembro e grávidas que tomaram a D1 de Oxford.
  • Pfizer: A segunda dose da Pfizer está disponível para quem tomou a primeira dose há 21 dias. Também disponível para gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e ou da Janssen.
  • Janssen: A dose de reforço da Janssen pode ser aplicada com 2 meses de intervalo utilizando o imunizante Pfizer, para qualquer morador de Natal.

Terceira dose:

  • População em geral com 18 anos e mais (há quatro meses de conclusão do esquema vacinal com a D2 de Coronavac, Oxford e Pfizer)
  • População com 70 anos e mais (há quatro meses de conclusão do esquema vacinal com a D2 de Coronavac, Oxford e Pfizer).
  • Imunossuprimidos também podem receber a terceira dose, desde que tenham completado o esquema vacinal há 28 dias, apresentando laudo médico.

Foto: Renato Alves/ Agência Brasília /Ilustração

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Anvisa pede para a Polícia Federal investigar novas ameaças sofridas por seus diretores e pede proteção policial

Anvisa pede para a Polícia Federal investigar novas ameaças sofridas por seus diretores e pede proteção policial

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu à Polícia Federal (PF) e a outros órgãos a apuração de ameaças contra diretores e servidores, além de reforçar pedido de proteção policial.

“A Anvisa informa que, em face das ameaças de violência recebidas e intensificadas de forma crescente nas últimas 24 horas, foram expedidos neste domingo (19) ofícios reiterando os pedidos de proteção policial aos membros da Agência. Tais solicitações já haviam sido feitas no último mês de novembro quando a agência recebeu as primeiras ameaças”, diz o órgão, em nota.

As ameaças surgiram após decisão da Anvisa de autorizar a aplicação da vacina da Pfizer contra covid-19 em crianças de 5 a 11 anos, na última quinta-feira (16). “O crescimento das ameaças faz com que novas investigações sejam necessárias para identificar os autores e apurar responsabilidades”, diz a Anvisa.

O ofício de hoje da Anvisa foi encaminhado para o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres; o procurador-geral da República, Augusto Aras; o diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, e o superintendente regional da Polícia Federal no Distrito Federal, Victor Cesar Carvalho dos Santos.

“Mesmo diante de eventual e futuro acolhimento dos pleitos, a agência manifesta grande preocupação em relação à segurança do seu corpo funcional, tendo em vista o grande número de servidores da Anvisa espalhados por todo o Brasil. Não é possível afastar neste momento que tais servidores sejam alvo de ações covardes e criminosas”, acrescenta a nota.

A Anvisa informou ainda que não publicará os anexos que materializam as ameaças recebidas para não expor os dados pessoais dos envolvidos, no entanto, disse que todas as informações foram encaminhadas às autoridades responsáveis.

Na última sexta-feira, a diretoria da Anvisa divulgou nota rebatendo questionamentos do presidente Jair Bolsonaro acerca da decisão de autorizar a vacinação em crianças com o imunizante da Pfizer-BioNTech.

Em live em redes sociais, na quinta-feira, Jair Bolsonaro disse que pediu extraoficialmente o “nome das pessoas que aprovaram a vacina para crianças a partir de 5 anos”. “Queremos divulgar o nome dessas pessoas para que todo mundo tome conhecimento de quem foram essas pessoas e forme seu juízo”.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Devido ao crescimento da Ômicron no continente, países europeus avaliam restrições de Natal

Devido ao crescimento da Ômicron no continente, países europeus avaliam restrições de Natal

O Reino Unido se recusou a descartar restrições a aglomerações nesta segunda-feira (20.dez.2021), um dia depois de a Holanda impor um quarto lockdown provocado pela variante Ômicron do coronavírus, que se propaga rapidamente, enquanto outros países europeus cogitam adotar limites às comemorações de Natal.

As infecções pela Ômicron estão se multiplicando rapidamente na Europa e nos Estados Unidos, dobrando a cada dois ou três dias em Londres e em outros locais e impondo um grande fardo aos mercados financeiros, que temem o impacto na recuperação econômica global.

A variante foi detectada pela primeira vez no mês passado no sul da África e em Hong Kong e já foi relatada em pelo menos 89 países. A gravidade da doença que ela causa ainda não é clara.

O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, anunciou no sábado (18.dez.2021) a ordem de fechar todas as lojas não essenciais, assim como restaurantes, cabeleireiros, academias de ginástica, museus e outros espaços públicos de domingo até ao menos 14 de janeiro.

Também no Reino Unido, 12 pessoas infectadas com a Ômicron morreram, disse o vice-premiê, Dominic Raab, nesta segunda-feira, recusando-se a descartar um endurecimento das restrições sociais antes do Natal.

“Simplesmente não posso dar garantias absolutas e rápidas”, disse ele à Rádio Times. “Ao avaliar a situação, somos muito dependentes dos dados concretos que chegam e levará um pouco mais de tempo para avaliar essa questão crítica da gravidade da Ômicron”, conclui.

No domingo, o ministro da Saúde, Sajid Javid, disse que o governo está acompanhando os dados atentamente. Qualquer decisão de limitar como as pessoas comemoram o Natal teria um custo político alto para o premiê Boris Johnson, cuja autoridade foi minada por dúvidas sobre ele e sua equipe terem violado regras de lockdown no ano passado.

A comissão científica de aconselhamento do governo alemão afirmou, em comunicado divulgado nesse domingo (19), que é necessário limitar mais os contatos, já que dados obtidos até o momento mostram que as vacinas de reforço não bastarão para conter a disseminação do vírus.

O premiê estadual da Renânia do Norte-Vestfália, na Alemanha, Hendrik Wuest, não descartou restrições de contato para pessoas que estão totalmente vacinadas ou receberam vacinas de reforço.

