Juíza Mônica Maria morreu com um tiro no peito; corpo será sepultado na Paraíba

Juíza Mônica Maria morreu com um tiro no peito; corpo será sepultado na Paraíba

O corpo da juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira, paraibana que atuava como magistrada em Martins, no Rio Grande do Norte, foi liberado na manhã desta quarta-feira (18.mai.2022) pelo Instituto Médico Legal (IML) do Pará. O corpo da magistrada será encaminhado para Campina Grande, onde será velado, e depois seguirá para Barra de Santana, cidade natal da juíza, onde ele será sepultado.

A investigação sobre a morte da magistrada segue em curso. Segundo o relato do marido da magistrada, o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior, ela morreu com um tiro no peito disparado por ela mesma. Segundo o juiz, ele a encontrou no banco do carona de seu veículo, na garagem do prédio onde o casal morava, no bairro de Nazaré, área nobre de Belém. O endereço informado no boletim de ocorrência foi o errado e, pela manhã, os policiais civis foram até o local onde de fato teria ocorrido o fato.

Juíza Mônica Maria morreu com um tiro no peito; corpo será sepultado na Paraíba
Foto: Reprodução

O marido da juíza levou o corpo até a delegacia de polícia. Segundo ele, ela estava no banco do carona do carro do próprio juiz e o magistrado resolveu levar até a sede da Polícia Civil. O fato também vai ser investigado, uma vez que a cena do local onde ocorreu a morte foi modificada.

Quem era a juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira

Segundo informações do jornal O Liberal, do Pará, a juíza Monica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira tinha 47 anos e nasceu em Barra de Santana, município localizado na Região Metropolitana de Campina Grande, na Paraíba. Ela se formou no curso de direito na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), sendo aprovada como juíza nos estados do Ceará e, em seguida, no Rio Grande do Norte, onde atuava na 38ª Zona Eleitoral de Martins.

Monica tinha dois filhos, um adulto e uma adolescente, do primeiro casamento. Ela casou-se em julho de 2021, com o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior, da 1ª Vara da Infância e da Juventude de Belém. Segundo um familiar da vítima, que concedeu entrevista com exclusividade à reportagem de O Liberal, a magistrada era uma “talentosa juíza, cheia de vida”, seus parentes estão abalados com a notícia de seu falecimento.

Com informações da Tribuna do Norte
Foto: Reprodução/IML Pará

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