Vigilante acusado de estupro de bebê é solto após laudo do Itep descartar evidências

Vigilante acusado de estupro de bebê é solto após laudo do Itep descartar evidências

José Marcos Ribeiro, 54 anos, volta para casa após quatro dias de prisão; laudo do Instituto Técnico-Científico de Perícia reacende debate sobre alegações

O vigilante José Marcos Ribeiro, de 54 anos, liberado na manhã desta quarta-feira (15.nov.2023) após quatro dias preso por suspeita de estupro de vulnerável contra um bebê de 10 meses no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), em Natal, descreveu os últimos dias como “terríveis”.

O alvará de soltura foi emitido após a defesa de Marcos apresentar o laudo do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), que descartou a presença de sêmen humano e indícios de agressão sexual no líquido encontrado no rosto da criança.

Após sua libertação, Marcos retornou ao hospital para visitar o filho, Lorenzo Ravi, de 11 meses, e revelou à reportagem da InterTV Cabugi que foi surpreendido pela prisão enquanto estava no quarto do hospital com seu filho. O vigilante afirmou que só descobriu a razão da detenção na delegacia, destacando a falta de resistência à prisão.

A denúncia do suposto crime foi feita pela mãe da criança na noite de sexta-feira (10.nov). A Polícia Militar (PM) foi acionada pela segurança do hospital após o laboratório analisar a amostra do líquido coletado, sugerindo a presença de sêmen. No entanto, o laudo do Itep contradiz essa conclusão, e Marcos, mesmo algemado durante sua prisão, sempre negou as acusações.

Marcos, que é vigilante na cidade de Santa Cruz, pretende tomar medidas legais para proteger sua imagem, alegando que ela foi prejudicada. Ele busca esclarecer o ocorrido e afirma estar determinado a buscar justiça.

O caso envolve a internação de um bebê de 10 meses com uma síndrome rara no HUOL. A mãe, ao retornar ao quarto após alguns minutos, relatou ter flagrado o suspeito, pai de outro bebê internado, agindo de forma suspeita. A investigação, conduzida pela 2ª Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal, segue em sigilo, enquanto o laudo do Itep traz novos questionamentos sobre a veracidade das alegações.

Com informações do portal g1 RN.

Foto: Reprodução

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