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BioNTech afirma que já está trabalhando em vacina para conter a variante Ômicron

BioNTech afirma que já está trabalhando em vacina para conter a variante Ômicron

A BioNTech informou ontem (29.nov.2021) que começou a trabalhar em uma vacina para combater a Ômicron, a nova variante do coronavírus detectada na África do Sul. Ainda não está claro se a empresa terá que retrabalhar a vacina que desenvolveu em parceria com a Pfizer contra a covid-19.

O desenvolvimento de uma vacina adaptada faz parte do procedimento padrão da empresa para novas variantes, disse a BioNTech, que produz imunizantes junto com a Pfizer, em comunicado. “Os primeiros passos para desenvolver uma potencial nova vacina se sobrepõem à pesquisa necessária para avaliar se uma nova dose será necessária”, acrescentou.

A variante Ômicron carrega um risco global muito alto de surtos, alertou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme mais países relataram casos, o que levou ao fechamento de fronteiras.

A BioNTech disse, na sexta-feira (26.nov.2021), que espera mais dados de laboratório nas próximas duas semanas para ajudar a determinar se há necessidade de uma vacina específica para a Ômicron. Sua rival, a Moderna, informou que está trabalhando em uma reformulação de sua vacina contra a covid-19 para futuras doses de reforço.

Com informações da Agência Brasil

Foto: Reuters/Kai Pfaffenbach/Direitos Reservados

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Vacina Moderna

Vacinas da Pfizer e Moderna contra novas variantes estão mais caras

Após as adaptações às variantes do novo coronavírus, as vacinas das farmacêuticas Pfizer e Moderna aumentaram os preços dos seus imunizantes para a União Europeia. A informação foi do secretário de Estado francês para Assuntos Europeus, Clément Beaune, confirmando uma notícia publicada pelo jornal Financial Times.

“Tem que olhar tudo isso com racionalidade, não se deixar enganar, obviamente, sem ter contratos mais exigentes, com produtos adaptados às variantes. Não apenas para a União Europeia, mas para todos os compradores será um pouco mais caro”, declarou Clément Beaun, em entrevista à Rádio France Internationale (RFI).

O valor do aumento não foi mencionado. Mas, segundo o jornal financeiro britânico, que teve acesso ao contrato concluído com a UE, o preço da vacina da Pfizer aumentou de US$ 18,39 (R$ 94,47) para US$ 23,14 (R$ 118,88) a unidade, e a da Moderna, de US$ 22,5 (R$ 115,59) para US$ 25,5 (R$ 131).

“Eles [fabricantes] estão fazendo adaptações para as variantes, como se pede nos contratos que estão sendo negociados. Também pedimos que a maior parte da produção, quase 300 componentes da vacina, seja produzida na Europa”, acrescentou Beaune.

Foto: Kai Pfaffebach/Reuters

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Pfizer

Anvisa alerta para possíveis casos de miocardite após segunda dose da Pfizer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) declarou que os imunizantes que utilizam a tecnologia de RNA Mensageiro em sua composição estão sendo responsáveis pelo aumento de casos de miocardite nos Estados Unidos após a vacinação dos americanos contra a Covid-19. A miocardite ocorre quando há uma inflamação no músculo cardíaco. Atualmente, as vacinas da Pfizer e da Moderna utilizam essa tecnologia.

No Brasil, que tem a vacina Pfizer autorizada para aplicação no País, não houve ainda qualquer relato oficial dessa condição nos vacinados; mas o órgão regulador alerta para a necessidade de acompanhamento por parte das secretarias, serviços e profissionais de saúde no diagnóstico, tratamento e notificação de possíveis casos de miocardite nos brasileiros.

Nos Estados Unidos, riscos foram aumentados para a ocorrência de miocardite e pericardite após a aplicação da segunda dose das vacinas. Os sintomas são dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos e surgem alguns dias após a vacinação. A Anvisa diz que a identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica de pacientes com quadro de miocardite e pericardite; mas esclarece que o risco da ocorrência desses efeitos adversos é baixo.

Aos pacientes que forem imunizados com a Pfizer, a agência orienta que procurem atendimento médico imediato se tiverem sintomas como dor no peito, falta de ar e palpitações. Os casos suspeitos devem ser comunicados à Anvisa.

Foto: Reprodução/Reuters/Dado Ruvic

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