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Chuvas em Minas Gerais e Rio de Janeiro deixam mortos, desabrigados e estado de alerta

Chuvas em Minas Gerais e Rio de Janeiro deixam mortos, desabrigados e estado de alerta

Novo deslizamento em Juiz de Fora atinge três casas e deixa uma pessoa desaparecida; Rio de Janeiro: alertas extremos, deslizamentos e 80 ocorrências em todo o estado

As fortes chuvas que atingem as regiões Sudeste desde o início da semana provocaram uma tragédia em Minas Gerais e colocaram o Rio de Janeiro em estado de alerta máximo. Os temporais já causaram 64 mortes na Zona da Mata Mineira, deixaram milhares de desabrigados e levaram o governo federal a liberar recursos emergenciais para os municípios afetados. No Rio de Janeiro, deslizamentos, alagamentos e o acionamento de sirenes em áreas de risco mobilizam as equipes de defesa civil e bombeiros.

Tragédia em Minas Gerais: 64 mortos e 4,2 mil desabrigados na Zona da Mata

Os deslizamentos e enchentes causados pelas fortes chuvas que atingem a Zona da Mata Mineira desde segunda-feira (23) deixaram 64 mortos, dos quais 58 em Juiz de Fora e seis em Ubá, informou o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) na manhã desta sexta-feira (27). Ainda existem três desaparecidos em Juiz de Fora e dois em Ubá.

Em Juiz de Fora, os bombeiros estão mobilizados em três frentes de trabalho: bairros Paineiras, JK (Comunidade Parque Burnier) e Linhares. Nesta quinta-feira (26), houve um novo deslizamento, que atingiu três casas no Bairro Bom Clima, em Juiz de Fora, com o registro de uma vítima desaparecida.

Segundo a prefeitura de Juiz de Fora, há cerca de 4,2 mil desabrigados e desalojados e foram registradas 1.696 ocorrências pela Defesa Civil desde a última segunda-feira.

O governador Romeu Zema esteve na região e confirmou, em coletiva na terça-feira (24), as primeiras 24 mortes, número que cresceu drasticamente nos dias seguintes . “Em poucas horas, choveu quase o equivalente a um mês inteiro. Isso provocou deslizamentos severos”, afirmou o governador.

Alertas do Inmet para Minas Gerais

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta de perigo para chuvas intensas até às 23h59 desta sexta-feira na Zona da Mata, com chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 mm/dia e ventos intensos (60-100 km/h) . Permanece o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Rio de Janeiro: alertas extremos, deslizamentos e ocorrências em todo o estado

Cerca de 30 alertas extremos de chuva, com risco de inundações e deslizamentos, foram enviados para os municípios mais afetados no estado do Rio de Janeiro . Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio das Ostras receberam os avisos na tarde dessa quinta-feira (26).

O Corpo de Bombeiros do Rio foi acionado para mais de 80 ocorrências relacionadas às chuvas desde quinta-feira (26), sendo 33 apenas na madrugada e início da manhã desta sexta-feira (27) – a maioria de inundações, alagamentos e deslizamentos .

Em Angra dos Reis, um homem de 55 anos morreu após um deslizamento de terra no bairro Belém. A região foi uma das mais afetadas pelo temporal que atinge diferentes municípios do estado desde a tarde de quinta-feira . Em Cabo Frio, na Região dos Lagos, duas vítimas ficaram feridas após um desabamento em um restaurante na manhã desta sexta-feira (27).

O município de Angra dos Reis registrou 138 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e 236 milímetros nas últimas 96 horas . Diante dos acumulados expressivos, a prefeitura iniciou a mobilização para evacuação preventiva em áreas inseridas no sistema de monitoramento, como medida diante da saturação do solo e do risco potencial de deslizamentos.

Sirenes acionadas e áreas de risco no Rio

Nesse período, 65 estações de sirenes foram acionadas para aviso de chuva e 30 para mobilização de comunidades em Angra dos Reis, Mangaratiba, Bom Jardim, Barra Mansa, Magé, Barra do Piraí, Teresópolis e Duque de Caxias.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, alertou nas redes sociais que será mais “um dia com muita chuva” e que os principais problemas, na capital, foram registrados no bairro de Santa Cruz na madrugada . “Hoje é dia de evitar deslocamentos que não sejam essenciais. Em caso de chuva forte abriguem-se em locais seguros. Peço atenção especial a moradores em áreas de risco em encostas. A chuva contínua encharca o solo e aumenta o risco de deslizamentos”, disse Paes.

Riscos hidrológicos e geológicos no estado do Rio

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden-RJ) informa que, neste momento, é muito alto o risco hidrológico em Macaé, Rio das Ostras, Paraty, Mangaratiba, Angra dos Reis, Santo Antônio de Pádua e Bom Jardim, e alto em Barra Mansa, Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim, Cabo Frio, Armação dos Búzios, Porciúncula, Sumidouro, Sapucaia, São Sebastião do Alto e Campos dos Goytacazes.

Também é muito alto o risco geológico em Angra dos Reis e Mangaratiba e alto em Paraty, Nova Friburgo, Bom Jardim, Resende, Três Rios, Comendador Levy Gasparian e Macaé.

Governo federal libera R$ 6 milhões para ações de resposta em três estados

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta sexta-feira (27) o repasse de R$ 6,196 milhões para ações de resposta em sete municípios atingidos por desastres naturais em Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos recursos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Em Minas Gerais, os municípios de Ubá e Matias Barbosa, afetados pelas fortes chuvas desta semana, estão entre os contemplados. Também receberá recursos a cidade de Pescador. No Piauí, o repasse foi destinado a Vera Mendes. Já no Rio Grande do Sul, os valores serão direcionados a Vespasiano Corrêa, Passa Sete e Maquiné.

Ao todo, Vera Mendes (PI) receberá R$ 277.793,49; Vespasiano Corrêa (RS), R$ 122.350,00; Passa Sete (RS), R$ 3.221.700,00; Maquiné (RS), R$ 430.000,00; Pescador (MG), R$ 88.697,60; Ubá (MG), R$ 752.842,40; e Matias Barbosa (MG), R$ 1.057.100,00 e R$ 245.967,56, conforme as portarias publicadas.

Segundo o MIDR, os recursos foram autorizados com base em critérios técnicos, que consideram a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as demandas apresentadas nos planos de trabalho encaminhados pelas prefeituras.

Como funciona o repasse para emergências

Municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR para ações de defesa civil. Os pedidos devem ser feitos por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres.

A partir do envio dos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores propostos. Após a aprovação, a liberação dos recursos é formalizada por portaria publicada no Diário Oficial da União. A Defesa Civil Nacional também disponibiliza cursos a distância voltados à capacitação de agentes municipais e estaduais para o uso do sistema.

Previsão do tempo: chuvas continuam no Sudeste

O Sistema Alerta Rio informou que nesta sexta-feira, o tempo na capital fluminense segue instável devido à influência de um sistema de baixa pressão no litoral do estado. A previsão é de céu nublado a encoberto ao longo do dia, com chuva moderada em alguns pontos neste início de manhã e acumulados pontualmente significativos nas últimas 12h e 24h . A partir da tarde, a chuva variará entre fraca e moderada, com ventos moderados, ocasionalmente fortes. As temperaturas estarão em declínio, com máxima prevista de 29°C.

Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Civil do Rio de Janeiro, para as próximas horas, ainda são esperadas chuvas moderadas nas regiões da Baixada Fluminense, Baixada Litorânea, Serrana e Metropolitana. Para as demais regiões há previsão de chuvas fracas a moderadas.

Em Minas Gerais, o Inmet mantém o alerta de perigo para chuvas intensas até o fim do dia, com risco de novos acumulados significativos na Zona da Mata.

As equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros permanecem mobilizadas nos dois estados, com monitoramento contínuo das áreas de risco e prontas para atender novas ocorrências.

Fotos: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Sobe para 40 o número de mortos após temporais na Zona da Mata mineira; Inmet emite alerta de grande perigo

Sobe para 40 o número de mortos após temporais na Zona da Mata mineira; Inmet emite alerta de grande perigo

Juiz de Fora contabiliza 34 óbitos e 25 desaparecidos; Ubá registra seis mortos e dois desaparecidos. Defesa Civil alerta para novos deslizamentos e alagamentos nas próximas horas

O número de mortes em decorrência dos temporais que atingem a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23) chegou a 40, de acordo com o mais recente balanço divulgado pelo Corpo de Bombeiros na tarde desta quarta-feira (25). A região enfrenta o que especialistas classificam como um dos piores desastres naturais dos últimos anos no estado, com cidades inteiras em situação de emergência e centenas de famílias desabrigadas.

O levantamento aponta que o município de Juiz de Fora é o mais atingido até o momento. Na cidade, 34 pessoas morreram em decorrência das chuvas, enxurradas e deslizamentos de terra. Há ainda 25 desaparecidos, cujas buscas prosseguem com equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, embora as condições climáticas adversas dificultem os trabalhos de localização.

Em Ubá, também na Zona da Mata, o número de mortos chega a seis, com dois desaparecidos. As duas cidades concentram a totalidade das vítimas fatais registradas até agora, mas equipes de resgate permanecem em alerta em outras localidades da região, onde os danos materiais também são significativos.

