Homem é preso em Natal por uso de atestados médicos falsos para faltar ao trabalho

Homem é preso em Natal por uso de atestados médicos falsos para faltar ao trabalho

Suspeito foi detido em flagrante após apresentar novo documento fraudulento; caso é investigado pela 15ª Delegacia de Polícia

Policiais civis da 15ª Delegacia de Polícia de Natal (15ª DP) prenderam em flagrante, na noite da última terça-feira (4.jun.2025), um homem suspeito de utilizar atestados médicos falsos para justificar ausências no ambiente de trabalho. A prisão ocorreu no momento em que o suspeito apresentava um novo documento fraudulento.

As investigações indicam que o homem vinha usando atestados médicos adquiridos de forma ilegal, com o intuito de obter benefício próprio. Conforme apurado pelos policiais, os documentos falsificados eram comprados por meio de redes sociais, ao custo de R$ 25,00 cada. O uso recorrente desses atestados levantou suspeitas e motivou a apuração por parte da unidade policial.

De acordo com a Polícia Civil, o flagrante foi registrado após o homem apresentar mais um atestado falso no trabalho, o que levou à sua condução imediata para a Delegacia de Plantão da Zona Sul de Natal. Na unidade, foi realizada a autuação em flagrante pelo crime de uso de documento falso, conforme previsto no Código Penal Brasileiro.

O caso segue em investigação sob responsabilidade da 15ª DP, que busca identificar outros possíveis envolvidos na falsificação e comercialização dos atestados. A polícia trabalha com a hipótese de que exista uma rede organizada atuando na produção e venda desse tipo de documento na capital potiguar.

Além da análise dos atestados já apresentados pelo suspeito, os investigadores pretendem identificar os canais digitais usados para viabilizar a compra dos documentos, bem como os indivíduos responsáveis pela confecção e venda dos mesmos. Os dispositivos eletrônicos do suspeito detido também serão periciados para ajudar na elucidação do caso.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforça que a colaboração da população é essencial para o combate a crimes dessa natureza. Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

A prática de falsificação de documentos e o uso consciente de documentos falsos são considerados crimes pela legislação penal brasileira. O artigo 297 do Código Penal estabelece penas de até cinco anos de reclusão para quem falsifica documento público, e o artigo 304 prevê a mesma pena para quem faz uso do documento falsificado.

A 15ª DP orienta que trabalhadores e empresas fiquem atentos a documentos suspeitos, especialmente quando houver repetição de informações ou formatos que destoem de padrões institucionais. A verificação da autenticidade de atestados pode ser feita junto aos profissionais ou unidades de saúde que supostamente emitiram os documentos.

O suspeito permanece à disposição da Justiça e pode responder criminalmente por falsidade documental e uso de documento falso. Novos desdobramentos sobre a investigação devem ser divulgados pela Polícia Civil nos próximos dias.

Foto: Polícia Civil/Ilustração

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