Economia

Prefeitura de Natal vai antecipa pagamento do 13º salário nesta terça-feira (17)

Prefeitura de Natal vai antecipa pagamento do 13º salário nesta terça-feira (17)

Medida beneficia mais de 21,5 mil servidores e injeta R$ 80 milhões na economia local

A Prefeitura de Natal anunciou a antecipação do pagamento do 13º salário para esta terça-feira (17.dez.2024), contemplando todo o quadro de servidores municipais. A medida abrange ativos, inativos e pensionistas dos órgãos da administração direta, indireta e fundacional, totalizando mais de 21,5 mil pessoas beneficiadas.

Com a liberação dos recursos, serão injetados mais de R$ 80 milhões na economia local. O valor estará disponível para movimentação nas contas dos servidores a partir da manhã da terça-feira.

“Estamos fechando o ano com o cumprimento de mais este compromisso com nossos servidores. Não abrimos mão de estar em dia com nossas obrigações, e por vezes fazemos isso de maneira antecipada, como neste caso”, destacou o prefeito Álvaro Dias. Ele também ressaltou o empenho em manter as finanças municipais organizadas para garantir a valorização e o respeito ao funcionalismo público.

O pagamento antecipado deve aquecer as atividades econômicas no período de final de ano, contribuindo para o fortalecimento do comércio e outros setores na capital potiguar.

Foto: Joana Lima/Secom

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Brasil terá maior alíquota do mundo após reforma tributária no Senado

Brasil terá maior alíquota do mundo após reforma tributária no Senado

Futuro IVA terá alíquota de 28,55%, superando a Hungria

As concessões de última hora no projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária farão o Brasil ter a maior alíquota de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) do planeta. O futuro IVA será de 28,55%, superando a Hungria, país que atualmente cobra 27% e lidera a cobrança desse tipo de tributo. Aprovada pelo Senado na quinta-feira (12), a proposta voltará a Câmara dos Deputados.

Apenas a inclusão do setor de saneamento na alíquota reduzida em 60% elevará a alíquota em 0,38 ponto percentual. Apresentado pelo relator da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), o cálculo de 28,55% é preliminar. O número poderá subir após o secretário extraordinário da Reforma Tributária no Ministério da Fazenda, Bernard Appy, apresentar os cálculos definitivos.

“O governo está satisfeito com a aprovação do PLP 68, mas sempre ressaltando que o governo preferiria que houvesse menos exceções, mas isso faz parte da construção política”, afirmou Appy após o fim da votação no Senado.

O texto aprovado pela Câmara dos Deputados previa alíquota padrão de 27,97%, que superava a da Hungria. A tramitação no Senado elevou a alíquota em 0,58 ponto. Isso ocorre porque, ao dar tratamentos especiais para determinados setores da economia, os demais segmentos deverão pagar alíquotas mais altas para que o governo arrecade o mesmo.

Os cálculos foram realizados com base na premissa da reforma de não elevar a carga tributária (peso dos tributos sobre a economia). Para que a arrecadação dos tributos sobre o consumo continue em 12,45% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos), a soma das alíquotas da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) deverá ficar na faixa estipulada pelo estudo.

Além do setor de água e esgoto, o Senado incluiu serviços funerários, medicamentos oncológicos e de doenças raras, remédios de manipulação e fraldas nas alíquotas reduzidas em 60%.

Outros benefícios foram a ampliação do cashback, devolução parcial de tributos para a população mais pobre, para serviços de telecomunicações, a ampliação de descontos para o setor imobiliário e a criação de uma faixa de isenção de IVA para aluguéis.

Sonegação

O relator da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), argumenta que a alíquota efetiva pode não chegar a esse valor. Isso porque o novo sistema tributário reduzirá “brutalmente” a sonegação de impostos e as contestações na Justiça. Caso a evasão fiscal diminua e o governo recupere parte da arrecadação perdida por décadas, o impacto das exceções incluídas pelos parlamentares será diluído, abrindo espaço para uma alíquota mais baixa.

“Eu estou convencido de que as alíquotas provarão que nós teremos uma alíquota-padrão menor do que nós estamos imaginando”, disse o senador após o fim da votação.

Braga argumenta que a tecnologia das notas fiscais eletrônicas, que reduzem fraudes, e a queda da informalidade após um sistema tributário mais funcional movimentarão a economia, elevando a arrecadação do governo e diminuindo a alíquota padrão.

Trava

Em tese, a alíquota padrão vigorará até 2031, devendo cair para 26,5% a partir de 2032. O texto aprovado pelo Senado definiu um prazo de 90 dias a partir de dezembro de 2030 para que o governo envie ao Congresso um projeto de lei complementar que reduza incentivos fiscais, caso a alíquota padrão de referência do Imposto sobre Valor Adicionado fique superior a 26,5%. Dessa forma, o texto terá de ser enviado até o fim de março de 2031.

A versão anterior, aprovada pela Câmara, não estabelecia prazo para o envio. O governo poderia mandar o texto ao Congresso a qualquer momento de 2031, para que as mudanças entrassem em vigor em 2032, seguindo o princípio da anualidade, segundo o qual aumentos de impostos só podem valer no ano seguinte à sanção da lei.

Segundo a emenda constitucional da reforma tributária sobre o consumo, haverá uma trava sobre a carga tributária (peso dos impostos sobre a economia). Em troca, a cada cinco anos, o governo avaliará os efeitos dos incentivos fiscais, podendo reverter as medidas que não trouxerem resultados concretos sobre a economia. Durante a tramitação final do projeto de lei complementar, a Câmara enrijeceu a trava, estabelecendo a alíquota máxima de 26,5% para o IVA.

A ideia de limitar a carga tributária em troca da revisão dos incentivos fiscais foi estabelecida por Braga durante a tramitação da emenda constitucional da reforma tributária no Senado, também relatada por ele. “Esta não é a reforma definitiva. Como foi dito aqui antes, na Emenda Constitucional 132, nós estabelecemos a obrigatoriedade das revisões dos regimes específicos, dos benefícios fiscais. Nós teremos, periodicamente, revisão sobre esse texto para que possamos ir aperfeiçoando, melhorando”, disse o Senador nesta semana, durante a leitura do relatório.

A primeira avaliação quinquenal será feita em 2031, com base nos dados de 2030. A partir daí, as demais avaliações deverão ocorrer a cada cinco anos. Nas últimas semanas, Braga e o Ministério da Fazenda discutiram medidas para tornar a trava mais efetiva, mas a principal mudança do relator foi a inclusão do prazo para envio do projeto de lei ao Congresso.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 16 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 16 milhões

Foram sorteadas as dezenas 10 – 24 – 33 – 35 – 41 – 46

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.808 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (14). O prêmio para o próximo concurso, na terça-feira (17), será de R$ 16 milhões.

Foram sorteadas as dezenas 10 – 24 – 33 – 35 – 41 – 46.

A quina teve 60 apostadores ganhadores e cada um vai receber R$ 42.563,82. Os 3.408 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.070,51.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Comércio de Natal divulga horários especiais para o fim de ano

Comércio de Natal divulga horários especiais para o fim de ano

Alterações incluem funcionamento de lojas no Centro, Alecrim e shoppings da capital potiguar

O comércio de Natal, incluindo lojas de rua e shoppings, terá horários de funcionamento diferenciados durante as festas de fim de ano. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade divulgou as alterações para facilitar o planejamento dos consumidores. Confira os horários completos:

Comércio de Rua

Centro da Cidade

  • 13 a 23/12: 8h às 19h
  • 14, 21 e 28/12 (sábados): 8h às 16h
  • 15 e 22/12 (domingos): 8h às 13h
  • 24/12: 8h às 17h
  • 25/12: Fechado
  • 26 a 30/12: 8h às 18h
  • 31/12: 8h às 17h
  • 01/01: Fechado

Alecrim

  • 14 a 23/12: 8h às 18h
  • 15 e 22/12 (domingos): 8h às 14h
  • 24/12: 8h às 17h
  • 25/12: Fechado
  • 26 a 30/12: 8h às 18h
  • 31/12: 8h às 17h
  • 01/01: Fechado

Shoppings de Natal

Praia Shopping

  • 19 a 23/12: Praça de alimentação: 11h às 21h | Lojas e quiosques: 9h às 21h
  • 24/12: Praça de alimentação: 11h às 18h | Lojas e quiosques: 9h às 18h
  • 25/12: Praça de alimentação: 11h às 21h (facultativo) | Lojas e quiosques: Fechados
  • 26 a 30/12: Praça de alimentação: 11h às 21h | Lojas e quiosques: 9h às 21h
  • 31/12: Praça de alimentação: 11h às 18h | Lojas e quiosques: 9h às 18h
  • 01/01: Praça de alimentação: 11h às 21h (facultativo) | Lojas e quiosques: Fechados
  • Cinema: Conforme programação

Partage Norte Shopping Natal

  • 20 a 23/12: 10h às 23h (todas as operações)
  • 24/12: 10h às 19h | Cinema fechado
  • 25/12: Alimentação e lazer: 11h às 22h (facultativo) | Lojas e quiosques: Fechados | Cinema: Sessões a partir das 16h
  • 31/12: 10h às 19h | Cinema fechado
  • 01/01: Alimentação e lazer: 11h às 22h (facultativo) | Lojas e quiosques: Fechados | Cinema: Sessões a partir das 16h

Natal Shopping

  • 15/12: Alimentação, lojas e quiosques: 10h às 22h | Alpendre: 14h às 23h | Cinema: Conforme programação | Academia: 9h às 15h
  • 16 a 23/12: Alimentação, lojas e quiosques: 10h às 23h | Alpendre: 17h às 23h | Cinema: Conforme programação
  • 24/12: Alimentação, lojas e quiosques: 10h às 19h | Alpendre: 14h às 19h | Cinema: Fechado | Academia: 5h às 15h
  • 25/12: Alimentação: 11h às 22h (facultativo) | Lojas e quiosques: Fechados | Alpendre: 14h às 23h | Cinema: Conforme programação | Academia: Fechada
  • 31/12: Alimentação, lojas e quiosques: 10h às 18h | Alpendre: 14h às 19h | Cinema: Fechado | Academia: Fechada
  • 01/01: Alimentação: 11h às 22h (facultativo) | Lojas e quiosques: Fechados | Alpendre: 14h às 23h | Cinema: Conforme programação | Academia: Fechada

Midway Mall

  • 16 e 17/12: Obrigatório até 22h (facultativo até 23h)
  • 18 a 21 e 23/12: 10h às 23h
  • 24/12: 10h às 19h
  • 25/12: Alimentação e lazer: 11h às 22h (facultativo) | Lojas: Fechadas
  • 26 a 30/12: Horário normal
  • 31/12: 10h às 18h
  • 01/01: Cinemark (aberto, entrada pelo G5) | Lojas: Fechadas

Planeje suas Compras

A CDL Natal reforça a importância de os consumidores organizarem suas compras com antecedência para evitar filas e garantir o melhor aproveitamento do período festivo.

A lista completa, com horários de outros shoppings e ajustes até o Ano Novo, está disponível no site da CDL Natal.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Segunda parcela do décimo terceiro deve ser depositada até sexta-feira (20)

Segunda parcela do décimo terceiro deve ser depositada até sexta-feira (20)

De acordo com o Dieese, salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a segunda parcela depositada até esta sexta-feira (20) aos trabalhadores com carteira assinada. Conforme a legislação, o prazo para pagamento da primeira parcela terminou em 29 de novembro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.096,78, somadas as duas parcelas.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24 de abril a 8 de maio. A segunda foi depositada de 24 de maio a 7 de junho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090/1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra pode beneficiar o trabalhador ou prejudicar, no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre essa gratificação, incidem tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Prefeitura inicia atualização do cadastro de comerciantes da Praia de Ponta Negra

Prefeitura inicia atualização do cadastro de comerciantes da Praia de Ponta Negra

Renovação é obrigatória para trabalhadores autorizados e inclui novas regras e capacitação em boas práticas alimentares

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), iniciou na última quarta-feira (11.dez.2024) o processo de atualização cadastral dos comerciantes que atuam na Praia de Ponta Negra. A medida é obrigatória para todos os trabalhadores previamente autorizados e segue um cronograma dividido por categorias, com prazo final em janeiro de 2025.

A ação tem como objetivo organizar ainda mais as atividades comerciais na praia, garantindo segurança e qualidade nos serviços prestados. Durante o processo, os comerciantes recebem um novo crachá de identificação e um Termo de Autorização de Uso atualizado, válido por um ano, que detalha as normas para atuação no local.

Além disso, os vendedores que trabalham com alimentos e bebidas manipulados devem participar do curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, com carga horária de 12 horas. O curso, oferecido pela Semurb, é obrigatório e tem como finalidade assegurar a qualidade e a segurança dos produtos oferecidos ao público.

O cadastramento teve início em 2022 e, em dezembro do ano passado, foi implementada uma categorização com coletes e crachás identificados por cores, de acordo com o tipo de atividade: amarelo (artesanato), azul (locação de mesas e cadeiras), vermelho (alimentação), roxo (moda praia e acessórios), rosa (serviços), verde (bebidas) e laranja (passeios turísticos).

Os novos crachás incluem foto, identificação do vendedor e um QR Code que permite acessar informações detalhadas sobre o comércio e uma cópia do Termo de Autorização de Uso.

Os interessados devem comparecer à sede da Semurb, localizada na Avenida Nevaldo Rocha, 4665, bairro Tirol, portando a documentação exigida. Confira as principais categorias, prazos e requisitos:

  • Artesãos: 11 a 13 e 16 a 17 de dezembro de 2024. Documentação: crachá antigo, RG e comprovante de residência atualizado.
  • Alimentos manipulados: 16 a 20 e 25 a 27 de dezembro de 2024. Documentação: crachá antigo, RG, comprovante de residência atualizado, MEI e certificado do curso (12h).
  • Bebidas e drinques: 6 a 10 de janeiro de 2025. Documentação: crachá antigo, RG, comprovante de residência atualizado, MEI e certificado do curso (12h).
  • Moda praia e acessórios: 16 a 17 e 20 a 22 de janeiro de 2025. Documentação: crachá antigo, RG e comprovante de residência atualizado.

Outras categorias e detalhes estão disponíveis no site da Semurb. A Prefeitura reforça que o não cumprimento da renovação dentro do prazo pode acarretar em sanções administrativas.

Foto: Kívia Pandolphi/Assesoria Semurb

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Contribuintes de Natal recebem orientações para regularizar o IPTU 2024

Contribuintes de Natal recebem orientações para regularizar o IPTU 2024

Semut oferece parcelamento com desconto em juros e chance de obter abatimento no IPTU 2025 para pagamentos em dia

A Secretaria Municipal de Tributação (Semut) de Natal iniciou uma campanha de regularização do IPTU 2024, enviando e-mails informativos aos contribuintes que possuem débitos com o município. A iniciativa visa facilitar o pagamento das dívidas e oferecer benefícios aos que aderirem à quitação dentro dos prazos estipulados.

Os contribuintes que regularizarem a situação até 10 de janeiro de 2025 terão direito a um desconto de 16% no pagamento em parcela única do IPTU 2025. O e-mail enviado pela Semut contém as instruções detalhadas para acessar o Portal Directa, onde é possível gerar os boletos de pagamento sem necessidade de deslocamento até a secretaria. O acesso ao portal também pode ser feito por dispositivos móveis.

De acordo com o Decreto Nº 13.253, publicado em 3 de dezembro de 2024 no Diário Oficial do Município, os débitos de IPTU referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de outubro de 2024 podem ser parcelados em até 13 vezes, com 100% de desconto nos juros.

O secretário de Tributação de Natal, Ludenilson Lopes, destacou os avanços obtidos com a medida. “Desde o lançamento do desconto de 16% em 1º de dezembro, o número de contribuintes habilitados passou de 108 mil para cerca de 114 mil, evidenciando a adesão significativa à campanha”, afirmou.

Para mais informações ou para acessar o Portal Directa, os contribuintes podem consultar o site oficial da Semut.

Foto: Secom/Arquivo

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BNDES anuncia R$ 185 milhões para ampliação do Aeroporto de Natal

BNDES anuncia R$ 185 milhões para ampliação do Aeroporto de Natal

Investimentos visam fortalecer a logística, o turismo e o transporte de cargas no Rio Grande do Norte

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) confirmou, nesta sexta-feira (13.dez.2024), o apoio financeiro de R$ 185 milhões para o Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, Rio Grande do Norte. O anúncio foi realizado pelo presidente do banco, Aloízio Mercadante, com a presença da governadora Fátima Bezerra e do CEO da Zurich Airport Brasil, Ricardo Gesse.

Durante o evento, Mercadante destacou a importância estratégica do aeroporto tanto para o turismo quanto para o transporte de cargas. “A localização logística, próxima à União Europeia, é uma vantagem competitiva importante. Com o acordo entre Mercosul e União Europeia destravado após 25 anos, o fluxo comercial entre as regiões deve crescer substancialmente, impulsionando a movimentação de cargas e o turismo no estado”, afirmou.

Atualmente, o aeroporto recebe cerca de 2,3 milhões de turistas por ano, mas a expectativa é dobrar esse número ao longo do prazo da concessão, ampliando a movimentação de passageiros e a capacidade para transporte de cargas.

A governadora Fátima Bezerra enfatizou o papel do turismo na economia potiguar, que representa cerca de 10% do PIB estadual. “Esse financiamento é crucial para fortalecer nosso potencial econômico. Além disso, o programa de aceleração do turismo internacional, com R$ 63 milhões do governo federal, também contribui para a promoção de nossos destinos no Nordeste, alinhando esforços para alavancar o setor”, afirmou.

Outro ponto destacado foi a parceria entre o governo do estado e a Zurich Airport Brasil, que prevê a atração de novas rotas internacionais. A governadora anunciou que, para 2025, está em negociação um voo direto entre Natal e o Chile, reforçando o turismo internacional.

A nova concessionária do aeroporto, controlada pelo grupo suíço Flughafen Zurich AG, iniciou as operações em 2023 e comprometeu-se a investir R$ 23 milhões em melhorias na infraestrutura em 2024. O plano de negócios prevê aportes adicionais de R$ 25 milhões em 2025 e R$ 22 milhões em 2026, priorizando segurança, tecnologia e a experiência dos passageiros.

Além de fortalecer o transporte de passageiros, o aeroporto tem potencial para impulsionar o transporte de cargas, conforme destacou o CEO Ricardo Gesse. “Estamos trabalhando em parceria com o governo para ampliar a conectividade e atrair mais voos internacionais, alinhados com as estratégias de crescimento do estado”, disse.

O evento contou com a presença de autoridades locais, entre elas o vice-governador Walter Alves e o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Eraldo Paiva, além de representantes de órgãos como Receita Federal, Correios, Anvisa e Polícia Militar, reforçando a união de esforços para o desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária do estado.

Foto: Raiane Maynara/Carmem Félix/Governo do RN/Ilustração

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Dólar sobe para R$ 6,03, apesar de intervenção do Banco Central

Dólar sobe para R$ 6,03, apesar de intervenção do Banco Central

Bolsa cai 1,13% e atinge menor nível em duas semanas

Num dia de tensões no mercado financeiro, o dólar subiu, apesar de o Banco Central (BC) ter intervindo no câmbio pela segunda vez em dois dias. A bolsa caiu mais uma vez e atingiu o menor nível em duas semanas.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (13) vendido a R$ 6,035, com alta de R$ 0,026 (+0,43%). A cotação chegou a abrir em baixa, mas inverteu o movimento e passou a subir ainda durante a manhã. A moeda desacelerou no meio da tarde, após o BC vender US$ 845 milhões das reservas internacionais. Mesmo assim, permaneceu acima de R$ 6.

O mercado de ações teve um dia mais pessimista. Em queda pela segunda vez seguida, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.612 pontos, com recuo de 1,13%. O indicador está no menor nível desde 28 de novembro.

Tanto fatores internos como externos influenciaram o mercado. No exterior, o dólar subiu nesta sexta-feira, principalmente durante a tarde, especialmente perante aplicações financeiras tradicionais, como o ouro.

No entanto, o cenário doméstico predominou, com a desconfiança de que o Congresso desidratará o pacote de corte de gastos do governo. A votação depende da liberação de emendas parlamentares e corre contra o tempo, com o Parlamento entrando em recesso no fim da próxima semana.

Foto: Pixabay/Pexels/Ilustração

Da Agência Brasil

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LIDE RN finaliza agenda de 2024 com eventos que celebram liderança e inovação

LIDE RN finaliza agenda de 2024 com eventos que celebram liderança e inovação

Com mais de 60 eventos realizados anualmente, o LIDE RN é reconhecido como uma plataforma estratégica para conectar empresários e lideranças em prol do desenvolvimento econômico do RN

O LIDE RN (Grupo de Líderes Empresariais do Rio Grande do Norte) encerra sua agenda de 2024 com dois eventos marcantes que reforçam seu papel como um dos principais propulsores de networking e desenvolvimento econômico no estado

No dia 17 de dezembro, terça-feira, será realizado o Fórum de Energia do LIDE RN, um encontro exclusivo que reunirá as principais lideranças do setor energético. O evento terá como tema “Cenário de Oportunidades em Energias Renováveis, Petróleo e Gás” e contará com a participação de Jean Paul Prates, ex-presidente da Petrobras e head do LIDE Energia.

Com uma carreira consolidada e mais de 25 anos de experiência em petróleo, gás natural, energias renováveis e recursos naturais, Jean Paul Prates trará insights estratégicos sobre as mudanças e oportunidades no mercado de energia. O Fórum também contará com a premiação de empresas que se destacaram no setor energético ao longo do ano.

Encerrando as atividades do ano, no dia 20 de dezembro, sexta-feira, o LIDE RN promove o tradicional Almoço de Fim de Ano, às 12h, no Espaço Neuma Leão. Este será um momento de celebração e integração, contando com a presença de Paulinho Freire, prefeito eleito de Natal/RN, e Reinaldo Zanon, CEO do Grupo Zanon. O evento simboliza as conquistas de 2024 e abre espaço para o fortalecimento do networking rumo a 2025.

De acordo com o presidente do LIDE RN, “Encerrar o ano com dois eventos de tamanha relevância demonstra nosso compromisso em fomentar o diálogo, a inovação e o fortalecimento das lideranças empresariais. Estamos certos de que 2024 foi um ano de impacto positivo para todos os nossos associados.”

Com mais de 60 eventos realizados anualmente, o LIDE RN é reconhecido como uma plataforma estratégica para conectar empresários e lideranças em prol do desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte.

Serviço:
Fórum de Energia | LIDE RN
Data: 17/12 (terça-feira)
Horário: 10h
Local: Assembleia Legislativa do RN
Tema: Cenário de Oportunidades em Energias Renováveis, Petróleo e Gás

Almoço de Fim de Ano | LIDE RN
Data: 20/12 (sexta-feira)
Horário: 12h
Local: Espaço Neuma Leão
Presenças confirmadas: Paulinho Freire (prefeito eleito de Natal/RN) e Reinaldo Zanon (CEO do Grupo Zanon)
Ricardo Bellino (Ex-sócio de Donald Trump)

Foto: Divulgação

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Bets: AGU diz que há dificuldades para impedir uso do Bolsa Família

Bets: AGU diz que há dificuldades para impedir uso do Bolsa Família

Não há prazo para julgamento do pedido de esclarecimento

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nesta sexta-feira (13) ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, um pedido de esclarecimento sobre a decisão que determinou ao governo federal a adoção de medidas imediatas para proibir o uso de programas sociais para realização de apostas eletrônicas, conhecidas como bets.

No documento, a AGU informa que há dificuldades operacionais para cumprir a decisão do ministro Luiz Fux, do STF, proferida no mês passado, para impedir gastos dos beneficiários com as apostas.

O governo federal apontou que há dificuldades para identificar nas contas os recursos provenientes dos benefícios e o dinheiro de outras fontes de renda. Dessa forma, não é possível impedir que a conta seja utilizada para apostas.

Outro esclarecimento feito pela AGU trata da abrangência da restrição das apostas. O objetivo é esclarecer se a determinação vale também para apostas de bets estaduais.

Barreiras

“A adoção de medidas imediatas encontra barreiras de ordem prática de difícil superação, razão pela qual faz-se imprescindível o aclaramento do acórdão recorrido”, afirmou a AGU.

Não há prazo para o julgamento do pedido de esclarecimento. No dia 14 de novembro, o plenário do Supremo ratificou a liminar proferida por Luiz Fux.

Na decisão, o ministro também determinou que as regras previstas na Portaria nº 1.231/2024, do Ministério da Fazenda, sobre a proibição de ações de comunicação, de publicidade e propaganda e de marketing dirigidas a crianças e adolescentes tenham aplicação imediata.

O processo que motivou o debate foi protocolado no STF pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A entidade questiona a Lei 14.790/2023, que regulamentou as apostas online de quota fixa. Na ação direta de inconstitucionalidade (ADI), a CNC diz que a legislação, ao promover a prática de jogos de azar, causa impactos negativos nas classes sociais menos favorecidas.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Reforma tributária avança no Senado e segue para Câmara

Reforma tributária avança no Senado e segue para Câmara

Texto aprovado regulamenta novos tributos, define alíquotas e exclui armas do “imposto do pecado”; impacto no IVA pode ser recorde mundial

O Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (12.dez.2024), o Projeto de Lei Complementar (PL) 68/2024, que regulamenta a reforma tributária ao definir as regras de funcionamento do novo sistema tributário brasileiro. O texto, que trata da incidência do Imposto sobre Valor Agregado (IVA Dual), agora retorna à Câmara dos Deputados para apreciação final.

O IVA será dividido entre a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), em âmbito federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), em níveis estadual e municipal. Adicionalmente, haverá o Imposto Seletivo (IS), conhecido como “imposto do pecado”, voltado para produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Apesar do avanço, a alíquota máxima do IVA pode chegar a 28,6%, potencialmente tornando-o o mais alto do mundo, conforme cálculos preliminares.

Principais mudanças e exclusões

Entre as alterações feitas no texto pelo Senado está a exclusão de armas de fogo e munições do Imposto Seletivo, medida que gerou controvérsia. Itens como cigarros, bebidas alcoólicas e apostas online permanecem com tributação elevada. Já produtos como água e esgoto tiveram redução de 60% na alíquota, enquanto medicamentos, fórmulas dietoterápicas e alimentos para doenças metabólicas foram incluídos na lista de isenções.

A reforma prevê cashback de impostos para famílias de baixa renda em serviços essenciais, como água, luz e gás de cozinha, com devolução de até 100% da CBS e 20% do IBS. Esse mecanismo busca garantir maior justiça tributária no novo modelo.

Votação e reconhecimento

O texto foi aprovado no plenário por 49 votos favoráveis e 19 contrários. A bancada potiguar registrou divisões: Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (Podemos) votaram contra, enquanto Zenaide Maia (PSD) apoiou o projeto. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), destacou a complexidade do tema e elogiou o relator, Eduardo Braga (MDB-AM), pelo esforço em acolher mais de 680 emendas e conduzir 35 audiências públicas.

Braga reconheceu a necessidade de revisões futuras no sistema tributário, previstas para ocorrer a cada cinco anos. Ele também enfatizou que, embora o texto possa não ser perfeito, ele representa um avanço significativo para simplificar, aumentar a transparência e reduzir o contencioso tributário no Brasil.

Com a aprovação no Senado, o projeto retorna à Câmara dos Deputados, onde poderá sofrer novos ajustes antes de sua consolidação final. A transição para o novo modelo tributário será gradual, ocorrendo entre 2026 e 2033.

Foto: Pedro França/Agência Senado

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BC vende US$ 845 mi das reservas internacionais para segurar dólar

BC vende US$ 845 mi das reservas internacionais para segurar dólar

Cotação desacelerou para R$ 6,02 após intervenção

Pela primeira vez desde agosto, o Banco Central (BC) vendeu dólares das reservas internacionais, sem comprar o dinheiro de volta, para segurar a alta da moeda norte-americana. A autoridade monetária leiloou na tarde desta sexta-feira (13) US$ 845 milhões para fazer cair a cotação.

O leilão à vista ocorreu pouco antes das 15h. A última venda de dólares do tipo ocorreu em 30 de agosto, quando a autoridade monetária vendeu US$ 1,5 bilhão. Atualmente, o BC tem US$ 363,6 bilhões em reservas internacionais.

Na quinta-feira (12), o BC tinha leiloado US$ 4 bilhões das reservas internacionais. No entanto, havia vendido o dinheiro na modalidade leilão de linha, com o compromisso de comprar de volta uma parte em fevereiro e outra em abril e reincorporar os recursos às reservas externas.

Após a intervenção desta sexta-feira, a cotação desacelerou e caiu para R$ 6,02. Antes da operação, o dólar comercial estava sendo vendido a R$ 6,07.

Nesta sexta-feira, a moeda norte-americana abriu em queda, chegando a ser vendida a R$ 5,99 nos primeiros minutos de negociação. No entanto, o dólar reverteu o movimento ainda durante a manhã, passando a operar em alta.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Mercado de seguros cresce no RN em 2024 e arrecada R$ 1,6 bilhão até agosto

Mercado de seguros cresce no RN em 2024 e arrecada R$ 1,6 bilhão até agosto

Em 12 meses, a efetivação de seguros do Sicredi registrou crescimento de 34% no estado

A procura por seguros apresentou crescimento significativo no Brasil em 2024, com aumento de 13,5% até agosto, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No Rio Grande do Norte, conforme a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o setor acumula uma arrecadação de R$ 1,6 bilhão entre janeiro e agosto deste ano.

O crescimento na procura por esse tipo de produto é consequência de um melhor cenário econômico e de uma maior conscientização da população acerca da importância do seguro – seja ele patrimonial, residencial, de vida, entre outros.

No Rio Grande do Norte, o Sicredi, mais antiga cooperativa de crédito em atuação na América Latina, registrou crescimento de 34% nos valores de seguros efetivados em um período de 12 meses, considerando números relativos a dezembro de 2023.

De acordo com Gabriela Nóbrega, Analista de Desenvolvimento de Negócios na Central Sicredi Nordeste, a tendência é que o brasileiro passe a aderir cada vez mais ao produto. “Apesar do crescimento, ainda há uma fatia de mercado muito grande a ser explorada, considerando que apenas 10% dos brasileiros possuem seguro”, explica a especialista.

Avanços tecnológicos, saúde e clima explicam aumento da procura

O aumento na busca por seguros é impulsionado por diversos fatores. Entre eles, destaca-se o avanço da digitalização, que possibilita uma análise de risco mais assertiva, a personalização de apólices e uma gestão mais eficiente de sinistros. Além disso, eventos como a pandemia de covid-19 intensificaram a demanda por coberturas relacionadas à saúde e à vida. Também ganham destaque as mudanças climáticas, que elevaram a frequência de sinistros em seguros voltados para propriedades, agronegócio e veículos.

Segundo Gabriela Nóbrega, a cooperativa oferece um amplo portfólio para atender aos diferentes perfis. Desde produtos desenvolvidos para clientes individuais – como o seguro de vida, auto, residencial, de viagem e de placas solares – a produtos voltados para negócios – como o seguro empresarial, de máquinas e equipamentos e condomínio. A cooperativa possui, ainda, uma linha de seguros desenvolvidos exclusivamente para o agronegócio.

“Fazer um seguro no Sicredi oferece benefícios para quem busca proteção financeira e tranquilidade”, comenta. “O Sicredi prioriza o bem-estar dos associados, oferecendo produtos e serviços com foco nas necessidades e condições diferenciadas”, conclui.