Desabrigados e desalojados

Os impactos sociais dos temporais já são sentidos por centenas de famílias. Em Juiz de Fora, o poder público contabiliza 3 mil pessoas desabrigadas, ou seja, que precisaram deixar suas residências e foram acolhidas em abrigos temporários montados pela prefeitura e por entidades assistenciais. Além dessas, outras 400 pessoas estão desalojadas na cidade, tendo buscado abrigo na casa de parentes ou amigos.

Em Ubá, os números são menores, mas igualmente preocupantes para a estrutura municipal. São 26 pessoas desabrigadas e 178 desalojadas, segundo informações repassadas pela prefeitura ao Corpo de Bombeiros. A cidade também enfrenta problemas de abastecimento e vias interditadas.

Alerta de grande perigo para chuvas intensas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de grande perigo para as regiões atingidas, válido até as 23h59 de sexta-feira (27). O aviso indica que as chuvas podem ser superiores a 60 milímetros por hora ou ultrapassar a marca de 100 milímetros em 24 horas, o que eleva significativamente o risco de novos desastres.

De acordo com o órgão, há elevado risco de grandes alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas em cidades situadas nas áreas de risco da Zona da Mata mineira. O alerta orienta a população a permanecer em local abrigado, observar qualquer alteração no solo das encostas e, em caso de emergência, acionar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).

O Inmet informa ainda que fevereiro de 2026 está entre os meses mais chuvosos dos últimos anos em Minas Gerais, especialmente nas regiões Centro-Sul e Oeste do estado. Nas regiões Noroeste, Norte, Jequitinhonha e Mucuri, as chuvas foram menos frequentes, mas o acumulado até o momento já supera a média histórica para o período.

Juiz de Fora: 240% acima da média histórica

Os números pluviométricos em Juiz de Fora ilustram a gravidade da situação. Segundo medições oficiais, apenas entre os dias 22 e 24 de fevereiro, a cidade registrou 229,9 milímetros de chuva. Considerando todo o mês de fevereiro, até a manhã de terça-feira (24), o acumulado chegou a 579,3 mm.

O volume representa 240% acima da média climatológica para fevereiro, que é de 170,3 mm. A precipitação concentrada em poucos dias sobrecarregou o sistema de drenagem urbana e deixou o solo encharcado, favorecendo os deslizamentos de encostas e o transbordamento de córregos e ribeirões.

Risco de novos alagamentos e enxurradas

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) considera muito alta a possibilidade de permanência ou novas ocorrências de enxurradas, alagamentos em áreas de drenagem deficiente e inundações em Juiz de Fora e cidades vizinhas.

Os eventos podem ocorrer devido às atuais condições críticas da drenagem urbana, reflexo dos acumulados de chuva dos últimos dias e da saturação do solo na região. A previsão para os próximos dias indica a continuidade de pancadas de chuva generalizadas, com intensidade moderada a forte, o que mantém o estado de alerta máximo.

Recomendações das autoridades

Diante do cenário, o Inmet e a Defesa Civil reforçam as orientações à população das áreas afetadas:

  • Desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia sempre que possível.
  • Observe atentamente qualquer alteração nas encostas próximas às residências, como surgimento de rachaduras, inclinação de árvores ou postes e movimentação de terra.
  • Permaneça em local abrigado durante os temporais.
  • Em caso de situação de inundação, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos.
  • Mantenha contato com os órgãos oficiais: Defesa Civil (telefone 199) e Corpo de Bombeiros (telefone 193).

As equipes de resgate seguem em campo nas áreas mais atingidas, mas alertam que as condições climáticas adversas podem dificultar o acesso a localidades isoladas e retardar o atendimento a novas ocorrências.

Fotos: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Inmet emite alertas amarelo e laranja de chuvas intensas para todo o RN

Inmet emite alertas amarelo e laranja de chuvas intensas para todo o RN

Alertas seguem válidos até 23h59 desta terça-feira; Previsão indica risco de alagamentos, deslizamentos e transbordamentos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta segunda-feira (9), dois alertas de chuvas intensas para o Rio Grande do Norte. Os avisos possuem níveis diferentes de severidade, sendo um alerta amarelo (perigo potencial) e um alerta laranja (perigo).

De acordo com o órgão, os alertas seguem válidos até as 23h59 da terça-feira (10) e indicam possibilidade de chuvas intensas em todo o território potiguar. Os riscos associados variam conforme a região, podendo incluir alagamentos pontuais, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

Alerta laranja do Inmet indica perigo em municípios do Alto Oeste do RN

O alerta laranja, classificado como de perigo, é o nível de maior severidade emitido pelo Inmet nesta atualização. Segundo o instituto, a previsão é de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, ou 50 a 100 milímetros por dia, abrangendo 30 municípios do Rio Grande do Norte, com maior concentração na região do Alto Oeste potiguar.

Conforme o Inmet, as condições meteorológicas previstas aumentam o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios, especialmente em áreas com histórico de vulnerabilidade.

Recomendações do Inmet para áreas sob alerta laranja no RN

Diante do alerta laranja de chuvas intensas no RN, o Inmet orienta a população a evitar enfrentar o mau tempo, observar possíveis alterações em encostas e, sempre que possível, desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

As recomendações são válidas durante todo o período de vigência do alerta e têm como objetivo reduzir riscos associados a eventos meteorológicos intensos.

Alerta amarelo prevê chuva moderada e ventos em todo o estado

Além do alerta laranja, o Inmet também emitiu um alerta amarelo, classificado como de perigo potencial, que abrange todos os municípios do Rio Grande do Norte, inclusive aqueles que também estão sob alerta laranja.

Para este nível, a previsão indica chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia, além de ventos com intensidade entre 40 e 60 quilômetros por hora.

Riscos associados ao alerta amarelo de chuvas no RN

Segundo o Inmet, o alerta amarelo aponta baixo risco para ocorrências como queda de galhos de árvores, interrupções pontuais no fornecimento de energia elétrica, alagamentos e descargas elétricas.

Apesar do menor grau de severidade em relação ao alerta laranja, o instituto reforça que a população deve adotar medidas preventivas durante o período de vigência do aviso.

Orientações do Inmet para a população durante o alerta amarelo

Entre as orientações do Inmet para áreas sob alerta amarelo estão evitar abrigo sob árvores durante rajadas de vento, não estacionar veículos próximos a torres e placas e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

O alerta amarelo permanece válido para todo o Rio Grande do Norte até o fim da noite da terça-feira (10).

Municípios em alerta laranja (perigo)

  • Água Nova
  • Alexandria
  • Antônio Martins
  • Apodi
  • Coronel João Pessoa
  • Doutor Severiano
  • Encanto
  • Francisco Dantas
  • Itaú
  • José da Penha
  • Luís Gomes
  • Major Sales
  • Marcelino Vieira
  • Martins
  • Paraná
  • Pau dos Ferros
  • Pilões
  • Portalegre
  • Rafael Fernandes
  • Riacho da Cruz
  • Riacho de Santana
  • Rodolfo Fernandes
  • São Francisco do Oeste
  • São Miguel
  • Serrinha dos Pintos
  • Severiano Melo
  • Taboleiro Grande
  • Tenente Ananias
  • Venha-Ver
  • Viçosa

Fotos: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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MPF intensifica ações para proteger falésias de Pipa e evitar novos deslizamentos

MPF intensifica ações para proteger falésias de Pipa e evitar novos deslizamentos

Órgão atua contra construções irregulares e cobra medidas estruturais para garantir segurança na área costeira

MPF intensifica ações para proteger falésias de Pipa e evitar novos deslizamentos

O Ministério Público Federal (MPF) intensificou a atuação em defesa das falésias da Praia de Pipa, localizada no município de Tibau do Sul (RN). A medida busca prevenir novos deslizamentos e garantir que o desenvolvimento urbano e turístico da região ocorra de forma sustentável, especialmente diante da vulnerabilidade da área à erosão costeira.

A iniciativa está alinhada aos compromissos assumidos pelo Brasil e pelo MPF para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém (PA) a partir do dia 10. A atuação envolve ações judiciais, estudos técnicos e articulação institucional, com foco na preservação ambiental e na segurança da população.

Entre as medidas adotadas, o MPF tem encaminhado processos contra construções irregulares e atividades que aumentam o risco de desmoronamentos e poluição, como barracas sem licença e pousadas com ampliações ilegais nas bordas das falésias. Essas ações já resultaram em decisões judiciais de demolição, recuperação de áreas degradadas e pagamento de indenizações.

No campo extrajudicial, o MPF acompanha estudos sobre a estabilidade das falésias e cobra da gestão municipal a realização de diagnóstico sobre a capacidade de carga da área, que deve avaliar os impactos da ocupação e do turismo e servir de base para ações de fiscalização.

MPF intensifica ações para proteger falésias de Pipa
MPF intensifica ações para proteger falésias de Pipa

A atuação do MPF também envolve diálogo com órgãos ambientais e gestores públicos, com cobrança de medidas estruturais, como obras de drenagem e sinalização de áreas de risco. Após o desmoronamento ocorrido em 2020, que resultou na morte de três pessoas, foi articulada a criação de um grupo de trabalho interinstitucional para monitorar a estabilidade das encostas e propor ações preventivas.

Esse grupo reúne representantes da Defesa Civil Estadual, Corpo de Bombeiros do RN, Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), prefeituras de Tibau do Sul e Nísia Floresta, além do Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec/MDR).

