Operação cumpre mandados no RN e investiga tentativa de homicídio contra agentes

Operação cumpre mandados no RN e investiga tentativa de homicídio contra agentes

Ação conjunta da PF, PRF, PC/RN e Receita Federal mira organização criminosa envolvida em contrabando e ataque a policiais

Na manhã desta quarta-feira (2.abr.2025), as Forças de Segurança do Rio Grande do Norte, em conjunto com a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil (PC/RN) e a Receita Federal do Brasil (RFB), deflagraram a Operação Extremum Agmen. A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão em diferentes locais da Grande Natal, como parte das investigações sobre uma tentativa de homicídio contra agentes da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) e servidores da RFB.

O caso remonta a setembro de 2024, quando ex-policiais, integrantes de uma organização criminosa, escoltavam uma carga de cigarros contrabandeados e abriram fogo contra os agentes para assegurar a fuga durante a ação ilegal. A investigação, iniciada no mesmo ano, já resultou na prisão de dois membros-chave do grupo e revelou indícios de outros crimes federais e estaduais cometidos pela facção.

Detalhes da operação Extremum Agmen

A operação desta quarta-feira buscou apreender provas materiais e documentos que possam esclarecer a participação de outros envolvidos nos crimes. Os investigados já possuem antecedentes por crimes dolosos contra a vida e contrabando, reforçando o perfil violento da organização.

Segundo fontes policiais, o grupo atuava no contrabando de cigarros e mantinha uma estrutura logística para distribuição ilegal no estado. A tentativa de homicídio contra os agentes ocorreu durante uma operação de interceptação, quando os criminosos reagiram com tiros para evitar a apreensão da mercadoria.

Andamento das investigações

As investigações seguem em sigilo, mas já identificaram vínculos entre os suspeitos e outras organizações criminosas atuantes no Nordeste. A Receita Federal também apura lavagem de dinheiro e sonegação fiscal relacionadas ao esquema.

Os mandados foram cumpridos em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados, com apoio de equipes táticas para garantir a segurança dos policiais. Nenhuma prisão foi realizada nesta fase, mas a expectativa é que novas medidas judiciais sejam solicitadas com base no material coletado.

Foto: Divulgação/PF/Ilustração/Arquivo

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