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O trânsito caótico do Brasil - e o que ele diz sobre a mobilidade urbana

O trânsito caótico do Brasil – e o que ele diz sobre a mobilidade urbana

Por Thiago Martins – thiagolmmartins@gmail.com
Mobilidade em Pauta

Vi um relato na página Tráfego Aéreo Brasil que me chamou muita atenção e despertou o interesse neste artigo: um morador do Capão Redondo, em São Paulo deixa o tio no aeroporto de Guarulhos e fica preso no trânsito a ponto de o parente chegar à Argentina antes de o outro voltar para casa. Isso não é apenas uma piada exagerada, mas um espelho do caos real da mobilidade urbana em grandes cidades brasileiras.

Os comentários de outros usuários, com histórias semelhantes de viagens frustradas por causa de lentidão extrema, reforçam a sensação de que a rotina no trânsito muitas vezes se arrasta mais devagar do que caminhadas curtas ou deslocamentos a pé, transformando simples trajetos em experiências de horas perdidas.

Dados recentes do índice de tráfego do TomTom mostram que, em 2025, a média de congestionamento na Região Metropolitana de São Paulo ultrapassa 50%, com velocidades médias de cerca de 16 km/h durante picos de tráfego, quando um trajeto de 10 km pode demorar mais de meia hora. Esses números confirmam o que muitos paulistanos relatam nas redes: um simples deslocamento pela cidade pode consumir muito mais tempo do que viagens intermunicipais ou até voos domésticos curtos.

Essa questão não afeta apenas São Paulo. Grandes centros urbanos brasileiros convivem com desafios semelhantes: crescimento acelerado da frota de veículos, infraestrutura que não acompanha a demanda e sistemas de transporte público insuficientes ou ineficientes. Em São Paulo, por exemplo, mesmo com cinco linhas de metrô e outras alternativas de transporte, o deslocamento diário médio pode ultrapassar 1h45 por dia em trajetos de casa para o trabalho, chegando a 3 horas em áreas periféricas.

O trânsito que custa caro – e pesa na vida das pessoas

O impacto de congestionamentos prolongados vai além da simples perda de tempo. Estudos indicam que o tempo perdido no trânsito tem costumes econômicos significativos, com estimativas de que os congestionamentos custam bilhões em produtividade perdida e aumento nos gastos com combustível e desgastes dos veículos.

Essas situações nos convidam a refletir sobre o papel do transporte público e da mobilidade urbana de forma mais ampla. Um sistema de transporte público eficiente, seguro e bem articulado não apenas reduz a dependência de carros particulares — que ocupam grande parte do espaço viário e contribuem para os congestionamentos — como também torna as cidades mais justas, conectadas e sustentáveis.

Mobilidade como serviço e direito urbano

Atravessar uma metrópole como São Paulo às vezes exige resignação, pois muitos deslocamentos só se tornam viáveis se feitos de carro particular – um veículo que, ironicamente, contribui para o problema que tenta evitar. Isso mostra que a mobilidade urbana não é apenas um desafio técnico, mas também uma questão de política pública e de direitos urbanos: o direito de ir e vir de maneira digna, rápida e acessível a todos.

Para enfrentar esse quadro, especialistas costumam apontar algumas medidas essenciais:

  • Expansão e integração de transporte público, com prioridade para ônibus em corredores exclusivos, metrô e trens metropolitanos;
  • Incentivo ao transporte não motorizado, como ciclovias seguras e infraestrutura para pedestres;
  • Planejamento urbano que valorize o uso misto do solo, reduzindo a necessidade de grandes deslocamentos diários;
  • Educação e incentivos à mudança modal, incentivando o uso de alternativas ao carro, como bicicletas, caronas e transporte coletivo eficiente.

Quando um simples retorno do aeroporto vira motivo de piada ou de relatos dramáticos nas redes, fica evidente que o problema é estrutural e exige uma transformação profunda. O trânsito caótico é, em grande medida, um sintoma de sistemas de mobilidade que não foram planejados para a realidade atual das cidades brasileiras — e que precisam ser repensados com urgência.

Fotos: Fernando Frazão/Agência Brasil / André Bueno/Câmara de São Paulo/Ilustração

Sobre Thiago Martins, colunista do Por Dentro do RN

Thiago Martins é jornalista formado pela UFRN e há 15 anos dedica-se ao estudo e à cobertura do setor de mobilidade urbana. Escreve sobre o tema desde o início da carreira, colaborando com portais de notícias especializados e acompanhando de perto as transformações na mobilidade ativa, no setor de transportes e na infraestrutura urbana. É proibida a reprodução total ou parcial deste texto sem autorização do autor e sem a inserção dos créditos, de acordo com a Lei nº 9610/98.

