Mulher presa

Caso pitbull em Extremoz: áudios revelam confissão de homicídios e mensagem sobre vítima

Caso pitbull em Extremoz: áudios revelam confissão de homicídios e mensagem sobre vítima

As investigações ganharam um novo e perturbador capítulo com a divulgação de áudios enviados por um denunciante à Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte aprofundou as investigações sobre a morte de Francisco Paulo da Silva, de 62 anos, vítima de ataque de um cão da raça pitbull na última sexta-feira (6), em Extremoz, na Grande Natal. A tutora do animal, que já está presa temporariamente, é alvo de novas e graves acusações.

Áudios obtidos com exclusividade pelo RN News, e já entregues à autoridade policial, trazem à tona uma confissão chocante da suspeita, que alega ter matado e enterrado pessoas em outra cidade da região metropolitana. Paralelamente, a polícia investiga mensagens de celular dela que indicam possível provocação do ataque e demora no socorro à vítima.

Áudios exclusivos: suspeita confessa homicídios em Ceará-Mirim

As investigações ganharam um novo e perturbador capítulo com a divulgação de áudios enviados por um denunciante à Polícia Civil. Nas gravações, a mulher, em tom natural, faz afirmações estarrecedoras. Em um dos trechos, ela declara: “Na primeira casa foram mais sete pessoas que eu matei, inclusive homens, e ninguém descobriu. Não tem câmera, não tem nada”.

Em outro momento do áudio, a suspeita detalha a logística para a ocultação dos corpos e a razão pela qual não teria repetido os crimes em uma residência posterior. “Na segunda casa eu não matei ninguém, porque o chão era de cimento. Pra matar alguém lá tinha que quebrar o cimento, e a rua tinha câmeras”, afirma na gravação. A fala sugere um conhecimento prévio do local e uma suposta intenção de evitar a descoberta dos atos.

As declarações da investigada seguem em um tom perturbador, mencionando que guarda “muitos segredos” e tecendo comentários violentos. A polícia agora irá investigar a veracidade das informações, um trabalho que pode envolver a localização das residências citadas e a checagem de registros de desaparecidos na região de Ceará-Mirim.

Mensagens e ofensas: a investigação sobre a provocação do ataque

Antes mesmo da revelação dos áudios, a Polícia Civil já trabalha com a hipótese de que a mulher tenha induzido o cão a atacar Francisco Paulo da Silva. A delegada adjunta de Extremoz, Anna Beatriz Alves, detalhou que a análise dos celulares apreendidos da suspeita já forneceu elementos importantes.

Em uma das trocas de mensagens com uma parente, a dona do pitbull se referiu à vítima como “o verme” assim que ele chegou para trabalhar na limpeza do terreno. “A vítima estava trabalhando nesse momento. E ela fala: ‘O verme chegou'”, relatou a delegada. O teor da mensagem é um dos indícios que levaram à prisão temporária da mulher.

O termo pejorativo também foi alvo de questionamento por uma policial militar que atendeu a ocorrência. De acordo com a delegada, a suspeita justificou a palavra tanto pela cor da vítima quanto por um suposto odor. “Ela falou: ‘Ah, mas ele também tava fedendo’. Isso consta, foi relatado pela policial militar, e pode ter tido cunho racista, xenofóbico, mas isso também ainda está sob investigação”, explicou Anna Beatriz Alves.

Linha do tempo da tragédia: os 20 minutos entre o ataque e o socorro

Outro ponto central da investigação é a possível demora da tutora em acionar o socorro para a vítima. A polícia busca entender se o intervalo de tempo foi proposital, agravando as circunstâncias da morte.

Segundo a delegada, a dinâmica dos fatos está sendo reconstituída com base em registros de celular. Há indícios de que, após o ataque, a mulher fez uma ligação de vídeo para a irmã, que mora em outro estado, mostrando a vítima já ensanguentada. Este contato ocorreu por volta das 12h08.

O acionamento da ambulância, no entanto, só aconteceu às 12h29. “Entre ela ter feito a ligação de vídeo para a irmã de 12h08, já mostrando a vítima ensanguentada, e o chamado para o socorro, há um lapso de mais de 20 minutos”, detalhou a delegada Anna Beatriz. A políca investiga o que motivou essa espera antes de buscar ajuda médica para Francisco Paulo da Silva.