Foto: Divulgação

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Imposto de Renda 2025: Receita altera declaração de despesas médicas

Imposto de Renda 2025: Receita altera declaração de despesas médicas

Aplicativo Receita Saúde passa a ser obrigatório para profissionais de saúde e, com isso, pacientes não precisarão mais guardar recibos em papel para comprovar despesas dedutíveis

A partir de 1º de janeiro de 2025, profissionais de saúde pessoas físicas, como médicos, dentistas, fisioterapeutas e psicólogos, terão que emitir recibos de serviços exclusivamente pelo aplicativo Receita Saúde. A medida, que já estava disponível de forma facultativa desde abril deste ano, promete simplificar a vida dos pacientes e profissionais, ao mesmo tempo em que reduz inconsistências na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física.

Com o uso obrigatório da ferramenta, pacientes não precisarão mais guardar recibos em papel para comprovar despesas dedutíveis. Essas informações serão carregadas automaticamente na declaração pré-preenchida do IR, enquanto os profissionais terão suas receitas lançadas diretamente no sistema. Até o início de dezembro, mais de 380 mil recibos já haviam sido emitidos pelo aplicativo, somando R$ 215 milhões em serviços de saúde.

“Essa mudança tem um impacto direto na confiabilidade das informações declaradas, oferecendo aos contribuintes maior comodidade e segurança, já que elimina a necessidade de comprovar manualmente as despesas médicas. Para os profissionais de saúde, significa menos chances de cair na malha fina e uma oportunidade de manter uma gestão mais eficiente e transparente de suas receitas”, explica Daniel Carvalho, contador e diretor da Rui Cadete.

Segundo dados da Receita Federal, cerca de 25% das declarações que caem na malha fina têm algum tipo de inconsistência ligada a recibos médicos emitidos por profissionais de saúde.

Quem deve usar e como funciona

O Receita Saúde é destinado exclusivamente a profissionais de saúde pessoas físicas que possuem registro ativo em conselhos profissionais. A ferramenta está integrada ao aplicativo da Receita Federal, disponível para dispositivos móveis com sistemas iOS e Android. O recibo deve ser emitido no momento do pagamento pelo serviço, e, caso o pagamento seja parcelado, um recibo deve ser gerado para cada parcela.

“A digitalização de processos fiscais é um caminho sem volta. Com iniciativas como o Receita Saúde, o governo não apenas facilita a vida do contribuinte, mas também reforça a transparência e a organização das informações prestadas. É uma evolução necessária”, conclui Daniel Carvalho.

Foto: Freepik

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Senado aprova texto-base da reforma tributária

Senado aprova texto-base da reforma tributária

Foram 49 votos favoráveis e 19 contrários

O Senado Federal aprovou, na tarde desta quinta-feira (12), o texto-base da regulamentação da reforma tributária. Foram 49 votos favoráveis e 19 contrários. A regulamentação da reforma trata das regras de incidência dos novos impostos sobre o consumo: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), em nível federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de nível estadual/municipal. Além disso, haverá o Imposto Seletivo (IS), o chamado “imposto do pecado”, que é uma sobretaxa aplicada sobre determinados produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Esses novos impostos são uma unificação de cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins), aprovados em emenda constitucional promulgada no fim do ano passado. A transição para o novo modelo será gradual, entre 2026 e 2033.

Pela manhã, o texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), havia sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de seguir para o plenário. Agora, os senadores seguem votando diversos destaques ao texto principal, que podem alterá-lo. Uma dessas alterações, por exemplo, foi a exclusão de armas de fogo e munições do Imposto Seletivo.

A emenda com essa exclusão já havia passado na CCJ, mas uma outra foi reapresentada, em plenário, para que esses itens voltassem a ser sobretaxados. A medida era defendida pelo relator e senadores da base governista, mas não obteve os 41 votos necessários. Com isso, armas e munições não pagarão tributo adicional.

Outro item excluído do “imposto do pecado” foram as bebidas açucaradas, como sucos e refrigerantes industrializados. Foi mantida no parecer de Braga, e confirmada em plenário, a isenção para 22 produtos da cesta básica, incluindo carnes e queijos.

Os senadores seguem analisando os destaques. Ao final da votação, o projeto voltará à Câmara dos Deputados, que poderá manter ou retirar pontos aprovados pelos Senado, dando a palavra final sobre a regulamentação.

Foto: Pedro França/Agência Senado

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Dólar sobe para R$ 6 com pressão de importadores

Dólar sobe para R$ 6 com pressão de importadores

Bolsa cai 2,74% com alta de juros além do esperado

No dia seguinte à elevação de 1 ponto percentual da taxa Selic (juros básicos da economia), o dólar voltou a ficar acima de R$ 6, por causa da demanda de importadores. A bolsa teve forte queda, sob influência da decisão do Banco Central (BC).

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (12) vendido a R$ 6,009, com alta de R$ 0,041 (+0,69%). A cotação operou em baixa ou próxima da estabilidade na maior parte do dia, chegando a R$ 5,92 na abertura dos negócios. No entanto, a pressão de importadores, que aproveitaram a queda para comprar a moeda norte-americana, elevou a cotação ao longo da tarde.

A moeda norte-americana subiu mesmo com a intervenção do BC. Pela manhã, a autoridade monetária vendeu US$ 4 bilhões das reservas internacionais com compromisso de comprar o dinheiro daqui a uns meses. Essa foi a primeira atuação no câmbio em um mês.

O mercado de ações teve um dia mais pessimista. Após encostar nos 130 mil pontos na quarta-feira (11), o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.042 pontos, com recuo de 2,74%. Essa foi a maior queda diária desde 2 de janeiro de 2023.

A bolsa foi influenciada pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a Selic de 11,25% para 12,25% ao ano, enquanto a maior parte das instituições financeiras apostava em reajuste para 12% ao ano. Juros altos pressionam o mercado de ações porque os investidores saem da bolsa para investirem em renda fixa, como títulos públicos, considerados menos arriscados.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Banco Central aprova pagamento de boletos por Pix

Banco Central aprova pagamento de boletos por Pix

Resolução entra e vigor dia 3 de fevereiro

Os boletos de pagamento poderão ser pagos não apenas por código de barra, mas por meio de outros instrumentos, como o Pix. O Banco Central (BC) aprovou nesta quinta-feira (12) resolução que moderniza o tradicional boleto.

Embora a resolução só entre em vigor em 3 de fevereiro, os boletos poderão conter, desde já, um código QR específico para o pagamento. O recurso, informou o BC, será oferecido de forma experimental até que a regulamentação sobre o assunto seja aprofundada em 2025.

Com o código QR, basta o usuário apontar o celular e concluir a transação. A grande vantagem de pagamento via Pix é que a operação é compensada instantaneamente, sem a necessidade de esperar vários dias, como ocorre com parte dos boletos bancários atuais.

O BC também criou a modalidade de boleto de cobrança dinâmico (ou boleto dinâmico). Segundo o órgão, a ferramenta trará mais segurança nos pagamentos de dívidas em cobrança representadas por certos tipos de títulos, como a duplicata escritural prevista na Lei 13.775, de 20 de dezembro de 2018.

Como esses títulos podem ser negociados, o BC considera fundamental garantir a segurança, tanto para o pagador quanto para o credor, de que os pagamentos serão destinados ao legitimo detentor de direitos. Para assegurar a destinação correta dos pagamentos automáticos, o boleto dinâmico será vinculado ao título, emitido digitalmente em sistemas autorizados pelo BC.

Segundo o BC, a criação do boleto dinâmico representa enorme avanço para modernizar o sistema financeiro e dar mais segurança na negociação de importantes tipos de títulos essenciais ao fomento de empresas, especialmente as de pequeno e médio porte.

“Em relação às duplicatas escriturais, a segurança se estende tanto ao sacado, devedor da dívida, que, se utilizando do mesmo boleto que lhe foi apresentado por meio físico ou eletrônico, conseguirá cumprir de forma automática a sua obrigação de realizar o pagamento ao legítimo credor da duplicata, quanto ao financiador que adquiriu o título, que não precisará realizar trocas de instrumentos de pagamento para garantir o recebimento dos recursos adquiridos”, explicou o órgão em nota.

Como os sistemas de escrituração ou de registro que darão suporte digital a esses títulos ou ativos ainda estão em implementação, o boleto dinâmico deverá ser adotado em até seis meses após a aprovação de ao menos um desses sistemas.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo

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CCJ da Assembleia Legislativa rejeita emenda que mantinha alíquota do ICMS em 18%

CCJ da Assembleia Legislativa rejeita emenda que mantinha alíquota do ICMS em 18%

Projeto que aumenta imposto para 20% avança na ALRN

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte rejeitou, nesta quinta-feira (12.dez.2024), a emenda que previa manter a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 18%. A emenda havia sido aprovada anteriormente pelas comissões de Finanças e de Administração, mas foi considerada inconstitucional pela relatora do projeto, deputada Isolda Dantas (PT).

O projeto de lei, apresentado pelo governo estadual, propõe aumentar a alíquota do ICMS para 20%. Após aprovação inicial pela CCJ em novembro, o texto recebeu a emenda na Comissão de Finanças, que alterava o ponto principal da proposta para manter a alíquota atual. Com a rejeição da emenda na CCJ, o projeto retorna ao formato original e segue para votação definitiva no plenário.

Segundo a deputada Isolda Dantas, apenas o Poder Executivo pode propor alterações na alíquota de impostos. “A emenda mexe no cerne do projeto, alterando a proposta original. Qualquer mudança desse tipo fora do Executivo é inconstitucional”, afirmou.

A rejeição da emenda já era esperada devido à composição majoritariamente governista da CCJ. No entanto, a oposição, que domina as comissões de Finanças e Tributação, promete continuar se opondo ao aumento no plenário.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Copom eleva juros básicos da economia para 12,25% ao ano

Copom eleva juros básicos da economia para 12,25% ao ano

Alta do dólar e preço dos alimentos influenciaram decisão do comitê

A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar o ritmo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 12,25% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que esperava uma elevação de 0,75 ponto.

Em comunicado, o Copom atribuiu a elevação acima do previsto às incertezas externas e aos ruídos provocados pelo pacote fiscal do governo. O órgão informou que elevará a taxa Selic em 1 ponto percentual nas próximas duas reuniões, em janeiro e março, caso os cenários se confirmem. Os próximos encontros serão comandados pelo futuro presidente do BC, Gabriel Galípolo.

“O comitê tem acompanhado com atenção como os desenvolvimentos recentes da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o recente anúncio fiscal afetou, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes, especialmente o prêmio de risco, as expectativas de inflação e a taxa de câmbio. Avaliou-se que tais impactos contribuem para uma dinâmica inflacionária mais adversa”, destacou o comunicado.

Essa foi a terceira alta seguida da Selic. A taxa retornou ao nível de dezembro do ano passado, quando estava em 12,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária.

A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões, de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto, e novembro, quando subiu 0,5 ponto.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em novembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, caiu para 0,39%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a desaceleração foi puxada pela bandeira verde nas contas de luz e pela queda nos combustíveis, mas o preço dos alimentos, principalmente da carne, e das passagens aéreas continuou a subir.

Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,87% em 12 meses, acima do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 4,31% a previsão para o IPCA em 2024, mas a estimativa pode subir ainda mais mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,84%, acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,71%.

O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,9% em 2024 (acima do teto da meta), 4,5% em 2025 e 4% no acumulado em 12 meses no fim do segundo trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.

O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de novembro, o Copom previa IPCA de 4,6% em 2024, de 3,9% em 2025 e de 3,6% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026

Crédito mais caro

O mercado projeta crescimento maior. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 3,39% do PIB em 2024.

O número foi revisado após o crescimento de 0,9% no Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Setor de serviços cresce 1,1% e atinge patamar recorde

Setor de serviços cresce 1,1% e atinge patamar recorde

Alta foi puxada por transportes aéreos

O volume de serviços no Brasil teve alta de 1,1% em outubro deste ano, na comparação com setembro. Com o resultado, o setor atingiu patamar recorde na série histórica, iniciada em 2012, de acordo com dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro.

Na comparação com outubro de 2023, o setor cresceu 6,3%. Também foram observados avanços no acumulado dos dez primeiros meses de 2024 (3,2%) e no acumulado de 12 meses (2,7%).

A alta de setembro para outubro foi puxada principalmente pelo setor de transportes, que cresceu 4,1%. “O transporte aéreo exerceu o principal impacto positivo no mês em função da queda observada nos preços das passagens aéreas”, explica Rodrigo Lobo, pesquisador do IBGE.

O crescimento do transporte aéreo chegou a 27,1% no período, enquanto os demais componentes dos serviços de transportes tiveram altas inferiores a 3%: terrestre (1,6%), aquaviário (0,7%) e armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio (2,6%).

Outro setor dos serviços que anotou expansão foi o dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,6%).

Queda

Apesar do crescimento médio do setor de serviços, três atividades tiveram queda de setembro para outubro: informação e comunicação (-1%); outros serviços (-1,4%) e serviços prestados às famílias (-0,1%).

A receita nominal dos serviços teve crescimento de 0,8% em relação a setembro, 9,6% na comparação com outubro de 2023, 7,8% no acumulado do ano e 7,4% no acumulado de 12 meses.

O índice de atividades turísticas aumentou 4,7% em volume ante setembro. Este é o segundo resultado positivo seguido e coloca o segmento de turismo 12,9% acima do patamar de fevereiro de 2020. É também o ponto mais alto da série, 4,4% acima do recorde anterior (junho deste ano).

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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Aumento do ICMS é rejeitado em comissões da ALRN

Aumento do ICMS é rejeitado em comissões da ALRN

Deputados apontam falta de estudos sobre impactos econômicos; texto será revisado antes de ir ao plenário.

As Comissões de Finanças e de Administração da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte rejeitaram, nesta quarta-feira (11.dez.2024), o trecho do projeto de lei que previa o aumento da alíquota básica do ICMS de 18% para 20%. O projeto foi apresentado pelo governo estadual como parte de uma proposta de adequação tributária e de garantia de receita para o orçamento de 2025.

O relator da matéria, deputado José Dias (PL), apresentou parecer contrário ao aumento do imposto, destacando a ausência de estudos sobre o impacto financeiro e econômico da medida. “Não há qualquer documento que apresente elementos básicos de análise orçamentária e financeira. Um estudo detalhado é essencial para avaliar os efeitos do aumento sobre empresas e trabalhadores”, afirmou o parlamentar.

Embora tenha votado pela aprovação do texto principal, o relator sugeriu uma emenda para suprimir o trecho referente ao aumento da alíquota, proposta que foi acatada pela maioria dos membros das comissões.

A decisão gerou debates intensos entre os parlamentares. O deputado Francisco do PT, integrante da base governista, criticou a postura do relator, lembrando que ele havia apoiado medidas semelhantes em 2015.

O governo do estado argumenta que o aumento do ICMS é essencial para alcançar a previsão orçamentária de R$ 23 bilhões para 2025, incluída na Lei Orçamentária Anual (LOA), já aprovada nas comissões. O projeto do ICMS, no entanto, deverá retornar à Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para votação no plenário, prevista para o dia 17 de dezembro.

Foto: Eduardo Maia/ALRN

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Governo do RN anuncia calendário de pagamento do 13º salário

Governo do RN anuncia calendário de pagamento do 13º salário

Pagamento começa em 20 de dezembro e contempla servidores ativos, aposentados e pensionistas

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), anunciou nesta quarta-feira (11.dez.2024) o calendário de pagamento do 13º salário dos servidores estaduais. Os depósitos começam no dia 20 de dezembro, atendendo a diferentes categorias, e serão concluídos em 10 de janeiro de 2025.

A chefe do Executivo estadual destacou, por meio de suas redes sociais, o esforço do governo para manter a previsibilidade financeira diante das dificuldades econômicas enfrentadas, como a redução na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“Mesmo diante das imensas dificuldades financeiras que o Estado tem enfrentado, especialmente com a redução do ICMS, mais uma vez o Governo do Estado, trazendo segurança e previsibilidade, apresenta o calendário de pagamento do 13º”, escreveu a governadora.

Calendário de pagamento:

  • 20 de dezembro:

Servidores ativos, aposentados e pensionistas com remuneração de até R$ 4.200 (bruto);
Empregados públicos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT);
Servidores ativos de órgãos que já receberam adiantamento em julho (DEI, DETRAN, IDEMA, IPEM, IPERN, JUCERN e ARSEP).

  • 10 de janeiro de 2025:

Demais servidores estaduais.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN

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Copom decide nesta quarta em quanto elevará juros básicos

Copom decide nesta quarta em quanto elevará juros básicos

Taxa Selic, em 11,25% ao ano, deve subir 0,75 ponto

Pressionado pela alta do dólar e do preço dos alimentos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (11) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião será a última sob o comando de Roberto Campos Neto no BC. Em janeiro, o atual diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo, assume a presidência da autoridade monetária.

Essa será a terceira elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 0,75 ponto percentual nesta reunião, para 12% ao ano.

No comunicado da última reunião, no início de novembro, o Copom informou que a incerteza nos Estados Unidos se ampliou. Sem citar diretamente a eleição do ex-presidente Donald Trump, o texto mencionou “a conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed [Federal Reserve, Banco Central norte-americano]”. Em relação ao cenário doméstico, o Copom informou que está acompanhando a política fiscal e cobrou ajustes dos gastos públicos.

Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após passar um ano em 13,75% ao ano entre agosto de 2021 e agosto de 2022, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões, de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, no menor nível desde fevereiro de 2022, mas começou a elevar a Selic em julho deste ano.

Inflação

Na ata da reunião mais recente, o Copom alertou para o prolongamento do ciclo de alta da Selic. O órgão informou que o cenário econômico exige uma política monetária contracionista e não descartou um aumento no ritmo de alta dos juros. Os membros do colegiado afirmaram que todos concordaram em iniciar o ciclo de alta de forma gradual, principalmente pelo contexto de incertezas domésticas e externas.

Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2024 subiu de 4,71% há quatro semanas para 4,84%. Isso representa inflação acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Em novembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, ficou em 0,39%. O indicador desacelerou, puxado pela bandeira verde nas contas de luz e pela queda nos combustíveis, mas continua sob pressão do preço da carne e de passagens aéreas.

Nos últimos meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos e os serviços têm puxado a inflação. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,87% em 12 meses, acima das estimativas do boletim Focus e superando o teto da meta para 2024.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta

Para 2024, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2024 em 4,31%, mas a estimativa foi divulgada antes da alta recente do dólar e do impacto da seca. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Fim de ano fiscal: empresas devem cumprir obrigações até 31 de dezembro

Fim de ano fiscal: empresas devem cumprir obrigações até 31 de dezembro

Não cumprimento acarreta penalidades que variam conforme a gravidade e vão de multas até restrições e ações judiciais, alerta especialista

Empresas têm até o dia 31 de dezembro para cumprir as obrigações fiscais, tributárias e contábeis necessárias para o encerramento do ano fiscal. Esse processo, que envolve ajustes no balanço patrimonial, revisão de demonstrativos financeiros e pagamento de impostos, é essencial para evitar penalidades, garantir a conformidade com a legislação e preservar a saúde financeira das empresas, alerta especialista.

Entre as obrigações, estão o ajuste do balanço patrimonial, com os ativos, passivos e patrimônio líquido da empresa; a revisão da Demonstração de Resultados (DRE), com o registro de todas as receitas e despesas, incluindo as provisões para impostos e depreciação; e a análise do fluxo de caixa, que deve garantir que todas as entradas e saídas de recursos estejam corretamente registradas.

De acordo com o contador Gustavo Vieira, cumprir as exigências fiscais e contábeis não deve ser visto como uma ação concentrada em um único mês, mas como uma rotina ao longo do ano. “O descumprimento dessas obrigações, sejam elas fiscais, tributárias ou contábeis, pode acarretar penalidades que variam conforme a gravidade, indo de multas até restrições e ações judiciais”, alerta o diretor da Rui Cadete.

Ele destaca a DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais), que será extinta em 2025, a ECD (Escrituração Contábil Digital), a ECF (Escrituração Contábil Fiscal), a EFD Contribuições (Escrituração Fiscal Digital de Contribuições), a DCTF WEB (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Web), o PGDAS (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional), a DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) e a DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte).

Para os Microempreendedores Individuais (MEIs), os tributos são unificados no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Nesse caso, explica o contador, é crucial garantir que todas as guias estejam pagas até o dia 31 de dezembro e verificar se o faturamento anual está dentro do limite de R$ 81 mil, conforme a legislação vigente.

“Além do cumprimento das obrigações fiscais, dezembro é um momento estratégico para o planejamento tributário das empresas, pois permite identificar possibilidades de redução de custos e otimização de recursos. Portanto, o fechamento do ano fiscal vai além de uma exigência legal; é uma oportunidade para planejar o futuro”, ressalta Gustavo Vieira.

Foto: Divulgação

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Governo pode fazer ajustes em mudanças nas regras do BPC

Governo pode fazer ajustes em mudanças nas regras do BPC

Alterações não deverão ter impacto na economia de recursos

O governo federal pode ajustar as propostas de mudança nas regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para viabilizar a votação do pacote de corte de gastos, disse nesta terça-feira (10) o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, os ajustes serão pequenos e não deverão ter impacto na economia de recursos esperada.

“A preocupação é legítima. A gente fez um debate dentro do governo, envolvendo uma série de ministérios, de atores políticos, e a gente chegou a um consenso. O BPC tem uma preocupação da bancada do PT que a gente entendeu e vai internalizar”, explicou Durigan após almoço com a Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE).

Na segunda-feira (9), Durigan reuniu-se com a bancada do PT na Câmara dos Deputados, onde ouviu as preocupações do partido com o projeto que endurece as regras de acesso ao BPC. No fim de semana, o PT divulgou um texto em que elogia a taxação de super-ricos, mas pede debate dentro do governo em relação às mudanças no BPC.

“[Serão] ajustes menores, que podem preservar, do ponto de vista conceitual e da lógica do BPC, sem que a gente tenha perda de impacto fiscal. Se, de fato, tiver um medo de perda de direitos [de beneficiários], a gente pode rever. Não tem problema”, declarou.

O secretário-executivo da Fazenda não adiantou os pontos que podem ser revistos, mas admitiu que parlamentares PT e de outros partidos “ficaram incomodados” com o endurecimento do conceito da família que coabita, com filhos que moram fora, que podem gerar perda de direitos. “Eles reconhecem que tem espaço para fraude, mas ao mesmo tempo [a proposta] pode impactar pessoas que de fato teriam direito”, disse.

No pacote de corte de gastos anunciado no fim de novembro, o governo quer aumentar os critérios para calcular a renda das famílias e proibir a retirada de rendas não previstas em lei. A medida, na prática, pode retirar o acesso de pessoas ao benefício por ultrapassar a renda de um quarto do salário mínimo.

Emendas

Mais uma vez, Durigan fez um apelo para que o Congresso vote o pacote ainda este ano. O principal entrave até agora é a liberação de emendas parlamentares após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino rejeitar pedido da Advocacia-Geral da União para reconsiderar parte da decisão que endureceu a liberação de emendas.

Segundo o secretário, o governo deve editar, ainda nesta terça-feira (10), uma portaria para viabilizar o pagamento de emendas. Também nesta terça-feira, a AGU deve publicar um parecer com força executória para orientar a liberação de emendas até o fim do ano.

“Eu espero que sim. A forma como a gente tem tratado é sempre com muita transparência. Vamos fazer um acordo, tem um acordo com o Congresso para tratar as emendas”, declarou Durigan. “Nós estamos só com uma questão de timing. O timing está apertado. Estamos correndo com definições no mesmo dia porque a decisão foi de ontem [segunda-feira].”

Antes da cirurgia na cabeça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se na segunda-feira com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar da liberação de emendas parlamentares após a decisão de Flávio Dino. O governo pretende liberar R$ 4,1 bilhões em emendas de comissão e R$ 2,3 bilhões em emendas de bancada para permitir a votação do pacote de corte de gastos ainda este ano.

A liberação das emendas pretende ajudar o governo a destravar o pacote fiscal, considerado um tema sensível no Congresso. O governo quer cortar R$ 327 bilhões de gastos até 2030, economizando R$ 71,9 bilhões apenas em 2025 e 2026.

Imposto de Renda

Apesar do atraso na aprovação do pacote, Durigan reiterou que o governo pretende enviar ainda este ano o projeto de lei que amplia a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, acompanhado da criação de uma alíquota para quem recebe mais de R$ 50 mil por mês.

O secretário também disse que o projeto de lei que altera as regras para a previdência dos militares será enviado ainda esta semana ao Congresso Nacional. Embora tenham sido anunciadas com o pacote de corte de gastos no fim de novembro, as propostas até agora estão paradas na Casa Civil e não foram enviadas ao Congresso.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Vendas de veículos financiados crescem 12,4% em novembro

Vendas de veículos financiados crescem 12,4% em novembro

Houve queda de 9,7% diante dos números de outubro deste ano, diz B3

Os financiamentos para compra de veículos novos e usados no Brasil cresceram 12,4% em novembro, conforme levantamento da B3 (Bolsa de Valores do Brasil), em comparação ao mesmo período do ano passado. No entanto, houve queda de 9,7% diante dos números de outubro deste ano.

No acumulado do ano até novembro, as vendas financiadas de veículos somaram 6,5 milhões de unidades. Uma alta de 21,8% em relação aos mesmos 11 meses de 2023, o que soma aproximadamente 1,1 milhão de veículos vendidos a mais.

Já a queda em relação a outubro pode ser explicada, segundo Gustavo de Oliveira Ferro, gerente de planejamento e inteligência de mercado da B3, por causa dos quatro dias úteis a menos que teve o mês. Em novembro, os financiamentos chegaram a 31,8 mil unidades.

Nas comparações entre novembro deste ano e o mesmo mês em 2023, a maior alta nos financiamentos foi com os veículos leves (12,4%), já com os veículos pesados o crescimento foi de 0,6% e, por fim, o segmento das motocicletas avançou 15,1%.

Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

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McDonald's destaca a força do seu icônico Big Mac em nova campanha

McDonald’s destaca a força do seu icônico Big Mac em nova campanha

Para acompanhar o lançamento, marca também traz as versões Big Mac Bacon e Big Mac Duplo por tempo limitado

O McDonald’s apresenta a nova campanha do clássico Big Mac – tão clássico que o público nem precisa ver para saber qual sanduíche é! Com um dos jingles mais famosos do mundo, basta ouvir “dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim” para automaticamente conectar ao Big Mac. E é exatamente essa a proposta da campanha criada pela agência GALERIA.ag. Por isso, a marca se uniu a algumas das vozes mais icônicas e conhecidas do Brasil para interpretar o jingle, são elas: Liniker, Ana Maria Braga, João Gomes e Xamã.

A partir dessa conexão afetiva com o consumidor, a ideia é que por meio da voz das celebridades, color code e a forma de montar o sanduíche, ele seja reconhecido sem a necessidade de ser mostrado explicitamente. Transmitindo a mensagem “Big Mac, todo mundo reconhece um ícone”, a campanha estreou na TV com quatro filmes de 15”. Sem mostrar o produto e abordar seu appetite appeal, a campanha apresentou as vozes icônicas e inconfundíveis das personalidades brasileiras recitando o famoso jingle, provando que “todo mundo reconhece”. A campanha finaliza com a assinatura “Reconheceu? Nem precisa ver para dizer quem é”. Confira aqui.

Depois de despertar a curiosidade e promover conversas com o público, a campanha entrou em sua fase de revelação. Em formato de videoclipe, o último filme da campanha a ser veiculado, acompanhado de muito ritmo, cores e, claro, muito Big Mac, releva de quem são as vozes inconfundíveis. Além disso, o McDonald’s também traz duas novidades, que agregam ainda mais sabor ao icônico sanduíche – as versões Big Mac Bacon e Big Mac Duplo.

“O Big Mac é um clássico no Brasil e no mundo, um ícone que vai além do sabor do sanduíche em si. Essa campanha reforça que os consumidores o reconhecem mesmo sem nenhuma imagem. Para isso, trazemos vozes icônicas de celebridades brasileiras, que assim como o nosso sanduíche, não precisam de muito para serem reconhecidas. A partir dessa conexão afetiva com os clientes, também convidaremos o público a revisitar um clássico e redescobrir todas as suas versões”, conta Lariane Duarte, head de marketing do McDonald’s.

Contemplando cinco filmes de 30”, produzidos pela Frame, Moonheist e Lucha Libre Audio, a campanha conta com robusta estratégia de mídia e influência, conteúdos TikTok first, digital e social media, além de desdobramentos para mídia exterior e impressos, entre outros meios.

“O Big Mac é o sanduíche mais conhecido, mais reconhecido e mais cantado. Mesmo sem aparecer, assim como uma grande celebridade, todo mundo sabe de quem estamos falando. Além de trazer para a campanha personalidades que são inconfundíveis, traçando um paralelo com a iconicidade do Big Mac, também exploramos as cores e os signos do Big Mac, com muito grafismo e color code”, comenta Rodrigo Marangoni, Diretor Executivo de Criação da GALERIA.ag.

Os produtos Big Mac Duplo e Big Mac Bacon já estão disponíveis e por tempo limitado nos restaurantes. Para mais informações sobre composição, alérgenos e informações nutricionais dos produtos, consulte a tabela disponível nos restaurantes e em https://www.mcdonalds.com.br/cardapio.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Lei sancionada no RN reajusta salários de servidores da segurança pública

Lei sancionada no RN reajusta salários de servidores da segurança pública

Reajustes salariais entrarão em vigor a partir de 2025, com impactos em carreiras da Polícia Civil, Militar e outras categorias

O Governo do Rio Grande do Norte sancionou uma lei que estabelece novos valores salariais para servidores da área de segurança pública, incluindo Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) e Polícia Penal. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (10.dez.2024).

A proposta, enviada pelo próprio governo e aprovada pela Assembleia Legislativa em 13 de novembro, visa recompor perdas inflacionárias acumuladas nos últimos anos. Além dos valores que começarão a ser pagos em janeiro de 2025, a legislação prevê um novo reajuste em janeiro de 2026: 2% para a maioria das categorias e 5,5% para os militares.

Os maiores salários contemplados pela lei serão destinados a delegados da Polícia Civil na classe especial sênior, que receberão R$ 36.334,74. No início da carreira, delegados substitutos terão vencimentos de R$ 19.716,55. Agentes e escrivães da Polícia Civil começarão com R$ 5.596,50 e poderão atingir R$ 15.121,94 no topo da carreira.

Entre policiais e bombeiros militares, o menor salário será de R$ 4.245,64 para soldados, podendo alcançar R$ 27.698,00 para coronéis. Oficiais em início de carreira, como tenentes, receberão R$ 11.675,51, enquanto subtenentes terão vencimentos de R$ 13.849,00.

No caso da Polícia Penal, os salários variam de R$ 5.096,60 para servidores iniciantes a R$ 15.416,20 no fim de carreira. Já no Itep, as remunerações vão de R$ 3.711,57, pagos a agentes de Necropsia e Técnicos Forenses, a R$ 24.357,91, destinados a peritos criminais, médicos legistas e odontolegistas em cargos finais.

Foto: Reprodução/Polícia Civil/Ilustração

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Comércio em Natal tem horários especiais no período natalino

Comércio em Natal tem horários especiais no período natalino

Lojas e shoppings ajustam funcionamento para atender ao público durante o Natal e Ano Novo

O comércio de Natal terá horários especiais de funcionamento a partir do dia 15 de dezembro. A mudança foi definida em um termo aditivo à Convenção Coletiva do Trabalho (CCT), firmado entre o Sindicato Patronal do Comércio Varejista no Estado do RN (Sindilojas RN) e o Sindicato dos Empregados do Comércio. O acordo também regulamenta o funcionamento das lojas nos feriados, que será restrito às empresas que obtiverem autorização mediante Termo de Adesão do Sindilojas RN.

