Pedido de prisão preventiva foi autorizado pela Justiça; Suspeito foi localizado em Parnamirim
Um pastor evangélico, de 63 anos, foi preso na última quinta-feira (5) em Parnamirim, na região metropolitana de Natal, acusado de estupro de vulnerável. O crime teria ocorrido de forma continuada por mais de dez anos contra uma pessoa do próprio ciclo familiar. O caso é investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

De acordo com a autoridade policial, os abusos sexuais aconteciam no município de Santa Cruz, localizado no interior do estado. A vítima, cuja identidade e idade não foram reveladas para preservar sua integridade, faz parte do mesmo círculo familiar do suspeito. As investigações indicam que os crimes eram praticados de forma reiterada, configurando uma relação de abuso que se estendeu por mais de uma década.
Pedido de prisão preventiva foi autorizado pela Justiça
O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil durante o plantão do último final de semana. Na ocasião, segundo a corporação, não havia elementos legais suficientes para efetuar uma prisão em flagrante. Com o avanço das investigações e a coleta de provas adicionais que reforçaram a prática reiterada dos estupros, os agentes representaram pela prisão preventiva do suspeito. O pedido foi analisado e autorizado pelo Poder Judiciário.
Suspeito foi localizado em Parnamirim
O pastor já havia deixado a cidade de Santa Cruz e se deslocado para Parnamirim, onde foi localizado e preso pelos policiais civis. Após a captura, ele foi conduzido à delegacia para a realização dos procedimentos legais cabíveis. Em seguida, o homem foi encaminhado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá detido, aguardando as decisões da Justiça.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da sociedade no combate a crimes sexuais e de violência doméstica. Denúncias anônimas podem ser feitas a qualquer momento por meio do Disque Denúncia 181. O serviço garante o anonimato do informante e auxilia as forças de segurança a localizar suspeitos e colher informações que possam levar à elucidação de crimes como este.
Fotos: Divulgação/Polícia Civil
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