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), também integrante do grupo, desenvolveu o Projeto Falésias, que identificou o escoamento inadequado de águas pluviais como uma das principais ameaças à estabilidade das encostas. O estudo apontou ainda 28 edificações na Baía dos Golfinhos que necessitam de intervenção. A prefeitura deve realizar o monitoramento desses imóveis para determinar demolições ou readequações, conforme o grau de risco.

Além da tragédia de 2020, outros deslizamentos foram registrados nos últimos anos, com prejuízos materiais e feridos, como o caso ocorrido em setembro deste ano. O MPF acompanha a elaboração do plano de manejo da região e cobra avanços da prefeitura na regulamentação do funcionamento das barracas de praia, definição de restrições de uso e reforço na fiscalização.

Em âmbito estadual, o MPF atua por políticas públicas de proteção costeira, incluindo ações para impedir o tráfego de veículos nas praias, com o objetivo de preservar áreas de desova de tartarugas marinhas, comuns nas falésias de Pipa, e garantir a segurança dos banhistas.

A área está inserida em três unidades de conservação: a Área de Proteção Ambiental Bonfim-Guaraíras, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Santuário Ecológico de Pipa e a Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul (Refauts). O conjunto inclui praias como Baía dos Golfinhos, Praia do Madeiro e Praia do Amor, todas com relevância ambiental e turística.

Fotos: Divulgação/Embratur/Governo do RN

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Chuvas intensas no RN: Natal registra 86,7 mm e previsão é de mais precipitações

Chuvas intensas no RN: Natal registra 86,7 mm e previsão é de mais precipitações

Zona de Convergência Tropical influencia chuvas no litoral e interior do Rio Grande do Norte; acumulados ultrapassam 90mm em algumas cidades

A madrugada desta sexta-feira (14.mar.2025) foi marcada por chuvas intensas no litoral do Rio Grande do Norte. Em Natal, o acumulado de chuva nas últimas 24 horas chegou a 86,7 milímetros, segundo atualização da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN). Já em Parnamirim, cidade da região metropolitana, o volume registrado foi ainda maior, atingindo 149 milímetros.

Na região Agreste, municípios como Monte Alegre registraram acumulados acima de 90mm, com 92 milímetros de chuva. O meteorologista da EMPARN, Gilmar Bristot, explicou que as precipitações devem continuar ao longo da manhã na faixa litorânea e avançar para o interior do estado a partir da tarde desta sexta-feira.

As chuvas são resultado da atuação da Zona de Convergência Tropical, fenômeno que ocorre devido às condições oceânicas atuais. “Tanto o Pacífico, com a La Niña fraca, quanto o oceano Atlântico Norte, mais frio que o Atlântico Sul, criam condições favoráveis para chuvas nos próximos dias no estado”, destacou Bristot.

O final de semana também será de tempo instável em todo o Rio Grande do Norte. As condições favoráveis para precipitações devem persistir até, pelo menos, o dia 25 de março. Isso inclui o Dia de São José, celebrado em 19 de março, data simbólica para os agricultores e trabalhadores rurais, que dependem das chuvas para o plantio e colheita.

O meteorologista também ressaltou que o período de transição entre o fim do verão e o início do outono, que começa no próximo dia 21 de março, é propício para a ocorrência de chuvas na região Nordeste. “Este é o momento mais sensível para a formação de precipitações, especialmente no Nordeste brasileiro”, explicou.

Com os altos volumes de chuva, é importante que a população fique atenta a possíveis alagamentos e deslizamentos de terra, principalmente em áreas de risco. A Defesa Civil do estado tem monitorado as condições climáticas e emitido alertas para os municípios mais afetados.

Foto: Nilson Carvalho/Agência Brasília

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Inmet emite alerta de chuva para Natal e mais 30 cidades do RN

Inmet emite alerta de chuva para Natal e mais 30 cidades do RN

Aviso de acumulado de chuva com grau de severidade de perigo potencial é válido até quarta-feira

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de acumulado de chuva para Natal e outras 30 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso, de legenda amarela, começou às 18h desta terça-feira (9.jul.2024) e se estenderá até as 10h da manhã de quarta-feira (10.jul.2024).

Com grau de severidade de perigo potencial, o alerta prevê chuvas de 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas vulneráveis. O Inmet recomenda que a população evite enfrentar o mau tempo, observe alterações nas encostas e evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Para mais informações, a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193) estão à disposição da população.

Confira as cidades do RN listadas no aviso:

Arês
Baía Formosa
Brejinho
Canguaretama
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Goianinha
Jundiá
Lagoa de Pedras
Lagoa Salgada
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parnamirim
Passagem
Pedro Velho
Rio do Fogo
Santo Antônio
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
Senador Georgino Avelino
Serrinha
Tibau do Sul
Várzea
Vera Cruz
Vila Flor

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Inmet emite alerta amarelo para chuvas em Natal e mais 55 cidades do RN

Inmet emite alerta amarelo para chuvas em Natal e mais 55 cidades do RN

Instituto Nacional de Meteorologia alerta para chuvas intensas e possíveis riscos de alagamentos e deslizamentos em 56 municípios do RN

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta amarelo para chuvas em Natal e outros 55 municípios do Rio Grande do Norte. O aviso, publicado na manhã de sexta-feira (5.jul.2024), é válido até a manhã de sábado (6), indicando perigo potencial devido às chuvas previstas para a região.

De acordo com o INMET, as chuvas devem ter uma intensidade entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas vulneráveis. A população deve seguir algumas orientações para garantir a segurança durante o período chuvoso, como evitar enfrentar o mau tempo, observar alterações nas encostas e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Para mais informações e orientações, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Confira a lista de cidades listadas abaixo:

  • Arês
  • Baía Formosa
  • Bento Fernandes
  • Bom Jesus
  • Brejinho
  • Caiçara do Norte
  • Campo Grande
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Espírito Santo
  • Extremoz
  • Galinhos
  • Goianinha
  • Guamaré
  • Ielmo Marinho
  • Jandaíra
  • Jardim de Angicos
  • João Câmara
  • Jundiá
  • Lagoa de Pedras
  • Lagoa Salgada
  • Macaíba
  • Maxaranguape
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Natal
  • Nísia Floresta
  • Nova Cruz
  • Parazinho
  • Parnamirim
  • Passagem
  • Pedra Grande
  • Pedra Preta
  • Pedro Velho
  • Poço Branco
  • Pureza
  • Riachuelo
  • Rio do Fogo
  • Santa Maria
  • Santo Antônio
  • São Bento do Norte
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • São Miguel do Gostoso
  • São Paulo do Potengi
  • São Pedro
  • Senador Elói de Souza
  • Senador Georgino Avelino
  • Serra Caiada
  • Serrinha
  • Taipu
  • Tibau do Sul
  • Touros
  • Várzea
  • Vera Cruz
  • Vila Flor

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Inmet emite alertas de chuvas intensas para o RN

Inmet emite alertas de chuvas intensas para o RN

Instituição renova avisos de perigo para Natal e outras cidades do estado, recomendando precauções contra alagamentos e deslizamentos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou, neste domingo (16.jun.2024) os alertas de acumulado de chuvas para várias cidades do Rio Grande do Norte, incluindo Natal. Avisos semelhantes já haviam sido divulgados na sexta e no sábado (14 e 15.jun), destacando a necessidade de atenção redobrada por parte da população e das autoridades locais.

O Inmet emitiu dois tipos de alerta: um laranja, indicando perigo, e outro amarelo, sinalizando perigo potencial. Estes alertas visam preparar a população para eventos climáticos adversos. O alerta laranja prevê chuvas entre 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm por dia, com riscos de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios. Natal está entre as cidades abrangidas por este alerta, que é válido até as 10h de segunda-feira, 17 de junho.

O alerta amarelo, por sua vez, prevê chuvas de 20 a 30 mm/h, podendo chegar a até 50 mm/dia, além de ventos entre 40 e 60 km/h. Este alerta indica um risco menor, mas ainda presente, de alagamentos, quedas de galhos de árvores e descargas elétricas. O prazo de validade deste alerta também se estende até as 10h da segunda-feira.

