Novo boletim médico aponta melhora renal, mas alta de inflamatórios em Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral. A informação consta em boletim médico divulgado neste domingo (15) pela unidade de saúde.
De acordo com o documento, Bolsonaro apresenta pneumonia bacteriana bilateral decorrente de um episódio de broncoaspiração. A equipe médica informou que ainda não há previsão de alta da UTI.
Novo boletim médico aponta melhora renal, mas alta de inflamatórios em Bolsonaro
O boletim médico divulgado pelo hospital DF Star detalha a evolução do quadro clínico do ex-presidente. Segundo o texto, o paciente “evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal”.

No entanto, o documento também aponta uma alteração no quadro: “nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue”. Em decorrência destas alterações, informa o boletim, “houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos”.
Ex-presidente intensifica fisioterapia na UTI durante tratamento de pneumonia
O boletim assinado pela equipe médica que acompanha Jair Bolsonaro informa ainda que o ex-presidente segue com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. Os procedimentos fazem parte do tratamento da pneumonia bacteriana bilateral.

A equipe que acompanha Bolsonaro é composta por diversos profissionais, entre eles o cirurgião geral Claudio Birolini, que assina o documento juntamente com outros membros do corpo clínico do hospital DF Star.
Entenda o caso: pneumonia bacteriana bilateral e broncoaspiração
A pneumonia bacteriana bilateral é uma infecção que afeta ambos os pulmões, causada por bactérias. No caso de Jair Bolsonaro, a infecção ocorreu em decorrência de um episódio de broncoaspiração, que acontece quando substâncias como alimentos ou líquidos são inaladas para as vias aéreas em vez de seguir pelo esôfago.
O ex-presidente está internado na UTI do DF Star, em Brasília, e segue sob cuidados da equipe médica, que monitora os marcadores inflamatórios e a função renal, além de administrar antibióticos e realizar sessões de fisioterapia.
Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil / Tânia Rêgo/Agência Brasil / Marcelo Camargo/Agência Brasil
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