Greve no RN

Bancários do Banco do Brasil e Caixa no RN entram em greve

Bancários do Banco do Brasil e Caixa no RN entram em greve

Categoria reivindica 8% de aumento real, enquanto Fenaban oferece apenas 4,64%; movimento já afeta 39 agências no estado

Os bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal no Rio Grande do Norte iniciaram uma greve nesta segunda-feira (9), em protesto contra a proposta de reajuste salarial apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A greve, que atinge 39 agências na capital e diversas unidades no interior do estado, foi decidida em assembleia após a categoria rejeitar o reajuste de 4,64% oferecido pela Fenaban, considerado insuficiente para cobrir as perdas salariais com a inflação acumulada.

Os trabalhadores exigem um aumento de 8%, o que representaria um ganho real acima da inflação e compensaria os impactos econômicos dos últimos anos. Além do reajuste salarial, os bancários também reivindicam melhorias nas condições de trabalho, ampliação dos direitos de teletrabalho e maior segurança nas agências. De acordo com o Sindicato dos Bancários do RN, a adesão ao movimento pode crescer nos próximos dias, à medida que outras cidades do interior também podem aderir à paralisação.

A greve já está causando transtornos para os clientes, especialmente na Caixa Econômica Federal, onde a procura por serviços como pagamento de benefícios sociais, saques e financiamentos é alta. Em diversas agências, os bancários aderiram completamente ao movimento, deixando apenas os caixas eletrônicos em funcionamento. A Fenaban ainda não se manifestou oficialmente sobre a greve no RN, mas a expectativa é de que novas rodadas de negociação sejam convocadas para tentar resolver o impasse.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Trabalhadores da saúde seguem em greve no RN

Trabalhadores da saúde seguem em greve no RN

Profissionais lutam por melhorias salariais e condições de trabalho no estado

Os trabalhadores da saúde pública do estado do Rio Grande do Norte deram início a uma greve da categoria nesta quarta-feira (19.jul.2023), em um ato realizado em frente ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. A paralisação tem como objetivo pressionar o Governo do Estado a atender as demandas da categoria, que busca melhorias salariais e condições de trabalho mais justas.

No segundo dia do movimento grevista, nesta quinta-feira (20), os profissionais participaram de um Debate sobre a luta dos trabalhadores e trabalhadoras, bem como o direito de greve, no auditório do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol). O calendário de atividades inclui ações programadas até a próxima segunda-feira (24).

Entre as reivindicações do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde) estão a reposição das perdas salariais de 21,87% para os profissionais da saúde, a implementação e pagamento do adicional dos técnicos de Radiologia, reenquadramento respeitando o tempo de serviço, convocação do cadastro de reserva e realização de um novo concurso público, além da implementação de mudanças de carga horária de 30 para 40 horas.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap-RN) alega que mantém a mesa de negociação do Sistema Único de Saúde (SUS) aberta, como tem feito desde 2019. No entanto, um dia antes do início da greve, a pasta enviou um ofício ao Sindsaúde reforçando informações apresentadas em reuniões anteriores, sem abrir espaço para negociação.

Até o momento, a Sesap não demonstrou intenção de judicializar a questão, mas, segundo o sindicato, a greve continua como forma de pressionar o governo a atender as demandas dos profissionais da saúde pública do RN.

Foto: Reprodução/Redes Sociais/SindSaúde

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Professores da Rede Estadual não aceitam acordo e deflagram greve na volta às aulas

Professores da Rede Estadual não aceitam acordo e deflagram greve na volta às aulas

Os professores da Rede Estadual de Ensino rejeitaram a proposta apresentada pelo Governo do Rio Grande do Norte para atualizar o Piso Salarial 2022 e decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (15.fev.2022). O estado contabiliza atualmente um quantitativo de 15 mil professores. A paralisação das atividades deve afetar um total de 220 mil alunos em todo o RN. 

A deliberação aconteceu em Assembleia virtual realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte/RN) nesta segunda-feira (14.fev.2022). Consultados, 90% dos participantes votaram a favor da greve, 6% se posicionaram contra e outros 4% se abstiveram. Os professores da Rede Estadual consideram que a proposta pelo governo oferecida é insuficiente e cobram o percentual de 33,24% relativos ao reajuste do Piso Salarial de 2022. 

A proposta do Governo, oficializada e detalhada por meio de documento, consiste em aplicar os 33,24% a partir de janeiro para os que ganham menos que R$3.845,63, proporcional a 30 horas; aplicar, a partir de janeiro, entre 0,1% e 33,24% para quem ganha menos que R$3.843,63; aplicar em março os 13% para todos que não receberam em janeiro; complementar em dezembro os 33,24%, entre 0% a 17,91%, dependendo da parcela recebida no mês de janeiro ou março.

“Quando se trata de um direito é compreensível entender o porquê a proposta foi rejeitada. Somos uma categoria que historicamente sofre com os baixos salários. Portanto, os 33,24% representam uma reposição de dois anos relativos à atualização dos nossos salários”, afirmou a coordenadora geral do Sinte/RN, professora Fátima Cardoso. “O Governo deve entender que a data limite de negociação está se esgotando. Assim, é preciso implantar o Piso. Não dá para deixar um vácuo. (O Governo) tem que negociar para cumprir a Lei, é isso que esperamos”, acrescentou.

Na quinta-feira (17.fev.2022), os professores da Rede Estadual devem se reunir novamente em assembleia para deliberar uma contraproposta.

Foto: Reprodução/Danilo Bezerra

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