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Governo do RN admite atraso de R$ 363 milhões em repasses de consignados a bancos

Governo do RN admite atraso de R$ 363 milhões em repasses de consignados a bancos

Secretário da Fazenda prestou esclarecimentos à Assembleia Legislativa e atribuiu problema à frustração de receitas; deputados cobraram plano concreto e criticaram descumprimento de prazo acordado em 2025

A Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realizou, nesta quarta-feira (26), a primeira reunião de 2026 para tratar dos atrasos nos repasses de consignados a instituições financeiras. Convocado para prestar esclarecimentos, o secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, admitiu a existência do passivo e apresentou um documento detalhando a situação.

De acordo com o ofício entregue aos deputados, o valor total pendente de repasse às instituições financeiras soma R$ 363,3 milhões, referentes ao período de maio de 2023 a março de 2026. A reunião ocorreu em meio a cobranças de parlamentares por transparência e definição de um cronograma efetivo de regularização.

Frustração de receitas é apontada como causa

Durante sua fala, o secretário atribuiu os atrasos à frustração de receitas registrada em 2025, que chegou a R$ 474,5 milhões, impactando principalmente arrecadações de ICMS, IRRF e IPVA. Segundo ele, diante do cenário, o governo priorizou o pagamento integral da folha salarial e outras obrigações constitucionais.

“Não é a situação ideal, mas a gestão pública exige escolhas. A prioridade foi honrar os salários dos servidores e os repasses obrigatórios”, afirmou Carlos Eduardo Xavier.

O secretário também destacou que não há registro de negativação de servidores em órgãos de crédito em decorrência dos atrasos, uma vez que os valores continuam sendo descontados regularmente em folha. Segundo ele, eventuais encargos decorrentes do atraso são de responsabilidade do Estado, não dos servidores.

Deputados cobram plano concreto e criticam descumprimento de prazo

Durante o debate, o deputado Luiz Eduardo (SDD) relembrou que o problema foi reconhecido pelo governo ainda em 2025, com compromisso de regularização até dezembro daquele ano, o que não se concretizou. Ele também criticou a falta de transparência por parte de instituições financeiras e informou que o caso foi levado ao Tribunal de Contas e ao Banco Central, que já iniciou auditoria sobre a situação.

“Houve um compromisso público de regularização que não foi cumprido, e isso precisa ser esclarecido com transparência”, afirmou.

O parlamentar questionou ainda quem arcaria com eventuais prejuízos aos servidores. Em resposta, o secretário reafirmou que “não há cobrança adicional de juros para os servidores” e que o governo negocia a redução ou remissão de encargos junto às instituições financeiras.

Já o deputado Gustavo Carvalho (PL) cobrou mais clareza sobre a condução do tema e defendeu que a Assembleia do RN acompanhe de forma rigorosa a situação. “Estamos tratando de recursos descontados diretamente dos servidores. É preciso garantir que haja responsabilidade e transparência nesse processo”, declarou.

Prazo para quitação do passivo gera preocupação

O deputado Adjuto Dias (MDB) demonstrou preocupação com o prazo apresentado pelo governo para quitação do passivo, previsto para o final de 2026. Ele questionou a viabilidade do cronograma diante do histórico recente de atrasos e cobrou garantias concretas de cumprimento.

Em resposta, o secretário afirmou que o Estado trabalha com um plano de amortização gradual, que prevê o pagamento das parcelas correntes acrescido de valores adicionais mensais, com o objetivo de regularizar a situação ao longo deste ano.

Outro ponto levantado foi a base legal para a retenção temporária dos valores. O documento apresentado pelo governo informa que os contratos são regidos por convênios e decretos estaduais, que estabelecem prazo de até 40 dias para o repasse após o pagamento da folha.

Requerimento por contratos é aprovado

Ainda durante a reunião, o deputado Luiz Eduardo (SDD) apresentou requerimento verbal solicitando o envio dos contratos firmados entre o Governo do Estado e as instituições financeiras. O pedido foi aprovado pelos membros da comissão.

Também participaram da reunião os deputados Gustavo Carvalho (PL), Francisco do PT, Dr. Bernardo (PSDB), Ivanilson Oliveira (União Brasil), Ubaldo Fernandes (PSDB) e Neilton Diógenes (PP), além de representantes do governo estadual, como a controladora-geral Luciana Daltro e o procurador-geral do Estado, Antenor Roberto.

Foto: João Gilberto

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Dino aprova plano do Congresso e libera pagamento de emendas

Dino aprova plano do Congresso e libera pagamento de emendas

Câmara e Senado irão indicar parlamentares responsáveis pelas emendas

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta quarta-feira (26) o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses.

A decisão do ministro também libera o pagamento das emendas deste ano e dos anos anteriores que estavam suspensas por decisões da Corte.

