tarifa de energia

Conta de luz deve subir até 7% em 2025, aponta Aneel

Conta de luz deve subir até 7% em 2025, aponta Aneel

Aumento supera inflação prevista e é influenciado pelo orçamento da CDE

A conta de luz deve ter alta de até 7% em 2025, índice acima da inflação estimada para o ano, projetada em 4,4% pelo IPCA. A previsão consta na edição mais recente do InfoTarifa 2025, divulgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O reajuste é impulsionado principalmente pelo aumento no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que financia ações como a tarifa social e o programa Luz para Todos. A CDE, abastecida por cobranças nas faturas de energia, multas e repasses do Tesouro Nacional, terá orçamento de R$ 49,2 bilhões em 2025.

A alta das quotas do fundo, especialmente nas rubricas “Uso” e “Geração Distribuída”, fez com que os Encargos Setoriais respondessem por 4,1% do impacto médio total na tarifa projetada para o próximo ano.

Para 2026, a Aneel projeta orçamento de R$ 52,6 bilhões para a CDE, o que representa incremento de 7% e tende a manter pressão sobre os custos para os consumidores. A proposta será analisada pela diretoria da agência na terça-feira (9).

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Aneel mantém bandeira vermelha patamar 1 nas contas de energia em novembro

Aneel mantém bandeira vermelha patamar 1 nas contas de energia em novembro

Tarifa de energia segue com acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh devido ao baixo nível dos reservatórios

Aneel mantém bandeira vermelha patamar 1 nas contas de energia em novembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 nas contas de energia elétrica para o mês de novembro de 2025. Isso significa que os consumidores continuarão pagando um acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Nos meses anteriores, a bandeira vermelha patamar 2 foi aplicada em agosto e setembro, com cobrança de R$ 7,87 por 100 kWh. Em outubro, a tarifa foi reduzida para o patamar 1, que permanece em vigor agora.

Motivo da manutenção

Segundo a Aneel, a decisão foi motivada pelo baixo volume de chuvas que vem sendo registrado no país, o que afeta os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Essa condição aumenta a necessidade de acionar usinas termelétricas, cuja operação tem custo mais elevado.

“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a Aneel em nota.

A agência também explicou que, embora o país conte com fontes alternativas de geração, como a solar e a eólica, a energia solar é intermitente e não injeta eletricidade continuamente no sistema.

“Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou o órgão regulador.

Sistema de bandeiras tarifárias

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias tem o objetivo de refletir os custos variáveis da geração de energia elétrica no Brasil. O mecanismo informa os consumidores sobre o custo real da produção de energia e indica quando há necessidade de acionar fontes mais caras, como as termelétricas.

As bandeiras tarifárias são classificadas por cores:

  • Verde: não há cobrança adicional;
  • Amarela: acréscimo moderado na tarifa;
  • Vermelha (patamar 1 e 2): cobrança mais alta devido a custos maiores de geração.

Quando a bandeira verde está em vigor, não há acréscimo nas contas de luz. Já nas bandeiras amarela e vermelha, há valores adicionais aplicados a cada 100 kWh consumidos, conforme o cenário energético do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Contexto do setor energético

O baixo regime de chuvas tem sido uma das principais preocupações do setor elétrico brasileiro, impactando diretamente o nível dos reservatórios e a disponibilidade de energia hidrelétrica.

Com a redução da geração pelas hidrelétricas, o país tem recorrido com maior frequência às usinas termelétricas, que garantem o abastecimento, mas com custos mais elevados, influenciando diretamente as tarifas cobradas dos consumidores.

A Aneel afirmou que continuará monitorando as condições hidrológicas e os custos de geração para definir as próximas atualizações das bandeiras tarifárias.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil / Marcelo Camargo Agência Brasil

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Aneel define bandeira vermelha patamar 1 para outubro nas contas de energia

Aneel define bandeira vermelha patamar 1 para outubro nas contas de energia

Adicional será de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos a partir do próximo mês

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (26) que a bandeira vermelha patamar 1 será aplicada nas contas de energia durante o mês de outubro. Com isso, haverá cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A decisão representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando esteve em vigor a bandeira vermelha patamar 2, que possui custo maior para os consumidores.

Motivos para a mudança

Segundo a Aneel, a manutenção de condições climáticas desfavoráveis, como o baixo volume de chuvas, continua afetando os níveis dos reservatórios das hidrelétricas, principais fontes de geração do país.

“Diante desse cenário, há necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que são mais caras e justificam o acionamento da bandeira vermelha patamar 1 para outubro”, informou a agência em nota.

A Aneel destacou ainda que, apesar da expansão da energia solar, a fonte é intermitente e não garante fornecimento contínuo. “Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.

Como funciona o sistema de bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias foi implementado em 2015 para indicar, de forma transparente, os custos variáveis da geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN).

O modelo é dividido em cores que sinalizam o impacto direto na conta de luz:

  • Bandeira verde: não há acréscimo no valor da fatura.
  • Bandeira amarela: cobrança adicional de valor intermediário.
  • Bandeira vermelha patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh.
  • Bandeira vermelha patamar 2: cobrança mais elevada, aplicada em situações de maior custo de geração.

