Vídeo de estudantes aponta problemas estruturais na Escola Municipal Carlos Alberto e direção afirma que demandas foram resolvidas após divulgação
Estudantes da Escola Municipal Carlos Alberto divulgaram vídeos nas redes sociais denunciando problemas estruturais na unidade de ensino. As imagens mostram situações relacionadas à infraestrutura, como infiltrações, goteiras e sinais de falta de manutenção em salas de aula.
Nos registros feitos dentro da escola, alunos apontam danos no teto e áreas com presença de umidade. Em um dos trechos, um estudante relata: “Olha a situação do teto, cheio de goteiras. Quando chove, a água entra dentro da sala”.



Outro aluno também comenta sobre a situação observada no ambiente escolar: “A gente estuda assim, com medo, porque parece que pode cair a qualquer momento”.
As imagens circularam nas redes sociais e ampliaram a visibilidade das condições relatadas pelos estudantes.
Relatos indicam necessidade de manutenção na unidade escolar
Além das imagens, estudantes também destacaram a necessidade de manutenção na estrutura da escola. Em um dos vídeos, uma aluna menciona a situação da unidade: “A escola precisa de manutenção urgente. Não dá pra continuar assim”.

Os relatos incluem menções à ausência de reparos contínuos e à necessidade de intervenções na estrutura física da escola. As críticas foram direcionadas à gestão municipal, responsável pela manutenção das unidades de ensino.
Repercussão leva à verificação das condições da escola
Após a circulação dos vídeos, houve visita à Escola Municipal Carlos Alberto para verificação dos pontos apresentados pelos alunos. Durante a inspeção, representantes da unidade acompanharam os locais mostrados nas imagens.
De acordo com o coordenador educacional Barone, integrante da equipe da escola, os pontos indicados nos vídeos foram analisados durante a visita.
Segundo ele, os problemas apresentados pelos estudantes foram resolvidos após a divulgação das imagens.
Direção da escola comenta denúncias feitas por alunos
A diretora da unidade, Sandra, também se manifestou sobre o caso e afirmou que manteve contato com as alunas responsáveis pela gravação dos vídeos.
De acordo com a gestora, as estudantes poderiam ter procurado a direção da escola para relatar os problemas identificados antes da divulgação nas redes sociais.
Segundo a diretora, houve diálogo com as alunas e seus responsáveis após a repercussão do caso.
Foto: Reprodução
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