O que se sabe sobre o ataque e a versão da suspeita

Em seu depoimento à polícia, a dona do pitbull apresentou uma versão para explicar como o cão, que estava confinado, chegou até a vítima. Ela alegou que o animal estava dentro de um quarto com a porta fechada, mas que conseguiu abrir a maçaneta do tipo alavanca. Em seguida, o pitbull teria passado por uma janela de vidro, descrita como baixa e comprida, e alcançado a área externa onde o trabalhador estava.

A tutora afirmou que nunca havia presenciado o animal agindo dessa forma antes e que acredita que ele tenha se erguido e batido com a pata na maçaneta, conseguindo abrir a porta. A polícia, no entanto, trata essa versão com cautela, confrontando-a com as mensagens e áudios que indicam possível dolo por parte da investigada.

Andamento do inquérito e próximos passos

A mulher, que já possui histórico criminal por estelionato e extorsão, teve a prisão temporária de 30 dias decretada. A delegada Anna Beatriz Alves informou que a meta é concluir o inquérito policial dentro desse período. As investigações agora seguem em diversas frentes:

  • Perícia dos celulares: Análise aprofundada dos dois aparelhos apreendidos para confirmar a autenticidade das mensagens e buscar novas provas.
  • Análise dos áudios: Investigação das declarações de homicídios em Ceará-Mirim, com possível deslocamento de equipes para verificar os locais citados.
  • Laudo necroscópico: Exame no corpo da vítima para detalhar as causas da morte e o tempo de sofrimento, o que pode influir na tipificação do crime.
  • Oitivas: Depoimentos de novas testemunhas, incluindo a irmã com quem a suspeita trocou mensagens e fez a ligação de vídeo.

O cão, por sua vez, foi recolhido por um adestrador e levado para um hotel para cães, onde passará por exames e procedimentos de reabilitação, enquanto se busca um novo lar para o animal.

Fotos: Reprodução

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Mulher é presa suspeita de dopar idosos para roubar em cidades do RN

Mulher é presa suspeita de dopar idosos para roubar em cidades do RN

Suspeita utilizava jalecos e identidade falsa para aplicar sedativos nas vítimas e cometer os crimes

Uma mulher de 31 anos foi presa nesta quinta-feira (24.jul.2025) em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal, suspeita de integrar um grupo criminoso que dopava idosos com sedativos para, em seguida, roubar pertences das vítimas.

De acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, os suspeitos se apresentavam como profissionais da área da saúde, utilizando jalecos para simular vínculos institucionais. O grupo se aproximava principalmente de idosos que moravam sozinhos ou em regiões mais isoladas.

Após o contato inicial, os criminosos ofereciam supostos medicamentos ou vitaminas como forma de prestar ajuda. No entanto, o que era fornecido às vítimas continha substâncias que as deixavam inconscientes. Durante esse estado de vulnerabilidade, os criminosos roubavam itens como eletrodomésticos, eletrônicos, dinheiro em espécie e cartões bancários.

As investigações apontam pelo menos quatro vítimas identificadas até o momento: três em Macaíba e uma idosa de 91 anos em Natal.

Com a mulher presa, foram apreendidos documentos de terceiros — incluindo vítimas já identificadas — além de jalecos usados nos crimes. A prisão foi realizada por agentes da 20ª Delegacia de Polícia de Macaíba, responsáveis pelo caso.

Segundo o delegado Tiago Praxedes, o grupo utilizava abordagens diferentes para se infiltrar nas casas. Em um dos casos, um casal se apresentou como membros de um programa social de saúde e ofereceu cápsulas supostamente preventivas contra gripe a uma família da zona rural de Macaíba. Após ingerir o conteúdo, as vítimas perderam a consciência.

Horas depois, ao recobrarem os sentidos, os moradores constataram que a residência havia sido revirada. Entre os itens subtraídos estavam televisão, botijão de gás, cartões de crédito e dinheiro em espécie.

A Polícia Civil aponta que o crime era premeditado. A mulher utilizava identidade falsa e simulava ser profissional da saúde. O uso do sedativo era parte da estratégia para anular a resistência das vítimas, configurando roubo, conforme o artigo 157 do Código Penal.

Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de vítimas e testemunhas auxiliaram na identificação da suspeita. Após os procedimentos de praxe, ela foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes do grupo criminoso e potenciais vítimas ainda não localizadas.