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Projeto de lei do governo do RN propõe fim da isenção de IPVA para veículos elétricos

Projeto de lei do governo do RN propõe fim da isenção de IPVA para veículos elétricos

Medida prevê tributação gradual de carros elétricos e alteração na regra de isenção para veículos usados

Em resposta à crescente demanda de veículos elétricos no estado, o Governo do Rio Grande do Norte enviou à Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (6.nov.2024), um projeto de lei que propõe o fim da isenção de IPVA para veículos elétricos. A proposta estabelece uma aplicação gradual do imposto, começando em 0,5% no primeiro ano, com incremento anual até atingir 3%.

O projeto de lei também sugere que a isenção para veículos usados, atualmente válida para carros com mais de 10 anos, passe a ser concedida apenas para aqueles com mais de 15 anos de uso. A Secretaria da Fazenda estima que, se aprovada, a medida gerará um incremento de R$ 72 milhões na arrecadação a partir de 2025, distribuídos entre IPVA de veículos elétricos e a ampliação do prazo para isenção de veículos usados.

Segundo a Sefaz, a legislação atual, que concede isenção de IPVA para elétricos, foi criada em um cenário onde essa categoria de veículos era praticamente inexistente. Em 2024, o número de veículos elétricos em circulação aumentou significativamente, gerando uma lacuna fiscal que o governo busca ajustar com as novas medidas.

Foto: Daniel Senna/GOVBA/Ilustração

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Prefeitura de Natal vai realizar audiência pública sobre licitação do transporte público

Prefeitura de Natal vai realizar audiência pública sobre licitação do transporte público

Debate acontecerá no dia 26 de julho no auditório da OAB, em Candelária

A Prefeitura de Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), vai promover uma audiência pública no próximo dia 26 de julho, das 9h às 13h, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), localizada na rua Nossa Senhora da Candelária, para discutir a licitação do Sistema de Transporte Público de Passageiros de Natal (STPP).

O evento visa esclarecer aspectos do processo de concessão do sistema de transporte, apresentar o edital de licitação e seus anexos, além de colher sugestões da população e demais interessados para aprimorar o documento. A audiência foi convocada através de edital publicado no Diário Oficial do Município nesta segunda-feira (15.jul), que também detalha a forma de participação e condução dos trabalhos.

Foto: Matheus Felipe/Ilustração

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Explore Paris 2024 com a FlixBus: rota direta para a emoção olímpica

Explore Paris 2024 com a FlixBus: rota direta para a emoção olímpica

Empresa de tecnologia em transporte rodoviário oferece opções acessíveis e confortáveis para explorar a Europa durante o evento esportivo mais esperado do ano

Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, que acontecem entre 26 de julho e 11 de agosto, a FlixBus, empresa de tecnologia em transporte rodoviário com presença global, traz dicas especiais para os brasileiros que estiverem na Europa para vivenciar as emoções do maior evento esportivo do mundo. A empresa oferece soluções econômicas e confortáveis para aqueles que planejam visitar outras cidades sem gastar muito e ainda desejam viver experiências únicas.

“Com a ampla rede e conexões da FlixBus e FlixTrain, é possível viajar por toda a Europa com facilidade, pagando pouco e com mais conforto. E o melhor, tudo isso pode ser feito diretamente pelo aplicativo ou site da FlixBus no Brasil, com preços em reais. É mais uma das vantagens de viajar com a Flix, sendo uma empresa global e líder na Europa”, afirma Edson Lopes, CEO da FlixBus no Brasil.

A Flix conecta mais de 2.500 cidades em 35 países europeus, oferecendo aos passageiros uma maneira acessível e com melhor custo-benefício de explorar a Europa durante os Jogos Olímpicos de Paris. Com Wi-Fi gratuito e tomadas elétricas em todos os ônibus e trens do grupo Flix, os viajantes podem desfrutar de belas paisagens a caminho dos destinos mais emocionantes da Europa.

