DNIT conclui pavimentação e libera passagem total de veículos na Ponte de Igapó; sinalização definitiva ainda será instalada
Após 20 meses de intervenções, o tráfego simultâneo nas quatro faixas de rolamento da Ponte de Igapó, em Natal, foi totalmente liberado. A retomada da circulação completa de veículos nos dois sentidos da via ocorreu na noite da sexta-feira (23.mai.2025), após a conclusão dos serviços de pavimentação asfáltica no trecho entre o Centro e a zona Norte da capital potiguar.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), responsável pela obra, informou que a sinalização horizontal definitiva ainda não foi implantada devido ao processo de cura do novo pavimento. Por esse motivo, o órgão recomenda que os motoristas redobrem a atenção ao trafegar pelo trecho, para evitar acidentes.

Desde 12 de setembro de 2023, a ponte passou por uma ampla obra de recuperação estrutural, com orçamento inicial estimado em R$ 20,8 milhões. Durante a maior parte do período, uma das pistas ficou interditada para execução dos serviços.
As obras englobaram a restauração e reforço de estacas, blocos e pilares, além da demolição de estruturas deterioradas, substituição de aparelhos de apoio e do asfalto, reforço das vigas e recuperação de barreiras de refúgio, passagens de pedestres e guarda-corpos. A Ponte de Igapó possui 600 metros de extensão e não havia passado por reparos estruturais desde a construção de suas duas partes — uma em 1970 e outra em 1985.

Com previsão inicial de conclusão para janeiro de 2025, o cronograma foi adiantado e permitiu a liberação integral da ponte neste mês, atingindo o marco de 20 meses de intervenções. Segundo o DNIT, os serviços complementares, como pintura e sinalização definitiva, ainda serão executados, mas sem nova interdição da via.
A Ponte de Igapó é uma das principais ligações entre a zona Leste e a zona Norte de Natal, responsável por escoar grande parte do tráfego diário da cidade. A recuperação da estrutura era considerada essencial para garantir a segurança viária e a mobilidade urbana na região metropolitana.
Foto: Divulgação/DNIT / Inspetor Thales Galvão/STTU
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