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La Brasa Burger Natal completa 1 ano com programação especial e sorteio de TV

La Brasa Burger Natal completa 1 ano com programação especial e sorteio de TV

A hamburgueria conta também com canecas de chopps estupidamente geladas para acompanhar os deliciosos pratos

A Hamburgueria Artesanal La Brasa Burger Natal, localizada no bairro de Ponta Negra, completa, neste final de semana, um ano de funcionamento na capital potiguar e preparou uma programação especial para os natalenses. De sexta (17) a domingo (19), a hamburgueria estará com diversas promoções de hambúrgueres, petiscos e chopps e o melhor, a cada R$ 100 em compras o cliente concorre ao sorteio de uma televisão de 43 polegadas.

Em alusão ao aniversário, a Hamburgueria trará combos especiais (hambúrguer, batata e refrigerante) a partir de R$ 29,90, além de petiscos a partir de R$ 45,90 e Chopp Brahma por apenas R$ 6,90.

Com mais de 30 opções de burguers, entre smash, hot dog, burgers doces e uma variedade imensa de petiscos e porções, a La Brasa Burger Natal é um convite aos apaixonados por hambúrgueres artesanais. A hamburgueria conta também com canecas de chopps estupidamente geladas para acompanhar os deliciosos pratos.

A La Brasa Burger destaca-se por seus blends de carnes de alta qualidade, que incluem picanha, fraldinha, toscana, costela, frango e vegetariano, todos com 200 gramas. Os hambúrgueres são preparados com ingredientes frescos e selecionados, garantindo um sabor inigualável.

A hamburgueria conta com um ambiente moderno e acolhedor, perfeito para reunir amigos e família em um momento de descontração. Localizada em um ponto estratégico da cidade, tem se tornado uma excelente opção para quem busca um lugar para comer bem e se divertir. A La Brasa Burger tem o compromisso de oferecer aos seus clientes uma experiência única e inesquecível, unindo sabor, qualidade e atendimento de excelência.

Serviço:
La Brasa Burger Natal
Endereço: Rua Dr. Hernani Hugo Gomes, 2974, Capim Macio, Natal – RN
Horário de funcionamento: De domingo a quinta, das 18h às 23h.
Sexta-feira, das 18h às 0h30
Sábado, das 18h às 2h
Redes sociais: @labrasaburgernatal
Telefone:(84) 2226-9298

Foto: Divulgação

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Venda de álcool líquido volta a ser proibida a partir do dia 29

Venda de álcool líquido volta a ser proibida a partir do dia 29

Supermercados insistem na venda do produto

“Fica calmo que vamos sair dessa e tudo vai passar”. Foi essa a frase escutada por Pedro Ernesto Martinez quando tinha apenas 17 anos e acordava de uma dolorosa cirurgia de raspagem de pele após ter diversas partes de seu corpo queimadas por álcool. O líquido era usado para acender o carvão durante um churrasco com família.

O autor da frase foi uma outra vítima de queimadura. “A situação dele era pior do que a minha. Ele estava com o corpo todo coberto de curativos, deixando à vista apenas um de seus olhos. Mesmo assim, tentava me passar uma mensagem de otimismo. Foi marcante”, lembra Pedro Ernesto.

Acidentes do tipo fazem milhares de vítimas a cada ano no país. Diante dessa situação alarmante, o Poder Público proibiu, desde 2002, a venda de álcool líquido com percentual igual ou superior a 54 GL em estabelecimentos comerciais como supermercados e farmácias.

A medida, no entanto, foi temporariamente revogada, em 2020, durante a pandemia de covid-19, uma vez que, na época, o álcool usado para a higienização de mãos e objetos ajudava a evitar a disseminação do vírus.

O prazo final previsto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para a comercialização de álcool líquido é o dia 29 de abril. “A partir daí, a disponibilidade será apenas em outras formas físicas, como gel, lenço impregnado, aerossol”, explica a Anvisa.

Churrasqueiras e fogueiras

De acordo com o Ministério da Saúde, são registradas cerca de 150 mil internações por ano, em decorrência de queimaduras. Com base em levantamentos e consultas com participação da sociedade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) explica que, em geral, a situação mais perigosa envolvendo queimaduras está relacionadas ao uso do álcool no momento em que as pessoas acendem churrasqueiras e fogueiras.