Na sexta-feira (17.dez.2021), a Irlanda ordenou que bares e restaurantes fechem às 20h e diminuiu a presença do público em todos os eventos públicos. A Itália também cogita novas medidas para evitar uma disparada de infecções, informaram jornais no domingo.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Toby Melville/Direitos Reservados

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Ministério da Saúde anuncia a aplicação da quarta dose da vacina em pacientes com baixa imunidade

Ministério da Saúde anuncia a aplicação da quarta dose da vacina em pacientes com baixa imunidade

O Ministério da Saúde confirmou, através de nota técnica divulgada nesta segunda-feira (20.dez.2021), a aplicação de uma quarta dose em pacientes imunossuprimidos. Com isso, os pacientes com baixa imunidade receberão a quarta dose da vacina. Segundo a pasta, o intervalo também será de quatro meses, contados a partir do primeiro reforço.

Na nota, o ministério também anunciou a redução do prazo mínimo para a aplicação das doses de reforço vacinal contra a covid-19, que passa a ser de quatro meses a partir da aplicação da segunda dose.

De acordo com a pasta, são considerados pacientes imunossuprimidos e aptos a receberem a quarta dose:

  • os portadores de imunodeficiência primária grave;
  • quem está fazendo quimioterapia para câncer;
  • transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras;
  • pessoas vivendo com HIV/AIDS;
  • pacientes em uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias;
  • pessoas que usam drogas modificadoras da resposta imune (o Ministério da Saúde divulga uma tabela com essas medicações);
  • pacientes com condições auto inflamatórias e doenças intestinais inflamatórias;
  • pacientes em hemodiálise;
  • pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas

A nota técnica foi assinada pela secretária Extraordinária de Enfrentamento á Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo.

Foto: Ascom/SMS

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No RN, 80% dos adolescentes entre 12 e 17 anos já foram vacinados com a primeira dose contra a covid-19

No RN, 80% dos adolescentes entre 12 e 17 anos já foram vacinados com a primeira dose contra a covid-19

De acordo com o RN + Vacina, plataforma que acompanha o avanço da vacinação no Rio Grande do Norte, 80% dos adolescentes entre 12 e 17 anos vacinados com a primeira dose (D1) contra a covid-19. Os dados correspondem a 254.497 pessoas. Segundo a plataforma, 121.619 adolescentes (38%) já tomaram as duas doses, estando assim totalmente vacinados.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN) aponta que o público-alvo da campanha nessa faixa etária é de 318.113 pessoas e a meta de cobertura é de pelo menos 286.301 adolescentes. De acordo com os dados, 10.240 adolescentes passaram do prazo para receber a segunda dose.

Através de nota, a Sesap reforçou a importância de completar o esquema vacinal, para garantir a proteção contra o novo coronavírus. A pasta destacou a necessidade de que os indivíduos que pertençam aos grupos prioritários para a dose de reforço (terceira dose) procurem os postos de vacinação.

Foto: Divulgação/SMS Natal

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Ministério da Saúde divulga comunicado alertando para golpes por e-mail

Ministério da Saúde divulga comunicado alertando para golpes por e-mail

Criminosos virtuais estão utilizando o argumento do envio do certificado de vacinação contra a covid-19 para aplicar golpes por e-mail.

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (15.dez.2021) um comunicado alertando para golpes por e-mail utilizando como gancho o argumento de envio do certificado de vacinação contra a covid-19.

O Ministério ressalta que não disponibiliza esse tipo de comprovação por e-mail para nenhum usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). A única forma de obter o certificado de vacinação para a covid-19 é por meio do aplicativo ConecteSUS ou de sua versão web.

Em razão da invasão na base de dados do Ministério da Saúde, o aplicativo ainda não está com a emissão de certificados normalizada. Em nota, a pasta informou que “está agindo para restabelecer o mais rápido possível os sistemas para registro e emissão dos certificados de vacinação”, mas não informou quando o serviço estará disponível novamente.

O aplicativo ConecteSUS pode ser baixado em qualquer loja de app, como Play Store ou Apple Store. Nele, o cidadão que se cadastrar pode acessar os dados de vacinação, incluindo o exigido no contexto da pandemia do novo coronavírus (covid-19) por alguns estabelecimentos. O certificado fica disponível apenas para quem completar o ciclo vacinal.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Ministério da Saúde confirma 19 casos da variante Ômicron no Brasil e investiga mais sete

Ministério da Saúde confirma 19 casos da variante Ômicron no Brasil e investiga mais sete

O total de casos confirmados da variante Ômicron no Brasil chega a 19, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (15.dez.2021) pelo Ministério da Saúde.

As infecções pela variante Ômicron no Brasil foram registradas em São Paulo (13), no Distrito Federal (2), no Rio Grande do Sul (2) e em Goiás (2). Há ainda, segundo a pasta, sete casos em investigação em Goiás (2) e Minas Gerais (5).

Sem precedentes

Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a variante foi detectada em 77 países e se espalha em um ritmo sem precedentes.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reprodução/NIAID

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Anvisa autoriza vacina da Pfizer contra covid-19 em crianças de 5 a 11 anos

Anvisa autoriza vacina da Pfizer contra covid-19 em crianças de 5 a 11 anos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina produzida pelo consórcio Pfizer/BioNTech, a Comirnaty, contra a covid-19 em crianças com idade de 5 a 11 anos.

A aprovação está sendo anunciada hoje (16.dez.2021), em transmissão ao vivo da Anvisa, no YouTube, após avaliação técnica da agência, sobre o pedido apresentado em novembro, indicando o uso da vacina para este público. A resolução com a autorização da Anvisa será publicada ainda hoje (16.dez.2021) no Diário Oficial da União, em edição especial, segundo gerente-geral de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.