Horários de funcionamento

Shoppings

15 de dezembro (domingo): 10h às 22h
16 a 21 de dezembro: 10h às 23h
22 de dezembro (domingo): 10h às 22h
23 de dezembro (segunda-feira): 10h às 23h
24 de dezembro (terça-feira): 10h às 19h
31 de dezembro (terça-feira): 10h às 19h

Comércio de rua

20 a 23 de dezembro: até 20h
24 de dezembro: até 19h
31 de dezembro: até 18h

Os novos horários visam atender à maior demanda típica do período de compras de final de ano, proporcionando mais flexibilidade para consumidores e lojistas.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Mercado eleva previsão do PIB para 3,39% em 2024

Mercado eleva previsão do PIB para 3,39% em 2024

Expectativa é que Selic chegue a 12% neste ano, segundo Boletim Focus

O mercado financeiro trabalha com expectativas de alta em todos os índices que compõem o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central. No caso do Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil), a previsão é de que a economia do país crescerá 3,39% em 2024.

Para os anos subsequentes (2025 e 2026), a expectativa é de crescimento de 2%. No boletim da semana passada, o mercado previa que o PIB brasileiro fecharia o ano corrente com um crescimento de 3,22%. Há quatro semanas, a previsão era de que o país cresceria 3,1%.

No segundo trimestre do ano, o PIB surpreendeu, subindo 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta ficou em 3,3%.

IPCA, dólar e Selic

Expectativas de alta também para a inflação, para a Selic e para a cotação do dólar. Para o mercado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, considerado a inflação oficial do país) deve fechar 2024 em 4,84%, percentual acima da previsão divulgada na semana passada (4,71%) e há quatro semanas (4,62%). Para 2025 e 2026, e expectativa é de que a inflação do país fique em 4,59% e 4%, respectivamente.

Já a taxa básica de juros apresentou alta de 0,25 ponto percentual nas expectativas do mercado, passando de 11,75% para 12%. Quando o Copom aumenta a taxa Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

No entanto, os bancos consideram outros fatores, além da Selic, na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Com relação à moeda norte-americana, as projeções do mercado financeiro para a cotação ao final do ano passaram de R$ 5,70, na semana passada, para R$ 5,95. Há quatro semanas, o mercado trabalhava com a expectativa de o dólar fechar o ano a R$ 5,55. Para 2025, o mercado projeta que a moeda feche o ano valendo R$ 5,77; e para 2026, as projeções são de que o dólar fique cotado a R$ 5,73.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Preço da cesta básica sobe 3% em Natal

Preço da cesta básica sobe 3% em Natal

No acumulado do ano, a cesta registra aumento de 3,1%; capital potiguar mantém um dos menores custos do Nordeste.

O custo da cesta básica em Natal subiu 3% no mês de novembro, segundo a pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgada neste sábado (7.dez.2024). O aumento foi impulsionado principalmente pelos preços do tomate, que disparou 24,2%, e do óleo de soja, com alta de 12,5%.

O valor médio da cesta na capital potiguar atingiu R$ 593,54, ante R$ 572,26 em outubro, o que corresponde a 45% do salário mínimo. Apesar disso, Natal registrou o quinto menor custo entre as capitais analisadas, atrás de João Pessoa, Recife, Salvador e Aracaju.

Em âmbito nacional, a alta foi generalizada, com as 17 capitais pesquisadas apresentando aumento nos produtos básicos. Recife liderou com a maior variação mensal, de 5,47%, enquanto São Paulo manteve o maior custo absoluto, com a cesta básica custando R$ 828,39.

Produtos em destaque

Além do tomate e do óleo de soja, outros produtos que tiveram aumento de preço em Natal foram:

  • Carne bovina de primeira (+4,28%);
  • Leite integral UHT (+2,71%);
  • Pão francês (+0,99%).

Por outro lado, itens como feijão carioca (-3,46%), açúcar refinado (-2,66%) e farinha de trigo (-2,07%) apresentaram retração.

Comparativo anual

Na comparação com novembro de 2023, o preço da cesta básica em Natal subiu 4,63%, acompanhando a tendência nacional. Entre os produtos com maior aumento no acumulado dos últimos 12 meses estão:

  • Café em pó (+49,58%);
  • Óleo de soja (+26,23%);
  • Arroz agulhinha (+23,03%).

Já o tomate apresentou a maior queda anual, com retração de 12,83%.

Foto: Reprodução

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PRF prende homem foragido condenado a 26 anos durante fiscalização na BR-101 em Natal

PRF prende homem foragido condenado a 26 anos durante fiscalização na BR-101 em Natal

Ação de combate à embriaguez ao volante resultou na captura de homem condenado por latrocínio

Uma operação de combate à embriaguez ao volante realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no km 95 da BR-101, em Natal, terminou com a prisão de um foragido da Justiça na noite do último domingo (8.dez.2024). O homem tinha um mandado de prisão em aberto e estava condenado a mais de 26 anos de reclusão pelo crime de latrocínio, roubo seguido de morte.

A abordagem ocorreu durante uma blitz de rotina na rodovia federal. O indivíduo foi parado pelos agentes e submetido ao teste do etilômetro, procedimento padrão nesse tipo de fiscalização. Ao consultarem os dados pessoais do abordado, os policiais identificaram que ele era procurado por um dos crimes mais graves da legislação penal brasileira.

Diante da descoberta, o homem foi imediatamente preso e encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil em Natal. Ele permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

Combate à criminalidade nas rodovias

A PRF destacou que operações de fiscalização como esta desempenham um papel essencial não apenas na prevenção de acidentes de trânsito, mas também na identificação e captura de criminosos perigosos. As ações são parte de uma estratégia mais ampla para promover a segurança pública nas rodovias federais.

Segundo a corporação, o uso de tecnologia e o rigor nas abordagens têm sido fundamentais para retirar foragidos de circulação, garantindo maior proteção à sociedade. A operação reforça a importância do trabalho integrado entre as forças de segurança para combater tanto infrações de trânsito quanto crimes de maior gravidade.

Foto: PRF/Divulgação/Ilustração

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Entenda como ficam as exportações agrícolas após acordo Mercosul-UE

Entenda como ficam as exportações agrícolas após acordo Mercosul-UE

Café e frutas terão alíquota zero; carne e açúcar, tarifas reduzidas

Assinado nesta sexta-feira (6) após 25 anos de negociações, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) não sofreu modificações quanto ao comércio de produtos agropecuários, esclareceu o governo brasileiro no factsheet (documento com resumo) sobre o tratado. As condições para a entrada na UE de bens agrícolas exportados pelo Mercosul foram mantidas em relação ao texto original de 2019.

O texto final contrariou a expectativa de países como França e Polônia, que queriam restringir os produtos do continente sul-americano para não perderem competitividade. Existe a possibilidade de Itália, Países Baixos e Áustria se oporem ao acordo.

Pelo factsheet divulgado pelo governo brasileiro, café e sete tipos de fruta do Mercosul entrarão na União Europeia sem tarifas e sem cotas. Pela oferta do Mercosul aceita pela UE, as frutas com livre circulação são: abacate, limão, lima, melão, melancia, uva de mesa e maçã.

Outros produtos agropecuários terão cotas (volumes máximos) e tarifas para entrarem na União Europeia, porém mais baixas que as atuais. O acordo prevê a desgravação (retirada gradual da tarifa), de modo a zerar o Imposto de Importação entre os dois blocos e cumprir as condições de uma zona de livre-comércio. Os prazos para a eliminação de tarifas são de quatro, sete, oito, 10 e 12 anos, variando conforme o item.

As cotas definidas no acordo comercial serão posteriormente divididas entre os países do Mercosul. No caso de as exportações do Mercosul à UE ultrapassarem a cota, os produtos passarão a pagar as alíquotas atuais.

De acordo com o documento do governo brasileiro, a oferta da União Europeia, aceita pelo Mercosul, corresponde a aproximadamente 95% dos bens e 92% do valor das exportações de bens brasileiros à União Europeia. Produtos sujeitos a cotas ou tratamentos não tarifários (como barreiras ambientais ou sanitárias) representam cerca de 3% dos bens e 5% do valor importado pela União Europeia, com esses tratamentos aplicados principalmente a itens do setor agrícola e da agroindústria.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a abordagem reflete o equilíbrio buscado entre a abertura de mercados e a proteção de setores sensíveis para ambas as partes.

Confira a situação por produto:

  • Café: exigência de que 40% do café verde e 50% do café solúvel sejam originários do Brasil. Para os três tipos de café (verde, torrado e solúvel), as tarifas, atualmente entre 7,5% e 11%, serão eliminadas de quatro a sete anos
  • Uvas frescas de mesa: retirada imediata da tarifa de 11%, com livre-comércio
  • Abacates: alíquota de 4% retirada em quatro anos
  • Limões e limas: tarifa de 14% retirada em até sete anos
  • Melancias e melões: alíquota atual de 9% eliminada em sete anos
  • Maçãs: tarifa atual de 10% retirada em dez anos
  • Etanol industrial: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 450 mil toneladas sem tributo quando o acordo entrar em vigor
  • Etanol combustível e para outros usos: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 200 mil toneladas, com um terço da tarifa europeia (6,4 euros ou 3,4 euros a cada cem litros), com volume crescente em seis estágios até cinco anos após a entrada em vigor do acordo
  • Açúcar: tarifas zeradas gradualmente, cota de 180 mil toneladas com tarifa zero e tarifas atuais, entre 11 euros e 98 euros por tonelada, sobre o que ultrapassar a cota. Cota específica de 10 mil toneladas para o Paraguai, com alíquota zero
  • Arroz: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 60 mil toneladas com alíquota zero a partir da entrada em vigor do acordo e volume crescente de seis estágios em cinco anos
  • Mel: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 45 mil toneladas com alíquota zero a partir da vigência do acordo e volume crescente em seis estágios em cinco anos.
  • Milho e sorgo: tarifas zeradas gradualmente, cota de 1 milhão de toneladas com alíquota zero na entrada em vigor do acordo, com volume crescente em seis estágios anuais em cinco anos
  • Ovos e ovoalbumina: tarifas zeradas gradualmente, com cota de 3 mil toneladas com alíquota zero a partir da vigência do acordo, com volume crescente em seis estágios anuais em cinco anos
  • Carne bovina: cota de 99 mil toneladas de peso carcaça, 55% resfriada e 45% congelada, com tarifa reduzida de 7,5% e cota crescente em seis estágios. Cota Hilton, de 10 mil toneladas, com alíquota reduzida de 20% para 0% a partir da entrada em vigor do acordo
  • Carne de aves: cota de 180 mil toneladas de peso carcaça com tarifa zero, das quais 50% com osso e 50% desossada e volume crescente em seis estágios
  • Carne suína: cota de 25 mil toneladas com tarifa de 83 euros por tonelada e volume crescente em seis estágios
  • Suco de laranja: redução a zero da alíquota em 7 e 10 anos e margem de preferência (redução de alíquota em relação à atual) de 50%
  • Cachaça: liberação do comércio em quatro anos de garrafas de menos de 2 litros, cota de 2,4 mil toneladas com alíquota zero e volume crescente em cinco anos para cachaça a granel. Atualmente, a aguardente paga alíquota em torno de 8%
  • Queijos: cota de 30 mil toneladas com volume crescente e com alíquota decrescente em 10 anos (exclusão de muçarela do acordo)
  • Iogurte: margem de preferência de 50%
  • Manteiga: margem de preferência de 30%

Fonte: Ministério da Agricultura e factsheet do governo brasileiro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Mega-Sena: aposta de Belo Horizonte fatura sozinha R$ 28 milhões

Mega-Sena: aposta de Belo Horizonte fatura sozinha R$ 28 milhões

Números sorteados foram: 01, 06, 24, 47, 55 e 58

Uma aposta feita na capital mineira Belo Horizonte acertou os seis números da Mega-Sena sorteados na noite deste sábado (7) e faturou o prêmio de R$ 28 milhões do concurso 2805.

O sortudo ou a sortuda fez uma aposta simples, de seis números, que custa R$ 5, e acertou todos os palpites. Os números sorteados foram: 01, 06, 24, 47, 55 e 58.

Com cinco acertos, 60 apostas ganharam R$ 50.629,15. Além disso, 3.839 apostas fizeram quatro acertos que vão render R$ 1.130,40 cada.

O próximo concurso da Mega-Sena terá seu sorteio em 10 de dezembro e a estimativa de prêmio é de R$ 3,5 milhões.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

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Aumento do ICMS enfrenta resistência na Assembleia Legislativa do RN

Aumento do ICMS enfrenta resistência na Assembleia Legislativa do RN

Governo do Estado encontra dificuldades para aprovar proposta que eleva alíquota de 18% para 20%, com votos contrários já declarados por nove deputados

A dez dias da votação no plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o projeto de lei que propõe o aumento da alíquota do ICMS de 18% para 20% enfrenta forte oposição entre os parlamentares. Levantamento realizado pelo jornal Tribuna do Norte neste domingo (8.dez.2024) com os 24 deputados estaduais revela que nove já declararam votos contrários à medida, enquanto apenas cinco manifestaram apoio.

Os parlamentares que confirmaram voto contrário integram, em sua maioria, a oposição ao governo da governadora Fátima Bezerra (PT). Entre eles estão Adjuto Dias (MDB), Coronel Azevedo, Gustavo Carvalho, Kerginaldo Jácome, José Dias, Tomba Farias (PL), Cristiane Dantas, Luiz Eduardo (Solidariedade) e Taveira Júnior (União Brasil). Por outro lado, o líder do governo, Francisco do PT, junto com Divaneide Basílio e Isolda Dantas (PT), Vivaldo Costa (PV) e Dr. Bernardo Amorim (PSDB), já se posicionaram a favor da proposta.

Ainda há três deputados que se declararam indecisos: Neilton Diógenes (PP), Ubaldo Fernandes (PSDB) e Terezinha Maia (PL). Em uma votação semelhante no ano passado, Neilton e Terezinha votaram contra, enquanto Ubaldo foi favorável.

Além disso, seis parlamentares não responderam à enquete realizada pela reportagem: Eudiane Macedo (PV), Hermano Morais (PV), Galeno Torquato (PSDB), Kleber Rodrigues (PSDB), Nelter Queiroz (PSDB) e Ivanilson Oliveira (União). Em 2023, Hermano, Galeno e Nelter votaram contra uma tentativa anterior do governo de aumentar a alíquota de ICMS.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), informou, por meio de sua assessoria, que só se manifestará em caso de empate, utilizando o chamado voto de minerva.

Em dezembro de 2023, uma proposta semelhante apresentada pelo governo Fátima Bezerra foi rejeitada no plenário da Assembleia. Na ocasião, 14 deputados votaram contra, enquanto a bancada governista optou por obstruir a votação.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Isenção de IRPF para até R$ 5 mil pode dobrar número de beneficiados

Isenção de IRPF para até R$ 5 mil pode dobrar número de beneficiados

Especialistas avaliam que a iniciativa favorece trabalhadores formais

O número de trabalhadores com carteira assinada que não precisam pagar o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) deve dobrar em 2026, quando deverá estar em vigor a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil, conforme prometido pelo governo federal na “reforma da renda” que deverá tramitar no Congresso Nacional no próximo ano.

A projeção de contribuintes beneficiados é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), fornecida à Agência Brasil. Segundo a entidade, atualmente 10 milhões de pessoas estão dispensadas do recolhimento do tributo. Com a proposta, a faixa de isenção deverá passar dos atuais R$ 2.824 (dois salários mínimos) para R$ 5 mil, assim serão adicionadas mais 10 milhões de pessoas dispensadas da tributação.

A isenção do imposto favorecerá os trabalhadores de menor rendimento e também alcançará assalariados da classe média em outras faixas de rendimento. “Entre os que têm renda mensal entre R$ 5 mil e R$ 7,5 mil, também há o impacto positivo da redução das tarifas, e este grupo representa por volta de 16 milhões de pessoas”, calcula Mariel Angeli Lopes, supervisora técnica do escritório regional do Dieese no Distrito Federal.

Crescimento econômico

Os dados do Dieese divergem dos números da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, a Unafisco. Em estudo feito em setembro, a associação estimou alcance maior: 30,6 milhões de contribuintes estariam desobrigados de pagar o IRPF se a tabela de tributação fosse atualizada com a correção integral da inflação. Nesse cálculo, o valor limite para ter isenção no recolhimento do imposto seria um pouco maior do que o proposto posteriormente pelo governo, R$ 5.084,04.

A Unafisco trabalha na atualização dos dados para dezembro, mas prevê ingresso de R$ 50 bilhões no bolso dos trabalhadores com a liberação do imposto de renda, aumento de consumo e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o presidente da associação, Mauro Silva, 65% do PIB brasileiro vem do consumo das famílias.

Para ele, a isenção do IRPF acabará por dinamizar a economia. “Essa faixa de renda tem uma poupança muito pequena. Acaba consumindo tudo que ganha. Essas pessoas vão reformar suas casas e utilizar mais serviços. Vai haver um transbordamento para as famílias de menor poder aquisitivo também”.

Fora da meta

O economista João Leme, analista de contas públicas da Tendências Consultoria, concorda que haverá aceleração da atividade econômica. “A demanda mais alta acaba pressionando a oferta e faz com que a atividade gire”, explica. O especialista, no entanto, teme que o aumento de consumo possa pressionar a inflação.

“Algumas casas [de avaliação econômica] já estão olhando aqui o IPCA [índice de Preço ao Consumidor Amplo] de 2024 indo fora da meta, e para o ano que vem também já se vê [a inflação] descolando um pouco do centro da meta estabelecida pelo Comitê Monetário Nacional”, ressalta o economista. Para ele, eventual ciclo inflacionário poderá forçar “aperto monetário” e aumento da taxa de juros.

Outro temor de João Leme é o impacto da isenção do IRPF nas contas públicas, calculado entre R$ 35 a R$ 45 bilhões. Para ele, essas projeções levaram “à deterioração de expectativas, justamente porque o governo falava de um plano de corte de despesas de mais ou menos R$ 70 bilhões divididos em R$ 30 bi para 2025 e R$ 40 bi para 2026.”

Sobre os efeitos nas contas públicas, o governo argumenta que a compensação dos recursos não tributados com isenção serão compensados com a ampliação da contribuição efetiva para quem ganha acima de R$ 50 mil mensais (R$ 600 mil por ano).

“A nova medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo. Porque quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais”, explicou o ministro da Fazenda Fernando Haddad, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão no dia 27 de novembro.

Efeito distributivo

No pronunciamento, Haddad salientou que a reforma da renda, combinada com a reforma tributária, “fará com que grande parte do povo brasileiro não pague nem imposto de renda, nem imposto sobre produtos da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, que aprofundava a desigualdade social em nosso país.”

O economista Ricardo Gonçalves, do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), e doutorando de Economia na Unicamp, salienta que a isenção do IRPF sem a compensação teria efeito concentrador, porque mesmo as pessoas de maior renda teriam um desconto de R$ 5 mil no pagamento do imposto.

“Toda vez que aumenta a faixa de isenção por si só, sem mudar a tabela progressiva de imposto de renda, gera um efeito concentrador. A minha preocupação é que, além das faixas de 27,5% [hoje alíquota máxima) tivesse outras taxas mais elevadas para as pessoas mais ricas, para ter essa compensação.”

A economista Clara Brenk, professora da UFMG e coordenadora da área de política fiscal do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da USP, concorda com a necessidade de combinar a isenção com o aumento da tributação sobre quem tem mais renda. “Isso faz com que a gente tenha uma redução da desigualdade”, pondera.

Brenk traçou os distintos perfis econômicos de quem se beneficia com a isenção e quem terá de pagar mais impostos. “A gente olhou aqui pelos dados da PNAD [Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar] e mais de 70% dessas pessoas que ganham até R$ 5 mil são trabalhadores. Ao contrário de quando a gente olha para quem ganha acima de R$ 50 mil por mês, quase a metade são donos de empresas”.

O economista João Leme concorda que a reforma da renda terá “efeito distributivo”. “A progressividade tributária não só é uma coisa que é boa por ser moralmente correta, mas também por ser uma determinação da própria Constituição. Ter uma estrutura de tributação progressiva faz com que, de fato, a gente consiga ter um maior bem-estar social. As pessoas que podem mais pagam mais.”

O presidente da Unafisco, Mauro Silva, ressalva que um número muito pequeno de pessoas tem renda acima de R$ 50 mil e terão de pagar mais IRPF. “Se eu for considerar aqueles que hoje declaram como rendimento tributável mais de R$ 50 mil, aí eu acho que não dá nem 100 mil pessoas”, estima.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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Poupança tem mais saques que aplicações em novembro

Poupança tem mais saques que aplicações em novembro

Retiradas somam R$ 343,421 bilhões, revela o Banco Central

As retiradas da poupança, em novembro, superaram as aplicações em R$ 2,931 bilhões, informou hoje (6), em Brasília, o Banco Central (BC). Os dados constam do relatório de poupança e mostram que, no mês passado, os brasileiros aplicaram na poupança R$ 340,490 bilhões e sacaram R$ 343,421 bilhões.

Ainda de acordo com o BC, o rendimento no período foi de R$ 5,631 bilhões e o saldo da caderneta ficou em R$ 1,021 trilhão. Em novembro do ano passado, a poupança registrou saída líquida de R$ 3,305 bilhões.

Aplicações

Os recursos aplicados da caderneta em crédito imobiliário (SBPE) registraram depósitos de R$ 294,182 bilhões e saques de R$ 295,552 bilhões, enquanto os valores aplicados no crédito rural atingiram R$ 46,308 bilhões e as retiradas ficaram em R$ 47,869 bilhões.

Em relação à captação líquida, o relatório mostra que os valores do SBPE ficaram em R$ 1,369 bilhão, enquanto os recursos aplicados no crédito rural tiveram captação líquida de R$ 1,561 bilhão.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

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Dólar atinge maior valor nominal da história: R$ 6,07

Dólar atinge maior valor nominal da história: R$ 6,07

Alta de 1,02% leva moeda americana a R$ 6,0708, impulsionada por incertezas fiscais e valorização global

Após três dias consecutivos de queda, o dólar voltou a subir nesta sexta-feira (6.dez.2024), atingindo R$ 6,0708 no fechamento, maior valor nominal já registrado em relação ao real. A moeda americana operou em alta de 1,02% no dia, acumulando valorização de 1,16% na primeira semana de dezembro e 25,54% no ano.

O movimento reflete tanto a valorização global do dólar quanto os ajustes de prêmios de risco associados à incerteza fiscal no Brasil. O cenário interno foi agravado pelo temor de desidratação no pacote de contenção de gastos em tramitação no Congresso.

No mercado internacional, o índice DXY — que mede o desempenho do dólar frente a seis moedas fortes — superou os 106 pontos, impulsionado pelo dinamismo da economia americana. Dados do relatório de emprego nos EUA mostraram criação de vagas acima do esperado em novembro, mas aumento da taxa de desemprego, o que trouxe dúvidas sobre os próximos passos da política monetária do Federal Reserve (Fed).

No Brasil, o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, destacou que a proximidade da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para 11 de dezembro, contribuiu para a alta do dólar. Ele alertou para a possibilidade de revisão das expectativas inflacionárias no relatório Focus, a ser divulgado na próxima segunda-feira (9.dez).

Paralelamente, ajustes no Benefício de Prestação Continuada (BPC), parte do pacote fiscal, enfrentam resistência no Congresso. As mudanças propostas poderiam economizar R$ 2 bilhões por ano, mas são vistas como insuficientes para equilibrar as contas públicas, segundo analistas.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 27 milhões

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 27 milhões

Sorteio será realizado às 20h, horário de Brasília, em São Paulo

As seis dezenas do concurso 2.805 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 27 milhões.

Por se tratar de um concurso com final cinco, o prêmio recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Entenda os próximos passos do acordo do Mercosul com a União Europeia

Entenda os próximos passos do acordo do Mercosul com a União Europeia

Negociação abrange mais de 30 países com 718 milhões de habitantes

Após mais de duas décadas de negociações, o Mercosul e a União Europeia chegaram finalmente à conclusão dos termos para um acordo comercial que vai valer para 27 países europeus e quatro sul-americanos. Juntos, os mais de 30 países somam 718 milhões de habitantes e economias com Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 22 trilhões.

A entrada em vigor dessa parceria, porém, ainda depende de algumas etapas formais.

O governo brasileiro considera o acordo estratégico em diversos sentidos. A União Europeia é o segundo principal parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China, e as trocas comerciais somaram aproximadamente US$ 92 bilhões em 2023. A expectativa do Brasil é que a aproximação com a Europa reforce a diversificação das parcerias comerciais do país e também modernize o parque industrial nacional.

Os próximos passos até a entrada em vigor do acordo são os seguintes:

  • Revisão legal: Mesmo após a avaliação dos negociadores, o texto ainda precisa passar por um processo de revisão legal, para que seja assegurada a consistência, harmonia e correção linguística e estrutural aos textos do acordo. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, essa etapa já se encontra em estágio avançado.
  • Tradução: Depois da revisão legal, o texto precisará ser traduzido da língua inglesa, usada nas negociações, para as 23 línguas oficiais da União Europeia e para as duas línguas oficiais do Mercosul, que são o português e o espanhol.
  • Assinatura: Assim como em qualquer negociação, não basta acertar os termos do contrato, é preciso assiná-lo. Quando os dois blocos assinarem o documento revisado e traduzido, estará formalizada a adesão.
  • Internalização: Em seguida, os países dos dois blocos vão encaminhar o acordo para os processos internos de aprovação de cada membro. No caso do Brasil, é necessária a chancela dos Poderes Executivo e Legislativo, por meio da aprovação do Congresso Nacional.
  • Ratificação: Concluídos os respectivos trâmites internos, as partes confirmam, por meio da ratificação, seu compromisso em cumprir o acordo.

Entrada em vigor: O acordo entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte à notificação da conclusão dos trâmites internos. O Itamaraty explica que, como o acordo estabelece a possibilidade de vigência bilateral, bastaria que a União Europeia e o Brasil – ou qualquer outro país do Mercosul – tenham concluído o processo de ratificação para a sua entrada em vigor bilateralmente entre tais partes. Ainda não há um prazo para que isso ocorra.

Uma vez em vigor, o governo brasileiro espera que haja impactos relevantes para a economia brasileira.

As estimativas para o ano de 2044 são: acréscimo de 0,34% (R$ 37 bilhões) no PIB; aumento de 0,76% no investimento (R$ 13,6 bilhões); redução de 0,56% no nível de preços ao consumidor; aumento de 0,42% nos salários reais; impacto de 2,46% (R$ 42,1 bilhões) sobre as importações totais; impacto de 2,65% (R$ 52,1 bilhões) sobre as exportações totais.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Da Agência Brasil

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Comércio exterior do RN movimenta R$ 1,5 bilhão até novembro de 2024

Comércio exterior do RN movimenta R$ 1,5 bilhão até novembro de 2024

Exportações de óleos combustíveis e frutas tropicais impulsionaram desempenho econômico; principais mercados incluem EUA e Europa

O comércio exterior do Rio Grande do Norte alcançou uma movimentação total de R$ 1,5 bilhão entre janeiro e novembro de 2024, resultado da soma entre exportações e importações no estado. Os dados foram divulgados no Boletim Econômico nº 12 pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), com base na balança comercial potiguar, nesta sexta-feira (6.dez.2024).

Somente no mês de novembro, as exportações somaram US$ 102,9 milhões, enquanto as importações totalizaram US$ 55,1 milhões, resultando em um saldo positivo de US$ 47,8 milhões. O bom desempenho das exportações está relacionado, principalmente, à comercialização de óleos combustíveis e frutas tropicais, itens que permanecem como pilares da pauta exportadora do estado.

No segmento de exportações, o óleo combustível liderou em novembro, com um volume de US$ 52,3 milhões. Entre os produtos agrícolas, destacaram-se os melões frescos, que geraram US$ 20,7 milhões, e as melancias frescas, com US$ 9,0 milhões.

Os principais mercados consumidores foram as Ilhas Virgens (Americanas), com US$ 55,3 milhões; os Países Baixos, com US$ 12,5 milhões; a Espanha, com US$ 9,3 milhões; os Estados Unidos, com US$ 7,0 milhões; e o Reino Unido, com US$ 6,9 milhões. Esses cinco destinos juntos representaram 88,7% do total exportado pelo estado no período.

No campo das importações, a China manteve-se como o principal fornecedor, registrando um volume de US$ 23,7 milhões em novembro. Os principais produtos importados incluem células fotovoltaicas (US$ 14,1 milhões), conversores elétricos (US$ 2,6 milhões) e quadros e painéis elétricos (US$ 821,2 mil).

Os números da balança comercial foram elaborados a partir de informações fornecidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da plataforma Comex Stat. Segundo a pasta, os resultados reforçam a importância do setor exportador para a economia potiguar, especialmente no contexto de produtos agrícolas e energéticos.

Fotos: Sandro Menezes/Assecom

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Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos

Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos

Negociações de livre comércio somam 750 milhões de pessoas

Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há 25 anos.

O acordo foi anunciado em coletiva de imprensa em Montevidéu, no Uruguai, onde ocorre a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul.

Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do presidente argentino, Javier Milei; do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou; e do Paraguai, Santiago Peña, foi anunciado que as negociações foram concluídas para regras de livre comércio entre os países dos blocos. Ao todo, o acordo envolve nações que somam mais de 750 milhões de pessoas.

A presidente da Comissão Europeia destacou que a medida marca o início de uma nova história. “Agora estou ansiosa para discutir isso com os países da UE. Este acordo funcionará para pessoas e empresas. Mais empregos. Mais escolhas. Prosperidade compartilhada”.

Assinatura

Apesar das negociações terem sido encerradas, ainda é necessário que o acordo seja assinado. Os textos negociados passarão por revisão jurídica e serão traduzidos para os idiomas oficiais dos países. Em seguida, o acordo precisa ser aprovado internamente em cada uma das nações. Não há prazo para a finalização desse processo.

“Após a assinatura entre as partes, o Acordo será submetido aos procedimentos de cada parte para aprovação interna – no caso do Brasil, o Acordo será submetido à aprovação pelo Poder Legislativo. Uma vez aprovado internamente, o Acordo pode ser ratificado por cada uma das partes, etapa que permite a entrada em vigor do Acordo”, informou o governo brasileiro.

Oportunidade

O presidente do Uruguai, anfitrião do encontro que anunciou o fim das negociações, lembrou que o acordo foi possível apesar das diferenças políticas entre os países do Mercosul. Para o mandatário uruguaio, é uma oportunidade.

“Um acordo desse tipo não é uma solução. Não há mais soluções mágicas. Não há burocratas ou governos para firmar a propriedade. É uma oportunidade. É muito importante que os passos sejam pequenos, mas seguros”.

A presidente da Comissão Europeia lembrou dos laços históricos entre os dois continentes e que o acordo é uma “necessidade política” em um mundo cada vez mais fragmentado e convulsionado.

“Num mundo cada vez mais conflituoso, demonstramos que as democracias podem apoiar-se umas às outras. Este acordo não é apenas uma oportunidade econômica, é uma necessidade política. Somos parceiros com mentalidades comuns, que têm raízes comuns”, afirmou Ursula.

Ursula von der Leyen disse ainda que está consciente da oposição de agricultores europeus, especialmente os franceses, preocupados que uma invasão de produtos do Mercosul lhes tomem mercado. “Este acordo inclui salvaguardas robustas para protegê-los”, comentou.

Segundo ela, o acordo deve beneficiar cerca de 60 mil empresas que exportam para os países do Mercosul, com uma economia de 4 bilhões de euros. “Se beneficiam de tarifas reduzidas, processos aduaneiros mais simples e também de acesso preferencial a algumas matérias-primas essenciais. Isso trará grandes oportunidades de negócios”.

