greve de professores

Greve de professores da UFERSA suspende calendário acadêmico

Greve de professores da UFERSA suspende calendário acadêmico

Paralisação geral dos docentes afeta cursos de graduação

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) tomou a decisão de suspender o calendário acadêmico para os cursos de graduação a partir desta segunda-feira (10.jun.2024), em decorrência da greve dos professores. A decisão foi oficializada durante uma reunião extraordinária do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe).

Na última terça-feira (4.jun), os docentes da UFERSA votaram em assembleia a favor da greve geral. Com 195 votos a favor, 94 contra e sete abstenções, a paralisação foi aprovada, refletindo um movimento de insatisfação com as condições de trabalho e salários. A greve afetou diretamente os alunos de graduação, que terão suas aulas suspensas até que uma solução seja encontrada.

O Consepe, no entanto, optou por manter o calendário dos cursos de pós-graduação e do internato de medicina. A biblioteca universitária terá seu funcionamento reduzido, restringindo-se à sala de estudos, que funcionará em horários especiais: de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos sábados, das 7h às 12h. Esta medida visa proporcionar um ambiente para que os alunos que precisam de um espaço para estudo possam continuar suas atividades acadêmicas.

Em relação ao funcionamento dos restaurantes universitários, a decisão será tomada após uma reunião com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proae). A UFERSA afirmou que está empenhada em encontrar alternativas para minimizar o impacto da greve, tanto para os estudantes quanto para a comunidade acadêmica.

Foto: Prefeitura de Mossoró/Ilustração

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Lula critica duração da greve dos professores das universidades

Lula critica duração da greve dos professores das universidades

Presidente pede fim da paralisação e compromete-se com recursos para Universidades e Institutos Federais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta segunda-feira (10.jun.2024) a continuidade da greve dos professores e técnicos das universidades e institutos federais, que começou em 15 de abril. Lula afirmou que os recursos negociados para recompor os salários dos docentes e servidores são “não recusáveis” e pediu coragem às lideranças sindicais para encerrar a paralisação.

Durante uma reunião pública com reitores de universidades e institutos federais no Palácio do Planalto, Lula anunciou um investimento de R$ 5,5 bilhões para obras e custeio do ensino técnico e superior. Os recursos serão utilizados para a construção de novos campi, hospitais universitários e outras infraestruturas essenciais para a melhoria da qualidade da educação.

O presidente enfatizou a importância da educação como base para o desenvolvimento do país e afirmou que o governo está comprometido em oferecer condições adequadas para o funcionamento das instituições de ensino. As negociações com os representantes sindicais continuam ao longo da semana, com a próxima rodada prevista para terça-feira (11.jun) para os servidores técnico-administrativos e sexta-feira (14.jun) para os professores federais.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Ilustração

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Professores da UFRN rejeitam proposta de reajuste salarial do Governo Federal

Professores da UFRN rejeitam proposta de reajuste salarial do Governo Federal

Categoria decide em assembleia pela continuação da greve; plebiscito decidirá resultado final

Em assembleia geral realizada nesta terça-feira (21.mai.2024), os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) rejeitaram a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo federal no dia 15 de maio. Segundo o Sindicato dos Docentes da UFRN (Adurn), a decisão final será tomada através de um plebiscito, que ocorrerá das 8h desta quarta-feira (22.mai) às 17h da quinta-feira (23.mai). A categoria está em greve desde o dia 22 de abril.

A assembleia, realizada de forma híbrida, contou com a participação de mais de 400 docentes. A votação resultou em 222 votos contrários à proposta do governo, 182 favoráveis e 10 abstenções. A proposta rejeitada previa um reajuste nominal de 0% para 2024, 9% para 2025 e 3,5% para 2026, além de ajustes nos steps, que foram considerados insuficientes pela categoria.

A greve, que começou em 22 de abril, faz parte de um movimento maior que envolve mais de 20 universidades em todo o Brasil. Os professores e servidores federais da educação exigem um reajuste salarial, que não foi atendido pelo governo. Na UFRN, esta é a primeira greve por tempo indeterminado desde 2003. A última paralisação significativa ocorreu em 2016, durante o governo Temer. Durante o governo Bolsonaro, houve apenas paralisações de um único dia.

Os professores da UFRN estão buscando um reajuste salarial linear de 7,06% ao ano, totalizando 22,8% até 2026, além da reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT). A proposta de reestruturação enviada pelo PROIFES-Federação sugere reajustes de 9,39% em 2024, 6,82% em 2025 e 6,82% em 2026, totalizando 23,03%.

Foto: Divulgação/Adurn

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