“Com base na totalidade das evidências científicas disponíveis, a vacina Pfizer-BioNTech, quando administrada no esquema de duas doses em crianças de 5 a 11 anos de idade, pode ser eficaz na prevenção de doenças graves, potencialmente fatais ou condições que podem ser causadas pelo SARS-CoV-2”, disse Mendes.

O gerente lembrou que as análises contaram com a participação de diversos especialistas tanto da Anvisa como de outras entidades. “Verificamos segurança e tolerabilidade, em uma primeira fase. Nela foram aplicadas doses diferentes. Com base no resultado, chegamos à conclusão de que deveriam ser aplicadas 10 microgramas, quantidade inferior à aplicada em adultos”, disse.

Ele acrescentou que, na comparação entre crianças de 5 a 11 anos com pessoas de 16 a 25 anos [considerando as doses correspondentes a cada grupo], foi identificada a presença de anticorpos nas crianças.

“Observamos desempenho satisfatório da vacina também contra a variante Delta”, ressaltou. “E não há relato de nenhum evento adverso sério, de preocupação ou relato relacionado a casos muito graves ou mortalidade por conta da vacinação. Esse perfil de segurança é muito importante”, completou.

De acordo com a gerente geral de Monitoramento, Suzie Marie Gomes, as doses de vacinas para crianças é de um terço em relação à dose e à formulação aprovada anteriormente. Além disso a formulação pediátrica é diferente. Ou seja, não se pode fazer diluição da dose de adulto para a dose de criança.

Suzie Marie acrescenta que as crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose devem manter a dose pediátrica. A vacina da Pfizer/BioNTech já havia sido autorizada para aplicação em adolescentes com idade a partir de 12 anos.

Por fim, a gerente de Monitoramento ressalta que não há estudos sobre coadministração com outras vacinas e que, portanto, o uso de diferentes vacina não é indicado. Segundo a Anvisa, a dose da vacina para crianças será diferente daquela utilizada para pessoas a partir de 12 anos. Os frascos também terão cores distintas para evitar erros na aplicação.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Ilustração/Marcos Moura

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Secretaria Municipal de Saúde promove Dia D de vacinação para as forças de Segurança de Natal

Secretaria Municipal de Saúde promove Dia D de vacinação para as forças de Segurança de Natal

A secretaria municipal de Saúde definiu a próxima terça-feira, dia 21 de dezembro, para realizar o Dia D de vacinação contra a covid-19 das forças de segurança em Natal. A partir das 8 horas da manhã, no comando da PM, na avenida Rodrigues Alves, equipes da Secretaria estarão vacinando guardas municipais, policiais militares, civis, servidores do Itep, STTU, Polícia Rodoviária Federal e demais categorias que compõem as forças de segurança em Natal. 

A vacinação ocorrerá durante todo o dia e visa aplicar a dose de reforço nos servidores das forças de Segurança que atuam em Natal, mas também serão disponibilizados imunizantes para quem, por algum motivo, estiver com o esquema vacinal em atraso. 

A estratégia do município tem sido levar a vacinação ao maior número de pontos possível para incentivar as pessoas a se protegerem contra a covid-19. Nesta quarta-feira, 15 de dezembro, a SMS inicioou a vacinação nas feiras públicas de Natal e também no shopping Midway Mall. Na próxima semana, a equipe estará se deslocando para outros shoppings da cidade.

Foto: Divulgação/Semdes

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OMS afirma que Ômicron representa risco global muito alto

OMS afirma que Ômicron representa risco global “muito alto”

A variante Ômicron, que já foi detectada em mais de 60 países, representa risco global “muito alto”, com evidências de que foge à proteção vacinal, mas os dados clínicos sobre sua gravidade continuam limitados, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Ômicron está rodeada de incertezas consideráveis. Detectada pela primeira vez no mês passado na África do Sul e em Hong Kong, ela tem mutações que podem levar à maior transmissibilidade e a mais casos de covid-19, informou a OMS em resumo técnico divulgado nesse domingo (12).

“O risco geral relacionado à nova variante de preocupação Ômicron permanece muito alto por uma série de razões”, disse a entidade, reiterando a avaliação inicial que fez da cepa em 29 de novembro.

“E, em segundo lugar, as evidências preliminares sugerem potencial fuga imunológica humoral contra infecções e altas taxas de transmissão, o que poderia levar a novos surtos com graves conseqüências”, acrescentou a organização, referindo-se à potencial capacidade do vírus de escapar da imunidade proporcionada pelos anticorpos.

A OMS citou algumas evidências preliminares de que o número de pessoas sendo reinfectadas com o vírus aumentou na África do Sul.

Embora as descobertas preliminares na África do Sul sugiram que a Ômicron pode ser menos grave que a variante Delta – atualmente dominante em todo o mundo – e todos os casos relatados na região da Europa tenham sido leves ou assintomáticos, ainda não está claro até que ponto a Ômicron pode ser inerentemente menos virulenta, disse a OMS.

“São necessários mais dados para entender o perfil de gravidade. Mesmo que a gravidade seja potencialmente menor do que para a variante Delta, é esperado que as hospitalizações aumentem como resultado do aumento da transmissão. Mais hospitalizações podem representar um fardo para os sistemas de saúde e levar a mais mortes”.

Mais informações sobre a nova variante são esperadas para as próximas semanas, afirmou a OMS.

Foto: Reprodução

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Ministério da Saúde afirma que recuperação de dados do ConecteSUS foi concluída

Ministério da Saúde afirma que recuperação de dados do ConecteSUS foi concluída

O Ministério da Saúde divulgou nota no início da tarde deste domingo (12) em que afirma que que o processo de recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a covid-19 foi finalizado, sem perda de informações. “Todos os dados do ConecteSUS foram recuperados com sucesso”, diz a nota.

