Marcílio Alves, apontado como gerente do tráfico em Tibau do Sul, foi baleado ao reagir à abordagem policial; arsenal e drogas foram apreendidos
O traficante Marcílio José Alves, de 34 anos, conhecido como “Matão” ou “Coveiro”, morreu após ser baleado durante um confronto com a polícia na manhã desta quarta-feira (21.mai.2025) em Pipa, distrito turístico de Tibau do Sul, no Litoral Sul do Rio Grande do Norte. A morte ocorreu durante mais uma fase da Operação Liberdade, realizada pela Polícia Civil do RN com apoio da Polícia Militar.

De acordo com a Polícia Civil, Marcílio era apontado como gerente local do tráfico de drogas na região e integrante de uma facção criminosa com atuação no estado. Ele era natural do município de Baía Formosa e, segundo as investigações, comandava a distribuição de entorpecentes em Pipa e adjacências.
O confronto aconteceu no momento em que os policiais cumpriam mandados judiciais no âmbito da operação. Ao perceber a aproximação das equipes, o suspeito efetuou disparos contra os agentes. Houve troca de tiros. Marcílio foi atingido, socorrido pelas próprias equipes policiais, mas não resistiu aos ferimentos.

Na residência onde o traficante estava escondido, os policiais apreenderam uma grande quantidade de entorpecentes e armamento. Entre o material recolhido estavam:
- 99 papelotes de cocaína
- 76 trouxinhas de maconha
- 5 porções de maconha tipo “flor”
- 4 balanças de precisão
- 6 aparelhos celulares
- 1 pistola G2C calibre 9mm, com 41 munições intactas e 2 deflagradas
- 1 revólver calibre .38, com 6 munições intactas e 2 deflagradas
Todo o material foi encaminhado para a 103ª Delegacia de Polícia de Tibau do Sul, que segue responsável pela condução das investigações.
A Operação Liberdade é uma ação contínua das forças de segurança estaduais voltada ao combate ao tráfico de drogas, porte ilegal de armas e atuação de facções criminosas em áreas urbanas e turísticas do Rio Grande do Norte.
A Polícia Civil informou que novas diligências devem ocorrer nos próximos dias, com foco na prisão de outros integrantes do grupo criminoso do qual Marcílio fazia parte. A atuação da facção na região de Pipa já vinha sendo monitorada pelo setor de inteligência das corporações envolvidas na operação.
Foto: Polícia Civil/Ilustração
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