“No gerenciamento de risco são considerados vários fatores para se avaliar o potencial perigo de um produto para o ser humano. No caso do álcool, um desses fatores é a facilidade de espalhamento do produto antes e durante a combustão quando em estado líquido, o que é inversamente proporcional quando com viscosidade. Assim, quando há acidente com o álcool na forma física líquida, a extensão e o dano à pele são grandes”, informou a agência.

Foi exatamente o que aconteceu com Pedro Ernesto. “Tudo aconteceu muito rápido. Foram 10 ou 15 segundos que mudaram minha vida, inclusive prejudicando meus estudos, porque isso aconteceu no ano em que eu deveria me preparar para os exames visando a entrada na universidade”, disse, referindo-se ao acidente ocorrido no dia 2 de fevereiro de 2014.

“Eu estava jogando sinuca. Ao ver meu tio usando álcool para acender o carvão, fui na direção dele para avisar que isso era perigoso. Não deu outra. Ao virar a garrafa para tentar reativar o fogo quase apagado, a chama subiu pelo fio de álcool e explodiu, espalhando o fogo por todos os lados”, lembra Pedro Ernesto.

O acidente aconteceu quando ele estava a meio metro da churrasqueira. “Lembro de ter usado as mãos para proteger meu rosto. Após alguns segundos, senti minha perna queimando. Meu calção estava em chamas. Jogaram então água para apagar o fogo. Foi quando olhei para minhas mãos e vi a pele toda retorcida. Foram segundos de total desespero”, acrescentou o jovem, que sofreu queimaduras de terceiro grau nas mãos, nos antebraços e nas coxas; e de segundo grau na barriga.

Após um mês de internação, Pedro foi para casa, onde foram necessários outros dois meses de tratamento dolorido e caro, uma vez que cada placa de metal utilizada para cobrir a pele custava mais de R$ 1,5 mil.

“São feridas que demoram muito a cicatrizar. Muita dor mesmo, porque era necessário machucar com raspagens para sarar. Eu chorava pedindo mais morfina para aliviar a dor, principalmente nos momentos posteriores às quatro cirurgias que fiz”, descreveu o jovem de 27 anos, que trabalha atualmente como bartender, especialista em preparar drinks alcoólicos e não alcoólicos, no restaurante Capincho, em Porto Alegre.

Supermercados querem vender

A retirada de álcool líquido das prateleiras de supermercados foi criticada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A entidade reivindica, junto à Anvisa, que a medida seja revista, sob o argumento de que “o consumidor já se acostumou a comprar [o produto] não só em farmácias, mas em supermercados de todo o Brasil”.

Segundo a Abras, “a proibição da comercialização retirará do consumidor o acesso ao produto de melhor relação custo-benefício, comprovadamente eficaz nos cuidados com a saúde, na sanitização de ambientes e na proteção contra doenças, incluindo a covid-19”.

Em nota, o vice presidente da entidade, Marcio Milan, argumenta que “os consumidores se adaptaram e adotaram a prática comum de compra do álcool líquido 70% para higienização de ambientes em casa e no trabalho, pois o setor supermercadista fez uma campanha bem-sucedida de orientação e esclarecimentos que proporcionaram um comportamento sensato e seguro destes sanitizantes, sem o registro de contingência ou acidentes desde a liberação da comercialização pela Agência em 2022”.

A Abras acrescenta que, desde a autorização da Anvisa em 2022, mais de 64 milhões de unidades de álcool líquido 70% foram comercializadas pelos supermercados. “O setor tem observado que o consumidor mantém a preferência pelo álcool 70% na forma líquida por não deixar resíduos em móveis e objetos”.

Quem sentiu literalmente na pele o problema de liberar a comercialização de álcool líquido tem posição bem diferente da manifestada pela Abras. “Sou 100% favorável à proibição da venda, na forma como é feita. É um produto extremamente perigoso que não pode ser tão acessível, mesmo que sejam feitas campanhas de conscientização sobre seu correto manuseio”, alerta Pedro Ernesto, que hoje carrega umas poucas manchas e alguns vazios de pelos na perna.