Essas definições permitem que consumidores compreendam como as condições climáticas e o despacho de diferentes usinas impactam os preços finais da energia elétrica.

Impactos esperados em outubro

Com a mudança para a bandeira vermelha patamar 1, os consumidores terão um alívio parcial em comparação aos meses anteriores. No entanto, o valor adicional permanecerá vigente enquanto houver necessidade de acionamento de termelétricas em razão das condições hidrológicas desfavoráveis.

A Aneel reforçou que continuará monitorando os níveis dos reservatórios e o equilíbrio do sistema elétrico para determinar as próximas bandeiras tarifárias nos meses seguintes.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Conta de luz fica mais cara em agosto com bandeira vermelha patamar 2, anuncia Aneel

Conta de luz fica mais cara em agosto com bandeira vermelha patamar 2, anuncia Aneel

Com chuvas abaixo da média, tarifa terá acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (25.jul.2025) que a bandeira tarifária vermelha patamar 2 será acionada nas contas de energia elétrica durante o mês de agosto de 2025. A medida representará um acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos pelos usuários.

Segundo a Aneel, o acionamento do patamar 2 ocorre em razão da redução das chuvas em diversas regiões do país, o que impactou negativamente a geração hidrelétrica. Essa condição climática desfavorável exige o acionamento de fontes de geração mais caras, como as termelétricas.

“Com o cenário de afluências abaixo da média em todo o país, os custos de geração aumentam devido à necessidade de acionamento de fontes térmicas”, informou a agência reguladora em nota oficial.

Nos meses de junho e julho, a Aneel já havia adotado a bandeira vermelha patamar 1. Em maio, foi utilizada a bandeira amarela. Antes disso, desde dezembro de 2024, o país operava com a bandeira verde, sem custos adicionais para os consumidores, graças às condições favoráveis de geração de energia.

A Aneel destaca que a nova bandeira tarifária reforça a necessidade de uso consciente da energia elétrica. “A economia de energia contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, afirmou a agência.

Como funcionam as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 e tem como objetivo refletir os custos variáveis da geração de energia elétrica. As bandeiras são divididas em cores e níveis que indicam as condições de produção de energia no país.

Confira os valores atuais cobrados por tipo de bandeira, por cada 100 kWh consumidos:

🟩 Verde – sem custo adicional
🟨 Amarela – R$ 1,88
🟥 Vermelha patamar 1 – R$ 4,46
🟥 Vermelha patamar 2 – R$ 7,87

O acionamento das bandeiras depende principalmente do volume de chuvas nas regiões dos principais reservatórios de hidrelétricas do país. Quando o nível das represas está baixo, as termelétricas precisam ser acionadas para garantir o fornecimento de energia, o que encarece o custo de geração.

Consumo e orientação

A Aneel orienta a população a adotar medidas para reduzir o consumo de energia, como desligar aparelhos da tomada quando não estiverem em uso, evitar o uso de equipamentos em horários de pico e realizar manutenção preventiva em sistemas elétricos.

A previsão da Aneel é que as condições de geração de energia permaneçam desafiadoras nos próximos meses, o que pode influenciar futuras decisões sobre as bandeiras tarifárias.

O consumidor pode acompanhar a bandeira vigente por meio da fatura de energia ou nos canais oficiais da Aneel.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Bandeira verde mantida: conta de luz segue sem cobrança extra em fevereiro

Bandeira verde mantida: conta de luz segue sem cobrança extra em fevereiro

Aneel mantém bandeira verde pelo terceiro mês seguido, sem acréscimo na conta de energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a manutenção da bandeira verde para a cobrança da conta de luz em fevereiro. Pelo terceiro mês consecutivo, consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN) continuarão sem custos adicionais na tarifa de energia elétrica.

A definição da bandeira tarifária é feita mensalmente com base na variação dos custos de geração de energia, conforme avaliação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O critério principal para essa decisão envolve o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas, que influenciam diretamente a necessidade de acionamento das usinas termoelétricas, cuja geração tem custo mais elevado.

Entenda o impacto das chuvas no custo da energia

Os meses de novembro, dezembro e janeiro costumam ser chuvosos no Brasil, o que contribui para o aumento do volume dos reservatórios das hidrelétricas. Com maior disponibilidade de água, reduz-se a necessidade de ativar usinas termoelétricas, que operam com combustíveis fósseis e geram energia a um custo maior.

O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, funciona como um mecanismo de sinalização ao consumidor, indicando a necessidade de economizar energia conforme o custo de produção. A bandeira verde indica condições favoráveis para geração de eletricidade, enquanto as bandeiras amarela e vermelha representam custos adicionais para os consumidores.

Como funciona o sistema de bandeiras tarifárias?

A metodologia das bandeiras tarifárias considera os seguintes fatores:

  • Bandeira verde: sem acréscimo na tarifa, quando as condições de geração são favoráveis.
  • Bandeira amarela: acréscimo de custos devido à necessidade de geração complementar.
  • Bandeira vermelha patamar 1 e 2: aumento significativo nos custos, refletindo maior dependência de fontes mais caras, como as termoelétricas.

