Interdição da Ponte de Igapó causa atrasos de até 1 hora em linhas de ônibus

Interdição da Ponte de Igapó causa atrasos de até 1 hora em linhas de ônibus

Relatório do Seturn aponta média de 30 minutos de atraso

A interdição parcial da Ponte de Igapó, em Natal, para obras de restauração, segue causando transtornos para motoristas e passageiros do transporte rodoviário da cidade. Um relatório elaborado pelo Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal (Seturn) apontou que o bloqueio tem provocado atrasos de meia hora, em média, nas viagens dos 32 ônibus que têm como rota aquela área.

Para Nilson Queiroga, consultor técnico do Seturn, faltam planejamento e ações dos órgãos públicos para amenizar os transtornos. Ele defende que uma triagem, solução utilizada pela Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) quando também houve bloqueios na área em razão das obras na avenida Felizardo Moura, poderia ajudar a aliviar os problemas.

“O que a Prefeitura fez, com a triagem, o Dnit precisa fazer com a PRF e pedir ajuda ao Município, para apoio da STTU. É preciso essa ação, como aconteceu antes e funcionou muito bem, com uma priorização para fluxo dos ônibus nos horários de pico”, defende Queiroga.

O documento traz o tempo médio que três linhas levam para trafegar em vias da região, diretamente afetadas pela interdição. A Linha 15, por exemplo, levou 37 minutos em média para se deslocar da Mário Negócio à Felizardo Moura. A Linha 27 gastou 27 minutos no mesmo trecho, em média. Já a Linha 73 levou 32 minutos, em média, para trafegar da entrada da Rua dos Pegas até o Viaduto de Igapó. As análises foram realizadas a partir das 15h, horário de pico para quem segue de outras regiões da capital para a zona Norte.

Queiroga explica que um único atraso compromete todo o planejamento das empresas de ônibus. “Cada linha tem uma previsão de tempo de viagem, então, qualquer obstáculo ‘mata’ esse planejamento. A gente coloca essa média de 30 minutos, mas há registros de atrasos de uma hora ou mais”, diz.

O Dnit não se pronunciou se há alguma medida no sentido de amenizar os transtornos na região.

Foto: Pedro Thiago/Arquivo/Ilustração

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