Alexandre Vitor - Leia mais do autor no Por dentro do RN

Alexandre Vitor

AColuna de Alexandre Vitor no Por Dentro do RNlexandre Vitor tem 14 anos e prefere ser chamado de Vitor; é um escritor iniciante e tem um conto publicado no Wattpad.

 

Além disso, o autor tem como hobbies a leitura, a cozinha e a prática de esportes. Desde pequeno, Alexandre Vitor se interessa por literatura.

 

Aos 11 anos, decidiu que queria ser escritor e até já tinha vários manuscritos, mas nunca colocou nada adiante.

 

O jovem articulista da coluna O Papiro é Louco, do Por Dentro do RN, considera-se um leitor eclético, ou seja, aberto a quase todos os temas, mas confessa que fantasia e aventura são seus gêneros favoritos.

Em defesa dos lugares incríveis, por Alexandre Vitor

Em defesa dos lugares incríveis, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

De tantos lugares incríveis no mundo, a autora Jennifer Niven escolheu as maravilhas do Estado de Indiana (EUA) para contar a história de Violet e Finch, dois jovens depressivos que se ajudam para enfrentar os desafios da vida.

Violet é uma jovem adolescente com uma vida perfeita, até que um acontecimento trágico na família serve de gatilho para que ela perca a alegria de viver. Finch é aparentemente um jovem feliz e sem grandes problemas, mas que na verdade encobre grandes mágoas e traumas do passado. Para a jovem, se envolver com o cara acaba sendo sua tábua de salvação, pois ela começa a valorizar coisas anteriormente desprezadas e que dão um novo sabor à sua vida; mas, de acordo com a evolução do relacionamento, começam a vir à tona as complicações de Finch, que são tão ou piores que as dela.

Aprovei a forma como a autora criou esses personagens, ambos complexos e com passados nebulosos, que nos faz refém da leitura, e a cada página a história nos surpreende com reviravoltas, nos deixando mais empáticos com as situações que os personagens enfrentam, coisas atuais que podem ocorrer na vida de qualquer um. O livro é narrado em primeira pessoa, alternando o ponto de vista dos protagonistas, ou seja, a autora nos possibilita entrar na cabeça dos personagens, mostrando-nos como pode ser duro e cruel alguns modos de viver.

Em defesa dos lugares incríveis, por Alexandre Vitor
Foto: Ilustração/Garotas Devorando Livros

O livro ganhou uma adaptação em 2020, de mesmo título, protagonizado por Ellie Fanning (a princesa Aurora de Malévola) e Justice Smith (Jurassic World: Reino ameaçado). Apesar de também comovente e com boas interpretações, a adaptação, como de praxe, não segue o livro fielmente, cancelando personagens importantes na trama e abandonando alguns detalhes pertinentes, tornando alguns momentos vazios se comparados ao livro. Aconselho que veja o filme após a leitura do livro, para que você tire suas próprias conclusões.

Apesar de ser uma leitura nada complicada, para algumas pessoas mais sensíveis podem haver gatilhos depressivos. Não recomendaria o livro para a galera com menos de 14 anos. Como reforço, mesmo não sendo uma história verídica, nos traz algumas lições marcantes. Vale muito a leitura. E tenho certeza que a turminha que adora romances vai se desmanchar em lágrimas.

Bom final de semana!

Foto: Reprodução

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Teen Wolf, mais uma história de lobisomem, por Alexandre Vitor

Teen Wolf, mais uma história de lobisomem, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Começamos ontem o ciclo da Lua cheia desse mês, hein, galera? Aproveitando a inspiração, que tal maratonar uma série sobrenatural? Teen Wolf, estrelado por Tyler Posey (primeiro trabalho de mais expressão) e Dylan O’Brien (o Thomas de Maze Runner), conta a história de um adolescente comum que, ao receber a mordida de um animal desconhecido numa noite de Lua cheia, começa a ter comportamento estranho e acaba por se transformar em um lobisomem.

Com a ajuda de seu melhor amigo e de outros lobisomens, ele terá que esconder sua nova condição e também descobrir a causa de uma série de mortes estranhas que estão ocorrendo na pacata cidade de Beacon Hills.

A série se inspirou num filme de 1985, de mesmo nome, estrelado por Michael J. Fox (O carinha de “De volta Para o Futuro”). Ao longo das seis temporadas, os rapazes vão se transformando de garotos assustados a machos-alfa da alcateia. A série possui cenas de impacto e a cada temporada vai se tornando mais eletrizante, pois os desafios a ser enfrentados vão aumentando, ficando cada vez mais perigosos para o jovem lobisomem.

