greve dos professores de Natal

Desembargador Virgílio Macedo Júnior autoriza uso de força policial para retirar manifestantes da Secretaria Municipal de Educação

Desembargador Virgílio Macedo Júnior autoriza uso de força policial para retirar manifestantes da Secretaria Municipal de Educação

O desembargador Virgílio Macêdo Júnior autorizou o uso de força policial para retirada de manifestantes que vem protestando nos últimos dias na sede da Secretaria Municipal de Educação de Natal (SME). A decisão defere o pedido formulado o Município de Natal e ocorre, segundo o documento, para garantir cumprimento de uma decisão judicial que determinava o fim da greve por considerar o movimento como “ilegal”.

No documento, o desembargador Virgílio Macêdo Júnior afirma que a informação trazida pelo Município de que houve invasão à secretaria foi confirmada e configura uma “flagrante desobediência” à decisão do último dia 8 de abril, o que motivou a autorização do uso de força policial para “garantir o cumprimento da decisão judicial e o restabelecimento da ordem pública”.

Na última decisão, era determinada a retomada das aulas da rede municipal, assim como o desconto dos salários dos professores que participaram da greve e uma multa de até R$ 100 mil aos dirigentes do sindicato. A defesa do sindicato questionou a ilegalidade do movimento, argumentando que a educação “não se enquadra no rol de atividades essenciais para fins de direito de greve”.

Os professores da rede municipal de educação estão em greve desde o último dia 28 de março. A categoria reinvidica o reajuste de 33,24% do piso salarial da categoria.

Foto: Reprodução/Adriano Abreu

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Professores em greve ocupam Secretaria Municipal de Educação de Natal; categoria reivindica o pagamento do reajuste do piso nacional

Professores em greve ocupam Secretaria Municipal de Educação de Natal; categoria reivindica o pagamento do reajuste do piso nacional

Um grupo de professores ocupou a recepção do prédio da Secretaria Municipal de Educação na manhã desta terça-feira (26.abr.2022). Os manifestantes pedem uma reunião com a secretária Cristina Diniz. A categoria está em greve desde o dia 28 de março e cobra que o o Município pague o reajuste do piso nacional do magistério

No dia 8 de abril, a Justiça determinou a suspensão imediata da greve dos professores da rede pública de Natal e que o sindicato da categoria garanta a integralidade dos serviços nas escolas, sob pena de multa de até R$ 100 mil. Apesar da decisão, os professores decidiram manter a greve.

“Desde o dia 28 de março só tivemos uma audiência que foi no dia 30. A secretária se comprometeu e remarcar uma audiência e até agora não remarcou. Nós só queremos ser recebidos”, disse Bruno Vital, pofessor e coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/RN).

A Guarda Municipal foi acionada e os professores não conseguiram passar da recepção do prédio da Secretaria Municipal de Educação.

Com informações do Portal G1 RN
 Foto: Reprodução/Ayrton Freire/Inter TV Cabugi

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Justiça suspende a greve dos professores de Natal

Justiça suspende a greve dos professores de Natal

A Justiça do Rio Grande do Norte determinou, na sexta-feira (8.abr.2022), a imediata suspensão da greve dos professores de Natal. O desembargador Virgílio Macedo acatou pedido da Prefeitura do Natal e entendeu que a paralisação dos profissionais, que está em curso desde 28 de março, poderia trazer prejuízos irreparáveis aos estudantes.

A greve dos professore de Natal tem como pauta o reajuste salarial após a determinação de aumento no piso dos profissionais em 33,24%. A Prefeitura argumenta que já paga valor superior, inclusive ao do estado, e que os profissionais já teriam recebido reajuste de pouco mais que 6% no ano fim do ano passado.

Atualmente, os professores da rede municipal de nível superior, com carga horária de 40h, têm salário de R$ 5.154,00, enquanto o piso nacional é de R$ 3.845,63. A Prefeitura entende que não está obrigada a conceder o reajuste de 33,24% neste momento.

No pedido, a Prefeitura disse que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) vem “alterando as pautas de suas reivindicações para justificar novas paralisações, as quais são feitas sempre nos momentos mais importantes para o calendário escolar”.

Ainda na ação, a Prefeitura diz que a pauta que interessa à categoria é somente aplicação do critério da indexação para atualização do piso municipal, seguindo-se os mesmos percentuais de reajuste da lei federal. No entendimento da Prefeitura, o pedido é inconstitucional.

Na decisão, o magistrado argumentou que a Educação é um serviço público essencial e, por isso, está sujeita às limitações previstas na Lei Geral de Greve. Além disso, também argumentou que há risco de prejuízo irreparável aos estudantes da rede municipal.