Meio Ambiente

Para a representante europeia, o acordo firmado entre os blocos vai permitir que os investimentos feitos respeitem o meio ambiente.

“O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é este primeiro passo para o acordo de Paris e para poder combater o desmatamento. O presidente Lula e seus esforços para proteger a Amazônia são bem-vindos e necessários, mas preservar a Amazônia é uma responsabilidade compartilhada de toda a humanidade”, completou.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Da Agência Brasil

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Endividamento das famílias brasileiras atinge 77% em novembro de 2024

Endividamento das famílias brasileiras atinge 77% em novembro de 2024

Pesquisa da CNC aponta aumento moderado nas dívidas e estabilidade na inadimplência

O endividamento das famílias brasileiras alcançou 77% em novembro de 2024, um leve aumento em comparação ao mesmo período do ano anterior (76,6%), de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O crescimento está ligado ao uso sazonal do crédito para compras de fim de ano, aliado a uma gestão mais cautelosa do orçamento familiar.

Por outro lado, a inadimplência manteve sua trajetória de alta, atingindo 29,4% das famílias com dívidas em atraso – o maior índice desde outubro de 2023. Já o percentual de consumidores que afirmam não ter condições de quitar seus débitos subiu para 12,9%, um incremento em relação ao mesmo mês do ano passado (12,5%).

Segundo José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, o perfil do endividamento indica um comportamento mais consciente das famílias, com foco no equilíbrio financeiro. “Apesar do aumento sazonal do uso do crédito, o impacto na renda mensal tem diminuído, o que reflete uma gestão mais responsável das finanças”, afirmou.

Famílias de baixa renda enfrentam maiores dificuldades

Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, o endividamento subiu para 81,1%, enquanto 37,5% enfrentam dívidas em atraso e 18,5% não conseguem quitá-las. Em contrapartida, nas famílias com renda superior a 10 salários mínimos, o endividamento caiu para 66,7%, e apenas 5% afirmaram não ter condições de pagar suas dívidas.

O comprometimento médio da renda com dívidas registrou queda, ficando em 29,8%, e o percentual de famílias que comprometem mais de 50% da renda caiu para 20,3%, o menor índice desde agosto de 2024.

Cartão de crédito lidera, mas crédito pessoal avança

O cartão de crédito segue como a principal modalidade de dívida, presente em 83,8% das famílias endividadas, embora tenha registrado uma queda de 3,9 pontos percentuais em relação a novembro de 2023. O crédito pessoal, por sua vez, destacou-se com crescimento de 2,5 pontos percentuais no comparativo anual, impulsionado pelas menores taxas de juros.

A CNC projeta que o endividamento continuará aumentando em dezembro devido às compras de Natal, mas a inadimplência deve permanecer estável, indicando uma adaptação das famílias ao cenário de juros altos. “A recuperação do consumo está atrelada à gestão consciente do crédito. O momento exige cautela, mas também é uma oportunidade para consolidar práticas financeiras mais sustentáveis”, concluiu Fabio Bentes, economista-chefe da CNC.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Brasil tinha 7,9 milhões de empresas ativas em 2022, diz IBGE

Brasil tinha 7,9 milhões de empresas ativas em 2022, diz IBGE

Dados sobre empresas e empreendedorismo foram divulgados nesta quinta

Em 2022, o Brasil tinha 7,9 milhões de empresas ativas, conforme registrou o Cadastro Central de Empresas (Cempre). Desse total, 32,9% (2,6 milhões) eram empregadoras e tinham 40,5 milhões de pessoas ocupadas em seus quadros. Do total de empregados, 90,1% (36,5 milhões) eram assalariadas, recebendo média mensal de R$ 3,1 mil.

Os números fazem parte da pesquisa Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo (2022), divulgada nesta quinta-feira (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Órgãos da administração pública, entidades sem fins lucrativos e organizações internacionais não estão incluídos no conceito de empresas da pesquisa, como também, os microempreendedores individuais (MEI).

Nascimento

Os dados mostram que, dentre as empresas empregadoras, 405,6 mil nasceram em 2022 – o que significa uma taxa de nascimento de 15,3%. Em relação às contratações, essas empresas recém-criadas foram responsáveis por aproximadamente 1,7 milhão de trabalhadores, que representa 4,6% do total de assalariados.

O termo nascimento utilizado pelo IBGE é o evento demográfico caracterizado pelo início da atividade de uma empresa ou unidade local. Também são consideradas nesta categoria, as empresas que passaram 24 meses inativas, sem funcionários e depois volta à atividade.

“São as empresas que são novas ou aquelas que, ao longo da sua existência ficam dormentes por um período que simplesmente fica sem funcionar. Se ela passou mais de 24 meses sem funcionar, quando ela retorna, para a gente, é considerada uma empresa que nasceu”, explica o gerente da pesquisa, Thiego Gonçalves Ferreira em coletiva de apresentação dos dados.

Em comparação aos dados de 2017, a taxa de nascimento avançou de 10,9% para 15,3%, em 2022. Em paralelo, a participação do pessoal assalariado subiu de 3,3% para 4,6% em igual período.

Em um recorte por sexo do trabalhador, a pesquisa constatou que as mulheres eram a menor parte dos vínculos das empresas (41,7%) nas empresas sobreviventes, ou seja, as que nasceram em 2017.

“A participação feminina caiu entre 2018 e 2020 e voltou a crescer a partir de 2021”, acrescentou Eliseu Oliveira, analista da Gerência de Análises do IBGE na coletiva de apresentação dos dados.

Na observação do nível de escolaridade, os dados mostram que a maioria não tinha nível superior.

“A análise por nível de escolaridade dos assalariados revela que desde de 2019 houve uma queda de 9,5% para 8,8% na participação dos que tinham nível superior. Essa participação se manteve estável depois dessa queda, alcançando 8,9% de participação em 2022”, informou o analista.

Mortes

A taxa de mortalidade das unidades locais empregadoras no conjunto do país atingiu 9,2%. As maiores taxas, inclusive superando a nacional, foram registradas nas regiões Centro-Oeste (10%) , Norte (9,6%) e Nordeste (9,3%).

Entre as unidades da federação, os maiores destaques foram Distrito Federal (11,2%) e Goiás (10,0%), na região Centro-Oeste; e Amapá (11,1%) e Amazonas (10,1%), na região Norte.

Em movimento contrário, as menores taxas de mortes de empresas foram registradas na Paraíba (8,3%), Santa Catarina (8,6%) e Rio Grande do Sul (8,7%), e Mato Grosso do Sul (8,7%).

“O conceito é o oposto do nascimento, com a diferença que nessa edição a gente está sendo mais rigoroso com a certidão de óbito da empresa. Se ela estiver em inatividade por dois anos seguidos, aí sim, a gente declara a morte dessa empresa. Significa que a gente só consegue ter uma informação mais precisa da morte de dois anos para trás. Aqui estamos falando de nascimento de empresa em 2022 e a morte de empresa de 2020”, disse

Sobrevivência

A permanência do funcionamento da empresa é tratada como sobrevivência, “evento demográfico caracterizado pela empresa ou unidade local que nasceu cinco anos antes do ano de referência e permaneceu ativa nos anos seguintes”. No caso das empresas empregadoras, se refere às que se encontram ativas no ano de nascimento e no(s) ano(s) seguinte(s), também na condição de empregadora.

“A gente olha o ciclo de sobrevivência das empresas e pretende falar quanto tempo uma empresa sobreviveu. A gente pega as empresas que nasceram em determinado ano e acompanha os anos seguintes. A partir daí se consegue ter a taxa de sobrevivência”, afirmou Ferreira.

De acordo com a pesquisa divulgada hoje, considerando as empresas que nasceram em 2017, pode-se observar que a taxa de sobrevivência após cinco anos de nascimento foi de 37,9%. Das empresas empregadoras que nasceram naquele ano, 76,2% sobreviveram em 2018; 59,6% em 2019; 49,4% em 2020; 42,3% em 2021 e apenas 37,3% sobreviveram em 2022.

De um modo geral, a maior probabilidade de sobrevivência foi na região Sudeste, seguida das regiões Sul, Nordeste, Norte e, por fim, Centro-Oeste. Entre as Unidades da Federação, a taxa de sobrevivência no quinto ano variou de 27,9% (Amapá) a 40,5% (Sergipe).

Empreendedorismo

Os conceitos seguidos pelo IBGE, indicam que as empresas de alto crescimento são as que têm aumento médio de pessoal ocupado assalariado de pelo menos 10% ao ano, por um período de três anos, e com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação.

Em 2022 eram 70.032, que ocuparam 8 milhões de pessoas assalariadas. Em relação às empresas com 10 ou mais assalariados, as de alto crescimento representaram um quantitativo equivalente a 13,8% das empresas, 26,7% do pessoal assalariado e 24,6% dos salários e outras remunerações.

Das empresas de alto crescimento, 6 623 eram as chamadas gazelas, as que tinham até 5 anos de nascimento. “Elas absorveram 409,5 mil pessoas assalariadas e pagaram um salário de 2,1 salários mínimos”, concluiu o analista.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Femurn defende reajuste da alíquota de ICMS no RN

Femurn defende reajuste da alíquota de ICMS no RN

Federação alerta para impactos da reforma tributária e cobra alinhamento com alíquotas de outros estados nordestinos

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) reforçou, em comunicado oficial divulgado nesta quinta-feira (5.dez.2024), a necessidade de maior transparência nos repasses do ICMS aos municípios e a revisão da alíquota estadual. A proposta, que está em tramitação na Assembleia Legislativa, prevê o aumento da alíquota de ICMS de 18% para 20%, aproximando o estado da média nordestina.

De acordo com Luciano Santos, presidente da Femurn, a manutenção de uma alíquota abaixo da média regional pode prejudicar o estado no contexto da reforma tributária. “Com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a redistribuição centralizada das receitas pode gerar perdas significativas para os municípios se não houver um alinhamento técnico e estratégico”, afirmou.

A Femurn afirmou que a alíquota atual do RN, de 18%, é uma das menores do Nordeste, ficando abaixo de estados como Maranhão (22%) e Piauí (21%). Essa diferença coloca o Rio Grande do Norte em desvantagem competitiva, especialmente diante das mudanças propostas pelo IBS.

Além de destacar a importância de ajustar a alíquota, a Femurn defendeu maior rigor na auditoria da arrecadação estadual e no acompanhamento de isenções fiscais. A entidade questiona se os municípios estão recebendo os valores devidos e cobra transparência nos repasses do ICMS e do IPVA.

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de outubro de 2024, que obriga estados a repassarem 25% do ICMS aos municípios mesmo em casos de compensação tributária, foi apontada como um avanço para garantir justiça fiscal. No entanto, a Femurn alerta que desafios como a falta de dados claros e a paralisação de iniciativas interinstitucionais prejudicam a eficiência desse processo.

A Federação também ressaltou a necessidade de os municípios se prepararem para os impactos do IBS, investindo em modernização administrativa e tecnológica. “Sem uma gestão eficiente e transparente, as cidades podem sofrer ainda mais com a transição tributária”, destacou Luciano Santos.

A Femurn finalizou o comunicado conclamando os prefeitos a se unirem pela defesa dos interesses municipais, deixando de lado questões partidárias e priorizando o desenvolvimento das cidades. “A luta é pela qualidade de vida das pessoas, garantindo que cada centavo arrecadado seja revertido em benefícios para a população”, concluiu Santos.

Foto: Reprodução/Femurn

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Pix já é a forma de pagamento mais usada no Brasil

Pix já é a forma de pagamento mais usada no Brasil

Modalidade superou as transações com dinheiro em espécie

O Pix, serviço de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), já é a forma de pagamento mais utilizada pelos brasileiros. Após quatro anos do seu lançamento, a modalidade superou as transações com dinheiro em espécie, segundo dados da pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, divulgada nesta quarta-feira (4) pelo BC.

A ferramenta é usada por 76,4% da população, além de ser aquela utilizada com maior frequência para 46% dos entrevistados. Na última edição da pesquisa, em 2021, o Pix havia entrado em operação havia poucos meses e, na época, já era usado por 46% da população. No recorte sobre frequência, entretanto, seu percentual era de apenas 17%.

Em segundo lugar, no atual levantamento, aparece o cartão de débito, utilizado por 69,1% da população, sendo o meio pagamento mais frequente para 17,4% dos entrevistados.

Já o dinheiro em espécie (cédulas e moedas) aparece em terceiro lugar na pesquisa deste ano, usado por 68,9% da população, sendo o meio mais frequente para 22%. No levantamento de 2021, o dinheiro era utilizado por 83,6% da população, sendo o mais frequente para 42% dos entrevistados.

Na sequência da atual pesquisa aparece o cartão de crédito, utilizado por 51,6% da população, o mais frequente para 11,5%. Por outro lado, o cartão de crédito é a forma de pagamento usada com maior frequência nos estabelecimentos comerciais, 42% do total, contra 25,7% de uso de Pix.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 28 de maio e 1º de julho, sendo que mil compõem o público específico de caixas de estabelecimentos comerciais, em todas as capitais e em amostras de cidades com mais de 100 mil habitantes. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 3,1%.

Dinheiro vivo

Segundo o BC, o objetivo da pesquisa é o “aprimoramento contínuo da gestão do meio circulante brasileiro e das ações de divulgação sobre características das cédulas e moedas do Real”. “Mesmo com o PIX e toda a evolução tecnológica, o dinheiro em espécie ainda se faz bastante presente na vida dos brasileiros”, destaca a autarquia. A pesquisa também traz dados sobre a conservação de cédulas, o uso de moedas e reconhecimento de itens de segurança.

De acordo com o estudo, o uso de cédulas e moedas é mais intenso entre aqueles com menor renda: 75% das pessoas que recebem até dois salários mínimos e 69% entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos. Quando a renda aumenta um pouco, o uso do dinheiro em espécie se torna menos frequente: 59,4% daqueles que ganham entre cinco e dez salários mínimos e 58,3% das pessoas que recebem mais de dez salários utilizam notas e moedas de Real.

O uso do dinheiro físico também é ligeiramente maior entre os idosos. De acordo com o levantamento, 72,7% das pessoas que têm 60 anos ou mais utilizam o meio; esse percentual cai para 68,6% entre aqueles com idade entre 16 e 24 anos.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Natal deste ano deve movimentar R$ 69,75 bilhões no varejo, diz CNC

Natal deste ano deve movimentar R$ 69,75 bilhões no varejo, diz CNC

Aumento real de 1,3% ainda será inferior ao patamar pré-pandemia

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o Natal deste ano movimente R$ 69,75 bilhões em vendas, o que representa aumento real de 1,3% (já descontada a inflação) no faturamento do varejo. Mesmo assim, o setor ainda não vai conseguir igualar o patamar pré-pandemia: em 2019, a movimentação foi de R$ 73,74 bilhões.

A estimativa é que super e hipermercados representem 45% (R$ 31,37 bilhões) da movimentação financeira. Na sequência, vêm lojas especializadas em itens de vestuário, calçados e acessórios, com 28,8% do total (R$ 20,07 bilhões), e estabelecimentos voltados para artigos de usos pessoal e doméstico, com 11,7% (R$ 8,16 bilhões).

“A atual dinâmica de consumo tem atuado no incremento das vendas neste fim de ano. Mas as condições menos favoráveis causadas pelo aperto monetário iniciado em setembro pelo Banco Central já são sentidas pelo consumidor final. Isso explica a curva de crescimento menos acentuada no comparativo com o ano passado, quando projetamos o aumento de 5,6%”, disse o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

Os números são desfavoráveis para os que buscam um vaga de trabalho. A CNC estima a contratação de 98,1 mil funcionários temporários para atender ao volume de vendas do Natal, 2,3 mil trabalhadores a menos do que no ano passado.

“Curiosamente, o número é menor do que o do ano passado, quando mais de 100 mil temporários foram contratados. A razão disso é o fato de que o quadro de funcionários das empresas veio crescendo ao longo do ano, com o aumento de aproximadamente 3% na força de trabalho, nos últimos 12 meses, ou seja, mais de 240 mil vagas criadas”, afirmou o economista-chefe da CNC, Fábio Bentes. Segundo ele, isso faz com que o varejo dependa menos do trabalho temporário.

“Já para 2025, a expectativa do próprio setor é que sejam efetivados aproximadamente 8 mil desses trabalhadores temporários”, disse o economista.

A desvalorização cambial deve aumentar os preços dos produtos natalinos, com crescimento médio de 5,8%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), na medição dos 12 meses encerrados em dezembro. O valor da cesta deve ser pressionado pela alta do valor dos livros (12,0%), dos produtos para a pele (9,5%) e dos alimentos em geral (8,3%). Por outro lado, devem ficar mais baratos presentes como bicicletas (queda de 6,2%), aparelhos telefônicos (redução de 5,5%) e brinquedos (diminuição de 3,5%).

Na análise por estados, São Paulo (R$ 20,96 bilhões), Minas Gerais (R$ 7,12 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 5,86 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 4,77 bilhões) devem concentrar mais da metade (55,5%) da movimentação financeira prevista pela CNC. Paraná e Bahia são os estados com maiores projeções de avanço nas vendas: aumento no faturamento de 5,1% e 3,6%, respectivamente.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Desigualdade em Natal: renda dos mais ricos é 5 vezes maior que a dos mais pobres

Desigualdade em Natal: renda dos mais ricos é 5 vezes maior que a dos mais pobres

Estudo do IBGE revela aumento da desigualdade de renda em Natal e no RN entre 2014 e 2023, com 75% da população vivendo com até um salário mínimo

A Síntese de Indicadores Sociais 2024, divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (4.dez.2024), destacou a disparidade de renda em Natal: os 10% mais ricos da cidade concentraram 5,03 vezes mais renda do que os 40% mais pobres em 2023. O dado, que reflete o Índice de Palma, é superior à média do Rio Grande do Norte (3,89), do Nordeste (3,41) e do Brasil (3,60).

Os números evidenciam um aumento da desigualdade desde 2014, quando o índice era de 3,72 em Natal e 3,42 no estado. A pesquisa também revelou que 74,8% da população do RN viviam com até um salário mínimo no fim de 2023, sendo que 32% ganhavam entre meio e um salário.

A pobreza extrema, medida pelo critério do Banco Mundial (menos de US$ 2,15 por dia, ou cerca de R$ 209 mensais), atinge 6,3% da população do RN e 4,9% da Região Metropolitana de Natal. Sem programas sociais, essas taxas subiriam para 18,6% e 12,7%, respectivamente.

Quando considerado o critério de pobreza (até US$ 6,85 por dia, ou cerca de R$ 665 mensais), 43,5% da população do RN está nessa faixa, percentual que sobe para 50,3% sem os benefícios sociais.

O estudo reflete o impacto crescente das desigualdades econômicas na qualidade de vida, reforçando a importância de políticas públicas voltadas à redistribuição de renda.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Fórum Negócios 2024: Mais de 6 mil pessoas vivenciaram o maior festival de empreendedorismo do Brasil, que já lança a edição de 2025

Fórum Negócios 2024: Mais de 6 mil pessoas vivenciaram o maior festival de empreendedorismo do Brasil, que já lança a edição de 2025

Com o tema “A Chave para o Sucesso”, o evento reuniu palestrantes de renome

Nos dias 28 e 29 de novembro, o Centro de Convenções de Natal foi palco do Fórum Negócios 2024, consolidado como o maior festival de empreendedorismo do Brasil. Com a presença de mais de 6 mil pessoas, a 9ª edição proporcionou mais de 24 horas de conteúdo transformador e uma imersão única para empresários e profissionais em busca de evolução pessoal e empresarial.

Com o tema “A Chave para o Sucesso”, o evento reuniu palestrantes de renome, como Luiza Trajano, Paulo Muzy e Eike Batista, entre tantos outros, que inspiraram os participantes com insights inovadores e ferramentas práticas para alavancar resultados. Além disso, a Área Expo trouxe mais de 100 expositores, conectando negócios e inovação em um ambiente dinâmico e criativo.

Jean Valério, idealizador e CEO do Fórum, destacou o impacto do evento: “O Fórum Negócios é mais do que aprendizado, é um movimento de transformação. Nossa missão é servir e inspirar pessoas para que elas evoluam não apenas seus negócios, mas suas vidas. Aqui, entregamos o melhor conteúdo e criamos conexões que geram resultados reais.”

Com infraestrutura completa, incluindo espaços de networking, praça de alimentação e acessibilidade com intérpretes de Libras, o Fórum Negócios reafirmou seu compromisso em proporcionar uma experiência inclusiva e de alto impacto para um público que reuniu participantes de todas as regiões do Brasil.

O sucesso do Fórum contou com o apoio de patrocinadores de peso, que tornaram possível a realização de um evento de alto nível. Entre eles, destacam-se Brisanet (patrocinadora e apresentadora oficial), Coca-Cola, Banco do Nordeste, Unimed, Emprotur, Arena das Dunas, Rede Mais, UNP, Prontoclínica Paulo Gurgel, Vitafor, SEBRAE, Cazabella, Expert Tur, Diamond Spa, Três Corações, WRL Bonés, NextHub, Pop Calçados, Ecocil, Scopo, Inovanet, Luzanni, O Boticário, Lion Brazil, Equaliv, Potigás, Locainfo, Itech Solar, Destaque Brindes Personalizados, AGN RN, Serhs Natal Grand Hotel & Resort, Acerta Contabilidade, Wisecont, Click Massa, Acqua Coco, Sem Sinal, Cacau Show, Monte Santo Semi Joias, Divepe Automóveis, Caern, AWJ Semi Joias, Potencialize Resultados, Seturn, Sesc/RN, Senac/RN, Infinita Imagem, Sankhya, Radiocon, Sesi, Potigás, Detran RN e Ademicon Natal.

Edição 2025 já está à venda

Encerrando com chave de ouro, a organização anunciou a 10ª edição do evento: o Fórum Negócios Experience 2025, que acontecerá nos dias 28 e 29 de novembro, no Centro de Convenções de Natal/RN. Com o tema “All Stars”, o evento promete a maior edição já feita pelo grupo, reunindo os melhores mentores do Brasil para palestras exclusivas e experiências transformadoras. Reserve já sua vaga e celebre os 10 anos do maior festival de empreendedorismo do Brasil. Mais informações no site oficial: www.forumnegocios.com.br.

Fórum Negócios: transformando ideias em sucesso há uma década.

Fotos: Divulgação

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Produção industrial tem queda em outubro

Produção industrial tem queda em outubro

Influenciaram recuo produtos como coque e derivados de petróleo

A produção industrial nacional caiu 0,2% em outubro. Nos dois resultados anteriores tinha registrado crescimento, mas com essa queda anulou parte do ganho de 1,2% acumulado no período.

No entanto, na comparação com o mesmo mês de 2023, a produção da indústria avançou 5,8%, sendo o quinto mês seguido de expansão. O acumulado no ano também teve elevação (3,4%), como também em 12 meses (3,0%).

Após esse desempenho, a produção industrial está 2,6% acima do patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020, mas 14,4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Os números compõem a Pesquisa Industrial Mensal Brasil (PIM Brasil), divulgada nesta quarta-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as atividades que influenciaram o recuo em outubro estão coque, produtos derivados do petróleo, biocombustíveis e, especialmente, a redução na produção de álcool. O gerente da PIM Brasil, André Macedo, informou que a atividade teve retração de 2,% em outubro, depois de subir 4,7% em setembro. Naquele momento, foram interrompidos dois meses consecutivos de recuo na produção, período no qual acumulou queda de 3,4%.

“Nesse mês, o segmento foi pressionado negativamente pela menor produção dos itens álcool e gasolina automotiva. Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria foram dos ramos de bebidas e de indústrias extrativas”, disse em texto divulgado pelo IBGE.

Os setores de bebidas (-1,1%) e de indústrias extrativas (-0,2%) também contribuíram negativamente.

Conforme o indicador, entre as 25 atividades industriais pesquisadas, 19 apresentaram alta na produção, como veículos automotores, reboques e carrocerias, que exerceu a principal influência em outubro de 2024, ao subir 7,1% e intensificar o crescimento de 2,8% registrado em setembro.

“Nesse segmento, observa-se a influência da maior produção de automóveis, caminhões e autopeças. Vale destacar também os resultados positivos assinalados pelos ramos de confecção de artigos de vestuário e acessórios, produtos químicos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de celulose e produtos de papel”, acrescentou o gerente.

Houve também influência positiva dos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (14,1%), produtos químicos (2,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,4%), celulose, papel e produtos de papel (3,4%), metalurgia (2,1%), produtos diversos (7,4%), máquinas e equipamentos (2,0%), produtos alimentícios (0,5%) e de farmoquímicos e farmacêuticos (2,9%).

Outubro de 2023

O avanço de 5,8%, em relação a outubro de 2023, além de ser o quinto mês seguido de expansão, mostrou reforço no ritmo da produção industrial em comparação às altas de 3,4% em setembro e 2,3% em agosto. “No mesmo índice, prevalece a característica de perfil disseminado de taxas positivas, alcançando as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 25 ramos industriais pesquisados”, disse o IBGE.

Conforme a pesquisa, com o crescimento de 3,4% no acumulado do ano, o total da indústria mantém o movimento de expansão da produção ao longo do ano e ampliando o ritmo de crescimento, inclusive com predomínio de taxas positivas. “Nesse mês, verifica-se o perfil mais disseminado de 2024 para esse indicador, com as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 25 ramos industriais pesquisados apontando crescimento na produção”, comentou o gerente.

Pesquisa

Segundo o IBGE, desde a década de 1970, a PIM Brasil produz indicadores de curto prazo, relacionados ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial começou em março de 2023, “após reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes, elaborar nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, atualização do ano-base de referência da pesquisa e a incorporação de novas unidades da Federação na divulgação dos resultados regionais”.

De acordo com o IBGE, “essas alterações metodológicas são necessárias e buscam incorporar as mudanças econômicas da sociedade”.

Foto: Miguel Ângelo/CNI

Da Agência Brasil

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Após atraso, urgência para corte de gastos segue na pauta da Câmara

Após atraso, urgência para corte de gastos segue na pauta da Câmara

Ela não foi votada na noite dessa terça-feira

O pacote de corte de gastos que limita o aumento real do salário mínimo, reduz gradualmente os beneficiários do abono salarial e cria restrições para acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) segue na pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4). Colocada como prioridade para o Congresso e o Executivo, a urgência para votação do pacote não foi votada na noite dessa terça-feira (3).

O atraso ocorre ao mesmo tempo em que o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, por unanimidade, as regras para a liberação das emendas parlamentares com critérios não previstos na lei sobre o tema aprovada no Parlamento.

Por liminar expedida em agosto deste ano, o ministro do STF Flávio Dino suspendeu o pagamento dos recursos usados pelos parlamentares para demandas em suas bases eleitorais. Ele alegou falta de transparência e rastreabilidade dos recursos.

Após o julgamento ontem (3) que autorizou a liberação das emendas, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a revisão dos trechos que tratam da aprovação de um plano de trabalho para liberação das emendas, da identificação nominal dos parlamentares solicitantes e do que trata do crescimento do volume total de emendas para 2025.

O AGU sustenta que a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva corrigiu os problemas apontados pelo STF. “O que estamos fazendo, portanto, é apenas buscar um melhor entendimento sobre três pontos específicos da decisão que, em nossa compreensão, já estão contemplados na norma e refletem aquilo que foi pactuado entre o Governo Federal e o Congresso sobre a matéria”, afirmou o advogado-geral da União, Jorge Messias.

Em um desses pontos, o que trata das chamadas emendas pix (transferências especiais), a AGU assegura que a lei atribuiu ao estado ou município beneficiado pelo dinheiro a competência para aprovação do plano de trabalho, e não ao ministério setorial que libera o recurso, conforme definiu o STF.

Críticas

Na sessão plenária dessa terça-feira, parlamentares criticaram as regras definidas pelo STF para transparência e rastreabilidade das emendas. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) lamentou que “agora, até para aplicar a emenda orçamentária, tem que pedir licença para o Dino. Se ele deixar, é sim. Quer dizer, eu virei deputado de meia colher”.

Já o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) destacou que o Congresso está preocupado em como conseguir de volta as emendas. “É a única coisa de que se fala aqui: como vamos pegar de volta as emendas que o Flávio Dino, amigo do Lula, impediu lá no STF”, disse.

Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Da Agência Brasil

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Correios registram maior prejuízo da história

Correios registram maior prejuízo da história

Estatal teve rombo de R$ 2 bilhões até setembro e implementou teto de gastos e cortes para evitar insolvência

Os Correios registraram, entre janeiro e setembro de 2024, o maior prejuízo de sua história para o período: R$ 2 bilhões. As informações foram publicadas nesta terça-feira (3.dez.2024) pelo site Poder 360. Caso o ritmo de perdas se mantenha, a estatal pode ultrapassar o recorde negativo de 2015, quando o deficit chegou a R$ 2,1 bilhões durante o governo Dilma Rousseff. Para evitar uma possível insolvência, a empresa decretou um teto de gastos e anunciou uma série de medidas de contenção financeira.

Medidas adotadas para reduzir o rombo

Em outubro, a estatal fixou um limite de despesas em R$ 21,96 bilhões para o ano. Além disso, foram implementadas três ações principais:

  • Suspensão de contratações terceirizadas por 120 dias.
  • Renegociação de contratos em vigor com redução mínima de 10% nos custos.
  • Encerramento ou prorrogação de contratos com base nas economias obtidas.

Mesmo com as medidas, a previsão é de um prejuízo de R$ 1,7 bilhão para 2024, resultado de uma receita revisada de R$ 20,1 bilhões, abaixo da estimativa inicial de R$ 22,7 bilhões.

Causas do prejuízo segundo os Correios

A empresa atribuiu a deterioração financeira a fatores como:

  • Herança contábil da gestão anterior (2019-2022): O período foi responsabilizado por débitos acumulados.
  • “Taxa das blusinhas”: A política de tributação sobre encomendas internacionais teria reduzido o volume de importações e, consequentemente, as receitas com entregas.

Apesar da justificativa, os Correios apresentaram lucro em três dos quatro anos da gestão anterior.

Impactos de decisões recentes

A gestão atual, sob comando de Fabiano Silva dos Santos, tomou medidas que afetaram significativamente o orçamento. Em novembro, foi revelado que os Correios desistiram de recorrer em uma ação trabalhista de R$ 600 milhões, lançando o impacto financeiro no exercício de 2022. Além disso, outra ação no valor de R$ 400 milhões foi paga diretamente, sem contestação.

A estatal também assumiu uma dívida de R$ 7,6 bilhões com o fundo de pensão Postalis, cobrindo metade do deficit previdenciário acumulado.

Contratações em meio à crise

Apesar do cenário negativo, os Correios abriram concurso público para preencher 3.511 vagas com salários de até R$ 6.872,48. A empresa garantiu que as provas serão realizadas e que, até o momento, não houve rompimento de contratos nem demissões.

Futuro da estatal

As medidas emergenciais visam evitar a insolvência e estabilizar as contas. No entanto, a situação financeira permanece delicada, levantando dúvidas sobre a viabilidade da estatal sem uma intervenção mais significativa. O Tribunal de Contas da União (TCU) segue investigando as decisões administrativas recentes, que tiveram impacto direto no orçamento da empresa.

Fotos: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração / Joédson Alves/Agência Brasil

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Empresários criticam aumento do ICMS no RN

Empresários criticam aumento do ICMS no RN

Governo defende ajuste para reforçar serviços públicos; empresários alertam para impacto no consumo e nos preços

O aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Rio Grande do Norte, proposto pelo governo estadual, foi tema de uma acalorada audiência pública na Assembleia Legislativa nesta terça-feira (3.dez.2024). Representantes de diversos setores empresariais criticaram a elevação de 18% para 20%, enquanto o governo argumenta que a medida é essencial para equilibrar as contas públicas e melhorar serviços à população.

