Wendel Lagartixa preso por homicídio a Jackson

Preso por homicídio, Wendel Lagartixa disse, em 2013, que ‘estava sendo perseguido e tinha certeza que a delegada não investigou com clareza’

Quando foi preso, em 2013, após uma força-tarefa liderada pela Sesed/RN, Wendel Lagartixa disse em entrevista que “estava sendo perseguido e tinha certeza de que a delegada Sheila não investigou com clareza”. Na ocasião, o também policial Rosivaldo Azevedo Maciel Fernandes foi preso e apontado como autor de um assassinato. Os dois concederam entrevista a um portal policial do Rio Grande do Norte e se dizem vítimas de uma armação.

De acordo com os dois policiais reformados, eles não tiveram nenhuma relação com a morte de Jackson Michael da Silva Soares, assassinado a tiros na zona rural de Afonso Bezerra, no dia 23 de março de 2010. Jackson, inclusive, respondia a processo sendo acusado de matar o policial militar J. Fernandes, em 2010. Os dois policiais disseram, na época que estavam sendo vítimas de armação, pois não existiam quaisquer provas, nem mesmo da presença dos dois na cena do crime contra o jovem Jackson.


Além disso, os dois policiais militares criticaram as investigações feitas pela Polícia Civil naquele ano, afirmando que várias testemunhas comprovaram que eles estavam em Natal no horário em que o rapaz foi assassinado. No dia em que deram a entrevista, os dois policiais militares estavam presos no Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta.

A direção da unidade informou na época que Wendel Lagartixa e Rosivaldo Azevedo não tinham nenhum contato com outros presos comuns, no entanto, enquadraram a prisão dos dois na mais alta categoria de alerta, em decorrência dos possíveis desafetos que os dois poderiam ter.

Foto: Reprodução/Polícia Civil

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