“O risco de grave lesão é notório, em se tratando de prejuízo irreparável a milhares de alunos que estão sem o acesso ao aprendizado, diante da paralisação dos professores por tempo indeterminado. Ressalte-se que não se pode olvidar o período de suspensão das aulas em face da pandemia da COVID-19, necessária, porém com consequências negativas para os estudantes”, disse o magistrado, argumentando ainda que, como o risco é para todos os alunos, não seria suficiente determinar o retorno de somente parte dos professores.

“Enfim, estando presentes ambos os requisitos necessários à concessão da tutela antecipada, alternativa não resta senão determinar o retorno imediato dos professores da rede pública do município de Natal às salas de aula, nos termos requeridos, para só assim permitir que milhares de alunos possam vislumbrar uma luz em seus caminhos para o prosseguimento dos seus estudos”, determinou.

Na decisão, o desembargador determinou que os professores suspendam imediatamente a greve, bem como garantam a integralidade do serviço de educação municipal. Além disso, o magistrado também determinou que o Sinte se abstenha de “tumultuar a prestação dos serviços em todas as unidades circunscritas ao âmbito do Município do Natal, de bloquear o acesso às respectivas unidades e de constranger servidores que não participem do movimento, respeitando-se a distância mínima 1km em relação aos bens afetados ao serviço público municipal, quando da realização de eventuais manifestações, no intuito de proteger o acesso, a prestação e continuidade dos serviços”.

O desembargador autorizou, ainda, o imediato desconto de salários em razão dos dias em que não houve trabalho efetivo, permitida a compensação em caso de acordo, e fixou multa diária no valor de R$ 10 mil ao Sinte, aos seus dirigentes e grevistas, limitado ao teto de R$ 100 mil, em caso de descumprimento.

Professores fazem assembleia sobre greve

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) informou que até a tarde desta sexta-feira (8.abr.2022) não foi notificado sobre a decisão da Justiça do Rio Grande do Norte que determina imediata suspensão da greve dos professores de Natal. O Sinte afirma que discutirá os próximos passos da paralisação com a assessoria jurídica em assembleia, prevista para ser realizada na segunda-feira (11.abr.2022), às 9h30.

O sindicato também informou que não irá se pronunciar até tomar conhecimento do conteúdo decidido pelo desembargador Virgílio Macedo, que acata pedido da Prefeitura do Natal. A gestão municipal alega que o sindicato vem “alterando as pautas de suas reivindicações para justificar novas paralisações, as quais são feitas sempre nos momentos mais importantes para o calendário escolar”.

Na decisão, o magistrado argumentou que a Educação é um serviço público essencial estando sujeita às limitações previstas na Lei Geral de Greve e autorizou o imediato desconto de salários em razão dos dias em que não houve trabalho efetivo, fixando multa diária no valor de R$ 10 mil ao Sinte, aos seus dirigentes e grevistas, limitado ao teto de R$ 100 mil, em caso de descumprimento.

Saúde

Os servidores da saúde de Natal decidiram que irão entrar em greve na próxima segunda-feira (11.abrl.2022), por tempo indeterminado. Dentre os pedidos dos trabalhadores, estão a data-base, revisão e atualização do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV), implantação de gratificações, o não fechamento de serviços, como o Hospital Municipal de Natal, e a convocação do cadastro de reservas. A categoria tenta ser recebida para discutir a pauta.

Segundo o sindicato, a greve irá afetar o atendimento nas unidades básicas de saúde (UBS), assim como os serviços de assistência nas unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais.

Do Jornal Tribuna do Norte
Foto: Lenilton Lima

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Professores de Natal decidem manter greve e justiça aumenta multa para R$ 20 mil por dia

Professores de Natal decidem manter greve e justiça aumenta multa para R$ 20 mil por dia

A Justiça do Rio Grande do Norte determinou o aumento da multa diária de R$ 10 mil para R$ 20 mil, limitada a R$ 100 mil, caso os professores da rede municipal de Natal permaneçam descumprindo a decisão de suspender a greve. Uma decisão judicial do dia 22 de dezembro determinou a suspensão da paralisação, mas os professores continuaram mobilizados.

Além de permanecer com o movimento grevista, a categoria montou um acampamento em frente à sede da Prefeitura de Natal e protestou na manhã da segunda-feira (27.dez.2021). Na decisão, a justiça determina que os servidores devem acabar com a greve e retornar integralmente ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 10 mil por descumprimento.