Recomendações do Inmet

Diante dos riscos, o Inmet recomenda que, em caso de chuvas intensas e rajadas de vento, as pessoas evitem se abrigar debaixo de árvores, enfrentar o mau tempo, ou estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. É aconselhado, se possível, desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Em situações de inundação, proteger os pertences em sacos plásticos pode minimizar danos. Para emergências, deve-se acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Municípios com alerta laranja

  • Afonso Bezerra
  • Arez
  • Bento Fernandes
  • Bom Jesus
  • Caiçara do Norte
  • Caiçara do Rio do Vento
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Extremoz
  • Galinhos
  • Goianinha
  • Guamaré
  • Ielmo Marinho
  • Jandaíra
  • Jardim de Angicos
  • João Câmara
  • Lajes
  • Macaíba
  • Macau
  • Maxaranguape
  • Monte Alegre
  • Natal
  • Nísia Floresta
  • Parazinho
  • Parnamirim
  • Pedra Grande
  • Pedra Preta
  • Pedro Avelino
  • Pendências
  • Poço Branco
  • Pureza
  • Riachuelo
  • Rio do Fogo
  • Santa Maria
  • São Bento do Norte
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • São Miguel do Gostoso
  • São Paulo do Potengi
  • São Pedro
  • Senador Georgino Avelino
  • Taipu
  • Tibau do Sul
  • Touros
  • Vera Cruz
  • Vila Flor

Municípios com alerta amarelo

  • Assú
  • Afonso Bezerra
  • Alto do Rodrigues
  • Angicos
  • Areia Branca
  • Arez
  • Baía Formosa
  • Baraúna
  • Barcelona
  • Bodó
  • Bom Jesus
  • Brejinho
  • Caiçara do Rio do Vento
  • Campo Redondo
  • Canguaretama
  • Carnaubais
  • Cerro Corá
  • Coronel Ezequiel
  • Currais Novos
  • Espírito Santo
  • Fernando Pedroza
  • Florânia
  • Goianinha
  • Governador Dix-Sept Rosado
  • Grossos
  • Ipanguaçu
  • Itajá
  • Januário Cicco
  • Japi
  • Jucurutu
  • Jundiá
  • Lagoa d’Anta
  • Lagoa de Pedras
  • Lagoa de Velhos
  • Lagoa Nova
  • Lagoa Salgada
  • Lajes
  • Lajes Pintadas
  • Macaíba
  • Macau
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Monte das Gameleiras
  • Mossoró
  • Nova Cruz
  • Paraú
  • Passa e Fica
  • Passagem
  • Pedro Avelino
  • Pedro Velho
  • Pendências
  • Porto do Mangue
  • Riachuelo
  • Ruy Barbosa
  • Santa Cruz
  • Santana do Matos
  • Santo Antônio
  • São Bento do Trairí
  • São José de Mipibu
  • São José do Campestre
  • São Paulo do Potengi
  • São Pedro
  • São Rafael
  • São Tomé
  • São Vicente
  • Senador Elói de Souza
  • Serra Caiada
  • Serra de São Bento
  • Serra do Mel
  • Serrinha
  • Sítio Novo
  • Tangará
  • Tenente Laurentino Cruz
  • Tibau
  • Tibau do Sul
  • Triunfo Potiguar
  • Upanema
  • Várzea
  • Vera Cruz
  • Vila Flor

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Inmet emite alerta de chuvas intensas para 27 cidades do RN

Inmet emite alerta de chuvas intensas para 27 cidades do RN

Alerta prevê precipitações de até 100 mm por dia, com alto risco de alagamentos e deslizamentos

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso nesta sexta-feira (14.jun.2024) alertando para a possibilidade de chuvas intensas em diversas cidades do Nordeste, incluindo 27 municípios do Rio Grande do Norte. O alerta indica que as chuvas podem variar entre 30 a 60 mm por hora ou 50 a 100 mm por dia, representando um alto risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios, especialmente em áreas urbanas vulneráveis.

A previsão meteorológica chega após um dia de chuvas significativas, com registros superiores a 130 mm na faixa litorânea do estado. Diante dessa situação, as autoridades recomendam que a população evite se expor ao mau tempo e permaneça em locais seguros.

O Inmet destaca a importância de observar sinais de alteração nas encostas e recomenda desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia como medidas preventivas. Em caso de iminente inundação, é aconselhável proteger pertences com sacos plásticos para minimizar os danos causados pela água.

Para obter informações mais detalhadas e orientações específicas, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 e com o Corpo de Bombeiros pelo número 193. As autoridades estão em alerta e prontas para intervir em caso de emergência, buscando garantir a segurança e o bem-estar dos moradores das áreas afetadas.

Municípios em alerta laranja

Arês
Baía Formosa
Brejinho
Canguaretama
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Goianinha
Jundiá
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parnamirim
Pedro Velho
Pureza
Rio do Fogo
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
Senador Georgino Avelino
Tibau do Sul
Touros
Várzea
Vila Flor

Municípios em alerta amarelo

Bento Fernandes
Bom Jesus
Brejinho
Caiçara do Norte
Ceará-Mirim
Galinhos
Ielmo Marinho
Jandaíra
Januário Cicco
Japi
Jardim de Angicos
João Câmara
Jundiá
Lagoa d’Anta
Lagoa de Pedras
Lagoa de Velhos
Lagoa Salgada
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Monte das Gameleiras
Nova Cruz
Parazinho
Passa e Fica
Passagem
Pedra Grande
Pedra Preta
Poço Branco
Pureza
Riachuelo
Rio do Fogo
Santa Maria
Santo Antônio
São Bento do Norte
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
São José do Campestre
São Miguel do Gostoso
São Paulo do Potengi
São Pedro
Senador Elói de Souza
Serra Caiada
Serra de São Bento
Serrinha
Taipu
Tangará
Touros
Várzea
Vera Cruz

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Inmet emite alerta de chuvas intensas para 36 cidades do RN

Inmet emite alerta de chuvas intensas para 36 cidades do RN

Aviso de perigo potencial é válido até quarta-feira (12) e inclui a capital, Natal

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta de acumulado de chuvas para 36 cidades do Rio Grande do Norte, incluindo Natal. O alerta, de cor amarela (perigo potencial), está vigente até as 10h desta quarta-feira (12.jun.2024) e é o mais baixo na escala de severidade, que inclui também os níveis laranja (perigo) e vermelho (grande perigo).

O alerta amarelo indica a possibilidade de chuvas com intensidade entre 20 a 30 mm por hora ou até 50 mm por dia. Embora o risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em áreas de risco seja baixo, o INMET recomenda que a população evite enfrentar o mau tempo, observe alterações em encostas e evite usar aparelhos eletrônicos conectados à tomada durante as tempestades.

Em caso de necessidade, a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193) devem ser acionados. O INMET continua monitorando a situação e poderá atualizar o alerta conforme necessário.

Confira as cidades que fazem parte do alerta:

  • Arês
  • Baía Formosa
  • Brejinho
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Espírito Santo
  • Extremoz
  • Goianinha
  • Ielmo Marinho
  • Jundiá
  • Lagoa de Pedras
  • Lagoa Salgada
  • Macaíba
  • Maxaranguape
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Natal
  • Nísia Floresta
  • Nova Cruz
  • Parnamirim
  • Passagem
  • Pedro Velho
  • Pureza
  • Rio do Fogo
  • Santo Antônio
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • São Miguel do Gostoso
  • São Pedro
  • Senador Georgino Avelino
  • Taipu
  • Tibau do Sul
  • Touros
  • Várzea
  • Vera Cruz
  • Vila Flor

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Nova vítima das enchentes é encontrada no RS e número de mortes chega a 173

Nova vítima das enchentes é encontrada no RS e número de mortes chega a 173

Corpo encontrado em Roca Sales ainda não foi identificado

Com a localização de uma nova vítima, o número de mortos em decorrência das fortes chuvas no Rio Grande do Sul aumentou para 173, segundo balanço divulgado neste domingo (9) pela Defesa Civil gaúcha. O número de mortos permanecia inalterado desde o último domingo. A nova vítima, encontrada na cidade de Roca Sales, ainda não foi identificada.

De acordo com os dados, o número de desaparecidos caiu para 38. Ao todo, mais de 2,3 milhões de moradores foram afetados, em 475 municípios.

As fortes chuvas que atingiram o estado começaram em 27 de abril, tendo avançado na direção norte por mais de uma semana. O mau tempo deixou um rastro de enxurradas e inundações, com mortes e destruição ao longo de rios como Taquari, Sinos, Caí, Gravataí, Pardo e Jacuí. Um imenso volume d´água depois desembocou no Rio Guaíba, que banha a capital Porto Alegre.

O transbordamento do Guaíba inundou diversos bairros da capital gaúcha, provocando mortes e destruindo os bens de milhares de famílias. A água em seguida continuou em direção à Lagoa dos Patos, provocando alagamentos em cidades como Rio Grande e Pelotas.

A infraestrutura em todo o estado também ficou fortemente comprometida, com dezenas de deslizamentos e pontes arrastadas, o que deixou milhares de famílias ilhadas. Até o momento, foram mais de 77 mil resgates. A rodoviária e o aeroporto da capital gaúcha foram alagados e pararam de operar.

Foto: Lauro Alves/Secom/Governo do RS/Ilustração

Da Agência Brasil

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Natal e mais 28 municípios do RN recebem alerta de chuva intensa

Natal e mais 28 municípios do RN recebem alerta de chuva intensa

Inmet emite alerta de perigo potencial com chuvas de até 50 mm/dia e recomendações de segurança

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de acumulado de chuva para Natal e mais 28 municípios do Rio Grande do Norte. O aviso, de legenda amarela que indica perigo potencial, começou a vigorar nesta sexta-feira (7.jun.2024) e seguirá até às 23h deste sábado (8.jun).

Durante esse período, é esperado um volume de chuva entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia. Embora o risco de alagamentos e pequenos deslizamentos seja baixo, as áreas suscetíveis devem estar atentas às condições climáticas.

O Inmet recomenda à população que evite enfrentar o mau tempo, observe qualquer alteração nas encostas e evite o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada durante as chuvas. Para mais informações e assistência, os cidadãos podem entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 ou com o Corpo de Bombeiros pelo número 193.