Superação

“Foi uma experiência muito ruim, mas me trouxe muitos aprendizados sobre como encarar a vida. Hoje estou sempre na busca por coisas que me fazem feliz. Passei a enxergar melhor o que é a felicidade. E, nos momentos em que estou mal, sinto mais facilidade de encarar os problemas. Nessas horas, lembro que já encarei muita coisa pior. E lembro novamente daquele cara coberto de ataduras dizendo que tudo vai passar”, completou

Mágoa com o tio que causou o acidente? “Nenhuma. Muito pelo contrário. Hoje estamos muito mais próximos e amigos. Foi um acidente, mas foi também ponto de partida para muitos aprendizados.”

Foto: Nelson Jr./Ascom/TSE

Da Agência Brasil

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Gargalheiras transborda e forma 'véu de noiva'

Gargalheiras transborda e forma ‘véu de noiva’

Sertanejos celebram o retorno da água ao açude, um dos maiores do Rio Grande do Norte.

Após 13 anos, o açude Gargalheiras, em Acari, no Seridó do Rio Grande do Norte, voltou a sangrar na manhã desta sexta-feira (5.abr.2024). O evento, que marca a recuperação do reservatório após um longo período de seca, foi recebido com festa pelos sertanejos da região.

O aumento do volume de água transbordando do reservatório formou o esperado “véu de noiva”, uma cachoeira que escorre pela parede de mais de 20 metros de altura. A lâmina de água – a distância entre a parede e a superfície da água que transbordava – era de 24 centímetros na manhã desta sexta-feira.

A sangria começou na noite de quinta-feira (3.abr), ainda tímida, mas já foi motivo de comemoração para os moradores da região. Centenas de pessoas se aglomeraram às margens do Gargalheiras para celebrar o retorno da água.

Desde a segunda-feira (1º.abr), um grupo de moradores da cidade de Acari e da Região Seridó organizava uma “vigília” às margens do açude à espera da sangria. Na madrugada desta quarta-feira (3), por exemplo, houve forró, churrasco e até festa de aniversário no local.

História

O açude Gargalheiras tem capacidade para armazenar mais de 44 milhões de metros cúbicos de água e é um dos maiores do Rio Grande do Norte. Patrimônio histórico, geográfico, paisagístico, ambiental e turístico do estado, o Gargalheiras serviu de locação para o filme “Bacurau” em 2018.

Superação da seca

Desde a última sangria, em 2011, o Gargalheiras passou por momentos difíceis com a falta de chuvas na região, chegando a ficar completamente seco em alguns momentos entre os anos de 2017, 2018 e 2019.

Em cerca de 40 dias, o açude de Gargalheiras saiu de 1% de volume de água para a sangria. As chuvas que caíram nos últimos dias no estado, impulsionadas pela sangria do Açude Dourado, em Currais Novos, foram fundamentais para a recuperação do reservatório.

Foto: Hugo Andrade/Inter TV Cabugi

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Decoradora apresenta tendências para organizar Páscoa em casa

Decoradora apresenta tendências para organizar Páscoa em casa

Alcyone Nóbrega utiliza sua expertise em decor para auxiliar quem deseja decorar a casa no período

À medida que a temporada de Páscoa se aproxima, muitas pessoas estão ansiosas para transformar suas casas em espaços encantadores que refletem o espírito festivo da ocasião. Uma abordagem cada vez mais popular é buscar a orientação e a assistência de empresas especializadas em decoração para garantir o sucesso de almoços e jantares íntimos, mas também de eventos maiores.

Em Natal, a especialista em festas e decoração, Alcyone Nóbrega, comenta algumas tendências para este ano. Com um acervo que gira em torno de 5.000 peças, a decoradora inaugurou recentemente um espaço dedicado a produzir decorações para todas as épocas do ano.

Minimalismo elegante

O minimalismo continua a ser uma tendência dominante na decoração de interiores, mesmo durante as festividades da Páscoa. “Muitas pessoas estão optando por decorações mais simples e elegantes, com ênfase em linhas limpas e espaços desobstruídos”, afirma Alcyone.