Foto: Reprodução

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Mulher é presa suspeita de envenenar companheiro em Parnamirim

Mulher é presa suspeita de envenenar companheiro em Parnamirim

Investigada teria colocado pesticida na refeição da vítima; testemunhas relataram ameaças anteriores

Policiais civis da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Parnamirim cumpriram, nesta terça-feira (25.mar.2025), um mandado de prisão temporária contra uma mulher de 47 anos, investigada pela morte de Givanilson dos Santos Grilo. O crime ocorreu no dia 22 de fevereiro de 2025, na praia de Pirangi, em Parnamirim, região metropolitana de Natal.

Morte por envenenamento

De acordo com as investigações, a vítima teria saído do trabalho para realizar outros serviços na região quando passou mal e caiu ao chão. Apesar dos esforços para socorrê-lo, Givanilson veio a óbito no local. Laudos periciais apontaram que a causa da morte foi envenenamento por uma substância do tipo pesticida.

Ainda segundo a análise da perícia, a substância tóxica foi colocada na refeição da vítima, popularmente conhecida como “quentinha”. Com essa informação, a linha investigativa da DHPP passou a considerar a companheira de Givanilson como principal suspeita do crime.

Ameaças e histórico de violência

Testemunhas ouvidas no decorrer da investigação relataram que a suspeita já havia ameaçado a vítima anteriormente. Além disso, há registros de episódios em que a mulher teria esfaqueado e tentado atear fogo no companheiro após discussões. Os elementos reunidos levaram a Polícia Civil do Rio Grande do Norte a solicitar a prisão temporária da investigada, que foi cumprida nesta terça-feira.

Atualmente, a suspeita encontra-se à disposição da Justiça, enquanto as investigações continuam para esclarecimento total do caso.

Denúncias anônimas

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e solicita que informações relevantes sobre crimes sejam repassadas, de forma anônima, pelo Disque Denúncia 181.

Foto: Tony Winston/Agência Brasília

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Mulher é presa após arrastão e perseguição com tiros em Natal

Mulher é presa após arrastão e perseguição com tiros em Natal

Polícia Militar captura suspeita após perseguição na Via Costeira; homem envolvido no crime ainda está foragido

Uma mulher foi presa após participar de um arrastão em uma residência na Vila de Ponta Negra, Zona Sul de Natal, na noite da sexta-feira (8.nov.2024). De acordo com a Polícia Militar, ela e um cúmplice invadiram uma casa na Rua Santo Euzébio, amarraram as moradoras e fugiram em um carro modelo Logan, utilizado como táxi. O proprietário do veículo foi feito refém, mas liberado pouco depois.

O 5º Batalhão da Polícia Militar iniciou uma perseguição na Via Costeira após localizar o carro roubado. Durante a fuga, os criminosos ignoraram um bloqueio policial e colidiram o veículo. Houve troca de tiros, e enquanto o homem conseguiu escapar, a mulher foi capturada ferida. Ela foi encaminhada ao Hospital Clóvis Sarinho antes de ser levada para a delegacia. O carro foi recuperado, embora com a frente danificada.

Foto: Divulgação/PMRN

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Mulher de 22 anos é presa em flagrante por receptação e adulteração de veículo em Parnamirim

Mulher de 22 anos é presa em flagrante por receptação e adulteração de veículo em Parnamirim

Veículo furtado de empresa de locação foi recuperado pela DEPROV; investigações continuam para identificar outros envolvidos

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (DEPROV), prendeu em flagrante, na quarta-feira (16.out.2024), uma mulher de 22 anos suspeita de receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e associação criminosa. A ação ocorreu após o furto de um automóvel vinculado a uma empresa de locação no dia 12 de outubro de 2024, em Emaús, Parnamirim.

Durante as investigações, a equipe da DEPROV localizou o veículo furtado e flagrou a suspeita o conduzindo. Após a prisão, a mulher foi encaminhada para a Delegacia, onde foram realizados os procedimentos legais, e posteriormente foi conduzida ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

As investigações continuam, com o objetivo de identificar outros possíveis integrantes da associação criminosa envolvida no furto do automóvel. A Polícia Civil solicita que a população contribua com informações de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Foto: Divulgação/Polícia Civil/Ilustração

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Falsa médica é presa em Natal acusada de estelionato

Falsa médica é presa em Natal acusada de estelionato

Mulher acumulava 16 boletins de ocorrência por falsidade ideológica e fraude

Uma mulher de 32 anos foi presa nesta sexta-feira (2.jul.2024) no bairro de Nova Descoberta, na Zona Sul de Natal, acusada de se passar por médica e cometer crimes de estelionato.