Confira os municípios listados no aviso:

  • Arês
  • Baía Formosa
  • Brejinho
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Espírito Santo
  • Extremoz
  • Goianinha
  • Jundiá
  • Macaíba
  • Maxaranguape
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Natal
  • Nísia Floresta
  • Nova Cruz
  • Parnamirim
  • Pedro Velho
  • Pureza
  • Rio do Fogo
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • Senador Georgino Avelino
  • Taipu
  • Tibau do Sul
  • Touros
  • Várzea
  • Vera Cruz
  • Vila Flor

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Grande Natal registra mais de 120mm de chuvas em 24 horas

Grande Natal registra mais de 120mm de chuvas em 24 horas

Defesa Civil aciona equipes e pede cautela à população durante as chuvas

A semana começou com fortes chuvas no Rio Grande do Norte, especialmente nos municípios do Leste Potiguar, concentrando-se na região Metropolitana. Entre as 18h da segunda-feira (3.jun.2024) e as 18h de terça-feira, a zona Sul de Natal registrou 121,2 milímetros (mm) de precipitação, conforme dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn).

Somente na madrugada, a capital, Natal, acumulou 64 mm. Apesar da ausência de vítimas, as chuvas intensas ativaram os comitês de monitoramento da Prefeitura e do Governo do Estado.

A previsão climática sugere uma diminuição das chuvas entre quarta e sexta-feira, com retorno esperado para o próximo fim de semana. “A chuva deverá diminuir a partir desta quarta até sexta e no final de semana retorna à faixa litorânea. Podem ocorrer pancadas de chuva no interior que registra período de estiagem”, explicou o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot.

Junho é tradicionalmente um mês chuvoso, com médias superiores a 350 mm, influenciadas pelas condições do oceano Atlântico. Este ano, com a temperatura do oceano acima do normal, espera-se um aumento nas chuvas, que deve persistir nos meses de julho e agosto. As condições dos ventos também contribuem para esse cenário, trazendo mais umidade e instabilidade para o litoral.

Entre as 18h da segunda e as 18h de terça-feira, várias cidades como Vila Flor, Tibau do Sul, Baía Formosa, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante registraram índices pluviométricos acima de 100 mm. A Defesa Civil estadual identificou pontos de alagamentos nestas cidades, além de deslizamentos de terra em Senador Georgino Avelino. Na capital, até as 11h45min de terça-feira, 50 famílias foram desalojadas devido ao transbordamento da Lagoa Azul (Lagoa José Sarney), enquanto outras 10 pessoas foram afetadas no conjunto Santarém e uma no bairro Panatis, todas na zona Norte.

Desde o início das chuvas, a Defesa Civil de Natal monitorou as áreas afetadas, com três equipes circulando pelas regiões impactadas para mitigar os estragos. Hallana Souza, diretora do órgão, destacou que os problemas mais graves ocorreram nas lagoas de captação do conjunto Santarém e do loteamento José Sarney. Houve também registros menores nas lagoas do Acaraú, no bairro Potengi, e de Neópolis. A Guarda Municipal disponibilizou 15 viaturas para dar o apoio necessário, enquanto a STTU detectou 21 pontos de alagamentos na cidade, sendo 10 transitáveis e 11 intransitáveis.

A cidade de Natal permanece em alerta laranja emitido pelo INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) e conta com equipes extras nas principais áreas de risco. A Defesa Civil instrui a população a procurar locais seguros para abrigo, evitar a passagem de veículos em áreas alagadas e deslocamentos durante o mau tempo. Em caso de sinais de risco, como fissuras e rachaduras que possam comprometer a segurança das residências, a população deve acionar o CIOSP pelo número 190.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Número de mortes em desastre climático no RS sobe para 171

Número de mortes em desastre climático no RS sobe para 171

Segundo a Defesa Civil, 43 pessoas estão desaparecidas

O número de mortos em decorrência das fortes chuvas, enchentes e enxurradas que atingem o Rio Grande do Sul desde o fim de abril aumentou para 171, de acordo com balanço divulgado neste sábado (1º) pela Defesa Civil gaúcha.

De acordo com os dados, o número de desaparecidos caiu para 43, enquanto o de feridos permanece em 806. Outras 618 mil pessoas seguem desalojadas, com 37.812 em abrigos temporários, mais de um mês desde o início do mau tempo. Ao todo, mais de 2,3 milhões de moradores foram afetados, em 475 municípios.

As fortes chuvas que atingiram o estado começaram em 27 de abril, tendo avançado na direção norte por mais de uma semana. O mau tempo deixou um rastro de enxurradas e inundações, com mortes e destruição ao longo de rios como Taquari, Sinos, Caí, Gravataí, Pardo e Jacuí. Um imenso volume d´água depois desembocou no Rio Guaíba, que banha a capital Porto Alegre.

O transbordamento do Guaíba inundou diversos bairros da capital gaúcha, provocando mortes e destruindo os bens de milhares de famílias. A água em seguida continuou em direção à Lagoa dos Patos, provocando alagamentos em cidades como Rio Grande e Pelotas.

A infraestrutura em todo o estado também ficou fortemente comprometida, com dezenas de deslizamentos e pontes arrastadas, o que deixou milhares de famílias ilhadas. Até o momento, foram mais de 77 mil resgates. A rodoviária e o aeroporto da capital gaúcha foram alagados e pararam de operar.

Neste sábado (1º), o nível do Guaíba ficou abaixo da cota de inundação pela primeira vez em um mês e pessoas em bairros como Humaitá e Vila dos Farrapos retornam para casa pela primeira vez, encontrando muito lixo e lama.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Defesa Civil emite alerta de risco moderado de deslizamentos e alagamentos no RN

Defesa Civil emite alerta de risco moderado de deslizamentos e alagamentos no RN

Possibilidade de chuvas intensas e acumulados previsíveis aumentam os riscos de desastres naturais no RN e na Paraíba

A Defesa Civil, através do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden/MCTI), emitiu um alerta de risco moderado de deslizamentos e alagamentos para o Rio Grande do Norte e Paraíba. O aviso foi divulgado neste sábado (1º.jun.2024), abrangendo Natal, região metropolitana e demais cidades do Leste Potiguar.

De acordo com o Cemaden, há uma possibilidade significativa de eventos de risco hidrológico, incluindo alagamentos, inundações e enxurradas, especialmente nas mesorregiões Leste Potiguar. As previsões indicam pancadas de chuvas isoladas de intensidade moderada a forte, principalmente durante a madrugada e manhã, o que pode causar enxurradas em áreas inclinadas, inundações rápidas em pequenos córregos e alagamentos urbanos em locais com drenagem inadequada.

Para Natal, o alerta também inclui riscos de movimentos de massa, como deslizamentos, desmoronamentos, rupturas de talude e quedas de barreiras. Esses fenômenos podem ocorrer devido aos acumulados prévios de chuvas, combinados com as novas precipitações previstas. O Cemaden alerta que essas condições são suficientes para desencadear deslizamentos pontuais em encostas urbanas e quedas de barreira ao longo de estradas e rodovias.

As autoridades locais estão em estado de alerta, monitorando as condições meteorológicas e os possíveis impactos nos municípios afetados. A população é aconselhada a ficar atenta às atualizações dos órgãos oficiais e tomar medidas preventivas, como evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades.

O alerta é um lembrete da importância de estar preparado para eventos naturais extremos e da necessidade de um sistema eficiente de monitoramento e resposta a desastres. A Defesa Civil continua a trabalhar para minimizar os riscos e garantir a segurança da população.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Inmet emite alerta de chuvas intensas no RN

Inmet emite alerta de chuvas intensas no RN

Natal e outras 68 cidades estão sob risco de chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos de encostas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na manhã desta terça-feira (28.mai.2024), dois alertas de chuvas intensas para o Rio Grande do Norte. Um alerta laranja, de perigo, e outro amarelo, de perigo potencial, abrangem 70 cidades do estado, principalmente do litoral e da região Agreste, e valem até às 10h da quarta-feira (29.mai).

O alerta laranja, que indica o maior nível de severidade na escala do Inmet, atinge 14 cidades do Litoral Sul, incluindo a capital Natal. Nestas áreas, a previsão é de acumulado de chuva entre 30 a 60 mm por hora ou até 100 mm por dia.

O Inmet alerta para o risco de:

  • Alagamentos: Áreas com histórico de inundações e drenagem precária devem ter atenção redobrada.
  • Deslizamentos de encostas: Encostas íngremes, especialmente em áreas com histórico de instabilidade, podem apresentar risco de desabamentos.
  • Transbordamentos de rios: Rios com histórico de cheias podem ter seus níveis elevados, afetando áreas ribeirinhas.

Cidades em alerta laranja:

  • Arês
  • Baía Formosa
  • Canguaretama
  • Ceará-Mirim
  • Extremoz
  • Goianinha
  • Macaíba
  • Natal
  • Nísia Floresta
  • Parnamirim
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • Senador Georgino Avelino
  • Tibau do Sul
  • Vila Flor

Alerta Amarelo

O alerta amarelo, que indica risco potencial de chuvas intensas, abrange 54 cidades do Litoral Norte e da região Agreste. Nestas áreas, a previsão é de acumulado de chuva entre 20 a 30 mm por hora ou até 50 mm por dia.

O Inmet alerta para o baixo risco de:

  • Alagamentos: Áreas com histórico de inundações e drenagem precária podem ter pontos de alagamentos.
  • Pequenos deslizamentos: Encostas íngremes, especialmente em áreas com histórico de instabilidade, podem apresentar pequenos deslizamentos.