A proposta, que já passou pela Comissão de Constituição e Justiça e aguarda análise na Comissão de Finanças antes da votação em plenário, divide opiniões. O ICMS é a principal fonte de arrecadação do estado e incide sobre praticamente todos os produtos e serviços. Por exemplo, uma peça de roupa que custa R$ 100 teria seu tributo elevado de R$ 18 para R$ 20, caso o aumento seja aprovado.

Empresários alertam para impacto no consumo

Representantes do comércio e do turismo alertaram para os impactos do aumento nos preços finais e no consumo. Paolo Passarielo, presidente da Abrasel/RN, afirmou que o reajuste trará desafios ao setor:

“Não podemos apoiar um aumento de imposto. O retorno em serviços não condiz com a carga tributária. Além disso, a matéria-prima ficará mais cara, afetando nosso segmento diretamente.”

No setor de combustíveis, a previsão é de que o aumento do ICMS eleve o preço do litro da gasolina de R$ 1,37 para R$ 1,47, e do diesel, de R$ 1,06 para R$ 1,12. Maxwell Flor, presidente do Sindipostos, destacou que a medida chega em um momento delicado para o setor.

Governo justifica necessidade do ajuste

O secretário estadual de Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, destacou que a medida é necessária para equilibrar as finanças públicas e melhorar a prestação de serviços:

“Com essa majoração, esperamos sanar dificuldades financeiras que impactam diretamente áreas como a saúde, permitindo a regularização de pagamentos e a melhoria das políticas públicas.”

Segundo Xavier, o Rio Grande do Norte tem a menor alíquota de ICMS entre os estados do Nordeste e busca apenas recompor perdas acumuladas desde 2022.

A decisão da Comissão de Finanças está prevista para 11 de dezembro, enquanto a votação em plenário deve ocorrer no dia 17, junto com a Lei Orçamentária Anual para 2025. O deputado Tomba Farias, presidente da comissão, ressaltou a importância do debate:

“Este é um momento para esclarecer dúvidas e permitir que os parlamentares votem com consciência.”

Foto: Divulgação/ALRN

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PIB do Brasil cresce 0,9% no terceiro trimestre e supera expectativas

PIB do Brasil cresce 0,9% no terceiro trimestre e supera expectativas

Setor de serviços impulsiona alta enquanto agropecuária apresenta retração; acumulado do ano chega a 3,3%.

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou um crescimento de 0,9% no terceiro trimestre de 2024, segundo dados divulgados nesta terça-feira (3.dez.2024) pelo IBGE. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços, que avançaram 0,9%, e da indústria, com crescimento de 0,6%, enquanto a agropecuária recuou 0,9%. Em valores correntes, o PIB somou R$ 3 trilhões.

No acumulado do ano, o crescimento é de 3,3%, com alta de 3,1% nos últimos 12 meses. Frente ao mesmo período de 2023, o PIB avançou 4%, marcando o 15º trimestre consecutivo de crescimento.

Segundo a ministra do Planejamento, Simone Tebet, os números reforçam a recuperação econômica do país. “Esse desempenho mostra um Brasil que avança com responsabilidade fiscal, gerando emprego e renda para a população”, destacou.

Os serviços, principal setor econômico do país, apresentaram crescimento significativo em áreas como “informação e comunicação” (7,8%) e “outras atividades de serviços” (6,4%). Na indústria, a construção civil liderou o avanço com 5,7%, refletindo o aumento de ocupações no setor e a produção de insumos.

Apesar do resultado positivo, a agropecuária registrou queda, influenciada por fatores climáticos e oscilações de mercado. A taxa de investimento foi de 17,6% no trimestre, superando os 16,4% registrados no ano anterior, enquanto a taxa de poupança caiu para 14,9%.

O IBGE também revisou os dados de 2023, ajustando o crescimento do PIB de 2,9% para 3,2%, com revisão positiva no desempenho dos setores de serviços, indústria e agropecuária.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Ilustração

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Assaí acelera estratégia de retail media e busca parceiros para novos formatos

Assaí acelera estratégia de retail media e busca parceiros para novos formatos

Com mais de 40 milhões de clientes mensais em suas lojas, rede oferece oportunidades de ativação que acompanham o(a) cliente desde o estacionamento até as diversas seções internas das unidades

Após o lançamento e a estruturação da área de Retail Media em março deste ano, o Assaí está acelerando sua atuação neste segmento. Agora, a rede explora novos formatos e busca parcerias para expandir sua presença nesse mercado. A meta é criar um ecossistema colaborativo que ofereça formatos variados de anúncios, com foco em impulsionar a conversão e ampliar a relevância das marcas junto aos(as) clientes.

Entre os novos formatos em estudo, destaca-se o retail media colaborativo, que envolve a troca de espaços publicitários, ou uma comercialização conjunta desses espaços, com varejistas de setores não concorrentes. Além disso, a estratégia inclui a atração de parceiros não endêmicos, ou seja, anunciantes de setores cujos produtos e serviços não são vendidos no atacarejo. Esses parceiros têm a oportunidade de alcançar o público que frequenta as lojas Assaí, o que facilita o contato com novos(as) consumidores(as) em um contexto fora do habitual.

“Ao criar essa segmentação de negócios em conjunto, ambas as empresas expandem sua visibilidade, alcançando diferentes perfis de público, gerando potenciais clientes e compartilhando as melhores práticas para otimizar campanhas em uma relação de ganha-ganha,” comenta Jonatas Calábria, gerente de marketing do Assaí. “Nossa sólida base de CRM nos permite conhecer detalhadamente o perfil dos(as) clientes e personalizar as ações. Com as parcerias, aprimoramos a experiência do público, atendendo a suas necessidades, e fortalecemos o relacionamento entre marcas em um ambiente de negócios benéfico para todos os envolvidos.”

Experiências imersivas nas lojas

Com uma frequência superior a 120 mil pessoas por loja mensalmente e uma base de mais de 290 lojas, o Assaí oferece uma variedade de experiências de retail media que começam a partir do momento em que o(a) cliente entra no estacionamento. Atualmente, o atacadista já conta com 18 lojas com projetos de retail media instalados em diversas regiões do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, por exemplo.

Entre as ativações já realizadas, destaca-se a parceria com a PepsiCo, com a instalação de um túnel da marca Cheetos sobre a esteira rolante de acesso às lojas, entregando uma experiência imersiva e diferenciada ao público ao mesmo tempo que reforça a marca no canal.

Ao longo de 2024, o Assaí também já implementou ações de retail media com marcas de higiene, beleza, limpeza e alimentos, utilizando formatos como painéis, totens interativos e estandes modulares que geram experiências diversificadas e aumentam a visibilidade das marcas.

Expansão digital: phygital como diferencial estratégico

Além das ativações físicas, o Assaí também investe em canais digitais, como o aplicativo Meu Assaí, com mais de 14 milhões de clientes cadastrados, e atuações em redes sociais, site, e-mail marketing e WhatsApp. Essa estratégia phygital combina a experiência da loja física com a conveniência do digital, impactando o público por diversos canais.

Por se tratar de um atacarejo, aproximadamente 45% dos clientes do Assaí são jurídicos (como comerciantes do setor alimentício). Isso representa uma oportunidade adicional para anunciantes que desejam atingir esse público específico em um ambiente de alta circulação.

“A estratégia de retail media traz vantagens para todos: o público é impactado com ações imersivas e diferenciadas, melhorando a experiência de compra, enquanto os anunciantes destacam suas marcas em um local de alta frequência, elevando as taxas de conversão e as vendas. Além disso, oferecemos um acompanhamento de performance detalhado em todas as etapas do funil e rápida mensuração dos resultados,” finaliza Jonatas Calábria.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador) que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É uma das maiores varejistas nacionais, tendo registrado faturamento de R$ 72,8 bilhões em 2023. Nascido em São Paulo (SP), atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia seja comprando a varejo ou a atacado.

As ações do Assaí são as únicas de uma empresa somente de atacarejo negociadas tanto na B3 (ASAI3) quanto na NYSE (ASAI). Atualmente, tem mais de 290 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 84 mil colaboradores(as), sendo eleita uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil pela Great Place to Work (GPTW). Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí, que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar.

O Assaí é a melhor empresa de Atacado e Varejo do Melhores e Maiores 2024 da Exame e a marca mais lembrada do varejo físico e digital, segundo o Branding Brasil. A Cia é ainda o único varejista alimentar no top 10 da carteira IDIVERSA B3, que reconhece as empresas de capital aberto com os melhores indicadores em diversidade racial e de gênero.

Foto: Divulgação

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Arcos Dorados derruba barreiras que impedem o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho

Arcos Dorados derruba barreiras que impedem o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho

No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, companhia reafirma seu compromisso com a inclusão, promovendo oportunidades e incentivando uma sociedade mais equitativa

Quem frequenta o McDonald’s Drive das Dunas, na Av. Salgado Filho, uma das principais de Natal, pode já ter sido recebido pelo simpático Jocelmo Guedes. Em seu primeiro emprego e com 16 anos na casa, ele atua na frente de loja, atendendo e tirando dúvidas dos clientes que chegam ao Méqui.

“É o que eu mais gosto de fazer e tô até hoje [na mesma função]. Aqui eu aprendi muita coisa, melhorei a timidez, converso com todo mundo, não tenho vergonha e os clientes gostam do meu trabalho”, comemora. Jocelmo conta que, desde a infância, apresentou muita dificuldade para ler e se relacionar com outras pessoas, mas que conseguiu melhorar após fazer tratamento com uma profissional de Psicologia na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Foi por lá também que a oportunidade de emprego no McDonald’s surgiu.

Em um ambiente seguro, inclusivo e humano, somado às oportunidades de capacitação e à sua própria determinação, ele conseguiu se desenvolver pessoal e profissionalmente. Após apenas seis meses como atendente, Jocelmo foi promovido a embaixador, um cargo onde hoje se sente “realizado”.

Segundo estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), menos de 30% das pessoas com deficiência em idade ativa têm emprego formal em países da América Latina. Números similares aparecem na “Pesquisa Latino-Americana sobre Deficiência”, realizada pela Incluyeme.com, que revela que 72,9% das pessoas com deficiência na região estão desempregadas e quase metade delas identifica sua condição como a principal barreira para conseguir um trabalho.

Nesse contexto, a divisão brasileira da Arcos Dorados, referência em inclusão com mais de 1.800 pessoas com deficiência em seu quadro de funcionários, busca dar visibilidade a boas práticas e histórias de superação para continuar promovendo ambientes de trabalho onde todas as pessoas possam se desenvolver plenamente.

Para reafirmar seu compromisso com a inclusão e dar protagonismo aos funcionários, a Arcos Dorados apresenta “O McDonald’s viu em nós”, uma campanha informa, sensibiliza e educa, promovendo assim uma cultura inclusiva e ambientes acessíveis para todos.

“A história de Jocelmo Guedes é apenas um exemplo de como um ambiente inclusivo pode transformar vidas. Continuaremos trabalhando para que mais pessoas encontrem na Arcos Dorados um lugar onde se sintam valorizadas e respeitadas”, afirma Fabio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão da Arcos Dorados no Brasil.

Arcos Dorados lidera o caminho da inclusão

A companhia tem um compromisso sólido com a inclusão, indo além das cotas e sendo pioneira na contratação e treinamento de pessoas com deficiência. Amparada por seu Comitê de Diversidade e Inclusão, composto por profissionais de diferentes áreas e níveis hierárquicos em todos os seus mercados, a companhia implementa iniciativas que buscam consolidar ambientes de trabalho igualitários e inclusivos.

Essas ações são realizadas em parceria com as principais organizações não governamentais, como o Instituto Jô Clemente (IJC), Its Brasil, Inklua, Associação Pestalozzi, APAE Brasil Federação Nacional das Apaes, Egalite, RH 10 Resultados Humanos, Rede Cidadã e Oportunidades Especiais.

“Na Arcos Dorados, acreditamos que a diversidade é uma força. Nosso compromisso com a inclusão não se reflete apenas em nossas políticas, mas também em cada ação que tomamos para criar um ambiente de trabalho acessível e equitativo. Estamos orgulhosos de ser uma empresa que valoriza e celebra as diferenças e continuaremos trabalhando para que cada pessoa possa alcançar seu máximo potencial”, afirma Marlene Fernandez del Granado, Vice-Presidente de Relações Governamentais e Líder do Comitê de Diversidade e Inclusão da Arcos Dorados.

Inclusão em cada restaurante

A empresa não apenas investe em recursos para as suas pessoas, mas também estende esse compromisso a seus clientes, assegurando que os restaurantes sejam inclusivos para todos. Entre as iniciativas, a companhia destaca a adaptação de espaços para pessoas com mobilidade reduzida, a disponibilização do cardápio em braille e áreas especialmente projetadas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). E assim, a companhia segue trabalhando para oferecer uma experiência respeitosa e acessível, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.400 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 30/09/2024). A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o site.

Foto: Divulgação

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Assembleia do RN debate hoje aumento do ICMS para 20% em audiência pública

Assembleia do RN debate hoje aumento do ICMS para 20% em audiência pública

Proposta do governo de Fátima Bezerra gera preocupação no setor produtivo e pode impactar a economia e o orçamento das famílias potiguares

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) realiza, nesta terça-feira (3.dez.2024), às 9h, uma audiência pública para discutir a proposta do governo estadual de elevar a alíquota modal do ICMS de 18% para 20%. A medida, defendida pela gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) como essencial para a sustentabilidade fiscal, encontra forte resistência de setores econômicos e parte da oposição, que apontam possíveis impactos negativos no custo de vida das famílias e na competitividade empresarial.

O evento foi solicitado por entidades como Fecomércio RN, FIERN, Faern e CDL Natal, que demandam um debate mais amplo antes da votação do projeto. Representantes do setor produtivo, trabalhadores e membros do Executivo estão entre os participantes esperados. O relator da proposta na Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF), deputado José Dias (PL), já sinalizou que a oposição — que domina o colegiado com cinco dos sete membros — terá papel decisivo na tramitação.

De acordo com o presidente da CFF, deputado Tomba Farias (PL), a votação na comissão está agendada para o dia 11 de dezembro, enquanto o plenário analisará o aumento do ICMS no dia 17, seguido pela apreciação da Lei Orçamentária Anual (LOA) em 18 de dezembro. A questão já foi tema de debate em 2023, quando os parlamentares rejeitaram proposta semelhante após a apresentação de dados que indicavam retração na economia potiguar.

Para o governo, a elevação do ICMS é indispensável para evitar perdas na arrecadação e está alinhada à Reforma Tributária. O pacote fiscal inclui ainda alterações no IPVA, no ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações) e a taxação de veículos elétricos, atualmente isentos de IPVA.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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IPTU 2025 Prefeitura de Natal oferece desconto de 16% para pagamento antecipado

IPTU 2025: Prefeitura de Natal oferece desconto de 16% para pagamento antecipado

Contribuintes adimplentes podem economizar com pagamento em cota única até 10 de janeiro de 2025

A Prefeitura de Natal já disponibilizou no portal da Secretaria Municipal de Tributação (Semut) o boleto para pagamento antecipado do IPTU 2025, com desconto de 16% para quem optar pela quitação em parcela única até o dia 10 de janeiro. O benefício é válido exclusivamente para contribuintes que estejam em dia com o tributo. Aqueles com pendências podem regularizar os débitos até 8 de janeiro para garantir o desconto.

Segundo o secretário de Tributação, Ludenilson Lopes, o objetivo da iniciativa é incentivar o pagamento antecipado e valorizar contribuintes adimplentes. “Esse desconto representa uma economia significativa para o cidadão e ajuda a Prefeitura a investir em serviços essenciais como saúde, educação e infraestrutura, promovendo melhorias para a população”, explicou.

Alternativas de pagamento

Além do pagamento antecipado com desconto, o contribuinte pode optar pelo parcelamento automático em até 10 vezes, com acréscimo de 1% ao mês. A primeira parcela tem vencimento em 20 de fevereiro para imóveis nas Zonas Sul e Leste e em 20 de março para as Zonas Oeste e Norte.

Os carnês estão disponíveis no site da Semut (www.natal.rn.gov.br/semut) e também serão enviados pelos Correios a partir de janeiro. Para evitar atrasos, a Prefeitura recomenda que os contribuintes atualizem seus dados cadastrais no sistema da Semut.

Facilidades tecnológicas

Os pagamentos podem ser feitos via PIX, utilizando o QR Code nos boletos, ou por meio de leitura de código de barras nos canais eletrônicos do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, lotéricas e correspondentes bancários. O sistema facilita o processo e oferece comodidade ao contribuinte.

Para dúvidas ou suporte, a Semut disponibiliza atendimento presencial, além de canais digitais como WhatsApp (84) 98786-8208 e chat online no portal oficial. A medida reforça o compromisso da Prefeitura de Natal com a eficiência e a transparência na gestão tributária.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Dólar fecha em R$ 6,06 e atinge recorde desde Plano Real

Dólar fecha em R$ 6,06 e atinge recorde desde Plano Real

Bolsa alterna altas e baixas, mas encerra com queda de 0,34%

Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar voltou a subir e a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas encerrou o dia com queda.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2) vendido a R$ 6,069, com alta de R$ 0,068 (+1,13%). A cotação operou o dia inteiro em alta. Na máxima do dia, por volta das 13h, chegou a R$ 6,09.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.235 pontos, com queda de 0,34%. O indicador chegou a subir 0,13% por volta das 14h50, mas voltou a ficar negativo nas horas finais de negociação.

A indefinição em relação ao pacote fiscal e ao aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda interferiu nas negociações. Das medidas anunciadas na última quinta-feira (28), o governo até agora não enviou a proposta de emenda à Constituição que limita o valor do abono salarial nem os projetos de lei que reformulam a previdência dos militares e que pretendem mudar a cobrança de Imposto de Renda.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, passou a tarde no Palácio do Planalto fechando o texto final das propostas.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Pix bate recorde e aproxima-se de 240 milhões de transações em um dia

Pix bate recorde e aproxima-se de 240 milhões de transações em um dia

Recorde anterior havia sido registrado no início de setembro

Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na última sexta-feira (29), beneficiado pelo recebimento da primeira parcela do décimo terceiro. Pela primeira vez, a modalidade aproximou-se da marca de 240 milhões de transações em 24 horas.

Somente no último dia 29, foram feitas 239,9 milhões de transferências via Pix para usuários finais. O recorde diário anterior tinha sido registrado em 6 de setembro, com 227,4 milhões de movimentações.

“Os números são mais uma demonstração da importância do Pix como infraestrutura digital pública, para a promoção da inclusão financeira, da inovação e da concorrência na prestação de serviços de pagamentos no Brasil”, informou o BC em comunicado.

Em valores, foram movimentados R$ 130 bilhões na última sexta-feira. O montante é o segundo maior da história para um dia, só perdendo para os R$ 119,429 bilhões movimentados em 5 de julho deste ano.

Criado em novembro de 2020, o Pix acumulou, no fim de novembro, 170,76 milhões de usuários, conforme as estatísticas mensais mais recentes. Desse total, 155,49 milhões eram pessoas físicas; e 15,27 milhões, pessoas jurídicas. Em outubro, segundo os dados consolidados mais recentes, o sistema superou a marca de R$ 2,656 trilhões movimentados.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Sefaz notifica empresas do RN por divergências milionárias no Simples Nacional

Sefaz notifica empresas do RN por divergências milionárias no Simples Nacional

Empresas no RN precisam regularizar faturas; Sefaz-RN alerta para exclusão do regime simplificado e aplicação de multas em caso de omissão

Cerca de 900 empresas optantes pelo Simples Nacional no Rio Grande do Norte foram notificadas pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-RN) por inconsistências na declaração de faturamento referente a 2023. As divergências, que somam aproximadamente R$ 400 milhões, indicam que a Receita Bruta declarada é incompatível com as compras realizadas no período. Estima-se um débito de R$ 10 milhões em ICMS.

Os indícios de irregularidades foram identificados por meio de cruzamento de dados e ferramentas de inteligência fiscal. Caso os valores não sejam corrigidos até 31 de janeiro de 2025, os contribuintes podem ser excluídos do regime simplificado e submetidos às regras do regime geral, que incluem multas de até 120% do imposto devido.

Para evitar sanções, os empresários podem aderir ao Programa de Autorregularização Espontânea. O processo exige a verificação de notificações no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN) e a retificação do PGDAS-D. A Sefaz reforça que o procedimento é uma oportunidade de regularizar a situação sem penalidades adicionais.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 76 milhões

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 76 milhões

Números sorteados foram 17 – 21 – 26 – 28 – 32 – 60

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.802 da Mega-Sena, realizado neste sábado (30), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Com isso, o prêmio acumulou e vai para R$ 76 milhões no próximo sorteio, na terça-feira (3).

Os números sorteados foram 17 – 21 – 26 – 28 – 32 – 60.

A quina teve 36 apostas vencedoras que vão receber, cada uma, R$ 120.206,97. Os 4.510 acertadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.370,74.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. Para fazer a aposta pela internet, é necessário fazer um cadastro, ter mais de 18 anos e preencher o número do cartão de crédito.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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RN registra saldo de 34,4 mil empregos formais até outubro de 2024

RN registra saldo de 34,4 mil empregos formais até outubro de 2024

Setores como Construção Civil e Comércio impulsionam geração de vagas, destacando obras estaduais como fator estratégico

O Rio Grande do Norte apresentou um saldo positivo de 34.493 empregos formais até outubro de 2024, segundo o Boletim Econômico divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) nesta sexta-feira (29.nov.2024). Apenas no mês de outubro, foram criados 2.847 postos de trabalho, consolidando um cenário de crescimento contínuo para o mercado formal no estado.

O levantamento, baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), destaca a Construção Civil como um dos setores mais dinâmicos, com 3.865 admissões em outubro. As obras de infraestrutura, especialmente as reestruturações de rodovias estaduais conduzidas pelo governo, foram responsáveis por 1.357 dessas contratações.

Setores de destaque

Além da Construção Civil, os setores de Serviços e Comércio também impulsionaram os índices de emprego no estado. O setor de Serviços liderou as contratações, com 8.258 novos postos formais até outubro, sendo 4.765 ligados às áreas de Informação, Comunicação, e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas.

Já o Comércio registrou 5.627 admissões no mesmo período, com o varejo em destaque, respondendo por 3.862 contratações. “O comércio varejista reafirma sua relevância como um motor estratégico para a geração de emprego e renda no estado”, aponta o Boletim Econômico.

Sobre o Boletim Econômico

Elaborado mensalmente pela SEDEC, o Boletim Econômico utiliza os dados do CAGED disponibilizados pelo Ministério do Trabalho. O documento é uma ferramenta importante para monitorar o desempenho do mercado de trabalho no RN, orientando políticas públicas e ações estratégicas para fortalecer a economia local.

Foto: Vivi Nobre/Assecom-RN

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Governo do RN injeta R$ 386 milhões na economia com pagamento dos servidores em novembro

Governo do RN injeta R$ 386 milhões na economia com pagamento dos servidores em novembro

Quase 58 mil servidores, incluindo ativos, inativos e pensionistas, recebem seus vencimentos neste sábado (30)

O Governo do Rio Grande do Norte conclui neste sábado (30.nov.2024) o pagamento dos salários referentes ao mês de novembro para os servidores públicos estaduais. Os valores serão creditados para todos os servidores que recebem acima de R$ 4 mil (bruto), incluindo pensionistas, trabalhadores da Educação e servidores lotados em pastas com recursos próprios.

Com esta liberação, mais de R$ 386 milhões serão injetados na economia local, beneficiando diretamente cerca de 58 mil servidores. Os trabalhadores que possuem portabilidade bancária devem ficar atentos ao prazo acordado com suas instituições financeiras para o recebimento do crédito.

Os servidores com salários de até R$ 4 mil e toda a categoria da Segurança Pública já haviam recebido seus vencimentos no dia 25 de novembro, cumprindo o cronograma definido pelo governo para o pagamento da folha de 2024. No total, o valor destinado ao pagamento da folha de novembro ultrapassa R$ 839 milhões.

Calendário de 2024 garante isonomia

O calendário de pagamentos do próximo ano assegura que todos os servidores públicos estaduais receberão seus salários integralmente no final de cada mês. A medida reforça o compromisso do Governo do RN com a isonomia no pagamento, garantindo maior previsibilidade para os trabalhadores.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN

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Black Friday 2024: vendas on-line já passam de R$ 6 8 bilhões

Black Friday 2024: vendas on-line já passam de R$ 6,8 bilhões

Até à tarde deste sábado, o volume de pedidos atingiu 12,1 milhões, aumento de 9,8% em comparação ao ano passado

Entre quinta-feira (28), às 00h, e à tarde deste sábado (30), às 12h59, o e-commerce brasileiro já registrou mais de R$ 6,8 bilhões em transações no final de semana de Black Friday, com um ticket médio de R$ 563,49 – redução de apenas 0,6% frente a 2023. Em comparação ao último ano, o faturamento teve um aumento de 9,2%. Houve também alta no volume de pedidos, que atingiu 12,1 milhões, 9,8% maior que o mesmo período do ano passado. Os dados são da plataforma Hora a Hora, da Confi.Neotrust, empresa de inteligência de dados, em parceria com a ClearSale, referência em inteligência de dados e soluções para prevenção a riscos.

No âmbito das fraudes, até às 12h deste sábado, o comércio eletrônico já registrou cerca de 17,8 mil tentativas, totalizando R$ 27,6 milhões em golpes evitados. O valor representa uma queda percentual de 22% em relação ao mesmo período do ano passado. Nesse intervalo, as seis categorias com maior impacto financeiro foram: instrumentos musicais (4,02%), games (2,77%), informática (2,03%), acessórios eletrônicos e celulares (ambos com 1,74%) e eletrônicos (1,65%). O ticket médio das fraudes foi de R$ 1.550,66, um aumento de 7% comparado a 2023. Os resultados refletem suspeitas de fraude; os números são dinâmicos e podem sofrer alterações após um período, quando ocorre a confirmação da tentativa.

“Registramos um crescimento expressivo na Black Friday deste ano em relação ao anterior, com aumento tanto no faturamento quanto no volume de pedidos. No campo das fraudes, embora haja uma redução proporcional, os números ainda são altos, exigindo atenção redobrada e vigilância contínua especialmente neste final de semana. É importante destacar que ticket médio das fraudes se mantém alto, sendo três vezes maior ao dos pedidos legítimos, o que evidencia a busca dos fraudadores por vantagens maiores”, comenta Matheus Manssur, superintendente comercial da ClearSale.

Ainda segundo o levantamento da plataforma Hora a Hora, os cinco produtos mais vendidos no período foram: eletrodomésticos (16,8%), eletrônicos (11,5%), telefonia (10,1%), moda e acessórios (7,0%) e ar e ventilação (6,6%). No e-commerce, os meios de pagamento mais utilizados foram o cartão de crédito (61,6%), seguido por PIX (25,8%), boleto bancário (8,6%) e outros (4%), que incluem e-wallets, cashback, débito e vales.

Em relação ao perfil do consumidor, o público feminino foi responsável pela maioria das transações no período (50,4%), seguido por homens (49,6%). Quanto à faixa etária, a plataforma indica que a maior parte das compras foi realizada por pessoas entre 36 e 50 anos (41,2%), seguidas por consumidores de 26 a 35 anos (31,4%), acima de 51 anos (18%) e até 25 anos (9,3%).

“Os resultados da Black Friday deste ano consolidam ainda mais o canal digital como uma força no varejo, com um crescimento sólido e um comportamento de consumo mais planejado. Estamos vendo menos picos de compras por impulso, o que reflete um consumidor mais estratégico e um varejista que soube aproveitar todo o mês para alavancar seus resultados, especialmente com a data caindo no fim do mês. A expectativa é que o sábado pós-Black Friday, coincidentemente o último dia do mês, traga um desempenho significativo para o varejo. Esse dia apresenta uma oportunidade estratégica para algumas categorias consolidarem resultados positivos para o fechamento do mês”, analisa Juliana Lorenzetti, diretora de Growth da Neotrust Confi.

Monitoramento Hora a Hora  

Para acompanhar os movimentos e ajudar empresas e consumidores, as companhias estão monitorando as tentativas de fraudes e outros indicadores do varejo eletrônico brasileiro durante a Black Friday. O monitoramento é feito via site oficial, diariamente durante todo o mês de novembro, e atualizado de hora em hora entre os dias 28 de novembro e 1 de dezembro.

Foto: Anna Shvets/Pexels

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Aneel mantém bandeira verde em dezembro no RN

Aneel mantém bandeira verde em dezembro no RN

Com tarifas sem cobrança extra, população pode aproveitar para adotar práticas de consumo consciente e reduzir ainda mais o valor das contas de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (29.nov.2024) que a bandeira tarifária para dezembro será verde no Rio Grande do Norte. Isso significa que não haverá cobrança adicional na conta de luz dos consumidores, uma boa notícia após meses de instabilidade nas tarifas.

A bandeira verde esteve em vigor de abril de 2022 até julho de 2024, sendo substituída por bandeiras amarela e vermelha em diferentes patamares até novembro. Em dezembro, o retorno da tarifa mais favorável acompanha o desafio de manter o consumo consciente, especialmente durante o verão, quando o uso de aparelhos como ar-condicionado e ventiladores é intensificado.

Dicas para reduzir o consumo

Apesar do alívio nas tarifas, a Neoenergia Cosern reforça a importância de economizar energia elétrica. Confira algumas práticas que podem fazer diferença no bolso e no meio ambiente:

  • Ar-condicionado: Utilize a temperatura entre 23ºC e 25ºC e opte por modelos com tecnologia Inverter, mais econômicos. Realize manutenções periódicas e limpe os filtros.
  • Chuveiro elétrico: Use a posição “verão” para economizar até 30% de energia e tome banhos rápidos.
  • Geladeira: Verifique a vedação das portas, evite abrir o equipamento desnecessariamente e posicione-o longe de fontes de calor.
  • Iluminação: Aproveite a luz natural durante o dia e substitua lâmpadas incandescentes por modelos de LED, que consomem até 40% menos energia.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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Governo libera R$ 1,7 bilhão bloqueados do Orçamento

Governo libera R$ 1,7 bilhão bloqueados do Orçamento

Volume de recursos congelados cai R$ 19,3 bi para R$ 17,6 bilhões

A reestimativa de receitas e o adiamento de repasse de recursos da Lei Aldir Blanc fizeram o governo liberar R$ 1,7 bilhão do Orçamento bloqueados na semana passada. O Ministério do Planejamento e Orçamento editou uma nova versão do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas nesta sexta-feira (29) à noite.

Com a liberação, o volume de recursos congelados no Orçamento deste ano caiu de R$ 19,3 bilhões para R$ 17,6 bilhões. O bloqueio foi reduzido porque o Planejamento oficializou o adiamento de R$ 1,71 bilhão da Lei Aldir Blanc. Alegando baixa execução dos projetos culturais pelos estados e municípios, o governo editou, no último dia 22, uma medida provisória que condiciona as transferências de recursos ao andamento dos projetos financiados pela lei.

Déficit primário

Chamado de “extemporâneo” pelo Ministério do Planejamento, o novo relatório também diminuiu a previsão de déficit primário de R$ 65,303 bilhões para R$ 64,426 bilhões. A redução ocorreu porque a Procuradoria-Geral Federal informou que cerca de R$ 2,7 bilhões da versão do Desenrola para agências reguladoras devem entrar no caixa do governo ainda este ano. No relatório publicado na semana passada, a estimativa para essas receitas estava zerada.

Ao considerar apenas as despesas sujeitas ao teto do arcabouço fiscal, a previsão de déficit primário caiu de R$ 28,737 bilhões para R$ 27,747 bilhões. Como a projeção está dentro da margem de tolerância do marco fiscal, que permite déficit de até R$ 28,756 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto), não houve a necessidade de contingenciamento.

