Planejamento estratégico justifica desempenho positivo das confecções potiguares, analisa empresária do segmento

Planejamento estratégico justifica desempenho positivo das confecções potiguares, analisa empresária do segmento

Ao contrário dos demais setores, indústria têxtil do RN registrou crescimento de 98% em novembro de 2025, comparado com o mesmo período do ano anterior

Planejamento estratégico justifica desempenho positivo das confecções potiguares, analisa empresária do segmento

Em um mês marcado pela retração da indústria potiguar, o desempenho do setor de confecções potiguar em novembro de 2025 reforçou o papel estratégico da cadeia têxtil na sustentação da economia estadual. Na contramão dos demais setores da indústria, a confecção de artigos do vestuário e acessórios do RN cresceu 98% quando comparada ao mesmo mês do ano anterior, enquanto os demais setores recuaram 2,3%,  a menor queda registrada ao longo do ano.  

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, divulgada pelo IBGE na última semana. O resultado reflete diretamente a importância do planejamento estratégico construído com antecedência de empresas locais como a Del Rayssa, referência em moda íntima em todo o Nordeste. 

De acordo com Fátima Menezes, CEO da marca, o investimento em modernização, qualificação de pessoas e otimização de processos foram o segredo para enfrentar o cenário econômico desafiador para a indústria. 

“Nós entendemos que o mercado passaria por um momento desafiador e, por isso, antecipamos investimentos em tecnologia, capacitação da equipe e melhoria dos processos produtivos. Isso nos permitiu ganhar eficiência, manter a competitividade e contribuir para o fortalecimento do setor de confecções potiguar mesmo em um contexto econômico adverso”, destaca a empresária.

Planejamento estratégico justifica desempenho positivo das confecções potiguares
Planejamento estratégico justifica desempenho positivo das confecções potiguares

Adaptação aos novos cenários

Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), o cenário projetado para 2026 exige das empresas uma transformação profunda na forma como desenvolvem seus talentos. A vantagem competitiva deve envolver o fortalecimento da mão de obra para garantir a capacidade de adaptação a contextos dinâmicos e incertos; o trabalho em equipes multidisciplinares; o hibridismo técnico, que combina competências digitais e conhecimentos tradicionais; a educação profissional e o aprendizado contínuo, além da valorização de experiências práticas. 

A esse conjunto, soma-se o investimento em inteligência emocional e liderança, habilidades essenciais para gerir pessoas e processos em ambientes tecnológicos cada vez mais complexos, garantindo a produtividade e a sustentabilidade dos negócios.

Em sintonia com as novas tendências do mercado, Fátima Menezes projeta para 2026 um crescimento de 15% na produção e nas vendas da Del Rayssa.

“O fortalecimento da Del Rayssa está diretamente ligado à nossa capacidade de acompanhar essas transformações do mercado. Temos investido continuamente em mão de obra qualificada, tecnologia de ponta e na modernização da nossa indústria, com máquinas cada vez mais eficientes e processos bem estruturados. Esse conjunto nos permite ganhar escala, aumentar a produtividade e manter a qualidade que o mercado exige, projetando um futuro sólido e sustentável para a empresa”, finaliza Fátima Menezes.

Foto: Divulgação

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