O compromisso do Congresso foi enviado nessa terça-feira (25) ao ministro, que é relator dos processos que tratam das medidas de transparência determinadas pela Corte para o pagamento das emendas.

Plano de trabalho

Pelo plano de trabalho da Câmara e do Senado, a partir do exercício financeiro deste ano, não será mais possível empenhar emendas sem a identificação de parlamentar que fez a indicação da emenda e da entidade que vai receber os recursos.

Conforme a decisão de Dino, não entram na liberação:

  • as emendas específicas para Organizações Não Governamentais (ONGs) e entidades do terceiro setor que foram alvo de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU)
  • recursos para a Saúde que não estão regularizados em contas bancárias específicas e emendas de bancada
  • emendas de bancada e de comissão que não foram convalidadas em atas das respectivas comissões e que estejam sem identificação do parlamentar.

A liminar do ministro está valendo, mas vai precisar ser referendada pelo plenário da Corte. A data do julgamento ainda será definida.

Entenda

O impasse sobre a liberação das emendas começou em dezembro de 2022, quando o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 e RP9 eram inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte.

No entanto, o PSOL, partido que entrou com a ação contra as emendas, apontou que a decisão continuava em descumprimento.

Após a aposentadoria da ministra Rosa Weber, relatora original do caso, Flávio Dino assumiu a condução do caso.

Em agosto do ano passado, Dino determinou a suspensão das emendas e decidiu que os repasses devem seguir critérios de rastreabilidade. O ministro também determinou que a CGU auditasse os repasses dos parlamentares por meio das emendas do orçamento secreto.

No mês passado, Flávio Dino suspendeu emendas parlamentares para ONGs devido à falta de transparência.

Foto: Antonio Augusto/STF / Gustavo Moreno/STF

Da Agência Brasil

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Governo Federal afirma que transferiu R$ 30 bilhões ao RN em 2024

Governo Federal afirma que transferiu R$ 30 bilhões ao RN em 2024

Recursos beneficiaram milhões de potiguares em programas sociais, obras e serviços essenciais

O Rio Grande do Norte recebeu R$ 30,2 bilhões em repasses do Governo Federal entre janeiro e novembro de 2024. Os recursos foram divididos entre transferências para o governo estadual, prefeituras e programas sociais voltados diretamente à população. A divulgação dos dados foi feita pelo Governo Federal na sexta-feira (27.dez.2024).

Com 3,4 milhões de habitantes e 1,5 milhão de domicílios espalhados pelos 167 municípios, o estado recebeu R$ 16,3 bilhões em transferências diretas para administrações municipais e estadual. Outros R$ 13,9 bilhões foram repassados para a população, por meio de programas como Bolsa Família, Auxílio Gás, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Seguro-Desemprego e Benefícios Previdenciários.

Saúde: Mais Médicos, cirurgias e Farmácia Popular

Segundo o Governo, na área da saúde, programas federais estão promovendo melhorias significativas. O Mais Médicos ampliou a atuação para 532 profissionais em todo o estado, sendo 261 contratados a partir de 2023.

O programa Brasil Sorridente registrou a inclusão de 84 novas equipes de saúde bucal, totalizando 979 equipes ativas. Além disso, o estado conta com 37 Centros de Especialidades Odontológicas e uma Unidade Odontológica Móvel financiada pelo governo federal.

Outro destaque foi o Programa Nacional de Redução de Filas de Cirurgias, que realizou 8,8 mil procedimentos entre fevereiro e setembro de 2024. O Farmácia Popular atendeu 584,6 mil potiguares até novembro, sendo 70,3% mulheres. Desses, 572,6 mil tiveram acesso a medicamentos gratuitos para diabetes, hipertensão, asma, osteoporose e contraceptivos.

Educação: investimentos no RN

O campo da educação também se destacou com investimentos. O programa Pé-de-Meia beneficiou 88,1 mil estudantes, com repasses de R$ 112,1 milhões até novembro. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) atendeu 619 mil alunos em 2,7 mil escolas, com um repasse de R$ 81,5 milhões.

Outras iniciativas como a Escola em Tempo Integral e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada contaram com a adesão do governo estadual e das 167 prefeituras. O transporte escolar, via Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE), beneficiou 93,6 mil estudantes com um repasse de R$ 16,9 milhões.

Até novembro, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) distribuiu 3,1 milhões de exemplares, beneficiando 512,2 mil alunos em 2,5 mil escolas potiguares.

Moradia e infraestrutura: Minha Casa, Minha Vida e PAC

A infraestrutura também foi fortalecida, de acordo com o Governo. O Minha Casa, Minha Vida financiou 16,4 mil moradias com investimentos de R$ 1,9 bilhão em 111 municípios. Desde 2023, 9,6 mil moradias foram selecionadas para a Faixa 1 do programa.