O déficit primário representa a diferença entre as receitas e os gastos do governo sem os juros da dívida pública. Entre os gastos fora do teto do arcabouço fiscal, estão os créditos extraordinários para a reconstrução do Rio Grande do Sul, o combate a incêndios florestais e o pagamento de precatórios em atraso.

Tanto o contingenciamento como o bloqueio representam cortes temporários de gastos. O novo arcabouço fiscal, no entanto, estabeleceu motivações diferentes. O bloqueio ocorre quando os gastos do governo crescem mais que o limite de 70% do crescimento da receita acima da inflação. O contingenciamento ocorre quando há falta de receitas que comprometem o cumprimento da meta de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

Detalhamento

Também na noite desta sexta-feira, o Ministério do Planejamento publicou o detalhamento do bloqueio dos R$ 17,6 bilhões por ministério. Em valores absolutos, as pastas mais atingidas são os Ministérios da Saúde (R$ 4,39 bilhões), Educação (R$ 3,04 bilhões) e Cidades (R$ 2,47 bilhões). Em seguida, vêm os Ministérios dos Transportes (R$ 1,94 bilhão) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 1,04 bilhão).

Pela legislação, o governo precisa editar o decreto presidencial com o detalhamento do bloqueio de gastos até dez dias após a publicação do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas. Nesse caso, o prazo levou em consideração a publicação do relatório original, na sexta-feira da semana passada, mas os números vieram atualizados com a redução do bloqueio em R$ 1,7 bilhão.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Dólar fecha a R$ 6 pela primeira vez na história

Dólar fecha a R$ 6 pela primeira vez na história

Durante a manhã, moeda chegou a ser vendida a R$ 6,11

Em mais um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar atingiu a barreira de R$ 6 pela primeira vez na história, ainda sob reflexo do anúncio do pacote de corte de gastos e do aumento do limite de isenção do Imposto de Renda, detalhados pelo governo na quinta-feira (28). A bolsa de valores iniciou o dia em queda, mas reverteu o movimento e encerrou em alta de quase 1%.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 6,001, com alta de apenas 0,19%. A cotação começou o dia com tensão, chegando a R$ 6,11 na máxima do dia, por volta das 10h15, mas desacelerou após declarações do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em valores nominais, esta é a maior cotação desde a criação do real. A divisa subiu 3,21% na semana e encerrou novembro com alta de 3,8%. O euro comercial encerrou o dia com alta de 0,41%, vendido a R$ 6,348. O Banco Central não interveio no câmbio.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. Após uma manhã turbulenta, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 125.668 pontos, com alta de 0,85%. Por volta das 11h30, o indicador chegou a cair 0,53%, mas reverteu o movimento e passou a subir durante a tarde.

Apesar do avanço desta sexta, a bolsa de valores perdeu 2,46% na semana, o pior desempenho semanal desde meados de setembro. Em novembro, o Ibovespa encolheu 2,9%.

O dólar zerou a alta após Rodrigo Pacheco condicionar a elevação da isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil à situação fiscal. Mais tarde, em evento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Haddad afirmou que o governo pode rever medidas do pacote fiscal enviado ao Congresso, caso seja necessário.

Foto: Pixabay/Pexels

Da Agência Brasil

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Novo cartão do INSS permite antecipar R$ 150 do benefício sem juros

Novo cartão do INSS permite antecipar R$ 150 do benefício sem juros

O valor será descontado diretamente na folha de pagamento, e o benefício poderá ser usado apenas uma vez

Aposentados, pensionistas e quem recebe benefícios permanentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão antecipar até R$ 150 do benefício e pagar no mês seguinte sem juros, correção, ou taxas. O objetivo do cartão Meu INSS Vale+, lançado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Previdência Social e pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é antecipar o valor do benefício para suprir necessidades básicas dos aposentados e pensionistas.

O valor será descontado diretamente na folha de pagamento, e o benefício poderá ser usado apenas uma vez.

Segundo o ministro da Previdência, Carlos Lupi, o objetivo é prover recursos na compra de itens como remédio, comida, gás e transporte. Lupi afirma que não haverá qualquer tipo de taxa ou anuidade. “É uma maneira de dar um dinheiro menor, mas mais rápido e sem nenhuma taxa.”

O benefício será feito em parceria com instituições financeiras por meio de acordo de cooperação técnica firmado com o INSS. O cartão só poderá ser usado na modalidade de crédito e não permitirá fazer saques.

No ano passado, o governo lançou o Meu INSS+, que possibilita descontos em farmácias, cinemas, shows, serviços, telemedicina, seguros e viagens, entre outros. De acordo com o ministério, o benefício já alcançou 32,8 milhões de acessos desde a sua criação.

Regras

O adiantamento do Meu INSS Vale+ não dependerá de desbloqueio prévio do benefício. O INSS não terá corresponsabilidade por dívidas ou compromissos de natureza pecuniária assumidos pelo beneficiário junto às instituições financeiras.

O cartão não poderá ser usado para apostas físicas ou eletrônicas. “Não faz sentido a gente disponibilizar um adiantamento para alimentar um vício”, explicou o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.

A antecipação salarial deverá ser feita por meio de uma instituição financeira com no mínimo 12 meses de experiência nesse serviço e que tenha celebrado convênio ou acordo de cooperação técnica com o INSS. Também será exigido o uso do cartão físico do segurado, com chip e senha pessoal, contratado junto à instituição financeira devidamente credenciada.

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos no RN

Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos no RN

Setores de serviços, construção e indústria lideram geração de vagas no estado

O Rio Grande do Norte alcançou um crescimento expressivo de 31% na geração de empregos por Micro e Pequenas Empresas (MPE) entre janeiro e outubro de 2024, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número de postos criados subiu de 23.266 em 2023 para 34.493 no mesmo período deste ano, com destaque para os pequenos negócios, responsáveis por 70,51% das vagas.

Entre as microempresas, o saldo aumentou de 17.448 para 21.175 empregos. Já as pequenas empresas registraram um salto impressionante de 517%, passando de 339 vagas em 2023 para 2.091 em 2024. Os setores que mais contribuíram foram serviços (17.228 vagas), construção (6.449) e indústria (4.905).

No mês de outubro, o estado registrou saldo positivo de 2.847 empregos, resultado de 21.330 admissões e 18.483 desligamentos. Natal liderou na criação de vagas com 1.292 novos postos, seguida por Currais Novos (457) e Açu (376).

No ranking regional, o Rio Grande do Norte ocupou a quarta posição no Nordeste em outubro, ficando atrás de Pernambuco, Alagoas e Ceará.

Especialistas apontam que o fortalecimento das MPE reflete a recuperação econômica pós-pandemia e a maior acessibilidade a linhas de crédito e incentivos fiscais. “O desempenho das micro e pequenas empresas demonstra a força do empreendedorismo local como motor do desenvolvimento econômico e geração de empregos no estado”, avalia um analista de mercado.

Esses resultados reforçam a importância de políticas públicas voltadas para o apoio ao pequeno empreendedor, considerado essencial para manter o crescimento sustentável no Rio Grande do Norte.

Foto: Marcello Casal Jr/ABr

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Primeira parcela do décimo terceiro deve ser depositada até hoje

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser depositada até hoje

Segundo o Dieese, salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela depositada até esta sexta-feira (29). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.096,78.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24 de abril a 8 de maio. A segunda foi depositada de 24 de maio a 7 de junho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090/1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o décimo terceiro incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Da Agência Brasil

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Franquia de rede fast-food deverá corrigir jornadas irregulares dos empregados

Franquia de rede fast-food deverá corrigir jornadas irregulares dos empregados

Entre as medidas previstas no TAC estão a proibição da prorrogação da jornada de trabalho, a concessão de intervalos intrajornada e o repouso semanal remunerado

O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN) firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a Matteo & Godeiro Ltda, franquia da rede de fast-food Giraffas, localizada no Praia Shopping, em Natal (RN). O documento visa a proteção da saúde dos trabalhadores por meio do ajuste das jornadas de trabalho dos empregados.

De acordo com os denunciantes, a empresa concedia uma folga dominical por mês às empregadas e não fornecia o contracheque de forma regular. Eles também relataram que quando não havia um substituto para algum dos empregados, esse não tinha direito ao intervalo intrajornada.

Assim, no TAC assinado com o MPT-RN, no mês de outubro, a empresa se comprometeu a não prorrogar a jornada de trabalho de seus empregados além do limite de duas horas diárias, sem qualquer justificativa legal e a conceder o intervalo mínimo de uma hora para repouso ou alimentação, após seis horas de trabalho contínuo. Além disso, o tempo de descanso entre uma jornada e outra de trabalho deverá ser, no mínimo, de 11 horas.

Outra determinação prevista no acordo é a concessão de repouso semanal remunerado aos empregados de 24 horas consecutivas, a cada seis dias de trabalho, preferencialmente aos domingos. O empregador deverá, ainda, fornecer contracheque ou recibo mensalmente aos trabalhadores e pagar os salários de acordo com a legislação vigente.

O TAC foi proposto pelo procurador do Trabalho Francisco Marcelo Andrade. Ele salienta que “o não cumprimento das leis trabalhistas afeta a saúde dos empregados, já que ao não terem o descanso adequado, ficam mais propensos a acidentes de trabalho”.

O descumprimento do acordo acarretará multa de R$ 5 mil por trabalhador encontrado em situação irregular e por obrigação não respeitada, podendo ser reversível ao Fundo de Amparo ao Trabalhador, às instituições filantrópicas ou, ainda, aos órgãos públicos que prestem relevantes serviços no Estado.

Ao encontrar irregularidades, denuncie no www.mpt.mp.br.

Termo de Ajuste de Conduta (TAC)

O Termo de Ajuste de Conduta (TAC) é um acordo que o Ministério Público firma com o violador de determinado direito coletivo. O objetivo do TAC é impedir a continuidade da situação de ilegalidade, reparar o dano ao direito coletivo e evitar a ação judicial.

Foto: Reprodução

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Entenda pacote fiscal de R$ 70 bi anunciado por Haddad

Entenda pacote fiscal de R$ 70 bi anunciado por Haddad

Medidas combinam corte de gastos e isenção do IR até R$ 5 mil

Com o objetivo de adequar a explosão de gastos públicos nos próximos anos e dar sobrevida ao arcabouço fiscal em vigor desde o ano passado, o governo anunciou, na noite de quarta-feira (27), um pacote de corte de gastos obrigatórios. Estimada, segundo a equipe econômica, em R$ 70 bilhões em dois anos (R$ 30 bilhões em 2025 e R$ 40 bilhões em 2026), a economia de recursos foi detalhada na manhã de hoje (28) pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e da Casa Civil, Rui Costa.

Entre os principais pontos da proposta de contenção de gastos estão a redução a médio prazo do abono salarial e um teto no reajuste do salário mínimo. Para distribuir o impacto dos cortes aos mais ricos, o governo propõe acabar com brechas que burlam o teto dos supersalários no serviço público e reformar a previdência dos militares.

O pacote também prevê a limitação na concessão de benefícios fiscais enquanto as contas do governo estiverem deficitárias e um teto no crescimento das emendas parlamentares. Para reduzir o impacto político dos cortes de gastos obrigatórios, o governo enviará proposta para elevar a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, em troca de uma alíquota efetiva de 10% para quem recebe mais de R$ 50 mil por mês.

As mudanças no IR, informou o governo, terão impacto zero nas contas públicas e antecipam a segunda fase da reforma tributária, que trata da cobrança de Imposto de Renda. Confira as medidas enviadas pelo governo ao Congresso Nacional.

Imposto de Renda

Elevação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A medida cumpre promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. Atualmente, não paga IR quem ganha até R$ 2.259,20 mensais.

Essa medida tem impacto de R$ 35 bilhões por ano na arrecadação federal. Com a tramitação da segunda fase da reforma tributária ao longo do próximo ano, a tendência é que a mudança só entre em vigor em 2026.

Aumento de imposto para ricos

Para financiar o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda, o governo pretende introduzir uma alíquota efetiva de 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês. A medida pretende fazer que pague mais tributos quem se aproveita da “pejotização”, conversão rendimentos de pessoas físicas em rendimentos de empresas.

Nada muda para quem trabalha com carteira assinada e recebe mais de R$ 50 mil porque essas pessoas já pagam alíquota de 27,5%. Atualmente, segundo o governo, o 1% mais rico da população paga alíquota efetiva de 4,2% de Imposto de Renda. Para o 0,01% mais rico, a alíquota efetiva é 1,75%.

Isenção de IR por problemas de saúde

Isenção de Imposto de Renda por problemas de saúde valerá apenas para quem ganha até R$ 20 mil por mês. Dedução de 100% de gastos com saúde não mudará. Junto com aumento de imposto para ricos, medida garantirá os R$ 35 bilhões para bancar o aumento da isenção do IR.

Salário mínimo

Desde 2023, o salário mínimo é corrigido pela inflação do ano anterior, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos anteriores.

A proposta mantém a parcela de crescimento pelo PIB, mas a variação real estará nos limites do arcabouço fiscal, 2,5% acima da inflação do ano anterior. Para 2025, o salário mínimo subirá 2,9% acima da inflação, o equivalente ao crescimento da economia de 2023. Com a limitação, o salário mínimo ficará em R$ 1.515 em 2025, R$ 6 a menos que a atual regra.

Nos anos em que o PIB encolher, o salário mínimo subirá pelo menos 0,6% acima da inflação, equivalente ao piso da variação de gastos do arcabouço fiscal.

Abono salarial

Benefício que equivale a um 14º salário para quem ganha até dois salários mínimos (atualmente em R$ 2.824) com carteira assinada, o abono salarial terá a correção mudada. O valor de até R$ 2.640 será corrigido pela inflação nos próximos anos, em vez de seguir a política de valorização do salário mínimo.

Com o abono salarial subindo menos que o salário mínimo, o governo prevê que o benefício equivalerá a um salário e meio a partir de 2035. A mudança será discutida em proposta de emenda à Constituição.

Previdência dos militares

▪ Fim da morte ficta, quando a família de um militar expulso das Forças Armadas recebe pensão como se ele tivesse morrido. Família receberá auxílio-reclusão, pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social a parentes de presos;

▪ Padronização em 3,5% da remuneração a contribuição do militar para o Fundo de Saúde até janeiro de 2026. Atualmente, os militares da Aeronáutica e da Marinha pagam menos.

▪ Extingue a transferência cota de pensão, quando a parte de um dependente que morre migra para os demais membros da família, somando 100%;

▪ Estabelece progressivamente idade mínima para reserva remunerada, até chegar a 55 anos;

▪ Economia de R$ 2 bilhões por ano.

Supersalários

Lista de exceções ao teto remuneratório nacional passará a ser definida por lei complementar. Medida vale para todos os poderes e todas as esferas: federal, estadual e municipal.

Novo pente-fino

Novo pente-fino no Bolsa Família e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), salário mínimo pago a pessoas com deficiência e idosos de baixa renda. Medida também prevê endurecimento para acesso aos benefícios.

BPC

▪ Prova de vida anual, como para os aposentados, além de biometria e reconhecimento facial para a concessão do benefício;

▪ Focalizar em pessoas incapacitadas;

▪ Vedação de dedução de renda (para o enquadramento para receber o benefício) não prevista em lei;

▪ Renda de cônjuge e companheiro não coabitante e renda de irmãos, filhos e enteados (não apenas solteiros) coabitantes passam a contar para acesso;

▪ Atualização obrigatória para cadastros desatualizados há mais de 24 meses e para benefícios concedidos administrativamente sem Código Internacional de Doenças (CID);

▪ Biometria obrigatória para atualizações cadastrais;

▪ Em uma mesma família, a renda de um benefício volta a contar para acesso a outro benefício

Bolsa Família

No Bolsa Família, governo pretende combater irregularidades nos pagamentos para beneficiários que declaram que moram sozinhos, os chamados unipessoais.

▪ Restrição para municípios com percentual de famílias unipessoais acima do disposto em regulamento;

▪ Inscrição ou atualização de unipessoais deve ser feita em domicílio obrigatoriamente;

▪ Atualização obrigatória para cadastros desatualizados há 24 meses;

▪ Biometria obrigatória para inscrição e atualização cadastral;

▪ Concessionárias de serviços públicos deverão disponibilizar informações de seus bancos de dados para viabilizar cruzamento de informações.

Emendas parlamentares

Projeto de lei complementar discutirá limitação do crescimento das emendas

▪ Limite de crescimento das emendas impositivas ao arcabouço fiscal, alinhado à lei sancionada nesta semana pelo presidente Lula;

▪ Restrição de emendas nas despesas discricionárias (não obrigatórias) do Poder Executivo;

▪ Vedação de crescimento real das emendas não impositivas, de modo que o montante total das emendas crescerá sempre abaixo do arcabouço;

▪ Destinação de 50% dos valores de emendas de comissão para o Sistema Único de Saúde (SUS). Para 2025, essas emendas estão previstas em R$ 11,5 bilhões;

▪ Bloqueio proporcional de emendas aos bloqueios do Poder Executivo, limitado a 15% do total das emendas (R$ 7,5 bi em 2025);

▪ A partir de 2026, limite para as emendas individuais e de bancadas estaduais deve seguir as regras do arcabouço fiscal, com alta real entra 0,6% e 2,5%;

▪ Emendas de comissão serão corrigidas apenas pela inflação a partir de 2026.

Isenções fiscais

Se houver déficit primário de 2025 em diante, no ano seguinte fica vedada a criação, majoração ou prorrogação de benefícios tributários.

Em 2023, incentivos fiscais somaram R$ 519 bilhões. Mecanismo de vedação havia sido sugerido pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, no relatório sobre as contas do governo em 2023.

Gastos com pessoal

A partir de 2027, gatilho de reenquadramento vedará aumento real (acima da inflação) acima de 0,6%, se despesas discricionárias (não obrigatória) do governo caírem de um ano para o outro.

Novo Vale Gás e Pé-de-Meia

Gastos com programas serão inseridos no arcabouço fiscal. Pé-de-Meia passará para orçamento do Ministério da Educação, e Vale Gás, ao Ministério de Minas e Energia.

Educação em tempo integral

Até 20% do aporte da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) poderão ser empregados em ações para criação e manutenção de matrículas em tempo integral na educação básica pública.

Lei Aldir Blanc

Repasse anual de até R$ 3 bi aos entes continua, mas condicionado à execução dos recursos pelos no ano anterior.

Concursos públicos

Escalonamento de provimentos e concursos em 2025, com meta de pelo menos R$ 1 bilhão de economia.

Subsídios e subvenções

Autorização para ajuste orçamentário em cerca de R$ 18 bilhões em subsídios e subvenções. Atualmente, o Banco Central manda a conta de alguns subsídios, como o Proagro, ao governo, sem limitação orçamentária. Com a proposta, governo só poderá gastar em subsídios o que estiver autorizado no orçamento.

Fundo Constitucional do Distrito Federal

Correção de recursos do fundo pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), igual ao Fundo de Desenvolvimento Regional criado pela reforma tributária.

Desvinculação de Receitas da União (DRU)

Prorrogação até 2032. A DRU permite que governo possa gastar livremente até 30% das receitas.

Criação de despesa

Novas despesas devem observar a variação da despesa anualizada limitada ao crescimento permitido pelo arcabouço.

Dever de execução

Revoga dever de execução do orçamento.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Natal de Luz e Prêmios aquece o comércio de Natal com sorteios no RN

Natal de Luz e Prêmios aquece o comércio de Natal com sorteios

CDL Natal sorteará carro elétrico e caminhão de prêmios para estimular vendas no período natalino

Entre os dias 29 de novembro e 24 de dezembro, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal) realiza mais uma edição da campanha Natal de Luz e Prêmios. A iniciativa, lançada nesta quinta-feira (28.nov.2024) visa impulsionar o comércio e serviços no período natalino, oferecendo aos consumidores a chance de concorrer a prêmios valiosos.

A cada R$ 50 em compras nas lojas participantes, o consumidor ganha cupons para participar do sorteio. Quem usar maquinetas da Cielo triplica as chances, enquanto pagamentos com o cartão Elo garantem cinco cupons por R$ 50. Os prêmios incluem um carro elétrico, um caminhão de prêmios e 10 bicicletas.

Segundo José Lucena, presidente da CDL Natal, a campanha busca aquecer a economia local e incentivar as compras em lojas do comércio de rua, shoppings e supermercados, promovendo o espírito natalino. “Além de gerar oportunidades para lojistas e consumidores, movimentamos o comércio de forma estratégica”, destacou.

Os consumidores podem depositar seus cupons em diversos pontos da cidade, como shoppings, supermercados e lojas participantes, até 25 de dezembro. Após essa data, apenas na sede da CDL Natal. O sorteio será realizado no dia 30 de dezembro, às 10h, na sede da CDL.

A ação, que já é tradicional no calendário da cidade, reforça a importância do consumo consciente e fortalece o comércio local, oferecendo oportunidades para celebrar o Natal com grandes prêmios.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Governo e Congresso esperam votar corte de gastos ainda neste ano

Governo e Congresso esperam votar corte de gastos ainda neste ano

Ministro prevê economia de R$ 327 bilhões em cinco anos

As medidas de corte de gastos obrigatórios apresentadas pelo governo federal nesta semana devem ser votadas na Câmara dos Deputados e no Senado até o fim deste ano, segundo preveem o Executivo e as lideranças do Congresso Nacional.

Como restam apenas três semanas para o início do recesso parlamentar, a ideia é que o projeto de lei complementar (PLC) e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tratam do corte de gastos sejam apreciados na Câmara nas próximas duas semanas e, no Senado, na última semana de trabalhos legislativos, entre 16 e 20 de dezembro.

Por outro lado, a reforma tributária da renda só deverá ser apreciada em 2025 com objetivo de começar a valer em 1º de janeiro de 2026. As medidas preveem a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação extra de 10% para quem recebe acima de R$ 50 mil.

Em reunião com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, nesta quarta-feira (28), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comprometeu-se a votar os textos ainda neste ano.

“Nosso compromisso no Senado é que, tão logo a Câmara dos Deputados aprecie a PEC e o PLC, o Senado submeta diretamente ao plenário para que possa ser ratificado em revisão àquilo que a Câmara fizer em relação a esse pacote”, explicou Pacheco. Segundo o senador, por enquanto, não foram apresentadas pelas lideranças restrições ao pacote.

Em reunião com líderes da Câmara na noite desta quarta-feira (27), o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), também se comprometeu a analisar os projetos ainda neste ano, segundo confirmou a assessoria do parlamentar alagoano.

Fernando Haddad destacou que as lideranças receberam bem as medidas. “A reação dos líderes foi bastante favorável, um espírito de abertura muito grande para o diálogo. Então, saímos daqui com a esperança de que vamos construir um bom arranjo para o final do ano e para ter um orçamento com execução mais tranquila no ano que vem”, comentou.

O ministro Padilha, responsável pela articulação com o Congresso Nacional, informou que os textos dos projetos ainda não foram enviados, pois havia uma determinação de primeiro apresentar as ideias, avaliar a receptividade e, em seguida, enviar as matérias.

“O que eu ouvi é o compromisso dos líderes da Câmara, de todos os partidos, dos líderes do Senado, de todos os partidos, expresso aqui pelo presidente do Senado, todo esforço para concluirmos a votação até o final do ano, para que a gente possa construir a peça orçamentária do ano que vem”, destacou.

Além do pacote de corte de gastos, o Senado tem a regulamentação da reforma tributária do consumo para votar. Antes do fim do ano, a Câmara e o Senado devem analisar também os projetos de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária (LOA) de 2025. Isso sem contar uma série de projetos que estão na pauta das duas Casas, como os que tratam da ampliação da imunidade tributária para igrejas, da regulação da Inteligência Artificial e dos jogos de azar no Brasil.

Oposição

Enquanto isso, o líder da oposição no Senado, Marco Rogério (PL-RO), criticou o anúncio do governo por incluir, junto com o corte de gastos, medidas para isenção do Imposto de Renda. “Por que o mercado age de forma desconfiada, desconfortável, negativa? Porque o governo tira com a mão e dá com a outra. Então, é um governo que não tem compromisso com a agenda fiscal”, afirmou.

Questionado por jornalistas se a oposição ficará contra a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, o líder da oposição disse que “é preciso estudar com profundidade todas as medidas, todas as propostas que estão sendo apresentadas”.

Sobre o corte de gastos, Marco Rogério indicou que ficará contra. “A oposição sempre defendeu a pauta do controle de gastos, sempre defendeu o equilíbrio fiscal. Não é agora que nós vamos mudar o nosso discurso, mas não vamos embarcar numa proposta que é um grande faz de conta, uma proposta que promete muito e não entrega quase nada”, completou.

Renda

Sobre a reforma da renda, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que será analisada separadamente do corte de gastos e que a ideia do governo é que seja uma mudança neutra, ou seja, a isenção dos que ganham menos terá que ser compensada pela taxação dos que ganham mais.

“A reforma, tanto do consumo quanto da renda, é neutra do ponto de vista fiscal. Ninguém está disposto a votar uma reforma que não seja neutra. Isso será observado na lei ordinária que regula a matéria da reforma da renda”, afirmou Haddad.

Entenda

Diante do aumento dos gastos obrigatórios, que ameaçam romper os limites impostos pelo arcabouço fiscal do governo, foi apresentada na noite desta quarta-feira, e detalhada hoje, uma série de medidas de contenção de despesas.

O pacote prevê redução de gasto com reajuste do salário mínimo, benefício de prestação continuada, emendas parlamentares e previdência de militares, entre outras despesas. Estima-se que a redução some R$ 327 bilhões em cinco anos.

Ao mesmo tempo, o governo anunciou a previsão de submeter ao Congresso Nacional, no próximo ano, uma proposta de reforma tributária da renda, com previsão de isentar do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil. Para compensar a perda de arrecadação, o governo propõe taxar 10% a mais quem recebe acima de R$ 50 mil por mês.

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

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Ajustes no BPC visam diminuir judicialização, diz ministro Rui Costa

Ajustes no BPC visam diminuir judicialização, diz ministro Rui Costa

Beneficiários com deficiência passarão por perícia em 2025

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, afirmou, nesta quinta-feira (28), que as medidas administrativas que endurecem o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) visam garantir o cumprimento da lei e, também, diminuir a judicialização do programa social. Segundo ele, dos 3 milhões de beneficiários com deficiência do BPC, 1 milhão não consta no sistema do Código Internacional de Doenças (CID), sendo que 75% dessas concessões ocorreram após decisão judicial.

“Se um programa, está na lei, que é para pessoa com deficiência. Se o programa é para deficientes, você precisa saber qual é a deficiência da pessoa”, disse, anunciando que, em 2025, os beneficiários do BPC passarão por perícia médica, “para garantir que quem tem direito continue recebendo e, eventualmente, quem foi incluído que não tem direito não receba”.

Atualmente, o programa atende mais de 6,02 milhões de cidadãos de baixa renda (com renda familiar per capita igual ou inferior a um quarto do salário mínimo), entre idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência. Os beneficiários recebem o pagamento de um salário mínimo.

As medidas de endurecimento para acesso ao BPC e ao Bolsa Família fazem parte do pacote de corte de gastos obrigatórios anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite desta quarta-feira (27) e detalhado em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (28). O ministro Rui Costa e outros ministros da área econômica e da articulação política participaram da coletiva.

Cadastro Único

Desde 2016, para o recebimento do BPC, os beneficiários precisam estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e fazer atualização cadastral a cada dois anos. Rui Costa lembrou que mais de 500 mil pessoas não estavam cadastradas, a maioria incluídas no programa no governo passado.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) vem notificando esses beneficiários, que têm prazo para o cadastramento. O último balanço apontou que mais de 300 mil pessoas precisam regularizar a situação junto ao CadÚnico para continuar recebendo o BPC.

O prazo é 45 a 90 dias, a depender do município de residência, contados a partir da data de notificação oficial ao beneficiário do BPC, que pode acontecer pela rede bancária ou por meio de outros canais. O cadastro deve ser feito na rede de assistência social do município de residência.

O Cadastro Único é um registro que permite identificar as famílias de baixa renda existentes no Brasil. Ele foi criado pelo governo federal, mas é operacionalizado e atualizado pelas prefeituras, por meio do Sistema Único da Assistência Social (Suas).

Especulações

Durante a coletiva, Rui Costa, defendeu a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de isentar do Imposto de Renda (IR), a partir de 2026, os contribuintes que recebem até R$ 5 mil mensais. Atualmente, não paga IR quem ganha até R$ 2.259,20 mensais.

A medida cumpre promessa de campanha do presidente Lula em 2022. “O povo brasileiro votou neste programa. E, portanto, ele foi legitimado pelas urnas”, disse Rui Costa, criticando as especulações do mercado financeiro.

“Está sendo cumprido o que foi dito na campanha eleitoral, o que foi dito na posse, não tem nenhuma surpresa. Os agentes econômicos e a sociedade não estão sendo tomados de surpresa. Se alguém criou uma expectativa que seria em janeiro, o anúncio, e não em dezembro, não foi o presidente Lula que criou essa expectativa”, acrescentou.

Ontem, as expectativas em relação ao pacote de corte de gastos provocaram um dia de nervosismo para o mercado financeiro. O dólar superou a barreira de R$ 5,90 e fechou na maior cotação do Plano Real. A Bolsa de Valores caiu mais de 1,5% e ficou abaixo dos 128 mil pontos.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

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Parceria entre RN Card e Dr. Hoje oferece telemedicina 24h para a população da Grande Natal

Parceria entre RN Card e Dr. Hoje oferece telemedicina 24h para a população da Grande Natal

Com valores da assinatura a partir de R$ 14,90 por mês e consultas a partir de R$ 50, os clientes têm acesso a consultas online e benefícios em saúde

A Dr. Hoje, em parceria com a RN Card, está oferecendo uma solução completa de telemedicina para a população da Grande Natal. Com valores da assinatura a partir de R$ 14,90 por mês e consultas a partir de R$ 50, os clientes dos cartões de bilhetagem eletrônica PASSE FÁCIL e ESTUDANTE podem contar com consultas médicas online 24 horas por dia, permitindo acesso rápido e descomplicado à saúde. O serviço é oferecido sem taxa de adesão, sem carência, sem limite de idade e com máxima praticidade.

Com foco em facilitar o acesso à saúde de qualidade, o Dr. Hoje oferece consultas online com clínicos gerais e pediatras a qualquer momento, sem limite de uso e sem complicações burocráticas. O diferencial do Dr. Hoje vai além, com um pacote de benefícios que inclui atendimentos com especialistas, psicoterapia online acessível, descontos em medicamentos, orientação nutricional gratuita e acesso a um plano odontológico com cobertura nacional.

O Dr. Hoje traz a proposta de transformar o acesso à saúde por meio da tecnologia, e com a RN Card, amplia o alcance deste serviço para um público que valoriza praticidade e eficiência. “Essa parceria com a Dr. Hoje reforça nosso compromisso em facilitar a vida dos nossos clientes, oferecendo um serviço essencial e acessível para todos,” afirma Gino Costa, diretor executivo da RN Card.

O serviço se destaca por sua proposta de ser ágil, acessível e descomplicado, ideal para atender às necessidades médicas da população de forma prática. Em apenas alguns cliques, os clientes podem acessar a plataforma e agendar uma consulta de acordo com a necessidade.

Para assinar o serviço e conhecer todos os planos disponíveis, acesse: www.drhoje.com/rn-card/ .