Segundo a pasta, equipes trabalham para restabelecer o mais rápido possível os sistemas para registro e emissão dos certificados de vacinação. Vários sistemas já foram restabelecidos e a expectativa é que os outros estejam disponíveis para a população ainda nessa semana.

A pasta elaborou uma página com alternativas para a emissão temporária do comprovante de vacinação contra a covid-19.

Entenda o caso

Na madrugada da última sexta-feira (10.dez.2021), o site do Ministério da Saúde e a página e o aplicativo do ConecteSUS, que fornece o Certificado Nacional de Vacinação Covid-19, foram invadidos por hackers. A página do ministério já voltou a funcionar, mas ainda não é possível acessar os dados sobre a vacina contra covid-19.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Reino Unido confirma primeira morte em decorrência da variante Ômicron

Reino Unido confirma primeira morte em decorrência da variante Ômicron

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse nesta segunda-feira (13.dez.2021) que ao menos um paciente morreu no país depois de contrair a variante Ômicron do coronavírus. “Infelizmente, foi confirmado agora que ao menos um paciente morreu com a variante Ômicron”, informou Johnson.

“Então, acho que a ideia de que esta é, de alguma maneira, uma versão mais branda do vírus é algo que precisamos deixar de lado e, simplesmente, reconhecer o ritmo intenso com que ela se dissemina entre a população”, complementou o primeiro-ministro.

Ele também impôs restrições mais duras desde que os primeiros casos da variante Ômicron foram detectados no país em 27 de novembro. No domingo (12.dez.2021), Johnson pediu às pessoas que recebam vacinas de reforço. Segundo ele, a medida é para evitar que o sistema de saúde fique sobrecarregado.

De acordo com o secretário britânico da Saúde, Sajid Javid, a Ômicron está se disseminando em um “ritmo fenomenal”. Atualmente, a cepa já representa cerca de 40% das infecções em Londres.

Foto: Reprodução/NIAID

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Ministério da Saúde diz que ConecteSUS será reestabelecido nesta semana

Ministério da Saúde diz que ConecteSUS será reestabelecido nesta semana

De acordo com uma nota do Ministério da Saúde, vários sistemas do ConecteSUS que foram temporariamente comprometidos com o ataque hacker causado na madrugada desta sexta-feira (10.dez.2021) já foram restabelecidos e a expectativa é que os outros estejam disponíveis para a população nesta semana.

A pasta disse que está atuando com a máxima agilidade para restabelecer os serviços do ConecteSUS. O Ministério da Saúde, inclusive, elaborou uma página com alternativas para a emissão temporária do comprovante de vacinação contra a covid-19.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Barroso acata pedido da Rede e determina a obrigatoriedade do passaporte da vacina para viajantes que ingressem no Brasil

Barroso acata pedido da Rede e determina a obrigatoriedade do passaporte da vacina para viajantes que ingressem no Brasil

Com a determinação do ministro Luís Roberto Barroso, os estrangeiros sem o passaporte da vacina não poderão entrar no Brasil.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, atendeu uma ação da Rede Sustentabilidade e determinou, neste sábado (11.dez.2021), a obrigatoriedade de comprovante de vacinação para viajantes que chegarem ao Brasil. A intenção do partido é obrigar o governo a adotar medidas sanitárias para conter o avanço do coronavírus no país, especialmente com a disseminação da variante Ômicron.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que o Governo Federal adote o passaporte da vacina ou quarentena obrigatória para quem chega ao Brasil e uma maior fiscalização dos voos que desembarcam no país.

Com a determinação de Barroso, os estrangeiros sem o passaporte da vacina não poderão entrar no Brasil. Segundo a decisão do ministro, o comprovante de vacina para viajante que chega do exterior no Brasil só pode ser dispensado por motivos médicos, caso ele venha de algum país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.

“O ingresso diário de milhares de viajantes no país, a aproximação das festas de fim de ano, de eventos pré-carnaval e do próprio carnaval, aptos a atrair grande quantitativo de turistas, e a ameaça de se promover um turismo antivacina, dada a imprecisão das normas que exigem sua comprovação, configuram inequívoco risco iminente”, diz a decisão do ministro.

Foto: Iano Andrade / CNI

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Ômicron no Brasil - Governo de São Paulo confirma nova variante em paciente que não saiu do país

Ômicron no Brasil: Governo de São Paulo confirma nova variante em paciente que não saiu do país

Esse é o sétimo caso confirmado de Ômicron no Brasil, sendo o quarto em São Paulo. Os demais foram identificados no Distrito Federal (2) e no Rio Grande do Sul (1).

Um morador de São Paulo, de 67 anos de idade, que não viajou recentemente para o exterior, teve confirmada infecção pela variante Ômicron do coronavírus, informou neste sábado (11) a Secretaria Estadual de Saúde, acrescentando que ainda não é possível confirmar se a situação configura transmissão local da nova linhagem do coronavírus.

Segundo a secretaria, o homem tem esquema vacinal completo contra a covid-19, inclusive com dose de reforço, e apresentou apenas sintomas leves. “O paciente teve diagnóstico positivo para covid-19 no dia 7 de dezembro, após realizar um teste de PCR, e sua amostra foi submetida a sequenciamento genético, tendo a Ômicron como resultado. Ele está realizando isolamento domiciliar”, acrescentou a secretaria em nota.

Após a confirmação da nova variante, pessoas que tiveram contato com o paciente estão sendo procuradas para determinar se o caso representaria transmissão local da Ômicron. “Ainda não é possível confirmar se a situação configura transmissão local, justamente porque está em curso esse mapeamento de contatos”, disse a secretaria.