O PAC Seleções aprovou 249 empreendimentos em 122 cidades. Desses, 134 são voltados à educação, com 24 escolas em tempo integral, 41 creches e 69 ônibus escolares. Na saúde, são 69 obras, incluindo 42 UBS, 10 unidades odontológicas móveis, 11 ambulâncias do SAMU, e novos centros de reabilitação.

Obras de infraestrutura social, como espaços esportivos e centros comunitários, também estão em andamento, além de projetos de mobilidade urbana, saneamento e prevenção de desastres.

Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

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Dino suspende pagamento de emendas impositivas

Dino suspende pagamento de emendas impositivas

Decisão tem validade até que se criem medidas de transparência

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) a suspensão da execução das emendas impositivas ao Orçamento da União. Pela decisão, o pagamento deverá ficar suspenso até que os poderes Legislativo e Executivo criem medidas de transparência e rastreabilidade dos recursos.

A decisão do ministro foi motivada por uma ação protocolada na Corte pelo PSOL. O partido alegou que o modelo de emendas impositivas individuais e de bancada de deputados federais e senadores torna “impossível” o controle preventivo dos gastos.

A legenda também argumentou que o modelo provoca “desarranjo” na separação dos poderes ao deslocar parte da gestão orçamentária do Executivo para o Legislativo.

Ao decidir sobre a questão, Dino entendeu que a suspensão das emendas é necessária para evitar danos irreparáveis aos cofres públicos. Pela decisão, somente emendas destinadas para obras que estão em andamento e para atendimento de situação de calamidade pública poderão ser pagas.

“Os danos daí emergentes são irreparáveis ou de difícil reparação, pois é muito laborioso e moroso o ressarcimento ao erário de milhões ou bilhões de reais, no caso de futura apuração de responsabilidades por hipotéticas ilegalidades, tais como cirurgias inexistentes, estradas fantasmas, custeios na saúde sem resultados para a população, projetos inexequíveis em ONGs, compra de notas frias, entre outras anomalias de possível configuração”, afirmou o ministro.

Dino também avaliou que a parcela orçamentária destinada aos parlamentares pode inviabilizar os gastos com políticas públicas.

“O percentual de comprometimento da parcela discricionária do orçamento tende a, cada vez mais, evoluir aleatoriamente e inviabilizar a consecução de políticas públicas, atingindo o núcleo do princípio da separação de poderes, cuja eficácia deve ser imediatamente resguardada”, concluiu.

Emendas Pix

Na semana passada, Flávio Dino também manteve a suspensão das chamadas “emendas Pix” ao Orçamento da União.

As emendas foram criadas por meio da Emenda Constitucional 105, de 2019, e permitem que deputados e senadores destinem emendas individuais ao Orçamento da União por meio de transferências especiais. Pela medida, os repasses não precisam de indicação de programas e celebração de convênios.

O ministro entendeu que a execução das emendas pode continuar nos casos de obras em andamento e calamidade pública. A liberação dos recursos está condicionada ao atendimento de requisitos de transparência e rastreabilidade dos recursos.

Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

Da Agência Brasil

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Pagamento do Bolsa Família em julho contempla quase 600 mil famílias no RN

Pagamento do Bolsa Família em julho contempla quase 600 mil famílias no RN

Programa de transferência de renda investe R$ 335,7 milhões no estado, com valor médio de benefício de R$ 670,81

O cronograma de pagamento do Bolsa Família em julho começou nesta quinta-feira (18.jul.2024) em todo o país. No Rio Grande do Norte, 500.849 famílias serão beneficiadas com um investimento de R$ 335,7 milhões do programa de transferência de renda do Governo Federal. O valor médio do benefício no estado é de R$ 670,81. Os repasses são escalonados de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários e seguem até o dia 31.

No Rio Grande do Norte, 188.092 crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância, que adiciona R$ 150 para cada criança dessa faixa etária presente na composição familiar, resultando em um investimento federal de R$ 26,7 milhões.

Outros benefícios complementares, todos no valor adicional de R$ 50, são destinados a 331,5 mil crianças e jovens entre sete e 18 anos, além de 23,1 mil gestantes e 8,5 mil mulheres em fase de amamentação no estado. Esses pagamentos somam R$ 16,8 milhões.

Natal, a capital, continua em julho com o maior número de famílias beneficiadas no estado, totalizando 77,7 mil famílias e um investimento de R$ 52,6 milhões, com um valor médio de repasse de R$ 677,81. Outros municípios com grande número de beneficiários incluem Mossoró (32,4 mil), Parnamirim (23,3 mil), São Gonçalo do Amarante (18 mil) e Macaíba (13,9 mil).