Foto: Edward Jenner/Pexels/Ilustração

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Black Friday no Pão de Açúcar Descontos imperdíveis em produtos selecionados

Black Friday no Pão de Açúcar: Descontos imperdíveis em produtos selecionados

Agora, na semana oficial da Black Friday, a rede oferece desconto de até 70% em vinhos, valendo nas lojas físicas nos dias 28 e 29/11

Uma das datas mais aguardadas para fazer compras, a Black Friday é uma oportunidade para garantir os produtos desejados com ofertas exclusivas. O Pão de Açúcar preparou uma seleção de descontos ao longo do mês de novembro em diversos itens com o “Esquenta Novembro”, com destaque para as categorias em que a rede é referência. Agora, na semana oficial da Black Friday, a rede oferece desconto de até 70% em vinhos, valendo nas lojas físicas nos dias 28 e 29/11.

Os descontos estarão disponíveis para clientes fidelizados no programa Pão de Açúcar Mais, para isso basta fazer o download do aplicativo gratuitamente pela App Store ou Google Play e realizar o cadastro. Ao longo do mês foram disponibilizadas promoções em produtos diversos, como itens de churrasco, cervejas especiais, destilados e vinhos, durante o “Esquenta Novembro” da rede.

Confira algumas ofertas exclusivas da Black Friday do Pão de Açúcar para lojas físicas do Rio Grande do Norte:

  • Vinhos Com Até 70% Off (exceto Mistral e Champagne);
  • Cerveja Heineken 330ml – R$5,69;
  • Todas Cápsulas De Café – Leve 4 Pague 2 (desconto aplicado no item de menor valor);
  • Queijos Holandeses Maasdam ou Gouda Kroon 100g – R$ 7,99 Cada;
  • Whisky Old Parr 12 Anos 1 Litro – R$ 109,99.

Fotos: Divulgação

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Haddad anuncia isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil

Haddad anuncia isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil

Medida será bancada por maior taxação de quem ganha mais de R$ 50 mil

O governo enviará, combinado ao pacote de corte de gastos obrigatórios, a proposta para isentar de Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil por mês, disse em pronunciamento nesta noite o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele esclareceu que a medida não terá impacto sobre as contas públicas porque será bancada com a taxação extra de quem ganha mais de R$ 50 mil mensais.

“É o Brasil justo, com menos imposto e mais dinheiro no bolso para investir no seu pequeno negócio, impulsionar o comércio no seu bairro e ajudar a sua cidade a crescer. A nova medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo. Porque quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais. Tudo sem excessos e respeitando padrões internacionais consagrados”, disse o ministro em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e de televisão.

Segundo Haddad, a medida faz parte da segunda etapa da reforma tributária, que prevê a reforma do Imposto de Renda. No pronunciamento, o ministro lembrou da reforma tributária do consumo, promulgada no ano passado e em regulamentação pelo Congresso, que trará outros benefícios às classes baixa e média.

“Essa medida, combinada à histórica Reforma Tributária, fará com que grande parte do povo brasileiro não pague nem Imposto de Renda e nem imposto sobre produtos da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, que aprofundava a desigualdade social em nosso país”, acrescentou o ministro.

Foto: Ministério da Fazenda/Ilustração

Da Agência Brasil

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Caged registra criação de 132,7 mil postos de trabalho em outubro

Caged registra criação de 132,7 mil postos de trabalho em outubro

Mês teve recuo, mas saldo do ano passa de 2 milhões de vagas criadas

A criação de emprego formal caiu em outubro. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, 132.714 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Em relação aos meses de outubro, o volume é o menor desde 2020, quando se iniciou a metodologia atual do Caged. A geração de empregos caiu 30,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em outubro de 2023, tinham sido criados 190.366 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em entrevista coletiva, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que os juros altos contribuíram para a desaceleração na abertura de vagas.

“Espero que a transição do Banco Central venha a ajudar isso no tempo. Creio que o Banco Central não foi colaborativo nesse período de analisar completamente os indicadores macroeconômicos e ajudar nas decisões para a gente não perder o ritmo de crescimento. Houve uma desaceleração [na criação de empregos]”, disse o ministro.

Saldo acumulado

Nos dez primeiros meses do ano, foram abertas 2.117.473 vagas. Esse resultado é 18,6% mais alto que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

O resultado acumulado é o maior desde 2022, quando tinham sido criados 2.341.665 postos de trabalho de janeiro a outubro. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, três dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em outubro. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 71.217 postos, seguidos pelo comércio, com 44.297 postos a mais. Em terceiro lugar, vem pela indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com a criação de 23.729 postos de trabalho.

O nível de emprego diminuiu na construção civil, com o fechamento de 767 postos. Com a pressão pelo fim da safra de vários produtos, a agropecuária eliminou 5.757 vagas no mês passado.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 41.646 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 10.698 vagas.

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 23.800 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de eletricidade e gás, que abriu 124 vagas.

As estatísticas do Caged apresentadas a partir 2020 não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões

Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em outubro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 65.458 postos a mais, seguido pelo Sul, com 34.372 postos. Em seguida, vem o Nordeste, com 18.345 postos. O Norte abriu 7.349 postos de trabalho, e o Centro-Oeste criou 4.457 vagas formais no mês passado, tendo o menor desempenho por causa do fim da safra.

Na divisão por unidades da Federação, 24 das 27 registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+47.255 postos); Rio Grande do Sul (+14.115), em recuperação após as fortes enchentes que atingiram o estado; e Rio de Janeiro (+10.731). Os três estados que fecharam vagas foram Bahia (-579 postos), Mato Grosso (-172) e Goiás (-45).

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Lojistas estão mais confiantes com vendas de fim de ano

Lojistas estão mais confiantes com vendas de fim de ano

Supermercados, farmácias e lojas lideram as contratações

Lojistas estão confiantes em relação às vendas neste fim de ano, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para ela, o otimismo em relação aos próximos meses está motivando comerciantes a investirem mais na contratação de funcionários temporários.

O cenário é medido pelo Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). Em novembro, ele alcançou 113,5 pontos, o que representa um aumento de 1,4% em relação a outubro e um avanço de 2,9% na comparação com novembro de 2023.

Após cinco meses de queda, o Icec teve um aumento em outubro de 0,1%. Em novembro, registrou-se a segunda alta consecutiva do índice.

“Final de ano sempre é um momento de perspectiva elevada para esse empresário, em razão da Black Friday e o Natal, datas muito intensas de venda no varejo brasileiro”, diz o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Os indicadores mostram que o aumento da confiança entre os empresários do comércio em novembro foi impulsionado especialmente por supermercados, farmácias e cosméticos, que apresentaram crescimento de 2,3%. Setores como vestuário, tecidos e calçados também acusaram avanço (1,2%), impulsionado pela alta demanda de fim de ano.

O segmento de bens duráveis foi o único a apresentar queda (-0,3%), segundo a CNC, por conta da vulnerabilidade desses produtos de maior valor em relação às taxas de juros elevadas no país.

Contratações temporárias

Em relação à contratação de funcionários temporários, esse item alcançou 131,3 pontos, o maior nível desde dezembro de 2022. Supermercados, farmácias e lojas de cosméticos lideram as contratações para o fim de ano. Por outro lado, o segmento de bens duráveis deve reduzir as contratações nos próximos meses.

Ainda segundo a CNC, o destaque positivo do mês foi o aumento da confiança nas expectativas econômicas, que cresceu 4,4% em relação ao mês anterior, atingindo 134,4 pontos, o maior nível desde outubro de 2023.

Para a CNC, mesmo em um cenário econômico desafiador, com pressões inflacionárias e altas taxas de juros, o comércio demonstra sinais de recuperação.

O Icec é um indicador mensal apurado entre os tomadores de decisão das empresas de varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas de todas as capitais do país. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas de curto prazo e as intenções de investimento dos negócios do comércio.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Nelson Wilians é uma das grandes atrações do Fórum Negócios Experience, em Natal

Nelson Wilians é uma das grandes atrações do Fórum Negócios Experience, em Natal

O advogado Nelson Wilians será um dos principais palestrantes do Fórum Negócios Experience, um dos maiores eventos corporativos e de empreendedorismo da América Latina

Conhecido como o “Rock In Rio do Empreendedorismo” devido à sua proposta inovadora e experiência única de festival empreendedor, o evento reúne pessoas de todo o Brasil e conta com a presença dos maiores especialistas do mercado.

Wilians é uma das maiores referências da advocacia brasileira. Começou do zero e fundou o Nelson Wilians Advogados (NWADV), que hoje está presente em todas as capitais do Brasil e nas principais cidades do interior, além de ter representações na Ásia, Europa e América Latina.

Em menos de 30 anos, ele transformou seu escritório em um ícone da advocacia moderna, sendo o maior da América Latina em número de advogados e em serviços full service.

Foi o primeiro advogado a estampar a capa da Forbes no mundo.

Presidente do Nelson Wilians Advogados e do NW Group, Wilians é também autor do best-seller Loucura, não. Coragem! e um fenômeno digital, com mais de 3 milhões de seguidores nas redes sociais, onde compartilha sua visão inovadora sobre empreendedorismo jurídico.

Com o objetivo de inspirar a nova geração de advogados, Wilians percorre o Brasil ministrando palestras para estudantes e jovens profissionais, incentivando-os a transformar desafios em oportunidades.

Loucura, não. Coragem!

Após a palestra, Nelson Wilians dará continuidade ao evento com uma sessão de autógrafos de seu livro, aproveitando para responder a perguntas rápidas sobre o processo de criação.

Publicado pela Literare Books International, o livro — que em poucas semanas se tornou best-seller — aborda os desafios enfrentados pelos jovens profissionais, oferecendo orientações práticas extraídas da trajetória de Wilians e dos obstáculos que superou ao longo de sua carreira.

O prefácio do livro, assinado por Nizan Guanaes, um dos nomes mais influentes da publicidade brasileira, evidencia a relevância do conteúdo para jovens profissionais que buscam se destacar em um cenário altamente competitivo.

Fotos: Divulgação

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Crescimento do turismo e infraestrutura fortaleceu mercado imobiliário no Nordeste em 2024

Crescimento do turismo e infraestrutura fortaleceu mercado imobiliário no Nordeste em 2024

Infraestrutura na região nordestina evoluiu nos últimos anos e potencializa o mercado imobiliário

A região nordeste do Brasil é uma das principais do país no que diz respeito ao turismo. Apesar de alguns pontos no solo brasileiro se destacarem de forma expansiva nos últimos anos, esse trecho é uma joia rara nas mãos das construtoras e imobiliárias para atrair novos moradores e investimentos.

Conforme citamos acima, o mercado imobiliário tem trabalhado de forma interessante no Nordeste. Nos últimos tempos, existem muitos interessados em adquirir residências ou até mesmo consultar o aluguel de apto em Natal, Recife, Salvador, João Pessoa e outras capitais da região.

De olho nessa possibilidade de investimento, o governo local explora da melhor forma seus horizontes e acredita na força da economia e infraestrutura para aumentar seus lucros e dar mais conforto à população.

Infraestrutura

O termo é muito usado para definir ótimos locais de moradia e no Nordeste não é diferente. Conhecida por ser uma região mais carente no Brasil, as últimas décadas foram mais sofridas para a população.

De olho no cenário melancólico, o entendimento foi reagir da melhor forma possível e repassar o dinheiro para atrair não só investidores, mas como potencializar a qualidade de vida dos moradores.

Sendo assim, diversos empregos foram gerados e a economia nordestina começou a dar resultado. Além disso, a chegada de novas empresas e serviços aumentaram a quantidade de comércios e facilidades para os moradores lidarem com a rotina de forma mais tranquila.

Turismo

Por ser uma região de forte calor e paisagens incríveis, é claro que o Nordeste aposta grande parte da sua economia no turismo. A quantidade de visitantes que a região recebe anualmente é expressiva e ajuda a fomentar a economia.

Além das praias, que chamam a atenção devido às belezas naturais, outros setores também se destacam. Um deles é a gastronomia. Por lá, cada estado tem a sua cultura e entrega ao visitante delícias que são servidas na mesa e ajudam a aumentar a procura para conhecer os pratos e chefs que demonstram qualidade.

Um outro momento do Nordeste que é muito valorizado no Brasil são as festas em determinadas épocas do Ano. No caso de duas capitais: Salvador e Recife, ambos são procurados com muita intensidade no início do ano por causa dos carnavais. Se a capital baiana se destaca pelos trios elétricos, a cidade pernambucana entrega aos visitantes as ladeiras de Olinda e seus bonecos gigantescos.

Por outro lado, alguns municípios ganham brilho no meio do ano com as tradicionais festas juninas, que acontecem com grande entusiasmo no solo cearense e paraibano.

Em resumo, o Nordeste brasileiro é uma região que não para de crescer e, entrega ao seu visitante e, consequentemente investidor, um ótimo ponto para usufruir de uma das maiores belezas naturais que o país pode entregar. Ou seja, comprar imóveis ou até mesmo alugar uma residência na região é sinônimo que a sua qualidade de vida irá aumentar de forma contundente e dar mais tranquilidade para seus moradores.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Fórum Negócios 2024: Transformação e Evolução no Maior Festival de Empreendedorismo do Brasil

Fórum Negócios 2024: Transformação e Evolução no Maior Festival de Empreendedorismo do Brasil

Para Jean Valério, idealizador e CEO do Fórum, o evento não é apenas uma oportunidade de aprendizado, mas um ponto de virada

Nos dias 28 e 29 de novembro, o Centro de Convenções de Natal será palco da maior edição do Fórum Negócios, o maior festival de empreendedorismo do Brasil. Com uma expectativa de público superior a 6 mil pessoas, o evento reunirá 32 palestrantes renomados, mais de 22 horas de conteúdo imersivo e uma Área Expo com mais de 100 expositores.

Com o tema “A chave para o sucesso” o Fórum Negócios 2024 vai além do aprendizado técnico. É uma oportunidade de transformar carreiras e negócios, abrindo portas para novas conexões, insights disruptivos e ferramentas práticas capazes de alavancar resultados em até cinco vezes. Idealizado pelos jornalistas Jean Valério e Jeanny Damas, o evento promove um ambiente dinâmico e inspirador, com infraestrutura completa, incluindo praça de alimentação diversificada, lounges para networking e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras. “A transformação começa dentro de cada um de nós. Aqui, entregamos o que há de melhor em conhecimento, mas também promovemos um ambiente para troca de ideias e conexões que mudam vidas”, destaca a diretora geral do FN, Jeanny Damas.

Os participantes poderão assistir a palestras de grandes nomes como Luiza Trajano, Paulo Muzy, Eike Batista, Walter Longo, Carlos Busch, Rosely Boschini, Thiago Reis, Marcos Rossi, Leonardo Castelo, Dema Oliveira, André Alves, Alexandre Taleb, Fernando Godoy, Gustavo Favaron, Luciano Almeida, Thiago Lajus, Richard Albanesi, Arthur Rufino, Carina Previato, Claudio Santos, Eduardo Frezarin, Erick Loureiro, Fabiane Mainone, Giovani Begossi, Miguel Setas, Dr. Paulo Duarte, Ricardo Bellino, Rafael Medeiros, Walkyria Fernandes, Theo Braga, Nelson Wilians e Leandro Borracheiro. Os temas abordados incluem vendas e escalabilidade, pessoas e processos, gestão, estratégia e finanças, IA e tecnologia, inteligência emocional, networking, marketing, posicionamento, liderança e cultura, oferecendo insights práticos e ferramentas para empreendedores e profissionais de alta performance.

Já a Área Expo 2024 será um ponto de encontro para negócios e inovação, reunindo expositores de todo o Brasil. O destaque será o lançamento do 5G da Brisa Net em Natal, com uma palestra exclusiva do CEO José Roberto Nogueira no palco principal do FN, que abordará os impactos da conectividade para o desenvolvimento da capital potiguar.

Para Jean Valério, idealizador e CEO do Fórum, o evento não é apenas uma oportunidade de aprendizado, mas um ponto de virada. “O Fórum é sobre quebrar barreiras. Queremos que cada participante saia daqui com uma nova visão do seu negócio e do seu potencial. Nossa missão é oferecer não só as ferramentas, mas também a inspiração necessária para alcançar novos patamares de sucesso”, afirma.

Patrocinado por grandes marcas, incluindo a Brisa Net como oferecedora oficial do evento, o Fórum conta com o apoio de empresas como Banco do Nordeste, Unimed, Emprotur, Arena das Dunas, Rede Mais, UNP, Prontoclínica Paulo Gurgel, Vitafor, SEBRAE, Cazabella, Expert Tur, Diamond Spa, Três Corações, WRL Bonés, NextHub, Pop Calçados, Ecocil, Scopo, Inovanet, Luzanni, O Boticário, Lion Brazil, Equaliv, Potigás, Locainfo, Itech Solar, Destaque Brindes Personalizados, AGN RN, Serhs Natal Grand Hotel & Resort, Acerta Contabilidade, Wisecont, Click Massa, Acqua Coco, Sem Sinal, Cacau Show, Monte Santo Semi Joias, Divepe Automóveis, Caern, AWJ Semi Joias, Potencialize Resultados, Seturn, Sesc/RN, Senac/RN, Infinita Imagem, Sankhya, Radiocon e Ademicon Natal.

De acordo com a organização do evento que já reuniu mais de 50 mil participantes em suas 8 edições já realizadas, a programação deve atingir o público de profissionais em busca de evolução na carreira ou empresários que desejam levar sua empresa ao próximo nível. O Fórum Negócios 2024 é o espaço ideal para transformar sonhos em realidade.

Serviço:

Data: 28 e 29 de novembro de 2024. Das 9 às 22h
Local: Centro de Convenções de Natal/RN
Ingressos e informações: www.forumnegocios.com.br

“A transformação começa agora. Amanhã, o futuro do seu negócio pode ser completamente reescrito.”

Fotos: Divulgação

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Pittsburg entra na Black Friday com ofertas imperdíveis nos dias 28 e 29 de novembro

Pittsburg entra na Black Friday com ofertas imperdíveis nos dias 28 e 29 de novembro

Com promoções exclusivas em todas as lojas da rede, os clientes poderão desfrutar de combos irresistíveis que unem qualidade, variedade e preços especiais

Neste fim de semana, dias 28 e 29 de novembro, o Pittsburg, rede de fast food queridinha dos potiguares, promete ser parada obrigatória para quem busca aproveitar a Black Friday com muito sabor e economia. Com promoções exclusivas em todas as lojas da rede, os clientes poderão desfrutar de combos irresistíveis que unem qualidade, variedade e preços especiais.

A campanha Black Friday traz ofertas de dar água na boca: 2 sanduíches pelo preço de 1, com opções como o Pitts Salada por R$21,00, o Pitts Chicken por R$22,90 e o clássico Pittsburg por R$26,00. Para acompanhar, a batata média ganha um upgrade e vira Big gratuitamente. E não para por aí: os deliciosos nuggets estarão com 50% de desconto, saindo por apenas R$8,90.

Essas ofertas especiais são válidas exclusivamente nos dias 28 e 29 de novembro, garantindo dois dias de promoções imperdíveis para celebrar a Black Friday com muita indulgência e sabor.

Não perca a oportunidade de aproveitar essas condições únicas no Pittsburg, que há 40 anos é sinônimo de qualidade e tradição no Rio Grande do Norte. Promoção válida em todas as lojas Pittsburg. Siga nas redes sociais para mais informações: @pittsburgbr.

Foto: Divulgação

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Nove em cada dez brasileiros pretendem comprar algo na Black Friday

Nove em cada dez brasileiros pretendem comprar algo na Black Friday

Roupas e Calçados lideram intenção de compras deste ano, diz pesquisa

A Black Friday de 2024 será nesta sexta-feira (29) e, desde o início do mês, o varejo brasileiro tem antecipado anúncios de produtos e serviços em promoção para atrair a atenção dos consumidores e alavancar as vendas.

Na edição deste ano, 89% dos brasileiros pretendem comprar algo. Desses, 85% querem comprar algum item para si mesmos e 65% vão aproveitar a data para presentear.

Os dados de intenção de compras são da pesquisa do Instituto Locomotiva e da QuestionPro. As instituições levantaram informações sobre essa que é considerada uma das principais datas do calendário comercial brasileiro, que ocorre anualmente na última sexta-feira do mês de novembro.

A pesquisa nacional realizou 1.185 entrevistas digitais auto preenchidas em formulários online, por homens e mulheres, com 18 anos ou mais. O período de entrevistas foi de 4 a 13 de novembro e a margem de erro do levantamento é de 2,8% para mais ou para menos.

De acordo com o instituto responsável pela pesquisa, o estudo oferece um mapa aos varejistas. Primeiro, porque mostra o que os consumidores querem, por qual meio, se canais físicos e/ou digitais, informações que orientam o lojista a equilibrar investimentos entre as plataformas virtuais e lojas reais.

Fenômeno de consumo

O levantamento do Instituto Locomotiva e QuestionPro apurou que 62% planejam aproveitar as promoções para antecipar as compras de Natal. O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, avalia que a estratégia é positiva. “Isso demonstra que os brasileiros preferem evitar a correria e, claro, buscam economizar a deixar para a última hora e acabar gastando mais”.

Após anos, a Black Friday se consolida como um marco no calendário de consumo dos brasileiros, diz o Locomotiva.

“Desde sua chegada ao Brasil, a data deixou de ser apenas uma oportunidade para compras de eletrônicos e se tornou uma espécie de Natal antecipado”.

De acordo com a pesquisa, 78% dos brasileiros acreditam que a Black Friday é uma grande oportunidade para que as pessoas consigam comprar coisas que, em geral, não podem adquirir. O instituto projeta que a opinião dos entrevistados corresponde, proporcionalmente, a 126 milhões de brasileiros.

Por outro lado, dois em cada três consumidores (66%) aproveitam descontos dessa data originária dos Estados Unidos para comprar de marcas que normalmente compram. O restante, 34%, aproveitam a Black Friday para comprar de marcas que não compram normalmente sem os descontos desta época.

Apesar de 61% dos entrevistados conhecerem e já terem comprado na Black Friday; 34% sabem o que é este evento, mas nunca compraram nada. E há ainda 5% que desconhecem este período de consumo aquecido, no Brasil.

Categorias

Entre as categorias de produtos que os brasileiros planejam comprar nessa Black Friday, peças de roupas lideram a lista de desejos, com 72% da preferência entre os consumidores – e lideram também entre quem irá comprar presentes na data (57%). No ranking de intenções de compras seguem os calçados (66%), produtos de beleza e perfumaria (65%), decoração e artigos para casa (50%). E mais, celulares e smartphones são foco de interesse de 51% dos consumidores; eletrônicos (49%); eletrodomésticos (46%); artigos infantis (45%); móveis (43%); livros (42%) e artigos de pet shop (40%).

Renato Meirelles explica que roupas e calçados são categorias essenciais e de fácil acesso. “Esses itens combinam desejo de consumo com praticidade, e as promoções tornam possível renovar o guarda-roupa sem pesar no bolso. Além disso, são produtos que agradam tanto a quem compra para uso próprio, quanto a quem aproveita a data para presentear”.

Perfil

A pesquisa ainda conseguiu traçar o perfil dos consumidores à procura de grandes descontos.

Neste ano, os homens são os que mais planejam gastar na data, com 90% das intenções de compra.

Entre eles, a maioria prevê comprar roupas e sapatos novos (68% e 66% respectivamente), e 55% querem levar algum eletrônico novo para casa.

Embora as compras para presentear sejam menos frequentes entre os homens, em comparação às mulheres, 62% pretendem comprar algum item para dar de presente. “As roupas lideram as intenções, com 24%, seguidas por calçados (18%) e eletrônicos (15%)”, afirmou Meirelles.

Entre as mulheres, 88% pretendem comprar algum item nesta Black Friday. As categorias de produtos mais desejadas por elas refletem uma forte intenção de consumo tanto para uso próprio quanto para presentear. Roupas lideram como desejo de compra (76%), seguidas por produtos de beleza e perfumaria (75%) e calçados (66%). Além disso, sete em cada dez mulheres pretendem presentear alguém, especialmente em categorias como roupas (28%) e produtos de beleza (24%).

Onde adquirem os produtos

O comércio eletrônico impulsiona a Black Friday no país. Em relação aos canais de compra, 30% dos consumidores pretendem comprar exclusivamente em lojas online. Já 31% dividem suas compras igualmente entre o ambiente físico e o digital. Se comparada a preferência entre o e-commerce e as lojas físicas, 24% optam pelo meio virtual. Em último, está a escolha que prioriza as lojas físicas, com 8%, seja exclusivamente (8%) ou de forma predominante.

Fatores de influência

Preço, facilidade de pagamento, entrega rápida, variedade de produtos. São vários os fatores que influenciam os consumidores na escolha de lojas online durante a Black Friday, entre quem pretende comprar algum item na edição deste ano.

Os descontos e promoções aparecem como o principal critério para consumidor decidir comprar, com 23%. O preço e custo do frete também são importantes na hora da compra (20%) e a reputação da loja (16%) são outros fatores apontados como relevantes na escolha de lojas online durante a Black Friday.

Como fatores secundários que influenciam as escolhas aparecem a entrega rápida, com 10%; opções de pagamento (Pix, cartão, boleto, etc.), para 9% dos entrevistados. A variedade de produtos (8%); e a facilidade de navegação pelo site ou aplicativo (6%) também foram citadas.

Tipo de promoção preferida

Quando considerados somente descontos e promoções, os consumidores estão de olho nas vantagens entendidas como imperdíveis.

O Instituto Locomotiva indica a preferência por descontos diretos (48%) e estratégias como cashback (31%), que é o termo em inglês que significa dinheiro de volta, ou seja, o programa devolve uma parte do valor gasto em uma compra em futuro crédito para uma nova compra.

Promoções como “leve 3 e pague 2” também despertam alto interesse em 38% das pessoas.

O presidente do Instituto Locomotiva exemplifica o que provoca interesse pela recompensa. “Um e-commerce de roupas oferece 30% de desconto direto no preço das peças, e ainda acrescenta créditos para compras futuras. Isso atrai consumidores e fideliza para o próximo ano.”

Black fraude

O documento divulgado confirma que um em cada quatro entrevistados acredita que os descontos da Black Friday são iguais aos das demais promoções.

Para 22%, as lojas que se dizem na Black Friday não oferecem descontos de verdade.

Quando se trata de golpe ou fraude relacionado à Black Friday, 58% afirmam nunca terem enfrentado problemas desse tipo, nem conhecerem alguém que os tenha enfrentado.

Na outra ponta, 42% já foram pessoalmente vítima de golpes na data, ou conhecem quem já passou por fraudes na temporada de consumo, distribuídos desta forma: 16% dos entrevistados na pesquisa relatam terem sido as vítimas; 20% conhecem alguém que passou por essa situação, e 6% afirmam tanto terem sido vítimas quanto conhecerem alguém que também foi. “Esse dado reforça a necessidade de os lojistas garantirem segurança nas transações e comunicarem isso de forma clara, criando confiança no consumidor”, conclui o presidente da instituição de pesquisas Renato Meirelles.

Por isso, os consumidores devem ficar atentos para evitar cair em golpes. Vale lembrar que as compras realizadas neste período não deixam de seguir as normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

No caso de se sentir lesado, o consumidor deve procurar órgãos públicos de proteção dos direitos do consumidor, como a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que criou uma cartilha com dicas para não cair em golpes na Black Friday; o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de sua cidade; associações de consumidores; uma delegacia de polícia ou até entrar com uma ação judicial contra a empresa.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Secretário do RN afirma que pagamento do 13º salário no RN depende de recursos federais

Secretário do RN afirma que pagamento do 13º salário depende de recursos federais

Governo estadual condiciona anúncio do calendário à liberação de verbas extraordinárias e defende aumento do ICMS para equilibrar as finanças públicas

O secretário de Administração do Rio Grande do Norte, Pedro Lopes, anunciou nesta terça-feira (26.nov.2024) que o pagamento do 13º salário dos servidores estaduais está atrelado à chegada de recursos federais extraordinários. De acordo com o titular da pasta, as verbas são esperadas para o mês de dezembro, e o calendário só será divulgado após a confirmação dos depósitos.

A situação reflete os desafios enfrentados pelo governo em cumprir suas obrigações financeiras. No meio do ano, foi possível antecipar 40% do 13º salário de 2024 apenas para cerca de 22 mil servidores das secretarias e órgãos que possuem orçamento próprio, como Educação, Detran e Ipern. Os demais servidores aguardam definição para receber seus direitos.

Pedro Lopes utilizou as redes sociais para defender o aumento da alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 18% para 20%. Ele argumentou que a redução do imposto no passado comprometeu a arrecadação estadual, dificultando o cumprimento de obrigações com pessoal, fornecedores e investimentos. “No RN, com modal de 18%, não conseguimos sequer manter os compromissos básicos. Investimentos só são possíveis com recursos federais ou empréstimos”, pontuou.

A Assembleia Legislativa iniciou os debates sobre o projeto de lei que propõe a elevação do ICMS. De acordo com a mensagem do Executivo, a alíquota modal representa 32,35% da receita total do Estado. No entanto, a proposta enfrenta resistência de setores empresariais, que defendem um diálogo mais amplo, com realização de audiências públicas, para avaliar os impactos do aumento tributário sobre o comércio e o consumidor final.

A discussão sobre o ICMS não é novidade no estado. No ano passado, o tema foi amplamente debatido em audiências públicas, e representantes do setor produtivo questionaram a efetividade da medida para gerar equilíbrio fiscal. O governo, por outro lado, argumenta que a retomada da alíquota em 20% é crucial para assegurar o cumprimento das obrigações financeiras e manter serviços públicos essenciais.

Foto: Sandro Menezes/Governo do RN/Ilustração

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CEO do Carrefour promete retratação pública sobre boicote à carne brasileira

CEO do Carrefour promete retratação pública sobre boicote à carne brasileira

Boicote à carne brasileira impulsiona desabastecimento e força CEO global do Carrefour a prometer retratação pública

O CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard, deverá se retratar publicamente após sua declaração polêmica sobre o fim da compra de carne do Mercosul por lojas francesas da rede. O comunicado, divulgado na última quarta-feira (20.nov.2024), alegava que a carne sul-americana não cumpria normas exigidas na França, o que gerou uma onda de boicotes por parte de produtores brasileiros.

A declaração foi recebida como um ataque direto ao agronegócio nacional, desencadeando a suspensão do fornecimento por 23 frigoríficos, incluindo grandes nomes como JBS e Marfrig. A medida já afeta o abastecimento de mais de 150 lojas do Carrefour no Brasil, além de gerar reações políticas, como o apoio público do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Em nota, o Carrefour Brasil lamentou os impactos do boicote e reforçou sua parceria com o agronegócio nacional, mas destacou que não participou das decisões tomadas pela matriz francesa. “Infelizmente, a suspensão do fornecimento impacta nossos clientes e prejudica a confiança construída ao longo dos anos”, afirmou a empresa.

A situação ganhou novos contornos com a intervenção do embaixador francês no Brasil, Emmanuel Lenain, que tentou amenizar os atritos. Representantes da embaixada informaram ao Ministério da Agricultura que Alexandre Bompard já está preparando uma carta de retratação pública.

Enquanto isso, consumidores brasileiros relatam escassez de produtos nas prateleiras de diversas unidades da rede. Dados oficiais indicam que, apesar da relevância política, a França é um mercado pequeno para a carne brasileira, representando apenas 0,02% das exportações do setor até outubro deste ano. A China, por outro lado, continua sendo o maior comprador, absorvendo quase 50% da carne bovina exportada pelo Brasil.