Esse é o sétimo caso confirmado de Ômicron no Brasil, sendo o quarto em São Paulo. Os demais foram identificados no Distrito Federal (2) e no Rio Grande do Sul (1). Todos esses casos foram confirmados em passageiros que chegaram ao país já infectados com a nova variante, que foi descoberta no sul da África.

A Ômicron tem gerado temores de que a grande quantidade de mutações na proteína spike do coronavírus, usada pelo vírus para infectar as células, possa significar que a variante escape da imunidade induzida por vacinas.

Alguns fabricantes de imunizantes, no entanto, afirmam que, embora seja possível que as vacinas existentes sejam menos eficazes contra a Ômicron, é provável que protejam os infectados pela nova variante contra quadros graves da covid-19.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Dado Ruvic/Direitos Reservados

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Após suposto ataque hacker, Governo Federal adia em uma semana regras sanitárias para entrar no Brasil

Após suposto ataque hacker, Governo Federal adia em uma semana regras sanitárias para entrar no Brasil

O governo vai adiar em uma semana a entrada em vigor das regras sanitárias para viajantes ingressarem no país. O motivo foi o ataque cibernético a sites, aplicativos e sistemas do Ministério da Saúde, nesta madrugada. A informação é do secretário executivo do Ministério da Saúde (MS), Rodrigo Cruz, que conversou com a imprensa na portaria do Ministério da Saúde, ontem (10).

O site do Ministério da Saúde e a página e o aplicativo do ConecteSUS, que fornece o Certificado Nacional de Vacinação Covid-19, foram invadidos por hackers. A página do ministério já voltou a funcionar, mas ainda não é possível acessar os dados sobre a vacina contra covid-19, fornecidos pelo ConecteSUS.

Também foi afetado o e-SUS Notifica, que recebe notificações dos estados e municípios sobre a síndrome gripal suspeita e confirmada de covid-19. Outro sistema afetado foi do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI).

“O time do DataSUS está avaliando o restabelecimento da base de dados, mas a gente ainda não tem um prazo. Por precaução, vamos publicar uma portaria hoje postergando por sete dias o início da vigência das regras que iniciariam amanhã”, disse Cruz. Ele explicou que portaria será publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Segundo o secretário, o objetivo é evitar que brasileiros que já estejam em viagem no exterior sejam prejudicados por não conseguiram baixar documentos que comprovem a vacinação contra covid-19. Ele acrescentou que o ministério e o serviço de nuvem (armazenamento de dados) têm política de backups (cópias de segurança).

Regras sanitárias

As novas regras sanitárias entrariam em vigor neste sábado (11). Para entrar no Brasil, viajantes terão que apresentar comprovante de vacinação completa contra a covid-19, sendo que a aplicação da última dose ou da dose única deve ter acontecido pelo menos 14 dias antes do embarque. Também será exigido teste RT-PCR negativo realizado até 72 horas antes ou teste negativo de antígeno realizado 24 horas antes.

Os imunizantes utilizados devem ser aprovados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou por autoridades sanitárias do país onde o viajante recebeu a dose.

Os passageiros não vacinados, além de apresentarem os resultados dos testes, precisam passar por uma quarentena de cinco dias na cidade listada como destino final na Declaração de Saúde do Viajante. Ao final da quarentena, um novo teste RT-PCR ou antígeno será exigido. Caso o resultado seja positivo, o passageiro segue em quarentena. Caso dê negativo, ele poderá circular normalmente pelo país.

Aeroportos

A partir da próxima segunda-feira (13), os aeroportos de Brasília, de Guarulhos, em São Paulo, e do Galeão, no Rio de Janeiro, terão postos de vacinação contra a covid-19. Os terminais respondem pelo maior volume de passageiros internacionais no país. A ideia, de acordo com o Ministério da Saúde, é que os pontos estejam em funcionamento sobretudo nos horários de maior movimento.

Com informações da Agência Brasil

Foto: REUTERS/Roosevelt Cassio

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Segundo a Sesap, serviços e dados do RN não foram afetados por ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde

Segundo a Sesap, serviços e dados do RN não foram afetados por ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde

De acordo com Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap-RN), os serviços e dados no Rio Grande do Norte não foram afetados pelo ataque hacker ocorrido na madrugada desta sexta-feira (10.dez.2021) nos servidores do Ministério da Saúde.

Um grupo chamado LAPSU$ GROUP invadiu o site do Ministério da Saúde e deixou todos os sistemas vinculados à pasta indisponíveis, como o ConecteSus e os dados a respeito da vacinação dos brasileiros.

Na avaliação da pasta, o ataque hacker sofrido pelo Ministério pode afetar o envio de dados, mas até o momento não ocorreu qualquer instabilidade no sistema de entrega de informações. Os servidores locais não foram afetados.

Foto: Reprodução

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Tô vacinado, tô liberado - Foliões e cambistas vendem abadás do Carnatal com pulseira de imunização falsa

Tô vacinado, tô liberado: Foliões e cambistas vendem abadás do Carnatal com pulseira de imunização

Foliões e cambistas estão vendendo abadás do Carnatal com a inclusão da pulseira de imunização, que deve ser validada individualmente pelos compradores e ser intransponível. De acordo com registro que circulam nas redes sociais, pessoas que compraram abadás para acesso à festa e cambistas tentam negociar as peças juntamente com a pulseira que garante a comprovação de vacinação contra a covid-19.

Segundo a Destaque Promoções, empresa que organiza o Carnatal, as denúncias foram repassadas ao setor jurídico e que um Boletim de Ocorrência foi registrado na Polícia Civil, para apuração do caso.