A história é interessante, pois apesar de ter uma atmosfera sobrenatural e falar sobre lobisomens, não é um seriado muito clichê. Os personagens possuem tiradas de humor em alguns momentos, diminuindo a tensão de algumas cenas. Minha crítica é só uma: a série se perde um pouco ao longo das temporadas por começar a incluir outros personagens míticos diferentes da temática.

Deem uma chance ao nosso lobo adolescente! Tenho certeza que será uma boa diversão sob os efeitos da lua cheia desse fim de semana.

Foto: Reprodução

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Traiu ou não traiu Por Alexandre Vitor

Traiu ou não traiu? Por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Traiu ou não traiu? Eis a dúvida que sempre há de existir para os leitores do consagrado Machado de Assis, um dos mais célebres escritores da Literatura brasileira, na sua obra mais polêmica: Dom Casmurro.

Na história, vamos ser apresentados a Bentinho, que, agora velho e conhecido como Dom Casmurro, nos conta sobre a sua vida. O frustrado jovem sonhava em se formar em Direito, mas dona Glória, sua mãe, tinha outros planos e decide que ele deve seguir para o seminário, ameaçando seus objetivos e também seu romance com Capitolina, a Capitu. No seminário, ele conquista uma grande amizade com Escobar, que também não tinha planos de ser padre.

A história é um romance de formação, isto é, acompanha Bentinho desde a adolescência até a terceira idade. Durante esse período, acompanhamos seu modo de encarar os problemas (ou fugir deles) e seu gradativo crescimento moral, como também sua relação com a família, com Capitu e também com Escobar.

Eu sei, nem todos gostam de ler clássicos, ainda mais aqueles que contém expressões antigas ou praticamente extintas do nosso vocabulário atual. Mas como eu gosto de ser advogado do diabo e de mostrar os dois lados da moeda, vamos para a sua defesa: Esse livro tem uma grande importância para a nossa Literatura, tornando-se um marco da nossa história. Sua compreensão e interpretação não é difícil.

Também já foi tema de várias teses e estudos. Importante destacar a beleza que o autor expressa no texto, minucioso, prezando por uma excelente construção do cenário, além do desenvolvimento dos personagens de forma profunda e ambígua.

E a cereja do bolo: Houve ou não houve a famosa traição? A maestria do escritor é tão grande que, mesmo escrito em 1899, até hoje esse mistério continua. E eu começo a desconfiar que cada leitor acredita e defende uma versão, de acordo com sua vivência pessoal e maturidade. E até mesmo quem ler esse livro por duas vezes, se passado um intervalo de tempo, pode achar o contrário do que achava antes. Saber fazer um livro assim é para poucos.

Se você ainda não leu um clássico, começará com um dos principais, pode acreditar; e me conte aqui se houve ou não houve traição.

Foto: Reprodução/YouTube/Livraria Família Cristã

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A hora do lobisomem - um livro de contos de terror, por Alexandre Vitor

A Hora do Lobisomem: um livro de contos de terror, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Auuuuuuu! Sabe o que significa isso? Que em breve mais uma pessoa será vítima da besta que assombra a pequena cidade de Tarker’s Mills. Vai me dizer que nunca ouviu falar dessa cidade? Então, você ainda não conheceu A Hora do Lobisomem, clássico escrito por ninguém menos que Stephen King, o famoso rei do terror. A obra é composta por uma coletânea de 12 contos e cada um deles ocorre em um mês do ano, sempre na lua cheia. Ao longo dos 12 meses, assassinatos suspeitos acontecem na cidade.

A hora do lobisomem: um livro de contos de terror, por Alexandre Vitor

Muitos habitantes consideram ser um serial killer, mas estão enganados. Enquanto as autoridades tentam controlar a situação, o ser misterioso continua fazendo mais vítimas. Stephen King, propositalmente, deixa as histórias em aberto ao final de cada capítulo, a fim de deixar os leitores curiosos e ávidos pelas histórias seguintes. É importante lembrar que todos os contos estão interligados.

No final das contas, acabamos devorando o livreto todo de uma vez. Exatamente por ser mais curta, a obra se diferencia de qualquer outro volume do autor. Ele sabe desenvolver os personagens de forma rápida, mas não necessariamente artificial. A escrita é fluida e ele preza muito pelos detalhes dos acontecimentos, o que nos deixa imersos na trama.