Cidades em alerta amarelo:

  • Areia Branca
  • Arês
  • Bento Fernandes
  • Bom Jesus
  • Brejinho
  • Caiçara do Norte
  • Canguaretama
  • Carnaubais
  • Ceará-Mirim
  • Espírito Santo
  • Extremoz
  • Galinhos
  • Goianinha
  • Grossos
  • Guamaré
  • Ielmo Marinho
  • Jandaíra
  • Januário Cicco
  • João Câmara
  • Jundiá
  • Lagoa de Pedras
  • Lagoa Salgada
  • Macaíba
  • Macau
  • Maxaranguape
  • Montanhas
  • Monte Alegre
  • Mossoró
  • Nova Cruz
  • Parazinho
  • Parnamirim
  • Passagem
  • Pedra Grande
  • Pedro Avelino
  • Pedro Velho
  • Pendências
  • Poço Branco
  • Porto do Mangue
  • Pureza
  • Rio do Fogo
  • Santa Maria
  • Santo Antônio
  • São Bento do Norte
  • São Gonçalo do Amarante
  • São José de Mipibu
  • São Miguel do Gostoso
  • São Pedro
  • Serra do Mel
  • Serrinha
  • Taipu
  • Tibau
  • Touros
  • Várzea
  • Vera Cruz

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Inmet emite alerta de chuvas intensas para 46 cidades do RN

Inmet alerta para possíveis alagamentos e deslizamentos em diversas áreas do estado

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo para 46 cidades do Rio Grande do Norte devido à possibilidade de chuvas intensas nesta quinta-feira (23.mai.2024), válido até às 10h de sexta-feira (24.mai). As precipitações podem variar de 50 a 100 mm ao dia ou 30 a 60 mm por hora, o que eleva o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

O comunicado, divulgado às 10h de ontem, recomenda que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo e fiquem atentas a alterações em encostas. O Inmet também orienta a desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia, além de proteger pertences da água com sacos plásticos em caso de inundações.

Para mais informações e orientações, os cidadãos podem entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 ou com o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Quase 80 mil pessoas estão em abrigos no RS; mortes chegam a 149

Quase 80 mil pessoas estão em abrigos no RS; mortes chegam a 149

Porto Alegre e outras cidades sofrem com nova cheia do Guaíba

O número de pessoas em abrigos no Rio Grande do Sul por causa das cheias das últimas semanas aumentou nesta terça-feira (14), após uma nova inundação no Rio Guaíba, em Porto Alegre. Na manhã de hoje, eram 76.884 alojados nos abrigos do estado, e no final da tarde o número passou para 79.494.

Mais uma morte foi confirmada, passando para 149 no total e 124 pessoas continuam desaparecidas.

O total de desalojados pelas enchentes chega a 538.245 pessoas. Dos 497 municípios do estado, 446 foram afetados, o que corresponde a 89,7% do total.

Na manhã de hoje, o nível do Guaíba, que banha a capital e região metropolitana, subiu e atingiu a marca de 5,21 metros – 2,21 metros a mais que a chamada cota de inundação, que é de 3 metros. O recorde histórico, 5,33 metros, foi registrado na semana passada.

Canoas

A cidade de Canoas (RS), na região metropolitana de Porto Alegre, reúne menos de 3,2% da população do Rio Grande do Sul. Segundo o Censo de 2022, são 347.657 canoenses frente a 10.882.965 gaúchos. Ainda assim, a cidade, a terceira mais populosa do estado, responde por quase 27% do total de pessoas desabrigadas pelas consequências das chuvas que atingem o estado.

A informação está disponível em uma plataforma que o governo do Rio Grande do Sul disponibilizou nesta terça-feira (14), na internet. E dá uma noção do desafio que Canoas e outros municípios atingidos pelos efeitos adversos das recentes chuvas (enchentes, alagamentos, enxurradas, deslizamentos, desmoronamentos etc.) enfrentam.

Foto: Jürgen Mayrhofer/Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Da Agência Brasil

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Canoas lidera ranking de desabrigados

Canoas lidera ranking de desabrigados

Cidade concentra quase 27% do total de desabrigados no estado

A cidade de Canoas (RS), na região metropolitana de Porto Alegre, reúne menos de 3,2% da população do Rio Grande do Sul. Segundo o Censo de 2022, são 347.657 canoenses frente a 10.882.965 gaúchos. Ainda assim, a cidade, a terceira mais populosa do estado, responde por quase 27% do total de pessoas desabrigadas pelas consequências das chuvas que atingem o estado.

A informação está disponível em uma plataforma que o governo do Rio Grande do Sul disponibilizou nesta terça-feira (14), na internet. E dá uma noção do desafio que Canoas e outros municípios atingidos pelos efeitos adversos das recentes chuvas (enchentes, alagamentos, enxurradas, deslizamentos, desmoronamentos etc.) enfrentam.

Produzida pelo Escola de Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul (EdSocial), a ferramenta contém dados atualizados sobre os cerca de 830 abrigos que estão funcionando em 93 cidades gaúchas. Até as 14h30 de hoje, esses espaços já tinham recebido 79.494 desabrigados – 21.294 deles só em Canoas, onde há 80 abrigos em funcionamento.

Cidade mais populosa do estado, com pouco mais de 1,33 milhão de habitantes, a capital, Porto Alegre, contabilizava 14.313 pessoas espalhadas por 167 abrigos, o que representa 18% do total de abrigados de todo o Rio Grande do Sul. Já a segunda cidade mais populosa, Caxias do Sul, que tem 463.501 habitantes e decretou estado de calamidade pública em 2 de maio, contabiliza apenas 42 pessoas desabrigadas.

Em conjunto, a região metropolitana de Porto Alegre responde por 60,67% do total de pessoas em abrigos. A região é composta por 11 municípios: Canoas e Porto Alegre, além de Guaíba; Gravataí; Cachoeirinha; Sapucaia do Sul; Eldorado do Sul; Esteio; Nova Santa Rita; Viamão e Alvorada. Ainda em termos regionais, quase 28% das pessoas afetadas pela tragédia ambiental que tiveram que ir para abrigos estão nos vales dos Sinos (17.403) e do Taquari (4.739). Só na cidade de São Leopoldo, no Vale dos Sinos, ao menos 13.907 chegaram a ser levadas para um dos 93 abrigos em funcionamento, o que corresponde a quase 80% de todos os desabrigados da região.

Segundo a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedes), a ferramenta será atualizada diariamente, com dados fornecidos pelas prefeituras. De acordo com o secretário adjunto da pasta e coordenador do Observatório Social da EdSocial, Gustavo Saldanha, a plataforma dá mais transparência às informações relativas aos abrigos.

De acordo com o secretário, o monitoramento das instalações vem sendo feito “desde o segundo dia dos eventos climáticos, com o objetivo de identificar a quantidade de municípios que possuem abrigos e [o total] de abrigos, bem como uma noção do número de pessoas que estão nestes abrigos. O objetivo é termos a noção da dimensão e da localização desses espaços”.

Foto: Jürgen Mayrhofer/Governo do Estado do Rio Grande do Sul/Ilustração

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Rio Grande do Sul tem previsão de mais chuva forte no domingo

Rio Grande do Sul tem previsão de mais chuva forte no domingo

Cemaden vê risco alto de alagamentos e deslizamentos

Um bloqueio atmosférico causado por uma frente estacionária vai continuar provocando instabilidade no tempo do Rio Grande do Sul com volumes de 30 a 50 milímetros (mm) de chuva, pelo menos até quarta-feira (15), quando está prevista a entrada de uma massa polar. A informação é do meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Glauco Freitas.

Segundo Freitas, esses volumes em situações anteriores não provocariam esse descontrole, mas agora, com a quantidade de chuva dos últimos dias, qualquer incidência acima de 10 mm traz preocupação e, quando atinge 30 mm, causa transtornos à população.

“Esse sistema deve permanecer, pelo menos, até quarta-feira, provocando chuva. Na quarta-feira teremos a entrada de uma massa de ar polar, abrindo o tempo em grande parte do estado”, disse em entrevista à Agência Brasil.

O meteorologista adiantou que o avanço intenso da massa polar vai provocar queda nas temperaturas, que deve ficar em torno de 0°C em algumas regiões. Na Campanha, a mínima pode ficar perto de 2°C a 3°C e, em Porto Alegre, perto de 10°C. “[Há previsão de] bastante frio nesta região no decorrer da próxima semana”, afirmou, acrescentando que o estado de Santa Catarina também será atingido.

Freitas disse que existe uma expectativa de que a chegada do frio possa reduzir a quantidade de chuva, mas os modelos meteorológicos ainda não apontam essa situação. “A princípio ainda não vai conseguir quebrar o bloqueio [atmosférico que provoca as chuvas]. Há uma expectativa, mas até agora as análises e modelos não mostraram isso.”

Cemaden vê riscos

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) alertou neste sábado que considera muito alta a possibilidade de novas ocorrências hidrológicas, como alagamentos, em várias regiões do Rio Grande do Sul, devido à previsão de chuva com possibilidade de altos acumulados para domingo, principalmente na porção centro-norte do estado.

O risco aumenta por estar somado à permanência das inundações, aos níveis fluviométricos (dos rios) elevados em vários municípios e ao deslocamento das ondas de cheia, decorrentes dos acumulados de chuva dos últimos dias e das condições de saturação do solo.

O alerta vale para as mesorregiões Noroeste, Centro-Ocidental, Nordeste, Sudeste e Sudoeste Rio-Grandense e Metropolitana de Porto Alegre.