Tô vacinado, tô liberado: Foliões e cambistas vendem abadás do Carnatal com pulseira de imunização falsa

Os foliões que querem participar do Carnatal precisam comprar os abadás e comprovar antecipadamente a conclusão do esquema vacinal, com duas doses ou dose única, atendendo aos protocolos sanitários implementados para a festa. “Foi realizada a certificação antecipada da vacinação no Centro de Convenções, na Central do Carnatal e no portão Q da Arena das Dunas. Todos estão com a pulseira que diz: ‘Tô vacinado, tô liberado!'”, explica a Destaque.

Os foliões precisam apresentar um certificado que garanta a imunização, seja pelo RN+Vacina ou pelo aplicativo Conecte SUS, no momento da retirada dos abadás.

A empresa também informou que a pulseira de imunização é válida para os 4 dias de Carnatal e não deve ser retirada do braço. Ainda de acordo com a Destaque, as compras devem ser feitas apenas nos pontos oficiais de venda, no Centro de Conveções de Natal ou pela internet.

Foto: Reprodução

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Após 23 capitais brasileiras cancelarem suas festas de réveillon, apenas Boa Vista manteve programação da virada

Após 23 capitais brasileiras cancelarem suas festas de réveillon, apenas Boa Vista manteve programação da virada

Até o momento, 23 capitais brasileiras não farão festas de réveillon devido aos riscos da covid-19: Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, São Luís e Vitória.

Já Florianópolis e Recife mantiveram queima de fogos, mas cancelaram os shows que haviam sido programados. Por sua vez, Belo Horizonte, Curitiba e Teresina, já não costumam fazer festas de réveillon e manterão o padrão neste ano. Apenas Boa Vista manteve a programação da virada de ano, anunciada pela prefeitura no dia 6 de dezembro.

Foto: Ilustração/Alan Chaves/G1 RR

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Pessoas não vacinadas que chegarem ao Brasil terão de cumprir quarentena

Pessoas não vacinadas que chegarem ao Brasil terão de cumprir quarentena

Quarentena obrigatória visa ao combate da disseminação de novas variantes do novo coronavírus em território nacional.

Todas pessoas, brasileiras ou estrangeiras, que entrarem no Brasil por via aérea, a partir deste sábado (11.dez.2021), terão que apresentar documentos de teste negativo para a covid-19 e comprovante de vacinação, caso contrário vão ter que passar por uma quarentena de cinco dias na cidade de destino.

Na hipótese de voo com conexões ou escalas em que o viajante permaneça em área restrita do aeroporto, os prazos referidos serão considerados em relação ao embarque no primeiro trecho da viagem.

Até então, o viajante oriundo de outro país tinha que mostrar somente a Declaração de Saúde do Viajante (DSV), documento preenchido no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e um teste RT-PCR negativo feito até 72 horas antes do embarque.

A portaria interministerial, que trata das restrições, medidas e requisitos excepcionais e temporários para entrada no país, em decorrência dos riscos de contaminação e disseminação do coronavírus SARS-CoV-2 (covid-19) está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (9.dez.2021).

Crianças

Para os casos de crianças com idade inferior a 12 anos que estejam viajando acompanhadas, a portaria diz que elas estão isentas de apresentar documento comprobatório de realização de testes para rastreio da infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 (covid-19), desde que todos os acompanhantes apresentem documentos com resultado negativo ou não detectável, do tipo laboratorial RT-PCR, realizado em até 72 horas anteriores ao momento do embarque, ou teste de antígeno, realizado em até 24 horas antes da viagem.

Via terrestre

O viajante estrangeiro, ao entrar no Brasil por rodovias ou quaisquer outros meios terrestres, também deverá apresentar à autoridade migratória ou sanitária, comprovante, impresso ou em meio eletrônico, de vacinação com imunizantes aprovados pela Anvisa ou pela OMS ou pelas autoridades do país onde ele foi vacinado e cuja aplicação da última dose ou dose única tenha ocorrido, no mínimo, 14 dias antes da data de ingresso no país.

Ou teste para rastreio da infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2 (covid-19), com resultado negativo ou não detectável, do tipo teste de antígeno, realizado em até 24 horas anteriores ao momento da entrada, ou laboratorial RT-PCR, realizado em até 72 horas antes de ingressar no território brasileiro.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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OMS afirma que proteção de vacinas contra a covid-19 é de seis meses

OMS afirma que proteção de vacinas contra a covid-19 é de seis meses

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tempo de proteção de vacinas contra a covid-19 é de seis meses. A confirmação foi feita nesta quinta-feira (9.dez.2021) e ocorreu por meio do cruzamento de vários estudos já realizados, segundo a instituição, que também afirmou que a proteção de até seis meses não desaparece completamente depois desse período.

Segundo a OMS, durante meio ano, o risco de doença grave, internação ou morte diminui drasticamente. Já a proteção de vacinas contra o risco de infecção por covid-19 também é baixo durante seis meses após a aplicação, aponta o estudo da organização.

Foto: Ascom/SMS

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Hackers sequestram site do Ministério da Saúde e dados sobre vacinação ficam indisponíveis; ataque é do tipo ransomware

Hackers sequestram site do Ministério da Saúde e dados sobre vacinação ficam indisponíveis; ataque é do tipo ransomware

Um grupo chamado LAPSU$ GROUP invadiu o site do Ministério da Saúde e deixou todos os sistemas vinculados à pasta indisponíveis, como o ConecteSus e os dados a respeito da vacinação dos brasileiros. O ataque aconteceu na madrugada desta sexta-feira, 10 de dezembro, e foi reportado por internautas no Twitter.

Em uma breve mensagem deixada no site, o LAPSU$ GROUP afirma que os dados foram copiados para um servidor do grupo e excluídos do sistema do Ministério da Saúde. Além disso, os hackers deixaram endereços para e pediram resgate para devolverem as informações, que chegam a cerca de 50TB de dados.

O Ministério da Saúde e o ministro Marcelo Queiroga não se manifestaram até o fechamento desta matéria.