Após um tempo de lançamento (esse livro foi escrito em 1983), A Hora do Lobisomem foi adaptado para as telonas , com o título Bala de Prata. Não é totalmente fiel à obra, não segue a linha cronológica do livro e subtrai alguns dos contos, mas mesmo assim é razoável. Contudo, em sua defesa, venho falar que é difícil adaptar um livro de contos fielmente a um filme. Por via das dúvidas, aconselho que prefira o livro.

A hora do lobisomem: um livro de contos de terror, por Alexandre Vitor


Se você nunca leu nada do autor, é uma boa pedida começar por esse. Logo nas primeiras páginas, King consegue nos conquistar facilmente. E esse pode ser um bom volume para se iniciar nesse gênero. Com essa indicação, encerro o soturno mês de outubro, às vésperas das comemorações de Halloween e do Dia de Los Muertos. Aproveite em grande estilo, fazendo jus às datas sombrias.

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Halloween, a noite do terror, por Alexandre Vitor

Halloween, a noite do terror, por Alexandre Vitor

Nada como passar o Halloween de forma tradicional, não é mesmo? Então, para que você aproveite bem o 31 de Outubro, separei o mais clássico filme de terror referente à data e um dos mais influentes de todos os tempos: “Halloween”, de 1978.

Dirigido por John Carpenter, Halloween traz a história de Michael Myers, um garoto de apenas 06 anos que, no Dia das Bruxas de 1963, assassina a sua irmã mais velha. Após o feito, ele acaba sendo internado em um hospital psiquiátrico. 15 anos depois, o maníaco retorna à sua cidade natal, e passa a perseguir um grupo de jovens.

Por mais que seja um filme simples e de baixo orçamento, Halloween se tornou um grande sucesso na época, conquistando novos fãs até hoje. A fama foi tão grande que gerou inumeráveis sequências, além de ter se consolidado como um dos primeiros e mais influentes slashers, tendo inspirado outros famosos filmes, como a série de filmes pânico, por exemplo.

Outro feito importante é que graças a esse longa, a comemoração do dia do Halloween acabou se popularizando em todo o mundo, rompendo as barreiras dos países Anglo-saxônicos.

Mesmo sendo um filme das antigas, na época que foi rodado ele se mostrou muito original. Naquele tempo não era comum que os filmes de terror tivessem um serial killer tão bem elaborado como Michael Myers. Um outro diferencial para a época é que, a maioria dos personagens de filmes de terror eram sempre idiotas que só sabiam correr e gritar, mas esse filme trouxe a protagonista Laurie Strode, cativante e inteligente.

Apesar de ter sido uma boa produção no ano de lançamento, algumas pessoas não irão se agradar muito, por causa da narrativa mais lenta (estamos muito acostumados com a agilidade e fluidez nos filmes da atualidade) e principalmente porque naquele tempo não haviam recursos tecnológicos para comparar aos filmes de terror de hoje, podendo até mesmo não ser tão assustador para alguns expectadores.

Essa é a minha recomendação para que você termine outubro de cabelo em pé. E lembrando que está em cartaz hoje nos cinemas mais uma das sequências desse filme: “Halloween Kills”, sinal que esse título ainda dá muito pano para as mangas.

Feliz Halloween, capriche na sua fantasia e deixe aqui a sua sugestão de filme ou livro de terror para essa data.

Foto: Reprodução

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O Halloween se aproxima. Vamos nos preparar, por Alexandre Vitor (CAPA)

O Halloween se aproxima. Vamos nos preparar?, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Sem ideias do que fazer no dia do Halloween? (lembre-se, é no dia 31 de outubro). Bom, a minha primeira dica é que você junte uma turma e saia por aí fantasiado. Se não for a sua vibe, vou dar então duas dicas de filmes para que você não passe em branco nesta data assustadora.

Para fugir um pouco dos filmes de terror durante o Halloween, que só servem para ficar com o coração na mão e com medo da própria sombra, por que não ver algo mais leve, hein? Então prepare sua pipoca e seus doces e veja essas indicações de filmes leves e divertidos.

