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PGR afirma que vai investigar se Monark e deputado federal fizeram apologia ao nazismo na internet; apresentador foi desligado

PGR vai investigar se Monark e Kim Kataguiri fizeram apologia ao nazismo na internet

A Procuradoria Geral da República (PGR) vai investigar o suposto crime de apologia do nazismo praticado pelo podcaster e influencer Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, e pelo deputado federal Kim Kataguiri (Podemos/SP). O procurador-geral da República, Augusto Aras, determinou a abertura de uma investigação sobre o caso nesta terça-feira (8.jan.2022).

De acordo com a PGR, o Ministério Público Federal (MPF) recebeu representações a respeito do episódio do Flow Podcast, apresentado por Monark, em que ele defende a “legalidade de um partido nazista no Brasil”. Na ocasião, Kim era um dos convidados, e também será investigado porque, questionado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) no podcast, afirmou considerar que a Alemanha errou ao ter criminalizado o partido nazista.

A PGR afirmou que o caso será analisado pela assessoria criminal de Aras porque Kim Kataguiri, como deputado federal, tem foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal (STF).

Apresentador foi desligado e programa retirado do ar

Bruno Aiub, influenciador conhecido como Monark, um dos fundadores do programa, foi desligado do Flow Podcast. O anúncio foi feito nesta terça-feira (8.fev.2022) pelas redes do programa, após a defesa da existência de um partido nazista. “O Flow Podcast surgiu de um sentimento de liberdade, pluralidade e transparência. Com isso, carregamos a responsabilidade de nos conectar com milhões de pessoas e é inevitável que grandes decisões exijam grandes responsabilidades”, destaca a publicação.

“Reforçamos o nosso comprometimento com a Democracia e Direitos Humanos, portanto, o episódio 545 foi tirado do ar. Comunicamos também a decisão que, a partir deste momento, o youtuber Bruno Aiub @Monark está desligado dos Estúdios Flow”, completa a nota.

Foto: Reprodução

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Donos de restaurantes querem compensação financeira do iFood por prejuízos durante falha no aplicativo

Donos de restaurantes querem compensação financeira do iFood por prejuízos durante falha no aplicativo

A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) disse nesta quarta-feira (03.nov.2021) que espera uma compensação financeira pelos eventuais prejuízos sofridos pelos estabelecimentos por causa da falha no app do iFood que trocou nomes de restaurantes por frases pró-Bolsonaro e ataques políticos nesta terça (02.nov.2021). A empresa representa os donos de restaurantes e bares no Brasil.

“Recebemos com muita preocupação a notícia. Além dos óbvios prejuízos financeiros aos donos de restaurantes e bares, que esperamos que sejam compensados pelo aplicativo, e de imagem para os estabelecimentos, o que chama a atenção é a fragilidade demonstrada. Menos mal que a resposta tenha sido rápida, identificando e resolvendo o problema antes que os prejuízos se avolumassem”, disse a Abrasel.

Em nota, o iFood confirmou ter identificado na noite desta terça-feira que alguns estabelecimentos cadastrados na plataforma tiveram seus nomes alterados. A investigação interna do iFood apontou que não ocorreu um ciberataque à plataforma e que o incidente foi causado por um operador de atendimento de uma prestadora de serviços que tinha permissão para ajustar informações dos restaurantes.

Com informações da Folha de São Paulo

Foto: Reprodução

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Leia mais sobre o caso:

O Após rompimento de parceria com o Flow Podcast, hackers invadem iFood e trocam nome de restaurantes e dão apoio a Bolsonaro

iFood hackeado? Após rompimento de parceria com o Flow Podcast, nomes de restaurantes são trocados por ofensas e frases de apoio a Bolsonaro

iFood hackeado? Usuários do maior aplicativo de delivery do Brasil se queixaram dos nomes ofensivos que apareceram na plataforma.

Os potiguares que abriram o iFood durante a noite desta terça-feira (1º) perceberam que os nomes dos estabelecimentos comerciais e restaurantes foram trocados por ofensas a Marielle, Lula e mensagens de apoio ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

Os ataques ocorreram dias após o fim da parceria entre o iFood e o Flow Podcast. Ainda não se sabe a origem dos ataques nem as reais motivações por trás da ação. No Twitter, o termo ‘ iFood hackeado ‘ chegou a ficar no topo dos trending topics da rede.

O iFood emitiu uma nota afirmando que não houve “invasão aos sistemas da plataforma” e que não há registro de nenhum vazamento de dados sensíveis. Confira a íntegra da nota abaixo:

Na noite de hoje, 2 de novembro, o iFood identificou que alguns estabelecimentos cadastrados na plataforma tiveram seus nomes alterados. Aproximadamente 6% dos estabelecimentos foram afetados. A empresa tomou medidas imediatas para sanar o problema e proteger os dados de restaurantes, consumidores e entregadores.

Em investigações preliminares, a empresa informa que não há qualquer indício de vazamento da base de dados pessoais cadastrados na plataforma, tampouco de dados de cartão de crédito.

O fim da parceria entre a empresa de entrega de comida e o Flow Podcast se deu após comentários do apresentador Monark, um dos anfitriões do podcast, a respeito de liberdade de expressão. Em uma mensagem compartilhada no Twitter, o influenciador, que tem mais de um milhão de seguidores na rede social, questionou se “ter uma opinião racista era ser racista”.

Após a repercussão negativa da declaração de Monark, o iFood emitiu uma nota em que anunciava o rompimento com o Flow.

Foto: Reprodução

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