O episódio evidencia as tensões entre o Mercosul e a União Europeia nas negociações de acordos comerciais, com a agricultura no centro dos debates. A crise também levanta questionamentos sobre a independência das filiais internacionais do Carrefour frente às decisões de sua matriz francesa.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Programa de acesso à água segura no Norte e Nordeste do Brasil recebe cerca de R$ 9 milhões em investimentos

Programa de acesso à água segura no Norte e Nordeste do Brasil recebe cerca de R$ 9 milhões em investimentos

Água+ Acesso visa apoiar comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas com acesso à água potável

A escassez de água e a falta de acesso à água segura continuam sendo desafios persistentes no país, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde as populações rurais e ribeirinhas enfrentam o problema intensamente. Nesse cenário, e como medida para apoiar regiões severamente impactadas por secas históricas em 2023 e 2024, a Coca-Cola Brasil reforça seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades onde atua. Com um investimento de cerca de R$ 9 milhões, a parceria estratégica com a Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2 (Cáritas NE2), a startup SDW for All, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), o Projeto Saúde & Alegria e a Água Camelo ajudará a impulsionar iniciativas para expandir o acesso à água segura, por meio do programa Água+ Acesso nessas duas regiões.

Segundo Rodrigo Brito, Diretor de Sustentabilidade para o Brasil e Cone Sul da The Coca-Cola Company, o programa vem implementando diversas soluções com tecnologias sociais desde 2017 para viabilizar e expandir sistemas de acesso, tratamento e distribuição de água em 10 estados. Até 2025, segundo os parceiros, a iniciativa continuará a aumentar os investimentos e o impacto nos estados da Bahia, Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte na região Nordeste, e nos estados do Amazonas e Pará na região Norte, com o objetivo de beneficiar milhares de pessoas.

Para a Coca-Cola Brasil, segundo Brito, alcançar os resultados desejados requer sinergia entre os setores público e privado, bem como a participação de instituições locais — que têm um profundo entendimento da realidade e das demandas de suas comunidades. “Os resultados alcançados por nossos aliados e parceiros locais, que atuam diretamente nos territórios, têm sido significativos e crescentes. Essa colaboração é essencial para fazer a diferença e atuar como um facilitador eficaz, gerando um impacto ainda maior no país”, enfatiza.

No Nordeste, a Coca-Cola Brasil e a Solar Coca-Cola, em parceria com a Cáritas NE2 e a startup SDW for All, está investindo R$ 3,2 milhões para levar tecnologia e sistemas de distribuição de água a áreas de difícil acesso, beneficiando milhares de pessoas em 60 localidades. Dentro dessa estratégia, a iniciativa “Água+ Acesso: Escolas com Água” ganha destaque, promovendo a autonomia de escolas no acesso à água potável, práticas de alimentação e cuidado ambiental. O projeto, que será ampliado, teve início em 2022 com um piloto em escolas na Paraíba e Pernambuco. Com o reforço das parcerias e novos investimentos, a iniciativa expande seu alcance, fortalecendo o compromisso com o desenvolvimento sustentável na região.

“Na Solar Coca-Cola, somos apaixonados por transformar a vida das pessoas, promovendo o crescimento sustentável das comunidades com as quais trabalhamos. Juntos com a comunidade local, trabalhamos pela construção de um mundo melhor, pautados por uma agenda onde sustentabilidade e crescimento responsável geram um impacto positivo e transformam a vida de nossos clientes. O projeto de acesso à água para as comunidades, especialmente para as escolas no Nordeste, é um exemplo dessa transformação”, destaca Fernanda Raizama, diretora Regional da Solar Coca-Cola.

Um dos primeiros municípios a receber a nova vertente do “Água+ Acesso: Escolas com Água” é Ipecaetá, na Bahia, onde está prevista a instalação de um Aquatorre conectado à tubulação da Escola Municipal Aprígio Santana. A escola atualmente é abastecida por caminhões-pipa e terá um sistema de abastecimento misto com a Embasa no futuro. Segundo Letícia Nunes, Co-CEO da SDW for All, o Aquatorre possui uma estrutura coletiva para armazenar, filtrar e distribuir água segura, ideal para locais sem reservatórios de água ou bebedouros.

“O programa Água+ Acesso não só proporciona acesso à água de qualidade, mas também promove a sustentabilidade das comunidades, capacitando-as a gerenciar seus próprios recursos hídricos a longo prazo. Para a SDW, essa sustentabilidade é construída com tecnologias de fácil manutenção e treinamento contínuo da comunidade, garantindo que operem e preservem os sistemas de forma autônoma. Um exemplo é o Aquatorre, adequada para locais com infraestrutura limitada, pois não requer eletricidade, fornecendo água tanto para alunos e funcionários quanto para a comunidade local”, destaca Letícia.

Na Bahia, outros seis municípios serão contemplados — Ruy Barbosa, Macajuba, Lajedinho, Simões Filho, Vitória da Conquista e Conceição do Almeida — expandindo o alcance e o impacto da iniciativa.

O programa também chegará à Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte e Pernambuco, onde a Coca-Cola Brasil, em parceria com a Cáritas NE2, implementará tecnologias sociais de acesso à água em 30 escolas, beneficiando milhares de pessoas na comunidade escolar. As ações incluem a instalação de cisternas com capacidade de 52.000 litros para armazenamento de água da chuva e sistemas de reuso da água (bioágua).

Para Neilda Pereira da Silva, Secretária Executiva Regional da Cáritas NE2, a parceria vai além do acesso à água, envolvendo a produção de alimentos e um conjunto de ações que conectam diretamente as comunidades, em especial as escolas. “O projeto tem como objetivo garantir o acesso à água, tendo a participação da comunidade escolar em todas as etapas de execução do projeto. A iniciativa vai promover uma reflexão sobre a gestão dos recursos hídricos, a garantia de direitos e a importância de uma educação contextualizada envolvendo pais, alunos, gestores das escolas durante todo o processo de implantação e manejo das tecnologias, ampliando conhecimentos fundamentais para incorporar essas ações no Projeto Político Pedagógico das escolas participantes”, reforça.

Acesso à Água na Amazônia

No Amazonas e no Pará, a Coca-Cola Brasil estabeleceu uma parceria estratégica com a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), o Projeto Saúde & Alegria e a Água Camelo para implementar e expandir sistemas de acesso, tratamento e distribuição de água em 10 estados. Com um investimento de R$ 5,6 milhões, essa iniciativa beneficiará cerca de 40 comunidades ribeirinhas.

SOBRE A COCA-COLA BRASIL

O Sistema Coca-Cola Brasil opera em cinco grupos de bebidas — colas, sabores, hidratação, nutrição e emergentes — com uma linha de mais de 100 produtos e 22 marcas, incluindo sabores regulares e versões sem açúcar ou com baixo teor calórico. Composto por seis grupos de fabricantes franqueados, o Instituto Coca-Cola Brasil, além da marca Leão Alimentos e Bebidas. O Sistema emprega diretamente mais de 57 mil funcionários. A empresa está investindo em inovação para expandir seu portfólio e ajudar a reduzir o desperdício de embalagens. A Coca-Cola Brasil trabalha para oferecer, cada vez mais, opções com menos açúcar adicionado e para incentivar iniciativas que melhorem o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua.

Fotos: Divulgação

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Atacarejo amplia estratégias na Black Friday com ofertas de fraldas, alimentos e bebidas

Atacarejo amplia estratégias na Black Friday com ofertas de fraldas, alimentos e bebidas

Ofertas já estão válidas para as 297 lojas do Assaí Atacadista distribuídas em todo o Brasil

O Assaí amplia a Black Friday deste ano ao expandir suas ofertas para além dos alimentos e apostar em categorias como fraldas, pneus, eletroportáteis, bebidas, limpeza e perfumaria. As promoções já estão disponíveis nas 297 lojas da rede em todo o Brasil desde segunda-feira, 25 de novembro, seguindo o folheto de ofertas de cada região. Na sexta-feira, 29 de novembro, os(as) clientes encontrarão uma nova rodada de descontos, com preços ainda mais baixos, marcando a maior virada de preços do ano.

Com a proximidade das festas de fim de ano, a campanha oferece a oportunidade ideal para economizar enquanto se prepara para os momentos de celebração.

Além disso, clientes Assaí têm duas vantagens únicas nessa Black Friday: a primeira é que, para a data, também encontrarão oportunidades exclusivas no app Meu Assaí e facilidades de pagamento com descontos customizados. Junto a isso, as compras seguem participando da campanha de Aniversário Assaí 50 anos, que está sorteando mais de R$ 20 milhões em prêmios, junto de uma viagem exclusiva com acompanhante no Navio Assaí.

Confira algumas ofertas nas lojas do Rio Grande do Norte de 25/11 a 28/11:

Fraldas – “Black Fralda”

Os(as) clientes encontram marcas líderes como Pampers e Huggies, com preços atrativos para abastecer o estoque e garantir o cuidado com os pequenos.

● Fralda descartável tripla proteção hiper Huggies (pacote por tamanhos): R$ 68,90 cada
● Fralda descartável hiper Cremer (pacote por tamanhos) – R$ 39,90 cada
● Fralda descartável pants Pampers (pacote por tamanhos) – R$ 64,99 cada
● Fralda descartável roupinha supreme care mega Huggies (pacote por tamanhos) – R$ 39,70 cada
Bebidas

A “Black Assaí” abrange bebidas alcoólicas e não alcoólicas, com ofertas especiais para momentos de celebração.

● Leite longa vida integral Betânia (TP 1L) – R$ 5,19 cada
● Bebida láctea Whey Protein 15G Italac Sabores (TP 250ml) – R$ 5,75 cada
● Chopp Heineken (barril 5L) – R$ 89,90 cada
● Vinho Chileno Chilano (Garrafa 750ml) – R$ 22,80 cada
● Rum branco carta branca Montilla (1L) – R$ 24,80 cada
● Whisky escocês Red Label Johnnie Walker (1L) – R$ 89,90 cada

Alimentos

E sem esquecer do carro-chefe, o Assaí conta com ofertas na categoria de alimentos que vão deixar qualquer um com água na boca. Com uma variedade de produtos, os(as) clientes podem aproveitar a seleção de produtos com preços baixos, garantindo qualidade e economia em cada compra.

● Arroz parboilizado tipo 1 Catarinão (1Kg): R$ 4,99 cada;
● Feijão carioca tipo 2 Belo Grão ou Clebom (1Kg): R$ 4,59 cada;
● Macarrão espaguete Vitaflor (400g): R$ 1,89 cada;
● Flocão de milho Fortemilho (400g): R$ 0,95 cada;
● Filé de peito de frango congelado Seara (1Kg): R$18,98 cada.

Facilidades de pagamento e entrega

Para maior conveniência, o Assaí aceita diversas formas de pagamento, incluindo Pix, cartões de crédito e débito, Vale-Alimentação e Auxílio Brasil. Compras feitas com o cartão Passaí têm parcelamento em até 3x sem juros em qualquer categoria.

O app Meu Assaí oferece descontos personalizados e promoções exclusivas por região. Pelo aplicativo, os(as) clientes podem receber suas compras em casa via iFood, Rappi e Uber (Cornershop). O app também apresenta informações sobre horários das lojas e acesso ao programa de cashback da rede.

50 anos do Assaí – R$ 20 milhões em prêmios

Os dias 29 e 30 de novembro marcam os últimos dias da campanha de 50 anos do Assaí, que está sorteando mais de R$ 20 milhões em prêmios. Entre os destaques:

  • Prêmio final de R$ 5 milhões, o maior já pago no setor de atacarejo;
  • 1.500 cabines no Navio Assaí (com acompanhante), para uma viagem exclusiva de Santos (SP) a Ilha Grande (RJ), em fevereiro de 2025;
  • 50 mil prêmios instantâneos de R$ 100 diretamente no caixa.

Para participar, os(as) clientes devem cadastrar o CPF ou CNPJ no site www.aniversarioassai.com.br, pelo WhatsApp (11) 5694-4554 ou nos totens das lojas. A cada R$ 100 acumulados em compras, é gerado um número da sorte para concorrer.

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador) que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É uma das maiores varejistas nacionais, tendo registrado faturamento de R$ 72,8 bilhões em 2023. Nascido em São Paulo (SP), atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia seja comprando a varejo ou a atacado.

As ações do Assaí são as únicas de uma empresa somente de atacarejo negociadas tanto na B3 (ASAI3) quanto na NYSE (ASAI). Atualmente, tem mais de 290 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 84 mil colaboradores(as), sendo eleita uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil pela Great Place to Work (GPTW). Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí, que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar. O Assaí é a melhor empresa de Atacado e Varejo do Melhores e Maiores 2024 da Exame e a marca mais lembrada do varejo físico e digital, segundo o Branding Brasil. A Cia é ainda o único varejista alimentar no top 10 da carteira IDIVERSA B3, que reconhece as empresas de capital aberto com os melhores indicadores em diversidade racial e de gênero.

Foto: Divulgação

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Black Friday 2024 deve movimentar R$ 920 milhões na economia do RN

Black Friday 2024 deve movimentar R$ 920 milhões na economia do RN

Levantamento aponta grande adesão de consumidores de Natal e Mossoró; eletrodomésticos e roupas lideram as intenções de compra

A Black Friday 2024, que acontecerá no dia 29 de novembro, deve impulsionar significativamente o comércio no Rio Grande do Norte. Segundo pesquisa do Instituto Fecomércio RN (IFC) divulgada nesta segunda-feira (25.nov.2024), a data tem potencial de movimentar R$ 920 milhões na economia local, com destaque para as cidades de Natal e Mossoró, que devem registrar grande volume de vendas.

Em Natal, 61% dos consumidores planejam aproveitar as promoções, enquanto em Mossoró o índice é de 51,6%. Na capital, eletrodomésticos são os itens mais desejados, seguidos por roupas e eletrônicos. O gasto médio dos natalenses deve ser de R$ 725,66, com a maioria optando pelo parcelamento no cartão de crédito.

Mossoró apresenta um perfil de consumo um pouco diferente, com roupas e acessórios liderando as intenções de compra, seguidos por eletrodomésticos e cosméticos. O ticket médio no município está estimado em R$ 537,55. A maioria dos consumidores mossoroenses também deve optar pelo pagamento parcelado.

A pesquisa revela que boa parte dos consumidores pretende utilizar a data para antecipar as compras de Natal. Em Natal, 57,9% dos entrevistados têm esse objetivo, enquanto em Mossoró o índice é de 32,3%. Esses dados reforçam a importância da Black Friday como estratégia para otimizar o orçamento familiar.

O levantamento, realizado em outubro, entrevistou 1.101 consumidores, sendo 600 em Natal e 501 em Mossoró, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 4 pontos percentuais. O estudo destaca ainda que a maior parte dos consumidores pertence ao público feminino, tem ensino superior completo e renda familiar acima de 10 salários mínimos.

Para os lojistas, a Black Friday é uma oportunidade única para alavancar vendas e garantir um desempenho positivo antes do Natal. Já para os consumidores, a data representa a chance de economizar em produtos desejados, equilibrando as finanças no final do ano.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Setor produtivo do RN questiona aumento do ICMS e cobra debate público

Setor produtivo do RN questiona aumento do ICMS e cobra debate público

Proposta do Governo do RN eleva alíquota de 18% para 20%; empresários pedem audiência pública e criticam falta de medidas para redução de despesas públicas

A proposta de aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Rio Grande do Norte, enviada pelo Governo Estadual à Assembleia Legislativa (ALRN), tem gerado forte oposição entre as principais entidades representativas do setor produtivo. A medida, que eleva a alíquota de 18% para 20%, está prevista para ser votada no dia 11 de dezembro, mas enfrenta questionamentos sobre seu impacto na economia e na população.

De acordo com publicação da Tribuna do Norte desta terça-feira (26.nov.2024), lideranças como Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio RN, e José Vieira, da Faern, defendem a realização de uma nova audiência pública, argumentando que o tema precisa de maior debate, semelhante ao realizado em 2023.

No início de novembro, as principais entidades empresariais, como Fecomércio RN, FIERN, Faern e CDL Natal, emitiram uma nota conjunta se posicionando contra o aumento do ICMS. O documento alerta que a elevação da carga tributária prejudicará principalmente os mais pobres, que já enfrentam dificuldades com a atual situação econômica. Além disso, as entidades apontam a ausência de um plano claro de redução das despesas públicas como um agravante para a crise fiscal.

O Governo do RN, por sua vez, defende a proposta como uma medida necessária para recompor as receitas estaduais diante da Reforma Tributária. Segundo o Executivo, o projeto busca garantir a saúde fiscal do estado, especialmente após a redução da alíquota modal do ICMS para 18%, aprovada em 2022 de forma temporária. A expectativa é arrecadar R$ 948 milhões em 2025 caso o pacote seja aprovado.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do RN vai analisar aumento do ICMS

Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa do RN vai analisar aumento do ICMS

Deputados estaduais se posicionam contra e a favor da medida que pode elevar a alíquota modal de 18% para 20%

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) inicia nesta quarta-feira (27.nov.2024) as discussões sobre o projeto do Governo Estadual que propõe elevar a alíquota modal do ICMS de 18% para 20%. A medida, enviada pela governadora Fátima Bezerra (PT), enfrenta resistência de deputados da oposição, que alegam que o aumento tributário afetará negativamente o poder aquisitivo da população e não resolverá os problemas de gestão pública.

O deputado Luiz Eduardo (Solidariedade), relator da Lei Orçamentária Anual (LOA), já declarou voto contrário à proposta. “Não é justo que a população, já tão sacrificada, arque com os custos de um governo que não reduz suas despesas. Eu voto contra qualquer aumento de impostos”, afirmou. Deputados como Gustavo Carvalho (PSDB) e Cristiane Dantas (Solidariedade) reforçaram a crítica, defendendo cortes no orçamento do governo como alternativa.

Por outro lado, a base governista argumenta que a elevação do ICMS é crucial para garantir o equilíbrio financeiro do estado. Isolda Dantas (PT), relatora da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), destacou que a medida já foi amplamente debatida em 2023 e é essencial para evitar um colapso nas finanças públicas. “Itens da cesta básica continuarão com alíquotas reduzidas, e o aumento é uma medida responsável para garantir a saúde fiscal do estado”, afirmou.

O projeto será discutido em uma reunião conjunta entre as Comissões de Finanças e Administração no dia 4 de dezembro, quando os parlamentares analisarão a viabilidade da medida. Nos bastidores, comenta-se que o presidente da ALRN, Ezequiel Ferreira (PSDB), só se posicionará em caso de empate, enquanto outros deputados permanecem indecisos.

Com arrecadação prevista de R$ 7,46 bilhões em 2025, o ICMS é a principal fonte de receita do estado, representando mais de 32% da arrecadação total. O governo destaca que 25% desse montante será repassado aos municípios, o que reforça a relevância da proposta para a manutenção dos serviços públicos.

Foto: Arquivo/POR DENTRO DO RN/Ilustração

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Pacote de corte de gastos está pronto para ser anunciado

Pacote de corte de gastos está pronto para ser anunciado

Segundo Haddad, data depende de conversa entre Lula, Pacheco e Lira

Após um mês de discussões dentro do governo, o pacote de corte de gastos está pronto para ser anunciado, disse nesta segunda-feira (25) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a data exata depende de uma conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.

“[O anúncio do pacote] está dependendo agora de o Palácio do Planalto entrar em contato com o Senado e a Câmara. Tem que ver se os presidentes estão aí, estão disponíveis, mas enfim, nós já estamos preparados. Está tudo redigido já. A Casa Civil manda a remessa [da redação final dos textos] para mandar com certeza [ao Congresso] essa semana. Agora, o dia, a hora, vão depender mais do Congresso do que de nós”, disse Haddad ao sair do ministério.

Apesar de a previdência dos militares, ponto que entrará no pacote, ser definida por lei ordinária, o ministro ressaltou que o governo enviará uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e um projeto de lei complementar ao Congresso. “A ideia é mandar o menor número de propostas possível”, justificou.

Embora não preveja o envio de projetos de lei, o pacote aproveitará textos em tramitação no Congresso. As mudanças no Vale Gás entrarão como substitutivo no projeto de lei que tramita no Congresso desde agosto. A limitação dos supersalários constará do projeto de lei complementar.

Em relação à PEC, Haddad disse que o governo pode pegar carona e incluir o pacote de corte de gastos na proposta que estende a Desvinculação das Receitas da União (DRU), mecanismo que desvincula até 30% dos gastos carimbados para qualquer finalidade. Isso porque a DRU perde validade no fim do ano e precisa ser aprovada ainda em 2024.

“A intenção é aprovar até o fim do ano pelo seguinte: há pelo menos uma PEC, mas talvez mais uma que deve ser votada esse ano. Por exemplo, a aprovação da DRU. Talvez nós aproveitemos essa PEC para, dependendo do julgamento dos congressistas, incluir, se concordarem, aquilo que foi matéria constitucional [do pacote de corte de gastos]”, acrescentou Haddad.

Haddad e o futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, se reuniram com Lula pela manhã e à tarde no Palácio do Planalto. Segundo Haddad, os ministros responsáveis pelas pastas afetadas pelo pacote também estiveram presentes e concordaram com as medidas. Por volta das 16h, Haddad chegou ao ministério da Fazenda acompanhado de Galípolo, que deixou o prédio pela garagem após cerca de 40 minutos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Mercado financeiro reduz para 4,63% expectativa de inflação para 2024

Mercado financeiro reduz para 4,63% expectativa de inflação para 2024

Boletim Focus projeta PIB de 3,17% ao final do ano

As expectativas do mercado financeiro relacionadas à inflação estão mais otimistas do que há uma semana. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (25), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – deve fechar o ano em 4,63%. Na semana passada, o mercado projetava uma inflação de 4,64% em 2024. Há quatro semanas, era esperada uma inflação de 4,55%.

Divulgado semanalmente pelo Banco Central, o Boletim Focus projeta um IPCA de 4,34% em 2025; e de 3,78% em 2026.

A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic e dólar

Para cumprir a meta de inflação, o Banco Central adota como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida, pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em 11,25%. O boletim mantém há 8 semanas a expectativa de que a Selic chegue a 11,75% ao final do ano.

Entre os fatores considerados pelo Copom para a definição da Selicestá a alta do dólar, que vem sendo observada nas últimas semanas; e o contexto internacional, que também registra alta inflacionária.

Diante desse cenário, o mercado projeta, pela sexta semana consecutiva, uma tendência de alta da moeda norte-americana. A expectativa é de que o dólar feche 2024 cotado a R$5,70. Há uma semana a previsão era de que, ao final de 2024, o dólar estaria cotado a R$ 5,60. Há quatro semanas, a expectativa do mercado financeiro estava em R$ 5,45.

Para os anos subsequentes (2025 e 2026), o mercado projeta cotações de R$ 5,55 e R$ 5,50, respectivamente.

PIB

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país), o mercado se mostra mais otimista do que há uma semana, com uma expectativa de crescimento que passou de 3,10%, observada na semana passada, par 3,17%, segundo o boletim divulgado hoje. Há quatro semanas o mercado projetava um crescimento menor, de 3,08%.

Já as estimativas de crescimento para 2025 e 2026 estão, respectivamente, em 1,95% e 2%.

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Governo do RN inicia pagamento de novembro

Governo do RN inicia pagamento de novembro

Cerca de 57 mil servidores recebem nesta segunda-feira (25); mudança no calendário busca isonomia nos pagamentos estaduais a partir de dezembro

O Governo do Rio Grande do Norte iniciou, nesta segunda-feira (25.nov.2024), a liberação da primeira parte do pagamento referente ao mês de novembro para os servidores públicos estaduais. Esta etapa contempla os trabalhadores que recebem até R$ 4 mil brutos, além de todos os servidores da Segurança Pública, que terão os vencimentos depositados integralmente ao longo do dia.

A medida injeta mais de R$ 193 milhões na economia potiguar, contribuindo para o fôlego econômico do estado neste final de ano. No entanto, servidores que utilizam a portabilidade bancária devem estar atentos ao prazo de transferência entre instituições financeiras, o que pode gerar um pequeno atraso no recebimento.

Para os demais servidores, que possuem salários superiores a R$ 4 mil ou estão vinculados a órgãos com arrecadação própria, o pagamento está previsto para o final de novembro. A folha total do mês soma mais de R$ 839 milhões, representando um esforço significativo para a gestão estadual em cumprir os compromissos financeiros.

Mudanças no calendário a partir de dezembro

Em comunicado, o governo estadual anunciou uma mudança importante no calendário de pagamentos para 2024. A partir de dezembro deste ano, todos os servidores públicos do RN receberão seus vencimentos de forma integral até o final de cada mês. A medida, segundo a administração estadual, busca garantir isonomia e previsibilidade financeira para os trabalhadores.

Esse novo formato atende a uma reivindicação histórica dos servidores, que apontavam a diferença nos prazos de pagamento como fonte de insatisfação e desequilíbrio financeiro. Com a mudança, o governo espera aprimorar o relacionamento com os trabalhadores e fortalecer a gestão fiscal no estado.

Foto: Sandro Menezes/Assecom-RN

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Pé-de-Meia: pagamento a estudantes começa nesta segunda

Pé-de-Meia: pagamento a estudantes começa nesta segunda

Parcela será depositada de forma escalonada até 2 de dezembro

O pagamento do benefício do programa Pé-de-Meia tem início nesta segunda-feira (25) e segue até a próxima segunda (2), para alunos de ensino médio da rede pública. A parcela será destinada a estudantes do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a 3,7 milhões de alunos do ensino médio regular, dos quais 1 milhão foi incluído no programa em agosto.

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança e tem o objetivo de evitar a evasão escolar, com a promoção da permanência dos estudantes nas escolas e a conclusão dessa última etapa do ensino básico.

Depósitos

Para se manter no Pé-de-Meia, o estudante deve ter frequência mínima de 80% nas aulas do ensino médio. Caso a frequência diminua em algum mês, o aluno não receberá o benefício referente ao período.

A Caixa Econômica Federal (CEF) é responsável pela abertura das contas em nome dos estudantes matriculados no ensino médio público e pelos pagamentos de todas parcelas do programa, com recursos do Ministério da Educação (MEC). Os depósitos podem ser consultados pelos beneficiários por meio do aplicativo Jornada do Estudante, do Ministério da Educação.

O valor é depositado em conta poupança Caixa Tem. Os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, de acordo com o mês de nascimento do estudante, de forma escalonada, a partir desta segunda-feira.

Calendário de pagamento por mês de nascimento:

janeiro e fevereiro: 25 de novembro;
março e abril: 26 de novembro;
maio e junho: 27 de novembro;
julho e agosto: 28 de novembro;
setembro e outubro: 29 de novembro;
novembro e dezembro: 2 de dezembro.

As informações relativas ao pagamento do benefício podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem, disponível para smartphones.

Jovens e adultos

Em agosto, teve início o pagamento para os estudantes do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA) incluídos no Pé-de-Meia, que cumprem os critérios estabelecidos pelo governo federal.

No caso da EJA, ao comprovar matrícula, o estudante recebe o incentivo de R$ 200, e incentivo mensal de R$ 225 pela frequência escolar. Ambos estão disponíveis para saque.

Pelas regras, os beneficiários devem ter idade entre 19 e 24 anos, e ser integrante de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 15 de junho de 2024, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 706 per capita).

Para os estudantes, a parcela relativa ao incentivo-frequência será paga em quatro vezes por semestre cursado. O incentivo-conclusão será acumulado em até três parcelas, condicionadas à aprovação parcial para a certificação de conclusão do ensino médio ao final de cada semestre ou ano letivo. Os jovens que ingressaram no programa a partir de setembro não receberão retroativamente as parcelas pagas pelo Pé-de-Meia.

Quem tem direito

O MEC explica que o Pé-de-Meia é destinado a estudantes do ensino médio do curso regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para participar do Pé-de-Meia o aluno deve ser integrante de uma família inscrita no CadÚnico e ter renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo.

O estudante pode consultar as regras do programa, além do calendário, histórico e status de pagamentos de parcelas (rejeitados ou aprovados) por meio do aplicativo Jornada do Estudante, que traz as informações escolares desde o ensino fundamental até a pós-graduação de cada aluno.

Pé-de-Meia

O programa de incentivo financeiro-educacional tem o objetivo de democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de promover a inclusão educacional e estimular a mobilidade social.

O governo federal calcula que com a expansão do programa – anunciada no início de agosto – vai elevar o número de beneficiários para quase 4 milhões de estudantes.

Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante recebe o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento. O aluno também recebe depósitos de R$ 1 mil ao fim de cada ano letivo concluído com aprovação, que ficará como uma poupança e poderá ser sacados após a formatura no ensino médio.

Se somadas todas as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores chegam a R$ 9,2 mil por aluno.

A adesão dos estudantes ocorre por meio de termo de compromisso assinado por redes de ensino federais, estaduais, distrital e municipais que oferecem o ensino médio e informam os dados dos estudantes ao Ministério da Educação (MEC), por meio de sistema informatizado.

Foto: Luís Fortes/MEC

Da Agência Brasil

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Cartilha dá dicas para não cair em golpes na Black Friday

Cartilha dá dicas para não cair em golpes na Black Friday

Evento comercial deste ano ocorre em 29 de novembro

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, preparou um guia com orientações e direitos assegurados pelo Código de Defesa do Consumidor para orientar os brasileiros a aproveitarem as promoções da Black Friday de forma mais segura e consciente. O evento comercial deste ano ocorre em 29 de novembro.

Acesse aqui o Guia de Defesa do Consumidor para a Black Friday.

“[O guia] surge em um contexto de crescimento das compras online no Brasil e do aumento das reclamações durante grandes eventos de promoção, como ofertas falsas, preços inflacionados antes dos descontos e problemas na entrega de produtos”, explicou a Senacon.

Na edição de 2023, as plataformas de proteção ao consumidor receberam mais de 7 mil queixas de cidadãos frustrados com falsas promessas de descontos e de vantagens. O objetivo agora é oferecer as ferramentas necessárias para identificar promoções reais e evitar práticas abusivas.

A Senacon informou ainda que vai monitorar o mercado e atuar em parceria com órgãos de defesa do consumidor para coibir irregularidades e aplicar sanções a empresas que desrespeitarem os direitos dos consumidores.

A secretaria também incentiva o uso da plataforma Consumidor.gov.br para a resolução direta de conflitos entre consumidores e empresas cadastradas. “Mais de 80% das reclamações registradas no portal têm desfecho positivo”, diz o texto.

Principais dicas

O guia destaca pontos que os consumidores devem observar antes, durante e depois da compra:

  • Pesquisa prévia de preços: para evitar armadilhas, a Senacon recomenda monitorar os preços com antecedência. Ferramentas de comparação online podem ser grandes aliadas.
  • Desconfie de ofertas muito abaixo do mercado: produtos com preços extremamente reduzidos podem esconder armadilhas, como golpes em sites fraudulentos.
  • Verifique a reputação do vendedor: antes de comprar, o consumidor deve consultar a reputação da loja em sites de reclamações e verificar se o CNPJ do fornecedor está ativo. Pela plataforma RedeSim é possível consultar o CNPJ das empresas.
  • Leia a descrição completa do produto: a ausência de informações claras pode configurar uma violação ao Código de Defesa do Consumidor, que garante o direito à informação adequada sobre características, riscos e restrições do produto.
  • Direito de arrependimento: para compras feitas fora do estabelecimento físico, como pela internet ou por telefone, o consumidor tem até sete dias úteis para desistir, sem precisar de justificativa.
  • Garantia contra práticas abusivas: o Código de Defesa do Consumidor protege de publicidade enganosa e cláusulas abusivas em contratos, como cobranças indevidas ou falta de suporte técnico após a venda.
  • Cuidado com fretes e prazos de entrega: o guia alerta que o fornecedor é obrigado a informar, com clareza, os custos de frete e os prazos de entrega antes da finalização da compra.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Da Agência Brasil

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Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta sexta

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta sexta

Segundo Dieese, salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até esta sexta-feira (29). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 321,4 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.096,78.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 24 de abril a 8 de maio. A segunda foi depositada de 24 de maio a 7 de junho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090 de 1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos um ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o ele, incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

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