Agora, uma nova decisão do desembargador Ibanez Monteiro diz que a “recalcitrância da parte em cumprir decisão judicial é ato grave, que reclama providências tendentes a assegurar a força da ordem judicial”.

“Há notícia de que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública do RN (Sinte-RN) está a descumprir a decisão judicial que determinou o retorno integral da força de trabalho dos Servidores Municipais da Educação do Município de Natal. Sendo assim, deve ser majorado o valor diário da multa anteriormente fixado para R$ 20.000,00, limitado a R$ 100.000,00”, pontua na decisão.

O descumprimento foi notificado à Justiça pelo Município de Natal, autor da ação contra o Sinte/RN. O Sindicato ainda não se manifestou.

Foto: Reprodução/Magnus Nascimento

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Em Natal, professores da rede municipal contrariam decisão da justiça e mantêm greve

Em Natal, professores da rede municipal contrariam decisão da justiça e mantêm greve

Os professores da rede municipal de ensino de Natal decidiram manter a greve iniciada em dezembro. Uma decisão judicial do dia 22 de dezembro determinou a suspensão da greve. Além de permanecer com o movimento grevista, a categoria montou um acampamento em frente à sede da Prefeitura do Natal e protestou na manhã desta segunda-feira (27.dez.2021).

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN), a categoria decidiu recorrer da decisão da justiça. A greve dos professores de Natal foi iniciada no dia 10 de dezembro. Na ocasião, os educadores reclamaram que estão há dois anos sem reajuste.

A Secretaria Municipal de Educação (SME), por sua vez, ofereceu aos professores um reajuste de 6,42% a ser pago de forma imediata, além do retroativo, para os ativos e inativos. A proposta foi recusada pela categoria.

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

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Justiça suspende a greve dos professores de Natal

Justiça suspende greve dos professores de Natal

A justiça declarou que a greve dos professores de Natal é ilegal. A decisão foi publicada na noite da quarta-feira (22.dez.2021) e determina que os servidores devem retornar integralmente ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 10 mil por descumprimento. Os professores pedem reajuste salarial de 12,84%, além de melhoria na estrutura das escolas e redução de alunos por sala.

A greve dos professores de Natal foi iniciada no dia 10 de dezembro. Na ocasião, os educadores reclamaram que estão há dois anos sem reajuste. A Secretaria Municipal de Educação (SME), por sua vez, ofereceu aos professores um reajuste de 6,42% a ser pago de forma imediata, além do retroativo, para os ativos e inativos. A proposta foi recusada pela categoria.

Com a continuidade da greve, a prefeitura acionou a justiça com pedido de liminar contra a greve, alegando que o movimento está causando prejuízo para os estudantes do ano letivo de 2021 e também pode interferir no ano letivo de 2022.

Na decisão pelo fim da paralisação, o desembargador Amaury Moura Sobrinho destacou que, apesar da garantia do direito à greve, “o momento atual, com todas as limitações já impostas aos estudantes, advindas das paralisações das aulas decorrentes da pandemia da Covid-19, a manutenção do movimento grevista ocasionará o não encerramento regular do semestre letivo previsto para 26 de janeiro próximo, gerando dano irreparável à educação”.

Com a liminar, fica determinada o retorno imediato dos professores, sob pena de multa diária ao presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN), no valor de R$ 10 mil por dia de descumprimento, limitada, a princípio, em R$ 50 mil.

Foto: Kléber Teixeira / Intertv Cabugi

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Sinte RN não aceita proposta da prefeitura de Natal e mantém greve dos professores

Sinte/RN não aceita proposta da prefeitura de Natal e mantém greve dos professores

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) rejeitou a proposta da prefeitura de Natal de reajuste de 6,42% para o piso salarial dos professores e manteve a greve dos professores na capital. A decisão ocorreu nesta quarta-feira (15.dez.2021). A proposta da prefeitura é metade do valor cobrado pelo sindicato, de 12,84%, relativo ao ano de 2020.

A prefeitura apresentou a proposta na terça-feira (14.dez.2021), em reunião com o sindicato. Na proposta do Executivo municipal, os funcionários em atividade teriam a atualização salarial de 6,42%. Somado aos proventos, seria pago o retroativo de janeiro a novembro imediatamente na folha de dezembro de 2021.

Já para os inativos, a aplicação seria da mesma forma, com os 6,42% implantado a partir de janeiro de 2022, somado ao retroativo de janeiro a dezembro, que seria pago de forma parcelada em 12 vezes, de janeiro a dezembro de 2022. Com a manutenção da greve dos professores em Natal, as aulas da rede municipal de ensino continuam suspensas.

Foto: Reprodução

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