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Viva Promoções lança projeto que oferece experiência exclusiva nos bastidores de grandes eventos

Viva Promoções lança projeto que oferece experiência exclusiva nos bastidores de grandes eventos

O #VivaProd oferece a oportunidade de passar um dia acompanhando de perto a produção e organização de eventos de grande porte

A Viva Promoções, uma das maiores empresas potiguares de organização de eventos, anuncia o lançamento do inovador projeto #VivaProd, uma experiência inédita para aqueles que sonham em vivenciar os bastidores dos maiores eventos. Com o objetivo de proporcionar uma imersão prática e realista, o #VivaProd oferece a oportunidade de passar um dia acompanhando de perto a produção e organização de eventos de grande porte.

O programa é especialmente voltado para estudantes e profissionais liberais com idades entre 20 e 30 anos que desejam mergulhar no mundo dos eventos e entender os desafios e a dinâmica do backstage. Se você é proativo, tem paixão por trabalhar em equipe e busca uma experiência enriquecedora no setor, o #VivaProd é a chance que você esperava.

Os interessados devem se inscrever preenchendo o formulário disponível no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfPuwco2mX_URurHzmqht-vsXk_4sFWscNvot09R8WBjEv3nw/viewform com atenção. As vagas são limitadas.

Não perca a chance de se envolver diretamente com o processo criativo e operacional dos eventos que fazem história. Inscreva-se agora e venha fazer parte do #VivaProd para uma experiência inesquecível no universo dos eventos! Para mais informações, entre em contato com a Viva Promoções pelo perfil no instagram @vivapromocoes.

Foto: Divulgação

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Justiça nega pedido do MP e da Defensoria para que Estado proíba realização de grandes eventos no RN

Justiça nega pedido do MP e da Defensoria para que Estado proíba realização de grandes eventos no RN

O juiz Cícero Macedo, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal, indeferiu pedido de concessão de liminar feito pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública do Estado para que fossem canceladas as autorizações concedidas através do Decreto nº 31.265/2022, do Poder Executivo Estadual, às empresas promotoras de eventos para realização de shows e festas em locais abertos ou fechados com grande público (com capacidade acima de 100 pessoas), em todo o território do Estado.

O magistrado não enxergou ilegalidade no agir do Estado do RN ao decidir pela liberação, com o cumprimento rigoroso dos protocolos sanitários, especialmente o comprovante de vacinação. “Evidente que o Governo do Estado – assim como nenhum outro, penso – tomaria uma decisão de editar um ato normativo sem levar em consideração a análise dos diversos indicadores sobre a pandemia, como a exigência do passaporte da vacina, por exemplo”, disse.

O caso

A decisão vem em resposta a uma Ação Civil Pública ajuizada pelo MPRN e pela Defensoria Pública contra o Estado do Rio Grande do Norte. Nela, os entes públicos afirmam que no atual quadro de pandemia da Covid-19, com o avanço da variante Ômicron, no início de janeiro, houve a explosão do número de casos de contaminação no Estado, ocasionando o aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid para 74,17%.

Nesse sentido, alegam que medidas mais efetivas de contenção do avanço da doença devem ser tomadas pelo Estado do RN, com a aplicação de todas as diretrizes da Recomendação nº 33 do Comitê de Especialistas da Sesap para o enfrentamento da pandemia, uma vez que poderá haver agravamento da situação epidemiológica.

Os dois órgãos defendem que ato normativo do Governo do Estado, preconizado no Decreto 31.265/2022, não seguiu tal recomendação, possibilitando a realização de eventos abertos ou fechados, públicos ou privados, embora com imposição da exigência do passaporte sanitário, ou seja, a comprovação da vacinação contra a Covid-19.

Decisão

Em sua análise da matéria, o juiz Cícero Macedo entendeu que possíveis alegações de inconstitucionalidade do Decreto Estadual nº 31.265/22, publicado em 18 de janeiro de 2022, não se sustentariam. Explicou que o ato normativo foi editado como meio de combate a propagação do coronavírus, sendo, portanto, uma medida de proteção à saúde, que se enquadra na competência comum da União, Estados e Municípios, na forma do artigo 23, inciso II, da Constituição Federal.

“Nesses termos, em conformidade com a posição do Supremo Tribunal Federal acerca da matéria, não vislumbro qualquer vício de inconstitucionalidade no decreto questionado. Trata-se de ato legítimo do Poder Executivo Estadual, lavrado a partir do juízo administrativo que o governante entendeu ser conveniente e oportuno”, emendou.

Para ele, são razoáveis os argumentos do Estado do RN, reforçados com informações como a suspensão de apoio financeiro estatal para quaisquer eventos de massa. “A exigência do comprovante de vacinação para acesso a esses eventos, como posto no Decreto, é, ao nosso sentir, uma imposição legal razoável e recomendada, que se coaduna com a ideia de se liberar a realização desses eventos desde que cumpridos todos os protocolos sanitários e exigido o comprovante de vacinação”, concluiu o magistrado.

Foto: Reprodução

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