Com a manutenção da bandeira verde em fevereiro, os consumidores seguem sem custos extras na conta de luz, garantindo maior previsibilidade no orçamento doméstico e empresarial.

O que esperar para os próximos meses?

A continuidade da bandeira verde depende das condições climáticas e da capacidade de armazenamento dos reservatórios das hidrelétricas nos próximos meses. Caso o período chuvoso seja suficiente para manter níveis adequados de água, a tendência é que a bandeira verde permaneça válida nos próximos ciclos.

Os consumidores podem acompanhar as atualizações sobre as bandeiras tarifárias por meio dos canais oficiais da Aneel e ajustar seu consumo de energia conforme a sinalização tarifária vigente.

Foto: Divulgação/Neoenergia Cosern / Marcos Oliveira/Agência Senado

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Bandeira tarifária de janeiro se mantém verde, sem cobrança extra

Bandeira tarifária de janeiro se mantém verde, sem cobrança extra

Cheia dos reservatórios evitará acréscimos na conta de luz

A melhora das condições de geração de energia, em especial devido às chuvas que melhoraram os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, garantiram a manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de janeiro de 2025. Com isso, não será cobrado valor adicional nas contas de luz dos brasileiros, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“A bandeira tarifária permaneceu verde de abril de 2022 até julho de 2024. A boa notícia se repetiu em dezembro de 2024 e será mantida em janeiro de 2025 devido a permanência das condições favoráveis de geração de energia no país”, justificou a Aneel.

De acordo com a agência, os níveis dos reservatórios aumentaram com a chegada do período chuvoso, o que resultou em aumento da geração das usinas hidrelétricas. “Dessa forma, se aciona menos empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, acrescentou em nota divulgada nesta sexta-feira (27).

Bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Da Agência Brasil

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Aneel reduz bandeira tarifária para amarela em novembro

Aneel reduz bandeira tarifária para amarela em novembro

Agência anuncia redução com cobrança de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, refletindo a melhora nas condições de geração de energia no Brasil

Após dois meses sob a bandeira tarifária vermelha, que eleva consideravelmente o valor da conta de energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, nesta sexta-feira (25.out.2024), que em novembro, a bandeira será amarela. Com isso, o acréscimo na conta será de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos, uma redução significativa em relação aos R$ 7,877 do nível vermelho patamar 2, vigente em outubro. Essa transição marca um alívio para os consumidores, que sentiram o impacto da tarifa mais alta desde agosto de 2021.

A decisão da Aneel está embasada na melhora nas condições de geração de energia, embora a previsão de chuvas e o nível das hidrelétricas ainda estejam abaixo da média histórica. Para manter a estabilidade do sistema e garantir o abastecimento, a geração termelétrica continua sendo utilizada, elevando os custos que justificam a bandeira tarifária amarela. Esse sistema de bandeiras, implantado em 2015, permite ajustar as cobranças de acordo com o custo de produção de energia no país, promovendo transparência sobre os gastos e incentivando o uso consciente.

Nos últimos anos, o cenário hidrológico tem oscilado, influenciado por fenômenos climáticos e eventos extremos, como secas e ondas de calor. Em 2022, o sistema de bandeiras verdes prevaleceu até julho, quando uma sequência de aumentos começou a ser aplicada devido à necessidade de geração alternativa. O consumidor, ao monitorar as mudanças de bandeira, pode planejar o uso da energia para evitar surpresas nos valores das contas.

Segundo a Aneel, o impacto direto no orçamento das famílias e empresas pode ser minimizado com a conscientização sobre o consumo, principalmente quando a bandeira é vermelha. A flexibilização tarifária para novembro indica uma perspectiva positiva de custo, mas a atenção à bandeira tarifária continua essencial para uma gestão financeira eficiente.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado/Ilustração

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Contas de luz no RN terão bandeira vermelha em outubro

Contas de luz no RN terão bandeira vermelha em outubro

Aneel anuncia acréscimo na tarifa de energia, impactando diretamente famílias e empresas

O Rio Grande do Norte enfrentará a bandeira vermelha patamar 2 nas contas de energia durante o mês de outubro. A medida, anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na sexta-feira (27.set.2024), significa um aumento de R$ 7,88 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, elevando os custos para as famílias e empresas potiguares.

Esse acréscimo ocorre pelo segundo mês consecutivo, uma vez que a bandeira vermelha também foi acionada em setembro. O consumo médio de uma residência no Brasil, sem o uso de ar-condicionado, varia entre 150 kWh e 200 kWh, o que representa um aumento significativo nas despesas mensais.

A Aneel justificou a cobrança adicional com base nas condições desfavoráveis de geração de energia. Além disso, a agência havia aprovado, em março deste ano, uma redução nos valores das bandeiras tarifárias, o que reduziu em até 37% o custo adicional para os consumidores.

Foto: Renato Araújo/Agência Brasília/Ilustração

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