Durante os Jogos Olímpicos, Paris será o centro das atenções e o ponto de partida ideal para explorar não apenas a Cidade Luz, mas também os países que mais atraem os brasileiros na Europa. Confira alguns destinos sugeridos pela FlixBus:

Londres

A capital da Inglaterra convida a embarcar em uma viagem fascinante pelo tempo e pelas artes, visitando o Palácio de Buckingham, a Torre de Londres, a Abadia de Westminster, palco de coroações de reis e rainhas, e o Big Ben, símbolo da pontualidade britânica. Museus como o British Museum e a National Gallery oferecem uma oportunidade única de explorar o aspecto cultural. Vale a pena passear pelos charmosos bairros de Notting Hill e Soho, explorar as opções do Borough Market e relaxar no Hyde Park.

Roma

A capital italiana carrega uma série de símbolos da história, como o Coliseu, o Fórum Romano, o Panteão e o Vaticano. Outra possibilidade é explorar as ruínas antigas e descobrir os tesouros artísticos da Basílica de São Pedro, da Capela Sistina e da Galeria Borghese, onde as obras de arte de Michelangelo, Rafael e Caravaggio estão em exposição. Além disso, não dá para perder os sabores autênticos da culinária local, como a pizza, o macarrão cacio e pepe e o inconfundível gelato italiano. E claro, para encerrar o dia, vale desfrutar de uma bela experiência em uma das charmosas praças da cidade ou em um dos inúmeros cafés de Roma.

Berlim

Berlim é uma cidade repleta de cultura e história para contar. Entre os principais marcos está, com certeza, o simbólico Muro de Berlim e o Memorial do Holocausto. A cidade abriga uma gama de museus famosos, como o Pergamon museum e galerias de arte, como o East Side Gallery. Para os amantes de música, um concerto na Filarmônica de Berlim pode ser uma opção emocionante. Já os entusiastas da arquitetura podem explorar a moderna Potsdamer Platz.

Caso a viagem seja mais longa, não deixe de considerar destinos como Amsterdã, Barcelona, Praga e Budapeste. Independentemente do destino na Europa, é recomendável comprar as passagens com antecedência. Acesse o site da FlixBus (https://www.flixbus.com.br/onibus/paris) ou baixe o aplicativo e encontre o melhor horário para viajar. A compra está sujeita à incidência de taxas e impostos.

Sobre a FlixBus Brasil: Atuando no Brasil desde dezembro de 2021, a FlixBus é uma empresa de tecnologia em serviços rodoviários, controlada pela alemã Flix, provedora mundial de mobilidade que está presente hoje em 43 países do mundo. A FlixBus está inovando o segmento de transporte rodoviário com seu modelo único, que opera 100% dentro das regras da ANTT, oferecendo transporte rodoviário regular de alta qualidade com preços baixos para consumidores. A empresa opera por meio de parceiros, que ficam responsáveis pelas autorizações das linhas enquanto a FlixBus é responsável por vendas, marketing e atendimento ao consumidor. Atualmente, a startup presta serviços para linhas em 14 estados do Brasil, no Distrito Federal e em diversas cidades, junto com suas nove parceiras: Grupo Adamantina, Satélite Norte, Santa Maria, Primar Turismo, Levare, 4Bus, Gadotti, Catedral e Esmeralda. Para saber mais, acesse: www.flixbus.com.br

Sobre a Flix

A Flix quer transformar o setor de transporte coletivo de passageiros ao oferecer opções mais sustentáveis de viagens de ônibus e trens em mais de 40 países, em quatro continentes. Desde o seu lançamento em 2013, a Flix tem se destacado com um modelo de negócio otimizado e uma plataforma de tecnologia inovadora, conquistando rapidamente uma posição de liderança no mercado de viagens de ônibus de longa distância na Europa, América do Norte e Turquia. Agora, estamos expandindo com rapidez para a América do Sul e Índia por meio de marcas reconhecidas, como FlixBus, FlixTrain, Kamil Koç e Greyhound.

Guiada pelo crescente interesse em viagens sustentáveis, a Flix estabeleceu uma meta ambiciosa de se tornar neutra em carbono na Europa até 2040, e globalmente até 2050. Para avaliar seu progresso dentro de um modelo cientificamente reconhecido, a Flix estabeleceu metas de curto prazo para a redução de emissões com a iniciativa Science Based Targets.

Enquanto a Flix gerencia o lado comercial do negócio, como planejamento de rede, controle de operações, marketing e vendas, gestão de qualidade e desenvolvimento contínuo de produtos com uma abordagem baseada em dados, as operações são conduzidas por parceiros confiáveis da Flix. A combinação inovadora da tecnologia e plataforma de vendas da Flix com as viagens tradicionais transformou uma start-up europeia em uma empresa líder em tecnologia de viagens, com uma expansão global impressionante.

