Investigada teria colocado pesticida na refeição da vítima; testemunhas relataram ameaças anteriores
Policiais civis da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Parnamirim cumpriram, nesta terça-feira (25.mar.2025), um mandado de prisão temporária contra uma mulher de 47 anos, investigada pela morte de Givanilson dos Santos Grilo. O crime ocorreu no dia 22 de fevereiro de 2025, na praia de Pirangi, em Parnamirim, região metropolitana de Natal.
Morte por envenenamento
De acordo com as investigações, a vítima teria saído do trabalho para realizar outros serviços na região quando passou mal e caiu ao chão. Apesar dos esforços para socorrê-lo, Givanilson veio a óbito no local. Laudos periciais apontaram que a causa da morte foi envenenamento por uma substância do tipo pesticida.
Ainda segundo a análise da perícia, a substância tóxica foi colocada na refeição da vítima, popularmente conhecida como “quentinha”. Com essa informação, a linha investigativa da DHPP passou a considerar a companheira de Givanilson como principal suspeita do crime.
Ameaças e histórico de violência
Testemunhas ouvidas no decorrer da investigação relataram que a suspeita já havia ameaçado a vítima anteriormente. Além disso, há registros de episódios em que a mulher teria esfaqueado e tentado atear fogo no companheiro após discussões. Os elementos reunidos levaram a Polícia Civil do Rio Grande do Norte a solicitar a prisão temporária da investigada, que foi cumprida nesta terça-feira.

Atualmente, a suspeita encontra-se à disposição da Justiça, enquanto as investigações continuam para esclarecimento total do caso.
Denúncias anônimas
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e solicita que informações relevantes sobre crimes sejam repassadas, de forma anônima, pelo Disque Denúncia 181.
Foto: Tony Winston/Agência Brasília
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