A suspeita acumulava 16 boletins de ocorrência por falsidade ideológica e estelionato, praticados durante o exercício irregular da profissão. A investigação da Polícia Civil levou ao cumprimento do mandado de prisão por agentes da Delegacia Especializada de Capturas e Polícia Interestadual (DECAP/Polinter).

A Polícia Civil não forneceu mais detalhes sobre a operação, mas informou que a mulher foi conduzida à delegacia e posteriormente encaminhada ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A população é incentivada a continuar enviando informações anônimas por meio do Disque Denúncia 181, ajudando nas investigações e na captura de criminosos.

Foto: Divulgação/Polícia Civil/Ilustração

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Mulher é presa por furto de joias em Natal

Mulher é presa por furto de joias em Natal

Polícia Civil captura suspeita em operação rápida; prisão foi realizada pela DEFUR após diligências ininterruptas na Zona Norte da capital

Policiais civis da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos de Natal (DEFUR/Natal) prenderam, no último sábado (8.jun.2024), uma mulher de 28 anos, suspeita de furtar joias em um estabelecimento comercial no bairro Alecrim, na zona Leste de Natal. O furto teria ocorrido a tarde de sexta-feira (7.jun). A prisão ocorreu no bairro Pajuçara, Zona Norte da cidade.

Após o registro do crime, a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da DEFUR, realizou diligências ininterruptas e conseguiu capturar a autora na manhã de sábado. A mulher é investigada por uma série de furtos e já responde a processos pelo mesmo delito.

Durante a prisão, a suspeita danificou a cela da delegacia e desacatou os policiais, sendo autuada por furto, dano qualificado e desacato.

Foto: Reprodução/Polícia Civil

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VÍDEO: Mulher é presa após bater panela durante motociata de Bolsonaro em Porto Alegre

Durante a motociata de Bolsonaro em Porto Alegre, mulher foi presa após bater panela contra o presidente da República; Brigada Militar gaúcha efetuou a prisão e não disse por qual motivo.

Uma mulher foi presa porque se manifestou batendo panela contra Bolsonaro em Porto Alegre. De acordo com vídeo que circula na internet, a mulher realizou o protesto durante a motociata do presidente da República na capital gaúcha. A prisão ocorreu neste sábado, 10, durante o encontro de moto entre Bolsonaro e apoiadores em Porto Alegre. Confira o vídeo abaixo:

De acordo com o vereador Matheus Gomes, do PSOL do Rio Grande do Sul, uma advogada foi designada para o Palácio da Polícia para apurar o caso e prestar auxílio à mulher detida. Até o momento, a Polícia Militar do Rio Grande do Sul não emitiu nenhuma nota explicando o fato nem as razões pelas quais a mulher foi presa após bater panela contra o governo de Jair Bolsonaro.

Notícia atualizada às 15h35 do dia 10 de julho de 2021

Chefe da Comunicação Social da Polícia Militar no Rio Grande do Sul, o tenente-coronel Cilon Freitas da Silva confirmou que a BM efetuou a prisão, mas negou que mulher foi presa após bater panela contra Bolsonaro.

“Obviamente que não foi por isso. Se a gente fosse prender todo mundo que bateu panela, tinha que ser uma fila de presos. Não é por isso, ela teve um comportamento desviante e infringiu artigos do Código Penal”, disse. Cilon afirmou que as informações sobre os motivos da prisão serão comunicadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul emite nota explicando o episódio:

“Durante a manifestação de motociclistas pela Capital, por volta das 12h, um grupo de manifestantes contrários formou-se próximo aos cruzamentos entre as Av. João Pessoa e Av. Venâncio Aires. Uma das manifestantes, de 47 anos, começou a ameaçar os motociclistas que passavam, quando foi abordada e solicitada por diversas vezes a se afastar do leito da via, de forma a evitar possível acidente.

Apesar das repetidas tentativas das PMs de afastar a mulher, ela desobedeceu a ordem, desacatou as PMs que a abordaram, tentou chutar um dos motociclistas e manteve as ameaças de agressão. Em razão disso, a mulher foi contida por policiais femininas no local e conduzida até a 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde, após produção de termo circunstanciado por desobediência, foi liberada.

Apesar de ser o único incidente registrado, em uma situação específica, onde apontam evidências que justificam o recolhimento da manifestante, ainda assim a BM abrirá procedimento para apuração, em nome da transparência e do rigor com os fatos”.

Foto: Reprodução/Twitter

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