HALLOWEENTOWN

O Halloween se aproxima. Vamos nos preparar, por Alexandre Vitor no Papiro É Louco

O filme se concentra na família Cromwell, em especial Marnie, uma adolescente que recebe a ilustre visita de sua avó na noite do Halloween. A garota descobre pertencer a uma linhagem antiga de bruxas e que precisa começar o seu treinamento a partir daquele instante, ou então perderá seus poderes para sempre. Para isso, ela e seus irmãos vão parar numa cidade muito diferente de onde vivem: Halloweentown.

Esse universo abriga monstros e seres mágicos, onde os doces ou travessuras nunca têm fim. Marnie também descobre que esse não foi o único motivo para ter sido recrutada, pois uma presença maligna promete tornar os dias na estranha cidade (e no mundo mortal) mais sombrios. Essa quadrilogia (sim, são quatro filmes, mas só indico o primeiro) tem todos os personagens conhecidos do imaginário fantástico: bruxas, vampiros, monstros e outros seres, e é um filme bem divertido e leve.

ABRACADABRA

O Halloween se aproxima. Vamos nos preparar?, por Alexandre Vitor

Um dos maiores clássicos do Halloween, este filme gira em torno do frustrado adolescente Max Dennison que, sem querer, acaba libertando um trio de bruxas na noite do Halloween. Para consertar a burrada e impedir que elas virem imortais, ele vai contar com a ajuda de sua crush Allisson e sua irmãzinha Dani.

Apesar de ser um filme bem clichê, é uma boa diversão em família. E conta com com duas atrizes bem conhecidas do público adulto: Bette Midler e Sarah Jessica Parker.

Caros seguidores do Por Dentro do RN, nestas semanas que antecedem o Halloween, pretendo falar um pouquinho mais sobre o assunto. Vejo vocês na próxima.

Foto: Reprodução

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Livros físicos ou e-books, o que você prefere? – Por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Hoje eu trago essa pergunta a vocês. O que você prefere: ler, sentindo a textura do papel em suas mãos e o cheiro inconfundível do livro novo (ou velho, se preferir), ou acha melhor ler olhando para uma tela, de forma mais prática e moderna? Qual é o melhor, afinal?

Quando se aborda esse assunto, a maioria das pessoas ficam divididas; até porque ambos possuem vantagens e desvantagens, como tudo na vida, mas vamos lá. O livro físico é bom exatamente porque, convenhamos, o contato com o papel é bem mais prazeroso que tocar numa tela, e isso faz imensa diferença para leitores assíduos. Também tem a questão de ser possível fazer marcações, seja grifando ou colando post-its, ainda mais quando se fala em livros técnicos e voltados a estudos. Quem nunca grifou uma frase marcante em um livro inesquecível?

Além de tudo, ao terminar a leitura, você ainda terá mais um troféu para expor na sua estante! Mas é claro, o livro possui suas desvantagens: o peso pode ser grande, impedindo algumas pessoas de poder levá-lo na bolsa. Sem contar no preço, muito salgado no Brasil. Assim como previram o fim do cinema quando surgiu o medieval videocassete, muitos já previram o fim do livro, o que acho improvável. Enquanto houver leitores, existirão sempre os amantes do livro de papel.

E os e-books? Bem, são práticos e leves, ou seja, eles podem ser carregados sem o menor incômodo. Os preços costumam ser mais reduzidos, chegando às vezes a metade do valor do seu concorrente tradicional. Também existe a vantagem de você poder carregar uma verdadeira biblioteca debaixo do braço, devido à tamanha capacidade de armazenamento.

Isso é bom para quem lê vários livros ao mesmo tempo, ou para levar em alguma viagem. Mas, como os outros formatos, também apresentam problemas, como a necessidade de carregar a bateria, limitando o tempo de leitura às vezes. Um outro problema é o cansaço na vista, que sempre aparece, mesmo com a tela especial do objeto.

Afinal, na dúvida, o interessante mesmo seria não optar de início. Caso você tenha acesso, tente as duas formas de leitura. Com o tempo, você vai descobrir qual a sua preferida, mas a outra não será abandonada. O importante é o conteúdo lido e não a forma que você está utilizando.

Espero que você tenha gostado e continue acompanhando a coluna “O Papiro é Louco”.