Foto: BrandFlxbs/VisualHunt

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Câmara aprova taxação de 20% em compras internacionais até US$ 50

Câmara aprova taxação de 20% em compras internacionais até US$ 50

Deputados aprovam projeto de lei que implementa taxação de 20% em compras internacionais

Em um movimento que gerou ampla discussão, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28.mai.2024) uma alíquota de 20% de imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A medida, resultado de um acordo entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi incluída no projeto de lei que regulamenta o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) e agora segue para apreciação do Senado.

Inicialmente, a proposta sugeria uma taxação de 60% sobre mercadorias estrangeiras até US$ 50, mas foi ajustada para 20% após negociações intensas. Produtos com valores acima desse limite continuam sujeitos a uma taxa de 60%. A decisão visa equilibrar o mercado, já que o setor varejista brasileiro considera a isenção anterior como uma forma de concorrência desleal em relação a plataformas estrangeiras como Shein e Shopee.

O projeto de lei também prevê incentivos fiscais de R$ 19,3 bilhões até 2028 para o setor automotivo, com foco na produção de veículos mais limpos e no desenvolvimento de novas tecnologias de mobilidade e logística. O Mover substitui o antigo programa Rota 2030 e tem como objetivo descarbonizar a frota automotiva brasileira, além de atrair investimentos em inovação tecnológica.

Arthur Lira defendeu a taxação como uma medida necessária para criar condições equitativas para o comércio nacional e internacional. Ele argumentou que grande parte dos consumidores impactados pela nova alíquota pertencem à classe alta, minimizando os possíveis efeitos negativos sobre a popularidade do governo. O presidente Lula, por sua vez, inicialmente hesitou em apoiar a medida devido ao receio de repercussão negativa, mas cedeu após negociações.

A aprovação do Mover é vista como uma vitória para o setor automotivo brasileiro. Montadoras como a Toyota já anunciaram planos de investir no país aproveitando os benefícios fiscais do programa. O Mover estabelece requisitos rigorosos para que as montadoras invistam em tecnologia de veículos elétricos e híbridos, contribuindo para a redução das emissões de carbono e alinhando o Brasil com as tendências globais de mobilidade sustentável.

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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RN fica fora da renovação da frota de transporte do Novo PAC

RN fica fora da renovação da frota de transporte do Novo PAC

Estado perde R$ 10 bi em investimentos em transporte público por falta de projetos; apesar da verba federal, o Estado e os municípios de Natal, Mossoró e Parnamirim não apresentaram propostas para renovar a frota

O Rio Grande do Norte foi o único estado do Nordeste a não participar da chamada pública do Governo Federal para a renovação da frota de transporte público urbano no âmbito do Novo PAC Seleções. Para participar, estados, municípios com mais de 150 mil habitantes, consórcios públicos ou operadores privados do sistema de transporte deveriam enviar propostas ao Ministério das Cidades até novembro do ano passado.

O Governo Federal disponibilizou R$ 10 bilhões para investimentos em transporte coletivo para 61 municípios. No RN, Natal, Mossoró e Parnamirim foram considerados elegíveis. Segundo o jornal Tribuna do Norte, a Prefeitura do Natal justificou a ausência de propostas devido à saturação da capacidade de endividamento do município e destacou outras renovações de frota realizadas recentemente para diferentes segmentos.

Em Parnamirim, a secretaria de Mobilidade Urbana explicou que a ausência se deve à falta de um sistema de transporte licitado no período da chamada. A expectativa é que na próxima oportunidade, com as concessões contratadas, Parnamirim participe da renovação.

O Governo do Estado informou que não opera transporte coletivo urbano, diferentemente de outros estados como São Paulo ou Rio de Janeiro. O foco da chamada era a aquisição de ônibus elétricos e a modernização da frota com o uso de tecnologias de monitoramento. Já o município de Mossoró não se manifestou sobre a situação.

Foto: Matheus Felipe/Ilustração

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iFood reforça iniciativas para preservar entregadores no trânsito

iFood reforça iniciativas para preservar entregadores no trânsito

Empresa cria área de Segurança Viária e promove ações de conscientização durante o Maio Amarelo

O iFood, empresa brasileira de tecnologia, anuncia a criação da área Visão Zero, reforçando sua atuação em torno da segurança viária. Entre os objetivos da nova divisão da companhia, está reforçar iniciativas para prevenção de acidentes envolvendo os entregadores, testar alavancas que ajudem a mudar comportamento no trânsito para quem está em rota de entrega, fomentar a aproximação da companhia com o poder público para colaboração em soluções viárias e criar ações voltadas à conscientização de toda a sociedade sobre a importância da educação no trânsito.

