Quatro mulheres indígenas vão assumir o cargo de deputada federal para a legislatura 2023-2026. Além delas, também foram eleitas no pleito de 2022 as duas primeiras deputadas transexuais – é a primeira vez na história que a Câmara dos Deputados terá parlamentares trans. As quatro mulheres indígenas eleitas em 2022 são: Sônia Guajajara, eleita pelo PSOL de São Paulo; Célia Xakriabá, eleita pelo PSOL de Minas Gerais; Silvia Waiãpi, eleita pelo PL do Amapá e Juliana Cardoso, eleita pelo PT de São Paulo.
Já as duas deputadas transexuais são: Erika Hilton, eleita pelo PSOL de São Paulo, e Duda Salabert, eleita pelo PDT de Minas Gerais. Todas elas assumem o cargo de deputadas federais em 1º de fevereiro de 2023, no dia de início da nova Legislatura do Congresso Nacional. O mandato é de quatro anos.
Até então, a Câmara contava com apenas uma mulher indígena no parlamento, a deputada Joenia Wapichana (Rede-RR), que assumiu o cargo em 2019. Em 2022, Joenia Wapichana recebeu 11.221 votos, mas não conseguiu a reeleição. Antes dela, o primeiro deputado indígena foi Mário Juruna (PDT-RJ), que tomou posse em 1983.
RN teve candidata transexual
No Rio Grande do Norte, a vereadora trans Thabatta Pimenta (PSB), de Carnaúba dos Dantas, foi candidata à deputada federal, obtendo 40.533 votos – a mais votada do partido, superando nomes como o do ex-deputado e ex-ministro Henrique Alves. Mesmo assim, ela não conseguiu se eleger, pois o PSB não obteve votos suficientes para emplacar um deputado federal pelo estado.
Foto: Reprodução/@vitorgoulart @duda_salabert + @hilton_erika + @lindabrasilaracaju + @danieli.balbi/Instagram
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