Foto: Reprodução/Pixabay

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Desventuras em Série desventurados em filme, em livros e em série, por Alexandre Vitor

Desventuras em Série: desventurados em filme, em livros e em série, por Alexandre Vitor

De Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Quando as pessoas pedirem para que não reclamemos da vida, é melhor seguirmos essa linha de raciocínio, pois as coisas sempre podem ser piores. Por isso, apresento a vocês hoje as Desventuras em Série, uma saga literária composta por 13 livros, escritos por Lemony Snicket, em que conhecemos a vida desafortunada de três irmãos. Quando seus pais morrem em incêndio suspeito, os órfãos vão morar com um parente distante, que tem o único interesse de se apossar da imensa fortuna deixada pelos pais aos irmãos.


O vil Conde Olaf está disposto a qualquer coisa; e não é à toa que são 13 livros cheios de mistérios, incêndios, organizações suspeitas e tensão, além de muita falta de sorte. O que tem de dar errado, dará. Uma verdadeira sucessão de infortúnios e humor de caráter duvidoso.


Falando sobre a adaptação para as telas, o filme, lançado em 2004, foi estrelado por Jim Carrey (como Conde Olaf) e participação de Meryl Streep; e a série, produzida entre 2017 e 2019, foi estrelada por Neil Patrick Harris (aquele dos Smurfs) e Malina Weissman (de Supergirl).


O filme se baseou nos três primeiros livros, mas mesmo assim foi razoavelmente bem na fidelidade à estória. A atmosfera meio gótica (lembrando muito os filmes do Tim Burton), se adequou bem ao clima apresentado nos livros. Contudo, como sempre, algumas partes interessantes foram cortadas e alguns eventos foram postos fora da cronologia da obra. A série melhora nesses quesitos, até por ter mais tempo de duração.


Minha indicação para esse final de semana é você dar uma olhada nessa série/filme. É um pouco diferente dos padrões americanos aos quais estamos acostumados. Se você gostar, arrisque começar a saga literária. Como sempre, livros são sempre superiores.

Foto: Reprodução/Netflix

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Legendtopia, um universo mágico infanto-juvenil, por Alexandre Vitor

Legendtopia, um universo mágico infanto-juvenil, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Que segredos será que um restaurante temático fajuto pode esconder? Simples: uma passagem secreta para um universo fantástico.


Legendtopia, A batalha de Terr, é um livro infanto-juvenil escrito por Lee Bacon e lançado em 2018. Os livros são uma duologia, mas apenas o primeiro foi traduzido para o português até agora. Nessa história, vamos conhecer Kara, uma garotinha convencida e cética que descobre acidentalmente uma abertura para um reino fantástico e medieval, o Reino de Heldstone. Lá ela conhece Frederico XIV (Fred para os íntimos), um jovem príncipe que sonha em assumir o reinado e ser um herói, assim como seus ancestrais.


Quando os dois mundos se chocam, irão desencadear problemas para ambos os universos e personagens. Outras criaturas também virão a descobrir essa passagem e forças malignas tentarão dominar ambos os mundos. Fred e Kara precisam salvar seus dois lares. O livro é narrado em 1ª pessoa, sempre alternando o ponto de vista dos dois protagonistas, o que torna a estória mais dinâmica, onde o autor cria momentos engraçados e sarcásticos que contrastam com momentos de tensão.


Para quem se identificou com Nárnia, clássico do C.S. Lewis, há muita chance de gostar também dessa aventura, mas lembrando que ela é direcionada à galera pré-adolescente. Essa é minha indicação para esse final de semana, e é um bom livro para quem deseja se iniciar no hábito da leitura, sobretudo àquela turma que ainda não chegou à adolescência.

Foto: Reprodução

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O jovem articulista da coluna O Papiro é Louco, aqui no Por Dentro do RNconsidera-se um leitor eclético, ou seja, aberto a quase todos os temas, mas confessa que fantasia e aventura são seus gêneros favoritos. É proibida a reprodução total ou parcial deste texto sem autorização do autor e sem a inserção dos créditos, de acordo com a Lei nº 9610/98.

A série Atypical e suas reflexões, por Alexandre Vitor

A série Atypical e suas reflexões, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Como você se sentiria se fosse excluído simplesmente por ser diferente? Não por escolher, mas por ser diferente? Atypical é uma série estadunidense que mescla drama e comédia. Se concentra na vida de Sam Gardner, um adolescente autista que não possui muitos amigos. O garoto, além de enfrentar a solidão e outros dramas diários, passa por situações hilárias tentando encontrar uma namorada e ter suas primeiras experiências sexuais.