“O iFood começou a operar com entregadores em 2018 e, com isso, passou a fazer parte do ecossistema viário. Entendemos que diminuir sinistros de trânsito precisa envolver diversos agentes e nós queremos ser parte dessa solução, que precisa ser conjunta. Como empresa que tem no delivery um dos seus principais focos de atuação, parte relevante do nosso trabalho é estimular a direção segura dos entregadores, que são pessoas fundamentais no nosso ecossistema. Nossa principal missão é zerar mortes e lesões graves de entregadores no trânsito. Assim, atualmente, testamos alavancas de mudança comportamental, focadas na redução de velocidade, com dados em tempo real durante as rotas de entrega” comenta Rafael Tartaroti, gerente de Segurança Viária do iFood.

Entre as ações voltadas para a segurança dos entregadores, a companhia disponibilizou nove capacitações, curtas e de graça, no iFood Decola, uma plataforma de aprendizado criada pela empresa para os profissionais de delivery. Somando os nove cursos sobre direção segura, manutenção de moto e bike e primeiros socorros, já foram emitidos mais de 100 mil certificados. Em março, o curso ‘Segurança nas Entregas’ se tornou obrigatório aos entregadores recém-chegados ao app.

Já aqueles que atuam por meio do iFood Pedal, programa de compartilhamento de bikes da empresa, participam do treinamento Pedal Responsa, com conteúdos focados em segurança para quem utiliza esse tipo de modal. Mais de 28 mil entregadores ciclistas se formaram no curso.

Além disso, todos os entregadores cadastrados na plataforma têm acesso ao Seguro Pessoal contra acidentes com sete coberturas diferentes, que inclui de despesas médicas e hospitalares em rede credenciada a cobertura por lesão temporária e auxílio para a família. Todos os entregadores também têm acesso à assistência jurídica e psicológica de forma gratuita em casos de agressão e discriminação.

O iFood também participou do 4o Seminário de mobilidade do Observatório Nacional de Segurança Viária, realizado pela entidade em Foz do Iguaçu, nos dias 6 e 7 de maio reunindo especialistas, autoridades, organizações e o público em geral, para discutir e promover a conscientização sobre a segurança viária e mobilidade urbana sustentável. A empresa se tornou mantenedora do Observatório em 2023, passando a apoiar financeiramente a causa da mobilidade segura, além de oferecer sua experiência com tecnologia e dados para guiar ações da entidade.

Campanha Vai Na Boa

A marca também reforça suas iniciativas de conscientização no trânsito com a campanha Vai na Boa, com uma série de ações de comunicação direcionadas tanto aos entregadores quanto à sociedade em geral, destacando que o trânsito seguro é uma responsabilidade compartilhada, e que as ações individuais têm o poder de impactar significativamente a vida de todos. A campanha terá forte presença digital, com ações planejadas para plataformas como Instagram, Facebook, YouTube e Spotify, além do engajamento de criadores de conteúdo e entregadores influenciadores.

Sobre o iFood

O iFood é uma empresa brasileira de tecnologia referência em delivery online na América Latina, que aproxima clientes, restaurantes e entregadores de forma simples e prática. O iFood tem o propósito de alimentar o futuro do Brasil e do mundo, transformando a sociedade por meio da educação e da tecnologia, da segurança alimentar, da inclusão e com um impacto socioambiental positivo.

Com mais de 70 milhões de pedidos mensais, o iFood atua com inteligência de negócio e soluções de gestão para promover e desenvolver um ecossistema de mais de 300 mil estabelecimentos cadastrados, 200 mil entregadores conectados em mais de 1700 cidades em todo o Brasil. Há 11 anos no mercado, a empresa vai além do food delivery e cresce também em negócios de Mercado, Fintech e Benefícios, unindo tecnologia e conveniência na entrega de soluções aos parceiros. O iFood conta com um importante investidor também brasileiro, a Movile – líder global em marketplaces móveis.

Para mais informações sobre o iFood, suas novidades e a nossa fome de alimentar o mundo, acesse o iFood News.

Foto: Divulgação

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