Desenrola Pequenos Negócios renegociou mais de R$ 19 milhões em dívidas no RN

Desenrola Pequenos Negócios renegociou mais de R$ 19 milhões em dívidas no RN

Programa do Governo Federal auxilia micro e pequenas empresas a renegociar dívidas e fortalecer a economia local

Até o dia 12 de junho, o programa Desenrola Pequenos Negócios, lançado pelo Governo Federal em maio, registrou um volume total de R$ 19,4 milhões em contratos renegociados no Rio Grande do Norte. Durante esse período, 471 clientes aderiram ao programa, resultando em 552 contratos firmados, conforme dados apresentados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O programa permite a renegociação de dívidas não quitadas até 23 de janeiro deste ano e é destinado a empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Inspirado na Faixa 2 do Desenrola para pessoas físicas, o programa busca apoiar micro e pequenos empresários de todo o país, promovendo o desenvolvimento econômico local.

Sete das principais instituições financeiras do Brasil participam da iniciativa, representando 73% do crédito disponível para micro e pequenas empresas. Para aderir ao programa, o empreendedor deve contatar a instituição financeira onde possui a dívida, que oferecerá condições e prazos para a renegociação.

Em âmbito nacional, o Desenrola Pequenos Negócios renegociou R$ 1,25 bilhão até 12 de junho, beneficiando cerca de 30,6 mil clientes e resultando em 39 mil contratos renegociados. A região Sudeste lidera em número de clientes e volume de recursos, seguida pelo Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados com maior número de clientes e volume financeiro renegociado, com São Paulo à frente, representando 31% dos clientes e 28% do volume financeiro renegociado.

Além de melhorar a saúde financeira dos pequenos negócios, o Desenrola Pequenos Negócios fortalece a economia brasileira, uma vez que micro e pequenas empresas são responsáveis por grande parte da geração de empregos e renda no país. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em 2023, cerca de 80% dos empregos formais no Brasil foram gerados por essas empresas.

Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

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