Por causa de Sam, também vamos conhecer as dificuldades que afetam o restante da família: sua irmã Casey e seus pais, mostrando que ninguém tem um manual de instruções de como conviver com o diferente. A série é um exercício de empatia para o expectador e de reconhecer que, mesmo com inabilidades em alguns setores, Sam, com seus esforços, consegue ter grandes momentos e ser mais verdadeiro que muitos ditos “normais”.


A série foi encerrada nesse ano após 4 temporadas de risos, lágrimas e situações bem constrangedoras. Vale a pena dar uma procurada na Netflix nesse final de semana. Tenho certeza que você vai ver os “diferentes” com um olhar ainda mais parceiro.


Dedico o texto de hoje a todos os garotos autistas, em especial a Ângelo e Augusto, que sempre encontro nos passeios pelo shopping.

Foto: Reprodução

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O jovem articulista da coluna O Papiro é Louco, aqui no Por Dentro do RNconsidera-se um leitor eclético, ou seja, aberto a quase todos os temas, mas confessa que fantasia e aventura são seus gêneros favoritos. É proibida a reprodução total ou parcial deste texto sem autorização do autor e sem a inserção dos créditos, de acordo com a Lei nº 9610/98.

Karatê kid e Cobra Kai, a ressurreição, por Alexandre Vitor

Karatê Kid e Cobra Kai, a ressurreição, por Alexandre Vitor


Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Se você, que está lendo essas linhas, é um adulto e teve sua juventude nos anos 80, tenho certeza que viu os filmes Karatê Kid, grande sucesso na época. Se você, que está lendo essas linhas é uma criança/adolescente, provavelmente já assistiu ou ouviu falar na série Cobra Kai. E se assistiu, resolveu voltar no tempo (influenciado por seus velhos) e acabou assistindo os Karatês… de qualquer forma, se você não sabe do que estou falando, é porque esteve morando em Marte nos últimos anos.


Karatê Kid é uma sequência de 4 filmes estreado em 1984, com Ralph Macchio, Pat Morita e William Zabka. Os filmes, os três primeiros pelo menos, se concentram na vida de Daniel Larusso, um adolescente solitário que acabara de se mudar para a Califórnia. O garoto encontra dificuldades em se adaptar na nova cidade, pois é frequentemente vítima de bullying dos valentões da sua escola, liderados por Johnny Lawrence. Para conseguir contornar essa situação (e sobreviver), ele se aproxima de Sr. Miyagi, um mestre no Karatê, que o ensina não só as técnicas de autodefesa, mas também vira uma figura paterna para o cara. As continuações são voltadas a outras questões, mas ainda temos uma boa pegada sobre a arte do Karatê.


Existe um remake de Karatê Kid lançado em 2010 estrelado por Jaden Smith e Jackie Chan. Só que, nesse filme, a arte marcial é o Kung Fu. Mas como assim? Então o filme deveria ter se chamado Kung Fu Kid, não?


Recentemente, em 2018, foi lançado um spin-off chamado Cobra Kai, nos streamings Netflix e YouTube Premium, em que, já adultos, as rixas entre Daniel e Johnny se tornam maiores, envolvendo também seus filhos, amigos e toda a cidade. O problema vai aumentando a cada capítulo, o que torna a série envolvente.


A série tem uma boa produção, tem boas tiradas cômicas zoando com os costumes dos anos 80, que pareceu ser uma década bem divertida. Também é bom ver na série que as coisas não são tão preto no branco como pareciam ser no filme; e o vilão pode não ser tão vilão assim. Também há os conflitos da galera jovem; e todos acabam juntos e misturados.


Vale a pena fazer a maratona completa, começando com os Karatês, mesmo com aquela pegada bem datada nos anos 80, para se situar melhor em algumas lembranças e não ficar perdido em algumas piadas da série atual. Lembrando que a série ainda está em andamento, com sua 4ª temporada esperada para dezembro de 2021 e com mais promessas de continuação.


E você, já viu Karatê Kid? Está se identificando mais com Daniel ou com Johnny? Comenta aí.

Essa coluna de hoje é em homenagem aos meus amigos do Dojo Samurai.