Foto: Reprodução

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Sesap RN divulga novo protocolo e orienta a antecipação da dose de reforço para 4 meses nos maiores de 18 anos

Sesap/RN divulga novo protocolo e orienta a antecipação da dose de reforço para 4 meses nos maiores de 18 anos

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Programa Estadual de Imunização, divulgou novas orientações sobre a campanha de vacinação contra a covid-19. Entre as mudanças estão a antecipação da dose de reforço para quatro meses, vacinação de primeira dose para pessoas acima de 18 anos e atualizações quanto a distribuição das vacinas no mês de dezembro.

As medidas buscam garantir, da forma mais rápida possível, que a população complete seu esquema vacinal, para que a imunidade coletiva possa ser alcançada.

De acordo com o acerto feito na Câmara Técnica de Vacinação, o intervalo para aplicação da dose de reforço na população acima de 18 anos passa a ser de quatro meses após a conclusão do esquema de vacinação. A adoção do novo prazo vale para municípios com grandes estoques de vacinas.

O segundo ponto acertado é de que na ausência da vacina Janssen, as pessoas que receberam a primeira dose deste imunizante poderão receber a vacina da Pfizer. Outra orientação é de que a população acima de 18 anos que ainda receberá a primeira dose poderá ser imunizada com CoronaVac ou Pfizer.

Foto: Ilustração

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Carnatal 2021 começa nesta quinta-feira (9); confira a programação

Carnatal 2021 começa nesta quinta-feira (9); confira a programação

A edição nº 30 do Carnatal, considerado um dos maiores carnavais fora de época do Brasil, que é realizado em Natal, tem início nesta quinta-feira (9.dez.2021). A festa acontece no largo da Arena das Dunas até o próximo dia 12 de dezembro, reunindo foliões de todo Brasil e até de outros países.

De acordo com a organização do evento, os participantes somente poderão integrar o evento com a imunização completa contra a covid-19 e atendendo aos protocolos sanitários implementados. A certificação antecipada da vacinação já vem ocorrendo no Centro de Convenções e na Central do Carnatal, localizada no Natal Shopping.

Nos locais, há o controle de acesso mediante apresentação da Carteira de Vacinação Digital ou Certificado Nacional de Vacinação, que poderá ser emitido através das plataformas ConecteSUS ou em https://www.rnmaisvacina.lais.ufrn.br e feita a colocação de uma pulseira com os dizeres: “TÔ VACINADO. TÔ LIBERADO”.

Além do Centro de Convenções e do Natal Shopping, em uma loja localizada no 2º piso, também haverá certificação da vacinação nos dias do evento, que será feita no portão Q da Arena das Dunas. Mas a recomendação da organização é que os foliões não deixem pra última hora. Além disso, a pulseira de imunização será válida para os quatro dias de festa e não deve ser retirada do braço.

Confira a programação e os horários dos blocos para o Carnatal 30 anos

QUINTA-FEIRA (9 DE DEZEMBRO)

19:00 – TBT DO CAJU – Márcia Freire
19:30 – VUMBORA – Bell Marques

SEXTA-FEIRA (10 DE DEZEMBRO)

18:30 – LARGADINHO – Claudia Leitte
19:00 – VUMBORA – Bell Marques
19:30 – VEM COM GIGANTE – Léo Santana
21:30 – BLOCO EVA – Banda Eva

SÁBADO (11 DE DEZEMBRO)

18:30 – VUMBORA – Bell Marques
19:00 – BLOCO DA ANITTA – Anitta
19:30 – BLOCO BICHO – Ricardo Chaves
21:30 – SOLTA O PARANGO – Parangolé

DOMINGO (12 DE DEZEMBRO)

12:00 – VUMBORA DAY – Avine Vinny
17:00 – TRIO VUMBORA DAY – Rafa e Pipo
17:30 – CROCODILO – Daniela Mercury
18:00 – BLOCO BICHO – Ricardo Chaves

Camarote Beats

Quinta – Barões da Pisadinha e Henry Freitas
Sexta – Henrique e Juliano e Rafa e Pipo Marques
Sábado – Pedro Sampaio e Raí Saia Rodada
Domingo – Bell Marques e Tarcísio do Acordeon

Foto: Divulgação/Carnatal

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Diretor do LAIS UFRN considera 'precipitado' o cancelamento dos réveillons no Brasil

Diretor do LAIS/UFRN considera ‘precipitado’ o cancelamento dos réveillons no Brasil

Na avaliação do diretor executivo do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LAIS/UFRN), Ricardo Valentim, o cancelamento das festas de réveillons anunciado pela maioria das capitais brasileiras – inclusive Natal – foi precipitado.

Em entrevista a uma rádio de Natal nesta quarta-feira (8.dez.2021), ele considerou que o Brasil tem, atualmente, o momento epidemiológico com redução no número de casos e mortes para a covid-19, e a criação de uma “forte barreira imunológica” contra a doença, por meio do avanço da vacinação.

O Diretor do LAIS/UFRN destacou ainda a realização de grandes eventos em todo Brasil e incentivou a realização do Carnatal, que começa nesta quinta-feira (9.dez.2021). Para ele, a diminuição dos casos de covid-19 e o avanço da vacinação contribuem para que os eventos possam ser realizados.

Foto: Ilustração/Elisa Elsie

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Em Natal, prefeitura reduz para 4 meses intervalo para a aplicação da dose de reforço em idosos

Em Natal, prefeitura reduz para 4 meses intervalo para a aplicação da dose de reforço em idosos

A prefeitura de Natal reduziu o intervalo para aplicação da dose de reforço em idosos para quatro meses. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal), a partir desta quarta-feira (8.dez.2021), idosos com mais de 70 anos que já tenham completado quatro meses desde que tomaram a segunda dose podem procurar um dos pontos de vacinação na cidade.