Além disso, o Cemaden considera alta a probabilidade de ocorrência de deslizamentos nas mesorregiões Nordeste e Centro-Oridental do Rio Grande do Sul e na Região Metropolitana de Porto Alegre, principalmente na Serra Gaúcha, também devido à grande quantidade de chuva na última semana e à previsão de mais temporais no decorrer do dia.

Neste cenário, há possibilidade de deslizamentos de terra esparsos, especialmente “quedas de barreira” à margem de estradas e rodovias e reativação dos deslizamentos já registrados.

Domingo e segunda

A meteorologista da Sala de Situação do Estado do Rio Grande do Sul, Cátia Valente, informou por meio de vídeo que as chuvas vão voltar a ser fortes, principalmente, neste domingo (12) e na segunda-feira (13). Hoje, segundo ela, houve registro de chuvas em todas as regiões do estado.

“Os volumes não são tão elevados, mas a nossa preocupação é que as chuvas vão voltar a ficar muito intensas ao longo de todo o domingo. Os volumes podem ser bastante expressivos desde o noroeste gaúcho, passando pelo centro, região dos vales, região metropolitana, serra e litoral norte”, alertou.

Cátia Valente chamou atenção também para a condição de ventos fortes, especialmente, na parte leste do estado. “Muita atenção aos avisos e aos alertas da Defesa Civil do estado, porque novamente podemos ter respostas hidrológicas e, principalmente, podemos ter movimentos de massa, especialmente nas áreas mais elevadas”, destacou a meteorologista.

Foto: Lauro Alves/Secom/Ilustração

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Sobe para 31 número de cidades no Maranhão em situação de emergência

Sobe para 31 número de cidades no Maranhão em situação de emergência

Município de Santa Inês é o único em estado de calamidade pública

Subiu para 31 o número de municípios maranhenses em situação de emergência em razão das chuvas que atingem o estado. Segundo boletim divulgado hoje (10) pela Defesa Civil, 3.940 pessoas foram afetadas pelas chuvas e uma pessoa morreu.

Segundo a Defesa Civil, o município de Santa Inês é o único em estado de calamidade pública até o momento.

As famílias atingidas estão recebendo apoio nos municípios. segundo informou o órão, que trabalha na retirada das pessoas de áreas de risco. O governo do Maranhão tem fornecido refeições por meio da rede de Restaurantes Populares.

A orientação é que, em caso de chuvas intensas, a população mantenha distância segura de trechos afetados ou em que o solo esteja encharcado – que aumenta o risco de desmoronamentos e deslizamentos.

“Em casos de alagamentos, a população deve procurar um lugar seguro e acionar o serviço de emergência pelo 193”, informou o órgão.

Por meio de uma rede social, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, disse que não há nenhuma cidade do estado coberta por águas e que as dificuldades deste ano estão abaixo de outras vivenciadas.

“Tranquilizamos a todos e garantimos que o nosso trabalho, em unidade com os municípios, continuará para que possíveis situações extremas sejam contornadas de forma célere”, afirmou.

Foto: Gabriel Correa/Agência Brasil

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Reconstruir infraestrutura atingida por chuvas no RS custará R$ 19 bi

Reconstruir infraestrutura atingida por chuvas no RS custará R$ 19 bi

Estimativa inical do governo estadual pode ser superior

Técnicos do governo do Rio Grande do Sul estimam que a restauração da infraestrutura pública atingida pelas consequências das fortes chuvas que atingem o estado desde o último dia 26 custarão ao menos R$ 19 bilhões.

Segundo o governador Eduardo Leite, a estimativa é baseada em “cálculos iniciais”, ou seja, o montante necessário pode ser superior ao anunciado na manhã desta quinta-feira (9).

“São necessários recursos para diversas áreas. Insisto: o efeito das enchentes e a extensão da tragédia são devastadores”, informou Leite, nas redes sociais.

Ainda de acordo com o governador, os cálculos, bem como as ações já delineadas para responder à situação de calamidade pública no estado serão detalhados ainda hoje (9). “Vamos detalhar as ações projetadas que contemplariam as nossas necessidades.”

Tragédia em números

Segundo a Defesa Civil estadual, ao menos 107 pessoas já morreram devido a efeitos adversos das chuvas, como inundações, alagamentos, enxurradas, deslizamentos, desmoronamentos e outros. Cento e trinta e seis pessoas estão desaparecidas. Pouco mais de 1,47 milhão de pessoas foram de alguma forma afetadas, em 425 municípios atingidos.

Em todo o estado, ao menos 164.583 pessoas foram desalojadas, tendo que buscar abrigo nas residências de familiares ou amigos. Muitas delas seguem esperando que o nível das águas baixe para poder retornar a suas casas. Outras 67.542 pessoas ficaram desabrigadas, ou seja, sem ter para onde ir, precisaram se refugiar em abrigos públicos municipais.

Foto: Gustavo Mansur/Secom

Da Agência Brasil

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Chega a 100 o número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul

Chega a 100 o número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul

Chuvas deixam mais de 163 mil desabrigados e 63,7 mil desalojados

Já chega a 100 o número de pessoas mortas em consequência das fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul ao longo da última semana. Segundo a Defesa Civil estadual, quatro óbitos estão sendo investigados para determinar se, de fato, foram causados por efeitos adversos das chuvas, como enxurradas, enchentes, inundações, deslizamentos e desmoronamentos.

De acordo com a Defesa Civil, há ao menos 128 pessoas desaparecidas em todo o estado. O boletim divulgado ao meio-dia desta quarta-feira (8) informa que cerca de 1,45 milhão de pessoas já foram afetados pelas consequências das chuvas em 417 municípios gaúchos.

Conforme o boletim, há 163.720 desalojados – pessoas que tiveram, em algum momento, que buscar abrigo nas residências de familiares ou amigos. Muitas delas esperam o nível das águas baixar para voltar para casa. E 66.761 pessoas ficaram desabrigadas, ou seja, sem ter para onde ir, precisaram se refugiar em abrigos públicos municipais. Ao menos 372 pessoas se feriram.

Meteorologistas preveem que parte do estado deve voltar a ser atingido por chuvas intensas e fortes rajadas de vento a partir de hoje. Segundo o Centro de Hidrografia da Marinha, a faixa litorânea entre as cidades de Chuí, no Rio Grande do Sul, e Laguna, em Santa Catarina, pode ser afetada pela passagem de uma frente fria, com ventos de até 88 quilômetros por hora.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta para que pessoas resgatadas de áreas atingidas pelas chuvas não retornem a estes locais. “O solo dessas localidades ainda está instável, com o terreno alagado e perigo de deslizamentos”, disse a tenente Sabrina Ribas, da comunicação da Defesa Civil.

Quanto às chuvas previstas para começar hoje, Sabrina destacou que o alerta continua, especialmente da metade para baixo da Laguna dos Patos. “Em toda situação em que for identificado algum risco para a população, articularemos com o Poder Público municipal para que [as prefeituras] adotem as medidas previstas nos planos de contingências. Às vezes, há uma certa resistência [de parte da população, que não quer sair de casa], mas temos trabalhado para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de não se colocarem em situação de risco e ficarem atentas aos alertas.”

Foto: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini

Da Agência Brasil

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Santa Catarina segue com chuva e previsão de enchente e ventos fortes

Santa Catarina segue com chuva e previsão de enchente e ventos fortes

Um homem morreu na sexta-feira em decorrência dos temporais

As más condições do tempo em Santa Catarina prosseguem ao longo deste fim de semana. No final da manhã deste sábado (4), a Defesa Civil emitiu alerta meteorológico para o risco alto de enxurradas, raios, rajadas de vento e deslizamentos nas regiões Oeste e Extremo Oeste do estado.

Segundo o boletim mais recente, persistem ao menos até domingo (5) as condições atmosféricas para o desenvolvimento de temporais isolados com raios, rajadas de vento, chuva pontualmente intensa e eventual queda de granizo.

O maior risco é para as regiões próximas à divisa com o Rio Grande do Sul, estado em que já foram confirmadas 57 mortes e 74 pessoas feridas. O número de desaparecidos é de 67. Há ocorrências registradas em 300 municípios gaúchos.

Na sexta-feira (4), o governo catarinense confirmou uma morte em decorrência dos temporais. Um homem de 61 anos foi encontrado sem vida pelos bombeiros em um carro capotado durante um alagamento na cidade de Ipira. Pelo menos 193 pessoas estão desalojadas, 46 desabrigadas e há registro de uma pessoa ferida, em Caçador.

Em Capinzal (SC), uma cratera se abriu na área urbana da cidade e engoliu uma casa por inteiro. No mesmo município, ao menos 12 crianças foram resgatadas de um ônibus escolar que ficou ilhado em meio à enxurrada.

Ainda na tarde de sexta-feira, a Defesa Civil confirmou a ocorrência de um tornado entre os municípios de Passos Maia e Ponte Serrada, na quinta-feira (2). O fenômeno, caracterizado pela formação de uma espécie de funil de vento, chegou a arrancar árvores pela raiz. A ocorrência do fenômeno foi confirmada pelos meteorologistas por meio de imagens de radar.