Foto: Reprodução

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Sobre Alexandre Vitor, colunista do portal Por Dentro do RN

Coluna de Alexandre Vitor no Por Dentro do RN

Alexandre Vitor tem 14 anos e prefere ser chamado de Vitor; é um escritor iniciante e tem um conto publicado no Wattpad. Além disso, o autor tem como hobbies a leitura, a cozinha e a prática de esportes. Desde pequeno, Alexandre Vitor se interessa por literatura. Aos 11 anos, decidiu que queria ser escritor e até já tinha vários manuscritos, mas nunca colocou nada adiante.
O jovem articulista da coluna O Papiro é Louco, aqui no Por Dentro do RNconsidera-se um leitor eclético, ou seja, aberto a quase todos os temas, mas confessa que fantasia e aventura são seus gêneros favoritos. É proibida a reprodução total ou parcial deste texto sem autorização do autor e sem a inserção dos créditos, de acordo com a Lei nº 9610/98.

A Última Festa: mais um favoritado?, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Sabe aqueles livros que têm um assassino que te deixa louco? Que você fica a toda hora elegendo um novo suspeito? Acabou de encontrar um bom exemplar.

Olá, querido leitor do Por Dentro do RN. Hoje, iremos comentar um pouco sobre o livro de suspense “A Última Festa”, da autora britânica Lucy Foley. Sim, é aquele livro de ficar com o coração na mão e roer as unhas.

Aqui, nós vamos conhecer um grupo de nove amigos que se relacionam desde a escola e passam o réveillon juntos todos os anos, para relembrar os velhos tempos. Em uma ocasião, eles escolhem uma hospedaria afastada nas Terras Altas da Escócia, onde neva muito e cujo acesso é difícil, tanto para chegar como para sair. Hotel? Neve? Isolamento? Alguma lembrança de um filme/livro famoso com esses elementos? Vislumbrei uma suave inspiração em “O Iluminado”, clássico de Stephen King que foi adaptado, em 1980, por Stanley Kubrick.

Voltando à obra, por trás de uma aparente harmonia, todos possuem arestas antigas uns com os outros; e isso acaba culminando em um assassinato. O diferencial é que, além de não sabermos quem é o assassino (claro!), também não sabemos quem foi o assassinado. Muitos eventos estranhos e suspeitos acontecem no decorrer da estória.


O livro, além de divertido pelo mistério, também levanta questões sobre amizades que julgamos verdadeiras e que, na verdade, podem esconder muito rancor represado e mascarado que acaba vindo à tona. Falhas? Sim, temos: achei que a vítima foi um tanto previsível. Eu, que não tenho tanta experiência no gênero, descobri com pouca dificuldade.

Para alguém mais aficionado, tipo leitor de Agatha Christie, seria moleza. Já descobrir o assassino é um pouco mais complicado. Mesmo assim, vale a leitura. Particularmente, achei a proposta do livro interessante. A autora soube criar uma atmosfera de tensão, ligando o passado e o presente de forma instigante. Se você ainda não conhece, aproveite esse feriadão e vá correndo às livrarias.

E você, pretende ler o quê nesses dias de folga? Fala aí nos comentários. E valeu por estar acompanhando “O Papiro é Louco” aqui no Por Dentro do RN.

Foto: Reprodução/Coisas de Mineira

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Coluna de Alexandre Vitor no Por Dentro do RN

Alexandre Vitor tem 14 anos e prefere ser chamado de Vitor; é um escritor iniciante e tem um conto publicado no Wattpad. Além disso, o autor tem como hobbies a leitura, a cozinha e a prática de esportes. Desde pequeno, Alexandre Vitor se interessa por literatura. Aos 11 anos, decidiu que queria ser escritor e até já tinha vários manuscritos, mas nunca colocou nada adiante.
O jovem articulista da coluna O Papiro é Louco, aqui no Por Dentro do RNconsidera-se um leitor eclético, ou seja, aberto a quase todos os temas, mas confessa que fantasia e aventura são seus gêneros favoritos. É proibida a reprodução total ou parcial deste texto sem autorização do autor e sem a inserção dos créditos, de acordo com a Lei nº 9610/98.

Falando sobre o filme americano 'Correndo Atrás' (Whatever It Takes), dos anos 2000, por Alexandre Vitor

Falando sobre o filme americano ‘Correndo Atrás’ (Whatever It Takes), dos anos 2000, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para a coluna O Papiro é Louco, no Por Dentro do RN

Hoje, irei falar (e tentar convencê-los a assistir) sobre o filme adolescente “Correndo Atrás”. Eu sei, eu sei, se trata de uma comédia romântica, coisa de ‘menininhas’, de acordo com algumas pessoas. Então, vamos fingir que não conhecemos alguns caras que adoram esse gênero, mas negam até a morte – e fazem o “grande sacrifício” de acompanhar a irmã ou a namorada no cinema.