O município de Pedro Velho registra o maior valor médio pago pelo programa no estado: R$ 713,60. Seguem-se Ceará-Mirim (R$ 706,02), Pureza (R$ 705,30), Coronel Ezequiel (R$ 699,68) e Lagoa de Velhos (R$ 698,41).

Panorama nacional do Bolsa Família em julho

Em âmbito nacional, o Bolsa Família atende 20,8 milhões de famílias em 5.570 municípios brasileiros, mantendo um patamar estável nos últimos quatro meses. O investimento total é de R$ 14,1 bilhões e o valor médio do benefício é de R$ 682,56.

Pagamento unificado em ações de enfrentamento a desastres

Dentro das ações de enfrentamento a desastres, 670 mil famílias dos 497 municípios gaúchos recebem o pagamento de forma unificada, totalizando um repasse de R$ 453 milhões. Famílias de Roraima, Amazonas, Paraná e Sergipe também recebem o benefício de forma unificada.

Benefício primeira infância

Em julho, 9,43 milhões de crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância, resultando em um investimento de R$ 1,33 bilhão.

Benefício variável familiar

Outras 12,4 milhões de crianças e adolescentes de sete a 16 anos recebem o Benefício Variável Familiar Criança, e 3 milhões de adolescentes de 16 a 18 anos recebem o Benefício Variável Familiar Adolescente, ambos com um adicional de R$ 50. O investimento total para esses benefícios é de R$ 710 milhões. Gestantes e nutrizes também recebem um adicional de R$ 50, com um investimento de R$ 70 milhões.

Predomínio feminino e diversidade racial

Mulheres são a maioria dos responsáveis familiares, somando 17,39 milhões ou 83,5% do total. Beneficiários de cor preta/parda representam 72,8%.

Proteção às famílias vulneráveis

O Bolsa Família prioriza famílias em maior vulnerabilidade, com 226 mil beneficiários indígenas, 254 mil quilombolas e 378 mil catadores de material reciclável.

Regra de proteção

A Regra de Proteção permite que beneficiários permaneçam no programa por até dois anos após conseguirem emprego com carteira assinada ou aumento de renda. Em julho, 2,8 milhões de famílias são beneficiadas por essa regra.

Distribuição regional e estadual

O Nordeste concentra 9,4 milhões de famílias beneficiárias, seguido pelo Sudeste com 6,1 milhões. O Norte tem o maior valor médio por beneficiário: R$ 718,78. São Paulo é o estado com o maior número de beneficiários, seguido pela Bahia.

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

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Bolsa Família chega a 501 mil de famílias no RN em maio

Bolsa Família chega a 501 mil de famílias no RN em maio

Valor médio recebido pelos beneficiários no estado é de R$ 673,37. Cronograma de pagamentos segue até o dia 31

Os 501 mil beneficiários do Bolsa Família nos 167 municípios do Rio Grande do Norte começaram a receber os repasses referentes ao mês de maio. Em 42 desses municípios, os pagamentos foram unificados devido às ações de enfrentamento a desastres naturais, agilizando o acesso ao benefício para as famílias necessitadas. O cronograma de pagamentos é escalonado de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) e seguirá até o fim do mês.

O valor médio do benefício no estado é de R$ 673,37, resultando em um investimento total de mais de R$ 337,3 milhões pelo Governo Federal. Dentro do Novo Bolsa Família, 187 mil crianças de zero a seis anos estão sendo contempladas com o Benefício Primeira Infância, que adiciona R$ 150 por criança na composição familiar, elevando o investimento para atender este público a R$ 26,8 milhões.

Adicionalmente, 328 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos, 17 mil gestantes e 8,4 mil nutrizes recebem benefícios complementares de R$ 50, totalizando mais R$ 16,6 milhões em repasses. Natal é a cidade com o maior número de famílias contempladas, somando mais de 80 mil beneficiários, seguida por Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Macaíba. A cidade de Pureza, com 9,3 mil habitantes, destaca-se pelo maior valor médio por família, registrado em R$ 704,67.

Em âmbito nacional, o Bolsa Família atende 20,8 milhões de beneficiários em todos os 5.570 municípios brasileiros. O valor médio de repasse é de R$ 682,32, com um investimento total de R$ 14,1 bilhões pelo Governo Federal. O Nordeste é a região com o maior número de contemplados em maio de 2024, com 9,4 milhões de beneficiários e um investimento de R$ 6,3 bilhões. Em seguida, estão o Sudeste (6,2 milhões de beneficiários, R$ 4,3 bilhões), o Norte (2,3 milhões de beneficiários, R$ 1,6 bilhão), o Sul (1,6 milhão de beneficiários, R$ 1 bilhão) e o Centro-Oeste (1,3 milhão de beneficiários, R$ 839 milhões).

Foto: Lyon Santos/MDS

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