Paleta de Cores Refrescante

As cores tradicionais da Páscoa, como o rosa, o azul e o verde, continuam sendo populares, mas há uma preferência crescente por tons mais suaves e refrescantes. Para a empresária, “cores suaves como lavanda, pêssego e menta estão ganhando destaque, trazendo uma sensação de serenidade e frescor para os ambientes”.

Detalhes Artesanais e Personalizados

”Peças artesanais e detalhes personalizados sempre adicionam um toque de charme e individualidade a todo tipo de decoração. Na Páscoa não seria diferente”, acredita a decoradora. Desde cerâmicas feitas à mão até peças bordadas e artesanais, esses detalhes únicos adicionam uma sensação de autenticidade e aconchego aos espaços.

Colaboração com Especialistas em Decoração

Em busca de criar ambientes verdadeiramente cativantes e memoráveis, muitas pessoas estão recorrendo à assistência de empresas especializadas em decoração. “Essas parcerias oferecem acesso a conhecimentos especializados, tendências atuais e uma variedade de recursos que ajudam a tornar as visões de decoração em realidade”, explica Alcyone.

Ao trabalhar em colaboração com uma empresa de decoração, os anfitriões podem criar espaços que não apenas refletem suas próprias visões e estilos pessoais, mas também incorporam as últimas tendências e ideias criativas em design de interiores. “Essa parceria resulta em ambientes deslumbrantes e acolhedores, que tornam a celebração da Páscoa verdadeiramente inesquecível para todos os presentes”, finaliza Alcyone Nóbrega.

Foto: Divulgação

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Brasil registra mais de 2 milhões de casos de dengue

Brasil registra mais de 2 milhões de casos de dengue

Até o momento, há 682 óbitos confirmados por conta da doença

O Ministério da Saúde contabiliza mais de 2 milhões de casos de dengue no Brasil em 2024. Do total de 2.010.896 casos prováveis, 682 resultaram em morte – número que pode aumentar, uma vez que há ainda 1.042 óbitos em investigação. De acordo com balanço divulgado pelo ministério, o coeficiente de incidência da doença está em 990,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Com 161.299 casos prováveis, o Distrito Federal é a unidade federativa com maior coeficiente de incidência (5.725,8). Em segundo lugar, está Minas Gerais, com coeficiente de incidência em 3.295; e 676.758 casos prováveis. Na sequência estão Espírito Santo (coeficiente em 1.982,5 e 75.997 casos prováveis; Paraná (coeficiente em 1.653,2 e 189.179 casos prováveis); e Goiás (coeficiente em 1.565,3 e 110.433 casos prováveis).

No Rio de Janeiro, o coeficiente de incidência está em 933,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Lá, já são 149.797 casos prováveis.

A unidade da federação com maior número de casos prováveis é São Paulo (379.222). O coeficiente registrado no estado, segundo o levantamento, é de 853,7 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Na quarta-feira (20), a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, destacou que os três primeiros meses de 2024 registram mais casos graves de dengue do que em todo o ano de 2023, quando foram contabilizados pouco mais de 1,6 milhão de casos. Naquele ano, a doença matou 1.094 pessoas. Há ainda 218 óbitos sob investigação.

“Estamos tendo muito mais casos graves que no ano anterior”, disse, ao lembrar que, até então, na série histórica, 2023 havia sido o ano com maior número de casos graves da doença. “Temos muito mais pessoas chegando [com quadro] grave aos serviços de saúde. Esse é um importante ponto de alerta para nós”, acrescentou a secretária.

Na oportunidade, ela informou que o tempo médio entre o início dos sintomas e a notificação de caso de dengue é de quatro dias. O tempo médio entre o início dos sintomas e a internação também é de quatro dias. Já o tempo médio entre o início dos sintomas e o óbito é de seis dias, enquanto o tempo médio entre o início dos sintomas e os sinais de gravidade é de cinco dias.

“O quarto dia tem sido um alerta de que as pessoas podem agravar [o quadro de saúde]. Então, um monitoramento que faça com que essa pessoa volte no quarto dia da doença pode salvar muitas vidas”, destacou Ethel Maciel.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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