Melhora se disser que o filme foi inspirado no clássico Cyrano de Bergerac? Soube que o filme fez sucesso à época do lançamento de sua refilmagem, com o ator Gerard Depardieu? Mas, como ainda não li nem assisti, não posso opinar nem correlacionar com “Correndo Atrás”.

Também ajuda se disser que o filme tem no elenco Shane West (Um Amor Pra Recordar), Jodi Lyn O´Keefe (Prision break, The Vampire Diaries) e James Franco (Planeta dos Macacos – A Origem e Homem aranha) , todos ainda bem no inicio das suas respectivas carreiras?

A trama trata, como muitas comédias românticas, de dois caras querendo conquistar as garotas dos seus sonhos e, para isso, fazem um acordo e muitas loucuras, no melhor sentido de “uma mão lava a outra”. Têm aqueles personagens bem clichês do cinema estadunidense: a popular, o bonitão, os CDFs, o palhaço da turma, o azarado; mas não é um besteirol.

Também podemos extrair algumas lições desse longa; como, por exemplo, valorizar as amizades verdadeiras ao invés daquelas que têm interesses incluídos, e também nunca fingir ser uma pessoa que não você mesmo.

Sinceramente, gostei desse filme. Assisti a ele pela Netflix há algumas semanas, um tempinho depois do lançamento. A cronologia foi bem construída, piadas na medida certa e personagens com boas motivações. Mas, como nem tudo são flores, é claro que teve alguns defeitinhos. O principal é o desfecho, muito abrupto e adocicado ao meu ver.

Está aí minha dica bem light para essa semana. Se você já viu ou vai entrar na minha onda, mesmo sem gostar de comédias românticas e só vai assistir para acompanhar sua irmã, comente aqui o que achou.

Foto: Ilustração

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Coluna de Alexandre Vitor no Por Dentro do RN


Alexandre Vitor
 tem 14 anos e prefere ser chamado de Vitor; é um escritor iniciante e tem um conto publicado no Wattpad. Além disso, o autor tem como hobbies a leitura, a cozinha e a prática de esportes. Desde pequeno, Alexandre Vitor se interessa por literatura. Aos 11 anos, decidiu que queria ser escritor e até já tinha vários manuscritos, mas nunca colocou nada adiante.
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Alexandre Vitor fala sobre adaptações de livros em filmes

As polêmicas e divergências entre os livros e suas adaptações para as telonas, por Alexandre Vitor

Por Alexandre Vitor
Para o Por Dentro do RN

Quando se fala em filmes e séries baseados em livros, a polêmica sempre aparece. Nem sempre as obras são bem adaptadas para as telonas. Um exemplo disso é “O conde de Monte Cristo”, clássico do Alexandre Dumas.

Uma parte do filme realmente se apresentou bem. Porém, depois, a adaptação não seguiu o livro corretamente. Os personagens não são bem apresentados (alguns até nem aparecem no filme), e o enredo possui alguns furos imperdoáveis, principalmente com o modo de vingança do Conde, que seria o ápice da estória. Sabe aquele velho ditado do tempo dos dinossauros, que diz que a vingança é um prato que se come frio? Nesse caso, o prato ficou esfriando por 20 anos (não posso dar spoiler!).

Bom, também há coisas que precisamos levar em conta: os livros têm formato bem diferente dos filmes e séries, não podemos exigir uma boa adaptação de um livro de 1600 páginas em 2h11min. Filmes apresentam fatos de modo mais ágil para não tornarem-se muito arrastados, já livros possuem formato mais detalhista, onde os autores escreveram com liberdade.

Até aí tudo bem, tudo compreensível. Mas existem coisas que são inegociáveis. Como se modifica, por causa de uma adaptação, uma estória conhecida mundialmente? Isso para mim é imperdoável. Bom, se ficou curioso leia o livro. É fantástico. E lembre-se: por melhor que possa ser o filme, o livro no qual ele se baseou será sempre superior.

Deixa o comentário se você já leu um livro e se decepcionou ao assistir ao filme!

Foto: Reprodução

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Aos 11 anos, decidiu que queria ser escritor e até já tinha vários manuscritos, mas nunca colocou nada adiante. Além disso, o colunista do Por Dentro do RN considera-se um leitor eclético, ou seja, aberto a quase todos os temas, mas confessa que fantasia e aventura são seus gêneros favoritos.

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