A medida foi adotada por causa da baixa procura da população. Segundo a SMS, o município já havia aberto a aplicação da dose de reforço para qualquer adulto com mais de 18 anos que tivesse completado cinco meses de aplicação da D2, até mesmo para pessoas que moram em outras cidades. Atualmente, Natal possui 40 mil pessoas aptas a partir de agora para receber o imunizante, dentro dessa faixa etária contemplada.

A SMS informou que a dose de reforço em idosos e nos demais públicos vem sendo aplicada em todos os pontos vacinais da cidade (unidades básicas, drives ou trailer da árvore de Mirassol – este último de quinta-feira a domingo) para qualquer munícipe que esteja dentro dos critérios de intervalo, portando documentação comprobatória e que tenha concluído seu esquema vacinal com Coronavac, Oxford ou Pfizer. A população pode consultar os locais de vacinação e os horários de funcionamento através do site https://vacina.natal.rn.gov.br/.

Quem pode tomar a vacina:

Primeira dose

Pessoas com 12 anos e mais.

Segunda dose

Coronavac

Podem se vacinar as pessoas que completaram os 28 dias da primeira dose do imunizante Coronavac.

Oxford

  • Podem receber a aplicação da D2 da Oxford quem se vacinou até o dia 20 de setembro
  • Gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e que, por recomendação do Ministério da Saúde, não tomaram a segunda dose poderão completar seu esquema vacinal com o imunizante da Pfizer.

Pfizer

  • A segunda dose da Pfizer está disponível para quem tomou a primeira dose há 21 dias.

Janssen

  • Gestantes que anteriormente tenham se imunizado com a Janssen, se estiverem no intervalo de 5 meses após aplicação da dose única, podem buscar um ponto vacinal para receber o reforço com a Pfizer.

Terceira dose

  • População em geral com 18 anos e mais (há cinco meses de conclusão do esquema vacinal com a D2 de Coronavac, Oxford e Pfizer)
  • População com 70 anos e mais (há quatro meses de conclusão do esquema vacinal com a D2 de Coronavac, Oxford e Pfizer).
  • Os Imunossuprimidos também podem receber a terceira dose, desde que tenham completado o esquema vacinal há 28 dias, apresentando laudo médico.

Foto: Ascom/SMS

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Convênio para implantação do Centro Nacional de Vacinas é assinado em Minas Gerais

Convênio para implantação do Centro Nacional de Vacinas é assinado em Minas Gerais

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) assinou ontem (8.dez.2021) um convênio para implantação do Centro Nacional de Vacinas, que funcionará em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o governo do estado de Minas Gerais. O convênio coloca em prática o protocolo de intenções assinado em setembro deste ano.

No Centro Nacional de Vacinas, será possível realizar os testes de vacinas contra a covid-19 produzidas com tecnologia nacional e desenvolvidas por pesquisadores de universidades públicas. A estrutura possibilitará ainda o contato contínuo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em busca do cumprimento das etapas do processo de pesquisa e o alinhamento com os procedimentos de produção de mercado.

De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, o Brasil não pode ser totalmente dependente de países estrangeiros nas áreas de tecnologia e saúde. Segundo Pontes, o Centro Nacional de Vacinas será capaz de colocar em prática os trabalhos científicos e ser a ligação entre o ambiente acadêmico e o mercado.

“É um ponto de inflexão na história do nosso país. É o que vai transformar o Brasil em independência com relação à vacina. Nenhum país pode querer vender para a gente, mas a gente vai conseguir fazer aqui e vender para os outros, alimentar os países no nosso continente e outros continentes. A gente tem o conhecimento, mas levar esse conhecimento a se transformar em um produto, numa vacina, é um caminho longo, e o nosso ministério tem feito essa conexão”, disse.

A assinatura do convênio ocorre durante a 18ª Semana Nacional de Tecnologia, que está sendo realizada em Brasília até o dia 10 de dezembro.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Fernando Brito/MS

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Variante Ômicron chega a 57 países e OMS alerta para o aumento de hospitalizações

Variante Ômicron chega a 57 países e OMS alerta para o aumento de hospitalizações

A variante Ômicron já foi notificada em 57 países e o número de pacientes que precisarão de internação hospitalar provavelmente aumentará à medida que ela se dissemina, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira (8.dez.2021). Em seu relatório epidemiológico semanal, a OMS disse que mais dados são necessários para avaliar a gravidade da doença causada pela Ômicron e se suas mutações podem reduzir a proteção da imunidade induzida pelas vacinas.

“Mesmo que a gravidade seja igual, ou possivelmente até menor, que a da variante Delta, é de se esperar que as hospitalizações aumentem se mais pessoas se infectarem e que ocorra um lapso de tempo entre um aumento na incidência de casos e um aumento na incidência de mortes”, afirmou a agência.

No dia 26 de novembro, a OMS declarou a Ômicron, detectada primeiramente no sul da África, como uma “variante preocupante”. Trata-se da quinta variante da SARS-CoV-2 a receber essa designação. O número de casos de covid-19 relatados na África do Sul dobrou na semana encerrada em 5 de novembro, quando passou de 62 mil. Aumentos de incidência “muito grandes” são vistos na Suazilândia, Zimbábue, Moçambique, Namíbia e Lesoto, informou a organização.

A disseminação da Ômicron, somada ao aumento dos exames e às taxas baixas de vacinação, pode ter desempenhado um papel, acrescentou a OMS. “Análises preliminares indicam que as mutações presentes na variante Ômicron podem diminuir a atividade neutralizadora de anticorpos, resultando em uma proteção reduzida da imunidade natural”, disse a OMS sobre o risco de infecção.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Sumaya Hisham/Direitos Reservados

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