Chuvas de intensas a moderadas ainda podem ocorrer na manhã de domingo (5), em especial no sul de Santa Catarina, informa a Defesa Civil. “Em todas as áreas de divisa com o estado gaúcho, há condições para o desenvolvimento de temporais isolados, com raios, rajadas de vento, chuva pontualmente intensa e eventual queda de granizo”, alertou o órgão.

Foto: CBMSC

Da Agência Brasil

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Governador do Rio Grande do Sul alerta para "maior desastre da história" do estado

Governador do Rio Grande do Sul alerta para “maior desastre da história” do estado

Eduardo Leite pede ajuda e que população deixe áreas de risco

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a destruição das chuvas que atingem o estado já prenunciam o “maior desastre da história” gaúcha em termos de prejuízo material. Segundo Leite, a situação é “pior” do que a registrada no ano passado, quando as inundações causaram mais de 50 mortes e grandes danos materiais.

“Infelizmente, este será o maior desastre que nosso estado já enfrentou. Infelizmente, será maior do que o que assistimos no ano passado”, declarou o governador durante a coletiva de imprensa concedida no início da noite, em Porto Alegre.

Segundo balanço da Defesa Civil estadual, os temporais já causaram dez óbitos e deixaram ao menos 11 pessoas feridas. Ao menos 21 pessoas estão desaparecidas. Cerca de 19,1 mil pessoas foram afetadas em todo o estado. Destas, 3.416 tiveram que deixar suas casas e buscar abrigo na casa de parentes, amigos ou em hospedagens. Outras 1.072 que não tinham para onde ir estão alojadas em abrigos públicos. Até o momento, 114 prefeituras já reportaram ao governo estadual que foram de alguma forma afetadas por alagamentos, transbordamento de rios, deslizamentos ou outras consequências da situação.

“Estamos vivendo um momento muito crítico no estado”, disse Leite antes de empregar termos como “guerra” e “caos” para classificar a situação. De acordo com o governador, deslizamentos de terras estão ocorrendo em boa parte do estado e barragens estão sendo monitoradas, embora, até o momento, não haja nenhuma evidência de risco de rompimento destas estruturas.

Áreas de risco

“Estamos tendo muita dificuldade de atuação nos resgates. Por isso, precisamos que a população se coloque o máximo possível em condições de segurança. As pessoas às vezes acham que a água não vai chegar nas suas casas, mas estamos alertando que [principalmente] onde ela já chegou no passado, deve voltar a chegar desta vez”, enfatizou o governador ao pedir que as pessoas deixem as áreas de risco e estejam atentas à possibilidade de deslizamentos e de transbordamento de rios.

Durante a coletiva, o governador apresentou uma relação preliminar das cidades que, até esta tarde, corriam risco de serem afetadas por enchentes: Agudo, Alegrete, Arroio do Meio., Bom Princípio, Bom Retiro do Sul, Cachoeira do Sul, Campo Bom, Candelária, Canudos do Vale, Cerro Branco, Colinas, Cruzeiro do Sul, Encantado, Estrela, Faxinal do Soturno, Feliz, Forquetinha, General Câmara, Harmonia, Igrejinha, Ivorá, Jaguari, Lajeado, Marques de Souza, Montenegro, Muçum, Nova Palma, Novo Cabrais, Novo Hamburgo, Paraíso do Sul.

“Pedimos às pessoas [que vivem em áreas de risco ou que identifiquem algum risco] se protejam deixando suas residências e indo para locais seguros, não expostos ao risco [de cheia] dos rios, e tomando cuidado com encostas que, por conta do encharcamento [do solo], tendem a sofrer deslizamentos”, alertou o governador.

Leite relatou a conversa de hoje com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que deve visitar o estado nesta quinta-feira (2). “Mais do que o apoio do governo federal e das Forças Armadas, pedi a efetiva participação e a liderança daqueles que têm treinamento para uma situação de caos e de guerra como a que estamos enfrentando no estado. [Estes] são problemas que exigem especial capacitação, treinamento e equipamentos para fazer os salvamentos. Por isso, tenho apelado ao governo federal para termos não só o apoio – que está sim sendo oferecido – mas também a liderança e coordenação efetiva deste processo, pois eu não tenho ascendência sobre as Forças Armadas para dar a articulação e organização necessárias”, mencionou Leite.

Segundo o Ministério da Defesa, desde ontem (30), 335 militares da Aeronáutica, Exército e Marinha estão mobilizados para apoiar a população gaúcha. Doze embarcações, cinco helicópteros e 43 viaturas, além de equipamentos para transporte de material e pessoal estão sendo empregados. Unidades da federação, como São Paulo e Santa Catarina, também ofereceram ajuda ao governo do Rio Grande do Sul.

Nas redes sociais, Lula divulgou a conversa com o governador, quando citou a ida ao estado e que oito helicópteros das Forças Armadas estão prontos para apoiar ações de resgate de famílias ilhadas, porém não conseguem decolar em razão do tempo no estado.

Concurso Unificado

Leite antecipou que pedirá ao governo federal alguma solução para evitar prejuízos aos gaúchos inscritos no Concurso Público Nacional Unificado, que será realizado no próximo domingo (5).

“Vamos recomendar ao governo federal que, de alguma forma, seja contornada esta situação. O concurso ficou completamente inviabilizado nestes próximos dias para a população gaúcha. Vamos solicitar que seja encaminhada algum tipo de solução para o Concurso Nacional Unificado, mas não tenho condições de avaliar qual, neste momento. O que tenho é a confiança de que haverá de ser dado algum tipo de solução para o governo federal para não punir a população gaúcha que vai ter restrições neste momento”.

O ministério, organizado do certame, informou nesta quarta-feira (1º) que está monitorando a situação no Rio Grande do Sul para a aplicação das provas e “qualquer alteração logística necessária nas cidades atingidas por chuvas será anunciada”.

Foto: Lauro Alves/Secom/Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Da Agência Brasil

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Idema reforça proteção do Morro do Careca com nova cerca e placas informativas

Idema reforça proteção do Morro do Careca com nova cerca e placas informativas

Medidas visam proteger cartão-postal de Natal

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) concluiu na última sexta-feira (12.abr.2024) a instalação de uma nova cerca de proteção e placas informativas no Morro do Careca, um dos principais cartões-postais de Natal e do Rio Grande do Norte. A ação visa orientar o público e evitar a subida de banhistas e turistas à duna, prática que contribui para a erosão do local.

A subida ao Morro do Careca é proibida desde 1997, devido aos riscos de deslizamentos e à importância da preservação ambiental da área. No entanto, segundo vendedores da praia, a antiga cerca de proteção estava danificada há cerca de um ano, o que facilitava o acesso indevido à duna.

“Temos plena consciência da relevância ambiental, cênica, paisagística e econômica do Morro do Careca para o nosso Estado. Por isso, pedimos encarecidamente à população que preserve, respeite e admire esse patrimônio que pertence a todos nós”, reforçou o diretor-geral do Idema, Werner Farkatt.

Além da ação humana, a erosão do Morro do Careca também é intensificada pelo avanço do mar na praia de Ponta Negra. Para combater esse problema, a Prefeitura de Natal trabalha em um projeto de engorda da praia, cuja licitação foi concluída na última semana.

Foto: Reprodução

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Aumenta número de mortos em consequência das chuvas no Espírito Santo

Aumenta número de mortos em consequência das chuvas no Espírito Santo

Sete pessoas ainda permanecem desaparecidas

Subiu para 20 o número de mortes no Espírito Santo, após as fortes chuvas que atingiram o sul do estado no fim de semana. Segundo a última atualização do boletim da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, sete pessoas ainda estão desaparecidas.

Desse total, 18 aconteceram no município de Mimoso do Sul, onde uma casa de atendimento à pessoa com deficiência foi invadida pelas águas do Rio Muqui do Sul e vitimou cinco pessoas. Outras duas foram confirmadas na cidade de Apiacá.

A Defesa Civil baixou para moderado o nível de alerta para fortes chuvas nesta terça-feira (26) e também não descartou os riscos de deslizamentos de encostas nas áreas urbanas e quedas de barreira às margens de rodovias, em 21 municípios do sul do estado.

Os municípios mais afetados pelo temporal desde a última sexta-feira (22), são Apiacá, Mimoso do Sul, Vargem Alta Muniz Freire e Bom Jesus do Norte, onde a Defesa Civil contabilizou 7.296 pessoas desalojadas e outras 408 desabrigadas.

Os municípios de Alfredo Chaves, Apiacá, Atílio Vivacqua, Bom Jesus do Norte, Vargem Alta, Mimoso do Sul, Ibitirama, Muqui, Muniz Freire, Guaçuí, Jerônimo Monteiro, Rio Novo do Sul e São José do Calçado tiveram o reconhecimento sumário da situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, para que pudessem solicitar recursos destinados a ações de assistência humanitária.

Ao todo, 30 municípios receberam algum tipo de socorro às vítimas como água potável, cestas básicas, kit de higiene pessoal ou material de construção para recomposição de estrutura pública.

Rodovias

Algumas rodovias continuam com trechos interditados em decorrência de deslizamentos, como a BR-482 entre os quilômetros 35 e 42, entre os municípios de Alegre a Guaçuí. As rodovias estaduais ES-393, ES-379 e ES-181 operam parcialmente com portos de interdição e a ES-297 foi totalmente interditada entre o quilômetro 45 e o quilômetro 4 da BR-101, sem previsão de liberação.

Foto: Max Wender/Casa Militar ES

Da Agência Brasil

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